Durante o processo seletivo para o mestrado em Computação Aplicada, gostaria de agradecer aos professores César Albenes Zeferino, Adhemar Maria do Valle Filho e Anita Maria da Rocha Fernandes por acreditarem no meu projeto e na possibilidade de ele se tornar realidade, que aceitaram eu no programa. Doutora Anita Maria da Rocha Fernandes, por me orientar e me dar a oportunidade de compartilhar toda sua experiência e conhecimento.
COTEXTUALIZAÇÃO DO TEMA
Neste cenário competitivo, a utilização da gestão do conhecimento (GC) pode se tornar um instrumento de agregação de valor. Tanto os modelos como os resultados reforçam a importância da gestão do conhecimento organizacional como estratégia para a criação de vantagem competitiva.
PROBLEMA DE PESQUISA
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Objetivos Específicos
METODOLOGIA
Além disso, Andrade (1999, p. 126) afirma que “o universo da pesquisa é composto por todos os elementos de uma classe, ou por toda a população. A amostra é uma parte aleatória e viável da população que levará à generalização dos resultados da pesquisa.
ORGAIZAÇÃO DO DOCUMETO
Dessa forma, há um encontro de interesses que deve aliar a prática e a experiência de uma organização ética e competitiva ao conhecimento teórico desenvolvido na academia. Este capítulo inclui os elementos que apresentam uma visão geral do tema principal desta dissertação, por isso é necessário apresentar uma base teórica estruturada, para formar uma base de conhecimento e aproximar o pesquisador do que foi publicado sobre o tema em mais fontes, diferentes, por autores diferentes.
DADOS, IFORMAÇÃO E GESTÃO DO COHECIMETO
Para Abreu (2004, p. 9), a Gestão do Conhecimento visa ver as pessoas como fonte de conhecimento, a informação como matéria-prima para gerar conhecimento e a tecnologia da informação como suporte para a informação e o conhecimento. Leitão (2006, p. 28) explica que a informação “é o veículo do conhecimento e como tal a ciência da informação fornece o enquadramento teórico para lidar com os meios de gestão do conhecimento”.
TIPOS DE COHECIMETO
Além disso, o conhecimento tácito é a principal base para a geração de novo conhecimento, ou seja, a chave para a criação de conhecimento reside na mobilização e conversão do conhecimento tácito”. É fácil de expressar, registrar e comunicar e pode ser facilmente “processado” por um computador, transmitido eletronicamente ou armazenado em um banco de dados.
A IMPORTÂCIA DO COHECIMETO
Desta forma, a Gestão do Conhecimento traz uma nova visão sobre como uma organização pode se tornar inovadora e obter vantagem competitiva, levando ao sucesso. De modo geral, os autores citados relatam a importância do conhecimento organizacional na penetração de ganhos de eficiência nas organizações.
COVERSÃO DO COHECIMETO
- Socialização
- Externalização
- Combinação
- Internalização
Nonaka e Takeuchi (1997, p. 69) afirmam que a socialização é “um processo de compartilhamento de experiências e, assim, de criação de conhecimento tácito”. Nonaka e Takeuchi (1997, p. 77) classificam esse processo de transformação do conhecimento como “a incorporação do conhecimento explícito em conhecimento tácito.
IIBIDORES DA GESTÃO DO COHECIMETO
Crie horários e locais para transferência de conhecimento: feiras, salas de chat, relatórios de conferências. Incentive uma abordagem não hierárquica do conhecimento: a qualidade das ideias é mais importante do que a posição da fonte.
FERRAMETAS DE TRASFORMAÇÃO DO COHECIMETO 42
Nesta direção, existem outras propostas para o processo e gestão do conhecimento, que distinguem os mecanismos de gestão do conhecimento claro e tácito. Outra forma de gestão do conhecimento é citada por Fachin, Stumm e Comarella (2007, p. 174) que são os repositórios. Para Bughi (2007, p. 3), o Observatório Virtual utiliza a Internet como ferramenta de obtenção, sistematização e distribuição de informações, encontrando, nas atuais tecnologias de informação e conhecimento (TIC), ferramentas capazes de fornecer elementos de sistematização e compartilhamento de dados.
COMUIDADES DE MELHORES PRÁTICAS
Profissionais de uma área específica agora podem trocar informações relevantes para o seu dia a dia sobre suas melhores práticas, a forma como estruturam seus processos e compartilham soluções para seus problemas mais comuns. Cada grupo que partilha um interesse num website é denominado comunidade, mas uma comunidade de prática é um tipo específico de comunidade. Grupos de profissionais de uma área específica agora podem trocar informações sobre as tarefas diárias de trabalho e suas práticas, para que possam compartilhar soluções para seus problemas mais comuns.
