Espa¸cos Vetoriais
´ Algebra Linear BC1425 UFABC Junho/2016Espa¸cos Vetoriais
Primeira Aula
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Espa¸co Vetorial
Defini¸c˜ao
Seja V um conjunto tal que V 6= ∅. Definamos as sgtes opera¸c˜oes em V :
soma
+ : V × V → V
(u, v ) → u+v
multiplica¸c˜ao por escalar
· : R × V → V
(α, v ) → α·v
Dizemos que V ´e um espa¸co vetorial realse para quaisquer u, v , w ∈ V e α, β escalares, as opera¸c˜oes definidas acima s˜ao tais que :
Espa¸co Vetorial
Defini¸c˜ao
Seja V um conjunto tal que V 6= ∅. Definamos as sgtes opera¸c˜oes em V :
soma
+ : V × V → V
(u, v ) → u+v
multiplica¸c˜ao por escalar
· : R × V → V
(α, v ) → α·v
Dizemos que V ´e um espa¸co vetorial realse para quaisquer u, v , w ∈ V e α, β escalares, as opera¸c˜oes definidas acima s˜ao tais que :
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Espa¸co Vetorial
Defini¸c˜ao
Seja V um conjunto tal que V 6= ∅.
Definamos as sgtes opera¸c˜oes em V :
soma
+ : V × V → V
(u, v ) → u+v
multiplica¸c˜ao por escalar
· : R × V → V
(α, v ) → α·v
Dizemos que V ´e um espa¸co vetorial realse para quaisquer u, v , w ∈ V e α, β escalares, as opera¸c˜oes definidas acima s˜ao tais que :
Espa¸co Vetorial
Defini¸c˜ao
Seja V um conjunto tal que V 6= ∅. Definamos as sgtes opera¸c˜oes em V :
soma
+ : V × V → V
(u, v ) → u+v
multiplica¸c˜ao por escalar
· : R × V → V
(α, v ) → α·v
Dizemos que V ´e um espa¸co vetorial realse para quaisquer u, v , w ∈ V e α, β escalares, as opera¸c˜oes definidas acima s˜ao tais que :
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Espa¸co Vetorial
Defini¸c˜ao
Seja V um conjunto tal que V 6= ∅. Definamos as sgtes opera¸c˜oes em V :
soma
+ : V × V → V
(u, v ) → u+v
multiplica¸c˜ao por escalar
· : R × V → V
(α, v ) → α·v
Dizemos que V ´e um espa¸co vetorial realse para quaisquer u, v , w ∈ V e α, β escalares, as opera¸c˜oes definidas acima s˜ao tais que :
Espa¸co Vetorial
Defini¸c˜ao
Seja V um conjunto tal que V 6= ∅. Definamos as sgtes opera¸c˜oes em V :
soma
+ : V × V → V
(u, v ) → u+v
multiplica¸c˜ao por escalar
· : R × V → V
(α, v ) → α·v
Dizemos que V ´e um espa¸co vetorial realse para quaisquer u, v , w ∈ V e α, β escalares, as opera¸c˜oes definidas acima s˜ao tais que :
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Espa¸co Vetorial
Defini¸c˜ao
Seja V um conjunto tal que V 6= ∅. Definamos as sgtes opera¸c˜oes em V :
soma
+ : V × V → V
(u, v ) → u+v
multiplica¸c˜ao por escalar
· : R × V → V
(α, v ) → α·v
Dizemos que V ´e um espa¸co vetorial realse para quaisquer u, v , w ∈ V e α, β escalares, as opera¸c˜oes definidas acima s˜ao tais que :
1 (associativa) (u + v ) + w = u + (v + w )
2 (comutativa) u + v = v + u
3 (existˆencia do vetor nulo ) Existe 0 ∈ V tal que u + 0 = u
4 (existˆencia do vetor oposto) Existe −u ∈ V tal que u + (−u) = 0 5 (distributiva) α(u + v ) = αu + αv
6 (distributiva) (α + β)v = αv + βv 7 (associatividade) (αβ)v = α(βv ) 8 (multiplica¸c˜ao por 1) 1 u = u
Os elementos de um espa¸co vetorial V s˜ao chamadosvetores.
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1 (associativa) (u + v ) + w = u + (v + w ) 2 (comutativa) u + v = v + u
3 (existˆencia do vetor nulo ) Existe 0 ∈ V tal que u + 0 = u
4 (existˆencia do vetor oposto) Existe −u ∈ V tal que u + (−u) = 0 5 (distributiva) α(u + v ) = αu + αv
6 (distributiva) (α + β)v = αv + βv 7 (associatividade) (αβ)v = α(βv ) 8 (multiplica¸c˜ao por 1) 1 u = u
1 (associativa) (u + v ) + w = u + (v + w ) 2 (comutativa) u + v = v + u
3 (existˆencia do vetor nulo ) Existe 0 ∈ V tal que u + 0 = u
4 (existˆencia do vetor oposto) Existe −u ∈ V tal que u + (−u) = 0 5 (distributiva) α(u + v ) = αu + αv
6 (distributiva) (α + β)v = αv + βv 7 (associatividade) (αβ)v = α(βv ) 8 (multiplica¸c˜ao por 1) 1 u = u
Os elementos de um espa¸co vetorial V s˜ao chamadosvetores.
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1 (associativa) (u + v ) + w = u + (v + w ) 2 (comutativa) u + v = v + u
3 (existˆencia do vetor nulo ) Existe 0 ∈ V tal que u + 0 = u
4 (existˆencia do vetor oposto) Existe −u ∈ V tal que u + (−u) = 0
5 (distributiva) α(u + v ) = αu + αv 6 (distributiva) (α + β)v = αv + βv 7 (associatividade) (αβ)v = α(βv ) 8 (multiplica¸c˜ao por 1) 1 u = u
1 (associativa) (u + v ) + w = u + (v + w ) 2 (comutativa) u + v = v + u
3 (existˆencia do vetor nulo ) Existe 0 ∈ V tal que u + 0 = u
4 (existˆencia do vetor oposto) Existe −u ∈ V tal que u + (−u) = 0 5 (distributiva) α(u + v ) = αu + αv
6 (distributiva) (α + β)v = αv + βv 7 (associatividade) (αβ)v = α(βv ) 8 (multiplica¸c˜ao por 1) 1 u = u
Os elementos de um espa¸co vetorial V s˜ao chamadosvetores.
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1 (associativa) (u + v ) + w = u + (v + w ) 2 (comutativa) u + v = v + u
3 (existˆencia do vetor nulo ) Existe 0 ∈ V tal que u + 0 = u
4 (existˆencia do vetor oposto) Existe −u ∈ V tal que u + (−u) = 0 5 (distributiva) α(u + v ) = αu + αv
6 (distributiva) (α + β)v = αv + βv
7 (associatividade) (αβ)v = α(βv ) 8 (multiplica¸c˜ao por 1) 1 u = u
1 (associativa) (u + v ) + w = u + (v + w ) 2 (comutativa) u + v = v + u
3 (existˆencia do vetor nulo ) Existe 0 ∈ V tal que u + 0 = u
4 (existˆencia do vetor oposto) Existe −u ∈ V tal que u + (−u) = 0 5 (distributiva) α(u + v ) = αu + αv
6 (distributiva) (α + β)v = αv + βv 7 (associatividade) (αβ)v = α(βv )
8 (multiplica¸c˜ao por 1) 1 u = u
Os elementos de um espa¸co vetorial V s˜ao chamadosvetores.
