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A economia do trabalho no setor público

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Academic year: 2017

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L "A ECONOMIA DO TRABALHO NO SETORPC'SLICO"

;...~ .'~."

Disser.tação de' mestrado apreêen

.tadaà Escola de Administração

de Empresas' de são Paulo da Fun

'dação Getúlio Vargas.

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Autor:JOS~ HAJJ ...•i

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Orientador: EDUARDO MATARAZ~O.. SUPLICY

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São'Paulo

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~, Fundação GetulioVargcts.

Escoa. de Adminislraç.ão .

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(4)

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IV

AGRADECIMENTOS

.

-.'.Desejo externar meu.s.agradecimentos -âs seguintes

pessoas _ que', de a Lqum.modo contribu{ram para que a

'reali-'.

ZaçélllT do presente trabal,.ho fCI~se possível: .

Ao. professor ~'duar do Matarazzo Suplicy, que nae

"

S'omente me orientou ne~td Óissertação,' mas cuj as' .ati tudes

':pUblicas, corno professo"~ e :>rofissional, são causas da

mi-, ..• ,ao . - •

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I . Ilha' admiração e me estimularam a levar este ·trabalhe para

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-frente, mesmonos momento.::de maior desânimo.

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~ -i. ;

Ao professor wa~tex Barelli, piretor-técnico do

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DIEESE, sempre prestimoso\e ?uja valiosa intervenção,

dan-I •

do-me acesso às frentes .de inf6rrnações para a coleta de

da-_dos, possibilitou a realização deste trabalho.

_Ao Dr. Paulo Rubens de Morais Lacerda, ex-

Dire-to~ do DAMU- (Departamento de Administração -do Munic~pio,

agora transformado em DECOPE- Departamento de Controle de

. ' .

Pessoal) que, interessando-se pelo tema do presente

traba-..-lho, colaborou dando-me acesSo aos arquivos do órgão que

dirigia.

Ao Sre Alcibíades Frigo, presidente do'

Sindica-t.ordos Empregados de Agentes Autônomos_do ComérciO e 'em

Empresas de Assessoramento, Perícia, Informação e

Pesqui--sas ~-no Estado de são Paulo i ao Sr. Dario Saldanha

Guima-rães, Presidente do Sindicato dos. Empregados em Empresas

_.~eCompr~ e Venda,Locação e Administração de Imóveis de

:são Paulo; ao Sr. Leopoldo Brissac, Presidente do

Sindica-t~ dos Trabalhadores na IndGstria de produção de G~s de

são; Paulo; ao. Sr. An1sio Vieira de CarvalhO, .presidente do

S:l1.ndti1.~atodos Trabalhadores em Empresas de Carris Urbanos

de SiiC Paulo, em cujos sindicatos levantei dados sobre

(5)

. .

nesta tarefa, observado críticas oportunas e valiosas suge~ '.

v

Aos professores Carlos Ernesto Ferreira e Paula

I. Singer, que leram parte dos originais do trabalho tendo,

tões'.,'Damesma forma, aos p~ofessores' Luiz Carlos Bresser

Pereira, Fernando PresÀ:es'Mot~a, Gerald Reiss .co Laboz-az-am

fazendo observações e ~nterpretações sobre o,tema.

li minha aspos 1 alga

\ .

originais e ajudou-me

'a.

:dor,lar

que, pacientemente ~ .leu os

a, "última flor do Lácio".

?

/ AOs amigos, Wilson Torrentes e José Marcelo

Fer-reira Figueiredo,.que co.laboraram na coleta e na tabulação

.dos dados utilizados h~s~k trabalho.

r

A todos os nome!ados, bem como a outros anôní.mos

, l

que, por'falta,de tempo e'espaço deixo de mencionar, çs

!

meus agradecimentos.

:t:

desnecessário ressalvar porém, que os pontos de vista aqui manifestadossao meus' da mesma

for-Ir.a,.'quaisquer erros ou omissões.

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4;AlA"l)iif;n,·,*,,~~

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(6)

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VI

íNDICE DO TRABALHO

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SEÇÃO,I

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APRESENTAÇÃODO ~AABALHO

"

Capítulo I

APRESENTAÇÃODO TRABALHO•••••••••••••••..••.••....••..••••••••• .• 2

"-1.0.As premÜnas Orientadoras' do Estudo da Economia do Tra

balho No Setor público, Presentemente adotadas ••••••• 2

.'

2,.0.' Formulação do Objeto da Economia do Trabalho no Setor

Públi co 0~ .~ ~ •••• _•••••••••••• ~ • •••• • • • • • • • • • • • • • • 3

"3.0., Apresentação da Estrutura do Trabalho • e •••••••••••••• 6

3;"1. Conteúdo da Seção. lI: A Economia do Trabalho

Néo-Clás-"~sica .·.•• ,.~. .;•••••.•.• ~•••• ·••. ~.•e.o •••• ' ••••••• -... 6

_ 3.2. Conteúdo da Seção III: Alguns Elementos Para Proposta

,

~, de uma Nova Abordagem Metodológica para a Economia do

Traba lho •...••.•••••••••..••..•••••.•••••••••••••..•..•..•••• '8

3.3. Conteúdo da Seção IV: Evolução ~o Setor Público no Br~

si1 _,li •••• ". • •• " ••••••• CI.. • • • ••• e ~ • • • • • • • ;. • • • ~ ~.. CI• • • • • • • • -l3

3.4 ..Conteúdo· da. Seção V: Pesquis~ Empírica sobre,a Econo

-mia do Trabalho no Setor Público Paulistano

...

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...4.0. Sumário do Capítulo 1 ....•...••..•..• ,. ".0 •• " •••••••••••

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VII

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" SEÇÃO II

A ECONOt<lIA DO TRABALHO NeO-CL1~.sSICA 'o

C:apíttilo 2

;!\PRESENTAÇÃO DA ECONOMIA NeO-CL1\SSICA · .... -~ ... ~ .... -oe e • _ •• ~ 21

:1.0. O trabalho'no'Mercado de Livre Competição •••• ••••••••• 22

/

1.1. Determinação da demanda por -trabalho com apenas um ser

'Viço produtiv:o variável

....

-

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-

•...•...

22

1.2e Determinação da demanda por trabalho havendo mais de uIJl

\.

serviço 'produtivo variável .• e •••••••••• o••• '•••.••••••••• o. 26

1.3. Determinaçãod.a oferta de.força-de-trabalho 30

1.4. Teori.a da produ:ti vidade .marginal

·

- .-.' .

.

38

1.5~variação !las participações relativas'õos diversos

fato-res na .;renda

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.

40

2.0.A Teoria deE:Ipprego no Mercado·de Concorrência Imperfei

ta, segundo a. Econ.omia Néo-Clássica

.

.

.

...

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.

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.

.

...

42

2.1. .Explora,ção' il'ltoJmopo1.ística•••.••.•..•••.•...•••••.•.•.•.• 45

'. . .'. . .

2.2. Monopólio. na ofe.rt.a de trabalho ou o efeito dossindica

·tos na determinação dos salários

·

' ~

..

46

-,

'13.0. O t:rnpregc :rfa 'Teoria Keynesiana. . • • • • • • •• • •• •• • •• • • • • •• • 52

~•• 0'0

~Ca.Éítulo 3

!~GUMAS.OBSERVAÇÕESCRITICASSOBREA ECONOMIADOTR"l\BALHO

~(l-CLJ\.SSICA .••• ,~-•.•••.•.• ,." •• '••••••••••• '••••••••••••••••••• 55

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V!:::I

SEÇÃO III'

ALGUNS ELEMENTOS PARA A PROPOSTA DE 'UMA NOVA ABORDA

GEM METODOLÓGICA PARA A ,ECONOMIA DO TRABALHO

Capítulo 4:

-; APRESENTAÇÃO GERAL DA ESTRUTURA DA' SEÇÃO III:' ALGUNS ELEMENTOS

",' , , '

PARA A PROPOSTA DE UMA NOVA ,ABORDAGEMMETODOL(5GICA PARA A, ECO

NOMIA DO TRABALHO

...

