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relatório
1975
FUNDAÇAO GETULIO VMGAS
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Titulo: Relatorio 1975/ Fundação Getulio
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Presidente Lu!z Simões LopesConselho Diretor
__________ P_r_e.s __ id_e_n_te _ __ L_u_iz_S_i_m~õe~s~L~o~p~es~ _______________ __
--_
... _ . _ - - Vice- Presidente Jorge Oscar de Mello FlôresMembros Alberto Sá Souza de Britto Pereira Carlos Medeiros Silva
---_._---Eugenio GudinIsaac Kerstenetzky
._--~---José Joaquim de Sá Freire Alvim
.---Octavio Gouvêa de Bulhões
.---_._----_._----
---_._----Presidente Vice- Presidente Membros
Conselho Curador
Mauricio Nabuco Alberto Pires Amarante Aldo Batista Franco
Alzira Vargas do Amaral Peixoto Antonio Garcia de Miranda Neto Antonio Ribeiro França Filho Apolonio Jorge de Faria Salles Celso Timponi
Cezar Reis Cantanhede e Almeida Estado de São Paulo, representado por:
Murilo Macedo Francisco Montojos
Heitor Campell:.:o:...:D=-=uc=a=-rt::.;e~ ____________________ _ Henrigue Domingos Ribeiro Barbosa
João Carlos Vital
Joaquim Bertino de Moraes Carvalho José Nazaré Teixeira Dias
Moacyr Velloso Cardoso d=.e"--"O:..oh:.:·v'-'=e:=cir~~a"-- _ _ _ _ _ _ _ _ Paulo de Tarso Leal
Rafael da Silva Xavier
SUMÁRIO
Introdução
- - - -
5PARTE I Administração Superior ____ 7
1. Assembléia Geral 7
2. Conselho Curador 7
3. Conselho Diretor 8
4. Presidência e S..ill?erintendência Geral 8
5. Cor:selho de Ensino e Pesguisa 8
PARTE II Administração Especifica 11
1. Pesquisa 11
1.1 Teses de Mestrado Aprovadas 12
2. Ensino 12
2.1 Cursos de Nível Médio 12
2.2 Cursos de Graduação 13
2.3 Cursos de Pós-Graduação 13
2.3.1 Curso de Doutorado 13
2.3.2 Curso de Mestrado 14
2.4 Cursos Avulsos 14
3. Informação 15
4. Cooperação Técnica 17
5. Relações Culturais 18
5.1 Convênios 18
5.2 Congressos. Seminários. Conferências e Assemelhados 21
5.3 Viasens 22
PARTE III Administração Geral 25
1. Visão Logística 25
2. Prestação de Contas 25
Execução Orçamentária e Balanço Econômico 25
Balanço Patrimonial 26
Balanço Financeiro 27
PARECERES E ATAS
Parecer do Relator do Conselho Diretor sobre o Relatório e a Prestação de
Contas Referentes ao Exercicio de 1975 29
Ata da 287~ Sessão Ordinária do Conselho Diretor da Fundação Getulio
Vargas. Realizada a 18 de março de 1976 35
Ata da 288~ Sessão Ordinária do Conselho Diretor da Fundação Getulio
Vargas, Realizada a 8 de abril de 1976 39
Parecer do Conselheiro Relator do Conselho Curador sobre o Relatório e a Prestação de Contas da Fundação Getulio Vargas Referentes ao Exercício
de 1975 41
Ata da 59~ Sessão Ordinária do Conselho Curador da Fundação Getulio
Var-gas, Realizada em 8 de abril de 1976 42
Ata da 30~ Assembléia Geral Ordinária da Fundação Getulio Vargas.
Reali-zada em 30 de abril de 1976 45
-INTRODUÇÃO
Um relatório anual moderno nao poáe nem deve ser uma exposição exaustiva de tudo quanto a organização relatora fez durante o ano - ou se transformaria em uma peça ilegivel. destinada apenas ao acervo morto dos arquivos. Desde 1971 vimos procurando fazer dos relatórios anuais da FGV documentos que possam ser lidos e consultados sem grande esforço não só pelos membros do Conselho Curador, do Conselho Diretor e da Assembléia Geral. mas também por qualquer pessoa que deseja se informar sobre a vida da Fundação como centro de ensino e pesquisas e foro qualificado de deba-tes sobre problemas nacionais, continentais e às vezes até mundiais.
Com essa preocupação, criamos para o relatório anual um modelo novo, cujas informações são canalizadas ao interessado por intermédio de:
uma sintese introdutória _ espécie de cenário em que aparecem condensadas as atividades principais da Fundação Getulio Vargas levadas a efeito em 1975;
quadros estatísticos, que são resumos de levanta-mentos completos e tanto quanto posslvel homogê-neos das referidas atividades;
um conjunto de demonstrativos e análises contá-beis, que permite o exame da situação da relatora em termos orçamentários, econômicos, patrimoniais e financeiros.
A leitura da sintese introdutória, passlvel de ser feita em meia hora, bastará ao leitor interessado em se in-formar globalmente sobre o que a Fundação fez em 1975.
A análise dos demonstrativos da prestação de contas completa por assim dizer o conhecimento das ativida-des da Fundação em 1975 vistas do ângulo contábil.
Por meio deste relatório, assim concebido, a Fundação Getulio Vargas cumpre - agora em plena quarta déca-da de sua existência - o mandamento estatutário de prestar contas de suas atividades anuais. Tais contas são prestadas, em primeiro lugar, ao Conselho Curador e ao Conselho Diretor e, em instância final. à Assem-bléia Geral. Dadas, entretanto, as responsabilidades cada vez mais amplas que a Fundação vem assumindo ao longo do tempo como foro de debates, centro de pesquisas e instituição de ensino, sempre com o apoio dos poderes públicos, notadamente do Governo Fede-ral. a prestação de contas da Fundação é dirigida tam-bém ao público brasileiro em geral.
Ao entrar no 32° ano de existência, a Fundação Getulio Vargas pondera, agora talvez com mais realismo, a na-tureza e a envergadura do compromisso tão claramen te enunciado no primeiro item de seu ideário:
'Servir à Pátria, cada vez mais e melhor, e assim con tribuir para tornar o Brasil fator influente na constru-ção de um mundo seguro e tranqüilo para toda a huma-nidade, "
Nessa luta de mais de três decllnios pelo crescimento econômico e cultural do Brasil, a Fundação Getulio Vargas elegeu o campo da formação e aperfeiçoamento de recursos humanos para a administração, empregan-do-se esta palavra no sentido mais abrangente,
Encontram-se nas estantes das bibliotecas públicas e particulares do Brasil e do estrangeiro, além dos relató-rios anuais da Fundação, quase 2 mil titulos impressos, livros e folhetos, multiplicados por alguns milhões de exemplares e outros tantos de periódicos, editados pela Fundação Getulio Vargas, que contam a sua história e documentam a sua contribuição, À luz dessa documen-tação copiosa e disponível é que a nossa instituição deve ser analisada, O observador objetivo, da estirpe que não teme conseqüência das suas criticas nem conta com recompensas pelos seus aplausos, há de admitir que a Fundação Getulio Vargas não negligenciou a sua missão, Ao contrário: tem diligenciado cumpri-la, sem-pre com a mesma vigilância e com a mesma devoção, embora nem sempre com o êxito desejado, em todas as etapas d.e suas atividades, Comecemos por afirmar que, examinadas em conjunto, as atividades finalisticas de-senvolvidas pela Fundação Getulio Vargas em 1975 re-velam um estágio de equilfbrio. Se decresceu o movi-mento de alguns cursos ministrados nesse ano, aumen-tou o de outros, assim como o de projetos de pesquisa, de maneira que o declinio verificado em um setor pare-ce compensado em outro,
Não pretendendo atuar em todas as frentes da pesquisa e do ensino, como fazem as universidades ortodoxas, escolheu como campo e instrumento de trabalho as ciências sociais, com ênfase na administração, na eco-nomia, na psicologia aplicada e na educação, e adotou a pesquisa, o ensino, a informação e a cooperação téc-nica como métodos prioritários de atuação_ Como desdo-bramento desses métodos e ao mesmo tempo sistema lógico de apoio à sua aplicação, a Fundação engaja-se constantemente em relações culturais através de visi-tas, convênios, permuta de informações, participação em congressos, seminários e assemelhados, tanto no Brasil quanto no exterior,
Percorrer o que a Fundação logrou realizar em 1975 em matéria de pesquisa, ensino, informação e coopera-ção técnica e como utilizou a ampla via das relações culturais para chegar a esse fim é o roteiro do presente relatório,
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ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR
1. assembléia geral
Com a presença de 162 membros, reuniu-se em 30 de abril de 1975, em primeira convocação, a 29' Assem-bléia Geral Ordinária da Fundação Getulio Vargas. De acordo com o edital de convocação, a Assembléia apre-ciou e aprovou o Relatório, o Balanço e a Prestação de Contas referentes ao ano de 1974, de conformidade com os pareceres dos Conselheiros Carlos Medeiros Sil-va e Paulo de Tarso Leal, relatores, respectiSil-vamente, no Conselho Diretor e Conselho Curador da Fundação, que se louvaram no parecer do Perito Contador Emilio Affonso Rodriguez.
