• Nenhum resultado encontrado

Desenvolvimento de um fotoelasticímetro e algumas aplicações

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2017

Share "Desenvolvimento de um fotoelasticímetro e algumas aplicações"

Copied!
152
0
0

Texto

(1)
(2)
(3)

seus laboratórios e pela orientação e apo~o;

aos professores Máximo

Si

u Li, Renê Ayre.s, Renê Rcbert

e a todos os amigos

que

direta

ou

indiret'<J~nte

me

aju-daram na realização

deste

tr~]ho;

(4)
(5)
(6)

... '..•...

3

5

1

...

' . ...

Sistemas

de

medida

A~tização

INTRODUÇÃO

Otica em cristais .••...

Classificação ótica dos cristais Fotoelasticidade ..•...•..•.•.•.•

...

-.-

.

CONCEITQS DE OT'ICA

Onda.s planas

Representação da luz O vetar de Stokes

Matrizes de Mueller

polari~

.

.

..

'

....

8

8

10

1.1 14

17

20

21

TEORIA DO POTOELASTIC btETRo CONSTRU100

...

24

25 29

30

32

34

35

41

I

da expressão da intensidade

obtenção

ExpaIlsão

de I em termos de w

Med ida do parâmetro b. •••••••

variação da componente DC da luz ...•....•..•.•••..••.••

Medida de K' (constante de calibração) Erro devido ao desalinhamento ótico

Medida dos parâmetr~s da luz elipticamente polarizada

APLICAÇÕES

00

INSTRUMENTO

47

Considerações sobre as experiências realizadas

Teoria do método fotoelástico .

Discussão dos resultados

47

49

55

DETALHES 00 EQUIPAMENTO

...

69

...

A fonte de luz

O monocromador .

O

sistema varifocal

Espessura da faixa de luz sobre a amostra

...

'

..

69

72

(7)

amo

s tr a

.

- Influência dos harmônicos .

- Abertur a angular

.

A placa

mociuladora

.

77 78 84

85

87

88

92 93 93 94 96 98 100 103 114 123

...

de entrada e analizador .

Medidas de 6 a baixas temperaturas ...•.•.•... Análise do sinal e sensibilidade ..••...••.•..•..

Influência da tensão residual da amostra .

Sensibilidade e precisão (resumo) ...•.•....••••••...•.

Atenuação nos

caros

.

1,

-- Ca ~br aç ao ...•... ., .••.

Alinh.aznento

das

amostras

e ••••••••••••••••••••••

A válvula fotomultiplicadora •...••..•...•••....•..

A fonte de alimentação da fotomultiplicadora •.•... - Birrefringência residual ...•...

Polarizador

Alinhamento

Equ·ipaae-nto

utili zado

.

Descrição do esquema e teoria de funcionamento •••... Circuito eletrônico do medidor de defasagem •...•.•...• SACAR1METRO AUTOMÂTICO Resultados obtidos ...

...

125 126 129 131 132 APtNDICES

1 - Representação matemática do ruído ... 135

2 - Efeito da contaminação da segunda harmônica

dason-das elásticas do modulador ...••.•...•••....•• 137

(8)

CAPíTULO I

INTRODUÇÃO

o

processo de investigação emque se baseia o presente

trabalho é a

análise

da modificação do estado de polarização da

luz, quando esta interage coma matéria. Trata-se de umimporta!?

te métodoexperi11leDtalpara o estudo da estrut.1.lrados Rlateria.i.s,

sendo tambémaplicável na industria.

O estado de polarização genérico

é

configurado por uma

elipse.

Os parâmetros dessa elipse estão definidos na pág.

11

e

podem ser medidos por vários meios, adequado cada wn

para

cada

tipo de experiência. A medida desses parâmetros constitui

UJ!Ia

me

dida indireta dos parâmetros macroscÕpicos~, ~ e

a

do materlal,

comos quais relacionam-se teoricamente.

Fina1.Jnenu.

procura-se

estabelecer a conexãodestes parâmetros eletraaaqnéti(X)s

assim

medidos can os modelos prováveis da estrutura do ma:terial

emes-tudo.

Il'1cidindoumfeixe de luz sobre a amostra pode-se ter ,

após a iBteração, dois feixes: o tran'Slll.itidoe o ref~etido.

No

caso de metais e outros máteriais não transparentes tem-se

ape-nas o fei.xe refletido.

Omou mais ângulos de incidênc:la deverão

ser

escolhidos

criteriosamente de modoa facilitar

a detecção e

a

anáii,.ee

dos dados. Se a amostra for transparente pode-se

estu-dar a luz traa..-i tida. Neste caso o feixe deve incidir

norma.1men

te sobre a superfície da amostra.

(9)

espalhamen-xão. Umadiscus:~ão do termo

é

feita

extensivame.a.te

por

Azzan2a

R.M.A.

As~riências

mais

coau.ns ••

ellpsomet1:1.a

e.JIV'Olve.m

o

estudo de propriedades

de condutores e

semiCOndlltoreS.

Ao lado 40

interesse

puramente

cientifi.co a elipscmetria

encontra

gz:ande

apli.

cação ~al

na determinação

de finas

C;ll1ft~a6

de

QY140

que se

es'blDe1ecelll

-.abre

as

superfícies

dos

materiais

3 •

As experiências

coa

a l~z

transmi

lida são

Jl\ais comuns

-r 4 - .•

no estudD

de

dicrc:LSJK> e na

de'terminaçao ~

fe~D01!S

1!lasto

--óticos.

l.s ezpetiênci.a elipsamétri.eas relacionadas com

propLada

des

elaa~i.cas

chama...reJ80S

de

fot.oeLas-ticimetl"'ia

A fotoelastici.metria tem tambémimportância industrial,

por -x ~

.·10

no estwio de

materiais têxteis e plásticos.

Na

i.Dves-tigação c.ieatIfi.ca

aplica-se

na

deteD1li.nação

da estrutura de

mate

riais

sõ'\t~

trêllaSParentes,

como cristais

e a.1CJQnsmateriais

bio

-lÕq1.coe.

o

terB;)

pol4Z"Únet1"'ia

é

relaeionaào

CQ1l\a

medida

do ~

10 dado pelD

pod9r rotatório de

uma

substância.

A medida

do

ângu-lo de gi.rc

DaS'"

experiências

é WI

caso particular

de medida

dos

par-~

de

taa···

elipae"

no

caso

deqenerado

de

elipUc.1dade

nula.

Dada s:a.a grande

importância c.ientí

fica

e tec:aol.Ô9icA, e

o

9E'~

•.

ü.ero

ele

pesquisadores

que dela se

utili%alll,

a tic:rú.c.a

(10)

L

5ist •••.•.

ele

medida

Oruã.e.,autor dos pr

i1Ieiros

traba.l.hoaque

l.-..raa

&O

con-cei to de

e..létrona

li~ ••

nos metais

*,

~u

t.bi:w;I

o

ellpsôme-sJ.st;eaas

de medida. O elipsÔlDetro de Orude está esquematizad.o ab.i

P'):

i

*

-

t~

lUpaia

0..,

m:

C: ~n.ador

A: anali.sador

P: polari z.aàor

O: olho~

mc:mocrcmador

x

X:

amestra

No método ele D:rDde o

c::aapensador

yariã.el

tpas-

eJI

,-.l.o

Soleil ou

BabiDet) introduz

a

defasagem

que restabelece o estado

li.e.ar

da

laz~zaà.aiDc1deate.

