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1- ~- ·!Vli ..~..'I·.'..".(.:.~.'I... (.·.)'.:.~., ,r.,..!.:.~.·. DESENVOLVIMEN1'O
O FUNDAMENTO DOS APLICATIVOS ~ us
8anca Examinadora
Prof. OriEntador _
Aos meus COlEgas E amigos dE faculdadE. qUE SEmprE mE
InI) x: I '·i'·:l.I'",':1.In <:\ c·: ;.~t::·c1..1••• : ::)~o d (.:.:~:;t (.::t:1" ,':1.b :::'.1 h o )' (:.: (.:.:.In (.:.:..:::.p(.?c: i,'X'1 :::\ m in h :::\
esposa. qUE aldm dE gestar nosso filho, durantE a faSE dE
(.:.;1<OIbor ,':\ç:i~\o )' P ,':\C ic·:'nc: io ~:;,':\m (.:.:n t (.:.: ~::.C)ube ,':\dIn in i~::.tI," :::\ I" m inh,:1. ~:;
intempdriES pElos caminhos qUE ju.ntos pErcorrEmos.
FUNDAÇ~O GETULIO VARGAS
ESCOLA DE ADMINISTRAÇ~O DE EMPRESAS DE r\''''' ....
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Fundação Getulio Vargas ::•. -.:-;;......
Escola deAdmmistra~o (" ~1
GV rteEmpresas dp. 5:10 PaIlIO;~ 'Ê'
Bib.ioh>ca ~';(/
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ELTON RODRIGUES DE LIMA J0NIOR
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FUNDAMENTO DOS APLICATIVOS E OS MODELOS DE DESENVOLVIMENT(),
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.Disserta~âo apresentada ao curso de pds Gradua~âo da
FGV/EAESPn ~rea de Concentraçâo= Informit ica e M&todos
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t:u 1o d(':':mestre em Administra~io
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i(,,:nt,':\do,"::Professor Fernando de Souza Meirellesn":l
Escola ch A:i.;li ••.str aç ào
SEmpresas rj(} Sào Paulo
N.o de Chamada
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LIMA JR •• Elton Rodrigues de. O fundamento dos
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(Dissertaçâo de Mestrado apresentada ao Curso
de Pds-Uraduaçâo da EAESP/FUV. ~rea de
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definido pe'1o neg6c:io em si, independente das
diversas variiveis de influénc:ia.
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sistemas-Metodologia
Planejamento-Teoria
de desenvolvimento
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·4
Agradecimento
Este trabalho somente foi poss(vel graças ao
professores que me assessoraram. em especial. o
Fernando Meirelles. que em todos os momentos,
adversos. sempre esteve presente"
apoio dos
professor
nos mais
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
inf oI'"m:';\t i c:::l. (.:.:. :::\ '::;. (.:-:. 1..1. .:::. i n t (.,:(.:Jr':::1.n t (.:.:..:::.,. tais como proprietJrios e
.;.:.:. ::.; 1,:·:·c:ut i\Jo .:::.
eIe dc·:~,:.c·:'n\.1o1'·.i im (.,:.nt o c·:'.:::.o·Ft!J.)D. I'"e: h ::{'::;.ic () ,. :::\n :::\}i·:;:.t:::1.: :;:. d (.:.: .:;:.i<:;í:: (.,:'m":l. '::. ,.
anal istas programadores. assessores de sisí::emas de
informa~ôes. analistas de neg0cios e outros cargos de
f'u n ç:tI (.:.:..:::. .:::.imil :::1.Irc·:·.::; "
To d;::1. ~:;. :::l. ~,; icI(.:.~i :::\~:; ":l.q1..1.i d (·:·:·r (.:.:n d i d :::\.:;; pO ~::.,,:.1..1. (.:.:IH um C1:::1.I" O
intento de transformar a aí::ividade de desenvolvimento de
sistemas de um contexto passivo e submisso. normalmente
sustentado pelo distanciamento dos objet ivos do negócio.
para um papel at Ivo e part icipat ivo da organiza~Go em que
e'::,·t :::\ in ~,;c·:'I'"id :::'\.. (1 c:o n ~:;.i·:::.tI:~nc i<:\ dE' ~::.t ,':\p o':::·t1..1.I" :::\ PI'"(.:-:.n de····~::.f:: :::1.C)
fato de que nenhum subsistema possui maior imporí::anci~ que
D ~;:. d (.:.:.Ir!::':'t i ~::.11 (::', (.:.:.>::c: (.:, ';::.'::;i1•./ ::':1, 1,./ ~':'j.'1C) 1'"ii: ::':'~~:~~.:.C) df·:· u. IH C C)mP D n (.:.:.n tf: o U.
outro em determinados instantes estSo totalmente vinculados
a modismos esporádicos normalmente
aparecimento de uma nova tecnologia.
subtamente o poder c:ompet it ivo dos negÓcios"
adianta. na &poca do modismo do market ing. o
:::!. ~::.. :::.o c:i :::\cIo ~". ,':\U
q'..1.(.: in f'lu~:':'nc: i c·:' (~If' i n<:\1 do qI.J.e:
d c·:~::.(.:.:n\lo 1 v iIHe ntCI eIe 1..1m,':\ n o\l :::\ li (.:.:I'"<::. :::\o d o ~,:.p1""'o d utCI ~:; <:; (.:.:.m :,:\ C oI" r' (.:.:spo n d (.,:nt1,:·:·
~::.u ~::.t: e nt;a (;;\~.o tc·:'c: nC)1 o (J ic,':1. d ,':\ 31" (.:.:.<:\ d c·; p1""'o d u.I;:!'::'lC) " N,':1. m (.:.:~,;m ,:\ 1 i n h :::\
ele raciocfnio, como podemos conceber a exist0ncia de
qU,:1.1q1.1E' 1" ,':\t i\l i d ,':\d (.:.:hum ,':\n :::\,. ~,;(,.:.i ,':\ qI.J. ,':\ 1 'i"-'o1""' :::\ ~::.1..1.,':\ d c:n o m in<:\I;: \:~o ,.
sem um sistema de informa~ôes... Desta forma a sua
importancia & tGo relevante quanto qualquer outra at ividade.
pois a aus0nc:ia de qualquer componente compromete
independente da vontade o negócio como um todo. Os sistemas
ele informaçôes se enquandram nesta ót ica. O modismo ocorreu
dUlr,':\nte o~::·'·:l.r)o~:;70 (.:.; in fcio d o s '·:H)O~::· DO,. PI'''inc:ip:::\lmentf!:pc'l::':\ cIi.(-'iC1.11cI,':\d(c':' d (.; m:::1. '::;. ~::. i
·r·
ic :::\ç:!i:\D cI:,:\t c·;c nD1o q i:,:1. q1..1.(':c' (.:.: ::-( i.:,:.t i,':\n:::1.(.:':pC)C ,':1. " (1t:u,':1.1IIIe:nt: (.:.:.(J qI..l. :::1.dr'C) (.:~:d i f (.:.:1" (.:.:nt (.:.;" () i n
+'
oI"m:}t: ic:d j J:se const itui como um recurso dispon{vel, deixando de ser
privilégio de grdncles corpora,ôes.
A at ividade de scu desenvolvimento nâo faz parte da
vidd operacional, e isto no enfoque dos capit1es d8
ne9 dc i o ~,;,. n oI" 111:::\1111(:.:nt (.:.:dc C ,':\I'" ,:\c:teIr
r,,;
t: i c :::\~::.IllIJ i t:D P I" :::\~;Jm3t i c a ~:;:.'apresenta-se como um item de despesa sem muitos resultados.'
induzindo a at ividade numa posiçâo marginal dentro da
DI'"~:J,':\n i~::,':\c;:::tD ,. q u c ri,':\IH:::1. iDI"i,:\ d o ~,;c::::\.:::.o .,::., t:(':c'In ,':\in d a c:Dm o
agravante. cc~ta corrobora;âo dos profissionais que a
const: ituem. nao de forma t:Jcita e sim pela natureza do
comportamento p do desempenho existentes nos momentos ele
:::\p1 ic:":l.ç:f\o d (.:,'~,;t (.,:.::,.Ir '::':c:U. 1"<,;C) '::;. "
o
ato de adquirir qualquer coisa que seja, semprep o ~,;~5U i u In,':\n (.:.:c (.,:~::.~,;id :::'\d (.:.::::\nt:e:I" io I",..PDI"".m ,':\i<:; qI.J. E ,':1. In (.:.:.':;.IHa I"(.:.:s id :::\
I
no subconsciente. uAs pessoas J3 nao compram sapatos para.
femininas. austeras.
d i'1':- (.:.~I'" (.:,nt (.:.:,':::.>'
i:'~1 c:Dmp1'"'::':"t. cI (.:.:, ':::.:t:\p::';'1,tD ';::. t oI'"nD!..I. 0.0 ';::. (.:.:, u.m ::':\ (.:.:,::<p (.:,I~'i (::nc í ::':i. (.:,:,In C) c: io ri :;';\I1/
j"\!D ~:~~::.o ri (.:.:,~:JÓc: iD ::':"!.~J()r' ~':\ (.::~1,./ (.:.:'nd (.:.:,,.'. (.:,m() (;:C) (.:.:.~::. ~':'l.D !n1,./ (} ':::. d(.? ';::. :;';\p :;';\t: o ':::.o" o"
( t ) .. Este compo~tamento foi muito comum. qU.:;';"i.nc!C) (.:.:,IH Pr (.:.;':::.::-l~Ir iD ':::.
