Explica-se o Sistema Nacional da Juventude / Milton Shintaku e Mariana Lozzi (Eds.); Andréia Cristina Silva Jardim et al. Tabela 8 Síntese do Subsistema de Políticas Públicas 114 Tabela 9 Indicadores derivados de dados brutos de juventude 115 Tabela 10 Hierarquia implementada para organizar os indicadores 117 Tabela 11 Síntese do Sistema de Relato de Indicadores 121.
Prefácio
Apesar do potencial de promover o desenvolvimento equitativo das regiões com um modelo de governança descentralizado, a Secretaria Nacional de Juventude só poderá atuar pelo Sinajuve se os conselhos e órgãos juvenis aderirem ao sistema. A ideia de um sistema nacional de juventude não surge como programa ou ação de Estado, mas como garantia de que a política nacional de juventude se tornará uma política de Estado efetiva e, consequentemente, sobreviverá para além dos interesses político-partidários e das mudanças de liderança.
Apresentação
Pirâmide etária e futuro incerto
Embora o número de jovens no Brasil seja indubitavelmente alto, ele já era maior em comparação com o número de idosos. Em 2017, no entanto, observa-se um aumento no número de adultos e idosos em relação aos jovens, o que resulta em um estreitamento da base.
Brasil
Perfis da juventude brasileira
- Trabalho
- Condição estudantil
- Habitação, filhos e renda
- Gênero e cor
- Juventude e violência
33% dos entrevistados da Agenda Juventude Brasil 2013 pararam de estudar antes de concluir o curso desejado e 29% não estão estudando porque acham que já terminaram os estudos. Embora seus indicadores sejam abrangentes, a Agenda Jovem Brasil 2013 não contempla aspectos das vivências juvenis decorrentes da violência e da insegurança.
Política Nacional de Juventude: Luta e conquistas
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), publicado em 1990, existiu 25 anos antes da criação da Política Nacional de Juventude. As diretrizes foram acolhidas pela Presidência da República e orientaram a implementação da política nacional de juventude.
A importância da gestão
Por mais bem direcionada que seja, a ação em nível federal só pode ser realizada por meio da atuação dos gestores das unidades juvenis. A criação de um Sistema Nacional de Juventude começa com o entendimento do gestor como o principal ator desse processo.
Sobre os autores
- O que é o Sinajuve?
- História e regulamentação
- Estrutura, organização e abrangência
- Impactos do Sinajuve
- Secretaria Nacional de Juventude: História e desafios de gestão Criada em 2005 pela Lei nº 11.129, a Secretaria Nacional de Juventude é
- Por que aderir ao Sinajuve?
- Quem pode aderir ao Sinajuve?
- Organismos Gestores de Juventude – A formalização da adesão será fei- ta por meio do Cadastro de Organismos Gestores de Juventude (gestãoSi-
- Conselhos de Juventude – Os conselhos interessados deverão forma- lizar adesão através do Cadastro Nacional de Conselhos de Juventude
- Entidades de Juventude – Reunirá todas as entidades da sociedade ci- vil que desenvolvam ações, programas e projetos relacionados às políticas
- Quanto custa?
- Onde faço a adesão?
- Como faço a adesão?
- Introdução
O Cadastro Nacional de Unidades Juvenis (CNUJ), por sua vez, é voltado para as atividades de gestão. A adesão inicial ao Sinajuve é feita por meio de uma plataforma chamada Cadastro Nacional de Unidades Juvenis (CNUJ).
O quê?
Dessa forma, as diferenças socioculturais de cada região do país são consideradas na definição de políticas para a juventude, em uma gestão eficiente, transparente e transversal (BRASIL, 2018). Por fim, o sistema também oferece a possibilidade de participação em consultas públicas sobre as ações do governo para a juventude, bem como em fóruns sobre temas relacionados a essa camada da população.
Para quê?
Para quem?
Por quê?
Passo a passo para adesão e acompanhamento
- Adesão de Órgãos Gestores de Juventude
- Adesão dos Conselhos de Juventude
- Adesão de organizações da sociedade civil
Decreto nº. 10.226 de 2020 dispõe que a inclusão de municípios, estados e distritos federais no Sinai fica condicionada à criação de órgão municipal, estadual ou distrital de gestão das políticas públicas de juventude e de conselho especial de juventude (BRASIL, 2020). Portanto, só é possível participar do Sinajuve se houver um órgão que cuide da política de juventude no respectivo município ou país. Em caso afirmativo, deve preencher a caixa de verificação informando que é “responsável por uma unidade de juventude (órgão gestor, conselho de juventude ou organização da sociedade civil) ou no exercício das suas funções” e clicar em “Seguinte”.