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1 (associativa) (u + v ) + w = u + (v + w ) 2 (comutativa) u + v = v + u
3 (existˆencia do vetor nulo ) Existe 0 ∈ V tal que u + 0 = u
4 (existˆencia do vetor oposto) Existe −u ∈ V tal que u + (−u) = 0 5 (distributiva) α(u + v ) = αu + αv
6 (distributiva) (α + β)v = αv + βv 7 (associatividade) (αβ)v = α(βv ) 8 (multiplica¸c˜ao por 1) 1 u = u
1 (associativa) (u + v ) + w = u + (v + w ) 2 (comutativa) u + v = v + u
3 (existˆencia do vetor nulo ) Existe 0 ∈ V tal que u + 0 = u
4 (existˆencia do vetor oposto) Existe −u ∈ V tal que u + (−u) = 0 5 (distributiva) α(u + v ) = αu + αv
6 (distributiva) (α + β)v = αv + βv 7 (associatividade) (αβ)v = α(βv ) 8 (multiplica¸c˜ao por 1) 1 u = u
Os elementos de um espa¸co vetorial V s˜ao chamadosvetores.
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Denotaremos por 0V o vetor nulo do espa¸co vetorial V
Se os escalares na defini¸c˜ao acima s˜ao n´umeros complexos, V ser´a um espa¸co vetorial complexo.
Denotaremos por 0V o vetor nulo do espa¸co vetorial V
Se os escalares na defini¸c˜ao acima s˜ao n´umeros complexos, V ser´a um espa¸co vetorial complexo.
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Exemplos de Espa¸cos Vetoriais
(1) Espa¸co euclidiano n-dimensional ou espa¸co Rn
V = Rn= {(x1, · · · , xn) | xi ∈ R}
Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de vetores em Rn
I multiplica¸c˜ao de um vetor em Rn por escalar temos que V = Rn ´e um espa¸co vetorial real.
Casos particulares importantes:
Plano euclidiano: V = R2
Exemplos de Espa¸cos Vetoriais
(1) Espa¸co euclidiano n-dimensional ou espa¸co Rn
V = Rn= {(x1, · · · , xn) | xi ∈ R}
Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de vetores em Rn
I multiplica¸c˜ao de um vetor em Rn por escalar temos que V = Rn ´e um espa¸co vetorial real.
Casos particulares importantes:
Plano euclidiano: V = R2
Espa¸co euclidiano tridimensional: V = R3
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Exemplos de Espa¸cos Vetoriais
(1) Espa¸co euclidiano n-dimensional ou espa¸co Rn
V = Rn= {(x1, · · · , xn) | xi ∈ R}
Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de vetores em Rn
I multiplica¸c˜ao de um vetor em Rn por escalar temos que V = Rn ´e um espa¸co vetorial real.
Casos particulares importantes:
Plano euclidiano: V = R2
Exemplos de Espa¸cos Vetoriais
(1) Espa¸co euclidiano n-dimensional ou espa¸co Rn
V = Rn= {(x1, · · · , xn) | xi ∈ R}
Com as opera¸c˜oes usuais de
I soma de vetores em Rn
I multiplica¸c˜ao de um vetor em Rn por escalar temos que V = Rn ´e um espa¸co vetorial real.
Casos particulares importantes:
Plano euclidiano: V = R2
Espa¸co euclidiano tridimensional: V = R3
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Exemplos de Espa¸cos Vetoriais
(1) Espa¸co euclidiano n-dimensional ou espa¸co Rn
V = Rn= {(x1, · · · , xn) | xi ∈ R}
Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de vetores em Rn
I multiplica¸c˜ao de um vetor em Rn por escalar
temos que V = Rn ´e um espa¸co vetorial real.
Casos particulares importantes:
Plano euclidiano: V = R2
Exemplos de Espa¸cos Vetoriais
(1) Espa¸co euclidiano n-dimensional ou espa¸co Rn
V = Rn= {(x1, · · · , xn) | xi ∈ R}
Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de vetores em Rn
I multiplica¸c˜ao de um vetor em Rn por escalar temos que V = Rn ´e um espa¸co vetorial real.
Casos particulares importantes:
Plano euclidiano: V = R2
Espa¸co euclidiano tridimensional: V = R3
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Exemplos de Espa¸cos Vetoriais
(1) Espa¸co euclidiano n-dimensional ou espa¸co Rn
V = Rn= {(x1, · · · , xn) | xi ∈ R}
Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de vetores em Rn
I multiplica¸c˜ao de um vetor em Rn por escalar temos que V = Rn ´e um espa¸co vetorial real.
Casos particulares importantes:
Plano euclidiano: V = R2
(2) Conjunto das matrizes reais m × n
V = Mm×n(R)
Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de matrizes
I multiplica¸c˜ao de uma matriz por escalar
temos que V = Mm×n(R) ´e um espa¸co vetorial real.
Caso particular: Conjunto das matrizes quadradas de ordem 2
V = M2(R) = a b c d : a, b, c, d ∈ R ´
(2) Conjunto das matrizes reais m × n
V = Mm×n(R)
Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de matrizes
I multiplica¸c˜ao de uma matriz por escalar
temos que V = Mm×n(R) ´e um espa¸co vetorial real.
Caso particular: Conjunto das matrizes quadradas de ordem 2
V = M2(R) = a b c d : a, b, c, d ∈ R
(2) Conjunto das matrizes reais m × n
V = Mm×n(R)
Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de matrizes
I multiplica¸c˜ao de uma matriz por escalar
temos que V = Mm×n(R) ´e um espa¸co vetorial real.
Caso particular: Conjunto das matrizes quadradas de ordem 2
V = M2(R) = a b c d : a, b, c, d ∈ R ´
(2) Conjunto das matrizes reais m × n
V = Mm×n(R)
Com as opera¸c˜oes usuais de
I soma de matrizes
I multiplica¸c˜ao de uma matriz por escalar
temos que V = Mm×n(R) ´e um espa¸co vetorial real.
Caso particular: Conjunto das matrizes quadradas de ordem 2
V = M2(R) = a b c d : a, b, c, d ∈ R
(2) Conjunto das matrizes reais m × n
V = Mm×n(R)
Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de matrizes
I multiplica¸c˜ao de uma matriz por escalar
temos que V = Mm×n(R) ´e um espa¸co vetorial real.
