Tal resposta nos permitirá ter uma intervenção substancial nos processos relacionais das políticas públicas voltadas para a educação sexual. Este trabalho tem como objetivo compreender as políticas públicas voltadas à educação sexual de adolescentes e jovens, dirigidas pelas secretarias competentes a nível municipal em Balneário Camboriú.
POLÍTICAS PÚBLICAS – um breve relato
Neste momento, as políticas sociais visam os interesses dos grupos mais necessitados, ou seja, as políticas públicas perdem o seu caráter universal e tornam-se políticas focadas (CUNHA e CUNHA, 1999; ARRETCHE, 2002). Essas políticas públicas foram estabelecidas com base em “estratégias reformistas”, a sociedade passou a usufruir de benefícios antes não experimentados.
ESTABELECENDO POLÍTICAS PÚBLICAS
Além disso, a avaliação pode contribuir para a sustentabilidade de todas as atividades de controle interno e externo por parte das instituições públicas e da sociedade, trazendo maior transparência às ações governamentais (FIRM 2009). Além disso, a avaliação pode contribuir para a sustentabilidade de todas as atividades de controle interno e externo das instituições públicas e da sociedade, trazendo maior transparência às ações governamentais (BELLONI, 2000).
SEXO E SEXUALIDADE: um contexto de estudo
Neste ponto, a preocupação com o sexo deixa de ser um discurso limitado, regulado, para passar a um discurso diverso nas suas formas, pronto a expandir-se na sua essência. Grandes mudanças ocorreram na década de 1960, quando a diversidade dos movimentos juvenis exigia liberdades e atitudes que antes não existiam.
FAMÍLIA ENQUANTO AGENTE DE EDUCAÇÃO SEXUAL
No final das contas, você ganha um novo espaço ao seguir os padrões estabelecidos pela sociedade. 7 Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS, 1964, apud FREITAS, 2004, p. 17), a fase da adolescência é o período da vida em que emergem as características sexuais secundárias para a maturidade sexual, em que a vida psicológica se desenvolve em seu padrão desde a infância à idade adulta, e em que ocorre a transição do estado de total dependência socioeconómica para a relativa independência.
EDUCAÇÃO SEXUAL: uma proposta de atuação nas políticas públicas
Na década de 1980 surgiu a educação sexual “descompressiva-terapêutica”, que defendia uma atitude liberal em relação à condição feminina (NUNES e SILVA, 2000). É através de uma proposta de política pública bem elaborada sobre educação sexual que nós, juntamente com a família, podemos despertar a consciência crítica entre adolescentes e jovens na sociedade atual.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS E LOCUS DE ESTUDO
Nossa pesquisa refere-se a um estudo de políticas públicas que enfocam a sexualidade e suas representações, voltadas aos agentes públicos municipais de Balneário Camboriú, visando um plano educativo de prevenção, gerado a partir das secretarias de desenvolvimento e integração social (secretaria de assistência e juventude). ) e Departamento de Saúde (Centro Integrado Solidariedade e Saúde – CISS) em colaboração com o Departamento de Educação. Referimo-nos às secretarias de desenvolvimento e inclusão social (Ministério da Ajuda e Juventude), à secretaria da saúde (Centro Integrado Solidariedade e Saúde – CISS) em parceria com a secretaria da educação.
COLETA DE DADOS E APRECIAÇÃO DOS RESULTADOS
O projeto “Educavida” foi desenvolvido em 27 escolas da cidade de Balneário Camboriú, onde os professores dividem as escolas para implementá-lo. Como mediadores de informação, qual a representação dessas informações para os agentes diretamente envolvidos nos projetos de educação sexual realizados na cidade de Balneário Camboriú? Inicialmente, conforme mencionado anteriormente, buscamos um estudo quantitativo das políticas municipais de educação preventiva na cidade de Balneário Camboriú.