~o

~

restriDCJimos

apenas

à

medida de

f:.

(ânqulo de

b1rrefriDcJêDe:i& - ver pá<;ina 20) ,pode-se usar o método de

~.wr-lDOD1: :

x Q A

o

(*J

z:n.it ~~

a~~

entre os

~

da z,ua

-fl-trl::iàJ:z (I D6

pa--~

1._

c.• )f

(I

C1di:;~LI supon.do CQIW mode te uma ~ do

eam-po

da

1IflICtB_ ";

gás" de

eU~

Ziures de

u

~

110 ~

~.

_t.~

CaI:ia

e7Ítzeon.

;

.14nI. ptaT;lClitla ~ .• ..". C'1Ic7qua

(11)

A lmna

de quarto

de onda

Q

tem

e1.xo

rápido

a

45°

cem

os

eixos pnDCip4is

da

amostra.

lne1di.ndo

a lu%

c:am

plano de pol~

rlzaçÃo a

450

cem os euos

da amost.ra. a lâmi.na

Q

tr1m.8farma

&

luz

ellptl~a

emergente em luz polarizada

linea.rJllleJlte,

com plano de P2

larização a â/2 graus com relação

à

direção do e~o rápido.

Mede--se este ângulo com o analizador

A, procurando a extinção do

si-nal luminoso.

o

processo manual

é

demorado e tedioso

I

razão pela qual

é int.ereaaante

a utiliaação

de s.i.stemas automáticos.

Não

obstante

pela sua

siDlplicidade

os métodos manuais

têm

sido

aplicados

em

muitas

espe~êneias,

sendo

possível

atingir sensibilidade

da

or-demd.e 10-2 grau 5,6 •

lniciaJ~T1te

procurava-se

a e.xtinçÃo

da

luz

observaado--a

diretamente

com o

olho.

O

uso de

fotocélulas

sLmp~smente

como

substituta

do o.lbo não

é

IIIIlito

vantajoso para

baixos

ní .•.eis

de

iluminaçic por

CilUSa

da

corrente

de escuroque

tais

dispositi'VOS

apreseat-.n..

Assim a

aplicação

de

meios eletrônicos

para sinal co!l

tíNllO

(De)

de luz se rest.ri.nge para

grandes

intensidades de

fll1XO

lu.inoso. Por outro laào se o s.inal de luz puder ser modulado a

,.

.

inte.rfere.nci.a do

ru~do da fotocelula

podera ser minimi7.ada e

a

precisão da

medida

será

maior quanto mais

sofisticado

for

o sist~

ma

eleerilúcc.

A idéia

de se modular a luz é bem

antiga

e

engenho

-808

elj,pet..~tros

manuais têm sido apresentados 7 utili zando

como

-

-

..

tic:a1.ca a

ca.paraçao

sJ..ncrona

do

sinal

e de

uma

referencia;

a can

(12)

2.

Automati

zação

uma grande

variedade de

sistemas

automáticos de medida,

têm sido

apz-eaeatados,

utilizando

como moduladores

da luz

as

se-guintes opções:

a) analisadar ou

~aadOZ'

tJU'antesi

b) célu.lu eletro-óticas

(Xerr, Farad.ay, Pockels);

c)

placas fot.oeláatic:as.

A pr'imaira idé.ia de autautizar

o

elip8ÔlDe·tro

seria s.~

pleSlDlm'te 8Ub8tituir

o

trabAlho

do

tJiro

manual do disco cio

êt.Dal.i-sador por um servo

lIIOto.r I

como nos

sistesa.s de

C.

Ri.bed..

ro 8 e T'~

aa.k.1.

e-t a

t.'.

Ri.bei.ro 'llti li ZGO

cc::.o

modul.cor

lDR (!~ .

"M,,:1.CO

,

ou seja., ••

peclaço

de

polaroid

oaci

1ando na

traje1:.Õri. •.

40 fei.xe

i

Taka.sak:1

-..cal

QaO

.adulador

ama célula

Pockel.s

de ADP

~n.bU1

para aci.c:mar o

mc.w1ae.Itto

do anali.s.ador. Restas

IIIOt:Ores ~

dos

ea-ro~

é

liC}ado ao •• l.ifl.cador· do. sual

erro. que

é

propor-cicaal

i.

intensidade de luz incidente na válvuJ..

fo·t.~

tip.llcacl2

rai o ovtI::O enrol111DeDto

é

ligado

ao eirc:nito

de

referêDcía,

que

f~ece

aa.iAal

AC

c:c:matalltelO

A seD.S1bilidadede ••

es

sist.emAs 11&0

é melhor que

a. obt!

da coa operação l'Ianual. são todavia lDenoe lentos.

51.t•••.•

COII1

analisador

ou ~nsa.dor

qi.rantes

pera:L-t••.

JR:Lor rapiàe$ por perm.itirem aaá.llse purameateeletrÔld..ca

do

s1.Aal,eritudo •

constante

de tempo de servosi.stemas.

Exiatem

IDIÚ."tos.

trat-]~ean

analisador

(ou eo~saó.or)

girante

e

(13)

M:,-.iul.ádo r

F: vá.l?\11a fo

tc.altipll

cadora

-F

J::.. Q

motor

ri'\

t:

i

naU

11

Grande sen.sibi.lidade e rapi.dez também podem ser

conse-quidas pela anáUse

digital dos sinais.

Neste

caso a

tOllWlda

de

dados

é

fe1ta

discretamente.

Para

os

sistemas

em que

se utili.~

anali.adoc gixante uma teoria básica de análiae dos dados

é

des-cri ta em

(12). Trata-se essencialmente

de um processo

de

medida

de

iJJ·t,,"lIr14ades

para

várias posições

do

analisador.

O sistema de

aqu1.siçic

elo.

d~s

pode ser

acoplado

a computadores, tal

CClmO

em

(13) , fl4.)

I:

(3).

Em (15) encontra-se

WI1

exemplo

de

modalAÇão

do

si

nal pox

mei.o

de

compensador

girante.

OUtros sistemas utilizam análise analÕqica ou digital

(14)

ordem de

se<JUDdos

e. a preci aão pode

cheçar

a mi

léai.mos

de

qran.

Si!,

tema analÕqico muito rápido e geralmente aI ta relação

aual-ruido

é

o de.cri

t.o

em (18);

Destas

si.ste1llas

fu-se

uso

de

um

piezoeletro-ótico

(a placa fotoelástica,

a ser

descrita

no

preaen-te trabalho).

*

t

Posiçao 'CallpJtilldor:

m

referêDcia

F

l-iOTOR DE

PJo.5SOS

m

P

(girant.e)

SiDoal

(15)

CAP!'l'OLO I I

CONCEn'OS DE

&nO

'rodo.

0.8

fenô.enos óticos clá.ssicos

apoiAm-se

4a

qv.a'tro

fenômenos bÁsicos

descritos respectivamente

pelas

leu

de

COUlc:.b,

de Biot-S...-art,

de Faraday e de

Ma:xwell.

As

equações

d1fareDCia1s

de Maxwe~1

expressam convenientemente

estas leis e as

eq1UlÇões

do

material eatabe.l.eeea u propriedades

especIficas

do meio onde

a

luz se prop&.9a.