Caso particular: Conjunto das matrizes quadradas de ordem 2
V = M2(R) = a b c d : a, b, c, d ∈ R ´
(2) Conjunto das matrizes reais m × n
V = Mm×n(R)
Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de matrizes
I multiplica¸c˜ao de uma matriz por escalar
temos que V = Mm×n(R) ´e um espa¸co vetorial real.
Caso particular: Conjunto das matrizes quadradas de ordem 2
V = M2(R) = a b c d : a, b, c, d ∈ R
(2) Conjunto das matrizes reais m × n
V = Mm×n(R)
Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de matrizes
I multiplica¸c˜ao de uma matriz por escalar
temos que V = Mm×n(R) ´e um espa¸co vetorial real.
Caso particular: Conjunto das matrizes quadradas de ordem 2
V = M2(R) = a b c d : a, b, c, d ∈ R ´
(2) Conjunto das matrizes reais m × n
V = Mm×n(R)
Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de matrizes
I multiplica¸c˜ao de uma matriz por escalar
temos que V = Mm×n(R) ´e um espa¸co vetorial real.
Caso particular: Conjunto das matrizes quadradas de ordem 2
V = M2(R) = a b c d : a, b, c, d ∈ R
(3) Conjunto das fun¸c˜oes reais cont´ınuas no intervalo I
V = C(I ) = {f : I −→ R | f cont´ınua }
Se f , g ∈ C(I ) e α um escalar, definamos I a soma de fun¸c˜oes f + g definida por:
(f + g )(x ) = f (x ) + g (x ), para todo x ∈ I ´e cont´ınua
I a multiplica¸c˜ao de uma fun¸c˜ao por escalar α f definida por
(α f )(x ) = α f (x ), para todo x ∈ I ´e cont´ınua
Com estas opera¸c˜oes o conjunto V = C(I ) ´e um espa¸co vetorial real. Observe que 0V ´e a fun¸c˜ao nula.
´
(3) Conjunto das fun¸c˜oes reais cont´ınuas no intervalo I
V = C(I ) = {f : I −→ R | f cont´ınua }
Se f , g ∈ C(I ) e α um escalar, definamos I a soma de fun¸c˜oes f + g definida por:
(f + g )(x ) = f (x ) + g (x ), para todo x ∈ I ´e cont´ınua
I a multiplica¸c˜ao de uma fun¸c˜ao por escalar α f definida por
(α f )(x ) = α f (x ), para todo x ∈ I ´e cont´ınua
Com estas opera¸c˜oes o conjunto V = C(I ) ´e um espa¸co vetorial real. Observe que 0V ´e a fun¸c˜ao nula.
(3) Conjunto das fun¸c˜oes reais cont´ınuas no intervalo I
V = C(I ) = {f : I −→ R | f cont´ınua }
Se f , g ∈ C(I ) e α um escalar, definamos I a soma de fun¸c˜oes f + g definida por:
(f + g )(x ) = f (x ) + g (x ), para todo x ∈ I ´e cont´ınua
I a multiplica¸c˜ao de uma fun¸c˜ao por escalar α f definida por
(α f )(x ) = α f (x ), para todo x ∈ I ´e cont´ınua
Com estas opera¸c˜oes o conjunto V = C(I ) ´e um espa¸co vetorial real.
Observe que 0V ´e a fun¸c˜ao nula.
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(3) Conjunto das fun¸c˜oes reais cont´ınuas no intervalo I
V = C(I ) = {f : I −→ R | f cont´ınua }
Se f , g ∈ C(I ) e α um escalar, definamos I a soma de fun¸c˜oes f + g definida por:
(f + g )(x ) = f (x ) + g (x ), para todo x ∈ I ´e cont´ınua
I a multiplica¸c˜ao de uma fun¸c˜ao por escalar α f definida por
(α f )(x ) = α f (x ), para todo x ∈ I ´e cont´ınua
(4) Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ n
V = Pn(R) = {a0+ a1x + · · · + an−1xn−1+ anxn : ai ∈ R}
Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de polinˆominos
I multiplica¸c˜ao de um polinˆomio por escalar temos que V = Pn(R) ´e um espa¸co vetorial real.
Observe que 0V = 0 + 0x + · · · + 0xn´e o polinˆomio nulo.
Caso particular: Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ 2
V = P2 = {a0+ a1x + a2x2 : ai ∈ R}
´
(4) Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ n
V = Pn(R) = {a0+ a1x + · · · + an−1xn−1+ anxn : ai ∈ R}
Com as opera¸c˜oes usuais de
I soma de polinˆominos
I multiplica¸c˜ao de um polinˆomio por escalar temos que V = Pn(R) ´e um espa¸co vetorial real.
Observe que 0V = 0 + 0x + · · · + 0xn´e o polinˆomio nulo.
Caso particular: Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ 2
(4) Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ n
V = Pn(R) = {a0+ a1x + · · · + an−1xn−1+ anxn : ai ∈ R}
Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de polinˆominos
I multiplica¸c˜ao de um polinˆomio por escalar
temos que V = Pn(R) ´e um espa¸co vetorial real.
Observe que 0V = 0 + 0x + · · · + 0xn´e o polinˆomio nulo.
Caso particular: Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ 2
V = P2 = {a0+ a1x + a2x2 : ai ∈ R}
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(4) Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ n
V = Pn(R) = {a0+ a1x + · · · + an−1xn−1+ anxn : ai ∈ R}
Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de polinˆominos
I multiplica¸c˜ao de um polinˆomio por escalar temos que V = Pn(R) ´e um espa¸co vetorial real.
Observe que 0V = 0 + 0x + · · · + 0xn´e o polinˆomio nulo.
Caso particular: Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ 2
(4) Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ n
V = Pn(R) = {a0+ a1x + · · · + an−1xn−1+ anxn : ai ∈ R}
Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de polinˆominos
I multiplica¸c˜ao de um polinˆomio por escalar temos que V = Pn(R) ´e um espa¸co vetorial real.
Observe que 0V = 0 + 0x + · · · + 0xn´e o polinˆomio nulo.
Caso particular: Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ 2
V = P2 = {a0+ a1x + a2x2 : ai ∈ R}
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(4) Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ n
V = Pn(R) = {a0+ a1x + · · · + an−1xn−1+ anxn : ai ∈ R}
Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de polinˆominos
I multiplica¸c˜ao de um polinˆomio por escalar temos que V = Pn(R) ´e um espa¸co vetorial real.
Observe que 0V = 0 + 0x + · · · + 0xn´e o polinˆomio nulo.