A Assembléia prestou homenagem póstuma, mandando inscrever em Ata votos de profundo pesar pelo faleci-mento em 1974 dos Srs. Alexandre Marcondes Filho, Julio Barros Barreto, Mário Paulo de Britto, Paulo de Assis Ribeiro e José Garrido Torres, assinalando os ser-viços por eles prestados ao País e à Fundação.
De acordo com proposta do Conselho Curador, a As-sembléia aprovou a admissão no quadro dos seus com-ponentes dos seguintes novos doadores: Price Water-house Peat Co., Cr$28.000,OO; Centrais Elétricas Bra-sileiras (ELETROBRÁS), Cr$40.000,OO; Empresa Brasi-leira de Turismo (EMBRATUR), CrI8.000,OO; Banco Central do Brasil, Cr186. 787,50; Boavista Rio S.A. Cor-retora de Câmbio e Valores, CrI5.000,00; Siemens So-ciedade AnÔnima, CrI5.500,OO.
Realizou-se em seguida a eleição dos sete membros do Conselho Curador, que iniciaram novo mandato de seis anos, de acordo com a renovação do terço do Conselho, prevista no artigo lOdos Estatutos. Houve também a eleição para preenchimento de uma vaga ocorrida com o falecimento do Conselheiro Mário Paulo de Britto.
Foram eleitos e empossados: Dr. Antonio Garcia de Mi-randa Netto, Dr. Antonio Ribeiro França Filho, Dr. Francisco Montojos, Dr. Heitor Campello Duarte, o Es-tado de São Paulo (represenEs-tado pelo respectivo Gover-no), Dr. Apolonio Jorge de Faria Salles e Dr. Theodoro Arthou, com mandato de 1975 a 1981; Dr. Henrique de Toledo Dodsworth, com mandato de 1975 a 1979. As-sim, seis dos antigos membros do Conselho Curador foram reconduzidos. Os novos membros do mesmo Con-selho - Estado de São Paulo e Embaixador Henrique de Toledo Dodsworth - foram eleitos para as vagas abertas com a renúncia do Conselheiro Carlos Alberto Alves de Carvalho Pinto e com o falecimento do Conse-lheiro Mário Paulo de Britto.
Antes de encerrar a sessão, o Sr. Presidente comentou e ressaltou algumas realizações da Fundação e agrade-ceu as demonstrações de confiança que tem recebido dos Srs. Membros da Assembléia Geral, dos Conselhos Diretor e Curador e de todos os servidores da Funda-ção. Relembrou que em dezembro de 1974 ela come-morou seu 309 aniversário e que, de acordo com a
deliberação da Assembléia Geral, em sua Sessão Ordi-nária de abril de 1974, designara uma comissão para supervisionar a elaboração de um livro que demons-trasse, através da enumeração descritiva dos seus tra-balhos, em que medida a Fundação teria correspondido aos ideais que inspiraram sua criação, à reputação e ao prestigio com que tem sido honrosamente estimulada no País e no estrangeiro. Esse livro, publicado em junho de 1975, tem sido distribuído seletivamente no Pais e no exterior.
2. conselho curador
Houve três sessões do Conselho Curador em 1975: em 10 de abril, a 24' extraordinária; em 28 de abril, a 57' ordinária; e em 28 de outubro, a 58' ordinária.
N a reunião de 10 de abril foi designado o Conselheiro Paulo de Tarso Leal para Relator da Prestação de Con-tas e Relatório de 1974.
A Prestação de Contas e o Relatório de 1974 foram aprovados pelo Conselho Curador em sua sessão de 28 de abril de 1975.
Na sessão de 28 de outubro o Sr. Presidente do Conse-lho Curador, Embaixador Maurício Nabuco, lembrou que era a primeira vez que o Conselho se reunia após o falecimento do Conselheiro Henrique de Toledo Dods-worth. Acrescentou que o Embaixador Henrique de To-ledo Dodsworth não chegou, desta vez, a participar dos trabalhos do Conselho Curador, embora já tivesse exer-cido mandato de membro do mesmo Conselho logo após a constituição da Fundação Getulio Vargas, à qual prestou assinalados serviços. PropÔs então, e o Conse-lho aprovou por unanimidade, que se inscrevesse em Ata um voto de pesar pelo desaparecimento do ilustre brasileiro, cuja memória será sempre reverenciada nes-ta Casa.
Em seguida congratulou-se com os membros do Conse-lho Curador que tiveram seus mandatos renovados pela Assembléia Geral, e estendeu essas congratulações ao Estado de São Paulo que, na qualidade de componente da Assembléia Geral, era a primeira pessoa jurídica eleita para participar do Conselho, onde se acha digna-mente representado pelo Doutor Murillo Macedo, Pre-sidente do Banco do Estado de São Paulo, designado pelo Governador do Estado.
O Conselho apreciou e aprovou diversos projetos que lhe foram submetidos pelo Presidente da Fundação, presente à sessão de 28 de outubro, a saber: obras na Biblioteca da Escola de Administração de Empresas de São Paulo; obras de Valorização do PatrimÔnio Imobi-liário da Fundação; demolição de um prédio da Funda-ção na Praia de Botafogo, 176.
8
ro Barbosa, secundada pelos Conselheiros Antonio Ri-Por proposta do Conselheiro Henrique Domingos Ribeibeiro França Filho, Paulo de Tarso Leal e Murillo Ma-cedo, o Conselho outorgou por unanimidade ao Presi-dente da Fundação a Medalha do Mérito, Comemorati-va do XXX aniversário da Fundação, em reconheci-mento pelos serviços que a ela vem prestando ininter-ruptamente desde 1944, ano em que foi criada.
3. conselho diretor
o
Conselho Diretor reuniu-se em Sessões Ordinárias e Extraordinárias em 28 de janeiro, 28 de abril. 3 e 23 de junho, 3, 14 e 29 de julho, 22 de agosto, 24 desetem-bro, 28 de outubro e 9 de dezembro.
Os principais assuntos discutidos nessas reuniões são a seguir enumerados em resumo: Regimento da Escola de Administração de Empresas de São Paulo; Fundo Patri-monial/Conta Especial para Equipamentos, Instalações e Material Permanente; Relatório, Balanço e Prestação de Contas do Exercicio de 1974; CADEMP _ Cursos de Administração de Empresas; Auxilio Financeiro Ex· traordinário da União; Reajustamento Salarial; Carrei· ra de Economista do IBRE; Substituição de Diretores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo; Balancete das Contas e Súmula dos Trabalhos Realiza-dos pela Fundação no Primeiro Semestre de 1975; Co-missão Parlamentar de Inquérito sobre Politica Sala· rial; Demolição do Prédio n9 176 da Praia de Botafogo;
Obras na Biblioteca da Escola de Administração de Em-presas de São Paulo; Obras, Conservação, Reparações, Acréscimos, Ampliações e Instalações Diversas em Pré-dios da Fundação; EPGE _ Seminário de Nível Inter-nacional sobre Transferência de Tecnologia; Editora da Fundação Getulio Vargas; Designação de Relator do Orçamento para 1976; Parecer sobre Relatório das Ati-vidades e Contas da Fundação no Primeiro Semestre; ISOP _ Monografias sobre Informação Ocupacional; Orçamento para 1976; Doação de Arquivos de Homens Públicos ao Centro de Pesquisa e Documentação de His-tória'Contemporânea do Brasil; CETRHU _ Criação de um Fundo de Pesquisas e Estudos; Assistência Finan-ceira ao Pessoal Licenciado da Fundação; Transferên-cias e Suplementação de Verbas.
