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Relatório e prestação de contas do exercício de 1961

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(1)

r

I

l

.

I

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS

RELATÓRIO

E

PRESTAÇAo DE CONTAS

DO

EXERCÍCIO DE 1961

(2)

r

r

!

PRESIDENTE

LUIZ SIMOES LOPES

DIRETOR EXECUTIVO

ALIM PEDRO

CONSELHO DIRETOR

Presidente - LUIZ SIMOES LOPES Vice-Presidente - EUGRNIO GUDIN

Vogais - João Carlos Vital, José Joaquim de Sá Freire Alvim e Jorge Oscar de Mello Flôres.

Suplentes - Alberto Sá Souza de Brito Pereira e Rubens D' Almada Horta pôrto.

CONSELHO CURADOR

(3)

R e 1 a t ó r i o

(l§ Parte)

Introdução ---Departamento de Ensino

InstItuto de Seleção e Orientação Profissional ____ _ Instituto de Direito Público e Ciência Política Instituto Brasileiro de Economia __________________ _ Instituto Brasileiro de Administração _____________ _ Superintendência Administrativa ___________________ _ Serviço de Publicações ____________________________ _ Comissão de Construção do Edifício-Sede ___________ _ Delegacia Regional de Brasília ____________________ _

P r e s t a ç

ã

o d e C o n t a s

(21 Parte)

Relat6rio do Chefe da Divisão de Contabilidade ____ _ Balanços __________________________________________ _ Execução Orçamentária _____________________________ _ Análises Contábeis ________________________________ _ Anexos ---Atas e Pareceres __________________________________ _

Pág.

13

23

83

101

109

139

211

231

247

255

5

11

19

61

113

(4)
(5)

ALTA ADMINISTRAÇÃO

I

ASSE".""A GERA"

I

\

I

I CONSE:LHO DIRETOR I

I

PREIIIDfNCI... I

DIREÇÃO EXECUTIVA

r---~~

,.

ATIVIDADES ESPECíFICAS ~41---,

...

INSTITUTO I NSTITUTO DE INSTITUTO

BRASILEIRO DE DIREITO PÚBLICO E BRASILEIRO DE

ADMINISTRAÇÃO CIt:NCIA POLrTICA ECONOMIA

I

10IREC.i.O GER"'LI

I COMISS.i.o:

I

i - -

I

I

... OMINI5HIAÇ10

EIITATlsTICA

"'0104 IN ISTRACI.O

E ECONOMETRIA PÚBLICA

1

ANÁLISE O ...

REL"'ÇÕES INTER.

ECONÔMIC ...

I

I

I

INSTITUTO DE

SELEÇÃO E

ORIENTAÇÃO

PROFISSIONAL

olR~çlo GER"'LI

1

0lvllll0 0lvI510

SELEÇÃO ORIENT ... ç l 0

F~IÇOAMItNTO

DEPARTAMENTO

DE

ENSINO

1

1

TÊCNIC", OE

COM~RC'O

ATIVIDADES AUXILIARES 4~1---1

SUPERINTENDÊNCIA ADMINISTRATIVA SERViÇO DE PUBLICAÇÕES

OI .... IS.i.O DE F"ESSOAL F"ROMOÇI.O E PUBLICIOADE

OIVIS.i.O OE CONT ... OILIO.o.OE TESOURARI ...

SERViÇO DE MANU-.TENÇÃO PLANEJAMENTO E IMPRESSÃO

SEÇ.i.O OE M ... TERIAL

SEÇÃO OE COMUN ICAÇÃO ESTOCAGEM E OISTRIBUIÇ.i.O

SEÇ.i.O OE MECANOGRAFIA

ÓRGÃOS REGIONAIS

DELEGACIA DE BRAslLlA

CONVENÇÃ.O

(6)

racional do trabalho, especialmente nos seus aspectos administrativo e social,

e a conformidade dos seus métodos às condições do meio brasileiro, tem como ob

jetivos: promover estudos e pesquisas, nos domínios das atividades públicas ou

privadas; prover à formação, à especialização e ao aperfeiçoamento de pessoal

para empreendimentos públioos e privados; constituir-se em centro de

documen-tação para sistematizar e divulgar conhecimentos técnicos; inoumbir-se do pl~

nejamento e da organização de serviços ou empreendimentos,tomar o encargo de

executá-los ou prestar-lhes a assistência técnica necessária; concorrer para

melhor compreensão dos problemas de administração, propiciando o seu estudo e

debate~ Para a realização dêsses objetivos, a Fundação manterá, onde convier, e de acôrdo com os'seus planos de atividades, centros de estudos e pesquisas,

de seleção, orientação e ensino, de documentação, de organização e outros,pró

prios ou em regime de cooperação com entidades nacionais ou estrangeiras.

Em 1961, foi realizado satisfatôriamente o programa de trabalho da

Fundação Getúlio Vargas, que não pôde, entretanto, expandir suas atividades,

na proporção desejada por sua Administraçãoe

Isto porque a FGV, como as instituições de seu gênero, nao poderia

-deixar de sofrer os impactos da política econômico-financeira do País.

Enti-dade que vive fundamentalmontn de subvenções governamentais, cujos recursos

nao crescem no rítmo do v(3rticinúso aumento do custo-de"::vida, dificilmente co,!!.

seguiria assim atingir a uma situação financeira desejada por sua Direção. A

disparidade entre os aumentos consignados

ã

FGV no orçamento União e os

índi-ces do custo-de-vida não têm possibilitado a criação de novas atividades, nem

mesmo permitido um melhor desempenho dos serviços existentes. Muitas ativida

des da FGV, entre as quais a do Setor de Economia, sÓ consegúiram subsistir

graças a recursos oriundos de acordos com instituições nacionais e internacio

(7)

Além dos problemas oriados pela inflação -- que atingem diretamente

a nossa entidade outros há que são grandes obstáoulos ã obra que a FGV se

propôs realizar. O problema salarial na FGV, por exemplo, é o mais oruoiante

de todos e não tem origem apenas na desvalorização oonstante da moeda. O fator pr~

oipal que se nos apresenta é que a

FGV

atua em oampos ainda pioneiros, onde e~

oasseiam téonioos oategorizados, o que a obriga a enfrentar a oonoorrênoia no!:.

normal do meroado de trabalho, em oondições desvantajosas oom relação às gra~

des emprêsas, que podem ofereoer melhores remunerações.

Outro problema, de menor envergadura, mas oom sérias reperOU8soes no

desenvolvimento das atividade da FGV, é o do reoebimento das subvenções gover

namentais. Embora essas subvenções tenham sido quase sempre integralizadas

-graças ao apoio que a FGV tem reoebido das autoridades governamentais -- o

a-traso oom que as mesmas se inoorporam ao patrimônio da FGV dâ margem a que de

terminadas atividades não possam ser realizadas no tempo prédeterminado.

As-sim, enquanto o plano de trabalho da FGV e seu respeotivo orçamentoprevêmde~

pesas o início do exeroíoio, as subvenções são entregues quase no iníoio do se

gundo semestre do respeotivo exercíoio.

Deve-se salientar, também, que grande paroela de seus reoursos a FGV

tem empregado na oonstrução de seu edifíoio-sede, no Rio, e na Esoola de

Admi-nistração de Emprêsas, em são Paulo, não s6 para oonsolidar seu patrimônio, 00

mo ainda para proporoionar instalações mais adequadas ã natural expansão de su

as atividades, até agora tolhidas também pela falta de instalações

neoessári-as. O finanoiamento dessas oonstruções, todavia, exigiu o saorifíoio da

ven-da de parte de um terreno ven-da Funven-dação, situado na rua Santa Luzia, pois a sub

venção governamental seria insufioiente para levar avante uma obra do porte da

que vem construindo a Fundação, que teve em vista inclusive sua expansão futu

ra.

Apesar de tudo, pôde a Fundação oomo se disse acima cumprir grande

parte do programa traçado para o exeroício de 1961, atendendo a seus fins e ob

jetivos estatutários.

Ressaltamos, a seguir, alguns fatos relevantes ooorridos em 1961,an

tes de passarmos ao relato pormenorizado das atividades dos vários órgãos que

(8)

DIREÇÃO EXECUTIVA -

Em

consequência do afastamento do Diretor Execu tivo, Dr. Rafael da Silva Xavier, que assumira a presidência do Instituto Bra sileiro de Geografia e Estatística, foi o Dr. Alim Pedro, em 21 de fevereiro de 1961, nomeado Diretor Executivo da Fundação.