de dados de suas
(.:.~~::.~::.(.:.:,':::. c: () InpC)n (.:.:,nt (.:.:,':::.d (.:,,,:
(-:·:mbu.tide) nC)
ambiente de imcomp~eensâo. colabo~aram para denegrir o papel
da irea de p~ocessamento de dados. e distancia-la cada vez
In;:l. is d (.:.: .;::.(.:.:.J..I. oI::..j (.:.:.t i \.'U ,. (.:J (.;.:-j" :::\ndC) u. m'·:l. Co r t in :::\ d (.:.:. 'i-'u m:::"1. ,;;; '·:l. qJ..I. (.:.
atualmente tem pruporciunado sérius pre.ju(zos ~s
ur9anizaçôes~ uciusidade das equipes caracterizada na forma
cI e d i ~;:.~::.ip ,':\c: \:~o d (.:-:- t (.:.:mp o p o r f ,':\1t ,':\c!(.:,: (.:,:ntr o ';::,,':\m (.:.'nto co m o
-r:'u n eI,':lm (.:.:.n to dC) n c::(.:.1dc: io v (':':'i'-' in":l.'1IH(.,:.n t (':'~,.,':l in ci i ~::.pC)n i b i 1 ic!:::l.cI (.:.: d e)
.:::.i~::'t (.:.:.IH:::'.d c·: inf oI'"m:::1':;: ::'::.(.:.~~::. nu IH c·~':;t":l.d o ,':\cI (.:.:q1.). ,':\cio ;' in ib intio o PoeI(.::.I'"
cOlnpet it i\lO"
Assim o oI::.icto de estudo aqui tratado, reside na
anJl ise ela ess0ncia cios sistemas de informaçôes. na sua
e>~i,,:.tí-:;\ n c:i:::\(.,:.n :::\ ':;.1..1. ,':\
+'
in ::':".1 id ,':\de, cDIno 1..\mel (.:.:IH(.:.nto .r:'1..1.n cI:::1.m(.,:nt::':1• '.'. no d (.:~:;(.:.:.mP (.:.:.nhD cI (.:.:. !..i.In I"i(:·:qoc, .I D :.' t ot :::\1In(·:nt(:.:.(-:.:m p o ~::.';:;,':\d o
cio
-(:(·5c:nicD COlHO e:1(.:,Iil (.:.:nto
Nâo se trata de crrt ica a um mJtodo espec(fico e sim de
uma preocupa.:;:âo constante com a representat ividade da
info~maçâo COIHD um recurso. fundamentalmente no tocante a
sistemas de informa.:;:ôes automat izados.. ~ abordado
principalmente o aspecto qerencial e operacional do
desenvolvimento e arl icaçâo de ~ecursos tecno16gicos
b ;-:\';:;ic:C) ~:; ,. n :::\ p o ':;.t1..1.Ir ,':\ int: (.,:I"pj'" (-:.:t: ,':\ti\! :::\c! ,':\ inf'OI"In,':'t. (;; ::~.~C) (.~ n :::\ ~:;U ,',(
t:I":::l.n ~::.fC)I"III":'.c;::~i.O E'In '::.i,;::.teIII":'.~:;:::l.p 1 ic: at iv o ~:;"
r I'" im (.:.~iI" :::\ f,·:\~;:.(·:·: do
c: (.:.:.'.I.1..1.'.I. ,'\ 1'"
estudo visa um esclarecimento
c/ ,':\ in'fol'" m<'\~:~,Xo. Dh .i(·,:t i'.J,·:\ndC)
do
I" (.:.:'1a c:io n :::\m1;:.:nto C)
entendimento dos processos desde as mac:rofunçôes até as suas
microfunçôes. possibil itanclo assim a noçâo de local izaçâo ela
p I"/~t ic: ,':\ cfe dc: ';:.(.:,:n '-,/C)'.I.\1iIH(.,:.n to cf (.:.~ ~;:.i,:::.tem ,':\';:.CDIHD U.III,':\V i~::.\~.n
fundamental ista .. O suporte deste estJqio esti na teoria dos
~:;i~:;t:cIII:::l. ~::. ,. q1..\ (.:.~ é u. m (.:.nt: (.:.:.ncfiIH(.:.~n te) iInP ,':\I"c: i,':\1 c!D ,,,. di (.':I"~::.()~;,t: ipo .:::.
c·~:-:i ~:;tc·:nte: ~::., ~;:.(.:.:.j ,':\IH r:). 1;:.: .:::. d (.:. in .(.'C) I" m ai;: (~) (.:.:.~:;l' d (.:.:t1'" '':l.n ~;:.PDr t (.:.:.~;:.,. cI (.:.:.
o (:.:..:::.t1..1.c! ()
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(.:.:.n
+' ,':\
t: i :.:.::,':\f'ido (-:.:.}elnen tD·;::·do modclo d e
(·,~m
p'.I.:::\n(':':'j ::':'t.lllentC),
cIe:t I" iIn(,.:nte) tiD ~:;
a comprcensâo de seu conceito
essencial estJ na defesa de que plane.jar
d(·:·:finc-:·to d o D P(":'1'"f i '.I.·f'l..\ncl:::\In(·:·:n'c,·:\list,·:\
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ciC) .:::.
i n tc·r (.:.~::.~::.::,1.ciD .:::. c! (.,:. U.ln:"I. (.:.:~::.·f·'(':'1" ,':\
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::';'1,1'15".1. i ':::.(.:.:, (.:.:,l..!. ~::.D c!C) ~::. i'" c':' c:1..1.r ':::.C) ~::.II
1:::~::.t ::':\b (.:,'.I. (.:.~c: id::':'1, :;':\ i d (.:.~C)'.I.C);:.:J i ::':\ d D P J :;':\n (.:.:,.i::':'1.m (.:.:,ntC) }' ::':\ ::':'1.n :;'K1 i ':::.(.:.:, d ()
n(':':':,JÓc iC) é '..I.m f:,~~::.t :::\(J iC) q'.1 (.:.; int .;:.:.n c io n :,:\ :::\ .:::.t..t.:"t C)p (.:.:.1'":,:1.C io n ,':\I i :;.:.:,':\~;:'::1.C) ••
Trata do aspecto real que fundamenta todo o conjunto
I" c P I" C· '::.en t'·:i.t i \."o :::1.b .:::.t1'" :':i.to dD ~::. .:::.i·:::.í:: (.:.:.In ,':\.:::. d (.:.:.in .(.'n1" m:,:1.I;;: (':) (.:.: ~::. " \.) i·:::.:,:1.
demonstrar que na verdade D planejamento 0 um conhecimento
In::':í.c: I" o d (.:.:.!..I.m pI" o c: .;:.:.~::.~::.o d (.;no In i n ,':\c! D n (.;q Óc: i C))' d (.:.~::.c ". i 'l:D dc· ::':'.C DI'" dC)
Co m um :::i. t (.:.;c n o1Dq i :::\ d (.:.: ,':\n :,,';1 i .:::.e: (.:.:..:::.ti'"1..1.t1..1.I'":::1d :':\,. (.:.:.;o:: {:: (.,:.nc! i d ,':\ p"'1I'"<:\ lJ.I'J':
». ~::.p (.:,c:tC) f'~':::.':::.(.:.:,n c: i ~':\1>' .r:' () rn c·:'c: (.:.:,n dC) t C)c!C) ':::. C) ':::. (.:.:,1 (.:.:.IH (.:,n tD ~::' n (.:,:.c: (.:,:,~::.':::,~-KI." í o ~::'
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td~c:n iC::;';'!.;" com uma administraçâo f':'~::·I:) (.:.:,c: r·f-' i (::::':"!. c:o1'" !." (.:.:-nt (.:.In (.:.:-nt (.:.:.
F' in ::':\".I. 1'1'1(.:.:'nl:: e, C) (.:.:.':::.t !,.!,dD (.:~: c:Dnc1!..l.
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dC) P (-:.:.J ~':1, 1'" (.~'J. ~':\ç::?~C) (.:.~>:: i ~:;.t (~nt (.:.:,2nt~e o processo de forma macro. que J o neq6ciD em si. e os
PI'" Dc: (.,~~::.~::.D ~::. d (.:.:
(.:.:. <::.t: :,:\b (.:.:'.I. (.:.~c: (:.:.n d o
fo~ma micro. formadures do planu maior.
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n i m :,:\~::. qu (.:.; (.:.:.../ i t: (.:.:.IH ::,1 cI (.:.:.:::.'·:I.::.:JI"e~J,':lç::i:\o cI ,:\ ~::. p,':1. I" t (:~::.• m o 1:: i'.! ,':1.cI :::\ p I:::'1,':1. c:C)n c: (.:.:n 'c1":::1. '.: ;:;:;oindependente e pela má compreensâo da Driqem dos
n ,':\ f ,':\':;;(.::d1::: cI(.,~~:;(.:.:n<·iD'.I.v iIHe n t:D oP 1::-:'Ir,':1.c: iC)n :::\'1 "
ind i'v' ic! U.'·'I.'1
I PRINC!PIOS BAsICOS
::::::::::::::::::::::::::::::: ::::;::;::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::;::;::;:::::::::::::;:::
(·,:·mit i!no·,,,·
complexidade. A medida em que o pensamento e a pesquisa se
c! (.:.~':::.(.:.~n ....,.'C) I ...'1::':' ~. :;':'1. C C)n ':::.c i (::.n c: i ::':'1, d::":'1. d i In (.:.:'n ':::.~XD tC) I'"n~':'!•.•••':::. (.:.:' 1,'0 (.:.:,~':'I.J:.. (.~ i ~::.tD
um
fFustFa~So ao compaFarmos com a espectat iva inicial. Na
hu ':::.c~·:i. d::':'1. ':::. ':::.C)I1), (;.: ::-::1 (.:.:' '::;.:: ::':1, t (.:.:'nd (~n c: i:::"!. :::I :;':\ ~::. p (.:.:,':::.':::.D ::':'~':::. nC)j"" In:;':\J In(.:.:,nt (.:.:'é~ d (.:.:,
enfoques espec(ficos em funçâo de sua cognocibil idade.
