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V. 13 N. 2 – 2018

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Academic year: 2023

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Anizio Gavião Filho - Fundação Escola Superior do Ministério Público (RS) Ingo Wolfgang Sarlet - Papeška katoliška univerza Rio Grande do Sul (RS). Rogerio Gesta Leal – Fundação Escola Superior do Ministério Público (RS) Lenio Luiz Strecr – Universidade do Vale do Rio dos Sinos (RS).

ENFRENTAMENTO E PREVENÇÃO DA CORRUPÇÃO

UMA ABORDAGEM A PARTIR DA JUDICIALIZAÇÃO DOS CONFLITOS SOCIAIS

Resumo

Abstract

Introdução

Desta forma, Luhmann argumenta que a função do direito não é necessariamente garantir a paz social, mas sim manter as expectativas normativas na vida, apesar das violações das normas legais. Atualmente, o surgimento de práticas corruptas acelera ainda mais a desestabilização da sociedade, gera incerteza, desconfiança no futuro e ainda mais conflitos, e aumenta as expectativas em relação à lei.

O conflito como expressão da natureza humana

Portanto, existe um dualismo inerente ao homem e às relações sociais que se traduz em associação e dissociação, continuidade e descontinuidade, forma e matéria. Portanto, é fundamental encontrar alternativas compatíveis com a necessária adequação temporal, entre o conflito gerado pela corrupção e a resposta para enfrentá-lo, com vistas à prevenção e à responsabilização, devido ao esgotamento da via processual.

O enfrentamento da corrupção sob o paradigma da judicialização

O pano de fundo que penetrou nos fatos é uma série de supostos atos de corrupção no ambiente político. Ressalte-se que foi absolvido por maioria no Supremo Tribunal Federal pela suposta prática de corrupção.

Práticas alternativas complementares ao processo no enfrentamento da corrupção

A utilização dos institutos do acordo de confissão e do acordo de leniência pode representar alternativas ao problema da resolução de conflitos e à sua inércia, o que também contribui para a melhor eficiência defendida nos tempos modernos e representada pelo pensamento de Ferrajoli quando afirma que dois princípios que fundamentam sua teoria da Criminoso. garantia (CALABRICH; FISHER; PELELLA, 2004)3, o princípio da retribuição ou punição consecutiva em relação ao crime cometido e o princípio equivalente à “[..] ultima ratio”. (FERRAJOLI, 2000, p. 203-204). Esse caminho pode ser representado, especialmente naquelas questões de intensa relevância social, pelas novas instituições do acordo de delação premiada e do acordo de leniência.

A existência de uma política criminal voltada ao estímulo à colaboração e

Diante da realidade da superlotação dos tribunais, da judicialização massiva e da intensidade dos conflitos sociais, em meio à dinâmica de intensa circularidade e atrito nas relações humanas que vivenciamos, é preciso buscar alternativas adequadas aos propósitos da solução. abordagem harmoniosa, consensual e dialógica dos conflitos, o que representa um amortecedor contra a judicialização.

No caso do crime de comer em restaurante, hospedar-se em hotel ou utilizar meio de transporte sem ter meios para pagar, o juiz poderá, dependendo das circunstâncias, deixar de aplicar a pena (artigo 176, par único). No crime de sequestro de incapaz, se o menor ou o interdito não tiver sofrido maus-tratos ou privações, o juiz pode deixar de aplicar a pena (artigo 249.º, n.º 2).

A legitimidade constitucional, ética e moral dos institutos da colaboração

Quanto ao acordo de leniência, ele surgiu na legislação nacional, primeiramente através da Lei nº. em seus artigos 86 e 87, que estruturam o sistema brasileiro de defesa da concorrência. São, portanto, instrumentos com conteúdo moral e ético de extremo valor, do ponto de vista social.

Marques destaca que nos deparamos com duas opções ao analisar a idoneidade e validade das instituições de liquidação e do acordo de leniência. Além disso, as instituições de negociação de penas e acordos de clemência garantem que o comportamento aberrante possa ser resolvido de forma harmoniosa e menos drástica.

Considerações finais

Negar o valor das instituições de negociações premiadas e negociações premiadas é obrigar os agentes que cometem crimes graves a serem punidos e a cumprirem sanções se o Estado, pelos seus próprios meios, fornecer provas suficientes para esse efeito. Tais oportunidades podem ser representadas pela expansão de institutos de cooperação premiados e acordos de flexibilização, também promovidos por organismos internacionais.