COMPRA DE IMÓVEL -, Em 29/6/61, foi assinada a escritura de compra p~ la Fundação, da lojas

Q

e

li,

no lote l-A, da rua Santa Luzia, devendo os res-pectivos pagamentos ser feitos, em parte, com as prestações a serem pagas pe-la firma vendedora das lojas, que ê também a compradora do terreno.

CONTRATO COM O DEPARTAMENTO DE AGRICULTURA DO EE.UU. - Foi assinado com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos um contrato referente a serviços que a Fundação lhe deverá prestar preparando projeçoes sôbre a deman da de alimentos, no Brasil, em 1960, 1965 e 1970.

PROFESSÔRES DA SORBONE - Sob os auspícios da Fundação e da Faculda-de Nacional Faculda-de Filosofia, veio ao Brasil uma missão Faculda-de

7

professôres de fran-cês da Sorbone, para dar um curso de franfran-cês a professôres nacionais dessa lin gua.

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRÊSAS NO ESTADO DA GUANABARA - Em 28/8 de 1961 foi inaugurado um Curso, pilôto, de administração de emprêsas, inten-sivo, destinado a dirigentes da Indústria e do Comércio, tendo sido apreciá-vel o interêsse despertado nos meios em que está atuando.

OFICIALIZAÇÃO DA ESCOLA BRASILEIRA DE ADMINISTRAÇÃO PUBLICA - EBAP Foi a EBAP reconhecida como de nível superior, pelo Conselho Nacional de Edu-cação do Ministério da EduEdu-cação e Cultura, restando a expedição do Decreto p~

lo podeN executivo e

CONVÊNIO COM O SERVIÇO SOCIAL RURAL DO ESTADO DO ESTADO DA GUANABA-RA - Foi assinado um Convênio celebrado entre o Conselho Regional do SerViço

Social RUTal do Estado da Guanabara, a Sociedade Nacional de At;ricul tura e a Fundação Getúlio Vargas, para pesquisas sócio-econômicas na área do Estado, Convênio êsse que se encontra em pleno funcionamento.

(9)

Pre-sidente da Fundação a fim de tomar parte na Sessão de abertura do Congresso de Administração Pública, instalada naquela Capital em 7/11/61.

CONSTRUÇÃO DOS EDIFICIOS-SEDE DA FGV NO RIO E EM SÃO PAULO - EAESP Prosseguiram normalmente as obras da construção dos referidos Edifícios, am-bos atualmente em sua 2~ etapa (estrutura de concreto armado e instalações g~ rais) já em sua fase final em dezembro de 1961.

CENTRO DE APERFEIÇOAMENTO DE ECONOMISTAS - A Fundação vem consegui~

do os melhores resultados com o funoionamento do seu Curso de Aperfàiçoamento de Economistas, que já diplomou a primeira turma, em 1961, conforrllO

pormenorizada constante dêste Relatório.

(10)

DE

(11)

r

-I

I

CONVENÇÃO.

-DIREÇAO

DIRETORIA

I

1

I

SERViÇO DO ASSESSORIA

c-C o N o F o NO RIO TÉCNiCA

ATIVIDADES ESPECfFICAS~---~

- - -

-.

N OV A FR I BURGO COU~'GIO

Escola

Primár i a

-Centro de Estudos Pedagóg i cos Cursos de

Adml ssão

-I

I

Curso Curso

Gi nasi al Colegial

I

I

Em colaboração com

outros órgãos da FGV

Subord i nação Art i cul ação

ESCOL" TÉCN I CA

DE COM RCIO DA FGV

~--- secretariar----Geral dos Cursos

I

...

Cu rsos Avul sos

I

I

Cursos Práticos

Cursos

I - - - de

Desenho

I

Cursos

Cursos de

Aper-Técnicos feiçoamento

I

Em colaboraç~o com

(12)
(13)

o

Departamento de Ensino da Fundaçao Getúlio Vargas Orienta e coor-dena tôdas as iniciativas eduoacional de nível medio desta entidade. Sob sua

...

jurisdiçao encontram-se:

- O COlégio Nova Friburgo - A Escola Técnioa de Coméroio - Os Cursos de Desenho.

Coordena ainda certas a ti vidades de ensino de out ros setcres da FGV,

-oomo os Cursos de Psicologia Aplicada do ISOP, e cursos em colaboraçao com ou t:ras entidades, entre 08 quais se situam os Cursos Práticos de Enf'ermagem da

Esoola Ana Ne:ry e os Cursos Práticos Agrícolas da Escola Wenceslau Bello.

-

~

.A. Direçao Geral compoem-se da Diretora de Ensino, assessorada por dois técnicos, encarregados respectivamente dos seguintes setores:

- Assistência Técnioa

- Serviço do O.N.F. no Estado da Guanabara.

Os encargos normais da Diretora do Dp"E., ref'erentes às diretrizes técnico-administrati.vas das atividades realizadas pelo Órg~, bem oomo a su-pervisao geral do andamento e dos resultados dessas atividades, f'or-am acresoi dos de outros tra"balhos, entre os quais sobressaeml

- representaçao da FGV junto a CBAR (Oomiss~o Brasileira. de .Assis-tênoia Educativa

às

Populaç~es Rurais)J

série de oonf'erências sôbre o Oolegio!if':"Và Fri burgo no Curso de Tecnica de Ensino do Minis~ério da Guerra;

-- participaçao no 112 Encontro Regional de Educadores Brasileiros,

tendo apresentado uma tese sôbre~'As Faculdades de Filosof'ia e a

Fo:rmaç~o do MagistériO l! ;

- :realizaç~o de palestras na Unlversidade de Minas Gerais,

(14)

esforÇos na Oad.eira de Didá tioa do Curso de Lioencia tura daEJ3AP.,

que teve a honra de reger em 1961;

-orientaçao de um O'l1.rSO de .A.perf'eiçoamento para pro:fessôresse~

dáI'ios, realizado pela OADES no Reoife, em julhO de 1961, no qual

pôde, atra~és de suas aulas de Didátioa Geral difundiu o

traba-lho efetivado pelo CNF;

- ooordenaç~o do Curso de Llngua e <1iviliZaç;o Francesa,

ministra-do na Faouldade Naoional de Filosofia, p.CJr f-Ôrça ministra-do aoôrministra-do firm!:,

do entre a FGV, aquela Faculdade e a OAPES. ~se ourso, a cargo

de uma equipe de grandes mestres da Sorbonne e de outras

univer-sidades da França,obtave O maior êxito. Realizou-se de 18 de

julho a 21 de agÔsto, com as seguintes atividades diárias:

2 horas de trabalhos prátioos

2 horas de Seminário

1 hora e meia de aulas, tipo Oonferência .•

o

Oorpo Docente, chefiado por M. Matará, da Sorbonne, .era integrado

áinda pelos professôresl

M. R. Poirier - da Sorbonne, e ~embro do

Instituto;

M. R. Pioard - da Universidade de Lille;

M. L. Lejealle.,- M .. M. Lobrot, M • .A.. Miohel

e M. O. Oollin - JJelavad., prof'essêres do

Ourso de Oivilizaç;o Francesa da Sorbonne.

o

Ourso reuniu perto de 100 prof'essôres brasileiros de várias

oida-des, e pertenoentes tanto ao ensino públioo;quanto ao ensino particular ..

Ob-teve-se alto nível de freqttência e de aproveitamento, verificado nas provas

esoritas oom que o curso se enoerrou •

.A. assi tênoia prestada; pela FGV aos prof'essôres franoese-s foi elogi~

da pelo chefe da missao e pelo Mido Cultural da :Eknbaixada da F:rança ..

.1

Assistência Téonica oouberam dois grupos distintos de atindadesl

... A- Seleçao

(15)

per-Bonalidade e escolaridade; o quadro a seguir espeoifica o

movi--....

mento da seleçaol

Português Matemática Inteligênaia P.M.K • ....