1imitando-se estritamente ~s especificaç5es bJsicas. em
cI(.,~tI'" iInf·:·nto df: !..I.m :::\C DmP 1" (.:.:(.:n ~".:::,(o 'J1ob:::1.1 • C ()IHo (.:.:::.;(.:.:.mp1D ,. Pod (.:m n<;;
c: i t,':1.1" ,':\ qU (.:.:..::,.t \".o in'1-'1 ,':\c io n ::{I" i :::\,. qIJ(.:.:(.:.:n'v'o1\! (.:.::;:\ ~,;oc i (.:.:.d ,':\d e: (.:.m
t ()cf o ~::. c ':::.':::.(.:.:'u ;:;. ':::.(.:.~::,:.1In c·:'ntC) ':::. " 1...1IH (.:.:,c: DnC) In i ':::.t~':i, ::':'1.D p!'"' C)P o r :;':\~::.o11,,1.ç:~:;io>'
poderá elabora-la em termos de aperto monetJFio e fiscal.
1""(.;dl..l ~.:?:,C) ciC) c: '/' (.::::d i to (.~do ~::.~J::':1.':::.1:: D :::. dD ~:.:Jo \,J (-:.:",,,nC):.. (.:.:, oI..!.t ",.::':\~::.in (.:.:,c! id:;';'1. ':::.
Na visSo de um agricultor. ele poderJ
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OS males que a sociedade lhe fornece. De forma mais rara
poderemus encontrar alguém que defenda a idéia de que o
PIrC)b I (,:.:IH,':\ (.•.~ (.:.:~,;t IrI.J.t:IJIr<":\1 ,. f·' qU. (,,: ,':\ inf 1,':"1. (;; \~\ Ci ,) <":lop (.:.:n ,.:\S UIn
inc! ic: ,.:\dC)Ir cf (.:.: d ~:.:.,,;(.,:IHP (.:.:,nhO "
o
cunceito dos sistemas p~rml(2 a mente humana entender'''.I.J.,.:\~::.qU. (.:.:.',;t:'t,(-:.:.~:,.c-: c:oIH C) (.:.:.1,':1. ":'. ~". :~.~o ·fo1""'IH::':\d :::\~".u Du (.:~<(.:.:.!H Fi I D <::. 1.).P r: :;:'. C it :-::\eIC) " P C)d c IHo ~,:.d ii: (.,:I'"qU c·:' :::"1. .,,; eIi....l (':1""'~:,.:::\ .,:; U p in i('i (.:.:s (.,:.in e:o n..iI.!.ntC)
ajudam a entender a global idade da ql.J.estSo. mas ao adotarmos
as mesmas de forma isolada. certamente seremos envolvidos
pela incumpreensâu da falta ele sucesso em crises frequentes ..
J 1I.J.',:.t Ir,.:\ndO IH(.:.:1hoI'" :::\n::":'1.1 i,,,:. (.:.:mC<:'. ,.:\ •....1 i,,,,.!i:iO ci() (.:.:cCJnC)Ini":'.t:::1. •• ti
moeda é apenas um s(mboIu da at ividade económica. que
pc·:1""'Init e D I"(.:.:1 :::\c: io n :::\IIIf·:·n to iritC·I'"nD d:::1. ~".Clc: i(.:.:c!,':1.cIe coIH D ',;e1..1.
trabalho e sua riqueza. Logo ao aJu~larmos este s(mbnlo com
a real idade que representa. poderemos de fato diminuir o
r
nd ie:1,:·:·\iE-:I'"dd cIc·:
inflacionário porém sem resolver o problema.
no pod(·:,·!'· ,':1.q1..1. i .,:;it: i'··io p (.:.:.~:,.~;:.C) ,':1. ~". ••
que·:' n,·:l.
Num:::1. ~;:.it:U,':'1. .;;: i,'~C) inf'1,':1.c:iC)n ;-,\I'"i:::1. ~".\~\ Cl o ~". PIrC1; C) ':". qu (.,: dEt (.,:iriOI":::1.m O POd
Cf
ele compra. com o apertD i'Ilonetário. é a renda que fic?
restrita. surt indo de uma forma diferente o mesmo efeito"
I~".tn
IH ,.:\~". (.:.:;.::,.:\t,":'I.m(,.:.nt:f·:· o i n\.1 (.:.: I'" ~".o :' oU. ~,;(.:.:.j:::1. ,. :::\ (.:.:e:onu ini,';1. (.,'( quf·:
determina a estFutuFa de valor da moeda. Na visSo do
,'1. ::.:.1I'" ic1.). 1t oIr ,:(::C 1 :;:\I"O q1.1 (,,:. :::\ ,':1.1iInc·:nt,.:1. ••.:!:~i.O ,} f1..1.nc!:::1,IH(.,:.n t:,':1.I p :::\I",.:\ ,.:\
n ,,:.:c: e ~".~",i t ,.:\m p ,.:\I" ,':1.
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dc·: c:u.lti\.IC)
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':::. (.~n', (.:.:,nt (.:.~~::.j"
<:\9IrÔnDIl1D~,;,.
tratores. defensivos que por sua vez exigem mais
mecAnicos. qurmicos~ que dependem de um sistema
C) cicIe): .. il1·::'...". '!.!.
n ::.:"t.D ::':\p!,,, (.:.rid (.:.~m ;: imFi1 ic:::':'!.!"!dD (.:.:.rf! d i :.:-::(.:.:.
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cI i f icu'),d '·:i.dc·~;; ;::1.
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pe '.I.o d (.:.:.~:,.c·;.io ,. <-:-;1 (.;In(.:.:.ntD C D 1'1 ~,;t i t1,.1.int (.:.;d ,:\ ~:;. :,:\t i tu cie: ~::. (:.:.m ot i \.':,:\';; ,. o
objet ivo tcnde a se distanciar dc sua efct iuaç50" Adotar o
P (.:.:.n .:::.::';'tm(.:.:.ntC) q1.,1. ::':\n c!D o (.,::'~::.t:J ::.:)iC) dC) ~::. f~·:·I.t o ~:~ (.:.:.~::.t::J: !"! r:·~::.t(.:.? P Dn tD :.'
pC)d c·;,c-,',1; .",. (.:.:.r t:::"1. ,r-cI (.:.:. cI (.,:. m:::\i,,,;. p :::\,.":::,\ qu.,':1.'.I. qu.(.,:.r: ,':1. (;.: ::~\o ,o" :::'1.C ic!n ,':\'.\ "
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de pcnsamento ti: uma estrutura metddica deste ato dc
r' c -f-' '.lc·;':::i:l.o r c:o1'1 ~,;t it IJ ici,':\pO,·" UIn Dbj et: i \.'C) C (.:.:.1"1I:: r::,;1.1, <:,.u.b ""ob.ic·;t i \/D ~".
cIE f o ,...m ,,,,-c::i:\o do Db...if:ti' ...() c: c·;n t:r: ,:\ I " d iIn (.:.:n ',:; i ()1"1 ,':\m c·:'nt D dD ~:; I'" Cc:I.! I'" ~::.o ':; 1'1 (.:.c:(; .:::.~::.,'1 ,...io .,,:. e :,:\ ,';'I,cIIn in i ~,:.t1'" :,:\!~: \:; o (.::.qI.J. ,':\'~ '.,: :::,!.cIDr::::1. dc: to d () '::.
esscs componcntes.
n (::;,:\
li'!'! (.:.nt (.:.;a espinha clo~sal de todas as nossas at itudesé o Dbj c·;t i v o c:E'nt,o" ,':\ 1 " [: ~:,.t (.:.;,':1. ~::.pcc:tD é t::XD ,o" (.:.:. '.I. (.:.:.'i ,':\nt:e , q uc n :::\
.:::.1,,(:::1. ;:,1.1..1.~::.to:·n c: i:,:1. o b .,,:.(.:.:., .1 ,:\ IH D ~::. I..lIn::':\d i',:.1'" it ini,',1. c: ,."Ôn ic:::':1. 1"1o Inodo de:
vida. scja dc uma pessoa ou o~ganizaçâo" ~ comum o
;::'1.p ,':\r (.,;C im (.:.:.ntCl ci (.:.;~;:.t: ("; .f.' (.:.:.1'1(':ll'i'I(.:.:.nCl q1..1.,':\ndCl ()c:DJ" ," e I..lIr! :,:\ in t:(':':'1" /". IJ Pç:r;; ()
ou conc'J.usSo de uma ta~cfa Jrclua. mot ivada po~ infinitas
~;;itu. :::\ç:i:i (.:-;~:;.:: ,':\pU ~::.(.:.:.nt ,':\cID,o" i,':1. ,. pC 1'"cI ::,\ d (.,; ::,:,\p'J. i c:
"I.
