UFSC, Programa de Pós-Graduação em Direito, Florianópolis, SC, Brasil Prof. dr. Larissa Maria de Moraes Leal. UFPR, Programa de Pós-Graduação em Direito, Curitiba, PR, Brasil Prof. dr. Maria José Bravo Bosch.
Sumário
97 Application of the Consumer Defense Code to users of public services provided by electricity concessionaires. 119 The legal recovery of the rural entrepreneur: Minimum time required for registration in the public register of commercial enterprises.
A IMPORTÂNCIA DOS DEVERES
FUNDAMENTAIS NA CONSECUÇÃO DA SOCIEDADE ATUAL
D IREITOS FUNDAMENTAIS
Vale notar que os direitos fundamentais se complementam a tal ponto que gerações de direitos competem entre si. As primeiras impressões dos direitos fundamentais ofereciam garantias de primeira geração de liberdade, vida e propriedade.
D EVERES FUNDAMENTAIS
- Definição do quem vem a ser o “dever”
- A gênese dos deveres
- Cícero
- Emmanuel Kant
- Gregório Robles
- Hans Kelsen
- Dos deveres fundamentais na perspectiva constitucional
- A relação entre os deveres fundamentais e os direitos fundamentais
- Deveres fundamentais quanto ao seu conteúdo e regime de aplicabilidade
- A importância ativa dos deveres
Nesta linha, os deveres fundamentais pertencem à área dos direitos fundamentais, pelo que os primeiros não são apenas prestações ou retenções que apenas por parte dos mesmos. Os deveres fundamentais configuram-se como passivos (não ativos), autônomos (à luz dos direitos fundamentais), subjetivos (pois expressam uma categoria subjetiva e não uma categoria objetiva), individuais (pois se dirigem a particulares, e apenas por analogia com os jurídicos). pessoas) e universal e permanente (por se basear na regra da universalidade ou não discriminação).
CLONAGEM TERAPÊUTICA - DIREITOS FUNDAMENTAIS À SAÚDE, À VIDA E À
- D EFININDO CÉLULAS - TRONCO : ADULTAS E EMBRIONÁRIAS
- D ESVENDANDO A CLONAGEM TERAPÊUTICA : TRANSFERÊNCIA CELULAR
- A L EI DE B IOSSEGURANÇA E O DEBATE SOBRE O INÍCIO DA VIDA No Brasil, a Lei de Biossegurança 11.105/2005, regulamentada pelo Decreto nº 5.591/
- D IREITOS FUNDAMENTAIS À VIDA , À SAÚDE E À DIGNIDADE HUMANA COMO ELEMENTO DA AUTONOMIA INDIVIDUAL
- T UTELA DOS EMBRIÕES E A PROIBIÇÃO DA CLONAGEM TERAPÊUTICA
No entanto, os direitos fundamentais foram restringidos quando a Lei de Biossegurança proibiu a clonagem terapêutica e limitou a pesquisa aos embriões excedentes. Assim, proibir os indivíduos de utilizar tratamentos baseados na clonagem terapêutica limita o direito à vida, à saúde e à dignidade humana como autonomia.
O EDITO DOS CENSORES CONTRA OS LATINI RHETORES: MOTIVAÇÕES E
- O EDITO E SUAS MOTIVAÇÕES
- A DISCUSSÃO ACERCA DO FECHAMENTO DAS ESCOLAS NAS FONTES ANTIGAS E AUTORES MODERNOS
- O REGIMEN MORUM E OS PODERES DOS CENSORES
- A CONTRIBUIÇÃO DA ANÁLISE JURÍDICA PARA A ELUCIDAÇÃO DA CONTROVÉRSIA RELATIVA AO FECHAMENTO DAS ESCOLAS DE
Esclarecidas as razões do decreto de 92 aC, vale a pena discutir se ele resultou no fechamento das escolas de reitores latinos. A maioria dos autores modernos acredita no fechamento das escolas com base no decreto de 92 aC.