Caso particular: Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ 2
Exemplo
V = R2
u = (x1, x2) ∈ V = R2
v = (y1, y2) ∈ V = R2
α ∈ R
Definamos as seguintes opera¸c˜oes:
1 Soma (soma usual)
u + v = (x1+ y1, x2+ y2) ∈ V = R2 2 Multiplica¸c˜ao por um escalar (multiplica¸c˜ao n˜ao usual)
α u = (α x1, 0) ∈ V = R2
Com as opera¸c˜oes acima definidas, V n˜ao ´e um espa¸co vetorial real
(Observe que 1u 6= u)
´
Exemplo
V = R2
u = (x1, x2) ∈ V = R2
v = (y1, y2) ∈ V = R2
α ∈ R
Definamos as seguintes opera¸c˜oes:
1 Soma (soma usual)
u + v = (x1+ y1, x2+ y2) ∈ V = R2 2 Multiplica¸c˜ao por um escalar (multiplica¸c˜ao n˜ao usual)
α u = (α x1, 0) ∈ V = R2
Com as opera¸c˜oes acima definidas, V n˜ao ´e um espa¸co vetorial real
Exemplo
V = R2
u = (x1, x2) ∈ V = R2
v = (y1, y2) ∈ V = R2
α ∈ R
Definamos as seguintes opera¸c˜oes:
1 Soma (soma usual)
u + v = (x1+ y1, x2+ y2) ∈ V = R2 2 Multiplica¸c˜ao por um escalar (multiplica¸c˜ao n˜ao usual)
α u = (α x1, 0) ∈ V = R2
Com as opera¸c˜oes acima definidas, V n˜ao ´e um espa¸co vetorial real
(Observe que 1u 6= u)
´
Exemplo
V = R2
u = (x1, x2) ∈ V = R2
v = (y1, y2) ∈ V = R2
α ∈ R
Definamos as seguintes opera¸c˜oes:
1 Soma (soma usual)
u + v = (x1+ y1, x2+ y2) ∈ V = R2 2 Multiplica¸c˜ao por um escalar (multiplica¸c˜ao n˜ao usual)
α u = (α x1, 0) ∈ V = R2
Com as opera¸c˜oes acima definidas, V n˜ao ´e um espa¸co vetorial real
Exemplo
V = R2
u = (x1, x2) ∈ V = R2
v = (y1, y2) ∈ V = R2
α ∈ R
Definamos as seguintes opera¸c˜oes:
1 Soma (soma usual)
u + v = (x1+ y1, x2+ y2) ∈ V = R2
2 Multiplica¸c˜ao por um escalar (multiplica¸c˜ao n˜ao usual)
α u = (α x1, 0) ∈ V = R2
Com as opera¸c˜oes acima definidas, V n˜ao ´e um espa¸co vetorial real
(Observe que 1u 6= u)
´
Exemplo
V = R2
u = (x1, x2) ∈ V = R2
v = (y1, y2) ∈ V = R2
α ∈ R
Definamos as seguintes opera¸c˜oes:
1 Soma (soma usual)
u + v = (x1+ y1, x2+ y2) ∈ V = R2 2 Multiplica¸c˜ao por um escalar (multiplica¸c˜ao n˜ao usual)
α u = (α x1, 0) ∈ V = R2
Com as opera¸c˜oes acima definidas, V n˜ao ´e um espa¸co vetorial real
Exemplo
V = R2
u = (x1, x2) ∈ V = R2
v = (y1, y2) ∈ V = R2
α ∈ R
Definamos as seguintes opera¸c˜oes:
1 Soma (soma usual)
u + v = (x1+ y1, x2+ y2) ∈ V = R2 2 Multiplica¸c˜ao por um escalar (multiplica¸c˜ao n˜ao usual)
α u = (α x1, 0) ∈ V = R2
Com as opera¸c˜oes acima definidas, V n˜ao ´e um espa¸co vetorial real
(Observe que 1u 6= u)
´
Teorema
Sejam
V um espa¸co vetorial real
u ∈ V e α ∈ R Ent˜ao 1 0 · u = 0V 2 α · 0V = 0V 3 (−1)u = −u 4 α · u = 0V ⇒ α = 0 ou u = 0V.
Teorema
Sejam
V um espa¸co vetorial real
u ∈ V e α ∈ R Ent˜ao 1 0 · u = 0V 2 α · 0V = 0V 3 (−1)u = −u 4 α · u = 0V ⇒ α = 0 ou u = 0V. ´
Teorema
Sejam
V um espa¸co vetorial real
u ∈ V e α ∈ R Ent˜ao 1 0 · u = 0V 2 α · 0V = 0V 3 (−1)u = −u 4 α · u = 0V ⇒ α = 0 ou u = 0V.
Teorema
Sejam
V um espa¸co vetorial real
u ∈ V e α ∈ R Ent˜ao 1 0 · u = 0V 2 α · 0V = 0V 3 (−1)u = −u 4 α · u = 0V ⇒ α = 0 ou u = 0V. ´
Teorema
Sejam
V um espa¸co vetorial real
u ∈ V e α ∈ R Ent˜ao 1 0 · u = 0V 2 α · 0V = 0V 3 (−1)u = −u 4 α · u = 0V ⇒ α = 0 ou u = 0V.
Teorema
Sejam
V um espa¸co vetorial real
u ∈ V e α ∈ R Ent˜ao 1 0 · u = 0V 2 α · 0V = 0V 3 (−1)u = −u 4 α · u = 0V ⇒ α = 0 ou u = 0V. ´
Teorema
Sejam
V um espa¸co vetorial real
u ∈ V e α ∈ R Ent˜ao 1 0 · u = 0V 2 α · 0V = 0V 3 (−1)u = −u 4 α · u = 0V ⇒ α = 0 ou u = 0V.
Teorema
Sejam
V um espa¸co vetorial real
u ∈ V e α ∈ R Ent˜ao 1 0 · u = 0V 2 α · 0V = 0V 3 (−1)u = −u 4 α · u = 0V ⇒ α = 0 ou u = 0V. ´
Teorema
Sejam
V um espa¸co vetorial real
u ∈ V e α ∈ R Ent˜ao 1 0 · u = 0V 2 α · 0V = 0V 3 (−1)u = −u 4 α · u = 0V ⇒ α = 0 ou u = 0V.
Prova:
1 u + 0 · u = 1 · u + 0 · u = (1 + 0) · u (prop 8 e prop 5)
ent˜ao u + 0 · u = 1 · u = u (prop 8)
somando a ambos os membros −u temos −u + (u + 0 · u) = −u + u
(−u + u) + 0 · u = 0V (prop 1 e prop 4)
0v + 0 · u = 0V (prop 4)
Logo, 0 · u = 0V (prop 3)
2 (Exerc´ıcio) Escreva α · 0V = α(0V + 0V) e use a prop 5. No resultado
obtido some −α · 0v em ambos os membros. Use prop 3 e prop 1
para concluir o resultado.
3 (Exerc´ıcio) Escreva (−1) · u = (−1) · u + 0V e use a prop 3 para
escrever 0v = u + (−u). Use prop 1, prop 5 e depois prop 3 e parte 1
do Teorema para concluir o resultado.
4 (Exerc´ıcio) Suponha que α 6= 0 e escreva u = 1 · u = (1 αα) · u.