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•...•••....•••.•...•...•...

63

Capítulo 5

ALGUNSELEMEH:UIQS DETERMINANTES DOS N!VEIS DE SALÁRIOS;

ORDENA-DOSE EHPREOO NO SETOR CAPITALISTA E NOSETOR POBLICO.... • • •• 67

"

1.0. Apres:elmit:ação... e_ . ~ ~ 0••••• : ••••••••••• 67

I

2.0e Determ,inação dos Níveis de Emprego e Salários ,no Setor Ca

, ' ,

pital.:i.sta. de Livre Competição ••.•••••••••• '. • •• • ••• • • • •. . 68

,

.

3.0. Determ'iLnação'dos Níveis de Empr~gO,Salários e Ordenados

no SeirorCapi talista Oligopolista' • ~....•• ~• •.••.•. • •• .• • • • . 71

3.l~ N!ve'lGl.e emprego no Setor Oligopolista 71

3.2,. Nível .de sa.lários no Setor Oligopolista ,..•••••••• '... 71

,I .

3.:3.

Nível -deocdenados no Se-çor Oligopolista... 79

,~

.. 4'.:0. De-terminação dos Níveis de Emprego,Salários e Ordenados

no Se~tor PUblico

..

...

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81

4.1. Determi,ri,aç'ãQdo nível de emprego no Setor de Atividades

Governamen'tais(países centrais e periféricos)

...

..

..

..

.

82

,•.\.2. Determinação do nível 'de emprego no Setor de Empresas

~ pú

blicas (páíse~ '~entrnis e perifiricos) ••• ~ • o•• _ •••••••••••• 87

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IX

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4.3. Det;.erminação do nível de salários no Setor de Atividades

Gov.ernamentais .(países periféricos) •..• _•..._.oo ••• oo,~ ••• ~ •• 88

4~4:. t>eterm';nação do nível de salários no Setor de Atividades

Governamentais - (paf aes centrais) ••••• -••••.. _••••••••.•

4.S. Determinação do nível de salários no Setor de Empresas

I

. Públicas - (países centrais e periféricos) : ...•.••....••••••• 90

4'••6. Determinação do nível de .-órdenados no Setor Público (Se

I

- . .

tor de Atividades Governamentais (SAG). e Setor de

Empre-sas Públicas (SEP), nos países periféricos) ...•••••••• 91

4.6.1. O fundo de Ordenados do Setor Público

.••.•....•••..

'

..

91

4.6.2. Nível de 'ordenados no Setor público •.••.• ~... 94

.~. 7•.' Nível de ordenados no Setor Público dos países centrais. 98

,-'·5. O. Quad!:o Re'sUJ!lmD do

cC=:pr

tulà cinco

.

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Capítulo 6 -

.

l'

o IMPACTO DA TRANSFORMAÇÃO DO CAPITALISMO DE LIVRE-COMPETIÇÃO

EM Clú'ITALISHO OL!:GOPOLISTA, SOBRE A liATIVIDADE DE TRABALHAR

EM SI", COMO O 'Cms:SCI~TO DA COMPOSIÇÃOORGÂNIC1_ DO CAPITAL •

ATUA SOBRE O TRABAlLHO

1.0. 'Apresentaça.o •.__,.. _. ~•• _.'•• _.•••• _._••• ~•• -•.• ~••.••.•.• -,": ~..•.•.• ·101

2.0. Classificaçã\O das Categori.as de Aumento de Produtividade

ao

Trabalho - :w •• a •.•• _ •• ; •.• ~ ••.•••• · ••••• : ••• ·••••.•.••••••••• 102

.3.0: O-Trabalho no Capitalismo'de Livre Competição .~ •.•... 104

:3.1. O trabalho nos escritórios do capitalismo de livre-compe

tiç·ão _.* e·e •••.•••..•.•••••••••••••••••••••

4..

111

..3.•2. Sumário_ do -t:rabalho -no modelo capitalista de Lã.vr'e+compq

tição ..••.•.. ,•..CI.e •• '•••••••.••••••• ·•••• · •.•• G .•••• e ••••••••••• 113

4~O·. O Trabalh6 no Capitalismo Oligopolista ••••••••••.•••••• 114

(10)

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4.1.,

Novos mé:todos de extração de mais-valia absoluta

...

4.2. A ·tecnologia do' cap Lcaã.Lsmo 'o~igopolista .•••••••••• •••• 119 4.3. O 'trabalho nos escritórios do capitalismo oligopolista:. 121

5'. O ~ CDnclusõés dO Capítulo ••••.• 'e •••••••••• e e ••••• "••••••••••

capi

t1.110 7

O CAPITALISMO INDUSTRIALNO BRASIL: O DESENVOLVIMENTODA FA

SE ~lhI$ CO'rvlPETITIVA PARAA FASE OLI,GOPOLISTA· •••. _f' ••• ,••••• _ •••••

Cap:[ltulo 8

\ . A ~SFOru·1AÇÃO DOCAP I TAL ISl>fO MAIS COMPETITIVOEM CAPITALIS

r;

. .:" ,"

MOCOLIGOPOLISTA:AS ALTERAÇÕESHAVIDASNA SUPER-ESTRUTURASO

CIAL, REFERENTESÂ LEGISLAÇÃO TRABALHISTA,NO BRASIL. • • • • • • •. 146

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Apresent;.acao ..c. ~ 19c»8' •••• o •••• '. • • • • • • • • • • • • • • • • • • •. • • • • • •• J 16

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2.@ •. O Insti tutoda Estabilidade na Legis1açao Trabalhista

'no Brasil ••••• _ •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••- 147

.

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3.0 .. A Estabilidade C'oJil!M)) Elemento da Suo-er-Estrutura Liqaca

às RelaÇões de produção Capitalistas de Livre

Competi-ção ,no Brasil_" durante a Fase Econômica Mais Competi ti

va ••• '•.•••• ,.(.ce~.(.~.(.~ •••••••.••.••••••••••..••••••••••••••• 149

. .

.4.O·~,A'Criação do FGTS como Elemento da Super-Estrutura So

.. ··.c:ia1 ligada às Rela(çõe:s Capi talista~ 01igopolistas . no

lfr as 'i1 • • • • • • •'O .• • '"e • :. • '. e "

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-

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5.0 .. Relações de Trabalho no Funcionalismo Público: A Estabi

lf'.dade no Esta·tuto·doFuncionalismo Público, como Ele:nen

~da Super-estrutura das Relações de Produção, no Sé

tgi.:r •.púb 1ico •.••••••••••• '•••••••.••••••••••••.•• • • .~ • ~':..,:.

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6.0.Conc111lsões

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Capítulo 9,

AVALIAÇÃO CR!TICA 005 ELEMENTOS APRESENTAPOS PARA UMA NOVA ABORDAGEM'~1ETODOL(jGICA PARA A ECONOMIA DO TRABALHO e e ••.•••

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SEÇÃO IV.

"

A EVOLUÇÃO DO SETOR POBLICO E SUA RELACÃO INTERNA

COMA ECONOMIA De. TRABALHO

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CaIEi tulo 10

\.

XII,

...

165

166

169

178

.,

...

1..r.O. Arresenta,ção » ••••••••• ~""." •.•••••.•••••••••••••••• : •• .:. 178

... ~do_Setor Público e os Aparelhos Administrativos Usados. lBl

..\

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, 185

189

.

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, .

APESENTACÃO DA SEÇÃO IV: EVOLUÇÃO DO SETOR POBLICO E SUA RE

LAÇÃO INTERNA COM A .ECONOHIi\ DO TRABALHO ••.••••••••• e •••••••

Capítulo 11 ., ,

?~D~NCIAS SOBRE' O C.RESCIMENTO DAS DESPESAS POBLICAS, NO BRA

j

qSJJL, A PARTIR DA OLIGOPOLIZAÇÃO DA ECONOMIA, OU, ALGU:t-1J\S EVI

~NCIAS SOBRE A LEI DE. W'AGNER ;TAMB~H DESIGNAÓA POR JAHES O'

;\C0NNOR DE TEN'Df:NCIA .. PARA O AUMENTO DAS DESPESAS COH CAPITAL

....