PUBLICIDADE EXTERNA DO PROCESSO PENAL TANTO PARA PESSOAS PÚBLICAS COMO

TO THE EXTERNAL PUBLICITY OF THE CRIMINAL PROCEEDINGS FOR PUBLIC AS

Considerações sobre os públicos interno e externo do processo de justiça criminal ajudarão a compreender as limitações legais, convencionais e constitucionais do imbróglio percebido. A publicidade externa dos processos penais será examinada em conexão com a interferência da mídia nos processos penais para verificar a proteção do direito à privacidade processual com o objetivo de limitar violações não mensuráveis ​​dos direitos de pessoas públicas e anônimas.

O cometimento do delito e os interesses/

A vítima, que não lutou mais contra a guerrilha para cumprir seus direitos, encontra-se à margem do conflito entre meados e finais do século XII, oportunidade em que entra um personagem inédito: o promotor. Este curioso personagem, que surge na Europa por volta do século XII, aparecerá como o representante do soberano, rei ou deus.

Considerações sobre a publicidade interna e externa

Portanto, para ser exercida de forma constitucional, a liberdade de imprensa deve ser exercida de forma compatível com os direitos do indivíduo, como a intimidade, a vida privada e a honra. Recapitulamos nossa trajetória: (i) a publicidade apareceu na questão penal como forma de garantia ao investigado/acusado, mas (ii) foi distorcida pelo uso da indústria cultural e hoje se revela como contraforte para o cidadão .

Limitações convencionais e constitucionais sobre a publicidade

De acordo com o artigo 5º, inciso LX, da Constituição, “é autorizada a restrição à publicidade quando forem defendidos a privacidade ou os interesses sociais”, ou quando o “interesse público assim o exigir” – artigo 93, inciso IX. A legislação infraconstitucional também prevê essa matéria, restringindo a publicidade quando “puder surgir escândalo, grave transtorno ou perigo de desordem”, conforme artigo 792, § 1º, do Código de Processo Penal.

Distinção entre a figura pública e o sujeito comum: é possível?

Ao justificar a protecção concedida ao indivíduo ofendido, o Tribunal observou que “os particulares não são apenas mais vulneráveis ​​do que os funcionários públicos ou figuras públicas; eles também merecem mais compensação"36. As pessoas que não têm vida pública ou notoriedade gozam de uma proteção mais ampla da sua privacidade39.

Publicidade e segredo de justiça

A harmonização necessária da aparente contradição consiste em interpretar a possibilidade de exclusão dos partidos também de acordo com a constituição, ou seja, quando impõe a proteção da privacidade ou dos interesses sociais. Conclui-se que o primeiro valor a ser preservado neste conflito é o direito à informação, e só então o direito à privacidade e aos interesses sociais, se houver, poderá ser protegido em segredo processual.

Conclusão

Cabe perguntar, dada a questão penal em análise, qual é o verdadeiro direito fundamental a ser privilegiado pela nossa região quando o assunto é a questão penal: a liberdade de imprensa (que só se compromete com seus interesses econômicos) ou a intimidade (que pode, se não for realizado, causar a deterioração do indivíduo devido a uma ação excessiva da mídia, estigmatização dele e de seus familiares, da miséria a que pode ser submetido e, tudo em decorrência da tendência que o acompanhará até sempre dentro de seu círculo social). CARVALHO, Luis Gustavo Grandinetti Castanho de - Liberdade de informação e direito difuso à informação verdadeira, 1994, Editora Renovar, Rio de Janeiro.

O PAPEL DO JUIZ NO LITÍGIO DE INTERESSE PÚBLICO

Este tipo de demandas cuestionan las ideas sobre el papel de los magistrados en el proceso y requieren una reconsideración. El artículo concluye con algunas propuestas orientadoras para un cambio de paradigma en el ejercicio de la jurisdicción.

Introducción

La jurisdicción colectiva

Fenómeno que parece haber sido plenamente establecido en la realidad por los ordenamientos jurídicos constitucionalizados, basados ​​en la revisión de las cuestiones políticas.4. Esto es especialmente cierto al establecer en el proceso judicial condiciones que permitan, como mecanismo epistémico adecuado, entrar en la discusión de este tipo de cuestiones, sin menoscabar la necesaria consideración ni el autocontrol del poder judicial.

