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O fundamento dos aplicativos e os modelos de desenvolvimento de sistemas

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Academic year: 2017

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(1)

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~~\ 4/

f

1- ~- ·!Vli ..~..'I·.'..".(.:.~.'I... (.·.)'.:.~., ,r.,..!.:.~.·. DESENVOLVIMEN1'O

O FUNDAMENTO DOS APLICATIVOS ~ us

8anca Examinadora

Prof. OriEntador _

(2)

Aos meus COlEgas E amigos dE faculdadE. qUE SEmprE mE

InI) x: I '·i'·:l.I'",':1.In <:\ c·: ;.~t::·c1..1••• : ::)~o d (.:.:~:;t (.::t:1" ,':1.b :::'.1 h o )' (:.: (.:.:.In (.:.:..:::.p(.?c: i,'X'1 :::\ m in h :::\

esposa. qUE aldm dE gestar nosso filho, durantE a faSE dE

(.:.;1<OIbor ,':\ç:i~\o )' P ,':\C ic·:'nc: io ~:;,':\m (.:.:n t (.:.: ~::.C)ube ,':\dIn in i~::.tI," :::\ I" m inh,:1. ~:;

intempdriES pElos caminhos qUE ju.ntos pErcorrEmos.

(3)

FUNDAÇ~O GETULIO VARGAS

ESCOLA DE ADMINISTRAÇ~O DE EMPRESAS DE r\''''' ....

::::0r"l '....•

Fundação Getulio Vargas ::•. -.:-;;......

Escola deAdmmistra~o (" ~1

GV rteEmpresas dp. 5:10 PaIlIO;~ 'Ê'

Bib.ioh>ca ~';(/

1199100398

\~---~~_._---~.

ELTON RODRIGUES DE LIMA J0NIOR

, .

:!

o

FUNDAMENTO DOS APLICATIVOS E OS MODELOS DE DESENVOLVIMENT()

,

---,---._.

__

.

Disserta~âo apresentada ao curso de pds Gradua~âo da

FGV/EAESPn ~rea de Concentraçâo= Informit ica e M&todos

() U ::':\nt:: it ,':\t i\lo ~::.y c omo," e q1,,1. i ~::.it o p ;::\r: ::':\o bt (.,:nc;;~i.o cIo t:

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t:u 1o d(':':

mestre em Administra~io

o,~

i(,,:nt,':\do,"::Professor Fernando de Souza Meirellesn

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(4)

Escola ch A:i.;li ••.str aç ào

SEmpresas rj(} Sào Paulo

N.o de Chamada

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Da ta

N.o Volume

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o6)·,6-g

Reglsh40 por

deR

LIMA JR •• Elton Rodrigues de. O fundamento dos

:::\p1i c: :::\t ivD S (':: o ~::. mD d (.:.:.1o ~::. c!(.:.:de ~::.1::':'n\l D 1\.! iIn (.:.:nt o d (.:.:

~::.i<::.t (.:.:m;':\~::." ::;\Xo p,':1. 1.•\'.I.o v ErlE ~:;Fl ./ F U \.) :' :í. (? (.:.:'O " 6? p •

(Dissertaçâo de Mestrado apresentada ao Curso

de Pds-Uraduaçâo da EAESP/FUV. ~rea de

C o n c:Enti" :::(ç:::i. o :: I nfoI"In3t ic:,':\ (.:.:. 1"'ié tod (:l,~';

(~I.1"l.ntit<,:\t: iVD~5"

P (.:.:~::.I.J.In C) :: t1" ,':\t :::\

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de E'qU iP(·:·:~:> de

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n um c:onte x to

() I"~Ja n ii:,':\c: i ou a '1 o n d e o o bj \':.:t i v o (:\ ~,;(.:.:1'" ~,; egiJ i dD é

definido pe'1o neg6c:io em si, independente das

diversas variiveis de influénc:ia.

P ,':\1":l.'v'1" ;':\ ::; ••••C h ;':\v c·:<,:. ::

sistemas-Metodologia

Planejamento-Teoria

de desenvolvimento

~::. i·:::. -(: (.::'.~·:l .: :::. .... D ,':\n c:D d (.:.: d:::1.dD ~::. .... (.:.:.t c: " • "

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lI.) " PlaneJamentD e Ger@ncia de

~:)i ',:"tf:m::':1. ':,; d (-:': In {-'D I"m:::1.i.:

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I:l i b '1iO(.:)I'·:::\f i ,';\ Con s.u 1t'·;l.d,·;\ ...•.•...•...•... " .. /;(;l

·4

(6)

Agradecimento

Este trabalho somente foi poss(vel graças ao

professores que me assessoraram. em especial. o

Fernando Meirelles. que em todos os momentos,

adversos. sempre esteve presente"

apoio dos

professor

nos mais

(7)

::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

inf oI'"m:';\t i c:::l. (.:.:. :::\ '::;. (.:-:. 1..1. .:::. i n t (.,:(.:Jr':::1.n t (.:.:..:::.,. tais como proprietJrios e

.;.:.:. ::.; 1,:·:·c:ut i\Jo .:::.

eIe dc·:~,:.c·:'n\.1o1'·.i im (.,:.nt o c·:'.:::.o·Ft!J.)D. I'"e: h ::{'::;.ic () ,. :::\n :::\}i·:;:.t:::1.: :;:. d (.:.: .:;:.i<:;í:: (.,:'m":l. '::. ,.

anal istas programadores. assessores de sisí::emas de

informa~ôes. analistas de neg0cios e outros cargos de

f'u n ç:tI (.:.:..:::. .:::.imil :::1.Irc·:·.::; "

To d;::1. ~:;. :::l. ~,; icI(.:.~i :::\~:; ":l.q1..1.i d (·:·:·r (.:.:n d i d :::\.:;; pO ~::.,,:.1..1. (.:.:IH um C1:::1.I" O

intento de transformar a aí::ividade de desenvolvimento de

sistemas de um contexto passivo e submisso. normalmente

sustentado pelo distanciamento dos objet ivos do negócio.

para um papel at Ivo e part icipat ivo da organiza~Go em que

e'::,·t :::\ in ~,;c·:'I'"id :::'\.. (1 c:o n ~:;.i·:::.tI:~nc i<:\ dE' ~::.t ,':\p o':::·t1..1.I" :::\ PI'"(.:-:.n de····~::.f:: :::1.C)

fato de que nenhum subsistema possui maior imporí::anci~ que

D ~;:. d (.:.:.Ir!::':'t i ~::.11 (::', (.:.:.>::c: (.:, ';::.'::;i1•./ ::':1, 1,./ ~':'j.'1C) 1'"ii: ::':'~~:~~.:.C) df·:· u. IH C C)mP D n (.:.:.n tf: o U.

outro em determinados instantes estSo totalmente vinculados

a modismos esporádicos normalmente

aparecimento de uma nova tecnologia.

subtamente o poder c:ompet it ivo dos negÓcios"

adianta. na &poca do modismo do market ing. o

:::!. ~::.. :::.o c:i :::\cIo ~". ,':\U

q'..1.(.: in f'lu~:':'nc: i c·:' (~If' i n<:\1 do qI.J.e:

d c·:~::.(.:.:n\lo 1 v iIHe ntCI eIe 1..1m,':\ n o\l :::\ li (.:.:I'"<::. :::\o d o ~,:.p1""'o d utCI ~:; <:; (.:.:.m :,:\ C oI" r' (.:.:spo n d (.,:nt1,:·:·

~::.u ~::.t: e nt;a (;;\~.o tc·:'c: nC)1 o (J ic,':1. d ,':\ 31" (.:.:.<:\ d c·; p1""'o d u.I;:!'::'lC) " N,':1. m (.:.:~,;m ,:\ 1 i n h :::\

ele raciocfnio, como podemos conceber a exist0ncia de

qU,:1.1q1.1E' 1" ,':\t i\l i d ,':\d (.:.:hum ,':\n :::\,. ~,;(,.:.i ,':\ qI.J. ,':\ 1 'i"-'o1""' :::\ ~::.1..1.,':\ d c:n o m in<:\I;: \:~o ,.

sem um sistema de informa~ôes... Desta forma a sua

importancia & tGo relevante quanto qualquer outra at ividade.

pois a aus0nc:ia de qualquer componente compromete

independente da vontade o negócio como um todo. Os sistemas

ele informaçôes se enquandram nesta ót ica. O modismo ocorreu

dUlr,':\nte o~::·'·:l.r)o~:;70 (.:.; in fcio d o s '·:H)O~::· DO,. PI'''inc:ip:::\lmentf!:pc'l::':\ cIi.(-'iC1.11cI,':\d(c':' d (.; m:::1. '::;. ~::. i

·r·

ic :::\ç:!i:\D cI:,:\t c·;c nD1o q i:,:1. q1..1.(':c' (.:.: ::-( i.:,:.t i,':\n:::1.

(.:':pC)C ,':1. " (1t:u,':1.1IIIe:nt: (.:.:.(J qI..l. :::1.dr'C) (.:~:d i f (.:.:1" (.:.:nt (.:.;" () i n

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oI"m:}t: ic:d j J:

se const itui como um recurso dispon{vel, deixando de ser

privilégio de grdncles corpora,ôes.

A at ividade de scu desenvolvimento nâo faz parte da

vidd operacional, e isto no enfoque dos capit1es d8

ne9 dc i o ~,;,. n oI" 111:::\1111(:.:nt (.:.:dc C ,':\I'" ,:\c:teIr

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t: i c :::\~::.IllIJ i t:D P I" :::\~;Jm3t i c a ~:;:.'

apresenta-se como um item de despesa sem muitos resultados.'

induzindo a at ividade numa posiçâo marginal dentro da

DI'"~:J,':\n i~::,':\c;:::tD ,. q u c ri,':\IH:::1. iDI"i,:\ d o ~,;c::::\.:::.o .,::., t:(':c'In ,':\in d a c:Dm o

agravante. cc~ta corrobora;âo dos profissionais que a

const: ituem. nao de forma t:Jcita e sim pela natureza do

comportamento p do desempenho existentes nos momentos ele

:::\p1 ic:":l.ç:f\o d (.:,'~,;t (.,:.::,.Ir '::':c:U. 1"<,;C) '::;. "

o

ato de adquirir qualquer coisa que seja, sempre

p o ~,;~5U i u In,':\n (.:.:c (.,:~::.~,;id :::'\d (.:.::::\nt:e:I" io I",..PDI"".m ,':\i<:; qI.J. E ,':1. In (.:.:.':;.IHa I"(.:.:s id :::\

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no subconsciente. uAs pessoas J3 nao compram sapatos para.