~OCIAL E DES!?:-~,.J~. SC:'IA!S

...

,,

!Capítulo 12

os CAMPOS DE ATUAÇÃO DO SETOR POBLICO E AS FORMAS ORGANIZA

.-!.:IlONAIS POR ELE ASSUMIDAS, PARA0 MELHOR CUMPRIMENTO DE SEUS

t"J:BITETIVOS ,NOS OLTUmS QUARENTA ANOS' ••.•••••••••••••••••••••

2 .•G.~ Hipóteses ,P:r,eliminar:. Relação entre Campos de Atuação

3.•C~.Campos de Atua-ç'ão do Setor 'Público e Aparelhos

Adminis-trafivos Utilizados. Período 1939L64 •.• ~ •••••••••••• ~

I

'4 •.01•• Campos de ·A·tuação dó Setor Público e Aparelhos Adminis-trativos UtilIzados - reriodo de'1964 em diante ••....•

\

.

,

(13)

XIII

. ,

capítulo 13 .

--OBSOLESC~NCIA.DA, SUPER-ESTRUTURA SOCIAL VINCULADA Â PRESTACÃO

,EE SERVIÇOS POBLICOS:"A. OBSOLESC~NCIA DO CONCEITO, JURIDICO'DE

SERVIÇO POBLICO •••••.•• ',. '•••.•••• OO·OO ••••••••••••••••••••• ., •••••••••• ' 193

.,

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çapítu10 14

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o

CONCEITO DE SETOR POBLICO, ENQUANTO CORPORAÇÃO O RGAN I ZACIO

-NAL

--r •••• " •••• _.•• _'••••.•••• ' •••••• ,

""

••• e .•.••••••••.•.••••••••••••••••• . 197

Capítulo lS

IHPLICAÇÃO DAS ;TRANSFORMAÇÕES DO SETOR POBLICO SOBRE A

ECONO-I

MIA DO TRABALHO INTERN.1\,. (CONCLUSÕES DA SEÇÃO IV) a. • • • • • .• • ~ • • • '202

~.

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.';'..-XIV

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SEÇÃO V

PESQUISA EMPíRICA SOBRE À E'CONOl-1IA DO

TRABALHO NO SETOR PCBLICO PAULISTANO 2004

•••. ,! ~' •••• '. e..• ~ •••. _ c. e . _ .~••••.••. ~ ~ •• " • ~ •• ". • • 2 O5.

•.••••• o •••••• o •• ~·.· •••••••••••• · ••••••••• 209

0 '0

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\

1.0. Representat.ividade do Setor Público Municipal Paulista- o

no em Relacão ao Setor Público Brasileiro ...•..•...•.. 0209

2. O•. O Setor Público Paulistano ...••..••..••.•. ~. • . . • 211

.2.1. O Setor Público paulistano: as "empresas"'oúb1icaso

incluí

-,

-das na pesquisa

...

' ~ ' , ~

.

218

,

2.2. O'Setor Público paulistano: Os segmentos da

Adrninistra-çao Direta in,cluidos na pesquisa

...

.,

.

.

.

.

.

..

.

.

..

....

.

..

.

.

219

Capítulo 18

o •

A POLíTICA SALARI,M. NO SETOR POBLICO ••••••• eo.· •••• ee ••••••• 228·

\,

1.0. Antecedentes Hist6ricos da Política s~larial nd Setor

~ .

-bl' . ,

~""pu 1CO •.;••.•.• -. '•.• '.-e ." •••••••.•.••••••• .e _ •••••••• - ••• e _ •••••• " 228

.

.

1.I.A política salarial

no

Setor de Atividades Governamen

-• "o tais a nível federal, até 1964 A' 228

:11..,.2., A polític;:a salarial no Setor de Ati vidades

Governa.rnen-tai"s a nível fe~deral, pós·1964 .... :: ...•.• ~•... ~ 228

2.10. Os Reaju~tes Salariais Anuais no Setor Público P!fnlista

llC) •• ,. '•••••.•. ,•••• ,••••••••• ' •••••.•• '•• 'C ••••• '•• CI • • • • •• • • •• • • 230

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2.1..Os' reajustes salariais na Administração Direta ••••••••

2.~.Os reajustes.salariais'anuais. nas Empresas .púb.licas Mu

, " 'nicipais p'au1istanas ••.•••• '.o, •• o o •••.••• '. '•• G • o • ' •• o •• o • o •.

3.,0. Nível de Salários e Ordenado's no, Setor Público Paulista

no •...•.•

I. .• .• • ..,'. • • • • • ; • • • • • • ~ • • .• • • •

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:3.1. Introduçao .,; ~'.. '.. '.. e ~ •••.• ~ ••••• ,.~·4 •• , •••••• ·e ••••

.F

:i.2. VariaçãS' do 'nível de ordenados entre empresas públicas'

paulistanas . "

c ~ .•• .• ~ • • '. • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •

3.3. variação :donÍ'17el de '''ordenados na Adrrd.~istração Direta

~

I

\

'r

l

·paulistana." ..~..ÇlII ~. <W ••• o,e (a _ •.• _ .•.••••••••••••••••••••• ' ••••••••••

3.4. Variação :õitil !Iilivel. de ordenados nas emprre s asvpúb li ca s

paulista\rn.a.s •..e-0'a. ~ caOI. a. '•••• 'CI· ••••••• -.0 ••••.••.... , •••...•....

"3.5., variação 00' InlÍve!. de salários na Adminis'tração' Direta

n .

paulistaIll:ã1.

...:O~.~_$.'._ .••...•..•..•.•

'....•..••...•.•...

, .

"

,~apítulo 19

'. '

MEDIDASDE CON(W'ffiW''lrM'ÇÃODA. RENDANO SETOR POBL'ICO PAULISTANO:

. ~ 'íNDICES DEGIDW[ ~~ ~ ~

...•.•

' ~

.

~

.

,p:tpItu1Q 20

.\ .

,il®TAT!VIDADEDA..FORÇA- DE TRABALHONAS. EMPRESASP(jBLICAS

PAU-:rtll$TANAS~••... ,~'"~.•c••• '•.•.••.• '••••••••••• " •••••••••.•.• " ~ .,". " " .'" " • • • .••. 261

l.~ . A Rotatividade da Força-de-trabalho na COMGÂS

..

.

.

.•

...

.

.

2.fil. A Rotati vid'à.de da Força-de-'-trabalho no METRO

..

...

.•

....

3. (O., A Rotatividade da Forca-de-trabalho na PRODl\M

...,-

.

\

"

4 •.0, .• A Rotatividade da Forca-de-trabalho na COHAB..

.

..

.

.

.'. ..

" .

'I· ~

.

:s $ J e~l

(16)

, t

l

,

'XVI

'.

,

.z'.

capitulo 21,

MOBILIDA,DE DA, FORÇA-DE-TRABALHO: AS' VERIFICAÇÕES NA PRqDAM E

COHAB •••••••• ,_ •••••••••••••••••••••

,.

~ •••••••••• ., • e ~., •••••••• 271'

Capitulo 22

ES':['ABILIDADE, DIVISÃO DO TRABALHO, E OBSOLESC~NCIA DA PER!CIA

DA FORÇA-DE-T.RÂBALHO NO SETOR DE' EMPRESAS. POBLICAS

PAULISTA-NAS

-

,r

275

••••••••• '•• j•••••• '••••••••• \•••• ~ ••••••••••••• e •••••• e •••••••

Capítulo 23

CONCLUSÕES DA PESQUISA SOBRE A. ECONOMIA DO TRABALHO NO SETOR

POBLICO PAUL:rSTANO ••••• .-. ~ ••• '•••••••••••••• '••••• ' •.••••••••• '. 284

"

...

.

.

-,

'.

~

(17)

ANEXO I ,~A CONTRIBUIÇÃO' SINDICAL - CONSIDERAÇÕES METODOLa ,

l.