4. presidência e
superintendência geral
o
Presidente exerceu seus poderes estatutários, presi-dindo as reuniões da Assembléia Geral, do Conselho Diretor e do Conselho de Coordenação de Ensino e Pes-quisa; e diariamente, em conferências e despachos com os seus colaboradores, estabeleceu a orientação geral e a supervisão dos trabalhos da Fundação. Além disso, o Presidente recebeu, em entrevistas especiais, numero-sos visitantes ilustres, representantes de instituições nacionais e estrangeiras, tendo tratado de diversas ma-térias relacionadas com Convênios e Acordos, que apreciou e firmou em nome da Fundaç-ão.A Superintendência Geral. em observância às diretrizes traçadas pelo Presidente, desempenhou as funções exe-cutivas, administrativas e coordenadoras que lhe ca-bem na forma daquelas diretrizes e das disposições regulamentares.
5. conselho de coordenação
de ensino e pesquisa
o
Conselho de Coordenação de Ensino e Pesquisa, cole-giado consultivo e de assessoramento da Direção Supe-rior da FGV, constituído por 21 membros natos, repre-sentando todos os setores de atividade da Fundação, realizou em 1975 cinco sessões ordinárias.Na reunião de 9 de janeiro foi adotada norma proposta pelo Conselheiro Themistocles Brandão Cavalcanti para que as resoluções aprovadas sejam encaminhadas ao Presidente da FGV, através da Superintendência Geral. para homologação; foi aprovada a publicação da obra
Planejamento do desenvolvimento comercial, de Dalton
F. Daemon; e o Conselheiro Paulo Reis Vieira expôs os programas e atividades da EBAP.
Em 6 de março, o Conselheiro Flávio Penteado Sampaio expôs o programa de atividades do CICOM; o Conse-lheiro Paulo Reis Vieira prestou informações sobre o 29
Curso de Mestrado da EBAP e sobre os cursos de espe-cialização e reciclagem de alto nível; o Conselheiro Amaury Pereira Muniz falou sobre os 25 anos do CNF; foi examinado o projeto de convênio FGV/CETRHU e Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacio-nais. para listagem e análise de ocupações que podem ser desempenhadas por portadores de diplomas de cur-so superior de curta duração.
Em 10 de abril foi aprovada a publicação de uma sepa-rata da revista Arquivos Brasileiros de Psicologia Apli-cada, intitulada Monografias profissionais; e foi
tam-bém aprovada a execução dos seguintes projetos de pesquisa: Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro, a
Em 7 de agosto foi constituído Grupo de Trabalho para estudar um sistema de publicações para divulgar o que FGV realiza de interesse cientifico e profissional; foi aprovada a assinatura de convênio FGV!IESAE e Pro-grama de Desenvolvimento do Ensino Médio do Minis-tério da Educação e Cultura, para a execução de cursos de aperfeiçoamento e Mestrado em Educação Física para professores de Centros de Engenharia de Opera-ção; e aprovada a realização do Curso Especial de Di-reito Tributário, do INDIPO.
Na reunião de 9 de outubro, o Conselheiro Asterio Dar-deau Vieira falou sobre a criação de um Grupo de Tra-balho constituído de representantes da Secretaria de Planejamento da Presidência da República, do Ministé-rio da Fazenda e da Fundação Getulio Vargas para reavaliar as atividades da FGV e a suplementação or-çamentária que esta recebe anualmente do Governo Federal; a Conselheira Irene Estêvão de Oliveira rela-tou o estudo que apresenrela-tou à Superintendência Geral sobre elevação de anuidades escolares sujeitas a con-trole governamental; e foi aprovada a publicação de
The economic analysis of demographic phenomena: a
case study for Brazil, de Edy Luiz Kogut. :"'(_ .. --.~!
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ADMINISTRAÇÃO ESPECíFICA
1 .
pesquisa
.
No campo da pesquisa, em 1975, a Fundação duplicou o seu trabalho em relação a 1971. Com efeito, enquanto
em 1971 os diversos órgãos que realizam pesquisa se
ocuparam com um total de 123 projetos, em 1975 esse total ascendeu a 257 projetos, o que, em média, ultra-passa a casa de 20 projetos por mês.
Um quadro comparativo para o qüinqüênio 1971-1975
mostra a seguinte progressão:
1971 . . . 123 projetos
1972 . . . 140 projetos
1973 . . . 235 projetos
1974 . . . 209 projetos
1975 . . . 257 projetos O Quadro 1 enumera os projetos de pesquisa trabalha-dos pelas diversas unidades da Fundação em 1975,
distribuídos entre projetos concluídos, projetos em an-damento e pesquisas repetitivas.
Aqui cabe intercalar alguns comentários a titulo de ad-vertência. Embora esclarecimentos parecidos figurem em relatórios anteriores, especialmente no de 1974, é oportuno reiterá-los a fim de evitar qualquer interpre-tação distorcida sobre as atividades enumeradas como estudos e pesquisas no Quadro 1.
Do relatório de 1974:
"Por projeto de pesquisa, a rigor, se deveria entender o que tivesse por objetivo descobrir caminhos novos ou dilatar fronteiras do conhecimento teórico _ que é a
QUADRO 1 - Projetos de estudos e pesquisas
11
finalidade da pesquisa pura. Quando se trata de proje-tos de pesquisa aplicada ou pesquisa prática, muitas vezes eles se confundem com simples compilações e verificações de textos e de fatos já conhecidos e divul-gados em épocas diferentes e em documentos diversos. Torna-se, pois, difícil o estabelecimento de uma linha divisória nítida entre o projeto de pesquisa que efetiva-mente avança sobre terreno novo, enriquecendo o acervo de conhecimentos existentes, e o projeto de pes-quisa prática que consiste apenas em reunir, sistemati-zar ou correlacionar conhecimentos existentes, apenas dispersos no tempo e no espaço."
Os projetos de estudos e pesquisas são agrupados em três categorias: repetitivos, concluídos e em andamen-to. São repetitivos os projetos de pesquisas periódicas, dos quais a maioria está a cargo do IBRE. Classificam-se como concluídos os projetos de pesquisas esporádi-cas encerrados no curso do ano. Quase todos os proje-tos a cargo do CETRHU pertencem a essa categoria. Os projetos de pesquisa iniciados no curso do ano, ou em anos anteriores, e não concluídos até 31 de dezembro formam a categoria dos projetos em andamento.
I
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Em andamentoII1II
Repetitivos_ Concluidos
ÓRGÃOS REPETITIVOS CONCLUIDOS EM ANDAMENTO TOTAIS
---~---~--~~~
--4---CONCEP CETRHU CICOM EBAP EAESP EIAP IBRE EPGE INDIPO INDOC IESAE ISOP
Totais
7
33
3
2
46
5 3
2 6
8
2 1
6 29
10 9
22 23
18 12
4 4
6 23
5 12
-81 130
15 8
9
4 35 19
78
30
4 7
29 19
257
12
1.1 Teses de Mestrado AprovadasCom o progresso dos cursos de pós-graduação, as uni-dades de ensino da Fundação puderam arrolar, em 1975, 25 teses (aprovadas) de mestrado apresentadas por outros tantos pesquisadores que conclu1ram, nesse ano, os requisitos para recebimento do grau de Mestre. Trata-se de teses resultantes de projetos individuais e originais que vieram enriquecer a latere as atividades de pesquisa da Fundação.
O resumo abaixo retrata o movimento das teses e indi ca as escolas a que foram submetidas.
EAESP ... 14
EBAP ... 3
EPGE ... 3
ISOP ... 5
TOTAL ... 25
2.
ensino
Por seus diversos órgãos, a Fundação ministrou em 1975 um total de 260 cursos diversos, abrangendo do nível médio à pós-graduação. Por unidade, a distribuição é a seguinte: CONCEP ... , 1 IBRE. . . .. 1CICOM ... 8 EPGE ... 10
CNF ... 16 INDIPO ... 7
CADEMP ... 77 CPDOC ... 1
EBAP ... 10 INDOC ... 2
EAESP ... 33 IESAE ... 23
EIAP ... 11 ISOP ... 11
ETC ... 37 ISEC ... 12
Como os relatórios anteriores têm mostrado, esses cur-sos. tão heterogêneos, que variam tanto de n1vel e de escopo, subindo de cursos avulsos de secretariado até cursos de doutoramento em Economia, refletem como que flagrantemente o papel que a Fundação vem sendo chamada a desempenhar no esforço de preparação do País para o desenvolvimento continuo.
