This paper examines the creation and transfer of knowledge within the university-company, has been selected for both UEPG. The results found identified the importance of structural factors in the relationship and support the creation and transfer of knowledge.
Justificativa
No entanto, a literatura pode avançar ainda mais no que diz respeito ao processo de criação e transferência de conhecimento nas relações Universidade-Sociedade. Nessa perspectiva, o objetivo desta pesquisa é estudar a relação Universidade-Sociedade no contexto focado na criação e transferência de conhecimento no setor agrícola.
Objetivos
Objetivo geral
Considerando esse cenário, esta pesquisa envolve examinar um estudo de caso existente onde uma universidade proporciona um relacionamento mais próximo com empresas e sua propensão para criar conhecimento organizacional. Considerando a importância da inovação tecnológica no contexto científico e empresarial, é necessário fortalecer o relacionamento entre universidades e empresas no Brasil, para que as potencialidades dessas organizações sejam combinadas para fortalecer o desenvolvimento socioeconômico e tecnológico, utilizando Etzowitz e Plonski como base e estudando assim a relação Universidade-empresa e outros modelos de relações colaborativas, pelo que esta investigação foi orientada pelo seguinte problema de investigação: como a relação universidade-empresa surge na criação de um contexto de criação e transferência de conhecimento no sector agrícola.
Objetivos específicos
A Criação do Conhecimento Organizacional
Para Silva (2004), a internalização é entendida como a transformação do conhecimento explícito da organização em conhecimento tácito do indivíduo. Existem cinco condições para a criação de conhecimento no nível organizacional que promovem a espiral do conhecimento (NONAKA; TAKEUCHI, 1997, p. 83).
Transferência do Conhecimento
A Universidade e o desenvolvimento do conhecimento
Hoje, sem renunciar ao valor inestimável do conhecimento acumulado, é necessário ter em conta a dinâmica da transformação. Lucchessi (2002) entende que hoje a academia é responsável pela criação da maior parte dos novos conhecimentos que enriquecem o nosso mundo a cada dia.
A Relação Universidade-Empresa e o Modelo Hélice Tríplice
- O Governo como promotor de política pública voltada a relação Universidade-
- A Universidade empreendedora
- A busca pela inovação tecnológica
- Relação Universidade-Empresa: barreiras e facilitadores
Estas decorrerão no quadro de um novo contrato social entre a universidade e a sociedade, dinâmica em que o papel de participação mais activa no processo de desenvolvimento económico será reservado às primeiras. Os autores destacam que o fator com maior evidência de influência na gestão do processo de desenvolvimento de produto é o grau de inovação do projeto.
Visão Geral dos Tópicos Abordados
A empresa tem pouca cooperação com universidades por uma série de razões: as pequenas empresas não investem em tecnologia, pois os programas de apoio governamental são demasiado burocráticos e inadequados para as pequenas empresas; uma grande empresa realiza pesquisas internas; Com o objetivo de contribuir para a formação de um sindicato mais equilibrado, Porto (2000) descreve os fatores atenuantes que influenciam o processo de tomada de decisão. O fortalecimento da comunicação entre as universidades, a construção de canais de comunicação baseados nas capacidades científicas e tecnológicas existentes é também um acelerador que se fortalece ao longo dos anos;
A manutenção de mecanismos que permitam o acompanhamento e a gestão dos contratos de cooperação por ambas as organizações tende a ser cada vez mais melhorada, facilitando a avaliação e a tomada de decisões, tanto por parte da Universidade como da empresa (PORTO, 2000). Inicialmente é apresentada a caracterização do estudo, seguida do desenho da pesquisa e dos elementos de análise.
Caracterização do Estudo e Elementos de Análise
Ao analisar a dimensão de criação e transferência de conhecimento organizacional, objetivamos identificar as categorias mencionadas na Tabela 02 de criação e transferência de conhecimento organizacional adotadas entre a empresa e a Universidade. Quanto aos fatores que interferem no processo de relacionamento Universidade-Sociedade, será questionado aos autores quais são os obstáculos que inviabilizam uma relação U-E mais intensa, e o que, talvez, possa facilitar essa relação na criação e transferência de conhecimento organizacional.