Admissao 22 22 22

-la .. ~

ginasial

serie 32 32 32

-2a. serie ., ginasial

-

-

21 21

3a. serie -' ginasial

-

-

25 25

4a. serie .; ginasial

-

-

8 8

la.. serie .; oolegial

-

-

27

27

2a. serie .; colegial

-

-

6 6

'fOTAL PARCIAL

54

54 141 87

Total geral: número de provas apl,icadas e corrigidas: 336. Foram seleOionados 133 alunos, entre 141 candidatos.

b) A Escola Técnica de Ooméricio - foi introduzida em 1961 a sele-çao para o Curso Técnico de Secretariado (la. série) ,em vista do número de candidatas superior ao número de vagas; foram selecio-nadas 68 alunas entre 108 candidatas, iendo sido aplicadas vas de inteligência e português, perfazendO um total de 216

pro-vas.

. B - OUrBOS

Os encargos relativos aos cu:rsos abrangeram~

....

a) elaboraçao de planos de novos cursos;

b) planejamento da. propaganda, incluindo o preparo de folhetos para cada carBO e a coordenaç~o de tôda publioidade;

(16)

aia, desenvolvimento das atividades, movimento das apostilhas e balancete ..

°

Serviço do <1NF no Estado da Guanabara realizouinUmeras ativida-des, subordinadas ao seguinte programa:

- preparaç~o dos folhetos com instruçoes relativas

ã

seleçio,

docu-mentaç~o, tabela de preços e outras informaç~es

sôbre

O Oolégio

Nova Fri burgo;

- elaboraç~ de novas :fichas de matrtcula, fórmulas para requerimeE.

~

to, e oartoes finanoeiros para o registro dos pagamentos efetua-dos;

oontrole d{)s serviços correspondentes a alunos) taisoomol

a)

irrf~rmaç~o ao público em geral; b) correspondência;

o) remessa da mala para o OH:?;

d) arquivos e fiohários;

e) preparo do fiohário dos alunos .matriculados, por serie, ., tu:rma.

e ordem alfabética;

f) cobrança e débitos em atraso (expediç~o de avisos); g) providências para cobrança de bôlsas de estudo;

h) preparo do mapa geral dos Instituidores de Bôlsas de Estudo e dos bolsistas matriculados no ONF~

i) p~eparo diário de Guiá de Recolhimento, referente aos pagamen-tos efetuados pelOS responsáveis.

~

 seguir, a relaçao dos Instituidores de BÔlsas de EStudo (integrai~

parciais e aux:f.lios), com o nÚmero de beneficiados e O montante registrado pa ra o exerc:f.cio de 1961:

Instituidores

Anderson 01a~on

&

Oia. Ltda. Banco Hipoteoário Lar Bras~ S/À

.-Cia. Santo Anselmo de Adro.e Partioipaçoes Cia. Progresso Ind.. do Brasil

eia. PROPAC (Oom. e Ind.) Estado do Rio de Janeiro

.- .,

Fundaçao Getulio Vargas

Benefioiados Or$ ;

I 40 .. 000,00

I 40.000,00

1

25 ..

000,00

I 40.000,00

1

5

0 •000 ,00

9 601 ... 000,00

(17)

I

CONSELHO

i

CENTRO DE

I

ESCOl AR O I RE TOR I A TRE I NAMENTO

'--_ _ _ _ -_. _ _ -' A G R í C O L A

ESC~LA COORDENAÇAO

PRIMARIA ESCOLAR

BIBLIOTECA SECRETARIA E DEPARTAMENTO

A MECANOGRAFIA , - - - - ,

SUPERINTE ADMINIST

NDENCI A DE SAUDE

I

RATIVA 1

Resta],! rante

secção de Pessoal

Tesourar

Trans port e

r

;

Gabinete Gabinete

~

[

G AB I NETES 'CORPO

r

SERV IÇO!!,E i : Dent ár i o f-c- mltirOi-co

i a

t.

I

I O R I E N

TA'

AO i I

DID TICOS 'DOCENTE ! EDUCACIONAL I

, • i

CORPO Conselho DISCENTE de Alunos

-

-'

I

1

w

1

Ze1 a-

=;=

Parques j;

J

e Lavan- e d o r i a de r i a J a rd i n S

ATIVIDADES EXTRA- Ambu- Gabi~e~e EnfE

( _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ , de FISIO

-CURRICULARES' 1atorio terapia- mar

'

-I

-L--Secção secção Secção CONVENÇÃO: Subord i nasão e Cont rôl e de de Comu- de Cont-ª

Materi al nicaçoes bilidade Coordenação

r

a

(18)

-Fundaçao do Ensino Secundário Fundo Nacional do Ensino Médio Dr. Guilherme Guinle

Indústria Villares S/A I.P.A.S.E.

Instituto Resseguros do Brasil

-Dr. Luiz Simoes Lopes

Ministério de Educaçao e Cultura Prefeitura de Nova Friburgo

PETROBRÁS (Petróleo Brasileiro S/A)

-Refinaria e Exploraçao de Petróleo Uniao S/A Sul América Capitalizaç~o S/A

Sul América-Ciae Nac. Seguro de Vida

Sul América Terrestres, Marítimos e Acidentes Usina Queiroz Junior S/A

Dr. Eurico Nogueira

2. OOLtGIO NOVA FRIBURGO (CNF)

11 265.000,00

1 60.000,00

I

1 50.000,00

1 15.000,00

6 240.000,00

3 180.000,00

3 85.000,00

4 190.680,00

7 140.000,00

22 1.980.000,00

3 270.000,00

2 170.000,00

1 70.000,00

1 30.000,00

1 25.000,00

1 15.000,00

T O T A L

...

'

..

5.565. 680 ,00

:mste educandário

é

uma escola de n1vel medio, que funciona em regi-me eie interna to e semi-internato, com cêrca de 400 alunos. Mantem os cursos

de Admiss~o, Ginasial e Coleg~al Cient1fico, com classes experimentais e clas

ses de contrôle, subordinadas

à

Lei Orgânica do Ensino Secundário.

°

Oolégio exige complexa estrutura para pOder garantir o ideal de ~

tuar sóbre todos os planos de personalidade do educando, e para servir de ca!!!,

po de observaç~o a professôres, técnicos de educaç;o, diretores de escola e orientadores educacionais que ali v~o estagiar, em conseqüência do acôrdo e-xistente entre a FGV e a CA:DES (Campanha de Aperfeiçoamento e Difusao do

En-sino Secundár1.o), do qual resultou o Centro de Estudos Pedagógicos. Tal es-t.rutura precisa ser revista, devendo-se reformar o Regimento Interno da esco-la em 1962, assim como alterar a natureza e os encargos de muitcs de seus ór-gaos.

(19)

cia:

~ Os Oonselhos - A. Direçao

- Serviço de Administraçao Serviço de Saúde

....

- Serviço de Orientaçao da Vida EScolar

~

Serviço de Orientaçao Eduoacional

.-- Serviço de Orientaçao do Ensino Oentro de Estudos PedagÓgiCOs. 2.1 - Os Conselhos

Foram previstas quatro reunioes do Oonselho Teonico A.dministrativo para o ano de 1961, das quais três se efetivaram.

Pa.ra o Oonselho Esoolar foram programadas reunioes mensais, mas as dos meses de outubro e novembro nao puderam ser realizadas.

Os Oonselhos de Classe funcionaram no primeiro semestre, perfazen-do um total de quatorze reunioes, que apresentamm bom rendiment.o.

Os problemas surgidos no segundo semestre foram debatidos em reu-nioes extraOrdinárias do oorpo dOOente.

-2.2 - Da Direçao

--À. Direçao do Colegio funoionou oomo nos anos precedentes, traçando

as diretrizes de aç~o pedagÓgioa, planejando as atividades, ooordenando

aa

-çao dos diversos Serviços que oompoem a estrutura do ONF, e oontrolando a ex2. ançao das tarefas.

(20)

pa-ra o lançamento da revista Unidade~ a ser publicada em breve.

o

intercâmbio com as fumflias dos alunos foi mantido no mesmo plano do ano anterior e com a comunidade foi ampliado: os alunos participaram de co!!, cêrtos e de exposiçoes realizadas pelo Oentro de ~es; os professôres profe-riram palestras, seja no Centro de Artes, seja em outros colégios, quando por

ocasi~o dos Encontros de Professôres promovidos pelo Ministério de Educaç~o e Cultura; o Oolégio esteve presente em todos os grandes momentos da vida

fri-...

buxguense, apoiando o seu Prefeito e as suas instituiçoes culturais; os alu-nos excurcionaram ao Matadouro; pessoas cultas da cidade foram convidadas a proferir palestras no Colégio; o corpo discente ofereceu espontânea oolabora-çao em espécie - num total de Cr$ 25.000,00 - à Casa das Crianças.