Uma comparação desses números com os dos quatro anos anteriores revela um crescimento acentuado de 1971 a 1974, caindo em 1975, conforme demonstram os algarismos do quadro com que se encerra este ca-pitulo.
QUADRO 2 - Cursos ministrados em 1975 (resumo)
ÓRGÃOS
NIVEL MÉDIO
CONCEP
-CICOM
-CNF 2
CADEMP
-E8AP
-EAESP
-EIAP
-ETC 2
IBRE
-EPGE
-INDIPO
-CPDOC
-INDOC
-IESAE
-ISOP
-ISEC
-Totais 4
NÚMERO DE CURSOS
GRADUAÇÃO
-1 2
-1
4
PÓS-GRADUAÇÃO OUTROS TOTAL
- 1 1
- 8 8
- 14 16
- 77 77
1 8 lO
2 29 33
- 1 1 1 1
- 35 37
- 1 1
2 8 10
- 7 7
- 1 1
- 2 2
1 22 23
1 lO 1 1
- 11 12
7 245 260
2.1 Cursos de Nrvel Médio
Nos cursos de nível médio (Colégio Nova Friburgo e Escola Técnica de Comércio) o número de alunos matri-culados e de concluintes não registra aumento, o que se explica pela saturação da capacidade flsica e didática dos dois estabelecimentos.
QUADRO 2A - Cursos de nrvel médio
NÚMERO DE ESTUDANTES
ESCOLAS ESPECIFICAÇÃO Matriculados Concluintes
1971 1972
CNF Primeiro grau 226 254
Segundo grau 119 131
ETC Técnico de contabilidade 201 195
Técnico de secretariado 138 138
Totais 684 718
2.2 Cursos de Graduação
Já nos cursos de graduação o número de alunos matri-culados na Escola de Administração Pública e no Insti-tuto Superior de Estudos Contábeis indica tendência decrescente, ao passo que, na Escola de Administração de Empresas de São Paulo, se manteve em franca as-censão nos últimos cinco anos.
QUADRO 28 - Cursos de graduação
1973 1974 1975 1971 1972 1973 1974 1975
242 210 189 50 52 52 44 29
149 133 99 11 14 30 25 15
191 180 200 22 29 25 34 30
144 144 145 40 31 38 38 41
726 667 633 123 126 145 141 115
De um total de 1.836 alunos matriculados nos três esta-belecimentos em 1971. passamos para 2.032 em 1972, para 2.056 em 1973, para 2.081 em 1974 e 2.565 em 1975. Deve-se notar que esse aumento ocorreu sem que a Fundação tivesse feito qualquer esforço para expan-dir os cursos desse nível.
NÚMERO DE ESTUDANTES
ESCOLAS ESPECI FICAÇÃO Matriculados Concluintes
1971 1972 1973 1974 1975 1971 1972 1973 1974 1975
EBAP Administração pública 364 335 325 298 283 122 55 71 57 64
EAESP Administração de empresas 1.204 1.325 1.332 1.380 1.731 114 228 126 238 348
Administração pública 268 355 382 389 507 - 35 53 65 98
ISEC Ciências contábeis - 17 17 14 44 - 11 10 9 6'
Totais 1.836 2.032 2.056 2.081 2.565 236 329 260 369 516
, Não inclui os alunos da Turma Extensiva, que somente concluirão o curso em 1976.
2.3 Cursos de Pós-Graduação
Com o curso de doutorado instituído em 1974, a Funda-ção Getulio Vargas passou a ministrar desde então sete
QUADRO 2-C - Cursos de pós-graduação
cursos de pós-graduação, os quais têm atraído número crescente de candidatos, conforme demonstram os al-garismos (veja Quadro 2-C).
NÚMERO DE ESTUDANTES
ESCOLAS ESPECIFICAÇÃO Matriculados Concluintes
1971 1972 1973 1974 1975 1971 1972 1973 1974 1975
EBAP Administração pública 15 27 - 18 13 - - 38 - 16'
EAESP Esp. em adm. para graduados - - 118 552 762 - - - 188 199
Mestrado em adm. de empresas - - 129 283 351 -
-
- - 19Pós-graduação em adm. de empresas 674 822 875 - - 175 197 213 -
-EPGE Mestrado em economia 36 42 40 42 46 16 16 12 16 16
Doutorado em economia - - - 6 14 - - - - 4
IESAE Educação - 54 - 69 94
-
- - - - 2ISOP Psicologia aplicada 16 23 26 35 23 13 - - 2 5
Totais 741 968 1.188 1.005 1.303 204 213 263 206 259
, Concluintes da turma de 1974.
2 Conclusão dependendo de entrega e aprovação de teses. 2.3.1 Curso de Doutorado
O Curso de Doutorado da EPGE, iniciado em 12 de julho de 1974, tem duração normal de seis semestres escolares, e compreende o Ciclo Básico, de três semes-tres, e o Ciclo Doutoral propriamente dito. Os
14
três anos a contar do término do curso. Em 1974 houve tes devem apresentar tese, cujo prazo de entrega é de seis matriculas no Curso de Doutorado e em 1975, qua-torze. Quatro doutorandos concluiram o Curso em1975, estando a obtenção do titulo na dependência de apresentação e aprovação das teses respectivas.
2.3.2 Curso de Mestrado
As várias escolas que ministram cursos de mestrado tiveram 741 alunos matriculados e 204 concluintes em 1971; em 1972 tiveram 968 matriculados e 213 con-cluintes; em 1973 o número de matriculados saltou para 1.188 e o de concluintes subiu para 263; em 1974 tiveram 999 matriculados e 206 concluintes; em 1975, o número de matriculados subiu para 1.289 e o de concluintes ficou em 255. Essa oscilação indica que os cursos de pós-graduação funcionam articulados com a demanda do mercado de trabalho.
2.4 Cursos Avulsos
Os cursos de extensão, especialização, reciclagem etc. também revelaram intimo entrosamento com as de-mandas do mercado de trabalho.
No qüinqüênio 1971-1975 o número desses cursos pas-sou de 158 para 245, o número de estudantes matricu-lados neles passou de 6.268 para 7.255, e o de con-cluintes de 4.937 para 6.304.
Dos 260 cursos ministrados em 1975 (veja Quadro 2) pelas diferentes unidades de ensino da Fundação, 4 são cursos de nivel médio, 4 são de graduação e 7 de pós-graduação. Os demais, em número de 245, são cursos avulsos _ englobados nessa categoria os chamados cursos de extensão, de reciclagem, de especialização e outros. O traço comum a esses cursos é o seguinte: sua conclusão habilita o concluinte a receber apenas um certificado de aproveitamento ou de freqüência, nunca um diploma; além disso, todos são cursos de curta du-ração.
