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REVISTA JURÍDICA DA FA7

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Academic year: 2023

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UFSC, podiplomski program prava, Florianópolis, SC, Brazilija Prof. dr. Larissa Maria de Moraes Leal. UFPR, podiplomski program prava, Curitiba, PR, Brazilija Prof. dr. María José Bravo Bosch.

Sumário

DANO RE IPSA, RESPONSABILIDADE CIVIL SEM DANOS, E A CAVERNA DE ÁQUILA: OU COMO COISAS DIFERENTES PODEM COEXISTIR SEM TOCAR. 115 Danos in re ipsa, Responsabilidade Civil sem danos e Ladyhawke: ou quantas coisas distintas podem coexistir sem afetar.

O OLHO E O RETRATO: ASPECTOS METAFÓRICOS DA TEORIA DO FATO

  • A TRADIÇÃO CIVILÍSTICA E A TEORIA DO FATO JURÍDICO
  • O CÉU CONCEITUAL DOS JURISTAS
  • A S METÁFORAS DA TEORIA : TEORIA COMO VISÃO
  • O PARADIGMA “ OBJETIVISTA ” E O ÂNIMO DOGMÁTICO DE CLAS- SIFICAR CONCEITOS
  • C IÊNCIA DO DIREITO EM P ONTES DE M IRANDA

Segundo Pontes de Miranda (1954, p. 30) “uma norma jurídica e um suporte fático [devem coexistir] no momento da realização do evento. A teoria do fato jurídico constitui a linguagem metafórica pela qual se realiza uma prática decisória dos juristas, que é, como desejava Pontes de Miranda, adaptativa e econômica.

O PRODUTO INTERNO VERDE COMO INDICADOR DE SUSTENTABILIDADE

ANÁLISE DA EVOLUÇÃO DOS CONCEITOS E TERMOS DESENVOLVIMENTO

SUSTENTÁVEL E SUSTENTABILIDADE NO CONTEXTO DO DIREITO AMBIENTAL

D ESTAQUES HISTÓRICOS SOBRE O CONCEITO DE DESENVOLVI- MENTO SUSTENTÁVEL EXTRAÍDOS DE EVENTOS INTERNACIONAIS

Van Bellen (2002, p.23) afirma que o conceito de desenvolvimento sustentável surgiu a partir do debate mundial sobre o conceito de desenvolvimento. Estudiosos afirmam que uma solução seria subordinar o Desenvolvimento Sustentável ao conceito de Sociedade Sustentável, já que este último poderia trazer a ideia de indicadores sociais e culturais (FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS;.

A E VOLUÇÃO E DIVISÃO DO D IREITO A MBIENTAL B RASILEIRO EM FASES

Especial do Meio Ambiente (SEMA), “que tinha responsabilidades genéricas em termos de preservação ambiental e uso racional dos recursos naturais” (CARDOSO NETO, 2018, p. 159). 225, que dispõe que “todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida” (BRASIL, 1988).

O P RODUTO I NTERNO V ERDE COMO INDICADOR DE SUSTENTA- BILIDADE BRASILEIRA

Como um divisor de águas, ou uma forma de ampliar o entendimento sobre geração de riqueza, o Produto Interno Verde foi introduzido no Brasil por meio da Lei nº 13.493 de 17 de outubro de 2017, onde o patrimônio ecológico nacional será levado em consideração. Dessa forma, o Produto Interno Verde foi criado pela Lei nº 13.493, de 17 de outubro de 2017, em cujo cálculo será levado em consideração o patrimônio ecológico nacional.

O DANO EXTRAPATRIMONIAL

TRABALHISTA REGULAMENTADO PELA LEI 13.467/17

O DANO EXTRAPATRIMONIAL

  • Do dano moral
  • Do dano existencial

Em outras palavras, podemos dizer que dano moral é aquele que lesa a própria esfera pessoal da pessoa e atenta contra sua intimidade, vida privada, honra e imagem, bens jurídicos constitucionalmente protegidos. A expressão dano existencial foi cunhada por Paolo Cendon e Patrizia Ziviz para agrupar diversos casos que a rigor não poderiam ser julgados sob o título de dano moral ou dano biológico, pois a única coisa que tinham em comum era o fato de não serem .