Os representantes dos conselhos de juventude devem se inscrever no Cadastro Nacional dos Conselhos de Juventude para se tornarem membros do Sinajuve. A adesão aos conselhos juvenis no Sinajuve envolve três fases: criação do corpo diretivo e do conselho jovem, cadastramento no sistema e atualização do banco de dados juvenis. Isso porque, de acordo com o Decreto nº 10.226 de 2020, que alterou as regras de adesão ao sistema, municípios, estados e o Distrito Federal só podem aderir ao Sinajuve se criarem órgãos que atuem no desenvolvimento de políticas públicas de juventude. e também conselho de juventude (BRASIL, 2020).
O registo dos Conselhos de Juventude é da responsabilidade do presidente ou do secretário-geral destes órgãos. O presidente ou secretário geral deve então comunicar a origem dos recursos do conselho de juventude e o orçamento para 2020. A última etapa do cadastramento dos conselhos de juventude é a assinatura de um termo em que o presidente ou secretário-geral declara ter conhecimento dos dados pessoais que você compartilhou e de sua utilização.
Ele também declara a veracidade das informações que repassou e a adequação do conselho da juventude às normas de adesão ao Sinajuve.
Termo de adesão
Também indica que todas as informações são verdadeiras e que a entidade está cumprindo as condições para aderir ao Sinai.
Termo de pactuação interfederativo
Entre as obrigações estipuladas pelo mandato estão: a) criação e implementação do plano de juventude na jurisdição da entidade individual; b) garantia orçamentária para a execução deste plano; Uma alternativa ao estabelecimento de um órgão de juventude poderia ser o uso de uma lei formal por iniciativa do Executivo e com o consentimento do Legislativo. Por outro lado, a criação de um órgão de juventude por decreto não acarreta aumento de custos, apenas amplia as competências e responsabilidades dos órgãos e cargos existentes.
Permanece, portanto, a questão de como os decretos poderiam permitir a criação de corpos juvenis. Por outro lado, a criação formal de um novo órgão, por lei em sentido estrito, especificamente vocacionado para tratar das políticas públicas de juventude, é o modelo ideal e que garante maior protagonismo às políticas de juventude. Além disso, a ordem executiva nº 1.149 exige que o Adhesionstiden conceda uma bolsa com um documento que trata do emprego do líder da juventude.
A comprovação será feita mediante a cobrança de ato do poder executivo, que contenha a nomeação da atual autoridade máxima do órgão juvenil existente na estrutura da unidade. A criação de um conselho de juventude também pode ser baseada em decreto do diretor-executivo e deve observar as peculiaridades locais.
Evolução Legislativa
1 Sistema Nacional da Juventude (Sinajuve), instituído pela lei n. 12.852, de 5 de agosto de 2013, constitui uma forma de articulação e organização da União, Estados, Distrito Federal, Municípios e sociedade civil para a promoção de políticas públicas de juventude. Também são determinados os requisitos para o cadastramento das unidades juvenis, tanto em relação aos conselhos juvenis quanto às organizações da sociedade civil. II - elaboração ou adequação de plano estadual, regional ou municipal de juventude com a participação da sociedade civil;
Primeiramente, mantém-se a necessidade de comprovação da constituição de conselho municipal, estadual ou distrital de juventude no âmbito da entidade filiada. No entanto, o decreto nº. 9.306/18 e n. 13 e n. 1.149 não especifica requisitos quanto à qualidade, natureza ou nomenclatura do corpo juvenil existente no município/estado/DF. II - promoção da participação social, especialmente dos jovens, na formulação, implementação, monitoramento, avaliação e controle social das políticas públicas de juventude;
IV - ligação e articulação entre poder público e sociedade civil; e V - transparência e ampla divulgação dos programas, medidas e recursos das políticas públicas de juventude. III - incluir as políticas públicas de juventude no plano público anual e plurianual e no ciclo orçamentário;
Informações diretamente enviadas aos aderentes (16-A, I)
Planejamento modelo para a implementação de políticas públicas a serem replicadas nos Estados e no Distrito Federal (16-A, II)
Cursos de capacitação para gestores (16-A, III)
Modelo de minutas contratuais para facilitar a implementação de po- líticas públicas relacionadas à juventude (16-A, IV)
Projeto destaque a ser enviado pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos Municípios (16-A, V)
Mapa com a geolocalização e as informações dos estabelecimentos pro- motores de políticas públicas destinadas à juventude no País (16-A, VI)
Fórum de discussão para o debate de temas correlatos à juventude (16-A, VII)
Participação em consulta pública sobre propostas de atos normativos em matéria de juventude (16-A, VIII)
- Introdução
- Portal do Sinajuve
- Sistema de Adesão
- Mapa de Políticas Públicas
- Subsistema de Políticas Públicas
- Sistema de Relatórios de Indicadores
- Consultas Públicas
- Fórum da SNJ
Subsistema de Informação, Monitoramento e Avaliação (Sima): é baseado em um conjunto de sistemas que fornecem informação, monitoramento e avaliação de ações e políticas públicas para a juventude no Brasil. A combinação e instrumentalização desses sistemas representará uma transformação na formulação, implementação e gestão das políticas públicas de juventude no Brasil. É composto por membros de três tipos de unidades juvenis: Órgãos Administrativos, Conselhos Juvenis e Organizações da Sociedade Civil.