PATENTES E REGULAÇÃO ECONÔMICA APLICADA AOS FÁRMACOS
E SCOLHAS POLÍTICAS
- Definição, efeitos esperados e justificativa para a existência de uma patente
- A Teoria do Interesse Público
- A Teoria da Escolha Pública
A teoria do Interesse Público assume um sistema coletivista de organização econômica – em oposição a um sistema de mercado, que será explicado mais adiante (OGUS, 2004). O objetivo deste capítulo é testar se a teoria da escolha pública, ou interesse público, explicaria satisfatoriamente a existência de legislação implementando um sistema de patentes de medicamentos.
A ESCOLHA DE UM DISCURSO E A JUSTIFICATIVA PARCIAL
- Análise de Impacto Regulatório
- Justificativas para a implementação de regulação
- Falha de Mercado do Conhecimento
Isso implica que, a partir do momento em que a livre troca é valorizada positivamente e a troca onde a coerção é valorada negativamente, a estrutura da tomada de decisão política – onde se joga o jogo político – deve ser alterada para favorecer a livre escolha. a teoria não sugere a escolha de "agentes moralmente superiores que usarão seus poderes" para alcançar o "bem público" (MCAUSLAN, 1988). Uma vez selecionados os objetivos, é necessário identificar quais intervenções são capazes de atingir esses objetivos para que possam ser comparadas entre si, em termos de eficácia e eficiência (OCDE, 2008). A intervenção só deve ocorrer quando houver a expectativa de maximizar o bem-estar social; a maximização deve levar em conta toda a sociedade, e não apenas os grupos de interesse que se mobilizaram a favor ou contra a intervenção13.
Se considerarmos esta dimensão política e tivermos em conta os objetivos tradicionalmente atribuídos às principais formas de proteção da propriedade intelectual, podemos facilmente concluir que se trata de um regime que deve muito mais à ideia de subvenção pública do que à ideia de alimentação interna exclusiva. rem: na verdade, é claramente conveniente tratar um tipo especial de bens públicos a fim de evitar que características estruturais particulares destruam as possibilidades de sua produção espontânea em níveis socialmente eficientes - e esse expediente consiste essencialmente na atribuição de monopólios temporários capazes de criar “quase-rendas” que são consideradas como pagamento pela inovação e investimento, embora na ponderação global se saiba que isso se consegue à custa da livre circulação de recursos e da livre concorrência. para esses fundos.
R EALIDADE ECONÔMICA EMPÍRICA DAS PATENTES DE FÁRMACOS
- Os efeitos duplos da regulação das patentes
- Competição intra-patentes
- Competição entre patentes
- Resultados empíricos
- Da falta de evidência da necessidade de um sistema patentário
- O argumento contra as patentes
A competição vertical dentro de um sistema de patentes é apenas uma maneira de destruir o investimento em P&D. É o resultado da criação de um novo produto patenteado e melhor que o anterior (LICHTENBERG; PHILIPSON, 2002). Isso nos leva a confirmar a hipótese de que o interesse público não é a teoria que melhor explica a existência de um sistema de patentes.
Se não admitimos que a legislação possa surgir espontaneamente, sem a motivação política de determinados atores, a teoria da escolha pública é a que melhor responde à questão sobre a origem da existência de determinado sistema de patentes.