b i '.I.id :,:\cI (.:.: c:Cl ,:\eID ,."ele c:af0 de pano) ou inviabil idade (PROALCOOL - pr09~alna
nac: ion;::\1 cio ,':\1eool nD B,",·:\~::.i'1,. em ~:;ub~,;titl.J.il;:::~O,':1. ~.:J'·:\~:;Dli1'1,':\,.
d (.:.:". iv ,':\d :,:\ eI o p (.:.;t ".Ó1e D ) •• (.i<::. e ,':\ ,... ,':\c:t:c 1'"
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t: i c :,;\.,,; c:D In P D ,...t ,',\In (";nt :::1. i·::;d<:\ ~::. FI (.:.; ~;; ~".o ,':\ ~;; n E' ~::.t (.:.; (.:.:.~;;t :::\cI () ~:;\~~D cI (.,;P ". im (.,:n tf·; ~:;.,. P1'" (":D c: 1.1pa !-;,:\XC)
excessiva com assuntos i~~c1evantcs; dificuldadc ele
i nt (.:.:.~~j'" (':\ (~: ~~D ~: ,." f.:'1 ,':\t: i\iC) ~:; ~~
o r'~.:J ,':\n i ~.~,:\~;f:\Cl
ext~ema necessidade de a9~adar; pe~da de valo~cs
dependCncia cxage~ada de tercei~os etc"".. Uma
nesta situaçio simplesmentc encontra a falCncia
( In o ,..•t: (.:.;cf ,':1.':;; D 1" 9 :':'.I"! i ;::.:::':'1.1,.: ::::! (.:-:.~;:. ) .. (.' Di:: :::\ .... ~:;. (-:.:. f·; !li :::•.J'" t i::,:,1C) .:,:. qu (.:.; i::1"::':1.t ,':\ d (.:.:.
p 1".\n (.:.:,j ,':\IH C n t:Cl (.:,.~:;'c ,." ,':\í::é:::.:J ic Cl ,. ,':\ i cIéi ,':\ d (.:.:.ql..l(-? ,':\ i1'1D V ,':\ lO; :~\Cl é a
c:h::':'1. ''; c:· p ,':\, :::1. :::\ ,,,. C h!," (.:.:.'.ii {~.n c: i ::". cI ,) ~,; oI"~~.:J:::1.n i :.:-:.:,':\~;:d (.:.;':;:.' C) qu. (.:.; ~::.i<,:Jn if ic:::1.
111 (;\nt:cf" c:C)n ~,;t ,':1.nt (.:.;C) ,':1.tD d (.:.:.f·; ';;t<:\b (.:.;1f·:c (.:.;,." ol:l,j (.,:'t ivD ~;; (.:.; d (.:.;~:;(ô\f iCl ~,; •• PC)dC !li D ~::. cDn c:1 u.iI"~ I:::'nt:;~i.D ,. q I..lE' D ~:,.(.:.;(;)I..ll'ic!C) c:C) ," '·:l. (; ::Xo dC) hD In C III ~:;\~\n
os scu.s objet ivos •
....
_
_ .(1) FERREIRA. AI..l~&lio 8ua~quc de Holanda" Novo Dic:ionJrio da
I...
r
n~.:.1u.,':\ PD ,o" tI..!.<JU.c·<:,. :::1. " H iCl cIc ,.J ,':\n c if" o ,. 1'1Cl\! ,':\ F' ,."Clnte iIr<:\ ,. 1a •::':\':::.pe:c t o
qi.J,(,:.~ () h.i ::.:.~t i \.-'C) :::.
c:C)n .:::.c: if:·nc i ::';'1. v
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j".-.!::.:'!.
pC)~::·:::·I..I, i
::':\nt (':':'c (,:.~de:!"!tc·:' I: grandes os obJet ivos que
E-:·t ::';'I,P ::':\ (.:.:.~::.t~:;l.(:)
qU.I::·:·
';::·(·:':'n cI () peI'" ~:,. (.:.:.:J1..\ i do '::.,. como erradicar a fome entre os h o m(.:.:.n .,,:.:.' InIJit o ~,; o 1..1.t I"o ~:; ob .ic·:ti o '::.d (.: 1..1.1t o po dI:?r !:\C) .,:,. (.:I" :,:\t in(.:J icio '::.Po I'"
consequéncia. como a educaçSo. a sa0cie etc ••• O importante
d;: c: D IH (.:.:.<;: ::':\I." PDI." I.lm :.. ~':\dC)t :;':\dD C D!ri D ID c: C) In Dt i \l ~':".~' (,,::,m (.:.~.:::.ir! C) q!..I,(.:. C) .:::.
'::.u b o bjc·:t i ··io ~". n :::\o ,':\t i nj :::\m ,':\ ~".U :::'. p1c'n it 1.1.cI c·: cDmC) C)b .i (.:.:.ti C)
c:f:"::'n t1" :,:\1 :' p ode:mos d i :.:.~c·:I" qu c·: pc·:1o Inc·:no'::· 1..1.ir! :::\ bo :::\ p'':l.j""'t(.? d (.:.:.",.u. :::\
estrutura já foi concluida. Especificamente neste exemplo.
i::<:1.'.I. •...'i!.':' :.:-:.: P o .,::.~".:::\m o ~,; :::1.r:(.:J1..1.li'! (.:-:.n t :::\1" qu.i!.':' ,':\ (.?I" I" ::,\cIic :::\c: \\;.o d ,':\ fo me , t,':1.mbi}In
~::.E'j :::\ U.m .,:,.ui:l ....Db.i(.?t i....lC) d (.:.:u m obj (.:.:ti ....!o IH:::1. io 1" c:o mo D bt:e I" :::\ ci i:::1n id :::,.d (.:-:. d (.:.\...id ,',\P:::1.r ,':\ t o do":; o .,,,.hD 1'1'1(.:.:.n ~:,.• i")c:' .:,:.t (.:.:..,,:.(.:.:.n t ido. ,':\
t e:D Ir ! ::':\ dC .:::. .:::.i .:::.t (.:.:.m~·:·I.: :::. (''::'n tj'" ~.:.~r: i :;':\ n1..1.1'(1::·:·l. C iI'"::':"1.nd ::';\q1..1. (.:.:. ::':\t in~.:Ji1'" i ::';\mD '::; C)
i n f i n it !.::. ,.. i::O"~
sucessivos atDs desordenados. Esta falta de cDnscitncia
c!C) ~::. '.I.imit (.:.~~::.in c: oI'" I'"c·:' n ::':\ pc·:I"ci,':'! dE'~ Db.iE't i\.1o ~"." (1q1..1. i c ,':\hc e n i:: :~:~() 1..1.li'! ::':\ I'" U, P t:I..t f'" ::':\ (.:.:.nt:j'" (.:'~ c:on c: (.:.:,it C)~:> qu (.:.~~::.(.:.:.c: ()nfI..f.nd (':.:.In 11
P 1" i n c
r
p iD .,::. (.,~ DI) t ".:::\.",.~:;.;.C) () bj c-:'t i \.'C) ~:,. "o .:::.
Fi I" inc: (p iC) ~::. ",.!:\.~o '.I. i::.:.1,:\do'::,.a alma e DS objet ivos 1igadDs a açao. A dignidade humana 0
u m p I"inc
r
P io (.:.~e I"1" ,':\cIic: ::':\,." ,':\·r
C)m (.:.:.1..1.1'(1 ob..i .;:.~t i'v'D • () d1,:·:· .:::. cC)nh (.:.:c: id \:)fundamenta a exist&ncia,.. este d um princ(pio,.. a c:i&ncia 0 um
ob.i et i\lo " E ~:;t:i::'~ d i~::.c:(.:.:.I'"n iIn(.:.:.ntC) c:onc:e itu:::'1. '.i. li~ b::,K ~:,. ic ()• ,J,':\In,':\i~::.
podemos perder a noçSo de '.I. imites. em nenhuma hipótese
podemos perder DS objet ivos,. isto como já foi demDnstraclD 0
um riSCD em quem está ligado a vida. Dentro da experi&ncia
humana. estes cDnceitos já tiveram precedentes. OuandD a
.::,.o c: i (.:.:.d ,':\d (.:.:
m :::\n d :::\I" ()
1 i::.:J,':1.d ,':\ :::1.
:::\III(.:.:I" ic::::1.n <:'. ,. n D ~:,. ,:\n o ~,:. () (),. c·:'~::.x: ip1..1.'.I. :::\ I'"::,,1.m C Dm o Dbj ct i \...D
hDIn(.:.:IH :::\11..1.'<':\ ,. :::,.t it ud (.:.:(.:.:'<:;t ,':\q1..1.(-:.:.n ~'i.D .:::.(.:.:i ~:;(.:.:.(.:-:.,:,.t ::':\. 1..1.m P Ir i n c:
r
pi o ()U. ::'-:i. IJm Db j (.:.~t i\!o iH ,':\i oj" d (.:.:.n t:1"o dC)i:: E' ,':\t:j'" D d :::\ :~:.1U(é·:j" I"::':l. {.'!." i ::':\:.' ti'"D1..1.:< (.:.:.c: o n ~,:.c·:'q1..1.(,n c: i ":,.~:,.n(J~:::,K\.1 (.:-:.i ~,:.Dnde c!