(8)

femininas. austeras.

d i'1':- (.:.~I'" (.:,nt (.:.:,':::.>'

i:'~1 c:Dmp1'"'::':"t. cI (.:.:, ':::.:t:\p::';'1,tD ';::. t oI'"nD!..I. 0.0 ';::. (.:.:, u.m ::':\ (.:.:,::<p (.:,I~'i (::nc í ::':i. (.:,:,In C) c: io ri :;';\I1/

j"\!D ~:~~::.o ri (.:.:,~:JÓc: iD ::':"!.~J()r' ~':\ (.::~1,./ (.:.:'nd (.:.:,,.'. (.:,m() (;:C) (.:.:.~::. ~':'l.D !n1,./ (} ':::. d(.? ';::. :;';\p :;';\t: o ':::.o" o"

( t ) .. Este compo~tamento foi muito comum. qU.:;';"i.nc!C) (.:.:,IH Pr (.:.;':::.::-l~Ir iD ':::.

de dados de suas

(.:.~~::.~::.(.:.:,':::. c: () InpC)n (.:.:,nt (.:.:,':::.d (.:,,,:

(-:·:mbu.tide) nC)

ambiente de imcomp~eensâo. colabo~aram para denegrir o papel

da irea de p~ocessamento de dados. e distancia-la cada vez

In;:l. is d (.:.: .;::.(.:.:.J..I. oI::..j (.:.:.t i \.'U ,. (.:J (.;.:-j" :::\ndC) u. m'·:l. Co r t in :::\ d (.:.:. 'i-'u m:::"1. ,;;; '·:l. qJ..I. (.:.

atualmente tem pruporciunado sérius pre.ju(zos ~s

ur9anizaçôes~ uciusidade das equipes caracterizada na forma

cI e d i ~;:.~::.ip ,':\c: \:~o d (.:-:- t (.:.:mp o p o r f ,':\1t ,':\c!(.:,: (.:,:ntr o ';::,,':\m (.:.'nto co m o

-r:'u n eI,':lm (.:.:.n to dC) n c::(.:.1dc: io v (':':'i'-' in":l.'1IH(.,:.n t (':'~,.,':l in ci i ~::.pC)n i b i 1 ic!:::l.cI (.:.: d e)

.:::.i~::'t (.:.:.IH:::'.d c·: inf oI'"m:::1':;: ::'::.(.:.~~::. nu IH c·~':;t":l.d o ,':\cI (.:.:q1.). ,':\cio ;' in ib intio o PoeI(.::.I'"

cOlnpet it i\lO"

Assim o oI::.icto de estudo aqui tratado, reside na

anJl ise ela ess0ncia cios sistemas de informaçôes. na sua

e>~i,,:.tí-:;\ n c:i:::\(.,:.n :::\ ':;.1..1. ,':\

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in ::':".1 id ,':\de, cDIno 1..\mel (.:.:IH(.:.nto .r:'1..1.n cI:::1.m(.,:nt::':1• '.'. no d (.:~:;(.:.:.mP (.:.:.nhD cI (.:.:. !..i.In I"i(:·:qoc, .I D :.' t ot :::\1In(·:nt(:.:.

(-:.:m p o ~::.';:;,':\d o

cio

-(:(·5c:nicD COlHO e:1(.:,Iil (.:.:nto

Nâo se trata de crrt ica a um mJtodo espec(fico e sim de

uma preocupa.:;:âo constante com a representat ividade da

info~maçâo COIHD um recurso. fundamentalmente no tocante a

sistemas de informa.:;:ôes automat izados.. ~ abordado

principalmente o aspecto qerencial e operacional do

desenvolvimento e arl icaçâo de ~ecursos tecno16gicos

b ;-:\';:;ic:C) ~:; ,. n :::\ p o ':;.t1..1.Ir ,':\ int: (.,:I"pj'" (-:.:t: ,':\ti\! :::\c! ,':\ inf'OI"In,':'t. (;; ::~.~C) (.~ n :::\ ~:;U ,',(

t:I":::l.n ~::.fC)I"III":'.c;::~i.O E'In '::.i,;::.teIII":'.~:;:::l.p 1 ic: at iv o ~:;"

r I'" im (.:.~iI" :::\ f,·:\~;:.(·:·: do

c: (.:.:.'.I.1..1.'.I. ,'\ 1'"

estudo visa um esclarecimento

c/ ,':\ in'fol'" m<'\~:~,Xo. Dh .i(·,:t i'.J,·:\ndC)

do

I" (.:.:'1a c:io n :::\m1;:.:nto C)

entendimento dos processos desde as mac:rofunçôes até as suas

microfunçôes. possibil itanclo assim a noçâo de local izaçâo ela

p I"/~t ic: ,':\ cfe dc: ';:.(.:,:n '-,/C)'.I.\1iIH(.,:.n to cf (.:.~ ~;:.i,:::.tem ,':\';:.CDIHD U.III,':\V i~::.\~.n

fundamental ista .. O suporte deste estJqio esti na teoria dos

~:;i~:;t:cIII:::l. ~::. ,. q1..\ (.:.~ é u. m (.:.nt: (.:.:.ncfiIH(.:.~n te) iInP ,':\I"c: i,':\1 c!D ,,,. di (.':I"~::.()~;,t: ipo .:::.

c·~:-:i ~:;tc·:nte: ~::., ~;:.(.:.:.j ,':\IH r:). 1;:.: .:::. d (.:. in .(.'C) I" m ai;: (~) (.:.:.~:;l' d (.:.:t1'" '':l.n ~;:.PDr t (.:.:.~;:.,. cI (.:.:.

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t: i :.:.::,':\f'ido (-:.:.}elnen tD·;::·

do modclo d e

(·,~m

p'.I.:::\n(':':'j ::':'t.lllentC),

cIe:t I" iIn(,.:nte) tiD ~:;

a comprcensâo de seu conceito

essencial estJ na defesa de que plane.jar

d(·:·:finc-:·to d o D P(":'1'"f i '.I.·f'l..\ncl:::\In(·:·:n'c,·:\list,·:\

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1:::~::.t ::':\b (.:,'.I. (.:.~c: id::':'1, :;':\ i d (.:.~C)'.I.C);:.:J i ::':\ d D P J :;':\n (.:.:,.i::':'1.m (.:.:,ntC) }' ::':\ ::':'1.n :;'K1 i ':::.(.:.:, d ()

n(':':':,JÓc iC) é '..I.m f:,~~::.t :::\(J iC) q'.1 (.:.; int .;:.:.n c io n :,:\ :::\ .:::.t..t.:"t C)p (.:.:.1'":,:1.C io n ,':\I i :;.:.:,':\~;:'::1.C) ••

Trata do aspecto real que fundamenta todo o conjunto

I" c P I" C· '::.en t'·:i.t i \."o :::1.b .:::.t1'" :':i.to dD ~::. .:::.i·:::.í:: (.:.:.In ,':\.:::. d (.:.:.in .(.'n1" m:,:1.I;;: (':) (.:.: ~::. " \.) i·:::.:,:1.

demonstrar que na verdade D planejamento 0 um conhecimento

In::':í.c: I" o d (.:.:.!..I.m pI" o c: .;:.:.~::.~::.o d (.;no In i n ,':\c! D n (.;q Óc: i C))' d (.:.~::.c ". i 'l:D dc· ::':'.C DI'" dC)

Co m um :::i. t (.:.;c n o1Dq i :::\ d (.:.: ,':\n :,,';1 i .:::.e: (.:.:..:::.ti'"1..1.t1..1.I'":::1d :':\,. (.:.:.;o:: {:: (.,:.nc! i d ,':\ p"'1I'"<:\ lJ.I'J':

». ~::.p (.:,c:tC) f'~':::.':::.(.:.:,n c: i ~':\1>' .r:' () rn c·:'c: (.:.:,n dC) t C)c!C) ':::. C) ':::. (.:.:,1 (.:.:.IH (.:,n tD ~::' n (.:,:.c: (.:,:,~::.':::,~-KI." í o ~::'

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td~c:n iC::;';'!.;" com uma administraçâo f':'~::·I:) (.:.:,c: r·f-' i (::::':"!. c:o1'" !." (.:.:-nt (.:.In (.:.:-nt (.:.:.

F' in ::':\".I. 1'1'1(.:.:'nl:: e, C) (.:.:.':::.t !,.!,dD (.:~: c:Dnc1!..l.

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dC) P (-:.:.J ~':1, 1'" (.~'J. ~':\ç::?~C) (.:.~>:: i ~:;.t (~nt (.:.:,

2nt~e o processo de forma macro. que J o neq6ciD em si. e os

PI'" Dc: (.,~~::.~::.D ~::. d (.:.:

(.:.:. <::.t: :,:\b (.:.:'.I. (.:.~c: (:.:.n d o

fo~ma micro. formadures do planu maior.