Equações de Maxvell:

v

x

Ê

= _ da

~t

V

xH=J+

~ ~ .,~

00

at

Equações do

materi aI:

D=E:Ê

B= \.l H

j

=

aE

OSp&rã.etros

estruturais

macrosCÕpi..cos

t,

l.I

e

O' s.ao

em

geral ~

de

&e9W1da

ordem.

Em

materiai.s não

maqnét.icos

con-à.der •••

1.1-

1.

No vácuo

E: e l.I

são escalares de valores

E:o

e

l.Io

r •• pec'ti.•••• te •

1.

ODeias

planAs

-

..

(16)

-

+

+

No caso particular de ondas planas tem-se campos E e H

seaoid&~&,

+

+

-

+

sendo E e H ort.oqon.&i.s

entre si.

NUJI

meio

dieletrico 'J

=

O)

a

+

+ +

S-ExB

ao feixe

de

ondas

pl.t)l'las

pe:riÓd.icas o

valor

mécllo

de

+

I

S

I

llede a

iatenaid.ade

da

OBda:

fT

+

I:: ;)

15

I

dt

A man.ipulaçio das ,equações do

problesu., ..

DOS

leva a

;

J

T

(~t

E' dt

(Emaoa&o tra:bal.bo utilizamos

o conceito de

lDOdulação

da

intensi-dade I. De~

entender elltÃo que o período de modulação é muito

•• ior que a

j,aela T <ia

,média acima).

P.ocielllOS

conceituar

uma

fonte incandescente

(por

exemplo

l~'c:le

tuaq.atênio)

como um

conjunto

de fontes pontuais

cUstr!

buldas aoac-.o

ela seus

grau. de

liber4ade,

e

irradi.&Dào

cada

qual

ea ,suas

frequênciaa caracteclstic.as.

As di

ferentea

inteDBidaães

det..ectaciat; em

cada

frequência

resultam

no

gráfiCO

de

distribuição

espectzal (-.er

ficpu:a

i

pá9ina

71),

(17)

interesse. A filtragem nunca

é

perfeita de modo que temos geralmen

-te uma distribuiçã.o

de

intensidades

em torno da frequêJJc:ia

que

ca-racteri.za o filtro.

As fonte. pontuais que irradiam a esta

frequênc.ia

o fa

zero nas mais diversas direções de polarização e defasagens

relati-vas. Como

resultado a luz total

emitida por

estas fontes.

despola

rizada e

é

ch~ada

de

quaBi-mox~c~mática.

Poàe-se então

zar

a luz

oampletamente

despolarizada

como

a

síntese de todos

os

estados de polarização

poss!veis,

em igual peso.

o.

polarizadcr

é

um

dispositivo

ótico que

seleciona

~e-terminado

estado

de

polarização.

Por

e.x.emplo

um polar! zador

linear

como uma

placa

de

polaroid comdireção de

passaqES1

no i.n9Ul-o, 8 de!,

~

-xa passar a~.cJs a luz correspondente

a vetores E :aa

cU.reçao

e. o

feixe emerGente,

à

frequência w e assim completamente

po~arizado ,

é

dito

mcno~~ático.

Mesmo após monocromatizado o feixe

é

inaDe -rente, no sentido de que há uma flutuação aleatória na defasaqem

entre as.emissões que

compõem

o estado de polarização selecic:mado.

Além disto as emissões são efetuadas de maneira intermitente (as

emissões correspendem a transições eletrônicas independentes).

Por outro lado, se as fontes pontuais responsáveis pela

coaoo.iyio de dete~~edo

estado de polarização emitirem todas

em

fase, ~e

lU2

monocramática coerente

o

CASO

da luz de um LaseJ-) •

2.

Rep~_"t.&ção

da luz pOlarizada

~

Ea geral tem-se uma defasasem 6 entre as componentes Ex

(18)

para-lelo a

i}:

A

composição

des±es 'Yetore. nos

a trajetória

descrita

pelo

ve-tar

Ê.

Êx

+

i.y :

6=6

-6

Y

x

que correspoDde a ~

elipse

cOD.forme

figura

abaixo.

Nesta

figura

indicllJlllC)S t..IIIIbém os

dois ângulos

que

definem de

uwme.ira

d1~sa

a

me-. elipse: a elipticidade X e a direção do eixo .-alar, 11•

As

sequilltes relações podem ser

e~

tabelecic1as entre

08

parimetro. que

definem a elipse de modo

alterna-t'

~VQ 57 :

J[

(a

2

+

bi)

cos 2X sen

21Ii

=

2al a2

COS

6

(a2

+

b2)

sen 2X

=

2ala2 sen 6

3. O

vetar.

de

Stokes

PtU.a

f~

das

relações

acima temes a possibilidade de

vi.aua.l.i..-r

cadA

estado

de

polarização

como

correapcmdente

a

um

ponto na superf!e1e de uma esfera imaginária de raio I

o

constante

(19)

Z = IO

sen

2X

h.e luqar

gec:.étrico

dos pontos

reprHeAotati

vos de

to-dos os eS'tato-dos de

----

pod..ariu.ção

--

-

--~_.-

--

é

a esfera de Poinearé:

x

y

tlIIl

"paIrto

P uaes·ferade

Poincaré pode

eatio ser

referi-da pelo v~

de Stokes:

ODde s. wer1.fJ.ca que I~

= x2 +y2 +

Z

2 •

As transformações

dos

dif~

relates estMoa de

pol..a:l:'izaçÃo

através de um circu.i.tc ótico

podem

..r

~11.~,eIl

te~s

de

trajetórias

sobre

a

superfície

ela

(20)

X

2

+

y

2

+Z

1 <

10.

Portaatopode.o.&

repzesentá-la

pela

sc:ma

de

dois

veto%ea:

lDl

que represeDta a fração despolArizada e outro que re

preaenta a fraçio completamente polarizada. AS$i.m:

+

Damos abaixo uma lista de vetores de Stolt~

repres.entét-tivos de diversos estados de polarização.

Exemplos de vetares de Stokes

CoILaider&Ddo-se a intensidade nODlaliz.ada

(I

o

=

1) :

1

O

= I O

O

2) luz polaIizada linearmente a

00

1

1

O

O

o

3) lU1

polarizada

linearmente a 45

1

O

1

(21)

4) luz polarizaa.

C1ZOCIIlarJDente

i

direita:

1

O

O

1

As fana_

ortO!fOl1a1sa

2),

3)

e

4)

são,.

r.espectiva-IDeDte:

1

11

-1

,

OO

e

O

-1

O

O

O

-1

x,

Y

e

Z

pocieJIl

variar desde -1 até +1,

SII'do

r

+Y~+

Z2

=

1-o

nú.ero

x

represeata a pre.ferência da polarização para a

di..re-ção bori.z.oatal

(+1)

cClIIparada

à

ver1;.ical

(-1).

Y repreaent:a

a

pref •• iaci&

entre

-450

(-1)

e

+4.50

(+1).

Analogamente,

Z

indica

a

t.eDdêl'lCta

para

circular

à

direita

(+1)

e

circular

i

esquerda

(-I).