PI'"dPI" iD c: o m,':\neI,':'\nt 1,:·:· ,. Nci 1 (1 Ir III~:;t:I." o n':.:j )' d (.:.:.·f oI'"m::':\ c:o1"1 ~::.c: icn t: e n1..1. I'),:,\()7 I'"(.:~::.umi1..\ (? .::,.t :::\.,::.idéi:::1. '::. :: liU m peq1..1.(.:.:nD p ":"..,,:.'::.D P :::\I'":::1. () hom (.:.~m ,.
um gi:::1antesco salto para a humanieladeH
(1).
Podemos elizer que o objet iVDcentral
d
o sistema. cc::,:\cI,':\ <:,.I..I.h....C)hj(~:t: i\.1C) é Uill ·:::.l.J.b<,:.i~::.tCIll'·:\.DE·~".t:::l. idcnt ific<·:\~;!:~·;.o). ~,;U I."!.:J (.:.: ,':1. n c eE' ',; ~,;i cI ,':\ciE-: d (.:.~ d iIH(.,:.n '::; iC)1"1 ::'\ Il'! (.:.~nt D d (.:.~::.t ,':1. ~::. r:·t ,',1.P ,':\~::. f·:Ir!
.f-'I.J.nI;;:
~x
C) do Db j (.:.~t: i\l () C (.:.:n t:I" ,':1. '.I. •• P ::':\1'" :::\ i·,::.t (),. d (.:-:\ ...(0:.:... ~::. (.:.: (.:.~ '::. pe c: i'i'-' i c::::1.I'"c:ael::,:\~:;ub~,;i~,;t:elll,':\,cI.:-:·:finindo ,':\~,;~,;ililUIil P,':\dl"!:~\D(.:.:.1.J.Il'I'·:'I.m(:~did,':'\df·:
desempenho. que tem pDr final idade INFORMAR se a etapa est5
corresponelendD com uma atuaç50 adequada ele acordo com \:)
p 'J.::':1.n (.:.:j :::\dCl)' D1..(m(.:.~I h DI''',·C C)ll'ICl Db...iet i\.! Cl :::\ qU (.:.:. .r:'D i (.:.~~,;pc· c if ic :::\d ::':\..
Saber o que fazer nSo 0 tudo. ~ impDrtante ident ificar o
volume de recurSDS que serSD apl icadDs. O orçamento duma
d <:\ ~,; foI"m ,':\i::. cI(.:.:1'"(.:.:.f '1(?::<::::i. D nC) p1'"C)Ce ~::.~::.o d(0:': ,':\ V ,':\1i::':1.ç: \::~o C1"1ti" (.:.:,':'1.
---(1) BARSANTE. CássiD" 1969-1989.
Revista GeogrJfica Universal.
editores. nJmero 175. ,JunhD 1989~
O hDIil(·:·~mn ::':\11).::':\ ....
I~io cI(.:.: Blnel"!
(·,:",::.t :;;'.
Além de orçados e especificados todos os subs
n (.:.:,c: (.:.~':::.':::.~J1"" iD sicroniza-los no tempo. ii ~::;(.:.:. :;:\1(-'11..1.n ',:; di':;' n ()~::.,:::.(),:::.
(.:.;,~:;·f oc:D ~::' ·F ic ::':\i" f::·:·m ~';).t /'"::':",':::.:;':),du ':::.;: ::':'1,1~:Ju.n ~::.cI () ':::. D1..1.ti," :::)';::. riC) '::;.';::.(:) ':::. (.:, ':::.·fDtr (;~C) ':::.
.::,.eI"\~l.o 1..\m a p (,.:.I"d ,';1. di::'; t (.:.:.InPo " ~:;(.:.:.J (.:.:...!:;:1.1" d (:.:.:;.;: :;;1.n D "'. P ,":).r' :::\ c:I'" i:;:l.r' '..1.In
<":lod (.:-:-q IJ :::\c!C) :' C I" i :::\r'
que vem. purque na 0poca em que D propulsor' es( Iver
C) ~::. {':),~::.tIl' C)n {':'(1..l.t::":"I. ';::. (.:.;, ~::.t ::':'\I"::XD \,i (.:.:,1 hC) ':::. cI ~::.~ rn::':'1,i '::;. p ::),jr ::':'. :../D ::':\,... :,
C o n ~".(.:.:.'Ju i ntE' ,. P I" f:'c:i,,::.::;1.IHC) ~::. d (.:.:. 1..1.m r:.'I ,':\n o q 1..1. (:. I (.::::;'.I'"::':'i
subsistema au pac!rSo num tempo desejadu. de mudo
P IrC)f)tC)
Po,"
C::":"1.d::,l.
q1..\(,::' C)
P(·:·:·I···d::;,.
F i n:;:l.J.In f:' nt (:.:. para concluir o p~ocesso de
n (.:.:'c:t':·:, ':::. '::;. /;: 1""'i D (.:.:,':::.p (.::.,c: i f ic: ::';\I'" ql.J. (':':' pr:C)c: (,:,:,c! im(o:'ntC) ~;:' t cIH ::';\I'" ':::, (,:,:, C) ':::, p '.!. ::':1.nG ':::,
'i"-',:1.1 h,:1.r'E'm " NoI'"In":l. IIn (.:.:.nt c·:' C)<::. PI'"oi (.:.:.t: i,,,,. t ,':\"::. n ::::;D de:' 1 i n (.:.:.:::1.In U.In :;:\
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D ~:,.na própria forma de ser do planeJadur" O e\lentu.al passa a
~". f..; I'" IJm<:l. :;:\m c·:'::;'.(;; :::\:.! :::\ C I'" i,':lt i \-' i d ,':\cIc: f i c: :::\ 1 i m i t ,)d:::1. :::,.: ::,. j""' (.:,':::Ji'" :::\ ~".;! :::\
defesa se subrepGe a 1iberclade e a simbolugia perde o seu.
dC) i<,:. Y'1..1.mC) ~,:. :: :::l.) ~::.(.:.~ :::\ C I'" i .:,:.(.:".i"-'o1" ~,:.(·rI'" i :::\:'qIJ.r:·~::.x: i c' n :::\...."".(.::. u .:".
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subsistema" O Iucal unde a crise se instala nâo 0
I'" (.:.:.1 (.::.\-':::,.nt (.,:.y o qu. (.:.:. i,r!po I'"t ,.:\ (.:.::O '::'.(.:.:.'..i. p ,.:\p (.:.;1 n ,',\ d i n :,,\In ic::::1. dC)
aprendizado levando a uma nova legit ima~âo do cumu fazery
mesmu que tudo o qu.e foi feitu \lenha a ser perdido. mas
podemus dizer que se o sistema nau foi inval idadu. ele
c1""'C ";; C (.:.;IJ (.::. (.:~..'o 1U. i1..\ ,. (.:.; n'":l. h iP Ót; (~~::.(.:.;d,':1. in ,';\".1.ic!,':1. (,:.:!i:{u ,. pudE mti ':;'.
dizer qu.e um ubJet: ivo sai da prSt: ic:a e vai para um estado
'.I.,:\ t: (.:.;nt: (.:;" O In (;I ho I'" c·;;-: (.::.Ir!P ".I.odE' ~::.t (.:.;t ipc cI (.:.; ',:. i t:1.).:::l. ~: f~.D fo i ::;1.
cunstant:e indigna~âo cio homem ao ver que um passáro. mais
p (':'~~:;::':\do q'..I. (.:,:, o ::':1.f' ;,' t (-;.:,IH ~':'!, c:::':'1.p:;':'!.c: id ::';\dE':' d ('"::'1,,/D:;.;'t.I'" I' l.,C)~:Jo C) hDm(.,:~IH
tamb0m puder ia" Muitas pessoas IHurreram em engenhocas
voadoras (crises). mas u ubjet: ivu permaneceu latente. at0
q u. (.:.; () ut ,.",':\.:::.dE' ~,:.c:C)beI"t '·:l .: ,,; P (.:.:.r'IHi t: iI'":;:1.m D '::'.Uc:(~~':."".D df:' .::,.t: (.:.:. int (.:.:.n tu"
L.oQO u sistema evoluiu. at:rav0s do aprendizadu uriundo de
sucessivas crises seculares" Esta 0 uma forma dulurosa de
f·:' \:'n'.I.u.çi~'~(]B D (':-:'ntl'" C. d ;::! t (.:.:.()1'" i :;';';. cID ':::, ':::, i ':::,t (':.:.rn::':"1, '::;. >. .::!, p () ~::.t1..I.l'" ::':", d (.:.:.
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:::\t i\l icI":'.d.:::·.. L.U~.:Jo o ob...iet i v o 9 1ob :::\1 ,. :::1.".I.ém d (.:.: ',;eI'"
adequadamente especificado, necessita passar por uma
aval iaçSo de sua dignidade, POIS 0 em sua fun~So que todas
Este passu sugere que ()
p r ()j (.:.:ti,;:,.t :::\
"o. i(Jn i'1-' ic :::\cIC) ,.
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In ·f (.:.:.'J. ii:In(.:.:.nt (.:,:. () C)b...i (.:,:.t i\l D d (,:.:, 1. .1.In (.,:IHp r (:.:.r:·nd iIn (.:.:n t o p ()d(':-:'1" /\ n :::(o ~::.r:I'" o PI'" in c ip ,':\'.Io hj c:'t iv o d.:::· ~:"(':.!..l.