Diretamente subordinados

à

Direç~o encontram-se dois s.etores: a Bi-blioteca e a Secretaria.

o

movimento de leituras durante o ano foi muito bom, atingindo o t~

tal de 5 058 consultas, total superior ao do ano de

1960,

e o máximo já regi~ trado no Colégio. Dessas consultas, 1

140

foram feitas nas bibliotecas de de classe.

No setor do ginasial foram lidos 2

769

livros, enquanto no cientifi co êsse total atingiu a

694.

Registre-se que ha no ginasial, aproximadamente, o triplo de alunos do científico. Além disso, o tipo de livro consultado

pe

-los alunos do segundo ciclo exige maior meditaçao, donde totais neoessàriame!!, te menores. Os professôres leram

344

volumes, incluindo-se nesse total as co!!, sul tas feitas pelos estagiáriOS.

o

melhor leitor, quantitativamente falando, foi uma jovem aluna do curso de admiss~o, que chegou aos

90

volumest Seguiú-se um aluno da primei-ra serie ginasial com 64 e outro do admiss~o oom 62. No curso colegial, o m~ lhor leitor atingiu

29

volumes.

No curso ginasial os alunos têm uma acentuada preferência pelOs li-vros que, segundo a classificaç;;;:o decimal, s~oclassificados na categoria 000 - Obras Gerais.

Em

seguida vêm os livros de Literatura e, depOiS, os de His-tória. Os alunos do cientifico têm preferência por Literatura, seguind~ Oi ências Puras.

(21)

mol-des adotados no ano de

1960.

Apesar do seu reduzido número de fUnoionários) seu funoionamento foi satisfatório. A Meoanografia exeoutou

1073

tra:ba.lhos, oom

os

quais oonsumiu

3549

fôlhas de "stenoils" e

370

370

fÔlhas de papel.

ESTA-T1STICA DE ACORDO COM OS ASSUNTOS BIBLIOTECA "M!CHAJ)O DE ASSIS"

ÀSSUNTOS SETOR GINASIAL

Obras Gerais

000

2 941

Filosofia

100

10

~

Religiao

200

3

Sooiologia

300

6

FilOlogia

400

I

Ciênoias Puras

500

6

Ciênoias Aplioadas

600

6

Belas Artes

700

14

Literatura

800

502

História

900

162

Geografia e Viagem

910

18

TOTÀL

2 769

2.3 -

Serviço de Administraçi2.

(SRA.)

SETOR OOLEGIAL

3

10

7

8

9

101

2

6

482

25

41

694

Houve uma modií'icaç~o na estrutura do SE! que, além da ohefia, pas sou a ser integrado pelo Setor de Esoritório) pela Zeladoria e pela Cozinha, oada um dos quais entregue a um enoarregado.

A Tesouraria e os transportes ficaram diretamente ligados

à

Ohefia do Serviço.

COube ainda ao SE! o oomando das atividades relativas ao Projeto P-13, resultan'te do aoôrdo existente entre a FGV e a OEAR ..

(22)

ciências havidas em tôdas as outras verbas.

Excetua-se,

é

claro, a verba de pessoal que, em face do aumento con cedido durante o exercício, teria mesmo que ser suplementada.

Os balancetes foram enviados à Sede dentro do tempo previsto no pIa no de trabalho. :m de registrar-se ainda um entrosamento muito melhor oom o Serviço de Pessoal da Sede, embora ainda haja o que fazer nesse sentido.

A Zeladoria funcionou n8" form2.. costumeira. Houve ampliaçao das

-

a-., reas ajardinadas e a limpeza do Colégio foi satisfatória. A Lavanderia exeou

tou

2168 472

lavagens de roupa, assim distribuídasl

a Roup:..~s de eS1JOrtes .•••.• ,...

456 443

b - Peças de uniforme ••••••••••••••

836 435

c - Roupas de cama •••••••••••••. ,o- • •

851 554

d - Roupas de mesa •••••••••••••••••

24 040

o

setor de Cozinha abrange o Refeitório, a Oopa e a Oozinha prÕpri~

mente dita.

O Refeitório serviu durante o ano

168 792

refeiçoes. Os meses mais so breoarregados foram : outubro, com

22 800;

agôsto, com

22 605

e março, dom

22 110.

Os meses menos so'brecarregados formas julho, com

244

refeiçoes; fev~

reiro, oom

1 064

e dezembro, com

3 935.

O preço per oapita variou desde ••••

Cr$

66,33

em março, até Cr$

125,26

em dezembro. A média foi de Or$

82,37.

-A granja da

OEAR

trouxe-nos algumas preocupaçoes pelas seguintes causas principais:

a - Dificuldades em encontrar chefe para os serviços de campo; b Falia de envio de numerário por parte da

CEAR.

Depois de experiênoias malogradas, a responsabilidade dos serviços de oampo foi entregue no segundo semes'tre a um dos trabalhadores que, em'bora sem conheoimentos técnicos aprimoré',dos, vem afinal recuperando a gr::cnja. A pr~

duç~o anual foi de Cr$

1.3.3 878,50

contra os Cr$

102 315,50

do ano passado. Ho~

(23)

2.4 -

Serviço de Saúde (SESA)

No início d~ ano passado procedeu-se ao levantamento do oadastro to-ráoioo de professôres, alunos e funcionários) bem como de todos os adultos re sidentes nas dependênoias do OOlégio. Tambem foi feito o oadastro dentário de uma boa parte do Corpo Disoente.

Ainda oomo medida preventiva, o SESA solicitou, dos alunos matriou-lados, atestados de vacinaç~o anti-variólica e anti-tetânica, recomendando ta:!!. bém a vaoina Salk.

-Dos estagiários exigiu-se a apresentaçao de atestado medico, o que constitui uma boa inovaçao, visando a ofereoer maior segurança aos que ali es tudam e residem.

Finalmente, com a valiosa colaboraçao da oatedra de Higiene Dentá-ria da Faculdade Naoional de Odontologia, precedeu-se a uma campanha de pre-vençao da cárie, com aplicaç;o do flúor aos alunos matrioulados nas séries in feriores. FOram feitas três aplicaçoes em oêr ca de noventa alunos.

O Serviço preparou nova ficha para registro dos exames feitos nos a lunos, n;o conseguindo porem sistematizar o envio de notícias às famílias dos alunos sôbre a sua saúde, bem como o aproveitamento de dados somáticos

fins pedagógicos, objetivos que tentará atingir no próximo ano.

para

À freqüência ao ambulatório diminuiu em

18%,

passando de

19 480

pa-ra

15 131,

conforme se pode ver no quadro anexo.

A freqüência

à

Enfermaria (número de baixados) também diminuiu de

46%,

passando de

214,

em

1960,

para

116,

em

1961.

A média baixou de

25

para

14 alunos por mês.

O númerO de leitos dia passou de 790 para

485,

~ que representa um deoréscimo de

39%-Os meses mais desfavoráveis, quanto ao número de baixas

â

Enferma-ria, foram:

I abril - com

18

baixados e

72

leitos dia~

11

outubro - com

17

baixados e

72

leitos dia.

(24)

IV - maio - com 17 baixados e 62 leitos dia.

FBEQu:mNCIA AO ..AMBULATÓRIO - BAIXAS À ENFERMARIA E LEITOS DIA CNF 1961

ENFERMARIA M

:m

S AMBULATóRI O

BAIXADOS LEITOS DIA

Janeiro 160

-

-Fevereiro 102

-

-Março 2 027 15 53

.Abril 1 908 18 72

Maio 1 828 17 62

Junho 1 481 16 66

Julho 178

-

-Agôsto 1 760 13 52

Setembro 1 984 9 41

Outubro 1 953 17 72

Novembro 1 450 9 57

Dezembro 300 2 10

T O T A L 15 131 116 485

-..

2.5 -

ServiQo de Orientaçao da Vida Escolar (SOVE)

Poucas ~oram as modi~icaç~es introduzidas na estrutura do SOVE no oor rente ano:

a - A Rouparia passou a integrar o SEA, que melhor pOderia supervi-sionar o setor, muito entrosado com a Lavandaria.

b -- O Ooordena:--lor IV, no segundo semostre, ~icou com a responsabili dade do serviço noturno duas vêzes por semana, ficando, além di.!! so, oomo sulJsti tuto elos dema.is Coórdenildores em suas tardes de

~olga.