F.,r..-,lo:

-

--y

1

Q.730

-~.413

O.s.t3

x

•. _450

4. Mat%'i•• _ de Mueller

Se um .atado de polarizaçÃo

é

transformadc por um diSP2

ai"!:!.•• &tico, observa-se que o vetar de Stokes da luz emergente

é

lDWI

a_aformaçio

linear do vetar de Stokes da luz iacideate

(22)

luz emergente

é

\ma

combi.nação linear de todos os parâmetros do ve

12

aOO 11

+

aOl Xl

+

a02 Yl

+

a03 Zl

X2

=

alO 11

+

all Xl

+

a12 Yl

+

a13 Zl

Y2

a20 11

+

a21 Xl

+

a22 Yl

+

a23 ZI

Z2

a30 11

+

a3l Xl

+

a32 Yl

+

a33 ZI

Uma consequência disto

é

que podemos atribuir a cada di!

positivo uma ~triZ

4x4

e a transformação do estado de

polariza-ção

é

obtida pela transformação do vetor pela matriz.

Essas

matri-zes, chamadas matrizes de Mueller, podem ser obtidas de maneira pu

ramente fenomenolÕqica. Os elementos desconhecidos da matriz

sao

obtidos de um sistema de equações montado aplicando-se

a

matriz

incógnita em ve~es

cujo resultado da aplicação se CORhece a

pri-ori (19)

(20) •

Apresentamos abaixo uma lista de matrizes de Mueller

pa-ra alguns dispositivos óticos.

Exemplos de matrizes de Mueller

- vácuo ou material isotrópico, não absorvente.

I O O O

O

100

O O 1 O

(23)

- _.1:.8r1&1

iaot:róp1co a~nte,

de tr~'-;

tâacia k.

k O O O

O k O O

O O k O

O • O k

- polariz.aàor

ideal

11Jlear

com

azi.Jnut.e

do eixo de

passa<]eIIl

igual

a 0°.

1

-2

1

1

O O

1

1

O O o O O O O O O O

- polH"1tador ideal U.near com aziJaute do eixo de

paaa4C}em

a 9

9%.-.

c2: coa

21

82: •••

~e

1

C252O

C2 c~ C2S2

O

; \ 52 CzS2 s~

O

O

OOO

_ l~

4e .quarto

de onda

(c5~ 90°)

com azimute do

eixo

rápido

a

oliJ..

1 O O O

O 1 O O

O O O 1

(24)

- retardador linear com eixo a p graus e ânqulo de birrefriqência de ô graus.

c2:

cos

2p

S2:

sen

2p

C6:

coe

ô

Sô:

sen

ô

1

O OO

O

C2 + S2CtS

C2S2 - C2S 2CÔ-S Sê

2 2 2

O

C2S 2 - C2S 2CÓ S2C2Sô + C2cô 2· 2

O

S2S6 -C S6

J

2

5. Otica em cristais

.- -.. -..

Nuaa onda plana de luz monocromatica os 1Iet.oresE, O,

~ti e B oscilam-.. e propagam-se sequndo exp J

.

(k.r - wt),-.. -.. onde k e o ve-..

.-tor de onda, normal

à

frente de onda. Genericamente num meio ani-sotrópico não aaqnético tem-se que

B

é

paralelo a

H

mas Õ nao

.-e

Point:.i.nq ,

a õ x

B.

paralelo a

Ê.

A energia propaga-se na direçÃO do veto r de

~ a ~

X

â,

1U.S a frente de oRda toma a direçã.o de

k,

normal

Os vetores

5,

i,

k

e

S

estão num mesmo plano, ortoqonal a

B

-..

e

H.

..•..

O

frente de onda

à

ve

(25)

A veloci.dade de fase vF é a velocidade da frente de

on-da, na direção

tt,

sendo

vF

= l/1EjJ .

o

Indice de· refração

é

defi nido como n

=

c/vp • Apenas em cristais isotrópicos

Ê

é

paralelo a

õ,

sendo n_c €

Ê;

assim,

n=

c

=

.GL

=

,rL-

,GJiI

-

,CIiL

V€o~o V €o - V€olEl - V~oIEI

(lJ = lJo= 1 em dialétricos, não magnéticos) .

Ela materiais não isotrÕpicos tem-se:

Em cristais em que a excitação elétrica depende da dire

~ .

çao de

E,

supondo l~nearidade, temos:

o

+

+= e:E:E:EE E

x xx y xzzxy

x

Dy = E:yx Ex

+

€yy Ey

+

~yz Ez

Dz = E:zx Ex

+

E:zy Ey + ~zz Ez

Os E:ij sao componentes do tensor elétrico que caracteri za o meio.

o

tensor E: é simétrico, podendo ser diagonalizado se -qundo as direções principais x',

y'

e z' dos termos E:x',E:y', E: Z '

da dia9Oftal. Se nos referirmos a um sistema de coordenadas x, y e

(26)

D

x

= e:

x

E

x

DY

=

E:..y E

y

DZ =

t.

z

EZ

Da expressão n

2 =

(o'

o'

o'

e:

-A+~+...!

o e: e: e:

JL _

x

Y Z/

n2

IOl2

~

Norma~1z.aDdo

para

I

D

I

=

n,

temos

o

elipaoide

(índia.triz

ótica) :

o.

eixo. do el1.paóide são chama.dosde eixos principa18. A

distân-cia da

or1CJ811

a umpauto qualquer da superfície dá o i.nc11cede re

-

~

-fraçao usociado como ",etor D que vibra naquela di.reçao. A inte!,

-

-

~

secçao, pela or'i..••• , doelipsoide

como plano contendo o vetor

D

é

umaellpae.

O

-.et.or

Õ.

é

ortogonal a

iL

O índice de refração

ma!,

or está na direção do eixo maior da elipse e o índice menor está

na direção do eixo menor. Resolvendo

Õ

em duas componentes

sequn-do •• ses eixos, ~s

propagam-se a velocidades diferentes

entre

si.

(27)

Õ

referidas acima, ao

f11l

do

percurso,

é

2wd

d - - ). (Dl -

n2)

,

chamado d. -lnqulo de birrefriaqiacia·.

6.

Classificação

ótica do. cristais

- Cristais

uniaxi.ais:

Ne.te.,

E

-t -;

t •

'1'em-s•••

elipsoi-x

y

z

de de

revolllÇio

_

torno do eixo

z. O

plaDOnarllal a

z

pela

ori-gem int.ereepta

o

e11paoide

ae9UDdo ,.

circulo.

Portaat;o

D • D

x

y

e

nx

-

ny e

Dão

há birrefr1nqêneia

ao loft9'o

do

eixo z, que

é

CÃema-do por e.t.a

r.aio

a.

eixo

ótico.

são

uia.ziais os materiais

que

c:rist:alizaa

nos sistemas

triqonal,

~.t.r8CJOft&1

e hexa90nal. São

esesaplos

a calei ta, o qua!

tzo e o

nitzato

de prata.

- Cristais biaxiais: .x'

ny; nz;

nx.

O elip80ide apreseDu

duas •• ações circular •• ~ pas aando pela

oriqea.

lf__ ••

ellt.iD

_1.

eixos

óUcos,

OQ

.ja,

duas direções

ao

lODÇJO

das

qaai.

o

ma-terial aio apresenta birr.frinqincia.

Os sist_as

cristalinos nec••

sari-.nt.e

bi,axiais são:

laOftocliaieo,

tricliaico

e

ortorrÔllb1co. Exeaplos:

mica, ácido ~

tár ice •

Diaa

te de pot:.iasio.

- Crlfl:&1:.

~~:C08:

nx·

n

y

li:

n e o

z

elipsoide

degenera

_ esfera. Portanto

qualquer direção constitui

umeixo

ót.i.ac.