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n i m :,:\~::. qu (.:.; (.:.:.../ i t: (.:.:.IH ::,1 cI (.:.:.:::.'·:I.::.:JI"e~J,':lç::i:\o cI ,:\ ~::. p,':1. I" t (:~::.• m o 1:: i'.! ,':1.cI :::\ p I:::'1,':1. c:C)n c: (.:.:n 'c1":::1. '.: ;:;:;o

independente e pela má compreensâo da Driqem dos

n ,':\ f ,':\':;;(.::d1::: cI(.,~~:;(.:.:n<·iD'.I.v iIHe n t:D oP 1::-:'Ir,':1.c: iC)n :::\'1 "

ind i'v' ic! U.'·'I.'1

(10)

I PRINC!PIOS BAsICOS

::::::::::::::::::::::::::::::: ::::;::;::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::;::;::;:::::::::::::;:::

(·,:·mit i!no·,,,·

complexidade. A medida em que o pensamento e a pesquisa se

c! (.:.~':::.(.:.~n ....,.'C) I ...'1::':' ~. :;':'1. C C)n ':::.c i (::.n c: i ::':'1, d::":'1. d i In (.:.:'n ':::.~XD tC) I'"n~':'!•.•••':::. (.:.:' 1,'0 (.:.:,~':'I.J:.. (.~ i ~::.tD

um

fFustFa~So ao compaFarmos com a espectat iva inicial. Na

hu ':::.c~·:i. d::':'1. ':::. ':::.C)I1), (;.: ::-::1 (.:.:' '::;.:: ::':1, t (.:.:'nd (~n c: i:::"!. :::I :;':\ ~::. p (.:.:,':::.':::.D ::':'~':::. nC)j"" In:;':\J In(.:.:,nt (.:.:'é~ d (.:.:,

enfoques espec(ficos em funçâo de sua cognocibil idade.

1imitando-se estritamente ~s especificaç5es bJsicas. em

cI(.,~tI'" iInf·:·nto df: !..I.m :::\C DmP 1" (.:.:(.:n ~".:::,(o 'J1ob:::1.1 • C ()IHo (.:.:::.;(.:.:.mp1D ,. Pod (.:m n<;;

c: i t,':1.1" ,':\ qU (.:.:..::,.t \".o in'1-'1 ,':\c io n ::{I" i :::\,. qIJ(.:.:(.:.:n'v'o1\! (.:.::;:\ ~,;oc i (.:.:.d ,':\d e: (.:.m

t ()cf o ~::. c ':::.':::.(.:.:'u ;:;. ':::.(.:.~::,:.1In c·:'ntC) ':::. " 1...1IH (.:.:,c: DnC) In i ':::.t~':i, ::':'1.D p!'"' C)P o r :;':\~::.o11,,1.ç:~:;io>'

poderá elabora-la em termos de aperto monetJFio e fiscal.

1""(.;dl..l ~.:?:,C) ciC) c: '/' (.::::d i to (.~do ~::.~J::':1.':::.1:: D :::. dD ~:.:Jo \,J (-:.:",,,nC):.. (.:.:, oI..!.t ",.::':\~::.in (.:.:,c! id:;';'1. ':::.

Na visSo de um agricultor. ele poderJ

ci (.:.~

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n d (-:.:,I'" 1).m ::':"J.U. IH (.:.:,ntC) c!::':'1, :)~ r (.:.~::':'1, d (.; p'J. ~':\ nt iC):: P () i ':::- ri::':'1, m(.:.:,d id::';i, q1..1. (.:.; :;';'1,

() ·f (.:.:.",.t ::':':.d (.:.:'~':\'1 iIn(.:.~rito ':::.::':'1, 1..1.IH (.:.;nt::';'1.v U ~::. p ,...(.:.~!~:o :::. c:f:'d (':'~Intr (:.~ Dp in j ~:~\o d (.:.;

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OS males que a sociedade lhe fornece. De forma mais rara

poderemus encontrar alguém que defenda a idéia de que o

PIrC)b I (,:.:IH,':\ (.•.~ (.:.:~,;t IrI.J.t:IJIr<":\1 ,. f·' qU. (,,: ,':\ inf 1,':"1. (;; \~\ Ci ,) <":lop (.:.:n ,.:\S UIn

inc! ic: ,.:\dC)Ir cf (.:.: d ~:.:.,,;(.,:IHP (.:.:,nhO "

o

cunceito dos sistemas p~rml(2 a mente humana entender

'''.I.J.,.:\~::.qU. (.:.:.',;t:'t,(-:.:.~:,.c-: c:oIH C) (.:.:.1,':1. ":'. ~". :~.~o ·fo1""'IH::':\d :::\~".u Du (.:~<(.:.:.!H Fi I D <::. 1.).P r: :;:'. C it :-::\eIC) " P C)d c IHo ~,:.d ii: (.,:I'"qU c·:' :::"1. .,,; eIi....l (':1""'~:,.:::\ .,:; U p in i('i (.:.:s (.,:.in e:o n..iI.!.ntC)

ajudam a entender a global idade da ql.J.estSo. mas ao adotarmos

as mesmas de forma isolada. certamente seremos envolvidos

pela incumpreensâu da falta ele sucesso em crises frequentes ..

J 1I.J.',:.t Ir,.:\ndO IH(.:.:1hoI'" :::\n::":'1.1 i,,,:. (.:.:mC<:'. ,.:\ •....1 i,,,,.!i:iO ci() (.:.:cCJnC)Ini":'.t:::1. •• ti

moeda é apenas um s(mboIu da at ividade económica. que

pc·:1""'Init e D I"(.:.:1 :::\c: io n :::\IIIf·:·n to iritC·I'"nD d:::1. ~".Clc: i(.:.:c!,':1.cIe coIH D ',;e1..1.

trabalho e sua riqueza. Logo ao aJu~larmos este s(mbnlo com

a real idade que representa. poderemos de fato diminuir o

r

nd ie:1,:·:·

\iE-:I'"dd cIc·:

inflacionário porém sem resolver o problema.

no pod(·:,·!'· ,':1.q1..1. i .,:;it: i'··io p (.:.:.~:,.~;:.C) ,':1. ~". ••

que·:' n,·:l.

Num:::1. ~;:.it:U,':'1. .;;: i,'~C) inf'1,':1.c:iC)n ;-,\I'"i:::1. ~".\~\ Cl o ~". PIrC1; C) ':". qu (.,: dEt (.,:iriOI":::1.m O POd

Cf

ele compra. com o apertD i'Ilonetário. é a renda que fic?

restrita. surt indo de uma forma diferente o mesmo efeito"

I~".tn

IH ,.:\~". (.:.:;.::,.:\t,":'I.m(,.:.nt:f·:· o i n\.1 (.:.: I'" ~".o :' oU. ~,;(.:.:.j:::1. ,. :::\ (.:.:e:onu ini,';1. (.,'( quf·:

determina a estFutuFa de valor da moeda. Na visSo do

,'1. ::.:.1I'" ic1.). 1t oIr ,:(::C 1 :;:\I"O q1.1 (,,:. :::\ ,':1.1iInc·:nt,.:1. ••.:!:~i.O ,} f1..1.nc!:::1,IH(.,:.n t:,':1.I p :::\I",.:\ ,.:\

n ,,:.:c: e ~".~",i t ,.:\m p ,.:\I" ,':1.

(~1(~IH d i,,,.t: o ,. ,.:\ U.IH (.:.:.n t <:\I" :::"1.

:::\ ~.:J,':1. ~:,. ,.:\ 1 hC) ',:. }.

dc·: c:u.lti\.IC)

IH C) I'" :;:\eIi :;:\ (.:.;.t:c: .. " "

d (.:.:IH,.:\nd ,.:\ in,':1. i<:'.

':::. (.~n', (.:.:,nt (.:.~~::.j"

<:\9IrÔnDIl1D~,;,.

tratores. defensivos que por sua vez exigem mais

mecAnicos. qurmicos~ que dependem de um sistema

(11)

C) cicIe): .. il1·::'...". '!.!.

n ::.:"t.D ::':\p!,,, (.:.rid (.:.~m ;: imFi1 ic:::':'!.!"!dD (.:.:.rf! d i :.:-::(.:.:.

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·f'l..!. n ~~:?~C) d ::':\ :;':\'.I. iIn (.:,:,nt ::':\(::.::::;.;.C)1/ \F ::':\j'" (.:.:.c (.:.:.q1..1.(.:.~ (.:.~~::.t ::':'.li'!D .:::. n C) :::-D!"l t o in ic: i::;'!,·.1.

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DpO 1"c: iDn :::1. 1..1.m ::·:·~-nt (.:.:.nd iIH (.:.:,n t:D

pelo p~6p~io p~ocesso de pensamento"

~:;e:Ir (':"H (.:.:.n .(.'r (.:.;n t:,',lcI :,,\~::." Ou. com

t om :::\r: qI.J.,,'1.1qu (.:.:I"~

cI i f icu'),d '·:i.dc·~;; ;::1.

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de PLANEJAMENTO. No~malmentc quando agimos impulsionados

pe '.I.o d (.:.:.~:,.c·;.io ,. <-:-;1 (.;In(.:.:.ntD C D 1'1 ~,;t i t1,.1.int (.:.;d ,:\ ~:;. :,:\t i tu cie: ~::. (:.:.m ot i \.':,:\';; ,. o

objet ivo tcnde a se distanciar dc sua efct iuaç50" Adotar o

P (.:.:.n .:::.::';'tm(.:.:.ntC) q1.,1. ::':\n c!D o (.,::'~::.t:J ::.:)iC) dC) ~::. f~·:·I.t o ~:~ (.:.:.~::.t::J: !"! r:·~::.t(.:.? P Dn tD :.'

pC)d c·;,c-,',1; .",. (.:.:.r t:::"1. ,r-cI (.:.:. cI (.,:. m:::\i,,,;. p :::\,.":::,\ qu.,':1.'.I. qu.(.,:.r: ,':1. (;.: ::~\o ,o" :::'1.C ic!n ,':\'.\ "

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cI i':'"t i n91..1.i n ci o "" -s c ci o .,,:.(";nt i m c·:'n tOE' d ,'\ ...'o nt :::1.d (.:.:.li (:'i.) " O pr:D C C '::; ~,:.o

de pcnsamento ti: uma estrutura metddica deste ato dc

r' c -f-' '.lc·;':::i:l.o r c:o1'1 ~,;t it IJ ici,':\pO,·" UIn Dbj et: i \.'C) C (.:.:.1"1I:: r::,;1.1, <:,.u.b ""ob.ic·;t i \/D ~".