(25)

Dêsses, alguns nao compareceram no inicio d.o ano e outros deixaram O COlégio na primeira semana de funcionamento, de modo Que a freQHência no primeiro se-mestre foi de 376 a.lunos.

Em

julho houve 31 transferências, muitas das quais motivadas por decis~o do prÓprio Colégio. Nesse mesmo mês houve

9

matrículas novas, de forma Que 357 alunos freqüentaram o Colégio no segundo semestre.

Foi grande a incidência de alunos novos, atingindo mais de 40% do oorpo disoente no primeiro semestre e 37% no segundo..

Tunna.s

houve com elev~ da percentagem de novos, COmo a 2a.

B,

onde havia mais de 50% e a 3a. O com 67%. ~sses alunos novos em turmas Que est~o além da primeira serie, sobretu-do Quansobretu-do atingem porcentagens elevadas no total da turma, ~onstituem um

pro--" .

blema serlO pelas seguintes razoesl

_.

a - Nao êstao ha bi tuados ao regime de vida que se pretende ofereoer aos alunos do Colegio, baseada numa liberdade relativa, com res-ponsabilidade e respeito aos direitos do próximo. Por isso dis-virtuam o lado positivo d.o sistema.

b -

Em

geral êsses alunos têm serios problemas de oonduta, já havendo percorrido vários colégios sem conseguir bom ajustamento. Alguns

--

'"

sao meSmo alunos excluldos de outros estabelecimentos de ensino ..

c -

Em

regra êsses alunos n;o têm esaolaridade oondizente com o nível do ONF e, principalmente, nao têm atitude favorável ao estudo. Por tudo isso poucos se adaptam verdadeiramente ao regime do C.olegio. De 11m modo geral a vida escolar decorreu de maneira aoei tâvelno pri

meiro semestre e precàriamente no segundo, em que se notava ambiente de ten-sao no curso ginasial. A disoiplina, mõm.ente dos ginasianos~ deixou bastan-te a desejar no segundo semestre.

Como vem aconteoendo sempre, houve no corrente ano boas realizaçoes no setor da atividade extraclasse, merecendo mençao:

- Torneio de "ping-pong" realizad.o no primeiro semestre pela

Coor

-denaçao IV.

Torneio da .Amizade, promovido pelo Conselho de Alunos.

- Corrida do archote, realizada em maio pelo Departamento de d.e Edu

oaç~o F1sica.

(26)

tadas.

~

- A Quarta Exposiçao Olfmpica.

- A Sétima Olimpíada Intercolegial, er::t que o CNF sagrou-se

penta·

-cam:peao.

- Diversas disputas desportivas entre professôres e allli~os, diver-sas séries ou turmas doOolegio.

Diversas disputas desportivas de equipes do Oolôgio com outras da oidade de Nova Friburgo.

Partioipaçao, oom os alunos dos demais colôgios da cidade, daOli~

pfada Intercolegial Fluminense, realizada no mês de julho.

- Várias noites dru~çantes promovidas pelo Oonselho da Alunos, numa das quais se realizou bonita festa junina •

....

- Encenaçao de duas peças teatrais: I - Gimba, no primeiro semestre. 11 - Arsênico e Alfazema, no segundo.

- Exoursao esportiva à cidade de Piracicaba; exoursao promovida pe~ lo Olube de Ciências ao parque industrial de Sao Paulo; excursao

-ao Instituto Nacional de Tecnologia; exours-ao -ao Matadouro de

No-va Friburgo e exours;o

à

Usina Siderúrgioa de Volta Redonda.

-- Noite do samba, promovida no segundo semestre pela OoordenaçaoIV. - Ourso sô"'Jre motores de explos;o, promovido pela cadeira de Ffsica e com a oooperaç;o do Olube de Oiências e da Viaç;o Friburguense. Publicaç~o de varios números do "Galo da Serra", realizada pelo Conselho de Alunos~

- Organizaçao do Museu do índio.

- Curso de Viol;o, organizado pelo Olube de MÚ;3Íca, oom um tot8.1 de 385 aulas, seguidas por 37 alunos ..

- Partioipaçao, por intermedio do Clube de Músioa, dos ooncêrtos rea lizados na cidade pelo Centro de Artes.

-- Assistência a programas de Televisao.

- Palestras, promovidas pelo Clube de Sociologia e Economia, a

car-go dos oonferencistas Coronel Oly Domeles, Dr. Sidnei Latini, Dr. Gondim da Fonseoa, Dr.JÚlio Zamith, TIr. Hélio Maia.

(27)

dades dominicais do grupo evangélico. Em 1961 funcionou também um grupo isra

~

elita, sob a orientaçao de um aluno, devidamente credenciado pelo grao-rabino. A Páscoa do CNF foi realizada com brilhantismo, mercê da ajuda rece bida da Madre Irani e da Irma Maria do Oarmo, a primeira Superiora e a segun da integrante do Oorpo Docente do Colegio nom Barreto da cidade de Oampinas. Madre Iranie ex-estagiário do ONF e irma de um dos nossos alunos.

-No decorrer do ano letivo nao se chegou a organizar a 3uventude

Es-tudoc~til Oatólica que, oertamente, será um dos objetivos a atingir no próximo

ano. Finalmente, o Padre Luis, capelao do Oolégio, participou do ourso de V~ rao, muito se interessando pelo Método de Unidades, o que possibilitou seu e~ prêgo também no ensino de Religi~o.

NÚMERO DE FIOHAS DE OOORRmNCIAS - ONF - 1961

PROFESSOR

FREQubcn

Dalio Cola 41

Consuelo 23

-Coordenaçao 23

Sadi 15

Salvador 14

Belem 14

Francisco 12

Oliveira 10

Relênio 9

Padilha 9

Euny 7

Veiga Cabral 6

Edmundo 6

Olavo 6

As sunç ao 6

Sílvio 5

Ta1vane 5

(28)

Irio 4

Rossi 3

Funari 3

Ciro 2

-Castilho 2

Ezequiel 2

Pe. Luiz 2

Moaoyr 2

Maria Tereza 2

Vieira I

Viana I

Paulo 1

Jorge I

Chianca I

Edmar I

F. Melo 1

TOTAL 245

--2.6 - Serviço de Orientaçao EducaOional (SOE)

O SOE f'unoionou no corrente ano oomo em 1960, oOordenando o traba-lho dos

14

professôres, orientadores de

Turmas.

-A inst:ruçao sexual foi feita pelo professor de Oiênoias, no primei-ro oiolo, e pelo médioo do Colégio, no segundo oiolo. A Orientadora Vooaoio-nal foi uma psiootéonioé', do ISOP (Dra. Ruth Scheeffer).

o

Orientaçao Individual funcionou como no ano passado, sendo o alu-no atendido ora pelo Orientador de sua turma, ora pelo Orientador geral, oon-forme o caso e as cirounstânoias. Os totais de horas gastas nesse tipo de tr..€:,

-

(29)

SÍmbolo Signifioado

Pr Problemas

Ao

.Aconselhamentos

+ Resultados positivos O Resultados nulos

Resultados negativos

.-A Orientaçao Coletiva foi feita semanalmente, em uma hora reservada no horário de cada turma__ O Orientador Geral eleborava os roteiros e

reali-~ava sessoos preparatórias com os orientadores de turma. Houve 406 Besaoes ordinárias e

81

extraordinárias, totalizando

481

horas ..

vidades:

-No setor da Orientaçao Vooaoional, o SOE realizou as seguintes

ati-#<O

Ampliaçao da Biblioteoa de Interêsses Profissionais. - Esclarecimentos sôbre oursos e profiss~es ..

-Contactos com O ISOP para o planejamento e a realizaçao da orien-taçio diagnóstica.

....

Esclareoimento dos alunos a respeito do valor da orientaçao voca-oional.

...

Forneoimento, a orientadora vocaoional, dos dados relativos aos orientandos.

--- Aplicaçao de testes, questionários, ete.

Entrevistas individuais para a entrega e comentário dos boletins de orientaçao ..