´
Prova:
1 u + 0 · u = 1 · u + 0 · u = (1 + 0) · u (prop 8 e prop 5)
ent˜ao u + 0 · u = 1 · u = u (prop 8)
somando a ambos os membros −u temos −u + (u + 0 · u) = −u + u
(−u + u) + 0 · u = 0V (prop 1 e prop 4)
0v + 0 · u = 0V (prop 4)
Logo, 0 · u = 0V (prop 3)
2 (Exerc´ıcio) Escreva α · 0V = α(0V + 0V) e use a prop 5. No resultado
obtido some −α · 0v em ambos os membros. Use prop 3 e prop 1
para concluir o resultado.
3 (Exerc´ıcio) Escreva (−1) · u = (−1) · u + 0V e use a prop 3 para
escrever 0v = u + (−u). Use prop 1, prop 5 e depois prop 3 e parte 1
do Teorema para concluir o resultado.
4 (Exerc´ıcio) Suponha que α 6= 0 e escreva u = 1 · u = (1 αα) · u.
Prova:
1 u + 0 · u = 1 · u + 0 · u = (1 + 0) · u (prop 8 e prop 5)
ent˜ao u + 0 · u = 1 · u = u (prop 8)
somando a ambos os membros −u temos −u + (u + 0 · u) = −u + u
(−u + u) + 0 · u = 0V (prop 1 e prop 4)
0v + 0 · u = 0V (prop 4)
Logo, 0 · u = 0V (prop 3)
2 (Exerc´ıcio) Escreva α · 0V = α(0V + 0V) e use a prop 5. No resultado
obtido some −α · 0v em ambos os membros. Use prop 3 e prop 1
para concluir o resultado.
3 (Exerc´ıcio) Escreva (−1) · u = (−1) · u + 0V e use a prop 3 para
escrever 0v = u + (−u). Use prop 1, prop 5 e depois prop 3 e parte 1
do Teorema para concluir o resultado.
4 (Exerc´ıcio) Suponha que α 6= 0 e escreva u = 1 · u = (1 αα) · u.
´
Prova:
1 u + 0 · u = 1 · u + 0 · u = (1 + 0) · u (prop 8 e prop 5)
ent˜ao u + 0 · u = 1 · u = u (prop 8)
somando a ambos os membros −u temos −u + (u + 0 · u) = −u + u
(−u + u) + 0 · u = 0V (prop 1 e prop 4)
0v + 0 · u = 0V (prop 4)
Logo, 0 · u = 0V (prop 3)
2 (Exerc´ıcio) Escreva α · 0V = α(0V + 0V) e use a prop 5. No resultado
obtido some −α · 0v em ambos os membros. Use prop 3 e prop 1
para concluir o resultado.
3 (Exerc´ıcio) Escreva (−1) · u = (−1) · u + 0V e use a prop 3 para
escrever 0v = u + (−u). Use prop 1, prop 5 e depois prop 3 e parte 1
do Teorema para concluir o resultado.
4 (Exerc´ıcio) Suponha que α 6= 0 e escreva u = 1 · u = (1 αα) · u.
Prova:
1 u + 0 · u = 1 · u + 0 · u = (1 + 0) · u (prop 8 e prop 5)
ent˜ao u + 0 · u = 1 · u = u (prop 8)
somando a ambos os membros −u temos −u + (u + 0 · u) = −u + u
(−u + u) + 0 · u = 0V (prop 1 e prop 4)
0v + 0 · u = 0V (prop 4)
Logo, 0 · u = 0V (prop 3)
2 (Exerc´ıcio) Escreva α · 0V = α(0V + 0V) e use a prop 5. No resultado
obtido some −α · 0v em ambos os membros. Use prop 3 e prop 1
para concluir o resultado.
3 (Exerc´ıcio) Escreva (−1) · u = (−1) · u + 0V e use a prop 3 para
escrever 0v = u + (−u). Use prop 1, prop 5 e depois prop 3 e parte 1
do Teorema para concluir o resultado.
4 (Exerc´ıcio) Suponha que α 6= 0 e escreva u = 1 · u = (1 αα) · u.
´
Prova:
1 u + 0 · u = 1 · u + 0 · u = (1 + 0) · u (prop 8 e prop 5)
ent˜ao u + 0 · u = 1 · u = u (prop 8)
somando a ambos os membros −u temos −u + (u + 0 · u) = −u + u
(−u + u) + 0 · u = 0V (prop 1 e prop 4)
0v + 0 · u = 0V (prop 4)
Logo, 0 · u = 0V (prop 3)
2 (Exerc´ıcio) Escreva α · 0V = α(0V + 0V) e use a prop 5. No resultado
obtido some −α · 0v em ambos os membros. Use prop 3 e prop 1
para concluir o resultado.
3 (Exerc´ıcio) Escreva (−1) · u = (−1) · u + 0V e use a prop 3 para
escrever 0v = u + (−u). Use prop 1, prop 5 e depois prop 3 e parte 1
do Teorema para concluir o resultado.
4 (Exerc´ıcio) Suponha que α 6= 0 e escreva u = 1 · u = (1 αα) · u.
Prova:
1 u + 0 · u = 1 · u + 0 · u = (1 + 0) · u (prop 8 e prop 5)
ent˜ao u + 0 · u = 1 · u = u (prop 8)
somando a ambos os membros −u temos −u + (u + 0 · u) = −u + u
(−u + u) + 0 · u = 0V (prop 1 e prop 4)
0v + 0 · u = 0V (prop 4)
Logo, 0 · u = 0V (prop 3)
2 (Exerc´ıcio) Escreva α · 0V = α(0V + 0V) e use a prop 5. No resultado
obtido some −α · 0v em ambos os membros. Use prop 3 e prop 1
para concluir o resultado.
3 (Exerc´ıcio) Escreva (−1) · u = (−1) · u + 0V e use a prop 3 para
escrever 0v = u + (−u). Use prop 1, prop 5 e depois prop 3 e parte 1
do Teorema para concluir o resultado.
4 (Exerc´ıcio) Suponha que α 6= 0 e escreva u = 1 · u = (1 αα) · u. ´
Problema
V espa¸co vetorial W ⊂ V tal que W 6= ∅
Que condi¸c˜oes devemos impor ao conjunto W para que seja um “pequeno”espa¸co vetorial ?
Problema
V espa¸co vetorial W ⊂ V tal que W 6= ∅
Que condi¸c˜oes devemos impor ao conjunto W para que seja um “pequeno”espa¸co vetorial ?
´
Motiva¸c˜
ao
Considere os seguintes subconjuntos do espa¸co vetorial V = R2 Lembre que o vetor nulo´e 0V = (0, 0).
1 O conjunto W = {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 0} ´e tal que
W ⊂ V e W 6= ∅
2 O conjunto W1= {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 1} ´e tal que
W1⊂ V e W16= ∅
3 Seja W2= { (x , y ) ∈ R2 : y = x2}
Motiva¸c˜
ao
Considere os seguintes subconjuntos do espa¸co vetorial V = R2
Lembre que o vetor nulo´e 0V = (0, 0).