,,

l

i ~', I I \ iI, r

í

\

I

\

v

..

"-" ,'. '",",' .~. . o,'. . {' .-"",-~•. .'.. ."."

"

,,~

j',

ANEXOS A SEÇÃOv

. GICAS . ~ •••••••••••••••• ' ••.• '.'e a ••••••••• ti • CI •••••••

ANEXOIX - MEDIDAS DE GRAU DE CONCENTRAÇÃONA DISTRIBUIÇÃO

I

i 1

!

.

' ,

DARENDAASSALARIADA: ,CURVA DE LORENZ E INDICE DE

GINI (Ref. : Quadro n9 V-14)' •••• ~ ~•• '••••• .:••••••

-- , .i' '

1. O. Conside'rações Gerais ••••••••••••• '•••••••••

2.0. Algumas Limitações sobre a Curva 'de Lorenz

,

e o índice de, Gini

,

.

...

"

.•...•..

3.

o.

Procedimentos Adot;ados Nesta Pesquisa para

a Determinação da Curva de Lorenz •••••••••

4. O. A Concentração da Renda no Setor de Pzoce a+

s amerrbo

de

Dadou •••• '."•••••••• ~••• ' ••• ~•••••

.ANEXe III. - PROCEDIHEN'TOSCOMPLEMENTARESADOTADOS NO LEVANTA

MENTa. DA SITW'l..ÇÃODO TRABALHO NA ,'Am!INISTRACÃO

DIRETA

"

(Ref.: Quadro n? V-3')

.ANEXO,IV - CONSIDERAÇÕESMETODOLOGICASSOBRE' A 'COMPARAÇÃO

DOS SALÁRIOS ~DIOS PAGOS PARA CARGOS DO SETOR

\, POBLICO PAULISTANO (Ref~: Quadros~ n9s V-'J a V-12)

"

- CONSIDERAÇÕES~1ETODOLOGICASSOBRE A ROTATIVIDADE

1

DA FORÇA-DE-:-TRABALHONO SETO-R'POBLICO PAULISTANO

(Ref.: Quadro n9 V-14 a V-17) ••••••••••••••••••

ANEXOVI - CONSIDERAÇÕESHETODOr..OGICASSOBRE A~URl\ÇÃO DOS

!NDICES DERElWUSTES'SALARIATS ANUAIS NA ADMINIS

\" ,TRAÇÃODIRE'rA PAULISTANA (Ref .: Quadro v-~ .• "•..

\ ~

f

fONSIDER1\ÇÕl1:S_FINAIS. SOBREO 'l'RABALH<?~•••••• .: - •••••.••••• ~'"""

fi

BIBLIOGRl\FIA •I •• o " " ," o o ••• 0 • 0,_ •• o •• o • o o • o • o •• o •• ' ••••••• ' •••• "

(18)

I' i i. 1

r

L

t

li ~~ "H 11 ~~

li

1. i; ;1 fi .j I" ~~' ~.' R' ~ç ~

\ :!f

(. , /., f:

1:'

f,· t( E,'

í

~

'r

tNDICE DE QU1~~DROS

..

'QUADRONci 11-01'

'Determinação' de Demanda de Trabalho pelo empresário em merca

, , .

do de Livre-Competição ~••••.•••.•••••co ••••••••••• ~ ••••• ..- • • • •• •• e • •• '24

QUADRO N9 II~02

Deteptlinação da .Receit;.,a

.

do Produto Marginal do Produtor

- ~;

em

concor,rência 'Imperfeita

...

~

-

.

43

~ QUADRO RESUMO DO CAPITULO 5

p

Determinação dos NIveis de Emprego, Salários e Ordenados,nos

~ Setores Capital.istas e público,. nos Países Centrais e Perifé

,\, Ii

ricos : ..••...•••...•... ' 99/100

QUADRO N9 111-1

.

Mão-de-Obra e valor da produção Industr.ial no Estado de

são

..

~

.

'

-

.

133

Paulo em 1939/40, 1949/50 e 1959/60

, "

QUADRO N9 III-2-A e N9 III-2-B

.A in.dústria·Téxtil Algodoeira Brâsileira (1.853/1948) .•..•• 135/6

.QUADRO N9I11-3

Taxa.deConcentração por Gênero de 'Indústria

...

.

.

.

.

..

.

..

139.

QUADRO N9 IV-l

I.

.Despesa do' Setor Público por Categoria em Porcentagem do PIB 171

QUADRO N9 IV-2

.Vencimentos do Pessoal Ativo e Inativo da União em % da Re -"

ceita Tr·ib·utãria e- •••• ~ '•• '•••.•••••••••• _ ••••• & ••• e - • .- o. • • • • • • 17·4

~UADRO NQ IV-3

Empresas públicas Federais, ES'baduaisPaulistas e'Pau1istà

-~~S"Fundadas antes, de 1964 • • c • • • • .'. •. ..- •,- • • • • • - • • • • • • • • • • • • • 182/4

,"

(19)

XIX

r :

...;•.

-

.,

QUADRO N9

v-l

-s;ji$" .' ••••••• '•••• ~e _ ••• CI ." •• 6 ••••••• CI CI ••••••••• ~ •• 0 CI.CI CI •• ti' ••••••

294

o

número 'de funcionário arrolados ná contribuição sindiçal e

o inúmero

de ~uncionários oficialmente, declarados pela

empre-OUADRO N9 V-2-A

Evolução das despesas de "pessoal executivo" em 1976

.

.

.

.

.

.

.

212

QUADRO N9 V-2-B

Evolução do número de funcionários ativos

.

...

.

.

....

.

.

..

.

.

..

212

QUADRO N9 v-3

PMSP -Quadro Resumo Pessoal - 1976 (amostra da' Pesquisa) .~ 224/6

QUADRO N9 V-4

~omparação entJ7e o 'aumento de custo de vida e os reajustes

salariais no setor público municipal ••.•••••••••••••••••••. 231

"

QUADRO N9 V-5

Aumento salarial dos servidores municipais paulistanos

...

"

232/4

,

t

QUADRO N9 V-6

~,

t, Reajustes salariais no setor público municipal paulistano 235

QUADRO N9 V-7 '

t

t,

Quadro compar~tiv~ da média de salários pagos, por cargo, de

"

pr~dução, no setor público paulistano •.•••••••.•.•.•.•.•... 242

QUADRO N9, v- 8

Quadro comparativo da média de salários pagos, por cargo, de

auxiliares não qualificados, no setor público paulistano' 243

t '

QUADRO N9 V-9

,

I, Quadro compá.rativo da média de salários pagos por cargo, ad-'

mirnüstrativos, no setor público paulistano

~,

.

.

..

.

.

.

.

..

.

.

.

.

.

..

244

~ QMM»iRl N9 V-lO

t

r

Quadro comparativo da média de ordenados pagos, por cargo

t

t;

ht:

::

I

(20)

.

,

t .

·g.ados com mais de um ano de caso, (na PRODAM e CO!1G1\S) ••••••

\

• ",OPADRQN9 V-15

i

.\ motati vidade da força-de-trabalho (COr.1GAS) ••••••••••• G •••••••

t

.

..

I QtlADROS N9s V-16~A; V~16-B e V-16-C

..'r

PJroDAM - Taxa de permanência no emprego ...s ; ó ••••••• , ' .. ' •••••

tQ1IJADRO N9 V-17,

I .

I,

\

, , ,

xx

QUADRO N9 V..,.ll

.,

Quadro c:omparati.vo da mêdí.a de iozdenados pagos por cargo, no

setor

publi'co paulistano· - cargos de, ohe f.í.a e cargos de dire

. ' \".'

-.

.'.

-çao .

.

• ~ •••••••••••••• ~ •••••••• _,_ •• ~ •••••• ' •••••• ' ••• e'. _ ••••• ~ ••.

. .' . 246

, ".

QUÀfJRO N9 V-12

-.

l

t

t

,

.

,

Tab,.ela de. salários médios no setor, pÚbli'cO paulistano. . .'

