• Nenhum resultado encontrado

Salusvita 2019-3.indb

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2023

Share "Salusvita 2019-3.indb"

Copied!
276
0
0

Texto

O Teste Universal de Triagem Auditiva Neonatal (UNAT) foi introduzido para detectar casos com maior probabilidade de perda auditiva. Os fatores de risco para perda auditiva identificados pelo Joint Committee on Infant Hearing em 2007 são mostrados na Tabela 1.

Cabeça 4-7 m virada no plano lateral em direção ao som, postura de escuta com estímulo sonoro de 40-50 dBSPL.

Figura 1 - Avaliação da audição conforme  idade
Figura 1 - Avaliação da audição conforme idade

Na avaliação audiológica com triagem instrumental, reagiu de forma assistemática em ambos os lados a golpes de média intensidade. O diagnóstico diferencial para casos semelhantes requer análise dos aspectos comportamentais e do aspecto clínico em função dos dados da avaliação comportamental audiológica.

O diagnóstico seria um distúrbio de fala secundário à perda auditiva devido a uma possível infecção por CMV. Nessa fase, a dificuldade de aprendizagem ou a presença de alterações fonêmicas na fala podem ser o único sintoma da perda auditiva.

A otimização do diagnóstico da perda auditiva requer uma anamnese detalhada, devendo-se atentar também para os fatores de risco para perda auditiva. A avaliação auditiva em pacientes com distúrbios da comunicação é imprescindível, pois a perda auditiva é a principal causa que deve ser descartada.

Práticas edUcatiVas Para (re) signiFicar o Parto e o nasciMento

O grupo de gestantes foi identificado como um espaço que permite reforçar experiências positivas, lidar com dificuldades, trocar e produzir conhecimento sobre o processo de trabalho de parto e nascimento. Conclusão: O grupo de gestantes e o pré-natal são espaços importantes e singulares para a prática educativa, pois facilitam a troca de saberes e saberes por meio da interação interpessoal, fortalecem a promoção da saúde e a prevenção de doenças, além de afirmar a autonomia da gestante e de seus famílias na vivência do processo de parturição, o que repercutirá positivamente no empoderamento da mulher para desempenhar seu papel ativo no trabalho de parto e nascimento.

Resultados: as mulheres possuem conhecimento diferenciado sobre trabalho de parto e parto, devido à não homogeneidade das informações recebidas durante a gestação.

Tendo em vista que o trabalho com grupos permite que as mulheres demonstrem seu protagonismo no trabalho de parto, parto e nascimento, esta pesquisa buscou responder à seguinte questão norteadora: Que informações as mulheres recebem durante o pré-natal e/ou grupos de gestantes sobre o parto. Nesse contexto, o objetivo deste estudo é conhecer as informações recebidas por mulheres no pré-natal e/ou grupos de gestantes sobre o parto.

MÉtodos

Livre e Esclarecido (TCLE) e o anonimato foi garantido pela identificação com a letra M seguida de numeração de acordo com a ordem das entrevistas. Após a análise, emergiram três categorias: (falta de) conhecimento das parturientes sobre o parto; boas práticas de trabalho de parto e parto na perspectiva das mulheres em trabalho de parto; e um grupo de gestantes: um cenário de práticas educativas.

Na etapa de pré-análise, foi realizada leitura flutuante do conteúdo das entrevistas para constituição do corpus, com o objetivo de estabelecer a relação entre os pressupostos iniciais e a revisão da literatura relacionada ao tema. Assim, os dados previamente coletados nas entrevistas semiestruturadas foram transcritos criteriosamente, apresentados a sucessivas leituras e organizados conforme os objetivos da pesquisa, questão norteadora, confrontados com a revisão da literatura e as reflexões da autora.

A análise dos dados ocorreu de acordo com a Proposta Operativa de Minayo (2014), que consiste na análise preliminar, exploração do material ou codificação e tratamento dos resultados obtidos/interpretação dos dados.

Quando questionadas sobre as orientações recebidas durante o pré-natal, M2 e M3 relataram ter recebido orientações sobre trabalho de parto e parto durante as consultas. Ao contrário do que é necessário para o empoderamento feminino, as participantes M1 e M4 relataram não receber orientações sobre trabalho de parto e parto durante as consultas de pré-natal pelos profissionais de saúde.