cIE f o ,...m ,,,,-c::i:\o do Db...if:ti' ...() c: c·;n t:r: ,:\ I " d iIn (.:.:n ',:; i ()1"1 ,':\m c·:'nt D dD ~:; I'" Cc:I.! I'" ~::.o ':; 1'1 (.:.c:(; .:::.~::.,'1 ,...io .,,:. e :,:\ ,';'I,cIIn in i ~,:.t1'" :,:\!~: \:; o (.::.qI.J. ,':\'~ '.,: :::,!.cIDr::::1. dc: to d () '::.

esscs componcntes.

n (::;,:\

li'!'! (.:.nt (.:.;a espinha clo~sal de todas as nossas at itudes

é o Dbj c·;t i v o c:E'nt,o" ,':\ 1 " [: ~:,.t (.:.;,':1. ~::.pcc:tD é t::XD ,o" (.:.:. '.I. (.:.:.'i ,':\nt:e , q uc n :::\

.:::.1,,(:::1. ;:,1.1..1.~::.to:·n c: i:,:1. o b .,,:.(.:.:., .1 ,:\ IH D ~::. I..lIn::':\d i',:.1'" it ini,',1. c: ,."Ôn ic:::':1. 1"1o Inodo de:

vida. scja dc uma pessoa ou o~ganizaçâo" ~ comum o

;::'1.p ,':\r (.,;C im (.:.:.ntCl ci (.:.;~;:.t: ("; .f.' (.:.:.1'1(':ll'i'I(.:.:.nCl q1..1.,':\ndCl ()c:DJ" ," e I..lIr! :,:\ in t:(':':'1" /". IJ Pç:r;; ()

ou conc'J.usSo de uma ta~cfa Jrclua. mot ivada po~ infinitas

~;;itu. :::\ç:i:i (.:-;~:;.:: ,':\pU ~::.(.:.:.nt ,':\cID,o" i,':1. ,. pC 1'"cI ::,\ d (.,; ::,:,\p'J. i c:

"I.

b i '.I.id :,:\cI (.:.: c:Cl ,:\eID ,."

ele c:af0 de pano) ou inviabil idade (PROALCOOL - pr09~alna

nac: ion;::\1 cio ,':\1eool nD B,",·:\~::.i'1,. em ~:;ub~,;titl.J.il;:::~O,':1. ~.:J'·:\~:;Dli1'1,':\,.

d (.:.:". iv ,':\d :,:\ eI o p (.:.;t ".Ó1e D ) •• (.i<::. e ,':\ ,... ,':\c:t:c 1'"

r ~::.

t: i c :,;\.,,; c:D In P D ,...t ,',\In (";nt :::1. i·::;

d<:\ ~::. FI (.:.; ~;; ~".o ,':\ ~;; n E' ~::.t (.:.; (.:.:.~;;t :::\cI () ~:;\~~D cI (.,;P ". im (.,:n tf·; ~:;.,. P1'" (":D c: 1.1pa !-;,:\XC)

excessiva com assuntos i~~c1evantcs; dificuldadc ele

i nt (.:.:.~~j'" (':\ (~: ~~D ~: ,." f.:'1 ,':\t: i\iC) ~:; ~~

o r'~.:J ,':\n i ~.~,:\~;f:\Cl

ext~ema necessidade de a9~adar; pe~da de valo~cs

dependCncia cxage~ada de tercei~os etc"".. Uma

nesta situaçio simplesmentc encontra a falCncia

( In o ,..•t: (.:.;cf ,':1.':;; D 1" 9 :':'.I"! i ;::.:::':'1.1,.: ::::! (.:-:.~;:. ) .. (.' Di:: :::\ .... ~:;. (-:.:. f·; !li :::•.J'" t i::,:,1C) .:,:. qu (.:.; i::1"::':1.t ,':\ d (.:.:.

p 1".\n (.:.:,j ,':\IH C n t:Cl (.:,.~:;'c ,." ,':\í::é:::.:J ic Cl ,. ,':\ i cIéi ,':\ d (.:.:.ql..l(-? ,':\ i1'1D V ,':\ lO; :~\Cl é a

c:h::':'1. ''; c:· p ,':\, :::1. :::\ ,,,. C h!," (.:.:.'.ii {~.n c: i ::". cI ,) ~,; oI"~~.:J:::1.n i :.:-:.:,':\~;:d (.:.;':;:.' C) qu. (.:.; ~::.i<,:Jn if ic:::1.

111 (;\nt:cf" c:C)n ~,;t ,':1.nt (.:.;C) ,':1.tD d (.:.:.f·; ';;t<:\b (.:.;1f·:c (.:.;,." ol:l,j (.,:'t ivD ~;; (.:.; d (.:.;~:;(ô\f iCl ~,; •• PC)dC !li D ~::. cDn c:1 u.iI"~ I:::'nt:;~i.D ,. q I..lE' D ~:,.(.:.;(;)I..ll'ic!C) c:C) ," '·:l. (; ::Xo dC) hD In C III ~:;\~\n

os scu.s objet ivos •

....

_

_ .

(1) FERREIRA. AI..l~&lio 8ua~quc de Holanda" Novo Dic:ionJrio da

I...

r

n~.:.1u.,':\ PD ,o" tI..!.<JU.c·<:,. :::1. " H iCl cIc ,.J ,':\n c if" o ,. 1'1Cl\! ,':\ F' ,."Clnte iIr<:\ ,. 1a •

(12)

::':\':::.pe:c t o

qi.J,(,:.~ () h.i ::.:.~t i \.-'C) :::.

c:C)n .:::.c: if:·nc i ::';'1. v

.:::.U.I:) .... () b...i (.:.:'t: i \.:U ':::, q!..l. (':'~ C~,;t c·

j".-.!::.:'!.

pC)~::·:::·I..I, i

::':\nt (':':'c (,:.~de:!"!tc·:' I: grandes os obJet ivos que

E-:·t ::';'I,P ::':\ (.:.:.~::.t~:;l.(:)

qU.I::·:·

';::·(·:':'n cI () peI'" ~:,. (.:.:.:J1..\ i do '::.,. como erradicar a fome entre os h o m(.:.:.n .,,:.:.' InIJit o ~,; o 1..1.t I"o ~:; ob .ic·:ti o '::.d (.: 1..1.1t o po dI:?r !:\C) .,:,. (.:I" :,:\t in(.:J icio '::.Po I'"

consequéncia. como a educaçSo. a sa0cie etc ••• O importante

d;: c: D IH (.:.:.<;: ::':\I." PDI." I.lm :.. ~':\dC)t :;':\dD C D!ri D ID c: C) In Dt i \l ~':".~' (,,::,m (.:.~.:::.ir! C) q!..I,(.:. C) .:::.

'::.u b o bjc·:t i ··io ~". n :::\o ,':\t i nj :::\m ,':\ ~".U :::'. p1c'n it 1.1.cI c·: cDmC) C)b .i (.:.:.ti C)

c:f:"::'n t1" :,:\1 :' p ode:mos d i :.:.~c·:I" qu c·: pc·:1o Inc·:no'::· 1..1.ir! :::\ bo :::\ p'':l.j""'t(.? d (.:.:.",.u. :::\

estrutura já foi concluida. Especificamente neste exemplo.

i::<:1.'.I. •...'i!.':' :.:-:.: P o .,::.~".:::\m o ~,; :::1.r:(.:J1..1.li'! (.:-:.n t :::\1" qu.i!.':' ,':\ (.?I" I" ::,\cIic :::\c: \\;.o d ,':\ fo me , t,':1.mbi}In

~::.E'j :::\ U.m .,:,.ui:l ....Db.i(.?t i....lC) d (.:.:u m obj (.:.:ti ....!o IH:::1. io 1" c:o mo D bt:e I" :::\ ci i:::1n id :::,.d (.:-:. d (.:.\...id ,',\P:::1.r ,':\ t o do":; o .,,,.hD 1'1'1(.:.:.n ~:,.• i")c:' .:,:.t (.:.:..,,:.(.:.:.n t ido. ,':\

t e:D Ir ! ::':\ dC .:::. .:::.i .:::.t (.:.:.m~·:·I.: :::. (''::'n tj'" ~.:.~r: i :;':\ n1..1.1'(1::·:·l. C iI'"::':"1.nd ::';\q1..1. (.:.:. ::':\t in~.:Ji1'" i ::';\mD '::; C)

i n f i n it !.::. ,.. i::O"~

sucessivos atDs desordenados. Esta falta de cDnscitncia

c!C) ~::. '.I.imit (.:.~~::.in c: oI'" I'"c·:' n ::':\ pc·:I"ci,':'! dE'~ Db.iE't i\.1o ~"." (1q1..1. i c ,':\hc e n i:: :~:~() 1..1.li'! ::':\ I'" U, P t:I..t f'" ::':\ (.:.:.nt:j'" (.:'~ c:on c: (.:.:,it C)~:> qu (.:.~~::.(.:.:.c: ()nfI..f.nd (':.:.In 11

P 1" i n c

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p iD .,::. (.,~ DI) t ".:::\.",.~:;.;.C) () bj c-:'t i \.'C) ~:,. "

o .:::.

Fi I" inc: (p iC) ~::. ",.!:\.~o '.I. i::.:.1,:\do'::,.

a alma e DS objet ivos 1igadDs a açao. A dignidade humana 0

u m p I"inc

r

P io (.:.~e I"1" ,':\cIic: ::':\,." ,':\

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C)m (.:.:.1..1.1'(1 ob..i .;:.~t i'v'D • () d1,:·:· .:::. cC)nh (.:.:c: id \:)

fundamenta a exist&ncia,.. este d um princ(pio,.. a c:i&ncia 0 um

ob.i et i\lo " E ~:;t:i::'~ d i~::.c:(.:.:.I'"n iIn(.:.:.ntC) c:onc:e itu:::'1. '.i. li~ b::,K ~:,. ic ()• ,J,':\In,':\i~::.

podemos perder a noçSo de '.I. imites. em nenhuma hipótese

podemos perder DS objet ivos,. isto como já foi demDnstraclD 0

um riSCD em quem está ligado a vida. Dentro da experi&ncia

humana. estes cDnceitos já tiveram precedentes. OuandD a

.::,.o c: i (.:.:.d ,':\d (.:.:

m :::\n d :::\I" ()

1 i::.:J,':1.d ,':\ :::1.