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d (.:.~1" ,. q U (:,:.n ()1"m:::1.1m (':':'nt (:,:n!:'Í.C) .} d (.:'cI ,':\I":::'.d ().. J ",.t u p o d (,:.~J.E''v't..I'"I.!,IIIP lt·o j (.:.:.ti·::> t :;':',:;';'1, 'i'-"' ic ::':\1'" ~':'!,n o ~::' j," c·:'In::':'tnc! D C Dntr' ::':\ ::':). m::';'1.r:I} ;" ~':'I,t (,:~:cl (':'~~::.i ~::.t i
1"-de nadar, puis boiar 0 mais amenu. Esta situaçSo direciona
pessoas a uma Visau mais especffica e
~;:.IJ,1" ::;) (,~ () ~;:. (':':.nfo q u c'~:;Co m o o b.i \,:.~t i\lo '::'.,.d e ~;:.IoC ::':\n cio :::'.:::'.dm in i ~::'t:I"~,':lç:i;o
equal izadora das partes de forma exclusiva para a 1ideran~a.
r!: t:I'":::\n ,:,:.'i'-'o1'"IH::':\n dC) D P'1 :::\n (':'~j ::':\cIC) I'" " q1.1e d (':':vc;,,:I'"i:::1, ':;:. (,:.~ l'" o III ,:\ ioI'"
respons3vel, nUllla figura parcialmente marginal izada do
sistema COIllO um todo.
CD Ino c:()n .::,.(.:.q1.,1, (: n c:i ,':1, :,' C)<:" PI" o ...ic;,.~ti,;:"t:::1, ,,:. (,:.: :::'1.d m in i';:.tlo" ,':\dC) r: (? ~:; cI,;\,~,:. P ,:\I'"t: (':':'',:" (':-:'n ti'",':\m n1..1.m pI"D c:(':'~,,:,~::'D dc;,.: c:D n c:(,:-:'ntlo" ,':\ (;': ::;.;.C) d :::',';:. idd i,':1. ~::, "
,':\t (.:.n eIc ....~:,.(,:.~":l. c:,'oi.j'":::1,c:t (.:.:.I'"
r ':::,
'cic:":',~;:.d c-:'(':':'f ic iO:n c:i::':\(.:.:,p!,,,:::'.:JIH ,':\t i~;:,IHo • Nucaso ela efici0ncia. fica elllbut ida a intençSo de reduçSo de
custos, direcionando a equipe numa eterna busca pelo melhor
inC)cfC)11 E ':::.t (,:.~ cD IHPDI'" t::';1.IH (,:.~1"1tC) t1'" ::';1,d ic: io n ::':'.1m(.:.:'nt (.:.;t:l:':':'Ir! 'r' (,)r nf:~C idC) c:D IIIo I"~(.:.:',:, 1..1,1l::,':\c!D UIH,':\c:1'" (.:,:. ~,:.Ct:·:,nt (':'~,':\uto m":l. ~: i~D d (':\~;:,t ":",1'" ef ,':\~,;• tiq I.!i ~,; 1.1I"9 (,,~ ou ti",':1. d is c:1,,1,,::; "o. \":,o • P o I" p,':1,1" t e d ,:\qU c,~1e<,:, q1), (,:-:. d (':':fe:n cI(':'~III o,:::,
va".l.ores humanos. da constante de:JradaçSu que ucorre quando
::':\~::' p r~~::.~:,.o ::':\'::;<:,.!:;':.D ',:, Ub st: it I.J.
r
d:::1. ';:" p o I" IH,Iq I.J.in :::',~::'• D .,:.:.D1.,1,t:1'" C) '.I.::':',c!C)PDdemos argumentar que a sociedade estJ sendu direcionada
com a autc)llla~âo. a I.J.m~ at ividade mais nobre comD u
cIE-:':::,e1"1\,101v im(,:,'nto t(':'~cnDld9ico c;,'~1ll';:;1" O imp:::\~,;'::"c·~CDI'\'c i1'\1.1,':\"
P DI'"qI.J, (':'~ ,':\
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de nâo permit ir um desempenho 39il da proeluçSo no caso de
escassez. cDmprolHete financeiramente a or9anizaçâo conl
estoques elevados.
c on\i i\1(:'1": C i'·:l.
que seja utóPiCD.
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p iD ~::.11(·i dC·\l (.:.:.I'" d (.:.~I).m P'J. :;':,.1"1 (.::..i :;,:\dC)I" n 1..1.mC"l. ,,:. (.:.:.
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ser constante por mais camuflada que ela esteja na pessoa da
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1..1,In <,;I..lb ~,;i <;;.tC-:'1'1\(:\ )' :;,:\ '·:l.t itIJ cI (':'~ d (.:,~ 1),IH P'1:;,:\ri c·:'...i ,.:\dC) 1" cIi:'·~\i (.~1" ::{ ~:;e:1"
d (.:.IH () c: J" ,':\ t ic:<:\ )' In,;'1,n t; (,:.:.n c! o ~;;,i..!. :':\, iH i':'~n tc E IH c: D n ';;:.'(:::;'!.n t (.:.:,\.J i ::,:)
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'1 i ,':\c: o IH D ~::'eIcIn ,':\i ~,; .;;"u b ~,;i ~,;ti':'~In :;,:\';;:, :' !" (,~ ":'.p (':':'it:;';'1.ndo ....C) ~,:. (':':' ',::.(.:,:. .j':' :::\ :.:.::(':'~I" !"I:':' ':; pc i t::;':\Ir ••
E::~::.ta'::; ~::.::':\C) ~':\~::. c: o nd !t~.:r:) (.:.:'':::. b :}i: ~::.j c ~':,~::.P ::':\I'":;':'1, ::':'1. c:on ~::.)::j'" 1..1.I~:~:;\C) c! (.:.; I..tIH
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::: J J
::;:;:::::;:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::;;::::
NSo podemos simplesmente definir os sistemas como uma
d i ~:,.t C) ).
Co n c:e:j to (.:,:.::-::i~:.:J (,:.~In i..!.Irl:;';'!, ~::.(.::::i'" i (.:.:, ci (.::: pr' i n c (p (C) ~::.
o desenvolve. A cuidadosa consci0ncia do todo; a noçSo dos
1i1"1'1 ! t (.:.:,,:::.;.: (:)
(.:.:,n t (.:.:,nd iinr:· nt C) d :;';'1, ':::. '1'-"i n ::':\J i d :;':'1,d c: ';::.c:oI'"j'" (.:.:, ~::.pC)n d (.:.:.nt (.:.:,':::.c:oIn () C) b.ic·:'t i \) C)
global, caracterizam o comportamento de quem adota o enfoque
~::.i·::;t I{ In i c:c: n ,.:1. bu .:,::.c:::":"!. d (.:.:..::;o ".I.u::,;: (~:,(.:.~.:::.• pi::-~n .,:,.,.:"1.I'" J..!.t i I i :;.:.::;;'.n ti C) (.:.:..::; t: (.:.:.
c:C)n c:r;:.:· i t:O,. ,:;. i::.:Jn i f ic:::";1. (.:.; ."'. t1"".u. t: u.1"". ,.:\ 1"". u. m::";1. .::,. (.:.~ qu. (, n c: i ,.;'. d (.:.~P I'·e o c1..1.p::":"1.ç; (j (:.~~::.
que deverSo estar sempre presentes, baseada nos princrrios
d (.:.:-f (.:~nd id o ~',. :;:\t (( ::":\qui • Po c! (.:.:.mD ~::. .,',.int (.:.1: is: :;,\....1o ~". d ,.:\.~".::-;:.9u.inI: (.:.~
·fC) I'"rn :;';\::
[) (·:··f i n iI'" o .,',. ob.i (.:.~t i\!o ~".tot :::\i ~':. dD (.:.:,
medidas de rendimento.
C·,,,.
p (.:.~c: i f ic:::":l.I··· ,·:\mb i(·?nt(·:·~do·f,' i }::as11
c ) C) ~::. recursos necessJrios qIJC-:.
." ~:; (.:.~I'":;';'l,C)
c01"1 ~':.1.J.1\)icl ()~::...
cI ) I:::~::.tI'· '..\t;u1'-::":1.I··· o ~:; cOI\) PDne:nt c ~;;.d o ~:'.i ~".t (.:.~I\) :::\ ,. CC)m .,,:.'.1;::"1. ~:;
final idades c medidas de rendimentos devidamente
i d e n t i f i C:::":1.d<":1.~".•.