Boas práticas no parto e nascimento na ótica das puérperas

Outra boa prática dos profissionais de saúde destacada pelas parturientes deste estudo foi o contato pele a pele e a promoção do aleitamento materno exclusivo na primeira hora após o parto. No entanto, reforça-se a necessidade de estimular os trabalhadores de saúde, gestores e as próprias mulheres para que as boas práticas de assistência ao parto e parto sejam efetivamente implementadas.

Acredita-se que o grupo de gestantes seja um espaço onde as mulheres recebem orientações que reforçam aquelas recebidas durante as consultas de pré-natal sobre o processo gravídico-puerperal. O grupo de gestantes foi designado como um espaço para vivenciar o processo de trabalho de parto e nascimento, possibilitando o cultivo de experiências positivas, enfrentamento de dificuldades, compartilhamento de experiências e produção de conhecimento.

O enfermeiro, como agente promotor do cuidado, é responsável por proporcionar a troca de experiências e saberes durante todo o período gravídico, seja na consulta de pré-natal e/ou nos grupos de gestantes e puérperas. Qualidade do pré-natal na rede básica de saúde no Brasil: indicadores e desigualdades sociais.

Oficina de experimentação de geração de renda de chapéus ii percepção dos familiares - relato de experiência. A oficina de geração de renda como oficina terapêutica, associada ao CAPS, tem se mostrado um importante recurso para a inclusão social nas atividades laborais de pessoas com sofrimento mental (BRASIL, 2005).

MÉtodo

Destaca-se a importância do CAPS e da oficina de geração de renda, pois podem reduzir os problemas gerados pela impossibilidade de trabalho (BORBA et al., 2008). A oficina de geração de renda é um dispositivo que surgiu dos serviços de saúde mental para proporcionar às pessoas com sofrimento mental a inclusão social por meio da atividade laboral.

Outro aspecto observado nas falas dos familiares diz respeito ao medo de retornar ao trabalho e perder o auxílio-doença, auxílio-doença ou outros benefícios assistenciais. Alguns usuários não recebem benefício ou tiveram o auxílio-doença negado pelo INSS e vivem com a ajuda de familiares.

Oficina de geração de renda para o familiar

Até uma partida de futebol pode ser terapêutica, então a Oficina de Experimentação de Geração de Renda também é terapêutica. Os familiares relatam que perceberam uma melhora nos usuários que participam da Oficina de Experimentação de Geração de Renda e estão entusiasmados com a atividade.

Metodologia

Cuidar de um familiar com transtorno mental exige do cuidador a ajuda em diversas atividades cotidianas, o que gera problemas para o cuidador. O Terapeuta Ocupacional (TO) passa a partilhar o processo terapêutico com outros agentes deste processo, em que a atividade passa a ser observada, vivenciada e interpretada por cada um dos atores desta trama da vida, nomeadamente: o indivíduo, o TO, a família, a cultura e os valores perseguidos (RIBEIRO & MACHADO, 2008).

Medicação não faz efeito”

Minha filha não tem amigos e nem contato com a família, ouve vozes e tem alucinações.

Problemas Biológicos, absorção das coisas ruins, momentos traumáticos e julgamento da sociedade”

Sabe, mesmo sabendo que não tem cura para minha filha, esse grupo me ajudou a confiar e acreditar em mim mesma.” F2. Quando pensei que seria o último dia do grupo, chorei muito, quando pensei. terminaria.

Família como parte essencial ao tratamento do transtorno mental”

Se ele não tivesse família, acredito que com certeza seria internado”. (F6) Os problemas colocados nos familiares do portador de transtorno mental acarretam sobrecarga financeira, física e emocional. Para a família, o adoecimento de um membro acometido por transtorno mental costuma representar um forte choque, e a família dificilmente está preparada para enfrentá-la e se sente desamparada.

A importância das atividades grupais para familiares de pessoas com transtornos mentais em um centro de atenção psicossocial - a perspectiva de um terapeuta ocupacional. A importância das atividades grupais para familiares de pessoas com transtornos mentais em um centro de atenção psicossocial - a perspectiva de um terapeuta ocupacional.

Sexualidade dos filhos com transtornos mentais”

Objetivo: Este estudo buscou analisar a influência do estilo de vida e do Índice de Massa Corporal (IMC) nas variáveis ​​hemodinâmicas de escolares. Assim, este estudo teve como objetivo analisar a influência do estilo de vida e do índice de massa corporal nas variáveis ​​hemodinâmicas de escolares.

A comparação dos valores referentes à frequência cardíaca e pressão sistólica e diastólica por estilo de vida é apresentada na Tabela 1 a seguir. Estilo de vida e nível de atividade física de pessoas com dor no ombro atendidas em um serviço público.