:::\III(.:.:I" ic::::1.n <:'. ,. n D ~:,. ,:\n o ~,:. () (),. c·:'~::.x: ip1..1.'.I. :::\ I'"::,,1.m C Dm o Dbj ct i \...D

hDIn(.:.:IH :::\11..1.'<':\ ,. :::,.t it ud (.:.:(.:.:'<:;t ,':\q1..1.(-:.:.n ~'i.D .:::.(.:.:i ~:;(.:.:.(.:-:.,:,.t ::':\. 1..1.m P Ir i n c:

r

pi o ()U. ::'-:i. IJm Db j (.:.~t i\!o iH ,':\i oj" d (.:.:.n t:1"o dC)

i:: E' ,':\t:j'" D d :::\ :~:.1U(é·:j" I"::':l. {.'!." i ::':\:.' ti'"D1..1.:< (.:.:.c: o n ~,:.c·:'q1..1.(,n c: i ":,.~:,.n(J~:::,K\.1 (.:-:.i ~,:.Dnde c!

PI'"dPI" iD c: o m,':\neI,':'\nt 1,:·:· ,. Nci 1 (1 Ir III~:;t:I." o n':.:j )' d (.:.:.·f oI'"m::':\ c:o1"1 ~::.c: icn t: e n1..1. I'),:,\()7 I'"(.:~::.umi1..\ (? .::,.t :::\.,::.idéi:::1. '::. :: liU m peq1..1.(.:.:nD p ":"..,,:.'::.D P :::\I'":::1. () hom (.:.~m ,.

um gi:::1antesco salto para a humanieladeH

(1).

Podemos elizer que o objet iVDcentral

d

o sistema. c

c::,:\cI,':\ <:,.I..I.h....C)hj(~:t: i\.1C) é Uill ·:::.l.J.b<,:.i~::.tCIll'·:\.DE·~".t:::l. idcnt ific<·:\~;!:~·;.o). ~,;U I."!.:J (.:.: ,':1. n c eE' ',; ~,;i cI ,':\ciE-: d (.:.~ d iIH(.,:.n '::; iC)1"1 ::'\ Il'! (.:.~nt D d (.:.~::.t ,':1. ~::. r:·t ,',1.P ,':\~::. f·:Ir!

.f-'I.J.nI;;:

~x

C) do Db j (.:.~t: i\l () C (.:.:n t:I" ,':1. '.I. •• P ::':\1'" :::\ i·,::.t (),. d (.:-:\ ...(0:.:... ~::. (.:.: (.:.~ '::. pe c: i'i'-' i c::::1.I'"

c:ael::,:\~:;ub~,;i~,;t:elll,':\,cI.:-:·:finindo ,':\~,;~,;ililUIil P,':\dl"!:~\D(.:.:.1.J.Il'I'·:'I.m(:~did,':'\df·:

desempenho. que tem pDr final idade INFORMAR se a etapa est5

corresponelendD com uma atuaç50 adequada ele acordo com \:)

p 'J.::':1.n (.:.:j :::\dCl)' D1..(m(.:.~I h DI''',·C C)ll'ICl Db...iet i\.! Cl :::\ qU (.:.:. .r:'D i (.:.~~,;pc· c if ic :::\d ::':\..

Saber o que fazer nSo 0 tudo. ~ impDrtante ident ificar o

volume de recurSDS que serSD apl icadDs. O orçamento duma

d <:\ ~,; foI"m ,':\i::. cI(.:.:1'"(.:.:.f '1(?::<::::i. D nC) p1'"C)Ce ~::.~::.o d(0:': ,':\ V ,':\1i::':1.ç: \::~o C1"1ti" (.:.:,':'1.

---(1) BARSANTE. CássiD" 1969-1989.

Revista GeogrJfica Universal.

editores. nJmero 175. ,JunhD 1989~

O hDIil(·:·~mn ::':\11).::':\ ....

I~io cI(.:.: Blnel"!

(13)

(·,:",::.t :;;'.

Além de orçados e especificados todos os subs

n (.:.:,c: (.:.~':::.':::.~J1"" iD sicroniza-los no tempo. ii ~::;(.:.:. :;:\1(-'11..1.n ',:; di':;' n ()~::.,:::.(),:::.

(.:.;,~:;·f oc:D ~::' ·F ic ::':\i" f::·:·m ~';).t /'"::':",':::.:;':),du ':::.;: ::':'1,1~:Ju.n ~::.cI () ':::. D1..1.ti," :::)';::. riC) '::;.';::.(:) ':::. (.:, ':::.·fDtr (;~C) ':::.

.::,.eI"\~l.o 1..\m a p (,.:.I"d ,';1. di::'; t (.:.:.InPo " ~:;(.:.:.J (.:.:...!:;:1.1" d (:.:.:;.;: :;;1.n D "'. P ,":).r' :::\ c:I'" i:;:l.r' '..1.In

<":lod (.:-:-q IJ :::\c!C) :' C I" i :::\r'

que vem. purque na 0poca em que D propulsor' es( Iver

C) ~::. {':),~::.tIl' C)n {':'(1..l.t::":"I. ';::. (.:.;, ~::.t ::':'\I"::XD \,i (.:.:,1 hC) ':::. cI ~::.~ rn::':'1,i '::;. p ::),jr ::':'. :../D ::':\,... :,

C o n ~".(.:.:.'Ju i ntE' ,. P I" f:'c:i,,::.::;1.IHC) ~::. d (.:.:. 1..1.m r:.'I ,':\n o q 1..1. (:. I (.::::;'.I'"::':'i

subsistema au pac!rSo num tempo desejadu. de mudo

P IrC)f)tC)

Po,"

C::":"1.d::,l.

q1..\(,::' C)

P(·:·:·I···d::;,.

F i n:;:l.J.In f:' nt (:.:. para concluir o p~ocesso de

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na própria forma de ser do planeJadur" O e\lentu.al passa a

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defesa se subrepGe a 1iberclade e a simbolugia perde o seu.

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subsistema" O Iucal unde a crise se instala nâo 0

I'" (.:.:.1 (.::.\-':::,.nt (.,:.y o qu. (.:.:. i,r!po I'"t ,.:\ (.:.::O '::'.(.:.:.'..i. p ,.:\p (.:.;1 n ,',\ d i n :,,\In ic::::1. dC)

aprendizado levando a uma nova legit ima~âo do cumu fazery

mesmu que tudo o qu.e foi feitu \lenha a ser perdido. mas

podemus dizer que se o sistema nau foi inval idadu. ele

c1""'C ";; C (.:.;IJ (.::. (.:~..'o 1U. i1..\ ,. (.:.; n'":l. h iP Ót; (~~::.(.:.;d,':1. in ,';\".1.ic!,':1. (,:.:!i:{u ,. pudE mti ':;'.

dizer qu.e um ubJet: ivo sai da prSt: ic:a e vai para um estado

'.I.,:\ t: (.:.;nt: (.:;" O In (;I ho I'" c·;;-: (.::.Ir!P ".I.odE' ~::.t (.:.;t ipc cI (.:.; ',:. i t:1.).:::l. ~: f~.D fo i ::;1.

cunstant:e indigna~âo cio homem ao ver que um passáro. mais

p (':'~~:;::':\do q'..I. (.:,:, o ::':1.f' ;,' t (-;.:,IH ~':'!, c:::':'1.p:;':'!.c: id ::';\dE':' d ('"::'1,,/D:;.;'t.I'" I' l.,C)~:Jo C) hDm(.,:~IH

tamb0m puder ia" Muitas pessoas IHurreram em engenhocas

voadoras (crises). mas u ubjet: ivu permaneceu latente. at0

q u. (.:.; () ut ,.",':\.:::.dE' ~,:.c:C)beI"t '·:l .: ,,; P (.:.:.r'IHi t: iI'":;:1.m D '::'.Uc:(~~':."".D df:' .::,.t: (.:.:. int (.:.:.n tu"

L.oQO u sistema evoluiu. at:rav0s do aprendizadu uriundo de

sucessivas crises seculares" Esta 0 uma forma dulurosa de

f·:' \:'n'.I.u.çi~'~(]B D (':-:'ntl'" C. d ;::! t (.:.:.()1'" i :;';';. cID ':::, ':::, i ':::,t (':.:.rn::':"1, '::;. >. .::!, p () ~::.t1..I.l'" ::':", d (.:.:.

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(14)

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planejamento nSo pode enveredar para a rigidez das

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contr3rio. J desenvolver a redI

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uma série de ferramentas. é a fonte de valor de toda uma

:::\t i\l icI":'.d.:::·.. L.U~.:Jo o ob...iet i v o 9 1ob :::\1 ,. :::1.".I.ém d (.:.: ',;eI'"

adequadamente especificado, necessita passar por uma

aval iaçSo de sua dignidade, POIS 0 em sua fun~So que todas

Este passu sugere que ()

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"o. i(Jn i'1-' ic :::\cIC) ,.

d e q!..I. :::\ ".I. qu (.:.:1"

(.:.:\l i t,':1.ndC)

(·:·;n-i:: (,:.:.1') d(':':'1'"

In ·f (.:.:.'J. ii:In(.:.:.nt (.:,:. () C)b...i (.:,:.t i\l D d (,:.:, 1. .1.In (.,:IHp r (:.:.r:·nd iIn (.:.:n t o p ()d(':-:'1" /\ n :::(o ~::.r:I'" o PI'" in c ip ,':\'.Io hj c:'t iv o d.:::· ~:"(':.!..l.