A figura abaixo esquemat iza todas
~,; '..I. ,.:\ fD 1"".m:;:1. in t(-;~~.:JI'" ,:\d ::)...
esl:as preoc:upa~8es na
BLOCO DE COMroNENTECO
~ t?~~~~/--~~
VARIÁVEIS SUBJETIVAS E
POLíTICAS
SISTEMA
FINAL
CUSTO
.i"-' iSJur: ::":"1.. t
.--_._--, ~"!!;I :':.:.n'i:::J:1'" iC)
C~':\P
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(:)b ~::'(.:,:r \.-'::';",(;':~~),D :-' p ~':),j'"'::';'1, ':::, (.:,:,nt irIn D ~::' ::':\ -r-"o ""!ri :::'~().;~~';,o qJ..I. (,:.:, (.:, ~::.t :} i::: '~~t ::':\::':".t it1),d (':':.d (.:.:,n C)In in ::':\....':::.(.:,:' me:d id ::':\ d (':'~!,,, (':':'n d im (.:,:.n tC) "
p::':':.1'" ::';'I,d :;':\ .:::. d (.:,:'
';;;c·:' ::J(':':'1'" :::\n c! o "
C C)mp 1e:>::o .:::.:t U.t ;I i :.:':-:::':\.... ~::.(.:,;
c: o nt ~':\h i 'J. ifi ::':\d (.:.:.~:,:.j (.:.:.I'"~':'l.'J. (':.:. d (.:.:.c:I..t. ~::. tD :::. P::':'1.I'" ::':". :;':'1,\.1 ~':\.11::':'1.çt! (-:.:..:::. ::J (':':'n (.:.:.j'" Ic: ~':'~~::.~, .",',
in st r:U. IH (.:.:.ntC) ~::. (':'~':::.p (':'~c:
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rn (.:.~t ,...D :-' p ::':\/'"::':'1, Ini::,:d iI'" C)cf r:· :::.(,:.:.In P f:'nhC) d (.:,:, !,.I,In ';::,i ~::'t (.:,:,In :::i, c1(':':. 1n co !n () ~::3D t (.:.:.i'" 1'"(.:,:.':::,t!."c·:·11 E ':::.t ::':\
inteFa~5Cl entre a a.:;.:50 e a reflex50 ~ que permite a
cDn .:::.t itu i ~::::S,D dD ~::. P I," C)c: (,:.:,':;"'~::'o ':::,~. \/ (.:.:,r'd ::),d (.:,:,i I'" D .:::. ::':'t~.:J(.:,:,1"1t (':':::'d (':'~mucI~':'ln (~:::':'1.fi
I...D ::,:)D ;' qi.J.~':'t '.I. q1..1, (':':'!,,, ~:;, i ':::,t (.:.:,m::':'~ qI.,!, (':':. (.:.:, ~::.t /~ ~::.ob i n"i:: (.:.:,I'" 1,./c:n!~'::;:;':,D (.:,:,,/ C)u,
administ~aç5o humana. pDssui por mais rudimentar qUE seja
u m::':i. In (.,:d .ic! :::". cI (.:.~ I" (.:.:nd i m (.:-:-nto,. D!..!. m (.,~1 hC)r: :' 1..\m <;;.ub .;;:.i,;;,.t (.:.:m :::\ d (.:.:.
i n'i-"C) I" III<":\ç;: (~)e ~::., qIJ (.:.~ (.:.~~::.t ,':\ (.:.:m ·FIJnc: \~.~C) cIe 1::o cI,':\';;; <:\ ~,; c:C)n ~;;.(.:.:.qI.J.fi!:n c: i a ~::.
importantes do sistEma" Esses argumentos possibil itam a
c! (.:,'f in iç:~l.o cI(? IJ III c:o nc:(.:.~ito impC) I"t ,':'\nt
r,,; .:,:.
imo nE' '"t (.,:.t lo":::'.h ,':\'.I.h o :: LIiviSISTEMA DE INFORMACOES ~ CONS1ITUfDO DE QUALQUER MEIO. SEJA
~::;Ei··.1 ~:)
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F( I () L. :'HUh(·II'·!() Nrl
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A FORMAC~O DE TODO O PROCESSO DECIS0RIO COMO ELEMENTO
PDd(·:·:' ~;:.(.:.~I"
representada na seguinte figura=
RELACÃO
REAL
(AC7t.O
1
"(REFlEXÃO
I
\/;
(DECiS~
I
...,
REL~CAO
A
BS1RJ\1A
j '7
() conceito de ambiente nos "I",
1..1,;:1, C) ':::, ':::,u h ':::,(d iD ':::,
"!. iInit (.:.:.'".(':':' c':'
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qu (':.:. :;';\Inb i (.:.~ntf·:· (.:::: -:::!.J.dD () q1), (.:.:. (.:.:,:::'t ::':;~-r.~() r: ::':',dC) ';;:, 1 . ;. 'C (.:.:,In:;';i,II P ()1'" (.:.~m c C) mo
det: E:'i" min ::':\r () qI.,l, (.:.:. c·~';::.t:J( d (.:,:'ntr C) C)!.,l, -f-\o r :;';i, cio In (.;':.':::.Irl C).,? :::) (.:,; o ':::,i ~::'t<-:-:'!'Ii:;';'1. p oel(.,:.
c:,';1.I"~:;:\Ct (.:.:.r'
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o!"l, c:D 1'(1PoI'"t::':'1.IH (.:.:.nt D d (.:.:'qI.J, :;':", } qu. (.:.;!,,, (':':''J. (,:.:,m (.:,:,nto
sua elinSmica. poelemos dizer que o mesmo
que·:'
~::'(.:,:'
encontra no ambiente. Desta forma. nSo necessariamente o
q1.1 ('.': e ~".t ,J //f'o ,.":;;\i i ciC· u.ri'! ",. i .:".t (.:.:.m :;:,. r'!:.:.~p1'" (.:.~~,; (.:.:.nt :;:\C) ",. (.:.~1.,( :;:\ri'!b i (.,:.nte , I...IIl'I
mC)toI" i ~,;t ,':\ d (.:.~um ::,'\U tC)m6'./I,:·~'.I. e n c: o ntr: :;:\...,::.(.::. iidC~nt ,."C)li do',;:.i·:::.ti':'~m :::\
autClmdve'.l.. porJm faz parte ele seu ambiente. pois o mesmo J
determinante no funcionamento elo vefcu'.l.o, e este pouca coisa
podI,:·: f ,':\i: (.:.,." ,';\ 1'" (.:.~~".p (.:.;i tD cI :;:\<:; c :;:\1" ,':\Ct:eI"~
r·,:,.
t ic :;:\.:". oU. Co mpoI" t ,':\m e ntodom oto,,'i,,:; t; :;:\.. Assim o ambiente
&
const iturdo de pessoas oucoisas que sâo fixas ou dadas. onde o sistema nada 01.1 quase
1"1 ,:\ d ,':\ pod (.; ·f ":,.::::.:(.:.~r :;:\ I"~(.:.<:;P (.:.:.ito, (.:.:.t (.:.:.mim po1'" t::'::in c i ;::,. f'1..1.nd,':1.me nt:::1.1
cC)In Ir (,:.:,1 :;':\ç: :::~~C) :;';\o ~:;Ob.j (,,:~t i1,./ O ~::'..
(IO ~;:. ";:.i,;::.t (-:.:.m:;:'l. '::. ,. ":'l.p 1 ic::"iclo~:; de
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definido. O sistema de infDrma~~es existe naturalmente. por
mais precJrio que seja, como um subsistema de qualquer
sistema que se estabeleça. pela nClssa própria definiç~o .. A
sua qual idade pode alJm de especificar um subsistema. se
c:onst it:uir num recurso.. Um sistema de informaçôes rJpidD.
'".(:~~JI.J. 1" D ,. ". (.:.;p r e ~::.(.,:.nt,':1.t i\Jo (-:.:. f '1 (.;.:-;.;
r '../(";
1 ,. C-:.\J i de nt (.:.;mc· nt (.:.pC)~::..;:,.ib i'.I. i t:::'l.I"~:::\ ,':1. in t (.:.".:;:1. (;.: ::;.;.D (.:.:.nt ,"e: ::':1. ::':\ç;!:~l.n c·:· :;:\ '" r:·
+'
'.I. (.,:.>~:::;\onu m,:\velocidade muito maior do que numa situa~âo precJria.
permit indD assim. ulHa consc:ient iza~âC) maior cios objet ivos e
~::. (.:,:,IJ ~::. :;':",,.Jl..l. ~::''C(.:.~';;;,11 PDcl {':':.IH C) ':::, (.:,:,nt :;::).C) 11' (.:,:.~::·lJ.IniI'" qur:' o ~::. "" (':':'c:!"l,11' ~::.o ~::' ':::.~~\C) C)
reservatdrio que permite as aç;ôes ele um sistema.
!=>I" D C (.:.:.':;.~,;D de: .",.(.:.;u P ".ÔP I"~i o d (.:.:.~".(.:.n \/ o 1 \/ i m(.,:.n to"
d(·:·:nt: ,"o du
Os comPDnentes do sistema se caracterizam por seu
de certa forma hetero90neCls entre si. pordm com suas
integradas em funçâo do sistema 91obal.
p,':\P (.;1
a<;;(':ie"::'
P,·:1.I"::':':.
exempl ificarmos. um
::':\t: (.:.:.nd (.~f" :::'1 cIfI:m::;1.nd :::\ p o1"
I o c: ,':"\'1i ~.~<:\dCl ,. \J i ~::.:::\ncI o o
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confol· ..to n<":I.
po ~"..",.I..t i c: o m o
c C)m1..1.n ici:;:1.d (.:.; (.:.:.IH
oh.i (·:·:t i',,/0
qI..l (~.~ f:~~:~t: ::'\ aCjI..l. i ~:'.iC:;~Cl
ele produtos. A composiçâo deste sistema J formada
subsistema de refrigeraçâo~ um subsistema de
:;;I.dm in iEt ''':;:l.ti\.'0 q'.1(':': ~". I.!.bcIi'v' idc (.:.:ri'! d i'v' (,:.~f" ~:;D ':::.
exposiçâo de produtos secos.
uutros subsistemas ..
engenharia de natureza
A refrigeraç~o possui toda
diversa da cobrança. que estJ
um,':(
m::",- i ~::.