Tabela 1 - Comparação da frequência cardíaca e valores pressóricos  por estilo de vida.
Tabela 1 - Comparação da frequência cardíaca e valores pressóricos por estilo de vida.

Após examinar o canal com limas K número 10 e 15, determinamos visualmente o comprimento de trabalho (CT) do dente, que corresponde ao comprimento real do dente menos um milímetro (mm). Com base no exposto, pode-se concluir que existem várias técnicas de obturação do canal radicular disponíveis, e o objetivo deste trabalho foi realizar um estudo comparando três técnicas de obturação para determinar qual promove o melhor selamento do canal radicular.

Materiais e MÉtodos

Preparo das amostras

Imediatamente após, o compactador foi inserido no espaço criado até o ponto de resistência, em seguida recuado cerca de 1 mm e girado no sentido horário. Após um segundo, o compactador foi conduzido apicalmente até atingir 3 mm do CT; então foi removido lentamente do canal radicular com uma leve pressão lateral.

TÉCNICAS DE OBTURAÇÃO INTRACANAL: REVISÃO DA LITERATUR Revista Científica da UEM Série Ciências Bio-

Avaliação comportamental pelo teste de preferência por sacarose em camundongos Swiss machos tratados com extrato de Tribulus terrestris L.

Material e MÉtodos

Atualmente, é enorme a busca por produtos naturais para tratar as mais diversas afecções, como é o caso do Tribulus terrestris L., planta que tem a capacidade de alterar as concentrações séricas de testosterona. Portanto, este estudo investigou o efeito comportamental da depleção de testosterona, mimetizada pela castração, suplementação com o hormônio sintético e Tribulus terrestris L.

1 - animais e sua distribuição em grupos

2 - orquiectomia bilateral

3 - teste comportamental

4 - dosagem sérica de testosterona

Neste segundo gráfico, vemos comparações entre os níveis séricos de testosterona apresentados nos respectivos grupos de estudo. Para Gauthaman & Ganesan (2008), o extrato vegetal aumenta os níveis séricos de testosterona e outros hormônios em animais com disfunção erétil.

Figura 2 - Gráfico de comparação das médias de testosterona sérica entre os  grupos de experimento
Figura 2 - Gráfico de comparação das médias de testosterona sérica entre os grupos de experimento

Segurança a longo prazo da suplementação de testosterona e hormônio do crescimento: um estudo retrospectivo de resultados metabólicos, cardiovasculares e oncológicos. Alterações comportamentais e envolvimento do estresse oxidativo induzido por diferentes tratamentos com cetamina em camundongos [Tese].

VariaçÃo Ponderal e dosageM de testosterona, Progesterona

Variação de peso e dose de testosterona, progesterona e estradiol em camundongos Swiss fêmeas ovariectomizadas e não ovariectomizadas suplementadas com extrato de Tribulus terrestris L sem ovariectomia bilateral suplementadas com extrato de Tribulus terrestris L.; e a análise da variação de peso desses animais.

1 - animais e divisão dos grupos

2 - ovariectomia bilateral

3 - suplementação com Tribulus terrestris l

4 - coleta do sangue para dosagem hormonal

5 - Variação ponderal

6 - análise estatística

1 - níveis séricos de testosterona

Mudança de peso e dosagem de testosterona, progesterona e estradiol em camundongos suíços ovariectomizados. e mulheres não ovariectomizadas recebendo extrato de Tribulus terrestris L. Figura 1 – Comparação das médias dos níveis séricos de testosterona entre os grupos de estudo. Esse achado parece justificar os resultados encontrados nos animais suplementados, pois o aumento da SHBG diminui a concentração de testosterona livre no sangue.

Figura 1 - Comparação das médias dos níveis séricos de testosterona entre os  grupos em estudo
Figura 1 - Comparação das médias dos níveis séricos de testosterona entre os grupos em estudo

2 - níveis séricos de estradiol

Estudos conduzidos por Gama et al. 2014) mostram uma falta de correlação entre o aumento do DHEA sérico e os níveis séricos de testosterona. Na glândula adrenal, a enzima aromatase, também conhecida como aroma P450, tem a capacidade de converter o andrógeno DHEA em estradiol (CUNNINGHAM et al., 1997).

Figura 2 - Comparação das médias dos níveis séricos de estradiol.
Figura 2 - Comparação das médias dos níveis séricos de estradiol.