1 O conjunto W = {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 0} ´e tal que
W ⊂ V e W 6= ∅
2 O conjunto W1= {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 1} ´e tal que
W1⊂ V e W16= ∅
3 Seja W2= { (x , y ) ∈ R2 : y = x2}
W2 ⊂ R2 e W2 6= ∅
´
Motiva¸c˜
ao
Considere os seguintes subconjuntos do espa¸co vetorial V = R2 Lembre que o vetor nulo´e 0V = (0, 0).
1 O conjunto W = {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 0} ´e tal que
W ⊂ V e W 6= ∅
2 O conjunto W1= {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 1} ´e tal que
W1⊂ V e W16= ∅
3 Seja W2= { (x , y ) ∈ R2 : y = x2}
Motiva¸c˜
ao
Considere os seguintes subconjuntos do espa¸co vetorial V = R2 Lembre que o vetor nulo´e 0V = (0, 0).
1 O conjunto W = {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 0} ´e tal que
W ⊂ V e W 6= ∅
2 O conjunto W1= {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 1} ´e tal que
W1⊂ V e W16= ∅
3 Seja W2= { (x , y ) ∈ R2 : y = x2}
W2 ⊂ R2 e W2 6= ∅
´
Motiva¸c˜
ao
Considere os seguintes subconjuntos do espa¸co vetorial V = R2 Lembre que o vetor nulo´e 0V = (0, 0).
1 O conjunto W = {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 0} ´e tal que
W ⊂ V e W 6= ∅
2 O conjunto W1= {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 1} ´e tal que
W1⊂ V e W16= ∅
3 Seja W2= { (x , y ) ∈ R2 : y = x2}
Motiva¸c˜
ao
Considere os seguintes subconjuntos do espa¸co vetorial V = R2 Lembre que o vetor nulo´e 0V = (0, 0).
1 O conjunto W = {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 0} ´e tal que
W ⊂ V e W 6= ∅
2 O conjunto W1= {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 1} ´e tal que
W1⊂ V e W16= ∅
3 Seja W2= { (x , y ) ∈ R2 : y = x2}
W2 ⊂ R2 e W2 6= ∅
´
Resposta
Defini¸c˜ao
Sejam
V um espa¸co vetorial real
W um subconjunto de V tal que W 6= ∅ Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:
(i) 0V ∈ W ;
(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W
Resposta
Defini¸c˜ao
Sejam
V um espa¸co vetorial real
W um subconjunto de V tal que W 6= ∅ Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:
(i) 0V ∈ W ;
(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W
(iii) α · u ∈ W , para quaisquer α escalar e u vetor em W
´
Resposta
Defini¸c˜ao
Sejam
V um espa¸co vetorial real
W um subconjunto de V tal que W 6= ∅ Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:
(i) 0V ∈ W ;
(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W
Resposta
Defini¸c˜ao
Sejam
V um espa¸co vetorial real
W um subconjunto de V tal que W 6= ∅
Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:
(i) 0V ∈ W ;
(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W
(iii) α · u ∈ W , para quaisquer α escalar e u vetor em W
´
Resposta
Defini¸c˜ao
Sejam
V um espa¸co vetorial real
W um subconjunto de V tal que W 6= ∅
Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:
(i) 0V ∈ W ;
(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W
Resposta
Defini¸c˜ao
Sejam
V um espa¸co vetorial real
W um subconjunto de V tal que W 6= ∅ Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:
(i) 0V ∈ W ;
(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W
(iii) α · u ∈ W , para quaisquer α escalar e u vetor em W
´
Resposta
Defini¸c˜ao
Sejam
V um espa¸co vetorial real
W um subconjunto de V tal que W 6= ∅ Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:
(i) 0V ∈ W ;
(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W
Resposta
Defini¸c˜ao
Sejam
V um espa¸co vetorial real
W um subconjunto de V tal que W 6= ∅ Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:
(i) 0V ∈ W ;
(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W
(iii) α · u ∈ W , para quaisquer α escalar e u vetor em W
´
Resposta
Defini¸c˜ao
Sejam
V um espa¸co vetorial real
W um subconjunto de V tal que W 6= ∅ Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:
(i) 0V ∈ W ;
(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W
Observa¸c˜
oes
1 Todo subespa¸co vetorial W ´e, em si mesmo, um espa¸co vetorial.
I As condi¸c˜oes(1),(2), (5),(6),(7),(8)s˜ao v´alidas para quaisquer vetores u, v , w ∈ V , em particular, s˜ao v´alidas para u, v , w ∈ W ⊂ V , ou seja,
W herdaessas propriedades de V . I A condi¸c˜ao(3)se verifica pela da defini¸c˜ao de subepa¸co I Para verificar a condi¸c˜ao(4), observemos que se u ∈ W , ent˜ao
(−1)u ∈ W . Pelo Teorema parte (3) temos que (−1)u = −u ∈ W .
2 W = {0V} ´e um subespa¸co vetorial de V .
´
Observa¸c˜
oes
1 Todo subespa¸co vetorial W ´e, em si mesmo, um espa¸co vetorial.
I As condi¸c˜oes(1),(2), (5),(6),(7),(8)s˜ao v´alidas para quaisquer vetores u, v , w ∈ V , em particular, s˜ao v´alidas para u, v , w ∈ W ⊂ V , ou seja,
W herdaessas propriedades de V . I A condi¸c˜ao(3)se verifica pela da defini¸c˜ao de subepa¸co I Para verificar a condi¸c˜ao(4), observemos que se u ∈ W , ent˜ao
(−1)u ∈ W . Pelo Teorema parte (3) temos que (−1)u = −u ∈ W .
Observa¸c˜
oes
1 Todo subespa¸co vetorial W ´e, em si mesmo, um espa¸co vetorial.
I As condi¸c˜oes(1),(2), (5),(6),(7),(8)s˜ao v´alidas para quaisquer vetores u, v , w ∈ V , em particular, s˜ao v´alidas para u, v , w ∈ W ⊂ V , ou seja,
W herdaessas propriedades de V .
I A condi¸c˜ao(3)se verifica pela da defini¸c˜ao de subepa¸co I Para verificar a condi¸c˜ao(4), observemos que se u ∈ W , ent˜ao
(−1)u ∈ W . Pelo Teorema parte (3) temos que (−1)u = −u ∈ W .
2 W = {0V} ´e um subespa¸co vetorial de V .
´
Observa¸c˜
oes
1 Todo subespa¸co vetorial W ´e, em si mesmo, um espa¸co vetorial.
I As condi¸c˜oes(1),(2), (5),(6),(7),(8)s˜ao v´alidas para quaisquer vetores u, v , w ∈ V , em particular, s˜ao v´alidas para u, v , w ∈ W ⊂ V , ou seja,
W herdaessas propriedades de V . I A condi¸c˜ao(3)se verifica pela da defini¸c˜ao de subepa¸co
I Para verificar a condi¸c˜ao(4), observemos que se u ∈ W , ent˜ao (−1)u ∈ W . Pelo Teorema parte (3) temos que (−1)u = −u ∈ W .