A predominância dos cursos avulsos nos esforços de ensino da Fundação reflete as pressões e necessidades novas surgidas no mercado de trabalho do Brasil, fenô-meno comum, aliás, aos paises em desenvolvimento. Detentores de técnicas recentemente desenvolvidas e subespecializações novissimas estão despertando pro-cura no mercado de trabalho. Como os cursos tradicio-nais não preparam pessoal para essas técnicas e subes-pecializações, os centros de ensino, sobretudo os mais progressistas, vêem-se pressionados a instituir ou mes-mo improvisar cursos avulsos de caráter pioneiro e até exploratório. Isso explica o número elevado e a grande variedade de cursos extracurriculares que a Fundação tem sido solicitada a instituir nos últimos tempos. Em-bora haja caido de 293 em 1974 para 245 em 1975, o número ainda é fortemente indicativo de um
desentro-QUADRO 2-D - Cursos de ExtensAo, EspecializaçAo, Reciclagem e outros
NÚMERO DE ESTUDANTES NÚMERO DE CURSOS
ÓRGÃOS Matriculados
1971 1972 1973 1974 1975 1971 1972 1973 1974 1975 1971
CONCEP - 4 3 3 1 - 98 55 78 13
-DA - 3 - - - - 89 - - -
-CETRHU - - 1 - - - - 23
-
--CICOM 8 16 9 14 8 252 509 317 389 225 250
CNF 22 22 25 22 14 1.437 805 947 495 283 1.339
CADEMP 8 38 42 51 77 267 1.075 1.694 1.917 2.199 234
EBAP 4 - 25 14 8 160 - 501 336 191 150
EAESP 41 20 28 46 29 1.233 633 1.087 1.930 933 1.041
EIAP 6 10 11 42 11 233 302 349 709 246 233
ETC 43 37 35 40 35 1.725 1.436 1.061 1.129 1.036 926
IBRE - 2 1 - 1 - 97 32 - 20
-EPGE 2 1 1 1 8 116 90 39 30 761 94
INDIPO 2 2 6 4 7 91 89 319 181 232 85
CPDOC
I
- - - - 1 - - - - 40-INDOC 6 1 1 2 2 353 32 135 61 90 297
ArqC - - 1 - - - - 47 - -
-IESAE - - 13 26 22 - - 223 1.269 424
-ISOP 4 3 5 11 10 103 113 291 389 277 43
ISEC 12 11 13 17 11 298 316 346 359 285 245
TOTAIS 158 170 220 293 245 6.268 5.684 7.466 9.272 7.255 4.937
'Concluintes do 111 Curso de Economia dos Recursos Minerais, iniciado em 1974; não inclui os alunos do IV Curso de Economia Mineral, que s6 terminará em 1976.
'Inclui os alunos do I Curso de Gerência de Alto Nível da Administração Tributária e do I Curso de Gestão em Adminis-tracão Pública, iniciados em 1974.
'Inclui 25 alunos do Curso de Direito e Relações Internacionais, Legislação e Comércio Exterior (Turma B), iniciado em 1974; não inclui os alunos da Turma C, que s6 concluirão o curso em 1976, e os alunos dos cursos de Direito Tributário e Sistema Jurídico Americano - Direito Comercial e Internacional, que dependem de exame de trabalhos.
1972 68 88
-509 764 971 -479 302 838 97 55 83 -32 -46 278 4.610 Concluintes1973 1974 1975
81 60 17'
6 -
-23 -
-317 389 225
947 485 278
1.670 1.744 2.053
498 336 189
962 1.769 914'
347 703 243
591 636 646
29 - 20
26 25 718
192 160 112'
- - 40
102 43 75
39 -
-185 1.005 363
186 168 170
294 335 241
samento entre educação tradicional e as emergentes necessidades do mercado de trabalho.
Uma simples análise das ofertas de emprego anuncia-das nos jornais logo convence o observador de que o ensino tradicional decididamente não está marchando de mãos dadas com as novas tendências do mercado de trabalho.
É natural que os cursos de graduação e pós-graduação sejam os mais atraentes, os mais freqüentados. Dos 11.756 alunos matriculados nas escolas da Fundação em 1975, nada menos de 2.565 matricularam-se nos cursos de graduação e 1.303 nos 7 cursos de pós-gra-duação. Isso prova que boa parte dos estudantes ainda busca a universidade para conquistar status de bacha-rel, mestre ou doutor _ um titulo profissional de nível
QUADRO 2-E - Srntese geral
6RGAOS NÚMERO DE CURSOS
superior. Mas, se a média de alunos dos cursos avulsos é muito menor do que a dos cursos de graduação e pós-graduação, o número total deles tem crescido vigo-rosamente. IVeja Quadro 2-D.)
Cumpre acrescentar que grande percentagem dos alu-nos dos cursos avulsos se compõe de portadores de curso universitário de nível superior. São os que vêm em busca de extensão, de reciclagem ou de atualização de conhecimentos.
Além dos 260 cursos ministrados em 1975 a Fundação ainda realizou 20 seminários, ciclos de conferências, estágios etc.
O resumo comparativo abaixo estampa o movimento dos cursos ministrados pela Fundação no qüinqüênio
1971-1975.
NÚMERO DE ESTUDANTES
Matriculados Concluintes
15
1971 1972 1973 1974 1975 1971 1972 1973 1974 1975 1971 1972 1973 1974 1975
CONCEP - 4 3 3 1 - 98 55 78 13 - 68 81 60 17
DA - 3 - - - - 89 - - - - 88 - -
-CETRHU - - 1 - - - - 23 - - - - 23 -
-CICOM 8 16 9 14 8 252 509 317 389 225 250 509 317 389 225
CNF 24 24 27 24 16 1.782 1.190 1.338 838 571 1.400 830 1.029 554 322
CADEMP 8 38 42 51 77 267 1.075 1.694 1.917 2.199 234 971 1.670 1.744 2.053
EBAP 6 2 27 16 10 539 362 826 652 487 272 95 607 393 269
EAESP 44 23 33 50 33 3.379 3.135 3.923 4.534 4.284 1.330 937 1.354 2.260 1.578
EIAP 6 10 11 42 11 233 302 349 709 246 233 302 347 703 243
ETC 45 39 37 42 37 2.064 1.769 1.396 1.453 1.381 988 883 654 708 717
IBRE - 2 1 - 1 - 97 32 - 20 - 97 29 - 20
EPGE 3 2 2 3 10 152 132 79 78 821 110 71 38 41 738
INDIPO 2 2 6 4 7 91 89 319 181 232 85 83 192 160 112
CPDOC - - - - 1 - - - - 40 - - - - 40
INDOC 6 1 1 2 2 353 32 135 61 90 297 32 102 43 75
ArqC - - 1 - - - - 47 - - - - 39 -
-IESAE - 1 14 27 23 - 54 223 1.338 518 - - 185 1.005 363
ISOP 5 4 6 12 11 119 136 317 424 300 56 46 186 170 175
ISEC 12 12 14 18 12 298 333 363 373 329 245 289 304 344 247
TOTAIS 169 183 235 308 260' 9.529 9.402 11.436 13.025 11.756 5.500 5.301 7.157 8.574 7.194
, Incluldos seis seminérios (dois do CNF. três da EAESP e um do 18REI. dois ciclos de conferências (um do CICOM e um da "EAESPI. um Programa (EBAPI e onze estégios (CNFI.
3.
informação
Dedicando-se com empenho à pesquisa e ao ensino, a Fundação Getulio Vargas, como a maioria das institui-ções culturais, é necessariamente e ao mesmo tempo uma grande produtora e uma grande consumidora de informação.
Como consumidora, os seus sistemas de bibliotecas e de arquivos recolhem, classificam, catalogam e mantêm em ordem acervos cada vez mais copiosos de livros, folhetos e periódicos, além de todos os documentos ad-ministrativos que a instituição produz ou de que neces-sita para alimentar e instruir o seu funcionamento.
16
relatório possa avaliar objetivamente os dados sobre asatividades da Fundação Getulio Vargas como produto-ra de informação.
Os diversos órgãos da Fundação geraram em 1975 um total de 395 titulos, sendo 90 de livros, 226 de folhetos,
73 de publicações seriadas e seis de separatas. No que se refere aos livros, cabe esclarecer que a Fundação publica duas espécies: livros comerciais, que são nor-malmente vendidos através dos distribuidores, das
li-vrarias e do reembolso postal, e livros não comerciais, por exemplo os relatórios anuais e outras publicações de conteúdo especial, que não se destinam ao comércio mas à distribuição a titulo regulamentar ou a titulo gratuito.
Em termos de páginas, as 395 publicações feitas em
1975 pela Fundação Getulio Vargas apresentam o
re-sultado seguinte:
Livros ... 19.002 pdginas Folhetos ... 3.296 pdginas Periódicos e publicações seriadas . .. , 8.853 pdginas Separatas . . . 1 51 pdginas TOTAL . ... 31.302 pdginas
Outro aspecto que indica o volume da informação pro-duzida diz respeito às tiragens, que foram as seguintes:
Livros . ... 262.060 Folhetos ... 122.760 Periódicos e publicações seriadas . ... 548.885
Separatas . ... , 12.900 TOTAL ... 946.605
Estes algarismos documentam as variações quantitati-vas da informação gerada e publicada pela Fundação Getulio Vargas em 1975.
Dos livros publicados em 1975, cabe destacar a série de bolso O Correio da Unesco, da qual foram editados,
QUADRO 3 - Publicações editadas em 1975
PUBLICAÇOES
PUS. PE-
RIÓDI-de acordo com os planos estabelecidos em 1974, os cinco primeiros titulos: As origens do homem, Desafio ao espaço, Ciência e mitos, As três faces da arte, Balan-ço da pesquisa espacial.