LAQUEADURA COMPULSÓRIA: ANÁLISE DA TRANSDISCIPLINARIDADE DO “CASO
JANAÍNA” A PARTIR DO ESTUDO
ETNOGRÁFICO REALIZADO POR PAULA MIRÁGLIA
B REVES NOTAS SOBRE A PROTEÇÃO NORMATIVA DAS MULHERES O estudo da temática proposta, vista sob a ótica dos direitos humanos das mulheres, é de
Os direitos humanos, ou seja, entendido como aquela categoria de direitos que se origina dos direitos humanos, mas deles se diferencia por sua padronização no cenário internacional, são ou pretendem ser a base ideológica e valorativa da legislação interna de cada país. País, sem restrições geográficas ou outras. Historicamente falando, os direitos humanos de uma perspectiva eurocêntrica dominante tomaram os contornos que hoje conhecemos a partir da segunda metade do século XX, no cenário do pós-guerra, quando se fez necessário e necessário determinar os direitos e garantias dos indivíduos em detrimento dos atos bárbaros cometidos pelos Estados de maneira indecente. A instituição da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, que afirmou universalmente os direitos civis e políticos, foi um marco consolidador dos direitos considerados indissociáveis da pessoa humana.
A partir do reconhecimento da necessidade de preservar e garantir os direitos humanos de todos os indivíduos e, diante da inegável e diabólica realidade da segregação das mulheres, que foram desacreditadas e, por vezes, até consideradas e classificadas como inferiores, foram fortaleceu os movimentos de proteção e isonomia da mulher, surgidos na década de 70.
O CASO J ANAÍNA , UMA LEITURA FEITA A PARTIR DA OBRA DE
Em ambos os casos, a atitude do juiz ignora os perigos que atravessam as linhas e as entrelinhas da realidade em que se encontram os sujeitos do conflito, inviabilizando a construção compartilhada da provisão final em razão do protagonismo jurídico. Ao contrário do que se propõe, em ambos os casos o judiciário homogeneizou a análise das questões levantadas e padronizou o modelo de avaliação, eliminando assim as questões antropológicas, sociais, raciais e humanas que afetam diretamente a forma como essas pretensões são decididas e julgadas, invisibilizadas . Nesse sentido, em ambos os casos (adolescentes de Paula Miraglia e no caso de Janaína) fica demonstrada a imprescindibilidade do olhar etnográfico.
Para ampliar os julgamentos, os juízes procuram homogeneizá-los e padronizar a forma de analisar questões polêmicas que são típicas de casos semelhantes.
A TRANSDISCIPLINARIDADE NO J UDICIÁRIO COMO FORMA DE CONFERIR LEGITIMIDADE ÀS DECISÕES JUDICIAIS ,
A análise do contexto social, etnográfico e antropológico em que o sujeito está inserido em situação de vulnerabilidade é de essencial importância para o esgotamento argumentativo e análise das diversas questões científicas que perpassam o mérito processual. Dessa forma, o processo coisifica as pessoas, torna-as invisíveis, mantém o cenário de exclusão e marginalidade em que se encontram inseridas. Ademais, verifica-se que o parecer técnico do caso Janaína veio justamente para validar o posicionamento da magistrada e representante do Ministério Público, desconhecendo o contexto em que se inseria a protagonista do conflito.
Da mesma forma, o diálogo promovido pela transdisciplinaridade permitirá maior legitimidade democrática das decisões judiciais, na medida em que promove o reconhecimento dos particulares e desfaz preconceitos sobre as autoridades processuais.
APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR AOS USUÁRIOS DE SERVIÇOS
CONCESSIONÁRIAS DE ENERGIA ELÉTRICA
E LEMENTOS DA RELAÇÃO DE CONSUMO E SERVIÇOS PÚBLICOS A relação de consumo é formada, basicamente, por três elementos: consumidor, fornece-
- Conceito de consumidor
- Conceito de fornecedor
- Conceitos de produto e serviço
- Conceito de serviço público
O Código de Defesa do Consumidor optou por definir os conceitos dos elementos da relação de consumo. 2º do CDC equipara consumidores à coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que tenham intervindo nas relações de consumo. Fica claro, portanto, que o Código de Defesa do Consumidor tem ampla aplicação, podendo inclusive ser mobilizado por quem não elabora a lista original de consumo.
Assim, à luz da doutrina dominante, o conceito de serviço público não exige um regime exclusivamente de direito público, o que é compatível com a aplicação, ainda que parcial, de normas de direito privado.
