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UNIVALI UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

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Academic year: 2023

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Localizando os referenciais

Percebemos que os pais confundem os projetos de estudo com o Projeto Político Pedagógico da escola. Conforme mencionado anteriormente, o Banco Mundial enfatiza a participação dos pais e da comunidade como uma ferramenta importante para o bom desempenho da escola como instituição.

Figura 01 – PCEP e as questões que abarcam o tema
Figura 01 – PCEP e as questões que abarcam o tema

Reflexões iniciais

Nos casos de participação macro e micro, de tipos, graus e níveis de participação que já vieram à tona, nota-se que para chegar aos pontos mais altos de participação há uma subida árdua para superar os poderes já estabelecidos dentro da escola. , para derrubar. em relação aos órgãos superiores. Compreender que uma escola participativa deve ser apoiada por uma estrutura na qual toda a comunidade escolar tenha o mesmo grau de poder, para que o mesmo grau e nível de participação possam ser alcançados em pé de igualdade, e que para alcançar a participação definida em desta forma, considerando as condições de desigualdade e exploração, há lutas e conflitos inevitáveis. É útil voltar às formas como os processos de participação social foram utilizados em períodos anteriores.

Ação dos movimentos sociais e o novo modelo de participação social

Para melhor definir a posição dos movimentos sociais contemporâneos, Silva também menciona que: “em tese, os movimentos sociais trabalham no que é legítimo, e o Estado, no que é legal”. Cardoso (1994, p.87), analisando os rumos dos movimentos sociais na década de 90, refere-se a uma “visão de refluxo e de cooptação com o Estado”.

A participação social e o envolvimento da comunidade

É neste contexto, dos factores sociais e políticos mencionados, que se pode compreender a aceitação serena do novo modelo de participação da sociedade civil, agora desenhado por quem dita as leis. Estes são alguns dos contornos que separam a participação comunitária nas escolas públicas de uma ideologia progressista para um discurso que redefine, reformula e reescreve tal participação em novos termos.

A noção de cidadania e o direito como forma de mediar a participação da

Para Cardoso (1994), o conceito de cidadania é entendido como “a relação entre o Estado e a sociedade civil, entre a esfera pública e a esfera privada”. Gohn (1994, p.15), que confirma esse entendimento, analisa essa noção de cidadania como “um retorno à ideia de comunidade, por meio da qual as instituições da sociedade civil moderna, as empresas, os sistemas educacionais e outros órgãos são concebidos como uma grande comunidade".

A participação da comunidade na escola pública e o contexto das reformas

Trata-se de uma pesquisa de campo com abordagem qualitativa e tem como objetivo explorar a participação comunitária nas escolas públicas e as percepções que professores, pais e alunos têm sobre projetos desenvolvidos em parceria com escolas, comunidades e empresas, como forma de implementar os objetivos da escola. projeto pedagógico e político e influenciam a qualidade do ensino. Dep.01] “Tenho a impressão da escola que os alunos gostam muito das atividades que são realizadas.

A flexibilização da gestão escolar

Essa prática limita a democratização da gestão escolar na medida em que o diretor nomeado se caracteriza como elemento inibidor desse processo. Construir alternativas para a gestão democrática da educação passa necessariamente pelo engajamento com a comunidade escolar.

O novo modelo de gestão escolar

Mas, como sublinha Castro (1998), independentemente de quaisquer obstáculos, a descentralização e a democratização da gestão escolar representam um processo irreversível. Dessa forma, o novo padrão corporativo de gestão escolar divide espaço com a gestão democratizante, que igualmente exige a participação da comunidade como forma de legitimar esse novo modelo. Numa época de transformações tão aceleradas, a rigidez do modelo tradicional de centralização da gestão escolar é considerada um elemento de atraso devido à sua inflexibilidade e incapacidade de adaptação e resposta aos novos problemas emergentes.

Atualmente, existe uma forte pressão das recentes políticas educativas sobre as escolas para que adotem este novo modelo de gestão, sob os auspícios do papel do sistema educativo na resposta às exigências sociais, e como forma de ultrapassar a crise do sistema educativo. Para Gentilli (1999, p.22) “a democratização da gestão escolar é entendida como a organização e orientação das ações e papéis de cada elemento da comunidade, visando a produtividade e a qualidade a partir de uma visão empresarial com o objetivo de eficiência e para garantir a eficácia. das ações escolares”. Embora a democratização da gestão escolar seja condição essencial para fazer face às mudanças sociais – tanto as exigências democratizantes como o novo padrão de produção – recentemente legisladas, esta nova condição contrasta com a realidade.

