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v z m o o z ze z s e es e

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Academic year: 2023

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The Underground Road contradiz esta forma de contar, deslocando-a para a ficção e trazendo algumas histórias individuais para a linha de frente da acção – ficcionais, mas ainda suficientemente credíveis para encontrarmos nela os ecos de uma história infantil. - eu e nunca me lembro o suficiente. . Vencedor de vários prémios, incluindo o Pulitzer e o National Book Award, o romance de Colson Whitehead centra-se nos Estados Unidos da América, numa altura em que os abolicionistas já tinham conquistado algumas vitórias, acabando com a escravatura em certos estados do Norte, mas onde o enorme sul ainda é palco de uma das práticas mais horríveis do mundo.

NASCI NA AZINHAGA

SENTIMENTALMENTE SOMOS HABITADOS POR UMA MEMÓRIA

É uma das mais antigas feiras portuguesas e continua a cumprir a sua existência anual nos últimos dias do verão. A Feira da Luz, em Benfica

Como em todas as romarias, a devoção religiosa juntava largas

Este é o terceiro ano que venho à Luz, com estas coisas feitas por vários produtores da região de Mirandela, e os negócios vão sempre bem. E o pão vem de Mirandela todos os dias, fresco, logo de manhã." Além disso, Vítor Domingues veio da Marinha Grande para vender copos e outras vidrarias gravadas de acordo com os desejos dos clientes, como já fazia há vários anos.

Pão fresquinho de Mirandela

Os tachos de barro saem pouco

Música e teatro todos os dias

Estas são as vozes de algumas das pessoas que conheci no campo de refugiados de Souda, na ilha grega de Chios, no inverno de 2017. O meu papel como voluntária de uma ONG, na fila das mulheres, era ver quantas refeições eram registrado em cada cartão. Mais tarde procurei-a no meio do cenário desolador das tendas do acampamento Souda e quando a encontrei ela me convidou.

Soube que você chegou ao campo de Souda no dia 1º de janeiro, vindo da Turquia.

Nigéria

Um dia, ela foi abordada no mercado por uma mulher que lhe disse que tinha uma loja de produtos africanos em Istambul, na Turquia. Ela rapidamente percebeu que não havia loja, mas sim uma sala onde ela era forçada a se prostituir. Quer na Alemanha, onde diz ter irmã, cunhado e sobrinha, quer noutro local onde “não se sente um peso para os outros”.

Pergunto se posso ajudar em alguma coisa para tornar a vida dele menos dolorosa e ele sugere vegetais que não chegam ao campo. A certa altura, a coroa portuguesa enviou missionários cristãos para a cidade do Benin e, até ao final do século XIX, muitos habitantes da cidade nigeriana falavam até um derivado do português.

O critério de proximidade fornece uma resposta possível e parte da premissa de que assuntos próximos ao leitor geram mais interesse do que fatos ocorridos a quilômetros de distância. O pensamento comum é que são pessoas cuja realidade não é igual à nossa em termos de conforto, educação, condições económicas e sociais. Tenho visto Yosra todos os dias desde que cheguei, o vestido rosa me chamou a atenção.

Talvez tenha sido a espera, talvez tenha sido a chuva, talvez tenha sido a preocupação com a filha, talvez tenham sido as minhas perguntas estúpidas – Como foi a sua vida na Síria? A medida também propõe um sistema em que um refugiado sírio seria admitido na Europa por cada sírio que chegasse à Grécia e fosse deportado para a Turquia.

Enquanto isso, o médico chegou e eu continuei com minhas tarefas diárias, lamentando ter forçado alguém a pensar em lembranças tão dolorosas. E foi sem maka, ou seja, sem nenhum problema, que descobri que Zico nasceu em Kinshasa, na República Democrática do Congo. A República Democrática do Congo é rica em minerais e possui 80% das reservas mundiais de coltan, uma mistura de dois minerais procurados por grandes multinacionais para construir mísseis, telemóveis e computadores.