Este modelo del juez y del derecho en general se caracteriza por cuatro elementos: un monismo jurídico, tipificado por la unidad de las fuentes del derecho (ley, código e incluso la Constitución) y un monismo político, definido por la soberanía estatal. Así, mientras que para Dworkin Hermes privilegiaría la voluntad del legislador, en cambio, para Ost, este juez construye el significado de los textos normativos a partir de la integración de diferentes fuentes como la jurisprudencia, las costumbres, las convenciones internacionales, los principios generales. de Derecho y Doctrina entre otros.

Algunas conclusiones propositivas

En este sentido, véase Fiss, Owen, Los fundamentos sociales y políticos del arbitraje, en El derecho como razón pública, Marcial Pons, Madrid, 2007, pp. 77-88 (78). Bickel, Alexander M., La rama menos peligrosa: la Corte Suprema en el Colegio de Abogados de Política, segunda edición, New Haven, Yale University Press, 1986; Niño, Carlos S., La Constitución de la Democracia.

JUDICIALIZAÇÃO E DO ATIVISMO JUDICIAL NO DIREITO PREVIDENCIÁRIO: UM ESTUDO SOBRE O CASO QUE

Foi utilizado como base do estudo o RE 631.240, que trata da (des)necessidade de solicitação administrativa prévia em medidas assistenciais para apuração do “interesse em agir”3. A decisão do Supremo Tribunal Federal no Recurso Especial 631.240 – registrado como “Tópico 350” do Tribunal – que tratou da necessidade de exigência administrativa prévia em medidas previdenciárias, culminou na dedicação teórica de determinado critério de decisão para o referido impasse.

Contextualização normativa e jurisprudêncial acerca do

O Tribunal Regional Federal da Região I, por exemplo, havia homologado o entendimento12 segundo o qual o pedido administrativo preliminar de benefício previdenciário é desnecessário para a apresentação da ação judicial correspondente. O Tribunal Regional Federal da 4ª Região avaliou o contrário15, ao consolidar a tese de que, no âmbito de sua competência, a condição para ajuizamento da ação era o pedido administrativo preliminar de benefícios previdenciários.

Procedimentalismo x substancialismo: as diferentes posturas do poder judiciário no

Contudo, em nossa opinião, um prévio esgotamento da via administrativa (com recusa do benefício postulado) não terá o efeito de impedir o processamento da reclamação nos tribunais, uma vez que o cidadão é titular do direito fundamental - estes são as regras do jogo - causar lesão ou ameaça à efetivação do seu direito ao conhecimento do Poder Judiciário. A jurisprudência dedica-se ao conhecimento das normas jurídicas (e não à sua aplicação), onde o conhecimento é transmitido por métodos lógicos e sistemáticos desenvolvidos no ambiente de uma teoria pura.

Assim, o estado democrático de direito brasileiro clama por um Judiciário consciente da necessidade de atuar para concretizar os direitos fundamentais, mas que opere nos estreitos limites da disciplina constitucional, como estatuto disciplinar para o jurídico e político. A exigência de pedido administrativo preliminar de benefícios previdenciários para ajuizamento de uma ação judicial: uma abordagem jurídica.

CONSTITUCIONALISMO (OLIGÁRQUICO Y DE LOS NEGOCIOS) Y DEMOCRACIA (SIN DEMÓCRATAS) EN EL

OLIGRACTIC AND BUSINESS) AND DEMOCRACY (WITHOUT DEMOCRATS) IN THE CONTEMPORARY

Resumen

In the context of the constitutional law of states, this paper analyzes the current prevailing paradigm of the concepts of human rights, democracy and constitution. From a series of working hypotheses, from processes that develop at the global level and through certain devices and notions, the article condemns and calls for the way in which both human rights, as well as democracies and protective constitutions guaranteeing fundamental rights, are circumscribed, curtailed, reduced and emptied of content to the detriment of the majority of humanity and benefiting a powerful and cynical minority who dogmatically generalize the interests of the capitalist market as the sole criterion of truth.

Introducción. Tres procesos de debilitamiento y vaciamiento de

Una primera tendencia se caracteriza por procesos bastante flagrantes de democratización de la democracia, entendida como poder real del pueblo y para el pueblo. Cada vez hay menos lugares donde los ciudadanos puedan tomar decisiones de forma participativa y eficaz.