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d (.:.~1" ,. q U (:,:.n ()1"m:::1.1m (':':'nt (:,:n!:'Í.C) .} d (.:'cI ,':\I":::'.d ().. J ",.t u p o d (,:.~J.E''v't..I'"I.!,III

P lt·o j (.:.:.ti·::> t :;':',:;';'1, 'i'-"' ic ::':\1'" ~':'!,n o ~::' j," c·:'In::':'tnc! D C Dntr' ::':\ ::':). m::';'1.r:I} ;" ~':'I,t (,:~:cl (':'~~::.i ~::.t i

1"-de nadar, puis boiar 0 mais amenu. Esta situaçSo direciona

pessoas a uma Visau mais especffica e

~;:.IJ,1" ::;) (,~ () ~;:. (':':.nfo q u c'~:;Co m o o b.i \,:.~t i\lo '::'.,.d e ~;:.IoC ::':\n cio :::'.:::'.dm in i ~::'t:I"~,':lç:i;o

equal izadora das partes de forma exclusiva para a 1ideran~a.

r!: t:I'":::\n ,:,:.'i'-'o1'"IH::':\n dC) D P'1 :::\n (':'~j ::':\cIC) I'" " q1.1e d (':':vc;,,:I'"i:::1, ':;:. (,:.~ l'" o III ,:\ ioI'"

respons3vel, nUllla figura parcialmente marginal izada do

sistema COIllO um todo.

CD Ino c:()n .::,.(.:.q1.,1, (: n c:i ,':1, :,' C)<:" PI" o ...ic;,.~ti,;:"t:::1, ,,:. (,:.: :::'1.d m in i';:.tlo" ,':\dC) r: (? ~:; cI,;\,~,:. P ,:\I'"t: (':':'',:" (':-:'n ti'",':\m n1..1.m pI"D c:(':'~,,:,~::'D dc;,.: c:D n c:(,:-:'ntlo" ,':\ (;': ::;.;.C) d :::',';:. idd i,':1. ~::, "

,':\t (.:.n eIc ....~:,.(,:.~":l. c:,'oi.j'":::1,c:t (.:.:.I'"

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'cic:":',~;:.d c-:'(':':'f ic iO:n c:i::':\(.:.:,p!,,,:::'.:JIH ,':\t i~;:,IHo • Nu

caso ela efici0ncia. fica elllbut ida a intençSo de reduçSo de

custos, direcionando a equipe numa eterna busca pelo melhor

inC)cfC)11 E ':::.t (,:.~ cD IHPDI'" t::';1.IH (,:.~1"1tC) t1'" ::';1,d ic: io n ::':'.1m(.:.:'nt (.:.;t:l:':':'Ir! 'r' (,)r nf:~C idC) c:D IIIo I"~(.:.:',:, 1..1,1l::,':\c!D UIH,':\c:1'" (.:,:. ~,:.Ct:·:,nt (':'~,':\uto m":l. ~: i~D d (':\~;:,t ":",1'" ef ,':\~,;• tiq I.!i ~,; 1.1I"9 (,,~ ou ti",':1. d is c:1,,1,,::; "o. \":,o • P o I" p,':1,1" t e d ,:\qU c,~1e<,:, q1), (,:-:. d (':':fe:n cI(':'~III o,:::,

va".l.ores humanos. da constante de:JradaçSu que ucorre quando

::':\~::' p r~~::.~:,.o ::':\'::;<:,.!:;':.D ',:, Ub st: it I.J.

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d:::1. ';:" p o I" IH,Iq I.J.in :::',~::'• D .,:.:.D1.,1,t:1'" C) '.I.::':',c!C)

PDdemos argumentar que a sociedade estJ sendu direcionada

com a autc)llla~âo. a I.J.m~ at ividade mais nobre comD u

cIE-:':::,e1"1\,101v im(,:,'nto t(':'~cnDld9ico c;,'~1ll';:;1" O imp:::\~,;'::"c·~CDI'\'c i1'\1.1,':\"

P DI'"qI.J, (':'~ ,':\

d (':'~~:,.t ino.

d(·:,:' obra desqual ificada ~::·(,:,:'m f..!.IH

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PI" (':.,ju r:;.::o ':;:.

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b (,:.:n (,:.:,f (c: i ()':::,•

postura. proporcionar

Vamos supor Ulll gerente

IH,':\i,:::.

c/«':.

,,;uprimentcs extremamente eficiente na aquisi~Su de produtos.

obtendo cOl"lsiderJveis descontos com uma pol(t ica de lotes e

p,':1,1"t: i'1h ,':\li'!c-:'nt:D (':'~m d i \,.'(':'~I'"<,o.D ,::,. f o I'"n (':'~c:c dD 1'"<-:.~,:,; " 1::: .:::.te ti",':\b ::':\'.lh D ,':\'.I.éIn

de nâo permit ir um desempenho 39il da proeluçSo no caso de

escassez. cDmprolHete financeiramente a or9anizaçâo conl

(16)

estoques elevados.

c on\i i\1(:'1": C i'·:l.

que seja utóPiCD.

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ser constante por mais camuflada que ela esteja na pessoa da

'.l. id (:.~I" ,':\n (;;:;,:\" 1''1,::,:'"',Ino q!.J, (.:.:. :;,:\ r:C-:' ';;. p o n ',:;ttb i'.I. icI::';'1.d (.:.(.:.:..,;;.t (.:.j ,';'1. \i in cf..!.'.I. ,.:\ d<0\ ,':i,

1..1,In <,;I..lb ~,;i <;;.tC-:'1'1\(:\ )' :;,:\ '·:l.t itIJ cI (':'~ d (.:,~ 1),IH P'1:;,:\ri c·:'...i ,.:\dC) 1" cIi:'·~\i (.~1" ::{ ~:;e:1"

d (.:.IH () c: J" ,':\ t ic:<:\ )' In,;'1,n t; (,:.:.n c! o ~;;,i..!. :':\, iH i':'~n tc E IH c: D n ';;:.'(:::;'!.n t (.:.:,\.J i ::,:)

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eIcIn ,':\i ~,; .;;"u b ~,;i ~,;ti':'~In :;,:\';;:, :' !" (,~ ":'.p (':':'it:;';'1.ndo ....C) ~,:. (':':' ',::.(.:,:. .j':' :::\ :.:.::(':'~I" !"I:':' ':; pc i t::;':\Ir ••

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iHo d (.:.1 o ). ql..li,·:' po!." d (.:;..j':. in iI~;::::\D I} I.J.m,':lo -j'-'C)r !H:',1. ,':'I,h,;;,.t1"::':l,ta cIc

(17)

::: J J

::;:;:::::;:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::;;::::

NSo podemos simplesmente definir os sistemas como uma

d i ~:,.t C) ).

Co n c:e:j to (.:,:.::-::i~:.:J (,:.~In i..!.Irl:;';'!, ~::.(.::::i'" i (.:.:, ci (.::: pr' i n c (p (C) ~::.

o desenvolve. A cuidadosa consci0ncia do todo; a noçSo dos

1i1"1'1 ! t (.:.:,,:::.;.: (:)

(.:.:,n t (.:.:,nd iinr:· nt C) d :;';'1, ':::. '1'-"i n ::':\J i d :;':'1,d c: ';::.c:oI'"j'" (.:.:, ~::.pC)n d (.:.:.nt (.:.:,':::.c:oIn () C) b.ic·:'t i \) C)

global, caracterizam o comportamento de quem adota o enfoque

~::.i·::;t I{ In i c:c: n ,.:1. bu .:,::.c:::":"!. d (.:.:..::;o ".I.u::,;: (~:,(.:.~.:::.• pi::-~n .,:,.,.:"1.I'" J..!.t i I i :;.:.::;;'.n ti C) (.:.:..::; t: (.:.:.

c:C)n c:r;:.:· i t:O,. ,:;. i::.:Jn i f ic:::";1. (.:.; ."'. t1"".u. t: u.1"". ,.:\ 1"". u. m::";1. .::,. (.:.~ qu. (, n c: i ,.;'. d (.:.~P I'·e o c1..1.p::":"1.ç; (j (:.~~::.

que deverSo estar sempre presentes, baseada nos princrrios

d (.:.:-f (.:~nd id o ~',. :;:\t (( ::":\qui • Po c! (.:.:.mD ~::. .,',.int (.:.1: is: :;,\....1o ~". d ,.:\.~".::-;:.9u.inI: (.:.~

·fC) I'"rn :;';\::

[) (·:··f i n iI'" o .,',. ob.i (.:.~t i\!o ~".tot :::\i ~':. dD (.:.:,

medidas de rendimento.

C·,,,.

p (.:.~c: i f ic:::":l.I··· ,·:\mb i(·?nt(·:·~do

·f,' i }::as11

c ) C) ~::. recursos necessJrios qIJC-:.

." ~:; (.:.~I'":;';'l,C)

c01"1 ~':.1.J.1\)icl ()~::...

cI ) I:::~::.tI'· '..\t;u1'-::":1.I··· o ~:; cOI\) PDne:nt c ~;;.d o ~:'.i ~".t (.:.~I\) :::\ ,. CC)m .,,:.'.1;::"1. ~:;

final idades c medidas de rendimentos devidamente

i d e n t i f i C:::":1.d<":1.~".•.

A figura abaixo esquemat iza todas

~,; '..I. ,.:\ fD 1"".m:;:1. in t(-;~~.:JI'" ,:\d ::)...

esl:as preoc:upa~8es na

BLOCO DE COMroNENTECO

~ t?~~~~/--~~

VARIÁVEIS SUBJETIVAS E

POLíTICAS

SISTEMA

FINAL

CUSTO

.i"-' iSJur: ::":"1.. t

(18)

.--_._--, ~"!!;I :':.:.n'i:::J:1'" iC)

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e dos fatores de En·r:· i m,.

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p1"oPIr i (.:.:d :::\d c: d (.:.:Dr' i c·:'nt :::(I" c·:' :/:1.':.11!..lt iri :::\I'" r' (.:.:.Cu.I'" ";;.D ~;;." ('i ,).~;;. i';;.t;O n\:;iO (.::: ';;. 1..1f i c: iF:nte p :::\I'" ,':\ (.:.:.n t:I'" :/:'.I" III D<:,. n o (.:.:.<::.t :::\dD d<:1. I" (.:.:.:::\ '.l. ii: :/:'..:;.::::.;.o " r·!o .,::.

nDSSOS trabalhDs mais humildes. a mEdida em qUE avan~alllos na

";;.U.:::1. Co n cjret i ;:.:.::::\ç: ::;.;.o :' (} n,':1.t:u.r' ,':\'.I. d :::\I'"mC) .;;:. p (.:'qI). (.:.n:::i. ',:.