Cr1s'tais •••

ia

aio b1rrefr1nqent.e$ cristalizam-se

no

siS'tema

i8,2

miu-••..••

'1

Pe"

or

1~i•• laeAu não b.t.rre.fri.nqefttes são os

materi-ais

JII

wi

o••

si••••••

105 08

vi

eir08

(cl.own ,

f

lint.)

e

cz1aul

_ ais~

CÚbico

(XC1, lIaCl, ate. )

(28)

são

b1rrefringentes

também materiais

biolÓ<Jicos ~

c~

lágeno, celulose e fibras musculares, onde a e.-trut:ura molecul.ar

apresenta uma orientação preferencial.

7. Fotoe lasticidade

(57)

A birrefrinqência de um cristal fica perfei~nte

de-termina<a pelo elipsoide indicatri z ótica, de equaçao:

a

1 •

Umesforço aplicado, de componentes P ,P

xx

xy

, etc.,

de-forma

o elipsoide,

que fica então modificaõo

para

a equação:

a

~

][2

+

a

n

yl

+

a

n

z

2

+

a

p

yz

+

a

~

X2

+

a

~

xy

==

1 •

Os coeficientes

ai

j

são, em primeira aproximação,

fun-ção linear das

~nntes

do esforço .. Tem-se então relações

do

tipo:

a

xx

=

etc •• ,

0Dde oa qij são as

constantes elasto-óticas.

Os

índices

refer~

•.•• a pu'eJI

õ.

eixos.

'l'em-

se:

1:=

xx,

2:1:

yy, 3

=

Z2,

4

==

y~,

5

\I: XZ

(29)

corr..-coDlleAt ••

ao.

t.enaores

dielét.rioo

e

de

esfOl:'ÇQ8

caiaeia....

As

relAçõe.

acima

rlJapli

fi

eaa-

se

parac:

.yy

a

• a

• a

-

O

Y"

z::x

xy

+

Supondo uaa frente

ele

ODCla De>

plaaoxy,

Dm'!Ial •

k,

a

eli"pa. que resu.1ta da interseção de•• e

plaDC ecs

o

e.1ip8O'J.cte

ti!.

létrico,

pelaoriC) •• ,

é

da.da por:

Portanto os índices

de refração fie ••

c1adcrll

por:

1

D' -

x

yAl...

sx

n' ••

y

1

'/4-;: .

1

1

----a

-a

1l,2 nJ2 xx

yy

x

y

lia:

(n

t

--D ')

(n

I +

n

I )

Z X

x

y

D'.! nf.t

]C z

:::

(n

V

I -

n ') 2n

x

n"

2

= -

(n'-n')

(30)

pois

na prática

n == n' , nI • (n é o

i.ndice

da refração do cristal

x

y

cÚbico, antes da defoDmação) .

Portanto,

ón

:

n' - n'

y

x

o

ânqulo de birrefrinçência

é,

para ama

~stra

de espe~

sura d,

Neste trabalho supÕe-se conhecida a constante (ótica)

q11 - q1.2'

característica

do material.

Tem-se abaixo uma

tabela

ex

traída de (21):

Cristal

qll - q12

LiF

--

- 0.108

NaCl

-~

- 0.043

K Cl

--

+

0.046 K Br

-

+

0.049

KI

-

+

0.041

MçO

--

- 0.24

A medida

de

.s

permite-nos

conhecer o esforço aplicado e

assiJD -..;

twans

os

6P

li:

P

:xx

- P

yy

em

cada

ponto,

provocados

interna-m~e pela introdução de defeitos no corpo do material. A conexao

teórica de AP com os tipos de defeitos depende do tipo de

(31)

CAPtTULO lIl

'l"EOaIA

DO FOTOELASTle:1.la:r~

~RUtoo

Eaqu••• do

iDSt~tO:

': A luz da limpada

t

é BlOIlO<:~tlsad.

pelo

--.oeraaa-dor

.''i!.1III\

feue foca.liaado pelo telescópi.o

t

sobre a

amostta

x

t:.t:Jr--.-se l1aea.caente polarizado

a

.eSo

{referidos

à

horlzontal

pelo po.larisadoc 4ee.n"trada,

P. Após ~ar

pela amostra a luz

está

e11~c~te

polarizada devido

à

defaaaqea A

por

ela ~

àa&i4&.A pl-=:_

f,o.toeliat1ca

M

~1l1a·a

defaa."ea

<ia

luz que

a

&=•.•••••

1 () •••

Us.ad.or

A reat.abelece

o

estado

ele

pol •.

1l.açe

11m••. 40

l_tae,

a

_4So•

A fotamaltiplicadora.

F coav~

o si

-aal.

l~l~oea

si.D&l

elétrico

,seja

COIIlpCII1ente

AC

i

analisada

(32)
(33)

s1-terial a diferença de fases entre as componentes

y

e x do

campo elétr~co

é

proporcional

à

diferença dos índices

de

refração, sendo a seguinte a expressão que relaciona

as

duas quantidades:

2'ITd

(n - n )

ó=-

À

y

x

Como o índice de refração

é

modulado temos a

se-guinte expressao:

6

=

ô

sen

wt

o

A placa constitui então um retardador modulado,

sendo a seguinte sua matriz de Kueller

(eixos principais

nas direções x e y) :

1

O O O

M~,O ::

,O

1

O O

O

O

cosô

senó

O

O

-senó

cosó

-1

onde o lndice ·0"

indica o ângulo de 0° dos eixos

princi-pais da placa com as direções x e y.

b)

A matriz da amostra - Em nossas medidas do perfil fot2

elástico utilizamos amostras em que os defeitos nelas

in-troduz~dos faziam corresponder um elipsoide indicatriz

(34)

ma-triz de Mueller da amostra e:

r

1

o oo o

1

oo

I

XI:.,o

=

I o

o

cosI:.sanl:.

o

o

-senl:.cosI:.

c) As matrizes do polarizador e do analisador - A matriz

genérica de um polarizador com eixo de passagem na

dire-ção

e (relativo a x)

é

dada por:

1

cos 26 sen 26O

pe

=

1. \ cos 26

cos226 cos 26 sen 26O

2

I

sen 26sene sen 226coseo o

o o

o

.•.

1.2)

o

vetor de Stokes para o estado final de polarização da luz.

Conhecidas as matri zes dos componentes do

ci.rcui-to ótico, podemos determinar o vetor final:

(35)

1

O

1

O

I I

I 1

1

o

11

o

o

o

o o

I

O I O

::

-2

1

O

O

O O 2 I 1

O

O

O

O

O

J

LO

L

onde

O O

é

o vetor que representa a luz totalmente despolarizada de intensidade I

o

b) AçãO da amostra

(e:

CQsseno: S: seno):

-I

l-I -\

1

OO o II

1

I

O

1

o

10

oo I

12° :~

j

=

o Cl!,o

1

S6

2 I

o

o

-SI:. eó I

1_ o

J

-Só

c} Aqão da

placa:

1

O

O O

1

1

1

l

O

1

O O

I

O

10

OO

10

o

-

=-

=

-O

O

e6 S6Ch22

CóClI - SóSEC (6 + ó) 2

O

O

-Sê eê-SlI-ScSCA - Cc5Só

-5

(c5+ ó)

(36)
(37)

onde os

Ji

Côo)

são funções de 8e.ssel de primeira espécie

calcula-das no

argumento

ó •o Portanto:

I

I

:11

...2

[1

-J (~ )

OOS~ +

.11

{ô }

sen~ sen

III

t -

.12 (6 )

cos~ cos

2

Cl)t]

4

o

o o o

onde conservamos das séries apenas os termos de interesse

nas

me-didas.