Para tanto, utilizamos como instrumentos de coleta de dados a aplicação de um questionário de entrevista semiestruturado baseado na percepção de agentes públicos de secretarias congêneres da cidade de Balneário Camboriú, como mediadores de informações e qual é a representação dessas informações . para os agentes diretamente envolvidos nos projetos de educação sexual em execução na cidade. Para melhor compreensão do contexto estudado é necessário apresentar o município de Balneário Camboriú. Segundo entrevista concedida ao Patrimônio Histórico de Balneário Camboriú – (MENPI, relata o Sr. Olvio Mafra Cardoso (1º intendente do município): “A emancipação trouxe muitas mudanças.
DADOS GERAIS SOBRE GRAVIDEZ E HIV/AIDS EM SANTA CATARINA
Notamos em Santa Catarina a partir de 1989 essa mudança no perfil epidemiológico que surgiu em decorrência. Após a estabilização do programa de saúde e prevenção nas escolas catarinenses “que trabalha a temática da saúde sexual e reprodutiva”, a partir de 2003 vivenciamos um equilíbrio na faixa etária entre 10 e 19 anos. A epidemia do vírus HIV em Santa Catarina atinge predominantemente a região litorânea do estado, mais precisamente nos municípios de Florianópolis, Itajaí e Balneário Camboriú.
O estado de Santa Catarina experimentou um pequeno aumento nas taxas até 2002, e a partir deste ano o estado começou a acompanhar o declínio nacional. Dados epidemiológicos sobre aids segundo a distribuição espacial do Estado de Santa Catarina no período de 1984 a 2008. A seguir consideramos o número de nascidos vivos de mães entre 10 e 14 anos e entre 15 e 19 anos, discriminados por dados macroeconômicos . região do estado de Santa Catarina em 2008.
EDUCAÇÃO SEXUAL POSITIVA
Os adolescentes voluntários ministram educação sexual de forma descontraída, não por meio de palestras, mas em forma de debates. Ações voltadas à saúde, baseadas na prevenção, praticadas de forma coerente, capazes de atingir cada sociedade de acordo com a sua realidade, desenvolvendo o pensamento crítico, são medidas adequadas capazes de suprimir o desenvolvimento de tais situações.
SEXO OU SEXUALIDADE/FOCO EDUCAÇÃO SEXUAL
Segundo Barroso e Bruschini (1983), foi a partir de meados do século XVIII que a primeira preocupação com a educação sexual foi manifestada pelos educadores dos países ocidentais no Brasil, as primeiras manifestações ocorreram a partir da segunda década do século XX. Desde então, questões em torno da educação sexual têm sido discutidas, ora com mais ênfase, ora com menos. O educador envolvido nesta tarefa possui formação específica para atuar na educação sexual em nível escolar.
Por outro lado, fica claro para nós o interesse do informante “E” por uma educação sexual de qualidade pautada por significados, sem dúvidas, preconceitos e tabus. Verificamos através dos relatos dos entrevistados, questionados sobre outros trabalhos desenvolvidos em torno da sexualidade, que a maioria deles nunca havia participado de nenhum projeto voltado à educação sexual. Verificamos, por outro lado, que apenas um dos atores envolvidos já havia participado de trabalhos de educação sexual.
A FAMÍLIA ENQUANTO EDUCADOR SEXUAL
Nesse sentido, os discursos são limitados, baseados em questões biológicas, levando em conta o modelo tradicional de abordagem da prática sexual de seus filhos, enfatizando sua idade e responsabilidade (NUNES, 1997). Por sua vez, o MEC enfatiza a necessidade de abordar o tema da sexualidade com maior ênfase, incluindo a educação sexual nos parâmetros curriculares (Santa Catarina, 2002). A partir deste momento, a família passa a ter um parceiro na educação sexual dos filhos, parceiro que deve ser especializado, treinado e competente no assunto.
A parceria entre pais e educadores escolares contribuirá positivamente para a educação sexual do adolescente, que empodera o adolescente e leva à sexualidade positiva, sem restrições ou preconceitos. Se analisadas as falas, percebe-se que os projetos se distanciam da família, como se a família não fizesse parte do “conjunto desse trabalho” (no sentido figurado). Como vimos anteriormente, quando as pessoas estão longe de elementos adequados, ficam propensas a uma “situação de risco”, que pode deixá-las vulneráveis num determinado contexto.