Observa¸c˜
oes
1 Todo subespa¸co vetorial W ´e, em si mesmo, um espa¸co vetorial.
I As condi¸c˜oes(1),(2), (5),(6),(7),(8)s˜ao v´alidas para quaisquer vetores u, v , w ∈ V , em particular, s˜ao v´alidas para u, v , w ∈ W ⊂ V , ou seja,
W herdaessas propriedades de V . I A condi¸c˜ao(3)se verifica pela da defini¸c˜ao de subepa¸co I Para verificar a condi¸c˜ao(4), observemos que se u ∈ W , ent˜ao
(−1)u ∈ W . Pelo Teorema parte (3) temos que (−1)u = −u ∈ W .
2 W = {0V} ´e um subespa¸co vetorial de V .
´
Observa¸c˜
oes
1 Todo subespa¸co vetorial W ´e, em si mesmo, um espa¸co vetorial.
I As condi¸c˜oes(1),(2), (5),(6),(7),(8)s˜ao v´alidas para quaisquer vetores u, v , w ∈ V , em particular, s˜ao v´alidas para u, v , w ∈ W ⊂ V , ou seja,
W herdaessas propriedades de V . I A condi¸c˜ao(3)se verifica pela da defini¸c˜ao de subepa¸co I Para verificar a condi¸c˜ao(4), observemos que se u ∈ W , ent˜ao
(−1)u ∈ W . Pelo Teorema parte (3) temos que (−1)u = −u ∈ W .
Resumindo
Todo espa¸co vetorial V admite ao menos dois subespa¸cos vetorias:
{0V} e V
chamados subespa¸cos trivias.
´
Exemplos
1 Seja v ∈ V = R3 tal que v 6= 0V. O conjunto
W = {tv | t ∈ R } ´
e um subespa¸co vetorial de V = R3.
2 Sejam u, v ∈ V = R3 tais que u, v s˜ao LI. O conjunto
W = {λu + µv | λ, µ ∈ R } ´
Exemplos
1 Seja v ∈ V = R3 tal que v 6= 0V. O conjunto
W = {tv | t ∈ R } ´
e um subespa¸co vetorial de V = R3.
2 Sejam u, v ∈ V = R3 tais que u, v s˜ao LI. O conjunto
W = {λu + µv | λ, µ ∈ R } ´
e um subespa¸co vetorial de V = R3.
´
Exemplos
1 Seja v ∈ V = R3 tal que v 6= 0V. O conjunto
W = {tv | t ∈ R } ´
e um subespa¸co vetorial de V = R3.
2 Sejam u, v ∈ V = R3 tais que u, v s˜ao LI. O conjunto
W = {λu + µv | λ, µ ∈ R } ´
Subespa¸cos de V = R2 Subespa¸cos de V = R3
{0V}, onde 0V = (0, 0) retas que passam pela origem
V = R2
{0V}, onde 0V = (0, 0, 0) retas que passam pela origem planos que passam pela origem
V = R3
´
Subespa¸cos de V = R2 Subespa¸cos de V = R3
{0V}, onde 0V = (0, 0)
retas que passam pela origem
V = R2
{0V}, onde 0V = (0, 0, 0) retas que passam pela origem planos que passam pela origem
Subespa¸cos de V = R2 Subespa¸cos de V = R3
{0V}, onde 0V = (0, 0) retas que passam pela origem
V = R2
{0V}, onde 0V = (0, 0, 0) retas que passam pela origem planos que passam pela origem
V = R3
´
Subespa¸cos de V = R2 Subespa¸cos de V = R3
{0V}, onde 0V = (0, 0) retas que passam pela origem
V = R2
{0V}, onde 0V = (0, 0, 0) retas que passam pela origem planos que passam pela origem
Subespa¸cos de V = R2 Subespa¸cos de V = R3
{0V}, onde 0V = (0, 0) retas que passam pela origem
V = R2
{0V}, onde 0V = (0, 0, 0)
retas que passam pela origem planos que passam pela origem
V = R3
´
Subespa¸cos de V = R2 Subespa¸cos de V = R3
{0V}, onde 0V = (0, 0) retas que passam pela origem
V = R2
{0V}, onde 0V = (0, 0, 0) retas que passam pela origem
planos que passam pela origem
Subespa¸cos de V = R2 Subespa¸cos de V = R3
{0V}, onde 0V = (0, 0) retas que passam pela origem
V = R2
{0V}, onde 0V = (0, 0, 0) retas que passam pela origem planos que passam pela origem
V = R3
´
Subespa¸cos de V = R2 Subespa¸cos de V = R3
{0V}, onde 0V = (0, 0) retas que passam pela origem
V = R2
{0V}, onde 0V = (0, 0, 0) retas que passam pela origem planos que passam pela origem
Exemplos
1 O conjunto W = {(a, b, −b, a) | a, b ∈ R } ´e um subespa¸co vetorial de
V = R4.
2 O conjunto W = {a + bx − bx2+ ax3| a, b ∈ R } ´e um subespa¸co
vetorial de V = P3. 3 O conjunto W = a b −b a a, b ∈ R ´ e um subespa¸co de M2(R). ´
Exemplos
1 O conjunto W = {(a, b, −b, a) | a, b ∈ R } ´e um subespa¸co vetorial de
V = R4.
2 O conjunto W = {a + bx − bx2+ ax3| a, b ∈ R } ´e um subespa¸co
vetorial de V = P3. 3 O conjunto W = a b −b a a, b ∈ R ´ e um subespa¸co de M2(R).
Exemplos
1 O conjunto W = {(a, b, −b, a) | a, b ∈ R } ´e um subespa¸co vetorial de
V = R4.
2 O conjunto W = {a + bx − bx2+ ax3| a, b ∈ R } ´e um subespa¸co
vetorial de V = P3. 3 O conjunto W = a b −b a a, b ∈ R ´ e um subespa¸co de M2(R). ´
Exemplos
1 O conjunto W = {(a, b, −b, a) | a, b ∈ R } ´e um subespa¸co vetorial de
V = R4.
2 O conjunto W = {a + bx − bx2+ ax3| a, b ∈ R } ´e um subespa¸co
vetorial de V = P3. 3 O conjunto W = a b −b a a, b ∈ R ´ e um subespa¸co de M2(R).
Construindo novos subespa¸cos
Sejam W1 e W2 dois subespa¸cos vetoriais de V 1 Pergunta: W1∩ W2 ´e um subespa¸co de V ?
Resposta: Sim !
2 Pergunta: W1∪ W2 ´e um subespa¸co de V ?
Considere os seguintes subespa¸cos de V = R3:
W1= eixo x e W2= eixo y I (0, 0, 0) ∈ W1∪ W2 I Sejam u = (1, 0, 0) ∈ W1e v = (0, 1, 0) ∈ W2ent˜ao u + v = (1, 1, 0) /∈ W1∪ W2 Resposta: N˜ao !! ´
Construindo novos subespa¸cos
Sejam W1 e W2 dois subespa¸cos vetoriais de V 1 Pergunta: W1∩ W2 ´e um subespa¸co de V ?
Resposta: Sim !