El minotauro que llevamos dentro y el falso universalismo de occidente

La Revolución haitiana demostró que representa un todo falso durante su nacimiento y desarrollo, castrado, roto y dividido mediante una lógica sacrificial expresada a través de la explotación salvaje de los esclavos sobre la que construyó su poder económico. Es decir, la sociabilidad cotidiana de Occidente combina el trato a la humanidad considerando la superioridad e inferioridad de ciertos grupos.

Derechos humanos menguados, reducidos y/o vaciados

Por eso, insisto en que la universalidad de los derechos humanos se construye sobre discursos construidos desde arriba que defienden la inclusión teórica de todas las personas, pero sobre la base trágica y sospechosa de exclusiones concretas, individuales y colectivas que se multiplican contra quienes no son nacionales. los ciudadanos de sus países son considerados constitucionales y legales. Los derechos humanos se vacían y dejan de entenderse y practicarse como marco u horizonte de apertura y disfrute de espacios de reconocimiento efectivo de la existencia y de las cualidades sociomateriales vitales, en una relación mutua de respeto al medio ambiente y a la naturaleza en general.

Democracias minimalistas y sin demócratas

Debido a la reducción de la democracia a elecciones, la participación ciudadana y social no se fortalece y queda fuera del tiempo y espacio de las convocatorias electorales (GALLARDO, 2007b). Dentro de la nueva fase del capitalismo, los procesos de democratización están subordinados a las reglas de la sociedad de mercado.

Constitucionalismo, poderes instituyentes oligárquicos, sub-ciudadanía y

No es que el poder constituyente desaparezca tras la institucionalización constitucional de los estados, sino que permanece camuflado y silencioso. Se oculta la dimensión oligárquica del poder constituyente, creando la sensación de un pacto social pactado por el poder popular original que delega en los poderes establecidos (SÁNCHEZ, 2015; MÉDICI, 2016).

Algunas propuestas para ampliar la mirada desde la dimensión instituyente de los

Debe ser también una forma de ser en la vida y un estilo de existencia que no se reduzca sólo al mundo público, sino a todos los ámbitos de nuestra vida: mundo familiar, mundo laboral, producción y distribución de bienes. , etc. Además, las constituciones legitimadas con democracias populares genuinas, participativas e institucionales enfrentan mejor los efectos minimalistas, reducidos y estrechos de un sistema de garantías de derechos humanos basado únicamente en órganos estatales, legislativos, judiciales y ejecutivos.

A modo de apertura

Departamento de Publicaciones de la Facultad de Derecho de la Universidad Autónoma de San Luis Potosí. Centro de Estudios Jurídicos y Sociales; y Facultad de Derecho de la Universidad Autónoma de San Luis Potosí.

APLICACIÓN EN PANAMA THE CONTROL OF CONVENTIONALITY AND ITS

APPLICATION IN PANAMA

The standards, principles or constitutional guidelines developed by the Inter-American Court of Human Rights through its jurisprudence and conscientious opinions are necessarily binding on the States that are part of the Inter-American System for the Protection of Human Rights. These standards, principles or guidelines that are part of the Control of Conventionality form a constitutional legal basis that must be taken into account by the States when they adapt and improve their constitutional systems and Internal Law.

Control de convencionalidad

La terminología “Control de Convencionalidad” significa una comparación entre la Convención Americana sobre Derechos Humanos o el Pacto de San José de Costa Rica y otras. La doctrina del “control de convencionalidad” surgió en 2006, en el caso Almonacid Arellano vs.

El control de la convencionalidad concentrado y difuso

Finalmente, en el caso Liakat Ali Alibux vs. Surinam (2014), la Corte Interamericana de Derechos Humanos así lo determinó. El control de convencionalidad constituye la razón de ser de la Corte Interamericana de Derechos Humanos: realizar un control de compatibilidad entre el hecho de violación (en el sentido más amplio) y la Convención Americana sobre Derechos Humanos (y sus protocolos adicionales). ).