O DANO EXTRAPATRIMONIAL TRABALHISTA

  • Regulamentação anterior
  • Regulamentação dada pela reforma trabalhista

Entre as alterações, trazidas sob o argumento de melhorar e atualizar as relações trabalhistas4, está a inclusão do Título II-A (do artigo 223-A ao 223-G), que trata dos “Danos extrapatrimoniais”. Outra inovação decorrente da reforma trabalhista foi que o legislador optou no mesmo título (Título II-A "Danos extrapatrimoniais") por definir índices para a apuração do dano moral, que são a extensão da restituição que na caso seja devido, marque. de dano.

I NCOMPATIBILIDADE DAS NOVAS NORMAS COM O ORDENA- MENTO JURÍDICO

Concluímos, assim, que os limites impostos pelo legislador aos danos extrapatrimoniais causaram mais complicações do que resolveram problemas: trata-se de uma tentativa de individualizar ramos do direito, que devem ser sempre interpretados de forma sistemática, e de estreitar o campo de atuação do Judiciário, sem ampla regulamentação dos casos concretos (de modo que as inovações são insuficientes para ser a única fonte do direito do trabalho). O limite imposto pela nova ordem (seja em quantidade ou na personalidade da lei) ao direito à indenização caracteriza-se por violação direta do texto constitucional, além do desrespeito a um dos fundamentos da República Federativa do Brasil: “IV - Valores sociais do trabalho e da livre iniciativa”, e também os princípios da igualdade, isonomia e segurança jurídica, uma vez que a definição de inexistência de dano indireto “vai na contramão das tendências da responsabilidade civil contemporânea que, ao invés de limitar, ampliou a propriedade da indenização na hipótese aqui destacada, não podendo a norma legal limitar o que a Constituição não limita” (FACCHINI NETO, 2017, p. 219-254). Disponível em: http://www.amatra9.org.br/breves-comentarios-ao-novo-regime-do-dano-extrapatrimonial-na-justica-do-trabalho-luciano-coelho-e-marcus-aurelio-lopes /.

Disponível em: http://www.cartaforense.com.br/conteudo/colunas/re-forma-trabalhista-dano-extrapatrimonial-dano-moral-estetico-e-existencial-parte-iii/18004.

ENTRE RISCOS E DESINFORMAÇÃO: A UTILIZAÇÃO DA NANOTECNOLOGIA NA

  • A EVOLUÇÃO DA NANOTECNOLOGIA E SUA APLICAÇÃO NA IN- DÚSTRIA DE ALIMENTOS
  • O S RISCOS NO CONSUMO DE “ NANOFOODS ”
  • A S PROPOSTAS REGULATÓRIAS PARA AS NANOTECNOLOGIAS NO
  • O DIREITO À INFORMAÇÃO DOS CONSUMIDORES DE NANOALI- MENTOS

Por outro lado, a relevância do estudo jurídico da nanotecnologia reside na ampla utilização dessa tecnologia em produtos colocados no mercado de consumo aliada à baixa produção de estudos científicos sobre nanotoxicidade. abordou também a regulamentação da rotulagem de produtos nanotecnológicos (nanomateriais) e de produtos que utilizam nanotecnologia (produtos finais contendo nanomateriais). Trouxe também importante dispositivo sobre o direito à informação do consumidor, qual seja: a obrigatoriedade da presença de advertências de risco no rótulo do produto.

Um fornecedor que não informa o consumidor sobre os perigos da nanotecnologia está, em teoria, sujeito a responsabilidade por falta de informação sobre o produto em potencial.

CONSTRUÇÃO DA CULTURA ENERGÉTICA DO GÁS DE XISTO NA CHINA

PERSPECTIVAS DE UMA

SUSTENTABILIDADE INSUSTENTÁVEL

  • P ANORAMAS GERAIS ACERCA DO “ SHALE GAS ”
  • P ANORAMAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS DA C HINA DESEN- VOLVIMENTISTA
  • P ERSPECTIVAS E DESAFIOS DA EXPLORAÇÃO DE GÁS DE XISTO NA C HINA
  • M EIO AMBIENTE COMO D IREITO H UMANO E AS INSUSTENTABI- LIDADES DA SUSTENTABILIDADE

Portanto, o presente trabalho questiona se a consolidação da exploração de shale gas na China contribui para um desenvolvimento verdadeiramente sustentável ou acaba consolidando uma sustentabilidade insustentável. Em termos de produtividade, o shale gas tem taxas de rendimento que diferem do gás natural convencional. Assim, dois são os pontos que nos levam a um problema maior na questão do shale gas na China.