-Observaçao - Os testes aplicados foram os seguintes: I - Testes de Aptidao: D A T

Uso de Linguagem - Ortografia e Sentenças ... 76

Raoiocínio Mecânico ... "... 16

Relaçoes Espaoiais ... 76

~

Rapidez e Ex.atidao ... ~ 76

Habilidade Numérica Raoiocínio Abstrato

...

.,

...

.,

... .

• • • • • • -. . . . li • • ., . . . ., • • • • •

16 76

Racioc1:nio

Verbal...

76

(30)

Problemas

Turmas

-Admissao

la. Gin. A la. Gin. B

2a. Gin. A 2a. Gin. B

3a. Gin. A

3a. Gin~ B

3a. Gin. O 4a. Gin. A 4a. Gin. B

12 Oient.

A-12 Ciente B

22 Oient.

3º Oient.

T O T A- L

III - Inventário :8G11 . . . ., ••

IV - .uestion&rios

..

-.

... .

T O T A

L ••••••••••

-Orientaçao Individual

(Problemas tratados pelos Orientadores de Turma)

Ajustamsnto Atitude Aproveitamento

Pro Ao. + O

-

Pro Âo. + O

-

Pro Ao. + O

13 26 11 2 O 27 149 17 10 O 16 42 3 7

15 59 11 O 4 27 130 20 O 7 17 94 6 O

29 177 18 1 10 29 167 17 O 12 29 190 25 O

6 23 2 3 1 3 10 3 O O 6 13 3 2

13 108 7 5 1 17 115 9 4 4 16 99

5

7

8 14 6 2 O 9 28

7

1 1

14

33 12 2

4 9 1 1 2 4 6 1 1 2 5 7 2 1

18 82 7 O 11 15 30 8 O 7 6 8 4 1

14 89 9 1 4 17 90 12 1 4 20 86 2 12

14 41 13 O 1 13 37 9

3

1 6 11 6 O

lO 45 4 6 O 16 58 10 5 1

14

70 9 5

4 7 4 O O 5 10 4 O 1 5 11 4 O

10 21 2 6 2 8 23 2 4 2 5 8 1 4

1 5 O O 1 2 10 1 O 1 1 10 O O

159 706 95 27 37 192 863 120 29 43 160 683 82 41

(31)

-Orientaçao Individual

(Problemas tratados pelo Orientador Geral)

Problémas Ajustamento Atitudes Aproveitamento Turmas Pr .. Ao. + O

-

Pro Ao .. + O

-

Pro Ao. + O

-Admissao 5 20 4 1 O 2 7 1 1 O 1 1 O 1 O la. Gin .. À 7

27

7 O O 2 7 O 2 O 1 1 1 O O la. Gin. B 9 60 8 1 O 5 17 3 1 1

5

13 1 2 2 2a .. Gin.À 4 20 2 2 O 6 24 2 4 O O O O O O 2a. Gin. B 8 62 8 O O 9 28 5 4 O 4 11 2 2 O 3a. Gin. A 3 10 2 1 O 4 11 3 1 O 1 2 O 1 O 3a. Gin .. B 10 36 9 1 O 7 21 6 O 1 2 7 2 O O

3a. Gin. C

7

24 6 O 1 3 9 1 1 1 3 4 1 2 O

4a. Gin. A- 13 61 8 4 1 7 21 O 6 1 3 6 1 2 O 4a. Gin. B 12 36 9 3 O 5 21 O 2 3 3 9 1 1 1 lº Ciente A 8 23 4 2 2 1 5 O O 1 2 7 O O 2 lº Ciente B 10 28 7 3 O 3 8 2 1 O 2 4 2 O O

2º Ciente 9 31 5 O 4 2 4 1 1 O 1 3 1 O O 3º Ciente 7 20 5 2 O 2 6 O 2 O

4

12 2 1 1 T OT A L 112 458

84

20 8 58 189

24-

26 8 32 80 14 12 6

2.7 - Serviço de Orientaç~o do Ensino (SOEN)

O SOEN funoionou com a mesma organizaçao do ano anterior: uma ohe-fia, um assistente responsável pelo setor de rec1ll.'SOS áudio-visuais, os cOOr-denadores de oadeiras e as professôras da Esoola Primária.

A Escola Primária funoionou durante 160 dias no decorrer do ano, cOm total de 640 horps de aula.

No Setor de Recursos Áudio-Visuais, fizeram-se grandes aqUi8iç~es de

(32)

41

-que sofreu reformss, de modo a dar-lhe oondiçoes mais adequadas.

o

responsavel pelo Setor participou do Curso de Verao, organizado p~ ra os Professôres do ONF, em que ministrou quatro aulas sÔJre manejo dos

apa

-relhos de projeçao e preparo de material específico; colaborou no trabalho do CEP, ministrando, geralmente, quatro aulas a cada turma de estagiários; mini~

trou um curso no Estado da Guanabara,promovido pela CADES, sôbre os meios de comunicaçao; organizou, na exposiçao promovida pela OADES, um "standfl do

Co-légio e colaborou na seleç~o e, por vêzes, preparo de material para as diver-sas cadeiras do Colégio.

Devemos, finalmente registrar um incremento no uso dos recursos áu-dio-visuais nas diversas disciplinas, o que muito contribuiu para a maior efi ciência do ensino.

Realizou-se a Maratona Intelectual para os alunos do primeiro ciclo e aproveitou-se melhor o Quadro de Honra como recurso de incentivaç;o dos a-lunos. A Maratona nao teve a repercussao desejada. O importante porém é que foi restabelecida e, dentro em pouco tempo, será: uma das tradiçoes do

Colé

-gio} contribuindo para maior dedicaçao dos alunos ao estudo.

Procurou-se aperfeiçoar o trabalho didático dos professôres através da realizaç~o de um curso de férias em fevereiro e de uma série de discussões espeoíficas em julho.

O chefe do SOEN estabeleceu um programa de comparecimento sistemáti co às salas de aulas, e a crítica feita, em entrevista. individual com o pro-fessor, foi um valioso auxílio, mõrmente no caso dOs iniciantes.

-

-As Coordenaçoes de Oadeiras, e a participaçao dos professôres mais categorizados nos cursos e encontros promovidos pela OADES, também foram mais intensificados.

Os resultados do curso de verao foram excelentes para os professô-res antigos, cue puderam aproveit~-lo bem. Os novos, em grande número,n~oti

nham vivência suficiente para o bom aproveitamento das idéias e experiências ali apresentadas. De qualquer maneira assegurou-se maior conhecimento do mé-todo de unidades, melhor escolha das unidades e melhor aproveitamento da fase

-de assimilaçao ..

(33)

tável. Os quadros Que se seguem mostram:

vemos:

I - A porcentagem de aprovaçao direta, alunos em segunda épooa e reprovaç;es diretas nas classes orgânioas do Oolégio.

11 - A porcentagem de reprovaçoes por cadeiras nas diversas clas-ses orgânicas do Oolégio.

111 - O aproveitamento nas diversas classes experimentais <lo Colé-gio\'

o

gráfico anexo mostra que, inoluindo as classes experimentaisl

ti-54,5% de aprovaçoes diretas. 28,0% de alunos em segunda época.

-17,5% de reprovaçoes diretas.

o

segundo gráfico permite410s ver que êsse resultado

ê

inferior ao

-do ano passa-do, como o -é em re1açao aos anos de 1952, 1953, 1958 e 1959. No entanto,

é

melhor Que os obtidos nos demais anos de vida do Colégio.

O teroeiro gráfioo permite verifioar que o melhor resultado do Colé gio foi obtido pela turma do terceiro cient:tfico, seguindo-se as quartas se-~ ries do ourso ginasial e a segunda do curso científico. O rendimento mais bai xo foi obtido pela 2a. B, seguindo-se a 3a.

C,

a la. B e o lI!

Ct.

Ã.

O quarto gráfico consigna o exeoelente resultado obtido no exame de

.-admissao. Dos 36 alunos submetidos ao exame, 30 fizeram

o

curso nO Colégio e 6 eram de f'ora.

Os nossos 30 alunos obtiveram resultado excepcional, pois apenas 6 foram reprovados, o que representa 80% de aprovaç;o. Dos oandidatos de f'ora, 3 foram aprovados e 3 reprovados.

Observe-se que o resultado obtido no curso de admissao nao foi leva do em oonta no oálculo do rendimento geral do Oolégio que, assim,

é

na verda-de um pouco superior ao registrado.