EXEMPLO DE FERRAMETAS EM UTILIZAÇÃO
Outro modelo de Gestão do Conhecimento organizacional é encontrado no Senai-SC, que, apesar de ser uma instituição de ensino, também utiliza ferramentas e. Além desse processo descrito, o Senai também utiliza ferramentas de tecnologia da informação e comunicação para Gestão do Conhecimento. Para verificar a existência de ferramentas prontas no mercado, foi feita uma busca por softwares utilizados para Gestão do Conhecimento.
AGETES
Propriedade dos Agentes
Aprendizagem ou adaptação: As mudanças no comportamento do agente devem ser baseadas em experiências anteriores. Comunicabilidade ou Capacidades Sociais: Capacidade do agente de se comunicar com outros agentes e pessoas, com o objetivo de obter informações ou ajudar o usuário. Reatividade: Capacidade do agente de perceber mudanças no ambiente e agir de acordo com essas mudanças.
Aplicação dos Agentes
Cooperação ou boa cooperação: A capacidade do agente de cooperar e trocar informações com outros agentes para melhorar a qualidade da sua decisão/resposta. Persistência ou Continuidade Temporal: Capacidade do agente de manter um estado interno conciso ao longo do tempo, ou seja, o agente executa continuamente um processo. Como Multiplicar a Aprendizagem com Agentes em Problemas de Programação de Projetos; Agentes inteligentes em simulações militares.
SISTEMAS MULTIAGETES
Este sistema permite melhorias adicionais ao introduzir células mais inteligentes que podem construir e gerar conhecimento utilizando técnicas partilhadas derivadas de inteligência artificial distribuída. Nota-se que em ambos os casos as tarefas dos agentes computacionais são definidas e funcionam em harmonia com os demais agentes, usuários e o ambiente. Nestes sistemas, a divisão do trabalho é um elemento diferenciador na execução, permitindo melhorar o desempenho do sistema como um todo graças à utilização de inteligência artificial distribuída. a) acelerar a resolução de um problema, promovendo o trabalho paralelo entre os agentes;
RECUPERAÇÃO DA IFORMAÇÃO
Baeza-Yates e Ribeiro Neto (1999) definem que os principais objetivos de um sistema de recuperação de informação são criar índices eficientes, processar as consultas dos usuários com bom desempenho e desenvolver, na forma de ranking, algoritmos que aumentem a qualidade do respostas. Weber (2006) argumenta que um sistema de recuperação de informação nada mais é do que uma ferramenta de busca de documentos relevantes recuperados por uma determinada consulta que expressa a necessidade do usuário. Para o Observatório, objetivo deste projeto, a aplicação de sistemas de recuperação de informação permeia a busca na Internet por documentos relacionados à área de microcrédito.
QUALIDADE DA IFORMAÇÃO
Pipino, Lee e Wang (2002) complementam a análise das dimensões utilizadas para a qualidade da informação apresentadas na Tabela 2. Nehmy, Paim e Guimarães (2006) mencionam que a ideia de qualidade da informação geralmente está interessada em identificar aspectos da avaliação da informação que atendam aos objetivos de gestão e que sejam passíveis de medição. Em apoio a este pensamento, Strong, Lee e Wang (1997) propõem uma série de problemas de qualidade da informação que podem ser vistos na Tabela 3.
VISÃO GERAL
Este capítulo apresenta as soluções e procedimentos desenvolvidos para a criação de um protótipo de observatório virtual para utilização na área de microcrédito BADESC. Na Figura 9, o coordenador e o especialista são especialistas do BADESC diretamente envolvidos na gestão do setor de microcrédito. O terceiro módulo funcional do Observatório funciona em conjunto com a Comunidade e disponibiliza um canal de comunicação para os interessados em entrar em contato com a Gestão de Microcrédito BADESC.
MODELAGEM DO OBSERVATÓRIO
- Opção de um Sistema Multiagente
- Características dos Agentes do Observatório
- Análise das Funcionalidades de egócio
- Modelagem UML
- Caracterização e Gestão do Conhecimento nos Subsistemas
- Diagrama de Classe dos Usuários e dos Agentes Computacionais
A Tabela 6 apresenta as características que não aparecem no protótipo Agentes Observatórios. O segundo aspecto refere-se a uma avaliação com os usuários que utilizarão a versão final do Observatório. Para ilustrar, a Figura 11 mostra as subdivisões do protótipo principal do sistema Observatório em subsistemas de pacotes.
FUCIOALIDADES DO OBSERVATÓRIO EM UML
- Funcionalidade Relatório Consolidado
- Funcionalidade Boas Práticas
- Funcionalidade Consultas
- Funcionalidade Legislação
- Funcionalidade otícia
- Funcionalidade Indicadores
Um ator é um papel que um usuário desempenha em relação ao sistema, e um único ator pode realizar muitos casos de uso. Esta atividade é um processo de inserção, análise, aprovação ou reprovação e posterior divulgação de CASOS DE MELHORES PRÁTICAS em Microcrédito no Observatório pelas Instituições de Microcrédito Produtivo e Orientado do IMPO. CASOS DE MELHORES PRÁTICAS são atividades, técnicas, processos, documentos, truques e qualquer outra ferramenta para divulgar como fazer algo relacionado ao setor que produziu um resultado ótimo, para gerar e manter vantagem competitiva, ou mesmo para fortalecer a interação entre os usuários, o sistema e SMA. agentes calculistas.