A pesquisa justifica as deficiências da exploração sustentável de gás de xisto adotando uma lógica cartesiana no desenvolvimento energético que ignora a concepção fenomenológica do meio ambiente como elemento integrante da entidade humana.

FAKE NEWS À LUZ DA RESPONSABILIDADE CIVIL DIGITAL: O SURGIMENTO DE UM

  • A ERA DAS COMUNICAÇÕES
    • Quando as Fake News se tornam verdade
  • L IBERDADE DE EXPRESSÃO E FAKE NEWS SOB A ÓTICA DO DI- REITO BRASILEIRO
  • F AKE NEWS E RESPONSABILIDADE CIVIL
  • F AKE NEWS E OS NOVOS DANOS

A partir daí, pretende-se observar a disseminação de notícias falsas sob a ótica de novos danos, analisando se existe ou não dano social relacionado à disseminação de notícias falsas. A eleição de 2016 nos EUA foi um marco nas notícias falsas. O estudo teve como objetivo analisar a imputação de responsabilidade legal no ambiente digital, em especial no que se refere aos malefícios causados ​​pela proliferação e disseminação de notícias falsas.

Fake News tem sido definida como representações de informações falsas, geralmente sensacionalistas, veiculadas sob o disfarce de notícias.

DANO IN RE IPSA, RESPONSABILIDADE CIVIL SEM DANO E O FEITIÇO DE ÁQUILA

OU DE COMO COISAS DISTINTAS PODEM COEXISTIR SEM SE TOCAR

  • A TAL RESPONSABILIDADE CIVIL SEM DANO
  • D ANOS IN RE IPSA : UM CONCEITO AINDA EQUÍVOCO NA DOU- TRINA , EMBORA USUAL NA JURISPRUDÊNCIA
  • O TORT DE TRESPASS : DANO IN RE IPSA OU INDENIZAÇÃO SEM DANO ?
  • O DANO MORAL COLETIVO , OU DOS RISCOS DE SE UTILIZAR DO DANO IN RE IPSA PARA MAQUIAR UMA RESPONSABILIDADE CIVIL

Este artigo visa, portanto, avançar na distinção teórica entre a doutrina dos danos in re ipsa e a responsabilidade civil sem danos. Os prestigiados autores apontam que a ideia de restituição em princípio domina o direito da responsabilidade civil. DANO MORAL COLETIVO, OU OS RISCOS DE UTILIZAR DANO IN RE IPSA PARA CRIAR RESPONSABILIDADE CIVIL DANO IN RE IPSA PARA CAUSAR RESPONSABILIDADE CIVIL POR MERA CONDUTA.

Comparando desta forma os contornos da responsabilidade civil não danosa com a do dano in re ipsa, vemos claramente que apresentam realidades distintas.

O DIREITO DO CONSUMIDOR À

INFORMAÇÃO E AS NANOTECNOLOGIAS

OS NOVOS HIPERVULNERÁVEIS

D IREITO À INFORMAÇÃO COMO INSTRUMENTO DE CAPACITA- ÇÃO DO CONSUMIDOR

No Brasil, o artigo 5º, inciso XXXII, da Constituição Federal de 1988 (BRASIL, 1988) originalmente dispõe sobre a proteção do consumidor. A vulnerabilidade do consumidor existe também pela falta de informação sobre o produto ou serviço. Segundo o tribunal, existe um defeito externo do produto, ou seja, a insuficiência de informações na embalagem do produto, uma vez que as informações “devem ser fornecidas de forma inequívoca, aparente e de fácil compreensão, especialmente no que diz respeito a situações de perigo, uma vez que é um direito fundamental do consumidor (artigo 6º, inciso III, do CDC) baseado no princípio da boa-fé objetiva”.

Quando a informação é fidedigna, inspira segurança, que é a sua utilidade no cumprimento do direito de escolha do consumidor e na satisfação das suas honestas expectativas.

V ULNERABILIDADE GERAL PRESUMIDA E A HIPERVULNERABILI- DADE INCERTA DO NANOCONSUMIDOR

A presunção de vulnerabilidade do consumidor é um dos princípios gerais do artigo 4º, n.º 1, do CDC, e visa a correta interpretação e aplicação das normas que a regulam. O estado de vulnerabilidade do consumidor também pode ser considerado conforme a condição da pessoa, podendo ser permanente ou temporário, individual ou coletivo, o que fragiliza o sujeito de direitos e desequilibra a relação. A vulnerabilidade do consumidor é reconhecida sob o ponto de vista jurídico, fático, informacional ou técnico, sendo necessário nos aprofundarmos apenas nestes dois últimos como foco de nossa pesquisa.