3 - níveis séricos de progesterona

Pelo exposto, no presente estudo a diminuição dos níveis de progesterona no grupo castrado estaria relacionada à secção ovariana. No presente estudo, em um período de 21 dias de administração do extrato aquoso de Tribulus terrestrisL., houve aumento da ocorrência de proestro, mas não foi suficiente para aumentar os níveis de progesterona devido à secção bilateral dos ovários.

Figura 3 - Comparação das médias dos níveis séricos de progesterona entre os grupos em estudo
Figura 3 - Comparação das médias dos níveis séricos de progesterona entre os grupos em estudo

4 - Variação ponderal

Outra hipótese sobre o ganho de peso é o fato do hormônio leptina estar aumentado em pessoas obesas (CONSIDINE et al., 1996). Outro estudo de Antonio et al. 2000), usando quinze indivíduos divididos em um grupo placebo e um grupo Tribulus terrestrisL.

Figura 4 - Comparação das médias da variação ponderal entre os grupos em  estudo. Software Graphpad Prism 5; Teste TStudent (p<0,05)
Figura 4 - Comparação das médias da variação ponderal entre os grupos em estudo. Software Graphpad Prism 5; Teste TStudent (p<0,05)

HidranenceFalia – UMa doença rara coM diagnóstico

A hidranencefalia ocorre após o pleno desenvolvimento dos ventrículos e do cérebro, geralmente no segundo trimestre da gravidez (GENTRY E CONNELL, 2013; MALIK et al., 2013). O tamanho da cabeça pode ser aumentado apesar da ausência de córtex cerebral bilateral (GHOSH et al., 2013).

Outros fatores causais relatados incluem exposição materna à cocaína, síndrome de transfusão entre gêmeos e hemorragia intraparenquimatosa no útero (MALIK et al., 2013). Tem sempre um mau prognóstico, deixando apenas a função do tronco cerebral (MALIK et al., 2013).

Figura 1 - A ultrassonografia obstétrica mostra destruição quase total do parên- parên-quima cerebral (seta branca) substituída por líquido cefalorraquidiano
Figura 1 - A ultrassonografia obstétrica mostra destruição quase total do parên- parên-quima cerebral (seta branca) substituída por líquido cefalorraquidiano

Protocolo de trataMento orto-cirúrgico da Má oclUsÃo de

BARTH, Fernando Andréet al. Protocolo ortocirúrgico para o tratamento da má oclusão de classe II em paciente com síndrome de apnéia e/. Angle em 1907 mostrou que o padrão de crescimento craniofacial da má oclusão classe II, divisão 1, está associado à obstrução das vias aéreas e à respiração bucal, que é característica.

Em pacientes adultos com SAHOS, o tratamento ortocirúrgico dependerá da gravidade da má oclusão, impacto facial e grau de comprometimento das vias aéreas. Para complementar o diagnóstico de obstrução das vias aéreas inferiores, um exame polissonográfico foi necessário para medir a gravidade da SAHOS durante o sono.

Figura 1 -  Fotos iniciais extrabucais (A – frontal, B – perfil, C – frontal sorrin- sorrin-do); fotos iniciais intrabucais (D – lateral direito, E – frontal, F – lateral
Figura 1 - Fotos iniciais extrabucais (A – frontal, B – perfil, C – frontal sorrin- sorrin-do); fotos iniciais intrabucais (D – lateral direito, E – frontal, F – lateral

Progresso do trataMento

A rotação da mandíbula no sentido horário e o aumento da altura facial anteroinferior indicam uma convexidade de perfil que causa obstrução das vias aéreas inferiores. A melhora da condição respiratória do paciente, assim como a nova postura dos músculos inseridos na região hioide, leva a um aumento do espaço nas vias aéreas inferiores (Figura 6 A-C).

Figura 3 - Fotos pré-operatório (A- frontal, B- perfil, C- frontal sorrindo); fotos  intrabucais (D- lateral direita, E- frontal, F- lateral esquerdo, G- oclusal inferior
Figura 3 - Fotos pré-operatório (A- frontal, B- perfil, C- frontal sorrindo); fotos intrabucais (D- lateral direita, E- frontal, F- lateral esquerdo, G- oclusal inferior

O paciente inicialmente apresentava mordida cruzada posterior, mordida aberta anterior, encurtamento do arco superior, Classe II de Angle bilateral e linhas médias coincidentes. No segundo dia de pós-operatório foi realizado bloqueio maxilomandibular com elástico intermaxilar médio 1/8 na direção da má oclusão de classe II e mantido por 14 dias para neutralizar as forças musculares contrárias ao avanço bimaxilar.