ITERFACE DO PROTÓTIPO DO OBSERVATÓRIO
No centro há um texto explicativo sobre a atuação da Agência quando o ícone “Apresentação do Observatório” é ativado. Na parte inferior há espaço reservado para novos links, informações de busca em PDF, política de publicidade, link para página inicial do BADESC, e por se tratar de uma etapa de protótipo, esses elementos deverão ser alterados ou excluídos conforme necessidade e avaliação de desempenho. Ao centro, do lado esquerdo, encontram-se as seis funcionalidades do Observatório que ativam os Sistemas Informáticos, distinguindo o Observatório de um portal de Internet.
BACO DE DADOS DO PROTÓTIPO DO OBSERVATÓRIO
A Figura 17 apresenta os dados inseridos no formulário de banco de dados pertencente à funcionalidade Relatório Consolidado. Assim, ao entrar na funcionalidade, o usuário do IMPO cadastrará seu login e senha constantemente no banco e visualizado no exemplo da Figura 16, e ao inserir os dados de um determinado mês/ano serão registrados os registros, conforme mostra o exemplo na Figura 17. Em seguida, esta etapa foi apresentada em reunião oficial às diversas áreas do BADESC para aprovação, coletando propostas e planejando a implantação do sistema.
IMPLATAÇÃO E AVALIAÇÃO DO OBSERVATÓRIO
Ativação
Como resultado da reunião de apresentação do Observatório à equipe multifuncional do BADESC, foram estabelecidas algumas considerações e definições para a migração do protótipo ao sistema final. Um elemento que surpreendeu durante a apresentação foi o fato de a Gerência de Tecnologia ter assumido total responsabilidade pela migração técnica do protótipo para a versão final, ou seja, descrita de forma simples, de a gestão não permitir que outros analistas do Observatório nos servidores e Bancos de dados BADESC. É importante destacar que devido à diferença entre a versão protótipo e o layout da página oficial, o Observatório foi ativado e aumentado em etapas, ou seja, as funcionalidades foram ativadas uma a uma à medida que foram da estrutura do protótipo migraram para a estrutura definitiva . .
Qualidade da Informação no Observatório
Assim, após interação entre diversas áreas, em maio de 2009, ganhou vida a primeira versão do Observatório no site oficial da instituição, na área da linha de produtos Mikrokrediti. Essas rotinas foram utilizadas durante a fase de operação experimental, permitindo diversos ajustes e melhorias na funcionalidade do observatório. Dois podem ser mencionados, o primeiro refere-se ao tempo de medição e à utilização de agentes informáticos que foram adaptados para se adaptarem aos objetivos mencionados na Tabela 8.
TESTE DE DESEMPEHO O OBSERVATÓRIO
Com esta medida de melhoria foi possível melhorar a ordem dos resultados apresentados pelo agente de busca do Observatório em relação à versão de teste anterior. Embora o Observatório não tenha superado os outros três sites de busca em todas as alternativas de teste objeto de comparação, houve uma melhora significativa, que pode ser observada na Figura 21. Desde julho, a versão oficial do Observatório de Microcrédito está disponível e operacional, com seus agentes informáticos localizados em servidores de gerenciamento de tecnologia.
COTRIBUIÇÕES DA DISSERTAÇÃO
Devido ao curto espaço de tempo entre o lançamento do Observatório (Maio de 2009) e a publicação desta dissertação, a evidência científica de benefícios qualitativos para as organizações que pretendam utilizar o conhecimento disponibilizado pelo Observatório para gerar vantagens competitivas ou acrescentar algum valor às gestão, não era possível. Um contributo importante é a divulgação do Observatório como ferramenta, o que já faz parte da realidade, uma vez que este trabalho académico já gerou (até Julho de 2009) duas publicações, um evento internacional (4ª Conferência Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação, 2009). Póvoa de Varzim - Portugal.) e um artigo em revista nacional (Revista Científica em Ciências Sociais - PAPIRUS - Florianópolis - Brasil).
TRABALHOS FUTUROS
Tradução da segunda edição de Souza, V. Teoria Geral de Sistemas: uma abordagem multidisciplinar do conhecimento. Perguntas formuladas para as empresas abrangidas pela visita técnica sobre o tema gestão do conhecimento empresarial. Esta empresa conhece e utiliza os conceitos de Gestão do Conhecimento para gerenciar o conhecimento tácito e explícito de seus colaboradores.