.

. . 247

.QUWRO N9 V-13

ptcD:·rcentage·rride força-de-trabalho,' em relação' ao total de ca+

t

1

,

'\ QlI1ADRO N9 V-l4-A • !

I::::

:::::tiva do5Índices de Gini ...•..••..••.••.• :.

.i ...

Tempo tnédiode,permanência no emprego ,dos funcionários desli

ela organização, .com renda de até 1;5 aa.LâzLc+mfní.rno

...

253

255

259

-.

) ,

260

268/9

CnHAI?- Taxa de permanência 'no .emprego .••..• e _. • •• • • • • • • • • •• 270

~

i

=i~~~~.

~.~~~~~~~~~~~~.

~~.

~~~~~~~~~~~~~~~~.

~~

.~~~~~

....

~...

,274

I

QtJ~1DRO N<? V~ 19 .

\-

,

rEVO:qu~'ãoda divisão par ce Lé.r do trabalho, na PRODAM .•••••••••

Q..U&\DJHOJ NQ ,v-2 O

.~

,

. .'

iEV01\:l'Ç'?.i:tD -da dí.vã sâo parcelar do trabalho na PRODl\M

277

...

~

.

.

.

..

278

(21)

XXI

Q..UADRO N9 < V;.-21

CO!mp:araçã:o<damédia .salarialentre .trabalhadores estáveis e

\

283

.0

.'.~

!

<"

<

-".

.0

.''

":',"

"

"

(22)

\

..

XXII

" '

íNDICE.DE GRÁFICOS

"

GMFICO N9 I1-1

"~

~'Of(ert.a de trabalho para o empresário em condições de

livre-I ~ I

,

r

r i; .

f

-

.~ , . .

~petiç·aq .•••..•• '•.••••• ::' •••••••. ~•••••••• CI ••••• e _ • ~ .' ••• '••••••

.

\,'

.

..

,

23

~eceita

" . .\,

\ "

menos custo .:da. max:,~mi~fçãodo .lucro par~ o

empresa-GR1\FICO N9 11-2

,

i· .

[:

.

f.

r,ib .••••••. ~'•••••. _••••••••• _.••• ' •.• '."CI •••••••••• ' • ~ •••••••••••• 23

Gru\F1CO N9 II-3

. \1

I"'~.'"

dos [efeitos: substituição e produto ,de,

l.

razãd dos preços dos Lnaumos ••..•..•••

I· I. ~

27 Demonstração gráfica

c,' vida à alteração na

r

GRÁFICO N9 11-4

"

t

Determinação da demanda'individual por t.r aba.Iho, havendo um

f ~

~ único insumo variável (trabalho)

...

-

'

.

-

-.

27

GRÃFICO N9 11-5

Determinação'da demanda individual por trabalho havendo

ma-'li is' de, 'umLn• s umova r.í.ãve 1.• ._.••.•.•.••••••• e ••••.••••••.•••• ,_ .••••••••.•.••••••••• 0,

i

; GAAFICO N9 11-6

I .

t

De,terminação da oferta individual de trabalho através

I

!;

p curva de indiferença entre o lazer e o trabalho ...••.••..•

Jj

29

da

29

~•••' GRÁF1éo N9 11-7

Drespesª.marginal do monopolista com trabalho 47

1"GR1\F1CO N9 11-8

~'.'

llleterminação de demanda por trabalho e nível de salários

'.. tX:>b monopsôní,o ••••••••.•.•.••••••••••••••••.•••••••••••••••• 47

f Grt~1CO NQ 11-9

---

,

.

(. ifa~.:r~l~O de salários via restrição da oferta de trabalho 49

..

.\.

c.

"

&;, ~

(23)

"

GAAr:iCO'N9' 11-10

i

~. Aumento' de salários via poder de ba;=ganha •.•.•.••••••..•••••••• 49

I

.!

; .

,.

i

11"';11 ;.

,

GRAFICO N9 -,

Aumento· de salários vià ,deslocamento" para cima da curva de li

demanda por· trabalho .\••:••.••..••••••••••• '•••••••• e • • • • • • • • • • ·51

\. '

eMFICO N9 IV-l

Despesa',ern cada esf·era do Govefno em % do PIB'

\t

'f

e~ol'ução

1947/69

XXIII

GAAFICO N9V-l

real anual da despesa

?e

c~

MunicípiO dt:! SÃo Paulo,

•. \

'O -ate •••.

..-

...

,

170

215

237

GAAFrCO J~9 W-3

Curva 'de Lore.n2.·· •• ~••••• "•• '•••• '.••-••• '••••• '••••• :••• 0•••••• ;. • • • •• 29-8

.•.,

,

~.'..

.p1tal e :sua ·composição

.-

i,

~

.

-:

.

I

Mun1cIplO dê são Paulo, evolução 'real anual da receita total

e recé~ta.

-

.

.

. . .

.

propr.1.~.•• -~_•.~~.".• • •.. . . • . . . .... _.~.o.! • • • • • • • • • • • • • •

• _ • •". ...:. ••••• • •••• • •••--•••~ :"0 •• ,_•• __• _0.0 _ __,'0'0 _ •

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I'

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1.'

r,

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(24)

t,

..

... ..

-,

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.; ...

\\

'1

t

I.

.\

·i

S EÇ .Ã O I

(25)

r-.

-,aéfi ~

cap!t~lo: 1

,

. APRESENTAÇÃO' DO TRABALHO

I

t

t

!

; 1

. I

,

I,

r:

t

!

1

, -:.

.

1. AS PREMISSAS ORIENTADORAS DO ESTUDO DAECONOMIA DO TRABALHO

liQ.l'ETOR 'POBLICO, PRESENTEMENTE ADOTADAS.

. °I·

,

r-I

(J pr eserrce ésí.udo sobre a Economia do Trabalho no Se

tor Público parte de dU2'; premissas b~sicas r~ferentes à

pro-\ . .

pria. com;eitua..çãodest~éampo de pesquisa científ'ica.

,r

.A. primeira pzemí.ss a é que o objeto' do estudo da

Eco-\

\~

,nomia da Trábalho não dev,~ s13limitar a perquirir as condições

. de ofe:r.r·;tae procura de' tr~halho e' à determinação do nível de

~. -; . I

,emprego. O trabalho I além \ie \ser um fator de produção, envolve:

~ - ~

"a) reLQlÇõessociais erit.ze o organizador da produção e os traba

..:lhadores que contribuem com o seu trabalho. e l:;l) relações técni

.casI i.srto éI em que proporções capital e trabalho se combinam

\

"

. para realiza:r ~ produçâo . Emsíntese , as zc Laçôes sociais e

;técnicas de produção são elementos indispensáveis na conceitua

~ .

i ; .... .

.ção do objeto da Economia do Trabalho e é somente assim,

atra-. ~és da compreenssão destas relações, que é possível entender

I .[

~s transformações econômicas e sociais relacionadas ao

traba-I .

lho.

i .

\ '

\

l .,

rUa1,

s'€i~,~deve estudar a

fornoé c:x:mhecidohoje,

>:

;;

A' segunda ref·ere-se ao âmbito do Setor Púb lico no

Economia do TrabalhO. O Setor Público ,

é .const.Ltiu Edo pela Administração Direta ;,\

\.

e

pelas Autarquias, Empresas públicas, Empresas de Economia

t

~ista e :xundações, que consti~tuem a Administração Indireta; co,!!

~Udo'estall'.tamificação. do' Setor Público é meramente de

conveni-ência aãl:mi.l1..\strati va. O Setor Público' tem três funções perenes:

Sls~iplinad<u: d~ ordem social, agente indutor do d~senvolvimc.!}

b

, econômico:e fornecedor de se rví.ços piib Lí.cos ,. No inicio' cb se

-.,

(26)

%'( .••••••••.

3

":....~. , '

culo xx o âmbitodo Setor' Público e.;-ao mesmoque'é hoje, sem, no

entanto'~ contar com uma estrutura' administrativ.a tão complexa'.

..

,'.

,-A implementação do convênio de .Taubaté' exemplifica comoa

in-tervenção do Estado na'economia foi 'feita com,a utilização de

uma estrn.tura admí.n.í.s tr atí,va bem mais sLmpl.es do que é

• r '

hoje.

"

.

'Emoutras palavras, a estrutura administratlva do Estado

bra-sileiro diversificou-se nos últimos sessenta,arros.criando

ra-mi,ficaÇ.nes para o melhor des~;npenho do seu papel. Neste senti ....

do,

ETIlf~re·s'aspúblicas e de Economia Mista,. apesar de serem con

sider,ailas juridicamente como formas privadas, de organização ,do

ponto de vista econômico elas se di·ferenciam das empresas ca-'

pi tal.listas, adicionalmente, por se constituirem em or.qan.í.z'açó-:

,;!'-es teenoburócráticas com as funções precípuas do Setor público.

Todo este circunlóquio sobre o âmbito do Setor Públi

co le.:va a crer quev.o estudo da Economia do Trabalho no SeLor

Públia:o nao deve isolar os seus segmentos'constitutivos. Na me

di da em que existe uma identidade orgânica entre seus diversos

.segmeur tos , só é possível compree,nder as relações sociais e téc

m.cas de produç.âo de um dos segmentos se, concomitantemente, se

~barq!luena análise o que está se passando nos demais. ' Em suma,

~. estudar' a Economia.do 'Trabalho no Setor Público implica em pc!.

~quiri.::r sobre a evolução histórica das .sua s funções e

estrutu-h

.

Fras arlministrativas; somente assim é possível visualizar as re

li'

lações sociais e técnicas de produção ali vigen~es.

2. FORMULAÇÃO DO OBJETO DA ECONOMIA DO TRABALHO NO SETOR POBLI

fQ

t :

.[, \ .'

e

um lugar comum, nas justificativas apresentadas pa

(27)

.

fundações, amençãoldentre as vantagens oferecidas por este ti

po d'e organização burocrática, ao f~t9 de terem elasflexibili

.

.

.' .

dade de" alocar .a f9rça-de-~rabal~o .no me:r:cado, sem enfrentar

0.5 en1traves das exigências legais a que está sujei ta a Admini§.

ft~~io Direta. Em decorrência desta vantagern,a Administração

!hd1iretaé tida corno um tipo de organização burocrática, que,

fIm vir,tude de uma, "deliberada política modarn í.zada de recursos

humanos", apresentaria índice de produtividade da força-de-tra

, "f

-balho superior ao observado'na Administração,Direta. Inclusive,

este argumento tem sido invocado para justificar as

disparida-des,existentes entre estes dois tipos de organ~zação, no qu~

toca ao estabelec:imento dos níveis de salários e ordenados:Nes

, ,

ta argu~entação está implícita a proposição de que as re~ações

< de trabalho'estatutárias, tradicionais, vigentes na Administra

çao Direta são, se nao obsoletas, menos propícias à

modérniza-, çao administrativa que as relações de trabalho reg,ida.s pe Le

consolidação dasL,e.i.sdo Trabalho/Fundo de Garantia, por Tempo

,

, de Serviço - CLT/FGTS.

L

\ Em resu:mo" os motivos para a

descentralizaçãoadmi-\

t nistrativa, no que 'concerne à força-de-trabalho, são racionali

I

zado~ como sendo a aplicação de relações de trabalho (CLT/FGTS)

:que permitem maior flexibilidade na contratação ~a

força~de-i' :.

~'trabalho,'um aumento da sua produtividade e urna-râpí.da respos:'

p I

lta ao estimulo ~ara a modernização orga~izacional.

"~

I, {

~;

,

~,

t IMáis veiculações ideológicas do que, propriamente I explicações

Na realidade, parece que estas justificativas sao

\ , ~1ll0Çj'lle está ocorrendo em termos de Economia do Trabalho no

Se--'

"

"1:,: •

(28)

\

5

.'1'rab~lho no SetorPúbÍico br'as í.Leí.ro leva às' seguilltes -Aindaga

.:{ 'ções:

;,

, "a-, por, que as, atividades. do SetOr Público, um dia es

.

t, ~turadas 'e "exerc~das sob

a'

formaorgani'zacio~al de Admini

s-, ,

tração Direta ou Auta:rquià.~ preenchendo,· inicialmente a conte,!!

to suas finalidades, não as atendem maí s , .poste.rLorment.e ,

pre-cisando., enitão,. serem, pzest.adas sob forma de 'Empresa Púbiica,

.

"'~'

-Empresa de :>t~onomiaMista OU Fundaçao ?

h- a mesma pergunta se faz a respeito das' relações'

do t.r aba Lhoe e óbvio que, as relações 'es~atutárias, ao ,serem,

promu Lqadeos , atendiam a certas finalidades i logo, pergunta-se

por que hO:l~1 as relações, de trabalho CLT/FGTSser í.am mais ad~

quadas ,à modern í aaçâo e .ao taumerrüoda produtividade do traba

-." lho? Qual é o motivo da obsolescência das relações. de trabalho

.~",.

'estatutá:!:"1.as ?

c- quais seriam os fundamentos,' econômicos de t.ermí.nan :

tes dos. níveis de .~mpregonos diversos, segmentos 'do Setor

Pú-,

, ..

t>lico? da. mesma forma,, . como se estabelecem os.dife;rentes

ní-,

~eis de s.al.âr í.os e or-denados em cada segmento do Setor Público?

\

\

i

~

.í.ndaqeçóe s levantadas noí tem .~,a" conduzem a for-'

~Ul~çã9

d,·3.·

hipótese de que, na realidade,' as .mudanças verifica

t '

ias. nas fo~;nas' organi zacionais do Setor' Púb Lí.co.vde vem co.rpo.rí+

.i :-.

ricaF;udam~as nas rela.ções de produção. Além disso, as indaga

~éS levan~~as no ítem "b" reforçam esta hipótese, na medida

r

que as moclificações' na infra-estrutura social - da qual as

~laçõe's 'de P.rOd~çã~ fazem pazt;e integrante - ocorrem pal:"alel~

'~nteàsmodi::ticações na super-estrutura social - da qual as

.~iações de't::cabalho,. cor porí f.í cadas : na legislação do trabalho,

I'

.Zbm

parte. Aôsã~,modificações nas relações de trabalho,

(29)

h'

.'

'ti"íhJi!'i*ir:,i' 51':fétft:tt:iit.WjW,*,.ftde-iWHtI,;i~ 'g'iif?liIiiierlsiítt 'lftMírlíW_***Úi '5éríêHHS';Y'f'rtrifniW'W%tw'

I···

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I

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1

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, mO se constata no' i,tem "b", que sao modificações na supér:-es'tr,!:!

turasocia'a" devem estar se.verifi~ando' p~ralelamente às modifi

carçõiesna infra-estrutura, ou. seja', nas relações. de. produção.

. Em 'conclusão, . ,a Economia 'do Trabalho· no Setor Público 'II

\

,jeve, além de indagar c'3 determinantes dos níveis de empr'eço, sa '

lá rios

e

ordenados I caml:-re;~nderprincipalItlerite as modificações

\ . '

infra-e;:;truturais e s~per-e'struturais 'da sociedade pela observa

J'~

ção'das modi~icações nas relações, de pI:'odução'e nas relaç~es do

trabalho. ~ o que se pre'Çrn1é neste estudo.

I

'

3. APRESENTlc\ÇÃODA ESTRUTURA;DO TRABALHO

Apresenta-:-se a seguir, 'uma breve exposição do que

se-rá abordado nas seções posteriores,a título de indicação do ca

mínho pe rcor rí.do neste trabalho, no €sforçopáraesboçar'

,algu-mas 'caract,erísticas da Economia do Trabalho no Setor Público

brasileirO ..

3.1 - Conteúdo da Seção 11 - A Economia do Trabalho

Néo-Clássi-ca.

'.'

~i : l

t· U:rma revisão crítica da Economia do Trabalho

Néo-Clás-sJca·, ~ fim de avaliar o seu poder explicativo em relação ao

trabalho no Setor Público, constitui o primeiro passo para o

;,\

desenvolvimento de~ta pesquisa.

Na primeira parte da Seção 11 faz-se, portanto, urna

b~teve exposição do estágio atual em que se encontra a Economia

~ Trabalho Néo-Clássica. Os manuais modernos sobre o assunto

t'eltam demonsenar quais' são as condições que determinam os

ni-t

(30)

7

. *".

tia ...·sx·fi-s 1

"

.

.

veis de demanda e oferta de força-de~trabalho e, consequenteme,!l