(:)b ~::'(.:,:r \.-'::';",(;':~~),D :-' p ~':),j'"'::';'1, ':::, (.:,:,nt irIn D ~::' ::':\ -r-"o ""!ri :::'~().;~~';,o qJ..I. (,:.:, (.:, ~::.t :} i::: '~~t ::':\::':".t it1),d (':':.d (.:.:,n C)In in ::':\....':::.(.:,:' me:d id ::':\ d (':'~!,,, (':':'n d im (.:,:.n tC) "

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c: o nt ~':\h i 'J. ifi ::':\d (.:.:.~:,:.j (.:.:.I'"~':'l.'J. (':.:. d (.:.:.c:I..t. ~::. tD :::. P::':'1.I'" ::':". :;':'1,\.1 ~':\.11::':'1.çt! (-:.:..:::. ::J (':':'n (.:.:.j'" Ic: ~':'~~::.~, .",',

in st r:U. IH (.:.:.ntC) ~::. (':'~':::.p (':'~c:

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rn (.:.~t ,...D :-' p ::':\/'"::':'1, Ini::,:d iI'" C)

cf r:· :::.(,:.:.In P f:'nhC) d (.:,:, !,.I,In ';::,i ~::'t (.:,:,In :::i, c1(':':. 1n co !n () ~::3D t (.:.:.i'" 1'"(.:,:.':::,t!."c·:·11 E ':::.t ::':\

inteFa~5Cl entre a a.:;.:50 e a reflex50 ~ que permite a

cDn .:::.t itu i ~::::S,D dD ~::. P I," C)c: (,:.:,':;"'~::'o ':::,~. \/ (.:.:,r'd ::),d (.:,:,i I'" D .:::. ::':'t~.:J(.:,:,1"1t (':':::'d (':'~mucI~':'ln (~:::':'1.fi

I...D ::,:)D ;' qi.J.~':'t '.I. q1..1, (':':'!,,, ~:;, i ':::,t (.:.:,m::':'~ qI.,!, (':':. (.:.:, ~::.t /~ ~::.ob i n"i:: (.:.:,I'" 1,./c:n!~'::;:;':,D (.:,:,,/ C)u,

administ~aç5o humana. pDssui por mais rudimentar qUE seja

u m::':i. In (.,:d .ic! :::". cI (.:.~ I" (.:.:nd i m (.:-:-nto,. D!..!. m (.,~1 hC)r: :' 1..\m <;;.ub .;;:.i,;;,.t (.:.:m :::\ d (.:.:.

i n'i-"C) I" III<":\ç;: (~)e ~::., qIJ (.:.~ (.:.~~::.t ,':\ (.:.:m ·FIJnc: \~.~C) cIe 1::o cI,':\';;; <:\ ~,; c:C)n ~;;.(.:.:.qI.J.fi!:n c: i a ~::.

importantes do sistEma" Esses argumentos possibil itam a

c! (.:,'f in iç:~l.o cI(? IJ III c:o nc:(.:.~ito impC) I"t ,':'\nt

r,,; .:,:.

imo nE' '"t (.,:.t lo":::'.h ,':\'.I.h o :: LIivi

SISTEMA DE INFORMACOES ~ CONS1ITUfDO DE QUALQUER MEIO. SEJA

~::;Ei··.1 ~:)

o

F( I () L. :'

HUh(·II'·!() Nrl

~:)I i"'iH(~!...I C

o

Ji\1T 1:::F~('1C~~I

o

A FORMAC~O DE TODO O PROCESSO DECIS0RIO COMO ELEMENTO

PDd(·:·:' ~;:.(.:.~I"

representada na seguinte figura=

RELACÃO

REAL

(AC7t.O

1

"(REFlEXÃO

I

\/;

(DECiS~

I

...,

REL~CAO

A

BS1RJ\1A

j '7

(19)

() conceito de ambiente nos "I",

1..1,;:1, C) ':::, ':::,u h ':::,(d iD ':::,

"!. iInit (.:.:.'".(':':' c':'

d i :':':':e,"

qu (':.:. :;';\Inb i (.:.~ntf·:· (.:::: -:::!.J.dD () q1), (.:.:. (.:.:,:::'t ::':;~-r.~() r: ::':',dC) ';;:, 1 . ;. 'C (.:.:,In:;';i,II P ()1'" (.:.~m c C) mo

det: E:'i" min ::':\r () qI.,l, (.:.:. c·~';::.t:J( d (.:,:'ntr C) C)!.,l, -f-\o r :;';i, cio In (.;':.':::.Irl C).,? :::) (.:,; o ':::,i ~::'t<-:-:'!'Ii:;';'1. p oel(.,:.

c:,';1.I"~:;:\Ct (.:.:.r'

r ~".

t ic:::;1. ',:.

p "\,,.t: ic ip,':1. d (.:.:.

o!"l, c:D 1'(1PoI'"t::':'1.IH (.:.:.nt D d (.:.:'qI.J, :;':", } qu. (.:.;!,,, (':':''J. (,:.:,m (.:,:,nto

sua elinSmica. poelemos dizer que o mesmo

que·:'

~::'(.:,:'

encontra no ambiente. Desta forma. nSo necessariamente o

q1.1 ('.': e ~".t ,J //f'o ,.":;;\i i ciC· u.ri'! ",. i .:".t (.:.:.m :;:,. r'!:.:.~p1'" (.:.~~,; (.:.:.nt :;:\C) ",. (.:.~1.,( :;:\ri'!b i (.,:.nte , I...IIl'I

mC)toI" i ~,;t ,':\ d (.:.~um ::,'\U tC)m6'./I,:·~'.I. e n c: o ntr: :;:\...,::.(.::. iidC~nt ,."C)li do',;:.i·:::.ti':'~m :::\

autClmdve'.l.. porJm faz parte ele seu ambiente. pois o mesmo J

determinante no funcionamento elo vefcu'.l.o, e este pouca coisa

podI,:·: f ,':\i: (.:.,." ,';\ 1'" (.:.~~".p (.:.;i tD cI :;:\<:; c :;:\1" ,':\Ct:eI"~

r·,:,.

t ic :;:\.:". oU. Co mpoI" t ,':\m e nto

dom oto,,'i,,:; t; :;:\.. Assim o ambiente

&

const iturdo de pessoas ou

coisas que sâo fixas ou dadas. onde o sistema nada 01.1 quase

1"1 ,:\ d ,':\ pod (.; ·f ":,.::::.:(.:.~r :;:\ I"~(.:.<:;P (.:.:.ito, (.:.:.t (.:.:.mim po1'" t::'::in c i ;::,. f'1..1.nd,':1.me nt:::1.1

cC)In Ir (,:.:,1 :;':\ç: :::~~C) :;';\o ~:;Ob.j (,,:~t i1,./ O ~::'..

(IO ~;:. ";:.i,;::.t (-:.:.m:;:'l. '::. ,. ":'l.p 1 ic::"iclo~:; de

{' ::':'l.i: (.:.:.m Fi :;;\r' t e: d (.:.: ~:,.U ,,:\ i".' .,:,.t ,."1..1.t1..1.r:::'l. ,.

IHÚ1t: ip '.I. :::\ ~:,. f'oI"~!l'i ,':\ ~'; •• O ~:,. ". c·~C U. ,." ':,; D ~::.

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definido. O sistema de infDrma~~es existe naturalmente. por

mais precJrio que seja, como um subsistema de qualquer

sistema que se estabeleça. pela nClssa própria definiç~o .. A

sua qual idade pode alJm de especificar um subsistema. se

c:onst it:uir num recurso.. Um sistema de informaçôes rJpidD.

'".(:~~JI.J. 1" D ,. ". (.:.;p r e ~::.(.,:.nt,':1.t i\Jo (-:.:. f '1 (.;.:-;.;

r '../(";

1 ,. C-:.\J i de nt (.:.;mc· nt (.:.

pC)~::..;:,.ib i'.I. i t:::'l.I"~:::\ ,':1. in t (.:.".:;:1. (;.: ::;.;.D (.:.:.nt ,"e: ::':1. ::':\ç;!:~l.n c·:· :;:\ '" r:·

+'

'.I. (.,:.>~:::;\onu m,:\

velocidade muito maior do que numa situa~âo precJria.

permit indD assim. ulHa consc:ient iza~âC) maior cios objet ivos e

~::. (.:,:,IJ ~::. :;':",,.Jl..l. ~::''C(.:.~';;;,11 PDcl {':':.IH C) ':::, (.:,:,nt :;::).C) 11' (.:,:.~::·lJ.IniI'" qur:' o ~::. "" (':':'c:!"l,11' ~::.o ~::' ':::.~~\C) C)

reservatdrio que permite as aç;ôes ele um sistema.

!=>I" D C (.:.:.':;.~,;D de: .",.(.:.;u P ".ÔP I"~i o d (.:.:.~".(.:.n \/ o 1 \/ i m(.,:.n to"

d(·:·:nt: ,"o du

Os comPDnentes do sistema se caracterizam por seu

de certa forma hetero90neCls entre si. pordm com suas

integradas em funçâo do sistema 91obal.

p,':\P (.;1

a<;;(':ie"::'

P,·:1.I"::':':.

exempl ificarmos. um

::':\t: (.:.:.nd (.~f" :::'1 cIfI:m::;1.nd :::\ p o1"

I o c: ,':"\'1i ~.~<:\dCl ,. \J i ~::.:::\ncI o o

~".IJP (.:.:

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In c·~I" c:::':1.eID

,':\ '1 iIH (.,~nt CJ :::. cI ,':\

confol· ..to n<":I.

po ~"..",.I..t i c: o m o

c C)m1..1.n ici:;:1.d (.:.; (.:.:.IH

oh.i (·:·:t i',,/0

qI..l (~.~ f:~~:~t: ::'\ aCjI..l. i ~:'.iC:;~Cl

ele produtos. A composiçâo deste sistema J formada

subsistema de refrigeraçâo~ um subsistema de

:;;I.dm in iEt ''':;:l.ti\.'0 q'.1(':': ~". I.!.bcIi'v' idc (.:.:ri'! d i'v' (,:.~f" ~:;D ':::.

exposiçâo de produtos secos.

uutros subsistemas ..

engenharia de natureza

A refrigeraç~o possui toda

diversa da cobrança. que estJ

um,':(

m::",- i ~::.