A parceria com o Terceiro Setor como estratégia para melhorar a gestão pública

Outra forte razão, talvez a mais importante, para as empresas assumirem a responsabilidade social é a vantagem competitiva que as contribuições sociais enfatizam. Como recomendou Donini (Diário Catarinense, 23 de março de 2002, p.15), presidente de uma das maiores confecções brasileiras, em palestra proferida no Congresso de Atualização em Gestão e Liderança: “A base de clientes brasileira exige responsabilidade social das empresas, por quem não está comprometido com as questões sociais e ambientais”. Em pesquisas realizadas pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e pela Gestão de Estudos e Pesquisas de Planejamento (GEPEP), buscamos identificar conceitos e práticas de ação social das micro e pequenas empresas.

Seus resultados mostraram que tem havido uma percepção crescente entre as empresas de que as ações sociais são práticas muito positivas e trazem benefícios de longo alcance para as organizações e, portanto, para a comunidade. O incentivo às atividades sociais das empresas funciona como agente motivador para melhor desempenho dos colaboradores. Assim, face às permanentes dificuldades e deficiências do Estado na gestão da coisa pública e à crescente necessidade de redefinir a sua posição e forma de atuação, o Terceiro Setor e as empresas constituem segmentos sociais de extrema importância que devem cooperar com o Público de Poder na reformulação e reformulação e sua forma de atuação. a implementação de políticas públicas, para que possamos realizar uma reforma administrativa moderna e eficiente, como se pretende.

A educação como propulsora do desenvolvimento econômico

Na década de 1990, o governo e o setor empresarial, além de intensificarem a produção acadêmica sobre o tema que envolve a relação entre educação e trabalho, desenvolveram diversos programas institucionais. Segundo esse argumento, continua o texto, a qualidade da educação no Brasil hoje é um dos mais sérios obstáculos ao seu desenvolvimento e à criação de uma economia eficiente e capaz de elevar o padrão de vida de sua população. Do ponto de vista do discurso oficial das organizações internacionais, governamentais e principalmente da comunidade empresarial, uma das formas de concretizar o papel estratégico da educação escolar é atacar a improdutividade da escola, que é resultado de uma gestão ineficaz. , que é resultado da incompetência dos trabalhadores da educação. .

Neste contexto, deve ser compreendida a atitude suplicante e cínica dos governantes que pedem aos empresários humanistas que adoptem uma escola. Estas posições tendem a simplificar a inter-relação entre o mundo do trabalho e a escolaridade em torno de uma antiga polarização em que as escolas são vistas como formadoras de mão de obra especializada, satisfazendo os interesses do mercado de trabalho e ignorando as contradições e ambiguidades que ocorrem em ambos os espaços. Existe uma ideia difundida de que “a escolarização de um povo definirá o progresso técnico, cultural e consequentemente econômico de uma nação” (RODRIGUES, 1998, p.169).

Eixos para um projeto educacional no atual contexto

O plano decenal procura fortalecer a liderança democrática nas escolas primárias e traça diretrizes para a criação de órgãos colegiados para pais e membros da comunidade escolar, para que possam participar ativamente na definição dos objetivos da escola. As novas Diretrizes e Fundamentos da Educação (Lei 9.394), aprovada em 1996, reconhece, garante e incentiva a participação comunitária como forma de garantir a governança democrática nas escolas públicas e estabelece a obrigatoriedade de criação e funcionamento de conselhos escolares em todas as unidades públicas de ensino do país. . Esses dois instrumentos nacionais – LDB e Constituição Federal – fornecem garantias e redefinem os papéis das escolas públicas e de seus agentes na promoção da participação comunitária na governança escolar.

No âmbito federal, as inscrições que garantem a participação comunitária nas escolas públicas e a democratização da gestão escolar incluem também o Plano Nacional de Educação (PNE) e o Plano Decenal de Educação para Todos (PDE). Tais mecanismos devem permitir a participação efetiva da comunidade escolar e não escolar, diretamente interessada no funcionamento da instituição. De acordo com as leis, existem vários instrumentos que garantem a participação comunitária nas escolas públicas, muitos dos quais estão em vigor, especialmente na última década.