teI os pontos de ~qui~íbrió no nível "de emprego, e de salários

i

nos meré:arllcsde"livre competição e monopolista,' 'tanto de pz-odu-'

"

r

f

tófinal. como de fatores de produção'. Ao estud.ar as condições

Í

de of'e:r..tada fox::ça-de-trabalho a Economia ,de 'Trabalho

Néo-Clás-sica desenvolve,. comp Lementiarment.e, a chamada Teoria do Capital

Humano.

1''''

.Na segunda parte da seção II levanta-se aLqumas

limi-t. taço:eS ao poder explicativo da Teoria Néo-Clássica da Economia

do fllrabalho., Dentre outras restrições assinaladas, a mais cru~

cí.zal é a que, ela é .impotente para explicar o trabalho no Setor

púlJillico. See~te não visa lucro mas, sim, o bem estarsocial,cg,

~- mo então medir, a, produtividade marginal, do trabalho ? Esta ' e

umsa lacuna que impossibilita a 'determinação dos salários no

Se-tor.: Público at .•.avés~cla Teoria NÉo-Clássica. '.Ademais', qu ando a

economia está em zeces sâo , se o Setor Público diminui o nível

. '

de suas atividades econômicas, dispensando a força-de-trabalho

,; empregada, ao invés de reequilibrar a economia, agrava ainda

r

t rnaJi..s a crise econôm.ica e social. Ainda uma terceira indagação :

no que tange à determinação do nível de salários, e ordenados'

"(

f'

demifro-da concepção de uriidade do Setor Público tratado" no tópi

~

I

co :Fprmulaçãodo Objeto da Economiado~rabalho no Setor

públi-~

r

t

t

l

i

;

co -, o queexplica, a variação' de salários e ordenados, para

fun-ções iguais, entre a Administração Direta e Indireta?

Ainda, na segunda, parte da seçao lI, sao assinaladas

Outr~s~7'i.estriçoes de car âce r geral' à' Economia do Trabalho Néo- '

ClássIca;. dentre as quais se destacam: a) o fato dela assumir

Come;> geo)gláficàmente~ fí.xos. . capital .. e trabalho,' enquanto a

pro-dução serj;a móvel, via -cornêz'c Lo internacional I' Q que, na

(31)

8

dad,e,é inverso no capitalismo rnultinacional, onde o capital é

móvce1 e: a produção fixa; b)' a: falta .de medições. empíricas

so-bre a p~odutividade ·marginal do .trabalho; e) as' condições idí-'

llcas, e todo o cotejo, de suasconsequências,. de admitir o mer

. \.

c.ado livre de fatôres •.... ,

: .1 \\

,1

Em aurna , a~\e~ão! 11 'tra:ta do estágio atual da . Econo

mia do Trabalho. uéo-Clássica

,

e. de aLqumas de suas.. limitações..

teóricas

para

explicaras c:mdições contemporâneas do trabalho,

especialmente aexistent·~

~

.t

nç Setor Público.

t

t

f

3.2 - Conteiidt'O:d.ia SEção I\;rI - Alguns elementos para a Proposta

\

de uma ll'llo>waabord.agem metodológica para a Economia do

UlJlII1iItwez: ql:llea Economia de Trabâlho··l.\iéo-Clds!::iLca nau

-oferece res.'F0sltals satisfatórias às quea cóes levantadas sobre a

Eco~omiado 'lPlr~JLhOJ, especialmente no Setor Público, na seçao

111 procura-se cnJ]Le:tar,em outros campos da economia e da

.admi-nistração i (!:(Q)U'Jfceli:lto:s que subsidiem a' formulação de uma

f~.

nova

~bordagempa1r'a·a lBlcoJmomado Trabalho.

·Ba·s!i.ca."lreJil't-e"'Os c:onceitos des envo.Lví.dcs orientam- sé

em três fre.mtesa s.a'ber:

a)

determinação dos níveis àe emprego,

salariose .o.rclenados,;,h) iden·tificação das relaçôes de

çãoe c) iden'tif.icação das relações de trabalho.

produ-,.",\

\

Em

relação à determinação dos níveis de emprego,

sa-:~njos e.ord~nados, propõe~se que a sociedade não deve ser vis

t:;'a'\1:omosendo regulada por relações econômicas homogêneas,

co-mG a apresenta a Teoria Néo-Clãssica mas, 'sim, cada setor con~

l"

,

r:

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(32)

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.•..,

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~,

o.' .•.•• 9

titutivo da socied~de (Setor Capitalista de Livre Competição,Se

tor ~apitalista Oligopolista, SetorPr~~Cap~talista, Setor

Nio-capitalista e~ Setor Público, por sua vez' dividido em Setor de

Atividades ,Governament~1s e Setor de Empresas públicas).. . possuem

. ,

formas, pecl.'ill~ares a,c~ia.um delesj dedete.rminação dos níveis

1

de emprego, salários. ~.'"rdenados que, .contudo,. ainda seriam

in-terdepender.ll.tes entre sí ,

,-Rãose 'deve olvida.r, ainda, que cada sociedade

capi-~

;

\ talista ~poosui suas pe cuLãar idades locais, de modo que nao se

t, . ,

pod~fa2e~ transposiçio,d~s relações econômicé3:sde uma.socieda ....

\

':

de para «D\lI.tra.Nestetrabalh9, faz-se umacomparaçio de como

I

são detemninados .os níveis de empregoI .salários e ordenados dos

SetoresII«::apitalista de Livre Competição, Cap'italista

Oligopo-lista e db Setor Público, numa sociedade'capitalista desenvolvi

I - ••••

da, CÔr.I.w os E. U.A. em r-e Laçao a

"".t'~. •... .

vias decfusenvolvimento, como'0 Brasil. Este ~ o conteúdo do ca

prtulo~s.

A segunda frent.e desenvolvida, no esforço de

recolhi-mento d~eelerecolhi-mentos para uma nova 'Economia do Trabalho, diz

res-peii::o.à oLcn'acterizaçio das relações de produção dos setores aci

maIT}.enciron;ados.Haveria, por assim dizer, dois tipos ideais de

relC\9õesdJe produçio capi·talista - as relações de produçio

ca-pitalist;i5S,:ue livre compe·tição e· as relações de produção c api.ta ,\

list,aspliig(tpolistas - difer,enciadas entre si pelo grau de par-<'

celamento d:mtrabalho e/cu domínio que os trabalhadores têm'

so-bre o proces;siCDprodut1 vo. Sob o capi t.aLí.smomais competi tivo, I

onde predom.:b'à-am~srelações de produção de livre competição, o

--....

.

(33)

\

t

\

\

i

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t

!

I

" ,.• '4 "; ~ I"

10.

produção oligopolistas, o controle sobre o process0p'rodutivo é

apropriê!ldo

e

passa a ser, compet~ncia ,d~ administração. O contro

le sobre. o processo produtivo" que o trabalhador detinha no

ca-pitalismo mais comp~,titivo, representa um fator estratégico

de valorizaçâo do. seu-:>fício'. Quando .este controle passa às

mãosda. i1dministraç.i~ ;i. t~abalhador perde. o último elo de

liga-I'

ção ent:re o seu trab~i~o € o prod~to final.' Tais modificações

não.sãc, gratuit'as, mas ocorrem. por determinação do aumento

.1'

compo:~:içãoorgânica do capí tal.

\f

1

Após distinguir as características das relações de

!

prodnçã.o oligopólícas da~ r~lações de produção de livre competi

i

I

. I

ção, (tendo como referência a industrialização dos países desen-·

da

volvf.dos, faz-se u~a tentativa de ·identificar estas duas formas,

no pJrocesso de industrialização brasileira: à industrialização

por s.ubst:.ituição ãe, importações co.r.re.ápondez í.em r eLaçôe s ãe

I . .