No final da conversa, peço ao Zico para tirar uma foto junto ao muro do porto de Chios, e percebo a ironia: um homem que ganhava a vida com a fronteira está parado ao lado do grafite onde se lê “sem fronteiras”. na porta de um campo de refugiados. Antes da conferência, o fluxo de pessoas e mercadorias de um lado para o outro era normal, sem controlo entre os povos do Congo e de Mbanza Kongo (hoje Angola), que se visitavam e falavam a mesma língua — Kikongo — casado — se e somos livres.

Argélia

Mustafa é sírio, chegou a Chios no final de março de 2016, após o Acordo assinado entre a União Europeia e a Turquia, e por isso está no campo de Souda há dez meses. Como refugiado, tendo vivido no campo de Souda durante dez meses, Mustafa sente-se agora como uma mercadoria, uma peça num “jogo sujo”. Mustafa também sabe que existe um mercado negro para quem sai de Chios com passaporte falso.

Mustafa está há dez meses em uma ilha grega perdida no meio do nada, mas já conheceu todos nós. O homem à frente da sua própria vida que de um dia para o outro se tornou um renegado da guerra, da Europa.

Contudo, não é incomum ouvirmos portugueses, infelizmente até de uma certa elite supostamente intelectual, referirem-se à língua portuguesa falada no Brasil com alguma amargura desdenhosa, usando a expressão “no brasileiro”. Mas agora, prescindir da língua portuguesa em favor da língua brasileira seria abdicar do seu território mitológico. Os laureados reproduziram automaticamente, não sei por opção ou para evitar maka, o discurso da língua portuguesa como património a proteger e preservar.

A palavra lusofonia consegue a façanha de ser uma palavra extremamente econômica quando se refere exclusivamente aos falantes da língua portuguesa e ao mesmo tempo. A língua portuguesa não é uma cola que nos une a todos numa unidade completa chamada Lusofonia.

Andreia Brites

Conceito e modelos

Questionado sobre esta mudança de paradigma, Bruno alerta: «De certa forma, os espaços criativos sempre existiram nas bibliotecas. As bibliotecas sempre foram um espaço para aprender e adquirir novos conhecimentos, a única diferença é que agora as pessoas podem experimentar. As pessoas se encontram na biblioteca com aparelhos quebrados e sempre tem alguém que sabe consertar a torrada, outro que pode ajudar com o celular, outro que sabe configurar o computador.

Os parceiros podem financiar a compra de equipamentos, podem oferecer treinamento aos técnicos da biblioteca para utilização das ferramentas do espaço e também podem estar disponíveis para ajudar e orientar o público na utilização do makerspace. O melhor espaço criativo que conheço é a Biblioteca Pública de Colônia, e lá você não faz nada sozinho.

O projecto pioneiro de Ílhavo

As bibliotecas, além de identificarem as necessidades das pessoas que compõem o tecido social daquela geografia, devem procurar parceiros para desenvolver makerspaces. Além disso, a descoberta de makerspaces, em bibliotecas que visitei fora de Portugal, levou-me a ler mais sobre este tema e a descobrir o seu potencial. Por outro lado, a utilização dos espaços da Biblioteca Municipal de Ílhavo pelas famílias, com crianças e jovens, em oficinas criativas que antecedem a hora da história, aos sábados ou mesmo durante as férias escolares, permitiu-me concluir que a biblioteca poderia oferecer um pouco mais para nossos usuários, levando-os a experimentar e criar os seus próprios.

Aberto às novas tecnologias

Apesar das dificuldades técnicas e financeiras inerentes, Inês Vila vê potencial para tê-lo na sua biblioteca. Acredito que esta é mais uma oportunidade para as bibliotecas públicas ou mesmo escolares servirem as comunidades onde operam e satisfazerem as suas novas necessidades. Não porque se afaste da realidade e da história, que mostra o modo de vida em Portugal, mas porque a qualidade do álbum que estamos a ler vai além das questões temáticas.

O resultado consegue igualmente prolongar a sensação de muito tempo e de total empatia com o espaço infinito. Maria Trigueira é um álbum que nasce de uma identidade portuguesa, mas que lembra a qualquer leitor o quão essencial é sentir tudo o que construímos, sem nos deixarmos acorrentar.