3. Medida do parâmetro 6

A

111'2

de intensidade I emergente do

último

componente

ótico (o analisaàor) incide na válvula fotomultiplicadora. Esta

válvula traduz o siJWllde luz em termos de corrente elétrica

(i).

A

variável

daai.aante

que

influi

na

relação

entre

a

intensidade

de

luz e a corrente elétrica é a tensão V de

al~tação

da

fotamul-tiplica4ara.

Essa relação

é

linear quando

conservamos

V constante.

i

I

Portanto:

i

=

K(V)I •

Temos

então:

i

=

lt (V)

-

I

o

4 [1 - .1

o

(ó o) COS~

+

.11(ó o) seIlt1 sen

t -

J

2 (ô ) cx:st.o (X)S2

wt]

(38)

RCsepara-mos as canponentes AC e

De. A

componente

De

é

enviada a um lUcro-amperímetro para que a corrente DC (e portanto o nível De da

in-tensidade de luz) seja monitorada. A componente AC

é

enviada ao amplificador "lock-in", cuja função é medir as intensidades das

correntes

e

i2w

=

-K(V)

10

-

J2

(o ) cos~ cos 2w

t

4

o

A salda S do -lock-inn

é

uma tensão

De

proporcional ao valor de pico da corrente (ver página 106 e seguintes)

4

S

ct

1

w

I

o K (V)

J.

~ (6 ) sen~o

Loq~camente os valores de

Jl

e

J2

dependem do parâmetro 6o , que por sua ve-z depende da amplitude de oscilação mecânica

da placa moduladora. Além di sto, êo depende da frequência da luz utilizada. Esse parimetro deve ser determinado independentemente.

Vemos portanto que o sistema acima nos permite conhecer

(39)

to de onda no circui to

ótico.

O único

c:amponente

depeDàente

da

f

requ.êDc:1 a

óti

ea , oca excesaão da amostra., é

a

placa

modulac1or: a •

Esta

depemdê.ncia

se di·

atravis

do

p_imet.ro

ôQ ,

fi1raAn

a.

prior1

na

c:al1b:r~io

do

ilkstr\1aent.o.

4.

variação

d4

cCDpOnellte

De

da

luz

ltuaameclida

de A a componente

De

ela 1Dt.eDsidade da

luz

(IOC) pode variar

davidlo

a diferentes

coefieieates

de

absorção

nas

difereates

rec;iões da amostra.

Para

ev1t.&r o

efetto

dessa va

riação- de lnt ••.•idad ••••.

t1valOS

constante. a

cCIIlpcmellt.e

ioe

da

corrente da

fot.cau.l

tiplieadora ..

I • lne

+

I~

e

i •

K{V) I

,

i.,.,..nA". _

i

De -

IAC

I

(40)

Na

relação

IAC/IOC caneela-se

a

dependêmcia

com a.

absor-çao da

aJ'DCst.ra.

Tem-se então aa

salda

do

-lock-in·

(JU:ntendoioc

==

cte) :

1

J

sen~

'i

1

Sw Cl

ioe

1-

Jo

cosô

e

~

J2

COSÔ

5

cx

i

2w

IX 1-

J

o

costl

(a constanee de proporcionalidade

é

a mesma nas duas expressoes

acima) •

Calibrando

a

placa

mod1.11adora

em

ÔOCAL• tal

que

o

Jo(

~OCAL.) • O

teaos

óOCAL• =

138 ,

sendo neste ponto

J1

=0.52

e J2

==

0.43.

Assim

obtemos finalmente:

e

S2~ •

Kf

J2

cosô

o

o

ent:eDc1eDão-se que

J

1

==

J

1 (138 )

e

J:2

==

J 2 (138 ).

Aqui

o

va..lor

de

K'

não depende de

6

e portanto pode ser

determinado independentemente da presença da amostra. A vantagem

d1s'to f1c4lrá clara na próxima secçao.

(41)

inc

const.ant.e

qv&ade

Inc

varia ~eBIIf:).

que variar

I

(v1 ~ ou

seja,

t!?,

mos

Q"M

variar

a tens.io

V

de

a11mentaqio

U

f~anlt.ipli.cador.

de

acordo

CQI •

variação ele

Ioc.

Ia

nosso s1.tema iste é

feito

aJlto-mat.ieament.e

atraris

de wu. modificação

DO

cireui

te

eletrônico

da

f

ont.e de al1.aentaçio •

5. Medida 4e I:

f

Como S2.f&1:;r R'

J

2 cosA, uma vez

fixado

ioe

R'

de maneira

definitiva

lendo o valor

S2trl

CJuando

está no eircui to ótico.

Reste

caso

A • O

(eosb • 1) :

s~

(b·

O) = E'

J

2

cos

O

a

JC'

J

2

K' •

Aaaim,

Podes:>s

então,

após a

calibraç.ão

em t:. == O,

determinar

A

c:c. apenas ama

aedida,

independentemente da variação da

C:01IlpODe!l te,De

da

inteAaidade

da luz incidente

na fotomultiplicadora.

Za

noaso trabalho

todas as medidas foram feitas

com

a

corr"~

OC:.•antlda a um valor constante escolhido

entre 1 e lD

llA.

(42)

luz incidente no fotocatodo.

~bBe~ação

-

A expressão de K' deduzida acima não leva em conta as tensões residuais

(De)

pré-existentes na placa moduladora (ver página 87). Estas fazem corresponder uma birrefrinçência na dire

çao x (ou

y)

e portanto podemos escrever:

onde

ÔR

a

6residual da placa .

Consequentemente

é

fácil concluir que

K' • S 2w

= O)

J2

cos

6R

e

Não obstante, o efeito de ôR pode ser totalmente ignor! do se Ranularmos • ôR conforme método sugerido

à

páqina 87 .

6. Erro devido. desalinhamento ótico

Embora em nossas experiências usando o fotoelasticlme

-tro inter~ssasse-nos apenas resultados qualitativos, cabe

fazer-me.

aqui um estudo do erro que o desalinhamento do sistema ótico

pode acarretar nas medidas. Supondo que ao alinharmos o polariz!

(43)

troduzamos

erro, angulares

de

Talores

P,x._ e a

respe.et.i'Yamente,

o

vetor

dallLz

incid._te

na

fotomul t1plicadora

é cia40

pelo

pro<hst.o:

1

O

O

O

o qual vamos realizar abaixo.

Tem-se:

1

-5 C2p O 2p

-5

52 -52pC2p O

p

(45°

+

p.) •

I

2p

2p

C2p

-52pC2pO C2

2p

O

O O O

1

52a -C2aO

52a

52

-52aC2a

O

o

2a

A(-4S

-C2a+a)=, -S2aC2a

C2a

2

O

O

O O O

1

O OO

O

C2

+

52 CÔ

C2Bl52m - 52mC2mCÔ-5 5ô

M(.) -

I

2m 2m 2m

O

S2mC2m - C2mS2mCÔC2mSô52 +C2 CÔ 2m 2m

O

(44)

1

O O O

O

c~x + S~xCAC2x52x

-S~SA

.• 52xC2xCA

X

(x) •

S2xC2:x - C2xS2xC6O

52 + C2 CI::. C2xSÃ

2x 2x

O

52xSÃ Câ -C2XSll

•.ssim:

1

\ -s

1

O

P

l

1

2p

.