(34)

ra épooa, as classes experimentais aprovaram 58%, dando rendimento um pouco

superior~ Das olasses experimentais, o ~elhor resultado foi o da 3a. A, se-guindo-se a 2a. Â e, finalmente, a la. Ã.

Os gráfiCOS anexos nos permitem verificar o seguinte:

I Havia no Colégio 63% de alunos antigos e 37% de novos.

l i Os antigos obtiveram 64,5% de a.provaç~es diretas, enquanto os novos conseguiram apenas 33,5%. Portanto, oonfirmando as

ob

-servaçoes feitas no ano passado, os novos baixam muito o ren-dimento do trabalho docente do Colégio, elevando bastante o

in

dice de reprovaçoes.

Observe-se que, dentre os antigos, houve

14,5%

de reprovados dire-tos, enquanto entre os novos êsse fndice chegou a 39~. Isso confirma a obser vaçao anterior.

Os gráficos anexos mostram o seguintet

....

I - Composiçao de uma turma, o 12 Cient. B, onde há 42,5% de

alu-nos novos e 57,5% de antigos.

11 O lndice de aprovaçoes diretas foi de 50%, havendo 27% de re-provaçoes diretas e 23% de alunos em segunda época.

TIl - .Dentre os alunos lJ.ovos houve apenas 40% de aprovações diretas, enquanto dentre ~s antigos houve apenas 18%.

IV - Estas observaçoes feitas numa turma com elevada porcentagem de alunos novos, confirmam as que registramos no i tem anterior. Os gráfiCOS registram os índices de reprovaç~es por' matéria somente nas classes orgânioas e em tôdas as turmas do curso secundário, respectivame~

(35)

~

I

APROVADOS 2a. l!:POCA REPROVADOS

Turmas I

i

la. gin. B 11 (39~5%) 8 (28,5%) 9 (32 %)

2a. gin. B 8 (27,5%) 9 (31 %) 12 (41,5%)

3a. gin. B 11 (50 %) 5 (22,5%) 6 (27,5%)

8 (38 %) 7 (33,5%) 6 (28,5%) I

3a. gin. C

4a. gin. A 17 (71 %) 5 (20

%)

2 (9 %)

4a. gin. B 17 (71 %)

5

(20 %) 2 (9 %)

12 ciente A 9 (39 %)

5

(22 %) 9 (39 %)

1º ciente B 13 (50 %) 6 (23 %) 7 (27 %)

20 ciente 14 (70 %) 5 (23 %) 1 (5

%)

32 cient. 16 (94 %) O (O

%)

1 (6 ~j)

(36)

-I~

PORTU FRAN- IN- ESPA- MATE- CIEN. FíSI- QU1MI R.NA-- FILO- GEO- R.DO R.GE- DESE- C .. OR-

T.MA-Gm:S LATIM C:mS GlJ:s NHOL MÁTI- NATU- CA CA TU·· SOFIA GRA-

BRA-

RAL NHO

FEC-

NUAIS

Séries CA RAIB l4\L FIA SIL NICO

!Ad.miss~o

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-la.

gin. ]3

50%

32%

25%

-

-

28%

-

-

-

-

-

25%

39%

-

10,5% 14%

3,5%

2a.

gin. ]3

38%

52%

31%

45%

-

21%

-

-

.-

-

-

48%

-

28%

14%

31%

17%

3a.

gin. ]3

4,5%

27%

9%

9%

-

24%

13%

-

-

-

-

9%

-

27%

9J~

13,5%

-3a.

gin. C

24%

24%

5%

24%

-

48%

29%

-

-

-

-

14%

-

38%

0%

14%

-~a. gin. A

4%

8%

8%

4%

-

23%

0%

--

-

-

-

12'í~ 4~

80:'

/0

0%

8%

-4a.

gin. ]3

0%

4%

4%

8%

-

24%

4%

-

-

-

-

4%

8%

8<'

I

4%

4%

-1º

cient.A

30%

-

30%

22%

0%

61%

-

39%

30r~

-

-

22%

-

35%

22%

-

-l

Q oient.]3

23%

-

19%

15%

0%

38%

-

27%

151;

-

--

23%

-

19%

151S

-

-2º

ciente

0%

-

O~ I 205~

-

25%

-

5%

0%

0%

-

0%

oc~ I

0%

0%

-

(37)

-MAT1!JRIAS

Português Portg.-Latim Francês Inglês Matemática Ciênc.Geog.

Naturais Ciênc. Natu

rais Geografia Ritória

lª S~RIE GINASIAL "A" 2ª S1!JRIE GINASIAL I1A" 3§- sIDE GINASIAL liA"

(29 alunos) (26 alunos) (21 al1illos)

Aprovados Aproyados Aprovados Aprovados . Aprovados Aproyados

pelos apos a Contrato pelos apos a Contrato· pelos apos a Coniirato conceitos prova conceitos prova conceitos prova

10( 34 ,5;~) 6( 20,5%) 13(45%) 11(42,5%) 11(42 ,5~) 4( 15%)

-

-

--

-

-

-

-

-

13( 62%) 4(19%) 4(19%)

. 14(48%) 8(28%) 7 (24%) 18(69%) 7(27%) 1(4%) 17(81%) O (0%) 4

(19'ÍO)

-

-

-

-

-

-

17(81%) 0(0%) 4(19%)

17(58,5%) 1(3,5%) 11(38%) 16(62%) 5(19%) 5(19%) 17(81%) O (0%) 4(19%)

17 (58

,5%)

3(10,5%) 9(31%)

-

-

-

-

-

--

-

-

16( 62%) 5(1%) 5(19%) 19(90,5%) 0(0%) 2(9,5%)

-

-

-

18( 69%) 3(12%) S( 19%) 17(81%) 4(19%) 0(0%)

(38)

2.8 -

Centro de Estuios Pedagógicos (CEP)

o

plano preparado inicialmente para O ano de

1961

previa

114

esta-giários, assim distríbu1dos pelos diversos tipos de estágiO:

a Tipo espeoial

...

2 estagiários b Tipo A

....•..•.•.

~

...•..••.•

19

n

o TipO :B

••.••...•...

49

lf

d

-

Tipo O .b~ • • • • • • • • • • • • • • • • • • •

44

"

Houve a preocupaçao de aQffientar-se o nÚmero de estágiOS de tipo A e

B, diminuindo-se em oonseqUênoia os de tipo C~ de efioiênoia sempre menor,

u-~

ma vez que sao apenas de observaçao.

Exoluídos os estagiários de tipo espeoial, que deveriam pexmaneoer no Colégio pOr todo o ano,os demais deveriam distribuir-se da seguinte ~orma:

a - Prime Lro sl3mes't:re "' ... ,. .. 'b Segundo semestre .. " ... ..

46

66

Com a .mudança do Govêrno e as <romp:reens!ve!s dif'"iouldades

admini8-tra ti vas resul tant 8S oomo, :Jor exemplo,. a demora na li beraçao das verbas da

CAnES) n~o ~oi possível iniciar Os est~ios no primeixo semestre.

A C.ADES soli.citou ent~o que o plano fôsse revisto, de moie a nao ha

-ver uma diminuiçao no número (ia estagiários, pois a prooura dos pro~essôTes

....

de todo o pa~s era enorme... Ela'barca-se entao nO'VO plano,. bastante s()breoar~

gado, para atender àquêle pedido, sabendo emboTa que exigiTia um grande esf'Ôz

90 para sua e:x:eouçao.

Assim, Sõmente em agôsto inioiou-se o trabalho. Durante o

segun-do semes'tre, os totais de profeB-sôres por tipos de estágiOS fDram Os

geguin-~

~uDOIA

TIPO DURAÇAO

Espeoia 1 Um g.emegtr:e 1

À

5

ou 6 semanas 8

:B 3 ou 2 semanas

36

<:1 J ç; dias

61

T O T A L 112

(39)

Nao se levando em conta o estagiário de um semestre, houve um total

de 1 174 estagiários dias.