'J. j ::,~;::':\d ::':", ,:;1. i n-l-"C) I'"!n ::\t ~c:::':'!, :,' ::';\Ir!b :;';'~':::. 'f-' DIr In ::':'(ri'! o ':::,u,p(''::'1'"IH(.,::'I'"C :;';\do qu (':':.
c:o n he c: (.:.III o .,:,... Fo cI (.:.:.IH o ',; cI i :.:.::(.;.:1'" :;;1. in ci,':1.y Cj'.Áe (.:.;).; i .,,:.t (.:.()IJt:I"~Ó ~".!jI:l ',,; if,;te·:m <:1.
hierarquicamente estruturado. normalmente presente em t:odos
os sistemas. denominado or9anizaç;âCl. cujo objet ivo ~ a
operacional iza~âo do sistema em· si que no nosso exemplu
Ci (.:.
p ()de:!":5 .:::.(':'~j'" c D n .:::.t it1),
r
d () ci (.:,:. d i \:'c':'I'" :::. (] .:::. ':::. u.h ~::.i ':::.t(':':'!rI ::':\ ':::. q1..1.(':'~Cont :::,,1::> i '.\ i,j:::\C!e , P(':':":::,':::,u:::"I"luJa. cozinha. estucagcm
(.:.~tc: n ti 11 j...!D (.:.:.n t:::':'1.ntD ;." (':~:!H u. i {::o c:omum (.:.:.'.i. (.:.~~:,:J(.:.:, ,."' c:D Ino c: C) In P Dn (':'~1'1t (':'~.:::.
d o ~::'i ':::'t ('::'m:::\r ;;::,~::, cDmpo1"1 (:,:' 1"1 i:: (,:,:,':::' dC) ~::'u b ~:;i,::; te,:' m:::', oI'"::.:J :::",I": i :':':::::\C iDn ,':\t , o
q1..1. (':': (, !..I,m ':':':'I," I," C) cr :::\':::,':::'c' ,. P!,,, in c i p:::'l 1m(''!:n t: ('::' qu, ":',n do':::,(':':'ti" ,:1,t:::l dn
':::,ub ':::,i,:::,í:: (,':' m::':1. d (':': i n
+'
o I'" In:::1, (;: U (,:,:':::'" t)'.I.::.:J1..1.n ':::, c oIH P o n(?n í:: (,:,:,':::, d (,:,:subsistemas diferentes puderâu ser correspondentes. purJm
i,,,:,t D n \~;C) i n \1 ,':\'1 i d ::':\ <:\ ici ":':n t id:::1,d (':':' de C ,':\ d ,':\ ~::'ub<:;i ~::'t(?m,':1, " 1...1m
sistema de estoques puder3 ser operado por virios
dcp::':1,I'"t,':1,me:n t o ~::'" cDmC) ::':i.t ::':\c:::':1.d (;)" \l :::\I" E'j o" eI))b ::':\I'" q1..1. (':':' (':':í::c " " "" "': o ~:;
seus compunentes sâo dois: movimentaçâo de entrada e sarda.
(,; c:ont /"C) '1f:' d (': ':::'":',IdC)~:;" I...C)9 C) n unc<:\ pC)deI," (':'mo ~::' (,,:'n t (-:,ndeI" o ~::'
estoques atravJs da estrutura organizaciC)nal. e vice-versa"
() iIH P ClI'" t,':l,n í:: ":':' df:' '::,t:,':1, '::, i déi ,':\~:; (o'~ c:C)mP I"e.:-;:'n d (':':'I." q u, e c:,':1,d ::':\ ':::,ub<:; i~::'t(':':'I'i'I,':'l " Con ~::'id (,:,:,/.",':\d o ::':\q1..( i co mo um c ompon (,:,:nt ('::'do ~:;i~::'tem ,':'l
::J1 () b ":\.'.I. " d ":':'\1 (':': ~:;(':';1" (':':n c,':1,r :::\dD n<":\ (':';sf (':';r ,':1, de':::,(':'1.1 ~:; objet iv o ~::'"
i nd (':':p (':'nd (':.'nt (':': (.:.~ ob,j (,:,:,t i\lo ':; d(,:,: 01..1. t I"o~::,
::,,:,1 (':' ':::' " c,:::,t :::\':::, colocaçUes deixam transparecer um conceito de
(.:, id (':':!"!t i:::i ::':\ci (",' ::':1,b ':::'DI I..i,t:::1, de,: c: ::':",d ::':", :::. i.J,i:) ~:;i,::> t: (':':'lil ~':\;" ,j(,:,:'
q!,!. C P1'" U /Ho\l ::':\.U ri'! :,\>:: iir!o dc': in dc':'Fi (':':n dP,n c: i::':'l d ('::"c: :::',d :::',
c: o nc c ito d (':':' /,"(':':~::'p (':it,':1,/" :::', (':':;< i ':::,t énc i::':1, c!E' c: :::",cIEl c:D InpD n (': nt: (,':' co In C)
uma fun~âo cio Dbjet ivo gluba1" Cada componente, antes de
agir CDmo uma célula independente. clevcri ter como
preocupa~âo permanente o conceito de missân. mesmo que isto
ven h<:1 ":\. (':':>::t: in(;,IuiI," o ~::'u b ~::'i~:;t: (': /))":'," t) po'.I.
r
t ic:,':\ o r lJ,':'ln i;:'::::':\c:io n :;:\'1de recursos humanos PDssui neste aspecto papel de extrema
r'elevAnc:ia, onde as pessoas que colaboram,com o sistema
.i ,'\in:::1,i,:::, p>::)d (,;.:-/,"\~\o '::;(,:,:r i':::,o'.I.":i.cí:::\~::'n o ',::,1 imite ~::'cIc ~::'IJ ,':1, e ~,;Fi (,,:c i::':\'1ida cIe:
(,:,:, ''':,i m (,,:'nt 2 nd i d,':i, '::; c:C)mo pc':' ,,:'':::'o::':1':::' q u r:' pu,,:, ~::'1,,1, (,:,:m Pot (,:,:,n c:i<":'l1 q u,c';
í> ()d c':'/"::':i,D ':::,(':':'I'" ::':\p'.I.ic: ::':',c!D ~::' n !..l, de ~::'c n vn J \) icICl ,,:' n ::':",inc': d ic!'';l. (':';m q!J (':':' n
P I"ÔP/,,, iD ',:, i,:::,tem ,':\':::'c':' cIc':' ~::'(-;:n ""lC) '.I.\l (':':'" 1',1D n Cl'I:; ':::'Cl ~::'u,P (':i" I\'ic':'I'" C :::',cIC) " I..lm
faxineiro sabe e entende que sua fun~âo é 1if))par as
i n '::;,t ~':'~I::':i. ,: !:::I (.:.:, ';::. y Pcj'" (.::::m i n'F'c·:'1 i :.:.:':rI'! (.~nt: (,::\ f~'1(.:.:,n ~:;.;.D Co mPI'" (.:.:. (.:.;n d (.:; q!..I, (,:.; .:::. (~~ I"l
tI" ,':i,b,':'l1 ho
(r
,FI.J.nd::':i,1'1'1 (':':'nt:::'l1 p,':'lf'" ::':\ (;) ,':\!," ":\.nt ij'" u Fif'" () c:(,,:'':::'~::'u cI(,:,:,comercial i2a~âo. pois hi(;)iene silJnifica um pruduto para o
c '1ic':nt:e qu,(':': (,:,:'.I.(':': n \~1.C) P,':1,(.:J,':'l " [ ':::'t ,':\int (:/,,,::':',(,::~;,D id cC) '1Ó9 ic:":\.n\XD (':':';'~i,:::, t (':':n "", I\'i ,':\i ()I'" i ,':\ d ::':',~::'of'" (J :::",n i ~::,':\,.;;:(:ie ~:;y (':':' po u c:o ~::' (':':nt (:,,:n cI (':'In qu, i!.':' ,':\
missio é o elemento que efetu.a toda a I i(;)a~âo e a harmonia
dos componentes" Da mesma forma que nio interessa o
incIi\l idu ,':\'.I. i'::,mCl :,' t: :::\Ir!b ({m n \::;,C) int:(,;!," (,:,:,~::' ~:; ":\. ::':l. Fio1 i ,'\I(~n c:i,':1, d,':1 ':::'
p,':l/" t e ~:;" D impC) I"t :::\n 'c (:-:'é :::'l c: o n ~::'c: if!:n c:ia cIo t o cIn d (-:,:'nt /"o cI,':\ ,':\l,;:~XD
individuaI tomada como princrpio para a sDb~eviv0nc:ia do
sistema" Isto sugere que a administra~iD central assuma u/))
p ::':',p (':';'.I. cI(':-:'o ,,"iç.:,;1"1t: ,':\ç: ;:;.:,D P (':':',,"rn,':\n ('::'n te,: cID ~::' c:o/H PoI') (,':'I')t (-:,:'~::' P ,':\ /'",':1, n
nbj e t i\iD C e n t:,o" ,':\ '1 " D1,). ~::'E',j ,':\,y In ,':\n t (':';/" nCl (':';!::'P {I'" itD D P (':'~/0" ,':\ c: iC)n,':i'1 D
conceito de missâo. onde a independ0nc:ia das partes é apenas
por qucst5es de efic:if!:ncia p ordem. sendo a eficJcia
,':\dqui 1" id ::':\p \-:':''1C) c':'I"!t I." D ~::',':'I,m (,:,:,nt C) h ::':\'"mC)n iD '::, U c':'/))qI..!, (-:':' ::':\ 1':'1Dt: i' ...',':\ç: :~C)
individual seja gerada pe'1o sucesso do sistema. e nâo dos
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