O cenário da ação pedagógica

  • Da corte sueca para a sala de aula
    • O espaço e o aspecto físico da escola
    • As pessoas que trabalham na escola
  • A empresa: uma história de trabalho e conquista
  • Projeto Político Pedagógico da Escola
  • A gestão por projetos na organização escolar
  • O Projeto ESPIN – Espaço Pedagógico Informatizado
    • O programa de informática no Brasil
    • A sociedade da informação e as questões pedagógicas
    • a informática na educação pública municipal de Brusque
    • O Projeto ESPIN nas escolas municipais de Brusque – Implantação e
    • O Projeto ESPIN na escola
    • Suportes legais para a implantação do projeto
  • Projeto de educação ambiental
    • Institucionalização da educação ambiental
    • Educação ambiental como política pública
    • A educação ambiental no contexto escolar
    • O projeto de meio ambiente na escola

Outro diferencial na escola é que não há campainha ou sinalização para troca de professor a cada mudança de turma. Embora a participação comunitária nas escolas públicas seja amparada em lei e tenha sofrido determinações institucionais irreversíveis e contenha em si valores essenciais na construção da gestão democrática, o Projeto Político Pedagógico da escola é uma perspectiva dedicada ao processo de mudança e antecipação de o futuro, organizando, sistematizando e compreendendo toda a ação da escola. Dessa forma, a organização da escola torna-se uma instância educativa, um espaço de trabalho coletivo e de aprendizagem.

Para Teixeira (2002, p. 11), “a transformação da autonomia garantida pela legislação na autonomia construída pelos sujeitos escolares deve ser uma reflexão constante na construção do projeto político pedagógico da escola”. Com o advento das NTIC (rádio, cinema, TV, vídeo, computador, internet), o acesso à informação deixou de ser um monopólio escolar. Hoje, na prática pedagógica e nas experiências dentro da escola, tem outro significado em suas experiências de educação ambiental, pois desde a criação do Projeto Político Pedagógico, tornou-se um movimento que iniciou um processo educativo que incluiu toda a comunidade escolar. e localização.

Figura 2. Distribuição dos funcionários da escola conforme função e regime de trabalho  durante o ano letivo de 2005
Figura 2. Distribuição dos funcionários da escola conforme função e regime de trabalho durante o ano letivo de 2005

Metodologia

A pesquisa qualitativa permite emergir aspectos subjetivos e atinge espontaneamente motivações não explícitas, ou mesmo conscientes. O questionário consiste em um conjunto de questões pré-elaboradas, dispostas de forma sistemática e sequencial em itens que compõem o tema da pesquisa, com o objetivo de obter respostas escritas ou orais dos informantes sobre temas que os informantes sabem expressar uma opinião ou relatar. . Para Richardson, (1999, p. 53) o questionário é “uma entrevista estruturada e tem duas funções: descrever as características e medir determinadas variáveis ​​de um grupo social”.

O pesquisador deve estabelecer as opções de medição de forma que possa realizar a análise estatística desejada. A pesquisadora, diretora da escola, teve que ter cuidado em vários momentos para exercer as duas funções ao mesmo tempo. Era preciso evitar que um deles determinasse procedimentos em detrimento do outro; evitar qualquer preconceito no tratamento do caso individual e muito mais, não deixar que o cargo que faz parte de uma das duas funções interfira na análise dos dados.

Sujeitos da pesquisa

Buscando na experiência coletiva subsídios para análise e considerações

Dep.02] “Participo da escola sempre que posso, gosto de participar, mas acho que os pais deveriam ter mais consciência e todos deveriam participar. Portanto, é necessário que o desenvolvimento de projetos escolares constituam propostas de participação assinadas institucionalmente, que promovam, incentivem e garantam a presença dos pais e da comunidade dentro da escola pública com o objetivo de transformar a realidade. É importante que a criança se sinta valorizada e isso reflete no sucesso da escola como um todo.

A participação da comunidade escolar, orientada por interesses comuns na melhoria da qualidade do ensino, é um requisito fundamental para a concretização da autonomia pedagógica, administrativa e financeira da escola. Dep.03] “Considero muito importante estudar para os meus filhos e gosto muito da escola onde eles estudam. A preparação para o trabalho é uma das funções escolares mais comuns nesse sentido, tanto para pais como para alunos.

O desenvolvimento de projetos e parcerias inclui conceitos e temas considerados fundamentais para o futuro da escola. O desenvolvimento de projetos e parcerias inclui conceitos e temas considerados fundamentais para garantir o futuro da escola.

Imagem

Figura 01 – PCEP e as questões que abarcam o tema
Figura 2. Distribuição dos funcionários da escola conforme função e regime de trabalho  durante o ano letivo de 2005
Figura 4 – Situação dos docentes de 5ª a 8ª Série quanto a formação por disciplina:
Figura 6 – Estrutura Social
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Referências

Documentos relacionados

Os seus objetivos são: a institucional: produzir uma monografia para obtenção do grau de bacharel em Direito pela Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI; b geral: analisar, com base