No que diz respeito aos aspectos técnicos, há um desconhecimento específico por parte do consumidor em relação ao item adquirido.

D A PROTEÇÃO À SAÚDE E SEGURANÇA E A EFETIVIDADE DA POLÍ- TICA NACIONAL DE RELAÇÕES DE CONSUMO

Por exemplo, o referido autor defende que a insegurança só pode ser avaliada caso a caso e de acordo com a expectativa razoável do consumidor (que deve ser devidamente informado, de forma aparente e adequada, do perigo ou nocividade do que deseja adquirir). No que se refere à Secretaria Nacional do Consumidor (SENACON), órgão vinculado ao Ministério da Justiça, cuja função é promover a Política Nacional do Consumidor, conforme o artigo 4º, inciso II, alínea “d” do mesmo CDC, a finalidade é atender às necessidades dos consumidores, respeitando sua dignidade, saúde e segurança, com ações governamentais que protejam os consumidores da garantia de produtos e serviços com padrões adequados de qualidade, segurança, durabilidade e desempenho, mas sem referência a produtos industrializados à base de de nanotecnologia. Por fim, diante da ausência de informações claras e objetivas (ativo fundamental do player fraco nas relações de consumo) sobre os riscos potenciais à saúde e segurança do consumidor de produtos industrializados a partir de nanopartículas, conclui-se que há potencial de dano coletivo, o que se traduz como um novo pressuposto epistemológico da ciência pós-moderna, cuja causalidade dos fatos é não linear e dá origem a múltiplos e imprevisíveis vetores de consequências, contrário ao artigo 8º da Lei 8.078/90.

Disponível em: https://www.editoradeviant.com.br/wp-content/uplo-ads/woocommerce_uploads/2017/03/Nanocosmeticos-e-o-Direito-a-Informacao.pdf.

EL NUEVO PARADIGMA DE LA

SUSTENTABILIDAD FUERTE COMO PILAR DEL ESTADO ECOLÓGICO DE DERECHO

  • E L ANTROPOCENO : LA ERA DE LOS RIESGOS ECOLÓGICOS GLO- BALES
  • P REMISAS PARA UNA APROXIMACIÓN AL CONCEPTO DE ESTADO ECOLÓGICO DE DERECHO
  • L A SUSTANTABILIDAD FUERTE COMO PRINCIPIO ORIENTADOR DEL ESTADO ECOLÓGICO DE DERECHO
  • P ERSPECTIVAS DEL E STADO E COLÓGICO DE D ERECHO

Así, la crisis ambiental es un rasgo central del modelo de desarrollo económico de la sociedad de la segunda modernidad. Las características de la complejidad ambiental del Antropoceno exigen un nuevo modelo de Estado de Derecho: El Estado Ecológico. Principio de respeto al valor intrínseco de la Naturaleza y responsabilidad con los procesos ecológicos esenciales; (8).

Este documento enfatiza expresamente que "la humanidad coexiste con la naturaleza y que todas las formas de vida dependen de la integridad de la biosfera y la interdependencia de los sistemas ecológicos".

EL BREXIT: TODO UN RETO PARA EL DERECHO ROMANO

  • E L C OMMON L AW ABANDONA LA U NIÓN E UROPEA
  • C ONSECUENCIAS DEL B REXIT PARA EL DERECHO PRIVADO EU- ROPEO
  • O TRA OPORTUNIDAD PARA EL D ERECHO ROMANO
  • F UNDAMENTOS ROMANÍSTICOS EN LOS FUTUROS PROYECTOS DE UNIFICACIÓN DEL DERECHO EUROPEO

2 Sin duda, los hechos recientes tienen su explicación en el devenir de la historia, vid. 25 HERNÁNDEZ VILLALÓN, Y., Brexit o el mayor desafío legal para la Unión Europea, http://www.madrid.org/. A nivel de la UE, el Derecho consiste en una constelación de ordenamientos jurídicos autónomos, que requieren aproximación29.

¿Quién tiene la culpa de la reducción de la presencia del Derecho Romano en los planes de estudios actuales?

Referências

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