Figura 9 - Imagens tomográficas Dolphin (A- Avaliação do espaço aéreo faringeo pré e pós- operatório) e (B- Avaliação do volume do espaço faringeo
Figura 9 - Imagens tomográficas Dolphin (A- Avaliação do espaço aéreo faringeo pré e pós- operatório) e (B- Avaliação do volume do espaço faringeo

PIRANA, Sulene Relato de Caso: Microcarcinoma Papilar de Tireóide com Metástase para Crânio. Ultrassonografia de tireoide: nódulo sólido (0,9 x 0,9 x 0,8 cm) no lobo direito, classe V-ATA (alta suspeita de malignidade pela ultrassonografia).

Boca seca eM idosos

Essa distinção parece ser importante, pois nem sempre a sensação de boca seca vem acompanhada de diminuição do fluxo salivar. Portanto, outras avaliações, além do fluxo salivar convencional, devem ser realizadas para melhor diagnosticar o quadro de xerostomia ou hipossalivação.

1 causas da Xerostomia e Hipossialia

A estimulação mecânica da secreção salivar é realizada com o uso de goma de mascar (KALUZNY et al., 2014). Situações menos graves decorrerão de desidratação, tabagismo e inflamação ou infecção das glândulas salivares (JENSEN et al., 2014; WOLFF et al., 2017).

2 efeitos da Xerostomia e Hipossialia

Podem se manifestar como desconforto bucal noturno, candidíase, cárie dentária, atrofia da mucosa e sensação de queimação, dificuldade para segurar a prótese e usá-la, dificuldade para falar e engolir e paladar alterado (a saliva não estimula os receptores gustativos) . ) (ABBASI et al., 2013; BRIMHALL et al., 2013). Mastigar alimentos secos (como biscoitos) pode ser muito doloroso para eles e o exame físico pode revelar mucosa oral seca, queilite angular, língua fissurada, lábios rachados, cárie dentária acelerada, candidíase orofaríngea ou halitose (CHAMBERS et al., 2007).

3 diagnóstico e tratamento de Xerostomia e Hipossialia

O diagnóstico clínico qualitativo da xerostomia é feito pela observação dos sinais clínicos, que incluem palpação das glândulas salivares, observação da mucosa oral e sua hidratação (buscando lesões eritematosas), descamação dos lábios, rachaduras, glossite atrófica, presença de saliva sob língua, aparência macroscópica da saliva (alterações na textura - saliva branca, espumosa, fibrosa ou pegajosa) e reconhecimento de cáries, candidíase oral, dor crônica ou queimação (JIMENÉZ et al., 2009; BARBE et al, 2018). O fluxo salivar pode ser avaliado pela sialometria, que mede a quantidade de saliva não estimulada e estimulada (com ácido cítrico) produzida em um intervalo de tempo, no qual a saliva é coletada da boca das glândulas salivares.

4 Boca seca em idosos

No entanto, admite-se que a prevalência de xerostomia na população em geral pode crescer rapidamente paralelamente ao envelhecimento (ELIASSON et al., 2009; DOST e FARAH, 2013; JENSEN et al., 2014). A maior proporção observada em mulheres parece estar relacionada a maiores alterações hormonais associadas à gravidez e/ou menopausa (BONGAERTS et al., 2007; VISVANATHAN e NIX, 2010).

SUBSTITUTOS DE SALIVA (Saliva artificial)

A saliva artificial difere principalmente em sua substância básica, composição química e viscosidade, em relação à saliva natural (HAHNEL et al., 2009; SILVESTRE et al., 2009; JENSEN et al., 2014). Isso ajudará a encontrar, individualmente, a melhor forma de lidar com a xerostomia, com combinação (por exemplo, um spray no trabalho e um gel à noite) (VISSINK et al., 2010).

PróPolis

Na medicina, é utilizado para tratamento antiasmático, suporte do sistema pulmonar, antirreumático, inibição de células tumorais de melanoma e carcinoma, regeneração tecidual, fortalecimento de capilares, atividade antidiabética e fitoinibidor (PASUPULETI et al., 2017 ). A cavidade oral possui uma ampla microflora bacteriana e crescimento bacteriano que pode levar a diversas doenças bucais, e estudos indicam que a própolis é benéfica no tratamento de doenças como cárie, doença periodontal, abscessos dentários, estomatite, ulcerações, halitose, líquen plano, infecções por candidíase, queilite angular, xerostomia, feridas ortodônticas traumáticas, dentes irrompidos, tamponamento pulpar, restaurações temporárias e curativos, cobertura de preparos dentários, dentes decíduos mumificados, extrações, pré-anestesia (tópica), periocoronarite e radioterapia na mucosite oral (PASUPULETI et al. , 2017; KUO et al. , 2018).