-O 2 C2p I

l

O O

1

I

I

1

1

X

1

\-s2p

1

t-s2pC2X

+

C2pS2x]

-[S2pSh

+

C2pS2xC2x} Ch.

1

Kl

IIC

-

=-2 C

2

(-S2pC2xS2X + C2pS~x] + [S2pC2XS2X

+

C2pCh]CA

2

I

L1

2p

O

I

I

(-S2pS2"Jc -

C2pc2xJ

S6

I

I

M1

1

I

I

1

1

M1

\

]tl

K1

(CÍm1 + S2mC )

+

Ll (C2m52m - 52n\C2mC6) -1I(1S2II1S6

1 K2

•.

-

--2 ~

2

!t1

(C2mS2m .• C2m52mC6)

+

L1.

(Sim

+ctncu

+M.1C2aS6

2

L2

)(1

(45)

1

\

I

1

+

K2S2a - L2C2a

K

A

1

I

2

2

I

=

L2

1

4

M2

A intensidade final

é

então:

I

=

ou seja:

10

I

=-

tAl 4

10

-

-I2w

(46)

Nas medidas fi zemos

J

o

=

o.

Além disto I2

w

é

medido com

a amostra fora do suporte

U:, =

O).

O

Wlock-in" nos fornece

(ioe

=

:: constante) :

s

w =

K'

I (6)

w

e

= Kt I 2w (O)

onde os I referem-se

aqui às amplitudes.

Tem-se então a relação:

I

(O)

=

De

I 2w (O)

Numsistema perfeitamente

alinhado teríamos:

(~) Alo

Portanto o erro cometido

é:

(:2WJ

DESAL.

-(:2wJ

AL.

J

2 Ine (O)

1

I (6)

w - 1

e:

=

-

-(

:2wJ

AL.

J1

I2w(0)

Ioe (li)

Sll

Da expressao de

Ioe

vemos que para

li

suficientemente

(47)

Port.ani:o:

t •

!.. -

1

S6

Considerando-se apenas a,m,p

e

x pequenos, cheqamos à sequinte simplificação:

I

I tA)

=

-2

J1

(1

+

4

am)

(1

+

4

px) s

w

4

e

4

J

2 (1

+ 2m)

(1

+

4

x2

) (1 - 8

apm) Finalmente, o erro

é

dada por:

(1

+

4

am)

(1

+ ••px) _

1

(1

+

2m) (1

+

4x2) (1 - 8aID)

supondo ainda que a

=

m=

x

=

p,

tem- se :

=

(1

+

4p2) 2

(1 + 2p)

(1

+4 P 2) (1 _ 8p 3)

- 1

2

_

1

+

4p

_ 1

- (1 + 2p) (1 - 8p 3)

(48)

Conclusão - se a imprecisão no alinhamento de cada componente

.•.

e

p radianos, o erro percentual na quantidade medida

é

da ordem de 100 x 2p , (p em radianos) .

Possibilidade adicional do ins·trumento

tal e vertical.

Todavia # esta nã<>

é

uma limi tação do instrumento. Como

mostrarelK)s a seguir podemos medir os parâmetros da elipse

qual-quer que seja sua orientação.

Seja o estado de polarização da luz incidente na placa

representado pela elipse desenhada abaixo (ver também pág. 12):

y

x

(49)

vimos que os

ân<jUlos

W e X defineJI a elipse. O ânqulo

W dá a orientaçã.o do eixo; a eliptieidade

é

dada por tanx· ±b/a.

+

O sinal indica o sentido de percurso do vetor E, sendo negativo

se o percurso for

esquerda-o

o

vetor de Stokes que representa este estado de polariz~

çao

é

(páq.

12 ):

I \

1

I

X \

a

I f

C08

2X

cos 2W

Y

I

cos 2Xsen 2Vi

Z

I

\ sen 2 X

Medidas de W e X

Para determinar W e X temos que realizar três medidas .

Duas delas utilizando o mesmo arranjo do sistema descrito na

ex-periência anterior. Para a terceira medida apenas introduzimos

uma lâmina de quarto de onda a

_450

após a amostra, mantendo inal terado o resto do circuito.

a) Sem a lâmina de quarto de onda:

-~- 2-0- 3_[B

x

-0-1

M F

O estado

é

dadoempelo vetor:

(1)

I

( coa 2: coa 2$

o

Xl

=:

I

Y1

o \

cos 2Xsen 2W

Zl

(50)

Em (2) (S:temos

sano;

c:

cosseno):

1

O O

:\

1

10

1

O

1

O C.2XC2V;C2XC21/J

X2

10

=

I

-O

O

Só )

C2XS~

o

Cc5C2xS2l/1

+

~S2X Y2

O

O

-SóCô S2X-SôC2XS2tP

+

Z2CóS2X

Em

(3)

temos:

1

O

-1O

I

(I - Y

o o 2

1

I

O

O O

O X2

1

O

=

-.2

-1

O

1

Y2O2

\ -1°0+ Y2

O

O O

O Z2

Portanto a intensidade da luz incidente na fotomultip1~

cadora

é:

I

I

=

=

I

-2

_o

.2 .2

(1 -

CôC2XS2v; - SôS2X )

(1 -

J oC.2XS.2'1/1- J

1

S2X sen w

t -

J 2C2XS21.jJ cos.2 w

t

+ ••• ) •

o

amplificador "lock-in" nos fornece os valores:

o

SW

a

1<

J

1

sen

2X O

S2w = K J.2

cos

2X sen 2'1/1

onde 1<

é

mantido constante, (iDC = constante) e

J

o (15o) = O. A indica

--

o

-çao S nos lembrara que se trata de valores medidos antes de

in-troduzir a lâmina de quarto de onda no circuito.

(51)

T••.••

e;

SO

(x.

3:

4.s°)

1t • :t _ctl _

b) Medida

.pó.

iJluadução

d.a

lâmina de quarto de

onda em secJUida

à

a::qK)St.r a :

Na reqião (2) o vetor de Stokes

é

dado por:

1

O

O

0\

I

1

\

1

I

O

O

O

-1 ,

I

C2XC21j>) =

I

I

-S2X o o O O

1

:

)

C2XS2'iJ\ C2XS2~

O

1

O C2XC2'iJS2X

Em (3), apÕs a placa, ~emos:

1

O O

:\

1

(

1

O

1

O -S2X=

I

I

-S2X

o o O O Cô

I

C2XS2lji

\ CôC2XS2~

+

C2XC2.vSô

O

O

-Sô Cô I \ C2X.c2W-SôC2XS2~

+

CôC2XC2W

A intensidade da luz após o analizador

é

então:

I

I • ~

(1 -

2 CôC2XS2~ - C2xC21jJSô)

(52)

Interessa-nos agora apenas o valor do sinal em w

sQ • K

J

1

coa

2)(

005

2lP

o

símbolo

sO

indica que' a lâmina de quarto de onda está

no circuito ótico.

O

valor de K

é

o mesmo pois conservamos o va-lor de iOC.

Com e.tas tres medidas referidas em a) e b) podemos

de-terminar X e 1/1 através das relações:

50

1) sen 2)(:1: 51 i 51

= ~

(medid.a em w ) i

KJl

2) cos 2x sen 2111::: 52

3)

cos

2)(

cos

2W

=

53

o 52w

52

=-KJ2

Q

5w

53

=

KJ

1

{medida em

2w}

(medida em w) •

Uma utilidade da medida de todos os parâmetros da

e1ip-se e1ip-seria a determinação do valor absoluto da birrefringência 6

quando não hOQver possibitidade de orientar de modo exato os

ei-xos principais da amostra.

