Dissertação (Mestrado em Geociências) – Faculdade de Geologia, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2012. Dissertação (Mestrado em Geociências) – Faculdade de Geologia, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2022.
Margens Transformantes
Evolução Cinemática
Deep structure of the Pará-Maranhão/Barreirin has passive margin in the Equatorial Atlantic Ocean (NE Brazil). The Foz do Amazonas basin represents the highest sedimentation rate of the Brazilian equatorial margin.
Origem
Estruturas
As zonas de falhas transformantes desenvolvem-se frequentemente devido a estruturas de deformação pré-existentes na crosta continental (carregadas com momentos de deformação mais antigos), o que significa que são controladas por anisotropia que pode ser reativa com os movimentos de novas falhas. E quando esfria ocorre a subsidência (MASCLE e BLAREZ, 1987) entre outros autores que apoiaram este modelo). 4) Um modelo flexural baseado na resposta flexural isostática da litosfera próxima à falha, onde a crosta continental é elevada e eventualmente a erosão promove a descarga (BASILE e ALLEMAND, 2002).
Zonas de Fratura
No entanto, pesquisas sísmicas nestas partes mostram que o Moho é plano, o que não indica a presença de sub-carga.
Gravidade e anomalias gravimétricas
A característica de efeito de borda da anomalia de ar livre está normalmente associada a margens de tipo divergente. Esta feição consiste em máximas gravimétricas entre +25 e +75 mgal, próximas à quebra da plataforma continental no talude continental, e mínimas entre -25 e -75 mgal, na região após as extensões continentais, e mesmo em algumas bordas uma pequena pico nas baixas em direção ao oceano (WATTS, 1988). Estas características também podem ser úteis para identificar possíveis limites crustais. WATTS e MARR, (1995) propuseram que os limites da crosta podem ser identificados por características de efeito de borda em anomalias de ar livre, e que podem ser simples ou duplos, A) único por ter longo comprimento de onda e alta amplitude, associados a alta rigidez margens; B) duplo (comprimento de onda curto e baixa amplitude) associado a margens de baixa resistência à rigidez, podendo ter direção de mergulho, podendo ser duplo com mergulho em direção ao continente ou em direção ao oceano (Figura 4).
Campo Magnético e anomalias magnetométricas
Exploration plays of the Foz do Amazonas Basin, NW section, in deep ultra-deep waters, Brazilian equatorial margin. Fault-related folding in the deep waters of the equatorial margin of Brazil, in MCCLAY, K., SHAW, J. 4 (b) also shows the same sedimentary sequence, crustal boundary and characteristics of the continental crustal region.
5 (b) also shows the same sedimentary sequence, the crustal boundary and features of the continental crust region. 6 (b) also shows the same sedimentary sequence, the crustal boundary and features of the continental crust region. 7 (b) also shows the same sedimentary sequence, the crustal boundary and the characteristics of the continental crust region.
8(b) also shows the same sedimentary sequence, crustal boundary and features of the continental crustal region. 9 (b) also shows the same sedimentary sequence, crustal boundary and features of the continental crustal region. Boletim de Geociências da Petrobras, Rio de Janeiro, v. The Cretaceous opening of the South Atlantic.
Sísmica
Evolução tectônica
A parte equatorial da América do Sul é composta entre a zona de Fratura Maratona, próxima ao Planalto Demerara, que separa a parte central da parte equatorial; e entre a Zona de Fratura em Cadeia da Bacia Potiguar, que separa a parte equatorial da parte oriental e brasileira (MOULIN et al, 2010). A evolução deste oceano também envolveu rotações no sentido horário da placa Sul-Americana em relação à placa Africana, essas rotações afetaram a posição atual das placas conforme mostrado na Tabela 1 e promoveram regimes transtencionais e transpressivos em ambas as bordas (a figura mostra que a placa transtensional a dobra de Gana foi formada pela influência da rotação da placa sul-americana na zona de falha romana.
Estágios Evolutivos
O evento magmático CAMP (Província Magmática do Atlântico Central), ocorrido na região do Atlântico Central, interrompeu a estabilidade local e promoveu magmatismo em diferentes áreas, como na Bacia do Parnaíba (Formação Mosquito - afloramentos basálticos e intrusões) e na parte leste do Amapá (enxame de diques) (SOARES JÚNIOR et al., 2011; TAVARES et al., 2020) O magmatismo e soerguimento ocorridos na região foram acompanhados pela formação do sistema de riftes Demerara-Marajó, a partir da parte oeste e em direção ao sul (Figura) (MATOS et al, 2021). Um evento com vulcanismo associado ocorreu na região e resultou na reativação das estruturas da Bacia da Foz do Amazonas e na deposição de.
Bacias Sedimentares da margem equatorial brasileira
Bacia do Foz do Amazonas
O terceiro pulso, iniciado no Albiano, está ligado ao fim da separação entre América do Sul e África, ligando a Bacia da Foz do Amazonas à Bacia do Pará-Maranhão, alargando o Graben do Cassiporé. Essa história da bacia é observada no mapa estratigráfico da bacia (Figura 16), proposto por Figueredo et al.
Bacia Pará-Maranhão
Bacia Barreirinhas
Bacia Ceará
Bacia Potiguar
Inversion of postrift fields in the Potiguar Basin, Brazil – Implications for petroleum systems and the evolution of the equatorial margin in South America. Doutorado (dissertation submitted for the degree of philosophy in the Faculty of Pure Natural Sciences) - Columbia University, EUA GORINI, M.A. The tectonic fabric of the equatorial Atlantic and adjacent continental margins. A new scheme for the opening of the South Atlantic and the dissection of the Aptian salt basin.