Cevimeline for the treatment of post-irradiation xerostomia in patients with head and neck cancer. Lecithin-based emulsions for potential use as saliva substitutes in patients with xerostomia - viscoelastic.

Nesse sentido, muitos materiais, bem como técnicas de aplicação e protocolos, foram desenvolvidos (KIELBASSA et al., 2015). Assim, o objetivo deste estudo é apresentar, por meio de revisão de literatura, as implicações do clareamento dental realizado em dentes pulpares, enfatizando os efeitos locais causados ​​tanto em tecidos moles quanto duros.

Foram utilizadas as seguintes palavras-chave: “Esmalte dentário”, “Clareamento dos dentes”, “Branqueador” e “Sensibilidade dentária”. A busca bibliográfica foi realizada nas bases de dados online: PubMED/Medline, Lilacs e Scielo.

Mecanismo de ação

No clareamento caseiro é necessário a confecção de uma moldeira plástica individual em uma máquina a vácuo, através da qual o próprio paciente aplica um gel em casa, geralmente a base de peróxido de carbamida entre 10% e 22% ou peróxido de oxigênio entre 4% e 10%, de acordo com as recomendações do dentista (HAYWOOD; HEYMANN, 1989; HAYWOOD, 1992; . SHAHID et al., 2005). Apesar da controvérsia, a revisão sistemática de De Geus et al. 2016) concluiu que o clareamento dental teria a mesma eficácia independente da técnica escolhida (no consultório ou em casa), e os riscos e a intensidade da sensibilidade dentária pós-operatória não foram afetados.

A aplicação em consultório é feita principalmente com peróxido de hidrogênio entre 6% e 40% e, devido à maior concentração, é um tratamento em que resultados satisfatórios podem ser obtidos em apenas uma sessão. No entanto, embora fontes de luz tenham surgido com o objetivo de reduzir o tempo clínico gasto durante o tratamento clareador, a eficácia dessa técnica ainda é muito discutida.

VIEIRA, Jéssica Gomes et al. Clareamento dental de consultório para dentes polposos: uma revisão de literatura. o clareamento, independentemente da técnica, resultou em maior desgaste da superfície do esmalte. 2010) realizou um estudo in vitro para avaliar o efeito de agentes clareadores em amostras de esmalte erodido e saudável. Além disso, Efeoglu et al. 2005) usou tomografia microcomputadorizada (microCT) para avaliar o efeito do peróxido de carbamida a 10% aplicado ao esmalte.

Essa consequência pode ser mais acentuada ao consumir alimentos e bebidas de tonalidades escuras (MONTEIRO et al., 2017). Para reduzir esse efeito, o polimento deve ser realizado na superfície clareada do dente, pois o processo pode reduzir a porosidade resultante, o que evita o acúmulo de placa dentária e o aparecimento de cáries secundárias, preserva a integridade marginal das restaurações, preserva a saúde da doença periodontal e assim aumenta a longevidade clínica da intervenção (LIMA et al., 2015).

Seguindo essa tendência, diversos estudos clínicos se propõem a analisar a sensibilidade dentária e a eficácia do clareamento de consultório, utilizando géis de baixa e alta concentração à base de peróxido de hidrogênio (LIMA et al., 2018). Resultados semelhantes foram encontrados no estudo in vitro de Torres et al. 2013), que comparou diferentes concentrações de.

De acordo com Davies et al., (2001), o trauma oclusal tem sido definido como "dano ao periodonto resultante de forças oclusais que excedem a capacidade de reparo do periodonto". Em contraste, o trauma oclusal secundário ocorre quando forças oclusais normais ou anormais são aplicadas a um ou mais dentes com tecido de suporte dentário insuficiente ou reduzido (FAN, J. et al., 2018).

Imagem

Figura 1 - Avaliação da audição conforme  idade
Tabela 2 - Avaliação auditiva comportamental   instrumental
Figura 2 -  Fluxograma da TANU
Tabela 1 - Comparação da frequência cardíaca e valores pressóricos  por estilo de vida.
+7

Referências

Documentos relacionados

Artigo: O CAMINHO DA INTERLEGALIDADE COMO ALTERNATIVIDADE JURÍDICA Fernando Antônio de Carvalho Dantas, Túlio de Oliveira