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UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

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Academic year: 2023

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Percepções de estudantes de pós-graduação em institutos de idiomas sobre sua proficiência linguística em exames de inglês. Contudo, as abordagens adotadas nos cursos de inglês tendem a deixar o LM fora do processo de ensino-aprendizagem.

Abordagens tradicionais

1 BREVE HISTÓRIA DO ENSINO DE INGLÊS E A QUESTÃO DO USO DE LÍNGUA NATIVA EM SALAS DE AULA DE LÍNGUA ESTRANGEIRA. O objetivo era não falar a língua estrangeira e a prática oral limitava-se à leitura em voz alta das frases que os alunos traduziam. 5.

Novos olhares: a abordagem áudio-oral ou audiolingual

Como a TFD não incentivava o aluno a falar uma LE, abriu-se espaço para o método direto, que tinha como premissa que o significado deveria ser transmitido diretamente na língua-alvo sem espaço para tradução (LARSEN-FREEMAN, 2000, p. 23) , mas baseado na prática e demonstração constante de palavras do cotidiano, sempre com pronúncia e gramática corretas. Esse método priorizou a abordagem da oralidade, cuja ênfase criou a noção de que a língua é falada e não escrita; Sua base são exercícios de repetição, chamados de drills, que treinam o aluno a usar padrões gramaticais para construir sentenças (LARSEN-FREEMAN, 2000, p. 35).

A abordagem comunicativa

Como todas as tentativas anteriores, a abordagem comunicativa também deixa suas lacunas e passa a ser alvo de críticas, pois afinal é na prática, na prática cotidiana, que os problemas são percebidos. Além disso, a abordagem comunicativa entende que as unidades linguísticas não são simplesmente gramaticais ou estruturais, mas são categorias funcionais e comunicativas de significado que serão compreendidas e exemplificadas no discurso.

Usos e aplicações no Brasil

Inglês Para Fins Específicos (ESP - English for Specific Purposes) 25

Era, portanto, extremamente necessário que os professores fossem capacitados em seminários constantes para que pudessem não apenas ampliar sua prática pedagógica, mas também criar seu próprio material. Os professores poderiam observar quais disciplinas são mais relevantes para um aluno e às quais deveriam prestar mais atenção, não apenas em termos de conteúdo, mas também nas questões estruturais da língua ou questões lexicais, observando e valorizando a si mesmos, portanto, as necessidades do aluno e perfil de aprendizagem.

EAP: English For Academic Purposes / Inglês para Propósitos

Além disso, outra questão importante a ser destacada é que o papel do professor EAP vai além da estrutura do ensino de línguas, pois o profissional tem que explorar muito conteúdo textual da área do aluno para compreendê-lo e ajudar a construir e engajar relacionamentos. de real importância. O professor dedica um capítulo com especial atenção a algumas crenças que se construíram sobre “os inúmeros mitos presentes no ensino de línguas para fins especiais”.

A língua materna no caminho ou como caminho para

E é nestes momentos que se levantam questões sobre a validade (ou não) do uso da língua materna para garantir e corrigir conteúdos. O autor relata que as abordagens comunicativas das décadas de 70 e 80 não aceitavam o uso da língua fonte em sala de aula como recurso de ensino e aprendizagem.

A concepção sistêmico-funcional: por que funcional?

Esse movimento não se refere apenas à estrutura de uma linguagem, mas também foca no contexto das interações sociais. Portanto, podemos dizer que para LSF discurso e gramática estão profundamente conectados e são inseparáveis: a gramática participa da estruturação do discurso, é “responsável pela interação social e ao mesmo tempo sujeita à interação” (SCHLEE et al., 2012 , pág. 2027).

Metafunções em LSF

A metafunção Interpessoal engloba as interações entre os atores sociais e os papéis que deles se esperam e, portanto, conecta-se à Pragmática. Nosso trabalho tratará da metafunção interpessoal, que busca olhar para os papéis atribuídos aos participantes no espaço comunicativo e segundo a qual a troca entre os participantes de nossos Focus Groups promoveu a negociação de significados a partir de suas experiências sociais, especialmente aquelas relativas às suas experiências. percepções sobre a aprendizagem de uma LE.

Por que sistêmico?

Por fim, a metafunção textual é responsável pela organização do conteúdo interpretativo e interativo e, portanto, vincula-o à pragmática discursiva (GHIO; FERNÁNDEZ, 2005).