Ainda em 1975 foram lançadas a terceira tiragem da quarta edição do livro Organização e métodos, de Har-ry Miller, a terceira tiragem da segunda edição de A
arte da administração, de Ordway Tead, a sétima
edi-ção de Introdução d psicologia das relações humanas,
'de Irene Mello Carvalho, a quarta edição de As provas objetivas, técnicas de construçãp, de Ethel Bauzer
Me-deiros, a terceira edição de Comunicação em prosa mo-derna, de Othon Moacyr Garcia, e a primeira edição de Organização, uma visão global, de Alexandre Morgado
de Mattos, obra que levantou o primeiro prêmio
Brah-ma (1974), instituído para estimular o estudo da
Admi-ni~tração.
Dos livros não comerciais, a publicação mais importan-te de 1975 foi o chamado "livro dos 30 anos", publica-do sob o titulo FGV _ 30 anos a serviço do Brasil e a
que já se fez referência em passagem anterior deste relatório.
Em 1975 a Fundação continuou a editar os periódicos
em seguida enumerados: Revista de Direito Adminis-trativo, que atingiu o seu volume n9 120; a Conjuntura
Econômica, que completou 28 anos de existência; a Re-vista Brasileira de Economia, a ReRe-vista de Administra-ção de Empresas, a Revista de AdministraAdministra-ção Pública,
a Revista de Ciência Po/(tica, os Arquivos Brasileiros de Psicologia Aplicada, o Curriculum, o Informativo e O Correio da Unesco.
O quadro 3 totaliza por órgão as publicações produzi-das em 1975. O resumo comparativo abaixo espelha o desenvolvimento das atividades editoriais da Fundação nos últimos cinco anos.
pAGINAS TIRAGENS
pus. PE- PUS.
PE-RIÓDI-
RIÓDI-ÓRGÃOS LIVROS FOLHE- CASE SEPA- TOTAL LIVROS FOLHE- CASE SEPA- TOTAL LIVROS FOLHE- CAS E SEPA- TOTAL
TOS SERIA- RATAS TOS
SERIA-DAS DAS
1. CICOM 6 6 - - 12 800 139
-2. CNF - 1 - - 1 - 16
-3. CAOEMP 6 138 - - 144 366 1.679
-4. EBAP - 1 1 - 2 - 15 98
5. EIAP 10 27 7 - 44 800 628 276
6. IBRE 11 4 4 - 19 2.362 127 100
6.1 EPGE 1 3 - - 4 56 118
-7. INOOC 1 16 1 - 18 98 160 115
7.1 EDITORA 48 2 57' 6 113 13.918 68 8.069
8. IESAE 7 28 32 - 38 602 346 155
TOTAIS 90 226 73 6 395 19.002 3.296 8.853
'Conjuntura Econômica - 12 fasclculos; Informativo da FGV - 12 fascfculos; O Correio da Unesco - 9 fascfculos; Curriculum - 2 fasclculos; ABPA - 3 fascfculos; RAE - 5 fascfculos; RAP - 2 fascfculos; RBE - 4 fascfculos; RCP - 5 fascfculos; ROA - 3 fascf-culos.
2Boletim do Centro de OocumentaçAo - 3 fascfculos.
RATAS TOS SERIA- RATAS
DAS
- 939 900 700 - - 1.600
- 16 - 1.000 - - 1.000
- 2.045 1.800 41.400 - - 43.200
- 113 - 500 1.000 - 1.500
- 1.704 840 1.620 1.050 - 3.510
- 2.589 14.700 2.060 9.600 - 26.360
- 174 600 1.800 - - 2.400
- 413 100 1.600 500 - 2.200 151 22.206 241.920 70.000 536.085 12.900 860.905
4.
cooperação técnica
Em 1975, diferentes órgãos da Fundação ocuparam-se com 92 projetos de cooperação técnica, dos quais 33 foram concluidos. Os projetos de cooperação técnica originam-se invariavelmente de solicitações dirigidas à Fundação por entidades públicas e particulares, na maioria das vezes para análises administrativas e reor-ganização de serviços. Essas atividades são em todos os casos reguladas por convênios e acordos bilaterais que especificam a natureza, o cronograma, o custo dos ser-viços e as obrigações das partes contratantes.
A cooperação técnica é um dos instrumentos mais pres-tantes de que dispõe a Fundação Getulio Vargas. Sua utilização judiciosa produz simultaneamente três van-tagens institucionais: boas relações públicas; acumula-ção e ampliaacumula-ção de experiência e de saber profissio-nais; receitas extraordinárias.
É intuitivo que, ao prestar bons serviços técnicos a uma entidade que deles necessita e os solicita, a Fundação alarga e consolida o seu ativo de boas relações com a clientela.
Concomitantemente, pela diversidade de objetivos, pela dispersão no espaço ti pelos desafios que oferecem, os projetos de cooperação técnica são poderosos dispositi-vos de aperfeiçoamento profissional.
Os técnicos e especialistas, pertencentes ou não aos seus quadros, que a Fundação mobiliza para participar em projetos de cooperação técnica, ao mesmo tempo em que desempenham suas missões, enfrentam dificul-dades desconhecidas, são desafiados por situações pro-blemáticas, isto é, deparam-se com outras tantas opor-tunidades de crescimento profissional.
Por último, nesta luta constante para levantar recursos com que financiar suas atividades, a Fundação encon-tra nos projetos de assistência técnica uma fonte mo-desta mas segura de receitas suplementares.
Todavia, o que mais importa no setor da cooperação técnica não são essas vantagens laterais. O que impor-ta, acima de tudo, é a via franca que a cooperação oferece à Fundação para cumprir um de seus fins esta-tutários e um de seus compromissos do ideário:
"Quando, solicitada, dentro de suas possibilidades, prestar assist~ncia e serviços técnicos aos governos fe-deral, estaduais e municipais e a entidades privadas. "
Como os projetos de estudos e pesquisas, os projetos de cooperação técnica caracterizam-se pela diversidade. Todos os componentes requeridos para se executar um projeto de cooperação técnica _ a força de trabalho, o tempo, a base fIsica, a competência profissional, o di-nheiro, o equipamento etc. _ variam de projeto para projeto e de ano para ano.
Por outro lado, como a Fundação não seleciona os pro-jetos de cooperação técnica em que se engaja _ ao
contrário, "dentro de suas possibilidades" aceita todos que lhe são pedidos, por entidade pública ou particular, isso contribui ainda mais para a heterogeneidade do conjunto.
Conseqüentemente, para o leitor porventura interessa-do em adquirir uma noção menos sumária sobre as múltiplas atividades de cooperação técnica de que se ocuparam em 1975 os diferentes órgãos da Fundação, o meio mais aconselhável é um exame atento do Anexo 4 do Relatório Geral submetido aos Conselhos Curador e Diretor e à Assembléia Geral.
Nesse documento, cada projeto de cooperação traba· lhado em 1975 figura nominalmente, com a indicação do órgão responsável e da entidade recipiendária. Na maioria dos casos, o enunciado indica aproximadamen-te a envergadura e a importância do projeto.
Nada obstante, e no propósito de apresentar uma amos-tra representativa do conjunto, enumeram-se a seguir alguns projetos destacados do Anexo 4 do Relatório Geral submetido aos Conselhos Curador e Diretor e à Assembléia Geral.
• Órgão responsável: Centro Interamericano de Comer-cialização _ CICOM. Entidade recipiendária: Fun-dación para el Desarrollo de la Región Centro Occi-dental de Venezuela.
Projeto: Elaboração de trabalho conjunto sobre co-mercialização na região Centro-Ocidental da Vene-zuela
• Órgão responsável: Escola Brasileira de Administra-ção Pública _ EBAP. Entidade recipiendária: Depar-tamento de Estradas de Rodagem de Pernambuco. Projeto: Diagnóstico da estrutura e funcionamento do Departamento.
• Órgão responsável: Escola de Administração de Em-presas de São Paulo _ EAESP. Entidade recipiendá-ria: Instituto N acionaI de Previdênéia Social. Projeto: Planejamento, Orçamento e Modernização do Instituto.