'J. j ::,~;::':\d ::':", ,:;1. i n-l-"C) I'"!n ::\t ~c:::':'!, :,' ::';\Ir!b :;';'~':::. 'f-' DIr In ::':'(ri'! o ':::,u,p(''::'1'"IH(.,::'I'"C :;';\do qu (':':.

c:o n he c: (.:.III o .,:,... Fo cI (.:.:.IH o ',; cI i :.:.::(.;.:1'" :;;1. in ci,':1.y Cj'.Áe (.:.;).; i .,,:.t (.:.()IJt:I"~Ó ~".!jI:l ',,; if,;te·:m <:1.

hierarquicamente estruturado. normalmente presente em t:odos

os sistemas. denominado or9anizaç;âCl. cujo objet ivo ~ a

operacional iza~âo do sistema em· si que no nosso exemplu

(20)

Ci (.:.

p ()de:!":5 .:::.(':'~j'" c D n .:::.t it1),

r

d () ci (.:,:. d i \:'c':'I'" :::. (] .:::. ':::. u.h ~::.i ':::.t(':':'!rI ::':\ ':::. q1..1.(':'~

Cont :::,,1::> i '.\ i,j:::\C!e , P(':':":::,':::,u:::"I"luJa. cozinha. estucagcm

(.:.~tc: n ti 11 j...!D (.:.:.n t:::':'1.ntD ;." (':~:!H u. i {::o c:omum (.:.:.'.i. (.:.~~:,:J(.:.:, ,."' c:D Ino c: C) In P Dn (':'~1'1t (':'~.:::.

d o ~::'i ':::'t ('::'m:::\r ;;::,~::, cDmpo1"1 (:,:' 1"1 i:: (,:,:,':::' dC) ~::'u b ~:;i,::; te,:' m:::', oI'"::.:J :::",I": i :':':::::\C iDn ,':\t , o

q1..1. (':': (, !..I,m ':':':'I," I," C) cr :::\':::,':::'c' ,. P!,,, in c i p:::'l 1m(''!:n t: ('::' qu, ":',n do':::,(':':'ti" ,:1,t:::l dn

':::,ub ':::,i,:::,í:: (,':' m::':1. d (':': i n

+'

o I'" In:::1, (;: U (,:,:':::'" t)'.I.::.:J1..1.n ':::, c oIH P o n(?n í:: (,:,:,':::, d (,:,:

subsistemas diferentes puderâu ser correspondentes. purJm

i,,,:,t D n \~;C) i n \1 ,':\'1 i d ::':\ <:\ ici ":':n t id:::1,d (':':' de C ,':\ d ,':\ ~::'ub<:;i ~::'t(?m,':1, " 1...1m

sistema de estoques puder3 ser operado por virios

dcp::':1,I'"t,':1,me:n t o ~::'" cDmC) ::':i.t ::':\c:::':1.d (;)" \l :::\I" E'j o" eI))b ::':\I'" q1..1. (':':' (':':í::c " " "" "': o ~:;

seus compunentes sâo dois: movimentaçâo de entrada e sarda.

(,; c:ont /"C) '1f:' d (': ':::'":',IdC)~:;" I...C)9 C) n unc<:\ pC)deI," (':'mo ~::' (,,:'n t (-:,ndeI" o ~::'

estoques atravJs da estrutura organizaciC)nal. e vice-versa"

() iIH P ClI'" t,':l,n í:: ":':' df:' '::,t:,':1, '::, i déi ,':\~:; (o'~ c:C)mP I"e.:-;:'n d (':':'I." q u, e c:,':1,d ::':\ ':::,ub<:; i~::'t(':':'I'i'I,':'l " Con ~::'id (,:,:,/.",':\d o ::':\q1..( i co mo um c ompon (,:,:nt ('::'do ~:;i~::'tem ,':'l

::J1 () b ":\.'.I. " d ":':'\1 (':': ~:;(':';1" (':':n c,':1,r :::\dD n<":\ (':';sf (':';r ,':1, de':::,(':'1.1 ~:; objet iv o ~::'"

i nd (':':p (':'nd (':.'nt (':': (.:.~ ob,j (,:,:,t i\lo ':; d(,:,: 01..1. t I"o~::,

::,,:,1 (':' ':::' " c,:::,t :::\':::, colocaçUes deixam transparecer um conceito de

(.:, id (':':!"!t i:::i ::':\ci (",' ::':1,b ':::'DI I..i,t:::1, de,: c: ::':",d ::':", :::. i.J,i:) ~:;i,::> t: (':':'lil ~':\;" ,j(,:,:'

q!,!. C P1'" U /Ho\l ::':\.U ri'! :,\>:: iir!o dc': in dc':'Fi (':':n dP,n c: i::':'l d ('::"c: :::',d :::',

c: o nc c ito d (':':' /,"(':':~::'p (':it,':1,/" :::', (':':;< i ':::,t énc i::':1, c!E' c: :::",cIEl c:D InpD n (': nt: (,':' co In C)

uma fun~âo cio Dbjet ivo gluba1" Cada componente, antes de

agir CDmo uma célula independente. clevcri ter como

preocupa~âo permanente o conceito de missân. mesmo que isto

ven h<:1 ":\. (':':>::t: in(;,IuiI," o ~::'u b ~::'i~:;t: (': /))":'," t) po'.I.

r

t ic:,':\ o r lJ,':'ln i;:'::::':\c:io n :;:\'1

de recursos humanos PDssui neste aspecto papel de extrema

r'elevAnc:ia, onde as pessoas que colaboram,com o sistema

.i ,'\in:::1,i,:::, p>::)d (,;.:-/,"\~\o '::;(,:,:r i':::,o'.I.":i.cí:::\~::'n o ',::,1 imite ~::'cIc ~::'IJ ,':1, e ~,;Fi (,,:c i::':\'1ida cIe:

(,:,:, ''':,i m (,,:'nt 2 nd i d,':i, '::; c:C)mo pc':' ,,:'':::'o::':1':::' q u r:' pu,,:, ~::'1,,1, (,:,:m Pot (,:,:,n c:i<":'l1 q u,c';

í> ()d c':'/"::':i,D ':::,(':':'I'" ::':\p'.I.ic: ::':',c!D ~::' n !..l, de ~::'c n vn J \) icICl ,,:' n ::':",inc': d ic!'';l. (':';m q!J (':':' n

P I"ÔP/,,, iD ',:, i,:::,tem ,':\':::'c':' cIc':' ~::'(-;:n ""lC) '.I.\l (':':'" 1',1D n Cl'I:; ':::'Cl ~::'u,P (':i" I\'ic':'I'" C :::',cIC) " I..lm

faxineiro sabe e entende que sua fun~âo é 1if))par as

i n '::;,t ~':'~I::':i. ,: !:::I (.:.:, ';::. y Pcj'" (.::::m i n'F'c·:'1 i :.:.:':rI'! (.~nt: (,::\ f~'1(.:.:,n ~:;.;.D Co mPI'" (.:.:. (.:.;n d (.:; q!..I, (,:.; .:::. (~~ I"l

tI" ,':i,b,':'l1 ho

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,FI.J.nd::':i,1'1'1 (':':'nt:::'l1 p,':'lf'" ::':\ (;) ,':\!," ":\.nt ij'" u Fif'" () c:(,,:'':::'~::'u cI(,:,:,

comercial i2a~âo. pois hi(;)iene silJnifica um pruduto para o

c '1ic':nt:e qu,(':': (,:,:'.I.(':': n \~1.C) P,':1,(.:J,':'l " [ ':::'t ,':\int (:/,,,::':',(,::~;,D id cC) '1Ó9 ic:":\.n\XD (':':';'~i,:::, t (':':n "", I\'i ,':\i ()I'" i ,':\ d ::':',~::'of'" (J :::",n i ~::,':\,.;;:(:ie ~:;y (':':' po u c:o ~::' (':':nt (:,,:n cI (':'In qu, i!.':' ,':\

missio é o elemento que efetu.a toda a I i(;)a~âo e a harmonia

dos componentes" Da mesma forma que nio interessa o

incIi\l idu ,':\'.I. i'::,mCl :,' t: :::\Ir!b ({m n \::;,C) int:(,;!," (,:,:,~::' ~:; ":\. ::':l. Fio1 i ,'\I(~n c:i,':1, d,':1 ':::'

p,':l/" t e ~:;" D impC) I"t :::\n 'c (:-:'é :::'l c: o n ~::'c: if!:n c:ia cIo t o cIn d (-:,:'nt /"o cI,':\ ,':\l,;:~XD

individuaI tomada como princrpio para a sDb~eviv0nc:ia do

sistema" Isto sugere que a administra~iD central assuma u/))

p ::':',p (':';'.I. cI(':-:'o ,,"iç.:,;1"1t: ,':\ç: ;:;.:,D P (':':',,"rn,':\n ('::'n te,: cID ~::' c:o/H PoI') (,':'I')t (-:,:'~::' P ,':\ /'",':1, n

nbj e t i\iD C e n t:,o" ,':\ '1 " D1,). ~::'E',j ,':\,y In ,':\n t (':';/" nCl (':';!::'P {I'" itD D P (':'~/0" ,':\ c: iC)n,':i'1 D

conceito de missâo. onde a independ0nc:ia das partes é apenas

por qucst5es de efic:if!:ncia p ordem. sendo a eficJcia

,':\dqui 1" id ::':\p \-:':''1C) c':'I"!t I." D ~::',':'I,m (,:,:,nt C) h ::':\'"mC)n iD '::, U c':'/))qI..!, (-:':' ::':\ 1':'1Dt: i' ...',':\ç: :~C)

individual seja gerada pe'1o sucesso do sistema. e nâo dos

':::,ub ~:;i ~:;t:c1':'1 ,':\ ~~ "

Imagem

figura 3). antcs dc uma tomada de decis;o no plano real.
figura 6 é um exemplo do nosso supermercado.

Referências

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