O submenu Unidades Juvenis (aberto na Figura 58) relaciona os três níveis de gestão das unidades: Federal, Estadual e Municipal. Ao optar por mostrar apenas a gestão federal, o sistema exibe uma única unidade: a Secretaria Nacional de Juventude. O subsistema de Políticas Públicas é um repositório de documentos sobre políticas públicas e programas de juventude implementados no software Dspace.
Secretaria de Arrecadação Assistência Social / Conselho Juvenil Casinhas Secretaria de Arrecadação Juventude, Cultura e Desporto. O Fórum da Secretaria Nacional de Juventude (SNJ) é um sistema de informação destinado a tirar dúvidas e disponibilizar as respostas na internet. Todos contam com o apoio do portal Sinajuve, que é aberto a todos e traz informações relevantes sobre as políticas públicas de juventude.
Dessa forma, contribui para a implementação desse importante instrumento que visa auxiliar e formular políticas públicas de juventude entre os entes federativos.
Glossário de Termos
Os conselhos de juventude, por sua vez, funcionam como espaços de diálogo entre a população e o poder público no planejamento e acompanhamento da implementação das Políticas Públicas de Juventude (PPJ). Conforme definido na Lei, o Estatuto “dispõe sobre os direitos dos jovens, os princípios e as diretrizes das políticas públicas de juventude e do Sistema Nacional de Juventude – Sinai” (BRASIL, 2013). O estatuto, ao prever os direitos dos jovens, nas diretrizes das políticas públicas de juventude e na constituição do Sistema Nacional de Juventude, confere poder normativo a um movimento organizado que até então se limitava ao plano simbólico.
Plano Nacional de Juventude: O Plano Nacional de Juventude (PNJ) rege o planejamento das políticas públicas de juventude em todas as áreas e visa garantir a efetivação dos direitos dos jovens brasileiros como política pública de Estado. Em 2017, o SNJ atualizou a proposta original do Plano Nacional da Juventude e deu origem ao Projeto de Lei nº 4.530/04. As discussões sobre o Plano Nacional de Juventude começaram em 2004, simultaneamente com a criação da Política Nacional de Juventude (BRASIL, 2018).
Política Nacional de Juventude: Em 2003, dez anos antes da chegada do Estatuto da Juventude, foi dado um passo decisivo para a consolidação dos direitos e prerrogativas dos jovens. Em 2004 foi a vez do Projeto de Lei nº 4.529, que previa a criação do estatuto da juventude, dar continuidade aos esforços do ano anterior com a criação de uma política nacional de juventude.
Define o Estatuto da Juventude e determina os direitos dos jovens, os princípios e direcionamentos das políticas públicas de juventude e do Sistema Nacional de Juventude - Sinajuva. Os direitos dos jovens no estatuto da juventude à luz do princípio da dignidade da pessoa humana. Disponível em: https://ibge.gov.br/estatisticas/multidominio/condicoes-de-vida-desigualdade-e-pobreza/17270-pnad-continua.
Em andamento PNAD 2017: número de jovens que não estudam, não trabalham e não se qualificam cresce 5,9% em um ano. Disponível em: http://revistaumanizales.cinde.org.co/rlcsnj/index.php/Revista-Latino-americana/article/view/3140. Disponível em: http://www.mp.ce.gov.br/nespeciais/pro-mulher/manuais/MANUAL%20DE%20POLITICAS%20P%C3%9ABLICAS.
Sistema Nacional de Juventude