A APLICAÇÃO DO CDC AOS USUÁRIOS DE SERVIÇOS PÚBLICOS A possibilidade de aplicação do Código de Defesa do Consumidor aos usuários de servi-
- Os serviços públicos no Código de Defesa do Consumidor
- O princípio da continuidade dos serviços públicos
2.223 dispõe que os prestadores de serviços públicos são obrigados a prestar serviços adequados, eficientes e seguros. É o caso dos serviços de defesa do país contra o inimigo externo, serviços diplomáticos públicos, trabalhos de investigação científica, iluminação pública, higiene.” Os serviços públicos essenciais, pagos mediante taxas, como prestados pelas concessionárias de serviços, poderão ser interrompidos por falta de pagamento, na forma do art.
22 do SDK, como visto, prescreve que os serviços públicos essenciais são contínuos, sem contudo abrir exceções.
A RELAÇÃO DE CONSUMO ENTRE OS USUÁRIOS E AS CONCESSIONÁRIAS DE ENERGIA ELÉTRICA
- Visão dos Tribunais Superiores sobre a relação de consumo no setor de energia elétrica
Questiona-se assim: Perante a inadimplência dos consumidores, o fornecimento de energia elétrica pode ser interrompido em qualquer situação. A visão do Supremo Tribunal Federal sobre a situação do consumo no setor elétrico. A primeira delas é a notificação prévia da interrupção do fornecimento de energia elétrica por inadimplência, exigida pelo art.
Em relação aos consumidores de energia elétrica que prestam “serviço público ou essencial à população”, o art.
A RECUPERAÇÃO JUDICIAL DO
EMPRESÁRIO RURAL PESSOA FÍSICA
NECESSIDADE DE PRAZO MÍNIMO DE INSCRIÇÃO NO REGISTRO PÚBLICO DE
Disso decorrem duas polêmicas: até que seja feito o registro no Registro Público de Empresas Comerciais, o empresário rural é ou não é empresário; e, durante o exercício da atividade empresarial sem registro no Registro Público de Empresas Comerciais, a atividade exercida pelo empresário rural configura-se como regular ou não. Alfredo de Assis Gonçalves Neto afirma que o registro do empresário rural constituirá a qualidade do empresário porque é ato definidor de sua submissão ao regime jurídico da lei das sociedades comerciais11. Quanto à regularidade ou não da atividade exercida pelo empresário rural sem registro, pelo fato de o registro ser uma opção do empresário rural e não uma obrigação, não se cogita qualificar sua atividade como irregular.
Assim, independentemente do entendimento sobre a natureza do registro de empresários do meio rural - constitutivo ou declaratório -, não deve ser considerado irregular o exercício da atividade empresarial por empresários do meio rural que não tenham registro no registro público de empresas.
A RECUPERAÇÃO JUDICIAL DO EMPRESÁRIO RURAL PESSOA FÍSICA
A polêmica, portanto, limita-se à possibilidade de o empresário rural individual, inscrito no Registro Público de Empresas Comerciais há menos de dois anos, apresentar o pedido de cobrança judicial e deferi-lo. Por exemplo, o Tribunal de Justiça do estado de Mato Grosso (TJ/MT) possui sólida jurisprudência21-22 no sentido de que o empresário rural deve estar registrado há mais de dois anos para requerer a recuperação judicial. 48, caput, da LRF, que exige apenas que o empresário requerente da recuperação judicial exerça suas atividades por mais de dois anos, e nada dispõe sobre a necessidade de registro na Junta Comercial por igual período.
38 “A inscrição no registro público de empresas comerciais não é condição essencial para a concessão do benefício da reparação judicial aos produtores rurais.