ADOLESCENTE/ADOLESCÊNCIA
Informante “B”: Em geral as meninas têm mais vergonha de fazer perguntas, não gosto disso, muitas escolas pedem para separar meninos e meninas, embora eu não ache certo. Informante “C”: Esse adolescente é o adolescente da sociedade moderna, tem uma vida sexual muito ativa e começa muito mais cedo, tem tudo ao seu alcance, tecnologia e informação. Informante “D”: O momento é outro momento, nesse momento onde eles estão, eles vieram lá para aprender, acho apropriado parar e explicar sobre camisinha, sobre gravidez.
Informante “D”: Esse é outro momento, nesse momento que eles vieram lá para aprender, acho oportuno parar e explicar sobre camisinha, sobre gravidez. Ao lermos o depoimento do informante “C”, encontramos em sua resposta um profissional astuto, que se mostra um adolescente determinado, positivo, sem conflitos, dúvidas ou preocupações em sua adolescência. Percebemos na fala do informante “E” um adolescente com postura diferente da do informante “C”.
MOTIVAÇÃO
Informante “A”: Acredito que nessa idade da adolescência a gente consegue passar conhecimento para eles, passar informações que gerem conhecimento relacionado ao cuidado em saúde e isso pode refletir no seu comportamento relacionado à saúde. Então se a gente conseguir agir nessa idade e fazer o trabalho compensar, ensinar às crianças o que fazer para se cuidar, para se prevenir, quer dizer, nessa idade eu acho que elas têm mais chances de serem preventivas para continuarem exibindo comportamentos. no futuro.. Informante “B”: Gosto muito de trabalhar, fico feliz em ver as dúvidas deles e ver o retorno de algo que estamos trabalhando com eles.
Informante “C”: Exatamente o que estou falando sobre o efeito (..) são pessoas que seriam machucadas e por causa da nossa intervenção a pessoa deixou de se machucar naquele momento. Informante “E”: Poder fornecer esse tipo de informação me é dado como informação privilegiada. Informante “A”: Acho que nessa idade a gente pode dar conhecimento para eles, dar informações que gerem conhecimento, sobre os cuidados com a saúde e isso pode se refletir no comportamento deles em relação à saúde, principalmente na prevenção da AIDS.
PROFISSIONAIS
Informante “E”: Só eu diretamente, quando preciso de um apoiador que nem sempre é o mesmo, quem estiver disponível vai comigo. Informante “A”: (..) Os multiplicadores que são nossos profissionais, eles vão, apoiam quando tem que ir, ajudam quando tem que ir. Informante “E”: (..) quando preciso de um apoiador que nem sempre é o mesmo, quem estiver disponível vai comigo.
Informante “E”: Eu trouxe o projeto e sou o único envolvido, então não tem critério (..) sou o coordenador e implementador do projeto. Informante “B”: Sim, no início do ano a gente tem um planejamento do que vamos fazer, fazemos uma cópia e mandamos para as escolas. Informante “E”: Esse projeto nasceu de uma conferência que fui em São Paulo em 2006, conheci o trabalho feito pela UNB lá em Brasília.
CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS, POLÍTICAS E SOCIAIS – CEJURPS PROGRAMA DE MESTRADO PROFISSIONAL EM GESTÃO POLÍTICA. Você está convidado a participar de uma pesquisa qualitativa que investigará a educação em sexualidade como política pública voltada para adolescentes de 13 a 19 anos. Nossa investigação acontecerá na cidade de Balneário Camboriú, direcionada às Secretarias de Desenvolvimento e Inclusão Social (Departamento de Assistência e Juventude) e à Secretaria de Saúde (Centro Integrado Solidariedade e Saúde – CISS) em parceria com a Secretaria de Educação com foco na sexualidade e suas consequências direcionado a um plano de educação para prevenção.
As pessoas que participarão do processo serão a aluna do Programa de Mestrado Profissional em Gestão de Políticas Públicas, Simone Schmidt Toledo Chiarini, orientada pela professora Dra. Declaro que fui informado sobre todos os procedimentos da pesquisa e que os recebi de forma clara. e fornecer todas as explicações relevantes para o projeto e que todos os dados que me dizem respeito serão confidenciais.