Explorations in the Brazilian equatorial region, based on wells and incentives from the oil industry, took place at the end of the last century. Another high on the map is the lineament of the seamounts and the northern Brazilian ridge. 6 (a)), located at the Pará-Maranhão basin, presents some characteristics discussed above, as a stretched continental crust, but at a lower intensity of the Foz do Amazonas basilic, according to Zálan (2015), extending for about 30 km , until it ruptures, and then the formation of the oceanic crust begins.
With the collection of the results presented, a map with the crustal boundary (Fig.10) proposed in this work for the Brazilian equatorial margin. Note that the position of the crustal boundary follows the design of the continental shelf, being more distal in the region of the Foz do Amazonas Basin and approaching the continental shelf to the east. As, for example, the plays indicated by D'Almeida et al. 2019), which occur at different times in the development of the margin.
Elevação do Ceará
Cadeia Norte Brasileira
Zonas de Fratura
Dados
Seismic stratigraphy of the Upper Quaternary deposits on the northeast slope of the Ceará Rise (Central Atlantic). Reinterpretation of an ultra-deep seismic section in the Pará-Maranhão Basin – Implications for the petroleum potential of the ultra-deep waters. The thickness of the oceanic crust tends to increase seaward, due to the arc of the basin of the large sedimentary load (Figueredo et al.
These factors contributed to the rifting of the continental crust, which occurred more distal to the continental slope. Therefore, it is imperative that the position of each cortex boundary be analyzed with respect to each line region. This means that the changes that occur in the positions of the boundaries do not happen suddenly, but continuously.
Mapas de Gravimetria Ar-Livre, Topo-batimetria, Magnetometria por
Interpretação Sísmica
A interpretação dos perfis sísmicos baseou-se nos padrões acústicos de interpretação sísmica, as megasequências foram relacionadas aos poços projetados e aos dados disponíveis na literatura para a região de cada linha.
Análise qualitativa das anomalias gravimétrica Ar-livre
Confecção dos modelos crustais
Mapa com os limites Crustais
Modelos 2D
Bacia do Foz do Amazonas
A Bacia da Foz do Amazonas originou-se no final do Triássico/Jurássico Inferior com o Graben Calçoene, devido à influência da formação do Oceano Atlântico Central (MATOS, 2000; SOARES JÚNIOR et al, 2008; SOARES JÚNIOR et al., 2011), seguidos de períodos de estabilidade. Este processo permite que o manto litosférico esteja mais próximo da superfície, e portanto explica a anomalia positiva na região do cone amazônico apresentada no Mapa de Anomalias de Ar Livre (Figura ) e considerando que no perfil sísmico não se observa nenhuma estrutura além da sedimentar megasequências ou na região do embasamento justificando esta anomalia. Nos Mapas de Gravimetria e Magnetometria do satélite (Erro! Fonte de referência não encontrada. e Figura 31, respectivamente) é possível notar que ocorre uma anomalia positiva no Cone Amazonas.
No mapa gravimétrico, essa anomalia aparece em formato elíptico centrado no cone amazônico. Em relação à estrutura crustal, é importante destacar que a crosta abaixo do Cone Amazônico apresenta abóbadas devido ao peso da carga sedimentar.
Bacia Pará-Maranhão
Segundo Watts et al (2009), isso pode ser explicado pelo fato dessa área mais espessa ser formada por magmatismo mais jovem. Esta anomalia pode ser explicada pela hiperextensão crustal que ocorre nesta área, o que favorece uma aproximação do manto litosférico com as camadas superiores. Essa mudança no comportamento da margem pode ser observada na linha 5, que está em um ponto de inflexão na margem. Ou seja, na área onde se localiza esta linha é possível observar a oeste uma margem com comportamento semelhante a uma margem divergente, ampla plataforma continental, sequências sedimentares mais espessas e baixo vulcanismo; e a leste uma margem com feições transformantes, plataforma continental mais estreita, maior vulcanismo, comportamento diferenciado conforme os regimes transpressivos e transtensivos ocorridos durante sua evolução.
Essa mudança de comportamento pode estar relacionada aos movimentos transpressionais ocorridos durante o desenvolvimento da margem, como observado na Bacia de Barreirinhas, além da influência da Zona de Falha de São Paulo na evolução característica desta bacia. Esta aproximação ao limite crustal do talude continental pode ser explicada pelo desenvolvimento geotectónico desta margem: (i) O desenvolvimento deste oceano também envolveu rotações no sentido horário da placa Sul-Americana em relação à placa Africana; essas rotações afetaram a posição atual das placas, promovendo regimes transtensivos e transpressivos em ambas as bordas (SZATIMARI et al, 1987, GRANOT & DYMENT, 2015; MATOS et al., 2021) (ii) Sabe-se que a presença de já existentes estruturas de embasamento forte influência na formação e geometria de margens continentais riftadas e.
Bacia Barreirinhas
Além desses fatos destacados, outra questão demonstrada pelos modelos das Linhas 4 e 5 foi que ocorre espessamento crustal na região da Elevação do Ceará. Em ambas as extremidades, a crosta oceânica sofre um espessamento crustal devido a este enorme derramamento de magma.
Bacia do Ceará
Bacia Potiguar
Feições da Margem
This thinning is due to the slow expansion rate of the basin, which promotes a hyperstretched crust, as Watts (2009) suggested. This change in the behavior of the margin can be observed in line 5 (Fig. 6), which is located at an inflection point of the margin.
Limite Crustal