Coleta de Dados
Pela peculiaridade dessa relação, a localização interna busca entender o benefício para a Universidade e para a empresa no desenvolvimento de um Campo Experimental dentro de uma Estação Experimental Universitária.
Análise de Dados
Apresentação das Organizações Estudadas
- Universidade Estadual de Ponta Grossa – UEPG
- Fazenda-Escola Capão da Onça – FESCON
- BASF - the Chemical Company (BASF S/A)
- Centro Experimental Avançado BASF– Ponta Grossa
- Localização Interna
Esses fatos refletem os últimos anos de investimento na estrutura e organização do pátio escolar “Capão da Onça”. A segunda questão colocada ao investigador, ao administrador do pátio e ao responsável técnico da empresa foi quais são os possíveis processos informais dentro da relação U-E, pelo que as suas opiniões são apresentadas na tabela 5. 2) Quais são os possíveis processos informais dentro desta relação. Essa lógica é trazida pelas empresas, mas conforme relato do administrador da fazenda-escola: É sempre do interesse da universidade manter essas parcerias.
Ainda na perspectiva do administrador da escola agrícola, o fato da UEPG ter firmado convênio com uma empresa do porte da Basf The Chemical Company foi uma atitude extremamente positiva, gerando credibilidade para a escola agrícola. O gestor da fazenda escola foi bastante objetivo e afirmou que não há desvantagens para a universidade e para a empresa e que, por se tratar de um acordo, pode ser rescindido a qualquer momento, desde que seja do interesse da universidade ou a empresa. Empresa..
Criação e Transferência do Conhecimento Organizacional
Criação do conhecimento organizacional
Atualmente o grupo de pesquisa está trabalhando em um projeto para tentar patentear algo através do escritório de inovação, isso mostra que na primeira etapa do processo de criação do conhecimento organizacional, o compartilhamento do conhecimento tácito é limitado devido ao fato da informação ser confidencial ( NONAKA, 1991; NONAKA; TAKEUCHI, 1997; SILVA, 2004). A segunda etapa no processo de criação de conhecimento organizacional é repensar os conceitos existentes e, nas palavras do pesquisador, ter uma mente aberta torna mais fácil para os pesquisadores repensarem os conceitos existentes e a regressão nunca poderá acontecer. Nesta terceira fase do processo de criação do conhecimento organizacional, quando surge um novo conceito, ele deve ser justificado, onde a organização decide se vale a pena perseguir o novo conceito ou não (NONAKA, 1991; NONAKA; . TAKEUCHI, 1997; SILVA, 2004).
O papel da organização no processo de criação do conhecimento é fornecer um contexto apropriado para facilitar as atividades da equipe e para criar e manter o conhecimento no nível individual e organizacional (SILVA, 2004). Na quarta etapa do processo de criação do conhecimento, onde algo tangível ou concreto pode ser criado e o pesquisador relata que isso acontece, após a criação do escritório de inovação, a Universidade concordou com o processo de patenteamento.
Transferência do conhecimento
Neste relatório é identificável que a empresa que a Universidade procura para construir projetos em conjunto e quando o acordo é assinado são definidas cláusulas sobre propriedade intelectual, segredo industrial e principalmente sobre o processo de transferência de tecnologia, portanto uma decisão conjunta. Entendendo esse relato do administrador da fazenda escolar, tudo é determinado pelo acordo firmado, onde um termo de compromisso é assinado por ambas as partes, entrando em pleno acordo e desta forma o processo de implementação passa a ser uma etapa informal dentro do processo de transferência de tecnologia, por causa do prazo informar apenas a decisão de transferência. Em relação ao processo de adaptação, considerado a terceira fase da transferência de conhecimento, o pesquisador relata que acredita que o monitoramento é feito quando o conhecimento é transferido, e que é necessário obter feedback tanto da Universidade quanto da empresa, tendo ele como principal personagem do contato..