ANDREIA BRITES ESPELHO MEU

A singularidade do álbum é justamente a oportunidade que dá a cada leitor de se rever com base na sua própria experiência e memória emocional. O tempo e a liberdade não precisam necessariamente se manifestar na luta e podem alimentar a perspectiva, o crescimento, a surpresa e a descoberta.

Ivone gonçalves, Kalandraka

O que é geralmente aceite como uma característica comum da literatura infantil contribuiu, em parte, para uma avaliação redutora das obras e para a sua guetização. O que os autores propõem, ao explorar um grande corpus, é superar a ideia de que a literatura infantil é definida por histórias que acompanham os problemas dos adolescentes a partir do seu ponto de vista e experiência. Ambos representam uma mudança de paradigma na literatura infantil em Portugal e no Brasil, ambos trazendo as chamadas vozes juvenis para o palco da ansiedade familiar, do conflito social e do questionamento do mundo numa obra inaugural que escreveria a história e muitos descendentes.

Neste volume, a literatura juvenil ganha um lugar no cânone dos estudos literários e, em maior medida, mostra-se gradualmente experimental e desconstruída. O crossover poderia, quem sabe, representar mais uma jornada adulta em direção à literatura juvenil do que o contrário.

Ana Margarida Ramos e diana navas, Tropelias & Companhia

Com este estudo, Ana Margarida Ramos e Diana Navas traçam muito mais do que uma leitura comparativa dos traços temáticos, estruturais ou retóricos das obras literárias contemporâneas para os jovens dos dois países. É sempre com base nestes pressupostos que caminhamos para a apresentação de obras e autores canónicos e outros que iniciam agora a sua produção de qualidade. Os autores do ensaio destacam ainda as peculiaridades temáticas de cada uma delas, como o universo feminino em Alice Vieira ou a mistura entre fantasia e realidade.

Reúnem temas polêmicos, como a morte de crianças, no caso de Alice Vieira, e o estupro, no caso de Bojunga. O foco interno e o narrador protagonista, que à primeira vista parecem recursos gastos, servem a narrativas embutidas, analepses, polifonia.

Uma entrevista de

José Saramago ao

  • Não sei se existe a sorte, mas muitas vezes as coisas passam-se como se ela existisse
  • Como é natural, a publicação dos Cadernos de Lanzarote aproximou-me mais dos leitores, mas essa aproximação já era um facto antes, através das muitas cartas que rece-
  • Quando digo que as diferenças de estilo são meramente estéticas, refiro-me em par- ticular as diversas expressões políticas do mundo capitalista: ao capital é relativamente
  • É verdade que deixei de escrever poesia, mas ela está presente nos meus romances, talvez com mais força que nos poemas que escrevi antes
  • A que disse antes: harmonia

As perguntas do jornalista foram perdidas – o tempo provavelmente apagou o fax que as continha. A partir daí é natural que o autor se veja como tal, mas no meu caso isso não significa que o prémio me interessasse mais do que qualquer outro autor na mesma situação. O que devemos sempre lembrar é que o Prêmio Nobel não torna importante um trabalho que antes não era importante.

E eu, que sou agressivo, por exemplo, em relação à autoridade, seja ela qual for, não sou agressivo nas relações pessoais. Em todo caso, lembro que na nossa relação com o mundo, harmonia nem sempre significa aceitação.

SOMOS BIBLIOTECAS

Que boas estrelas estarão cobrindo os céus de Lanzarote?

Diane Airbus

En el Principio Até 9 out

A Vertigem dos Animais Antes

Alén dos Xéneros

Panorama da Arte Brasileira

Andy Warhol

L'art mecànic Até 31 dez

Os Deuses Debruçam-se

Festival Silêncio

28 set a 1 out

História do Cerco de

29 set a 4 out

4 Mãos 30 set

Magnum: Hojas de Contacto

Referências

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Esta análise enfatizou as reflexões sobre participação, militância e direitos sociais, destacados nas narrativas que expressam a existência de uma atuação política em defesa das