• Órgão responsável: Escola de Administração de Em-presas de São Paulo _ EAESP. Entidade recipiendá-ria: Caixa Econômica Federal.
Projeto: Elaboração de um sistema de informações e decisões financeiras.
• Órgão responsável: Instituto Brasileiro de Economia _ IBRE. Entidade recipiendária: Secretaria de Pla-nejamento da Presidência da República.
Projeto: Proposição de normalização do Sistema de Informações para o planejamento; revisão e recodifi-cação dos dados sobre administração central dos Go-vernos Estaduais 1965/1970.
• Órgão responsável: Instituto Brasileiro de Economia _ IBRE. Entidade recipiendária: Secretaria de Eco-nomia e Planejamento de São Paulo.
Projeto: Cálculo da sondagem conjuntural na indús-tria de transformação do Estado.
• Órgão responsável: Escola de Pós-Graduação em Economia _ EPGE. Entidade recipiendária: Banco Central do Brasil.
Projeto: Treinamento de executivos para a área fi-nanceira e de mercado de capitais em Brasília.
18 •
Órgão responsável: Instituto de Estudos Avançados em Educação _ IESAE. Entidade recipiendária: Mi-_ nistério da Educação e Cultura.Projeto: Análise do planejamento educacional da Se-cretaria.
Projeto: Follow-up dos participantes dos cursos de especialização em planejamento e administração de sistemas educacionais.
• Órgão responsável: Instituto Superior de Estudos Contábeis _ ISEC. Entidades recipiendárias: Banco Nacional da Habitação e Associação Brasileira de Engenharia Sanitária .
• Órgão responsável: Instituto de Estudos Avançados em Educação _ IESAE. Entidade recipiendária: Se-cretaria de Educação do Estado do Espírito Santo.
Projeto: Plano Intensivo de Preparação e Aperfeiçoa-mento de Pessoal.
QUADRO 4 - Projetos de assistência técnica (resumo)
~-,,_._-""
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PR~JE~~~~==~===~-~==-=--~U
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CONCLUIDOS EM EXECUçAo EM ESTUDO! TOTAL---~._---
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3 ICETRHU CICOM EBAP EAESP IBRE EPGE IESAE
ISEC
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1
2 14 5 14 6 14
2
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4
2
4 11 16
1 9 2 12
13 12 1 26
5 3 2 10
9 7 4 20
2 2
.. ---_. __ .-._._._---_._ .. __ ., - _._-_ .. _-_._-+,--..
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---TOTAIS I 58___ ._... , __ ~. ___ ._L _________ . ____ o
33 38 21 I 92
. _ . _____ . ___ , ______ ., __ .. _. ____ .. _L ______ ... _~_ ... _. ___ , ____ ... __
5. relações culturais
As relações culturais mantidas pela Fundação Getulio Vargas derivam, naturalmente, dos esforços feitos nos
~etores de atividades anteriqrmente relatadas: pesqui-sa, ensino, informação, cooperação técnica.
Para efeito de exposição ordenada da matéria, seccio-namos as relações culturais em quatro setores: acordos e convênios; congressos, conferências e seminários; viagens; e visitantes.
5.1 Convênios
os
convênios são os instrumentos que regulam compro-missos e serviços convencionados em relação aos dife-rentes projetos de cooperação técnica, seja para treina-mento de pessoal, seja para diagnóstico de funciona-mento, seja para reforma administrativa, seja para pu-blicação de livros e/ou folhetos. Uma vez que refletem os projetos de cooperação técnica e ecoam nos projetos de pesquisa, além de influir nas atividades de ensino e de informação, os convênios igualmente se apresentam sob as modalidades mais diversas no que diz respeito aos objetivos, aos custos dos serviços previstos, ao volu-me de trabalho, à especialização do pessoal necessário.Também no caso dos convênios, um analista que dese-jar conhecer mais profundamente o papel que eles de-sempenharam na vida da Fundação em 1975 lucraria em examinar o Anexo 5 do Relatório Geral submetido aos Conselhos Curador e Diretor e à Assembléia Geral. A exemplo do que consta no capitulo sobre os projetos de cooperação técnica, incluímos a seguir, a titulo de amost.ra da função que os convênios desempenharam na vida da Fundação Getulio Vargas em 1975, indica-ções sobre 19 dos 90 convênios firmados nesse ano.
QUADRO 5 - Acordos e convênios 1971 a1975
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_____
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... ...,. ....
_-=_,,~ORGAos 1971 1972 1973 1974 1975
---
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CONCEP 3 1
SG 2 2
DA 1
DRB 3
CETRHU 2 2 2
CICOM
CNF 1
EAESP 1 21 36 37 27
EBAP 33 32 9 13 14
EIAP 6 23 7 5 6
ETC 5 3 2
IBRA 2 2
IBRE 8 3 6 7 9
EPGE 2 8 4 6
INDIPO 4 1 2 4
INDOC 28 7 1 1
Editora 4 2 4
IESAE 1 2 7 9
ISOP 4 6 4 7 2
ISEC 2 3 2
CONCEP
19
CETRHU
EBAP
EAESP
EIAP
FGV/CONCEP - Companhia Auxiliar de Empresas Elétricas Brasileiras,
Data: 1-7-75 Finalidade:
FGV/CETRHU
-Data: 23-4-75
do Ministério das Minas e Energia
Aperfeiçoamento e reciclagem do pessoal de nível supe-rior do Ministério e de órgãos subsidiários
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, do Ministério da Educação e Cultura
Finalidade: Identificação e análise de ocupações que podem ser
desempenhadas por pessoas que realizaram, realizam ou realizarão cursos profissionais superiores de dura-ção reduzida
FGV/CNF - Prefeitura Municipal de Nova Friburgo
Data: 6-11-75
Finalidade: Concessão de bolsas de estudo em número equivalente
ao valor dos impostos predial e territorial devidos pelo CNF
FGV/EBAP-Data: 7-3-75
Finalidade:
FGV/EBAP-Data: 16-4-75
Finalidade:
FGV/EAESP-Data: 6-6-75
Finalidade:
FCV/EAESP-Data: 30-10-75
Finalidade:
Banco Central do Brasil
Análise das unidades centrais do Banco, identificação de suas competências e atribuições, visando a uma dis-tribuição adequada de suas funções comissionadas Superintendência Nacional da Marinha Mercante
Dimensionamento dos serviços de biblioteca, documen-tação e informação da futura sede da Superintendência em Brasília
Companhia Docas de Santos
Assessoria técnica na elaboração de projeto de estru-tura organizacional para a Superintendência Adminis-trativa da Companhia
Caixa Econômica Federal
Elaboração de um sistema de informações e decisões financeiras, e assessoramento à CEF em assuntos finan-ceiros
FGV/EIAP - Ministério da Agricultura
Data: 7-2-75
Finalidade: Execução de programa de treinamento para técnicos do
setor público agrícola
FGV/EIAP - Organização Mundial de Saúde, Organização
Pan-Americana de Saúde e Ministério da Saúde
Data: 31-10-75
Finalidade: Realização de Curso de Administração de Sistemas de
20
ETCIBRE
EPGE
FGV/ETC - Colégio Comercial Jo[o XXIII e Colégio Comercial
Irmão Fernando
Data: 1.-1-75
Finalidade: Realização de curso de extensão para técnicos em
con-tabilidade formados pelos Colégios
FGV/IBRE - Companhia do Metropolitano do Rio de Janeiro
Data: 53-75 Fillalidade:
FGV/IBRE -Data: 14-7-75
Final idade:
Cálculo de índices de preços a serem usados em reajus-tamentos do custo das obras do metropolitano do Rio de Janeiro
Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia
Implantação da sondagem conjuntural na indústria de
t " . .lsformacão da Amazônia
FGV/IBRE/EPGE - Banco Central do Brasil
Data: 30-4-75
Finalidade: Realização de pesquisas sobre matriz de fluxo de fundos
FGV/IBRE/EPGE - National Bureau ofEconomicResearch
Data: 309 75
Finalidade: Realização de pesquisa sobre estratégia do comércio e
empregos
INDIPO/CPDOC
FGV/INliJIPO CPDOC - Conselho Federal de Cultura, do Ministério da
Educa-ção e Cultura
Data: 20-6-75
Finalidade: Elaboração do Dicionário Histórico-Biográfico
Brasi-leiro
IN DOC/EDITORA
FGV/INDOC/EDITORA - Organização das Nações Unidas para a Educação,
Ciên-cia e Cultura
IESAE
ISOP
ISEC
Data: 27-2-75
Finalidade: Edição, em língua portuguesa, da série de libros de
bol-sillo El Corre0 de la Unesco
FGV/IESAE - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais,
do Ministério da Educação e Cultura
Data: 2-5-75
Finalidade: Execução do projeto Egressos dos Cursos de Mestrado
em Educação do País
FGV/ISOP - Subsecretaria de Cooperação Econômica e Técnica
Internacional. da Secretaria de Planejamento da Pre-sidência da República
Data: 30-6-75
Finalidade: Construção e padronização de baterias de testes para
uso no sistema educaci9nal brasileiro
FGV/ISEC - Companhia Vale do Rio Doce
Data: 27-1-75
fjI8L10TEGA
MAHIO
HENfHUUt ~liviUi'4êtl\FUNDAÇÃO GETULIO VAF10AS
Finalidade: Realização de curso sobre técnicas contábeis,
5.2 Congressos, Seminários, Conferências e Assemelhados
Em 1975, os órgãos da Fundação estiveram presentes em 117 eventos, em 15 casos na qualidade de promoto-res ou co-promotopromoto-res e, em 102 casos, na qualidade de participantes. (Veja Anexo 6-A do Relatório Geral sub-metido aos Conselhos Curador e Diretor e à Assembléia Geral.)