Entende-se, portanto, que a atual redação do Projeto de Lei n. mantém-se inalterada a exigência prevista no art. 48 da Lei n. 48 possibilita ao empresário rural pessoa jurídica comprovar, por outro meio de registro, o exercício regular da atividade por mais de dois anos, tratamento mais desfavorável não poderia ser dispensado ao empresário rural. 51 da Lei n. porém, a comprovação da regularidade da atividade empresarial rural exercida há mais de dois anos, com o objetivo de atender ao requisito do caput do art.
48 da lei n. não exige a comprovação do registro do empresário rural individual nesse período, bastando.
O DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL E OS TRATADOS
INTERNACIONAIS SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS
- A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE E O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
- A S CONSEQUÊNCIAS SOCIOAMBIENTAIS DA AUSÊNCIA DE PLANEJAMENTO URBANO
- O DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL
- A A GENDA 2030 PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Na esfera internacional existe uma grande preocupação com o equilíbrio entre as relações
- O S IMPACTOS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS E O ORDENAMENTO DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO
- O COMPROMETIMENTO DO B RASIL COM O A CORDO DE P ARIS SOBRE O C LIMA
O grande desafio é conciliar crescimento econômico com desenvolvimento sustentável, tratar o planejamento urbano e a preservação do meio ambiente de forma solidária como políticas públicas que atuam efetivamente nas relações sociais. Diante do contexto atual, a perspectiva deste estudo é como o desenvolvimento urbano sustentável, aplicado por meio de políticas públicas voltadas para o ordenamento efetivo do uso e ocupação do solo, poderia proteger a população e o meio ambiente dos efeitos das mudanças climáticas. Não é incomum que essas construções acabem sendo construídas em Áreas de Preservação Permanente, áreas originalmente destinadas à proteção do meio ambiente e que não devem sofrer intervenção humana (AQUINO; FARIAS, 2017).
Nesse sentido, o desenvolvimento urbano sustentável, se bem utilizado, pode servir como instrumento para proteger a população e o meio ambiente dos efeitos das mudanças climáticas, desde que implementado por meio de políticas públicas voltadas para o ordenamento do uso e ocupação do solo que priorizem a eficiência disso, prevenir e desestimular a criação de ocupações irregulares.
LA LOCATIO-CONDUCTIO DEL DERECHO DE HABITATIO
Sin embargo, el derecho a una habitación o apartamento que se le otorga puede vivir en la casa y alquilarla a quien crea conveniente (Parte 3, Título 31, Ley XXVII). Con este texto, el derecho a la vivienda se equiparará al uso de la vivienda. Sin embargo, estas consideraciones no pueden desligarse de la relación esencial entre el derecho a la vivienda ya la alimentación, tanto en el derecho positivo como en el romano.
60 En Roma, tanto el usus domus como el derecho de residencia solían beneficiar a los libertos.
INCUMPLIMIENTO DE UN CONTRATO DE ARRENDAMIENTO DE SERVICIOS A
LITIGIO PROCESAL ENTRE DOS HERMANOS GALLEGOS, ALBAÑILES,
Septimum librum Novae Recopilationis complectens, Madrid 1612
GARCÍA SÁNCHEZ, Justo, Miguel de Palacio Salazar, omoheñóiva ary 1585 jave colegio San Miguel de los PP. GARCÍA SÁNCHEZ, Justo – GARCÍA FUEYO, Beatriz, “Locatio-conductio operis romana guive contrato de capacitación profesional moderna peve”, O Sistema contractual romano-pe: Roma guive léi ko’áĝagua peve, Coimbra, Universidad de Lisboa, 2010. PALACIO, 2010. Ramón Miguel, Discurso económico político odefendévo obra mecánica menstral ha influencia orekóva gremio orekóva costumbre popular, preservación arte ha honor artesano-kuéra rehe, Madrid, imp.
PÉREZ Y LÓPEZ, Antonio Xavier, Teatro de la legislación universal de España e Indias, por orden cronológico de sus órganos y decisiones no reconocidas, Madrid, imp.
DISCURSO PROFERIDO NO DIA 18 DE FEVEREIRO DE 2019, POR OCASIÃO DO