El control difuso de convencionalidad ejercido por el poder judicial de Panama

  • ACCIÓN DE AMPARO DE GARANTÍAS CONSTITUCIO- NALES PRESENTADA POR EL LICDO. GUILLERMO
  • DEMANDA CONTENCIOSO ADMINISTRATIVA DE PROTECCIÓN DE LOS DERECHOS HUMANOS, IN-
  • JUZGADO PRIMERO SECCIONAL DE FAMILIA DE LA PROVINCIA DE CHIRIQUI
  • ACCIÓN DE AMPARO DE GARANTÍAS CONSTI- TUCIONALES PROPUESTA POR EL LIC. EDUARDO
  • ACCIÓN DE AMPARO DE GARANTÍAS CONSTI- TUCIONALES PRESENTADA POR EL LICENCIADO
  • JUZGADO PRIMERO DE TRABAJO DE LA TERCERA SECCIÓN DE CHIRIQUI
  • TRIBUNAL SUPERIOR DE FAMILIA

El juez local puede, a su discreción y tomando en cuenta las circunstancias de cada caso, ampliar su capacidad interpretativa aplicando las normas de la Convención Americana sobre Derechos Humanos y la jurisprudencia de la Corte Interamericana de Derechos Humanos, donde el Estado tiene sido una fiesta. En otras palabras, según la sentencia de la Corte Interamericana de Derechos Humanos, los órganos del poder judicial deben ejercer un control no sólo de la constitución, sino también de la convencionalidad, ex officio, entre las normas internas y la Convención Americana sobre Derechos humanos, mucha gente.

Replanteamiento del control concentrado de constitucionalidad en Panama para la

El control constitucional no puede realizarse independientemente del control de convencionalidad, debe basarse en una Constitución convencionalizada, es decir, una Constitución acorde con la Convención Americana sobre Derechos Humanos, la Jurisprudencia de la Corte Interamericana de Derechos Humanos. Sus derechos y opiniones consultivas. Finalmente, el establecimiento del control generalizado de convencionalidad ordenado por la Corte Interamericana de Derechos Humanos para los Estados generará un cambio en el derecho.

Hacia un Derecho Constitucional Commune en las Americas

Me parece que este control integral -que corresponde al "control de convencionalidad"- está entre las tareas más importantes para el futuro inmediato del sistema interamericano de protección de los derechos humanos19. El establecimiento de un auténtico "diálogo jurídico" -entre jueces nacionales e interamericanos- seguramente se convertirá en el nuevo referente jurisdiccional para la efectividad de los derechos humanos en el siglo XXI.

Conclusiones

El desafío del Control de Convencionalidad es que los Estados que forman parte del Sistema Interamericano deben evolucionar en su derecho interno hacia la aplicación directa de las normas del Derecho Internacional de los Derechos Humanos, la Jurisprudencia y las opiniones de la Corte Interamericana. - Canal de Derechos Humanos. El control de convencionalidad contribuye al proceso de armonización de los derechos humanos dentro del Sistema Interamericano y al surgimiento de un Ius Commune Constitucional Interamericano.

LAS RESPONSABILIDADES PÚBLICAS 1 PERFORMANCE OF PUBLIC RESPONSIBILITIES

Este trabajo aborda los requisitos asociados al desempeño de las responsabilidades públicas. En este último sentido, se señalan los fenómenos de corrupción, formalismo, pereza e incompetencia como los cuatro grandes males que afectan al servicio público.

Las atribuciones de responsabilidad en las prácticas normativas

En este sentido, por ejemplo, Max Weber4 contrastó lo que llamó la "ética de las creencias" (deontólogo) y la "ética de las responsabilidades" (consecuente). La idea que quiero subrayar es que la llamada ética de la "responsabilidad" pone en primer plano la importancia de las consecuencias6.

Distintos sentidos de responsabilidad

En primer lugar, señalaríamos que las declaraciones de responsabilidad están estrechamente relacionadas con la dimensión “constitutiva” (la determinación de que un determinado Estado cuenta como algo en un sistema determinado); en segundo lugar, habría declaraciones de responsabilidad que estarían predominantemente ligadas a una dimensión regulatoria o deóntica (atribución de deberes u otras posiciones jurídicas subjetivas); y finalmente también encontramos declaraciones de responsabilidad que se relacionan con la dimensión evaluativa (se trata de mostrar aprobación o desaprobación del sujeto o de su conducta). La forma gramatical habitual de estas declaraciones de responsabilidad sería: “El Sujeto X es (en general o en una ocasión particular) responsable de sus acciones”14.

Los enunciados deónticos de responsabilidad

Si miramos de cerca, los casos de declaraciones futuras, en las que la “Y” se refiere a un estado de cosas futuro a alcanzar, coincidirían con el sentido de responsabilidad que Hart llamó “responsabilidad de rol”. Estos dos aspectos de la relación de responsabilidad pueden verse respectivamente como culpabilidad y aplicabilidad (o respuesta del sistema normativo) a la creación de ese estado de cosas.

Referências

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