Se a esses dados somarmos os eventos menores (confe-rências, palestras e assemelhados) em que os órgãos da Fundação tomaram parte (veja Anexo 6-B do Relatório Geral) no mesmo período, o total sobe para 290, o que corresponde a mais de um por dia útil.
A freqüência da presença de professores, expertos e técnicos da Fundação nesses conclaves traduz ao mes-mo tempo a intenção de contribuírem e o afã de se manterem atualizados.
Mas aqui também a Fundação está "pondo por obra", está realizando outro compromisso de seu ideário:
"Manter estreitas relações com outras instituições cul-turais, nacionais ou estrangeiras, erigindo-se em gran-de forum gran-de gran-debates, com ~nfase na elaboraçdo de conhecimentos e formulações de princ(pios aplicdveis ao meio brasileiro."
Veja-se a seguir uma amostra representativa dos even-tos culturais que a Fundação promoveu, ou co-promo-veu, ou de que participou em 1975.
CETRHU
I Encontro sobre Formação de Profissional Especiali-zado, promovido pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, realizado no Rio de Janeiro, RJ, de 27 a 29-8-75.
EBAP
Seminário Internacional de Análises de Políticas públi· cas, promovido pela Subsecretaria de Cooperação Eco· nômica e Técnica Internacional da Secretaria de Pla-nejamento da Presidência da República e pela EBAP, realizado no Rio de Janeiro, RJ, de 27 a 30-5-75.
EAESP
XVII Congresso Mundial de Administração, promovido pelo Conseil International d'Organisation Scientifique realizado em Caracas, Venezuela, em julho de 1975. IV Congresso Mundial de Linguagem e Comunicação promovido pela Associação Internacional de Lingüísti-ca ApliLingüísti-cada, realizado em Stuttgart, Alemanha Ociden-tal, de 25 a 30-8-75.
EIAP
VII Conferência Internacional sobre ES\!,atégias Educa-cionais no Terceiro Mundo, promovida pelo Instituto de Cooperação Internacional da Universidade de Ottawa, realizada em Ottawa, Canadá, de 8 a 11-4-75.
IBRE
Seminário sobre The New International Economic Or-der and UNCTAD IV, promovido pela Organização das Nações Unidas e pelo IBRE, realizado no Rio de Janei-ro, RJ, de 28-10 a 5-11-75.
XXXI Congresso Internacional de Finanças Públicas
2 1
promovido pelo International Institute of PublicFinan-ce, realizado em NiFinan-ce, França, de 8 a 12-5-75.
EPGE
Seminário Internacional sobre Política Comercial e Em-prego, promovido pelo National Bureau of Economic Research, realizado em Nova Iorque, Estados Unidos, de 8 a 12-12-75.
INDIPO
Mesa-Redonda sobre a Constituinte de 1934, realizada no Rio de Janeiro, RJ, em 9-12-75.
I Congresso Brasileiro de Direito Administrativo, pro-movido pelo Departamento Estadual de Serviço Público do Paraná, pela Universidade Federal do Paraná e pelo INDIPO, realizado em Curitiba, PR, de 24 a 28-2-75.
INDOC
V Convenção Nacional de Administradores, promovida pela Associação Brasileira de Técnicos de Administra-ção e pela Universidade Católica de Salvador e patroci-nada pelo Governo do Estado da Bahia, realizada em Salvador, BA, de 8 a 13-9-75.
IESAE
XIV Congresso Nacional de Estabelecimentos de Ensino Particular, promovido pelo Sindicato dos Estabeleci-mentos de Ensino, realizado em Porto Alegre, RS, de 29-1 a 5-2-75.
ISOP
VIII Seminário Internacional de Orientação Profissio-nal, promovido pela Universidade de Lisboa, Portugal, de 1 a 7-9-75.
QUADRO 6 - Congressos e assemelhados
ÓRGÃOS
PROMOÇÃO
E/OU PARTICIPAÇÃO TOTAL CO-PROMOÇÃO
CONCEP 3 3
CETRHU 7 7
CNF 1 1
EBAP 1 4 5
EAESP 3 29 32
EIAP 2 2
IBRE 1 18 19
EPGE 3 4 7
INDIPO 7 7
INDOC
I
3 3
Bb 1 1
EDITORA 3 3
IESAE 12 12
ISOP
I 15 15
-t
TOTAIS
L'.
102 11722
QUADRO 6-A - Conferências. palestras e assemelhados5.3
Viagens PROMOÇÃOÓRGÃOS E/OU
CO-PROMOÇÃO
CONCEP 3
CICOM 16
CNF 12
EBAP 8
EAESP 30
IBRE
-EPGE 4
INDOC
-ArqC 1
IESAE 5
ISOP
-TOTAIS 79
PARTICIPAÇÃO 11 -6 6 50 3
-2
I
9 3 4 94 TOTAL 14 16 18 14 80 3 4 2 10 8 4 173
Obrigada a procurar, aceitar e entreter relações com instituições similares, nacionais e estrangeiras, uma instituição como a Fundação Getulio Vargas não conse-gue manter-se sedentária, ainda que intente. Missões que somente podem ser cumpridas fora da sede, em diferentes lugares no Brasil e também no estrangeiro, exigem freqüentes deslocamentos de servidores, geral-mente dirigentes e expertos, que viajam para negociar acordos, prestar serviços in loco e participar de
concla-ves como representantes da Fundação.
Daí a razão de ser do Quadro 7, o qual sem mencionar os objetivos, indica o número de viagens pelo Brasil e ao estrangeiro realizadas por pessoas pertencentes aos seus diversos órgãos.
Uma vez que a instituição procura condicionar as via-gens a necessidades reais de serviço e/ou a propósitos desejáveis de aperfeiçoamento cultural. o Quadro 7 re-siste com vantagens a confrontos com as práticas cor-rentes em instituições similares.
QUADRO 7 - Viagens realizadas em 1975
1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 10.1 11. 11.1 12. 12.1 12.2 12.3 13. 14. TOTAIS ÓRGÃOS
Conselho de Coordenação de Ensino e Pes-quisa - CONCEP
Diretoria Administrativa - DA Diretoria Financeira - DF
Centro de Estudos e Treinamento em Recur-sos Humanos - CETRHU
Centro Interamericano de Comercialização -CICOM
Colégio Nova Friburgo - CNF
Escola Brasileira de Administração Pública -EBAP
Escola de Administração de Empresas de São Paulo - EAESP .
Escola Interamericana de Administração Pública - EIAP
Instituto Brasileiro de Economia - IBRE Escola de PósGraduação em Economia -EPGE
Instituto de Direito Público e Ciência Política -INDIPO
Centro de Pesquisa e Documentação de His-tória Contemporanea do Brasil - CPDOC Instituto de Documentação - INDOC Arquivo Central - ArqC
Biblioteca - Bb Editora
Instituto de Estudos Avançados em Edu-cação - IESAE
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