A linguagem como semiótica social

Sistema de Avaliatividade

Organização do sistema: atitude, engajamento e gradação

Para nossa pesquisa, tivemos interesse em trabalhar com o sistema Attitude, que apresentaremos com mais detalhes a seguir.

Sistema de atitude: afeto, julgamento e apreciação no corpus

ATITUDE: Valorização: Composição: Proporção positiva ([repetir o verbo ser] não é realmente culpa da instituição). Observamos a frequência dos dados ─ nas categorias afeto, julgamento e apreciação─, para que pudéssemos apontar as principais tendências de nossa pesquisa.

Coleta de dados: grupo focal

Primeiramente foi realizado um grupo focal com seis participantes e depois foi realizado um encontro com outros sete. O desenvolvimento ordenado da discussão é importante para que as falas não se confundam ou criem uma atmosfera caótica que possa até prejudicar o turno de fala de um dos participantes.

Sujeitos da pesquisa

Foi minha aluna nos anos de prática de leitura em inglês para fins de interpretação/tradução e foi aprovada no curso de doutorado da UERJ. Foi meu aluno em 2011-12 com o objetivo de praticar a língua inglesa na perspectiva de quatro habilidades (inglês geral).

Tratamento dos dados

ATITUDE: Avaliação: Resposta: Qualidade negativa (não acho que funcione. Pelo menos não com o método deles). Muitas vezes também penso que o professor não sabe lidar com isso, pelo menos não nos cursos que fiz, e a gente se sente muito inseguro. Acho que preciso recomeçar tudo que já estudei e aplicar de fato no meu dia a dia.

Tema 1: A experiência individual a respeito do contato com língua

Aprendizagem em cursos de idiomas

Apenas dois participantes, ambos do grupo 1, relataram não ter realizado cursos regulares de idiomas – o que não significa que não tenham estudado em escolas e, mesmo em algum momento da vida, por meio de aulas particulares ou mesmo pela internet. ATITUDE: Impacto: Insatisfação ([eu] nem tive paciência com os métodos) ATITUDE: Avaliação: Feedback: Impacto negativo ([o método foi] muito chato). Nos trechos selecionados, percebe-se que os palestrantes expressam sua insatisfação não apenas por meio do Amor (em 1), mas principalmente por meio da Avaliação da Composição (em 1 e 2).

ATITUDE: Carinho: Insegurança (A coisa era tão rígida que se viesse com um vocabulário diferente já me deixaria insegura).

As memórias a respeito da aprendizagem de Inglês na escola

Mesmo quando estudei em programa bilíngue, era essa conversa de sempre ver o verbo to be. A escola, o método (e uma crítica a uma possível proposta bilíngue), o conteúdo repetitivo, exemplificado pelo sujeito verbo ser, foram avaliados neste fragmento. ATITUDE: Valorização: Composição: Complexidade Negativa (escolas que eram assim mesmo [como mencionado na fala do participante acima]. É só gramática).

Em termos quantitativos, as avaliações negativas foram mais frequentes; Além disso, observamos alta convergência dos participantes em relação ao verbo to be.

Experiência com aulas particulares

A questão 02 buscou saber se os participantes gostam de estudar a língua inglesa ou se isso representa simplesmente uma necessidade atual. Outro observa sua necessidade atual de escrever, pois está cursando doutorado e publicando em periódicos internacionais. De modo geral, esses nove alunos mencionam suas necessidades, mas não necessariamente seu amor pela língua, como veremos mais adiante na subseção intitulada Gosto pela Língua Inglesa.

Em determinado momento da discussão, foi apresentada uma questão (número 7) que convidava os participantes a elaborarem uma proposta de ensino que lhes parecesse mais razoável e agradável.

O gosto pela língua inglesa

ATITUDE: Impacto Negativo: Insatisfação (acredito que só entenderei bem quando for para o exterior). risada geral) Olha, eu te amo, mas não posso dizer que gosto de inglês, que acho lindo. Mas não tenho chance, tenho que aprender porque tenho que escrever artigos em inglês, tenho que assistir palestras." interessante).

Este campo semântico traz à tona sentimentos positivos e negativos que os participantes possuem em relação à presença de L.I.