A matriz da amostra com eixo maior da elipse das ten~

(mecânicas) a um ânqulo 8 com a horizontal e atraso 6 , agindo

o

sobre o vetor de 5tokes da luz linearmente polarizada a 45 nos

(53)

-S2PS2P)

10

l:

1

=

I

o

C2p52p - S2pC2pCA

822p

+

C2 2pCA

-C2p511

q\le represeata ,anericamente O estado de polari zac;ão el!ptica.

Po-_

d.-oa

fazer a s.quinte identificaçÃo:

coa

2p

seJl

2p -

aen

2p

CQS

2p

cos

à:=

cos

2X

006

2,p := 53

-C08

2p

aen

A -=

sen

2X := 51

ReaolveDdoeste sistema de

equações

obtemos os valores

de

p.

I!J.I

A impoa_ibilidade de se medir o sinal de

!J.

deve·se ao

fato de que a mesmaelipse pode ser obtidacOln duas orientações

dlfereDtes elos eixos da amostra. Isto

é

mais fácil de visuali

-zar obaervaD4o as trajetórias

sobre a esfera de Poincare.

(54)

CAPtTULO IV

APLICAÇÃO 00 FOTOELASTICOOTRO NO ESTUDO

DA ESTRUTURA DE

CRISTAIS

1. Considerações sobre as experiências realizadas

Dado um tipo de experiência temos que estudar o

rela-cionamento das tensões ~J deformações, determinadas experimenta!

mente, com os possíveis modelos estruturais para os defeitos

in-troduzidos controladamente na rede.

Procuramos neste trabalho utilizar o

fotoelastic!me-tro construido em alguns métodos interessantes de investigação •

As experiências realizadas estão descritas abaiJto:

a) Comparação com resultados bem estabelecidos quanto

à

formação do centro F em fluoreto de lítio (LiF) por dano de radiação. As

tensões mecânicas que se desenvolvem devido

à

formação do centro F foram estudadas numa série de trabalhos do Prof. Smoluchowsky

e ou tro s (24) (25) (26) .

A técnica fotoelástica aplicada neste estudo depende,

conforme explicaremos

à

página 49 , de uma distribuição conheci-da de centros de dilatação (defeitos) ao longo da amostra. Em ex

periêocias de dano de radiação fazemos incidir raios-X ionizantes

em apenas metade da amostra, forçando assim uma variação abrupta

na cODCeutração de centros F (ver figura abaixo). A outra metade

(55)

termoelãsti-co de uma plaea fina infinita termoelãsti-com um semi-plano

à

t~perat~ra

Tl

e o outro

à

temperatura T2,

Nossas experiências com LiF confirmaram os resultados

anteriormente obtidos.

o

b) Ainda com o intuito de confirmar resultados prévios de Rabin

(27), foi medido o padrão fotoelástico gerado em cristais de

ha-logenetos alcalinos dopados com ions divalentes quando metade i~

radiados

(experiência semelhante

à

anterior). Procurou-se

assim

contribuir para a compreensão da rápida colorabilidade que a pre

.ença do

10ft

divalente dá aos cristais iônicos quando irradiados

com raios-X. Os resultados obtidos serão discutidos

à

página 58

tendo em vista os resultados de experimentos de relaxação

dielé-tric. (28)(29) posteriores ao trabalho original de Rabin (27).

c) Também foi abordado o problema da difusão de lons divalentes

em cristais iônicos, a partir de resultados já estabelecidos

(30).

l-r

++

(56)

evidências anteriores, baseadas no estudo do espectro ótico, de

++

que o 10n Co , diferentemente de todos os outros divalentes, de

veria estar localizado intersticialmente - portanto acompanhado

de duas vacâncias de íons positivos. Os resultados obtidos por

Robert

(31)

e por Ayres

(32)

indicam também que esta hipótese d~ ve ser correta. A presença das duas vacâncias e a

intersticiali-dade do íon co++ deve levar a uma expansão da rede do KCl, em ~

traposição

à

ação dos lons Ca++ e Sr++ que levam a wna diminui -ção de volwne.

2. Teoria do método fotoelástico

Os resultados dos tres tipos de experimentos, realiz~

dos principalmente com a intenção de bem testar o funcionamento

do fotoelasticímetro construIdo, podem ser entendidos da

seguin-te forma: Seja dada uma placa fina de um cristal cúbico com wna

distribuição C(x) de centros de dilatação. Suponhamos que a dila

taçio (ou compressão) gerada por centro seja

àYLY ,

onde C é a

, C

concentração desses centros por em3 e 6V!V a variação de volume

relativa macroscópica causada por esses centros. Suponhamos

tam-que a placa esteja livre, isto

é,

não submetida a forçar exter -nas. A solução do problema elástico consiste em dadas essas

con-dições de contorno determinar as deformações e

xx

(x) e e

yy

(y).

Quando consideramos a distribuição de centros F

cria-dos por radiação X em metade da amostra, tem-se uma concentração

(57)

1

1/

A expressao

de eyy

-

exx

é

( 8) :

e

- e

a

yy

XX

~ _ c

b

C

(x) )

O

onde (~) o

é

o valor máximo da expansão livre (x» O) e b

é

a distância a partir da origem onde as tensões se anulam (condições

de contorno para solução do problema elástico). Para amostras, fi

nitas, b

é

indeterminado teoricamente.

o

gráfico representativo da expressão de e

yy

- e

xx

acima

é:

e

- e

yy xx

(58)

Ro

0••0

de

difusão

de

átomos a partir

de

uma superfí-cie do cristal, tem-se uma dilataçÃo dada por

o

aa~o

9ráfico da função

C(x)/co

é:

difuEão

-1

,I,

,

I,

,

,

,

,

,

~

c

(X)/CO

x

Tem-se a expressao (30):

que

é

representada por

e

- e

yy xx

Referências

Documentos relacionados

(2008), o cuidado está intimamente ligado ao conforto e este não está apenas ligado ao ambiente externo, mas também ao interior das pessoas envolvidas, seus

Mas existe grande incerteza sobre quem detém esses direitos em certas áreas do Brasil rural.. Esta é a posição do Brasil em relação à segurança de direitos de propriedade de

This infographic is part of a project that analyzes property rights in rural areas of Brazil and maps out public policy pathways in order to guarantee them for the benefit of

O modelo conceitual procura mostrar quais são os elementos de informação tratados pelo sistema, para que mais adiante se possa mostrar ainda como essa informação é transformada pelo

Controlador de alto nível (por ex.: PLC) Cabo da válvula Tubo de alimentação do ar de 4 mm Pr essão do fluido Regulador de pressão de precisão Regulador de pressão de

As inscrições serão feitas na Comissão Permanente de Vestibular da UFMG (COPEVE), situada no Prédio da Reitoria da UFMG, à Av. Presidente Antônio Carlos, 6627 – Campus da

A figura 4.31 ilustra este cenário, onde é possível notar que para um sistema multicelular, mesmo quando são utilizados có- digos com entrelaçadores maiores, o algoritmo não

O nº 4 do Despacho nº 282/2016 de 7 de julho (Calendário Escolar 2016/2017) determina que as atividades educativas com crianças das Creches, Jardins de