Desta forma, contribui para a comercialização de um produto já formado e o feedback dos produtores, pesquisadores e vendedores é importante para uma melhor percepção, portanto a participação no processo de ajuste é essencial para a obtenção de feedback. Quanto à fala do gestor da fazenda escolar, o processo avaliativo ocorre durante o projeto de pesquisa. Mais importante ainda, independentemente do resultado, a empresa passa a confiar na universidade pela forma como mantém relacionamento com a empresa e com o próprio projeto de pesquisa.
Fatores Intervenientes: Barreiras e Facilitadores
Barreiras
Segundo a Basf The Chemical Company, a avaliação de novos conhecimentos é feita por meio de amostras e buscando feedback de pesquisadores, fornecedores, clientes e identificando o que o mercado busca por meio de estudos de marketing. Sobre as barreiras na relação universidade-empresa, o pesquisador acredita que a barreira vem da própria universidade, através de gestores, profissionais e professores, e é descrita como um “viés” na criação de relacionamentos com empresas principalmente multinacionais. Na contribuição do gestor da fazenda escolar, ele relata que a universidade representa parte do estado do Paraná, tanto a universidade quanto a empresa possuem direitos e obrigações que devem ser cumpridas, pois se trata de uma relação entre um órgão público e um iniciativa privada que não permite um ‘caminho pequeno’, onde o cumprimento da lei é extremamente necessário, o que por vezes se torna uma barreira devido à burocracia do aparelho estatal que a universidade acaba por carregar consigo.
Em relação à Basf, a The Chemical Company relata que os obstáculos são de natureza pessoal, problemas de relacionamento e obstáculos de interesse, onde ambas as organizações estão apenas defendendo seus próprios interesses. Para ultrapassar os obstáculos mencionados é necessário criar uma nova imagem de empresas para professores e investigadores da universidade e dar sentido a todo o conhecimento que se desenvolve na universidade, de acordo com o conceito de universidade empreendedora, onde a criação de uma visão estratégica visa transformar o conhecimento criado pela universidade em valor social e económico.
Facilitadores
Na primeira seção são apresentadas as principais conclusões da pesquisa, demonstrando como os objetivos específicos da tese foram alcançados e como contribuíram para o alcance do objetivo geral. Os limites da pesquisa também são apresentados e na seção seguinte sugestões para pesquisas futuras.
Conclusão
Conseguiu demonstrar que os interesses da universidade e os interesses da empresa são semelhantes em termos de criação e transferência de conhecimento. O segundo objetivo da pesquisa foi mostrar como o conhecimento é criado e transferido na fazenda escola da Universidade. O terceiro objetivo pretendia descrever o processo de transferência de conhecimento, manifestado através da dimensão organizacional da transferência de conhecimento.
Ao descrever a fase de implementação do conhecimento transferido, o mesmo acontece de forma informal, como descrevem os relatórios, começando pelo processo de adaptação, há um controle preciso, o estabelecimento de contato direto do pesquisador entre a universidade e a empresa, e por fim, o processo de Avaliação do conhecimento transferido é criado durante a implementação do projeto de pesquisa. Para a gestão eficaz do processo de criação e transferência de conhecimento organizacional é importante uma equipe de especialistas, que seja capaz de reduzir as diferenças que possam surgir ao longo do processo de relacionamento.
Limitação da Pesquisa
Para que a Universidade facilite o processo de cooperação, a burocracia existente deve ser reduzida para que a carga burocrática excessiva não dificulte ou atrapalhe o desenvolvimento de pesquisas conjuntas, portanto devem ser feitos esforços para incentivar reuniões e discussões entre especialistas do setor privado. setor e universidades. , a fim de aumentar as possibilidades de futuras integrações e compreender melhor o que está sendo desenvolvido nos diferentes centros ou quais são as necessidades de pesquisa existentes, e também para reunir representantes das instituições em um diálogo verdadeiramente produtivo.
Sugestões para Pesquisas Futuras
Ações estratégicas alternativas para promover a interação universidade-empresa através de escritórios de transferência de tecnologia. Processo de colaboração universidade-empresa para inovação tecnológica em parque tecnológico: evidências empíricas e proposta de modelo conceitual.