I prodnçâo rde livre competição, enquanto que ao processo de Lndus '

t'rua:llizeção após a. internacionalização da economia brasileira

-cor z.esponde.rí.am relações de produção' o.Lí.qopo Lí.s t.as . Este. é o as

suntxn objeto. do capítulo sete. ..

. ·A terceira frente diz respeito à ·"construção de urna

poritt:'" entre as relações de p~odução e as r eLaçóe's de t.rabaIho ,

]lo Brasil .A cada tipo históri~o de relaçõe~' de' pr~dução"

cápi-. . . .

tal1,s·tas (de 'li vre competição no modelo de suba cí.t.u í.ç âo de impoE.

;.\

taçõe.s J oligopólicas na fase da internacionalização da

econo-':"

mia) çC!.frrespond~ria.mdistintas relações de trabalho.' Estas,

co-t. 1':\0 t.nani;·b~tação da super-estrutura social, devem fornecer urna j

Série der.acionalizações - jurIêl.,icas, religiosas e

ideológicas-para o funci6nàmentó harmonioso das relações de, produção.

,.

(34)

I

\

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I

1

I

\

t· f

tI, 1

11 .

d'écadas de 1930/40, pode-se distinguir duas fases de' relações

<detrab~l1ho. A primeira vai :até .1966 . e, sua característica é a

('~n:céssão de Estc.:1bilidade ao trabalhador que completasse dez

anos' de' serviço no me~"'ilo,emprego. ,Na segunda fase, a partir de

1966, é 'of~r~c:ida. ao, t~,:abalh~dor a fa~ulda~e de optar entre . a

Estabilidade e o Fundo le Garantia por Tempode Serviço, um p~

..

\.

'

-culio oferec:iidocomo compe.nsaçaopela. perda da Estabilidade.

/'

''N;asrelações-de trabalho entre o Estado e seus •

fun-\ '. . .

cionários ·Y.JigoraO Estat~to dos Funcionários Públicos* o qual,

'I'

.

desde a sua promulgação,iprevê a Estabilidade do func.í.onâr í,o

público i (=,nntudo,existe

\um~

tendência, lid~rada pelo Governo.

i

Federal,:a partir da implantação do Novo Plano de

Classifica-r ,-

ção de Carcg:os,em 1,976, de substituir as relações estatutárias

pela CLT/lí%TS.

A hipótese Levarrcada neste trabalho é a de que, no

..'

i

Brasil,. a garantia de Es't.abi.lidade ao trabalhador, ou melhor, a

'substitu:i~6 desta pelo FGTSrepresent.a a ocor.rência de d.uas

'formas.di.<stt.intas de relações de trabalho. A primeira' seria com

ponente da super-estrutura social associada às relações de pr~'

duçâo, de ]ji..vre competição (que no Brasil predaninariadurante a

fase do m1Dillelode substituiçã? de .importações) , énq~anto que a

:'

r

seg:unda.f'oa:ma,estaria associada as relações de', produção oligo

polistas (COa fase de internacionalização da economia brasilei- .:\

ra). Isto pClrque a,garantiade Estabilidade no trabalho ví r La ,

"

ao encontro ma necessidade de valorizar uma força de trabalho

I . . .

\ csc~ssa, durante o início da industrialização;ademais a

divi-• Cnda nível de ~overno - federal, estadual e municipal - tem

seu Estatuto próprio, constando em todos eles' I' o instituto

~a Estabilidade no emp:t;ego.

~."

(35)

são parcelar do .trabalho não era desenvolvida e, port:anto, a

f

. ,

,.

!orça-de-traba,lho .de t í.nha o' con~ro·le. do pzoces so produtivo .Com

l',

. ,'.

ainternacioua1ização da economiabrasi1eira,. a' partir 'de 1950,

e o surgimento de grupos oligopólicos, des envoLve+s'e no Brasil

a divisão parcelar do trabaU~o e o conezo.Le sobre o processo

produtivo passa ãs ~~6\ d~ administração. Ademais, nesta situa

ção, o ri!pido aumerrcovda ~~ompo~iç~oorgânica do 'capí, tal obsole

tiza a :perícia da força-d,e·-trabalho. A Estabilidade do

traba-l'

lhador" nas relações de. produção oligopólica~, torna-se um

em-•

t • i

pecilho para o aumento

em

196~6,;é introduzido

~fi produtividade do trabalho. É'quando,

l

.

01

FGTSna legislação;trabalhista, que'

\ .

vai re:sg>onderpela nova

às reLaÇões de produção

~up~r-estrutura

I

I

f

oligopólicas.

social correspondente

Paralelamente ao estudo da evolução das relações de

"

trabalho pela CLT, o mesmoé feito para o Esta'Cuto dos

:Cuncio.,-nários Públicos. Contudo, a identificação das relações de

pro-t.

duçâo no Setor Público somente será abordado na seção IV I

que t.Eillempreendimento requer uma análise do seu desenvoJ.vimen

to hismrico .

. Emsíntese, 'enquanto que na primeira parte da seçad

III sã,o pesquisados 0:$ ,determinantes dos níveis de emprego.,s~

.,.lât'ios

~=

ordenados dos setores de livre competição, o Lí.qopo Lí.a

ta e p'!;~b'llico,na segundà parte procura-se distinguir as

rela-"I

!

ç6es de grodução de livre competição das relações de produç5.o

I

f Oligopol:li.stas; no capItulo oito procura-se .:l~

.:

,

saciar a$ dtias subdivis~es das iélações de prod~ção

capitali~-ta~com as ~re.1-açõesde trabalho vigentes no ~rasil. As relações

ele·produçã~-:>mo Setor Público são est.udadaa na seção IV •

1 ..

(36)

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l•·•.··

energia e financiamentos subsidiados), numa economia

interna-cJodal:i:Iada e o Lí.qopô Ld.ca , leva-o a produzir estes insumos tam

, blm~m i~~a·oligopõli~a e pelo uso de relaç3es de produção

0-t

ligópol:üi:tas.

\. :fOr outro lado; o papel do Estado como fornecedor de

tI

serviços -pUl."tlicose absorvedor de custos sociais estaria-

irre-t

:ned~avelmen:te\comprometido pelo fato de que a receita'fiscal

t,-t

t

\

v l

I

I

l

I,

13

evitar confusão de conceitos. A super-estrutura social dominan

te (relações de t~abalho) é aquela c:orrespondente às relações'

de produção d.omínantes na socí.edade , Assim, mesmohavendo a

'.

convivência •., na economia, .do 'setor mais competitivo .e do

setor ol.ig;CDpolü~ta,as relações de trabal~o dominantes na

so-cfedade s>âoaquelas referentes' ao interesse do setor econômico

predominiinte, ou seja, aquele com 'maior par t.í.c.í.paçâo no

,produ,-to econêau.co nacional.

3.3 - Conteúdo da Seção IV

sil·

Evolução do Setor Público no

Bra-Nesta seçao, é aduzida a hipótese-de que o Setor pú...

blico,. da mesma forma que o Setor Privado, foi palco de

trans-forma~s nas relações de produção as quais passaram da livre

competição -para o -of..igopólio. - Esteproc~sso, --cont.cdo , no Setor

Públicm, teria contornos peculiares; ademàis, estaria ele na

,ràizéli.a'.descentralização administrativa operada com a criaçao

de fundações, empresas públicas e empresas de economia mista.

Por um lado" o -papel do Estado como agente indutor_

do de s-envo Lvãrnent;o (fornecedor de-insumos básicos : siderurgia ;

do Estado, associada i ~strutura do pod~r polrt~co, nao

-

acom-",~" . _. ~~ _.. .•... ... -- - '--" ~.- - _ .. - ~ '"', >.

Referências

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