A metodologia adotada para o ensino da habilidade oral em LI

A seguir, a questão 03 aborda quais são suas necessidades para o uso da LE e o que os motivou/motivou a aprendê-la. Em relação às falas 27-28, observamos o uso do Afeto, em sua maioria ligado à Insegurança quanto à cobrança pelo uso de L.I. Parece haver um desconforto nesses participantes, que se sentem inseguros, além de inibidos e a todo momento duvidando da aplicação do uso da LI.

Vale ressaltar que no grupo 2 também houve esse momento em que mesmo aqueles que trabalharam ou trabalharam de alguma forma utilizando a LI (como o tradutor e o professor de línguas), apresentaram lembranças de incertezas da época em que eram estudantes.

A possibilidade/dificuldade em se comunicar em língua inglesa

ATITUDE: Carinho: Insatisfação: (você já chega com a expectativa de que ‘tenho que falar desde o primeiro dia, nem que seja bom dia, boa tarde e boa noite’). ATITUDE: Carinho: Insegurança (mas se ele me pede para falar inglês com ele eu fico com muito medo!). Até foi possível esclarecer dúvidas técnicas, mas não me sinto confiante em me apresentar porque não tenho graduação, não é?"

ATITUDE: Carinho: Insegurança (não me sinto confiante para me apresentar porque não tenho diploma).

A importância de um diploma para atestar o Saber

Assim, quando os participantes são desafiados por situações como as que lhes são contadas, realizam um discurso regido pelo medo, pelo desconforto e pela sensação de total incapacidade de se fazerem compreender através da comunicação oral. Mais uma vez, percebemos que a construção de julgamentos começa ‘em casa’, na família, quando os pais matriculam os filhos nas escolas de línguas, porque é importante ter um diploma e expandir-se socialmente: a informação dada aos participantes pareceu permitir dois deles para pelo menos entender porque se sentem desconfortáveis ​​nas escolas de línguas que frequentaram, acreditando que as instituições podem ‘fazer o que quiserem’ como no discurso 37. Mesmo depois da entrevista no Focus Group serviu para esclarecer que os cursos de línguas que frequentam não são reconhecidos pelo MEC, seus diplomas são apenas pro forma, os dois participantes mantêm opinião sobre seu valor.

Deve-se sempre lembrar que o objetivo desta técnica não é mudar o ponto de vista de ninguém, mas sim captar percepções e opiniões sobre o produto/item proposto.

Tema 2: Habilidades necessárias e preferências de aprendizagem

ATITUDE: Carinho: satisfação (não é o meu favorito que é ouvir) ATITUDE: Apreciação: Apreciação (o mais fácil é ler). ATITUDE: Carinho: Insatisfação (acho que só vou entender bem quando for para o exterior). 49 - P.N"Pelo menos leio artigos científicos e escrevo, eu também faço minhas coisas, submeto meus artigos e eles são aceitos (viva o Google!)".

51 - G.L.: “Como todos aqui concordaram: falar é o mais interessante e envolvente, por isso os cursos são muito mais focados na conversação.”

Tabela 1 - Habilidades que motivam a aprendizagem de L. I.
Tabela 1 - Habilidades que motivam a aprendizagem de L. I.

Tema 3 - A possibilidade do uso da língua materna em sala de

Não acho que usar a língua materna facilite o aprendizado porque você acaba dependendo dela. Agora, se fizessem anúncios em cima disso, acho que não haveria tanta procura. Não acho que não deva aprender com o que estou lutando, mas não faz sentido tentar escrever na minha garganta, por exemplo, porque não adiantará muito.

Mas, para ser sincero, não creio que esse tipo de teste avalie sua proficiência no idioma.

Gráfico 2 – Uso de Tradução em aula de Língua Inglesa
Gráfico 2 – Uso de Tradução em aula de Língua Inglesa

Apontamentos específicos para mestrando e doutorandos

Discussão dos resultados mais relevantes

Então, eu acho que não é avaliado, coloca todo mundo no mesmo lugar, tem que seguir o método escolar e pronto. Comecei a entender meus erros e acho que isso me deu mais confiança para a prova.

Gráfico 3 - Afeto pela L.I.
Gráfico 3 - Afeto pela L.I.

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Gráfico 1: faixa etária dos participantes da pesquisa
Tabela 1 - Habilidades que motivam a aprendizagem de L. I.
Tabela 3- Habilidades de L.I. utilizadas rotineiramente pelos alunos  Habilidade  Resultados do total de 13
Gráfico 2 – Uso de Tradução em aula de Língua Inglesa
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Referências

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