Note-se que, incluiu-se 08

29

oficiais-alunos do Curso de Técnica

de Ensino do Exército, alcançou-se 141 estagiários, o maior total já registr~

do em um exercício, e coo a circunstância especial de se ter verificado em um

,

so semestre.

o

primeiro grafico anexo mostra que, mesmo exoluindo os oficiais do CTE, o número de estagiarios de 1961 supera o dos demais anos, exceto b do

a-no passado.

o

segundo gráfico comprova que, apesar de se procurar diminuir o nú mero de estágios de tipo

C,

é ai que reside a maior prooura dos professôres, por razões fàcilmente compreensíveis.

o

terceiro gráfico assinala Que, como nos anos anteriores, grande predominância de estagiários do sexo ferd..l1ono.

houve Por fim, o quarto gráfico registra que, pela primeira vez, o número de estagiários com formaç~o·. específica em Faculdade de Filosofia ou

Conserva-....

tório de Música superou o de estagiarios sem essa formaçao.

As atividades programadas para os estagiários podem ser sint0tizadas da seguinte maneira:

TIPO DE ATIVIDADES Aulas de Didática Geral Aulas de PSicologia Entrevistas básicas

Entrevistas preferenciais

Aul~s assistidas

T O T A L

Nº DE HORAS

84-20

102

242

552

1 000

(40)

Os dois primoiros quad~c'os que se seguem ao texto, registram a

dis

-tribuiçao das entrevistas básicas por setor e das preferênciasportipo. O ter oeiro quadro refere-se às aulas do CNF assistidas por estagiários onde se ve-rifioa que a recordista foi Matemática, seguida de Histório e Português.

O quarto quadro mostra que os estagiários de 1961 foram provenien-tes de 18 diferenprovenien-tes Estados: Sao Paulo foi quem enviou o maior contingente~

com 26 estagiários, seguindo-se a Guanabara com 17, o Espírito Santo com 12 e o Paraná com

8.

ENTREVISTAS BÁSICAS POR SETOR - CNF - 1961

S E T O R

... Direçao

CEP

SOVE SOE SOEN

SEA

SESA ~

COORDENAÇA.o

T O T A L

NQ DE HORAS 22 20 10 10 10 10 10 10 102

ENTREVISTAS PREFEREN"CIAIS POR TIPOS - CNF - 1961

T I P O

Orientaçao Educacional Canto Orfeônico

Classe Experimental Matem2,tica

Português

Trabalho s ... Manuai s Organizaçao Escolar História

Atividade E~~raclasse

Inglês Geografia Ciências Física Filosofia Desenho

T O T A L

NQ DE HORAS

(41)

AULAS DO CNF - ASSISTIDAS POR ESTAGIÁRIOS

DISCIPLINAS Mateme.tica

História Português

Ciências Naturais Geografia

Trabalhos Manuais Inglês

Canto Orfeônico Física

Desenho Filosofia Latim

História Natural Quími.ca

T O T A L

1961

NQ DE HORAS

100

92

80

70

52

40

37

33 14 13 7

7

6 1

552

PROCEDbcIA DOS ESTAGIÁRIOS - CNF - 1961 ESTADO

são Paulo Guanabara Espírito Santo Paraná

Minas Gerais Estado do Rio Santa Catarina Rio Grande do Sul Pernambuco

Rio Grande do Norte Bahia

Sergipe Ceará

Mato Grosso Piauí

Amazonas Alagoas Goiás

T O T A L

N Q DE ESTAGIÁRIOS

(42)

DIRETORIA

VíCE-BiBliOTECA r - -DIRETORiA

- -

-

-

-

- - - - - - - - CORPO DOCENTE

I

CURSOS DE ESPECIA CURSOS DE FORMA

...

(va- çAO (s i stemát

i-L I ZAÇAO SECRETAfilA

r i ados e eventua i s) cos e permanentes)

GERAL DOS CURSOS

I I I

,

, ,

I ,

I

I ,

I ,

I

' - - Técnico de Contabil idade

I GAB I NETES , r

-.!.._~ E ~ __ I

Gabinete Secretaria EXPOSiÇÕES

~ Técnico de Sec ret ar i ado

r--- Expediente

~ Prático de Secretariado

r--- A rqu i vos

f-- Serv i ços Adm i n i st rat i vos ou aux i 1 i ares , - - ,

,

-f-- A~ostilhas e outros Suprimentos

dida-ti cos Aperfeiçoamento de Secretariado

r--- Matrícula e freqüência

'-- Exames e notas

~ Aperfe i çoamento para do Ensino Comercial Profes~res

va COORDENAÇÃO

Curso de Desenho Básico

DOS CURSOS

DE DESENHO

elhamento

~'

Curso de Desenho Especial izado

I,

(43)

3.

ESOOLA T:mONIOA DE OOÚROIO (ETO)

A ETO também subordinada ao DpE, mantém regularmente os seguintes cursos:

- Técnico de Secretariado - 3 séries - 4 turmas - OTSO - Técnico de Contabilidade - 3 séries -

7

turmas - OTOT

- Prático de Secretariado - I série de 4 meses - 2 turmas - OPSO - Aperfeiçoamento em Secretariado - I série de

4

meses -2 turmas-GASO Oomo nos anos anteriores, realizou, durante o mês de jUlhO, vários cursos destinados a contadores e administradores, a seguir mencionados:

- Relações Públicas e sua Técnica - ORPT

- Problemas Psicológicos da Ohefia e Liderança - OPSC

- Noções de Oontabilidade para Administradores de Emprêsas - OOAE - Organização de Rotinas Inter-Departamentais - OORD

- Problemas Cambiais e de Comercio Exterior - OCCE - Problemas de Legislação Fiscal -CPLF

- Planejamento de Organização Oontábil - CPOC

Mais dois cursos especializados funcionaram no 2Q semestre,

destinados exclusivamente a contadores: - Oontabilidade de Custos - OACO - Análise de Balanços - CAAB

êstes

Em colaboração com a CAEC (Campanha de Aperfeiçoamento e Expansão 00 Ensino Comercial) foi efetivado mais um Curso de Aperfeiçoamento para Profes-sôres do Ensino Comercial (CAPC), com os seguintes setores de especialização:

- Contabilidade Geral e Oomercial Contabilidade Bancária

- Oontabilidade Industrial - Contabilidade Pública - Dactilografia

- Estenografia

- Organização e Técnica Comercial - Prática Jurídica Geral e Oomercial

(44)

a-lunos estão consignados no ~uadro abaixo:

Oursos Matriculados Aprovados 20 ~poca Reprovados Desistentes

OTOT 183 87 29 33 34

CTSO 126 79 16 19 12

CPSC 183 74 1 29 79

CASC 37 15

-

5 17

CAPC 59 27

-

8 24

OACC 45 25

-

-

20

CAAB 45 29

-

-

16

OPCL 51 46

-

-

5

CRPT 53 42

-

6 5

CPOC 28 19

-

-

9

CPLF 36 23

-

10 3

CORD 45 24

-

17 4

CCAE 30 16

-

7 7

CCCE 45 26

-

10 9

TOTAL 966 532 46 144 244

Para 1962, o Curso Técnico de Secretariado, ~ue funciona à tarde,s~

rã acrescido com a criação de mais uma turma de 20 série, em virtude da prom~ ção dos alunos da 11 série (turma criada em 1961).

(45)

Na parte de instalações, há ainda o propósito de instalar o Escritó rio Modêlo, a fim de aumentar-se a eficiência prática dos CursosA

4.

CURSOS DE DESENHO

Subordinados administrativamente

à

Escola Técnica de Comércio, mas com autonomia didática, funcionam os Cursos de Desenho da FGV, iniciados em 1946. No último ano letivo obtiveram matrícula os seguintes cursost

Cursos Matriculados Aprovados 21 :mpoca Reprovados Desistentes

Básico 52 18 3

-

31

Especializado em ArClui

tetura 18 8 3

-

7

Especializado em Propa

ganda 36 10 3

-

23

Especializado em Insta lações Elétricas e

Ri-=-dráulicas 14 8

-

-

6

TOTAL 120 44 9

-

67

5.

CURSOS DE PSICOLOGIA

O Instituto de Seleção e Orientação Profissional (ISOP), em

colabo

-raçao com o Departamento de Ensino, programou, durante o ano de 1961, 11 cur-sos de Psicologia Aplicada. Dêstes, nove se chegaram a efetivar, apresentando os seguintes resultados:

Cursos Matriculados Aprovados 21 ~

Reprovados Desistentes epoca

Fundamentos e Técnica

do P.MoL 54 45

-

-

9

Seleção e Conservação

de Pessoal 25 24

-

-

1

In terpretação do Teste

Referências

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