2 Pergunta: W1∪ W2 ´e um subespa¸co de V ?
Considere os seguintes subespa¸cos de V = R3:
W1= eixo x e W2= eixo y
I (0, 0, 0) ∈ W1∪ W2
I Sejam u = (1, 0, 0) ∈ W1e v = (0, 1, 0) ∈ W2ent˜ao
u + v = (1, 1, 0) /∈ W1∪ W2
Construindo novos subespa¸cos
Sejam W1 e W2 dois subespa¸cos vetoriais de V 1 Pergunta: W1∩ W2 ´e um subespa¸co de V ?
Resposta: Sim !
2 Pergunta: W1∪ W2 ´e um subespa¸co de V ?
Considere os seguintes subespa¸cos de V = R3:
W1= eixo x e W2= eixo y I (0, 0, 0) ∈ W1∪ W2 I Sejam u = (1, 0, 0) ∈ W1e v = (0, 1, 0) ∈ W2ent˜ao u + v = (1, 1, 0) /∈ W1∪ W2 Resposta: N˜ao !! ´
Construindo novos subespa¸cos
Sejam W1 e W2 dois subespa¸cos vetoriais de V 1 Pergunta: W1∩ W2 ´e um subespa¸co de V ?
Resposta: Sim !
2 Pergunta: W1∪ W2 ´e um subespa¸co de V ?
Considere os seguintes subespa¸cos de V = R3:
W1= eixo x e W2= eixo y
I (0, 0, 0) ∈ W1∪ W2
I Sejam u = (1, 0, 0) ∈ W1e v = (0, 1, 0) ∈ W2ent˜ao
u + v = (1, 1, 0) /∈ W1∪ W2
Construindo novos subespa¸cos
Sejam W1 e W2 dois subespa¸cos vetoriais de V 1 Pergunta: W1∩ W2 ´e um subespa¸co de V ?
Resposta: Sim !
2 Pergunta: W1∪ W2 ´e um subespa¸co de V ?
Considere os seguintes subespa¸cos de V = R3:
W1= eixo x e W2= eixo y I (0, 0, 0) ∈ W1∪ W2 I Sejam u = (1, 0, 0) ∈ W1e v = (0, 1, 0) ∈ W2ent˜ao u + v = (1, 1, 0) /∈ W1∪ W2 Resposta: N˜ao !! ´
Construindo novos subespa¸cos
Sejam W1 e W2 dois subespa¸cos vetoriais de V 1 Pergunta: W1∩ W2 ´e um subespa¸co de V ?
Resposta: Sim !
2 Pergunta: W1∪ W2 ´e um subespa¸co de V ?
Considere os seguintes subespa¸cos de V = R3:
W1= eixo x e W2= eixo y
I (0, 0, 0) ∈ W1∪ W2
I Sejam u = (1, 0, 0) ∈ W1e v = (0, 1, 0) ∈ W2ent˜ao
u + v = (1, 1, 0) /∈ W1∪ W2
Construindo novos subespa¸cos
Sejam W1 e W2 dois subespa¸cos vetoriais de V 1 Pergunta: W1∩ W2 ´e um subespa¸co de V ?
Resposta: Sim !
2 Pergunta: W1∪ W2 ´e um subespa¸co de V ?
Considere os seguintes subespa¸cos de V = R3:
W1= eixo x e W2= eixo y I (0, 0, 0) ∈ W1∪ W2 I Sejam u = (1, 0, 0) ∈ W1e v = (0, 1, 0) ∈ W2ent˜ao u + v = (1, 1, 0) /∈ W1∪ W2 Resposta: N˜ao !! ´
Soma de subespa¸cos
O conjunto
W1+ W2 = {u1+ u2 : u1∈ W1, u2 ∈ W2},
chamado soma de W1 e W2, ´e um subespa¸co vetorial de V
Exemplos: Seja o espaco vetorial V = R3
(1) Se W1 = (eixo x ) e W2 = (eixo y ) ent˜ao
W1+ W2 = (plano xy )
Observe que W1∩ W2 = {O
Soma de subespa¸cos
O conjunto
W1+ W2 = {u1+ u2 : u1∈ W1, u2 ∈ W2},
chamado soma de W1 e W2, ´e um subespa¸co vetorial de V
Exemplos: Seja o espaco vetorial V = R3
(1) Se W1 = (eixo x ) e W2 = (eixo y ) ent˜ao
W1+ W2 = (plano xy )
Observe que W1∩ W2 = {O
R3}
´
Soma de subespa¸cos
O conjunto
W1+ W2 = {u1+ u2 : u1∈ W1, u2 ∈ W2},
chamado soma de W1 e W2, ´e um subespa¸co vetorial de V
Exemplos: Seja o espaco vetorial V = R3
(1) Se W1 = (eixo x ) e W2 = (eixo y ) ent˜ao
W1+ W2 = (plano xy )
Observe que W1∩ W2 = {O
(2) Se S1 = (plano xy ) e S2 = (plano xz) ent˜ao
S1+ S2 = R3
Observe que S1∩ S2= (eixo x )
(3) Se F1 = (plano xy ) e F2= (eixo z) ent˜ao
F1+ F2 = R3
Observe que F1∩ F2 = {0
R3}
Pergunta: Qual a diferen¸ca entre os exemplos anteriores?
´
(2) Se S1 = (plano xy ) e S2 = (plano xz) ent˜ao
S1+ S2 = R3
Observe que S1∩ S2 = (eixo x )
(3) Se F1 = (plano xy ) e F2= (eixo z) ent˜ao
F1+ F2 = R3
Observe que F1∩ F2 = {0
R3}
(2) Se S1 = (plano xy ) e S2 = (plano xz) ent˜ao
S1+ S2 = R3
Observe que S1∩ S2 = (eixo x )
(3) Se F1 = (plano xy ) e F2 = (eixo z) ent˜ao
F1+ F2 = R3
Observe que F1∩ F2 = {0
R3}
Pergunta: Qual a diferen¸ca entre os exemplos anteriores?
´
(2) Se S1 = (plano xy ) e S2 = (plano xz) ent˜ao
S1+ S2 = R3
Observe que S1∩ S2 = (eixo x )
(3) Se F1 = (plano xy ) e F2 = (eixo z) ent˜ao
F1+ F2 = R3
Observe que F1∩ F2 = {0
R3}
(2) Se S1 = (plano xy ) e S2 = (plano xz) ent˜ao
S1+ S2 = R3
Observe que S1∩ S2 = (eixo x )
(3) Se F1 = (plano xy ) e F2 = (eixo z) ent˜ao
F1+ F2 = R3
Observe que F1∩ F2 = {0
R3}
Pergunta: Qual a diferen¸ca entre os exemplos anteriores?
´
Soma Direta
Defini¸c˜ao
V espa¸co vetorial
W1 e W2 subespa¸cos vetoriais de V
Quando W1∩ W2 = {0V}, o subespa¸co vetorial W1+ W2 ´e chamado soma diretade W1 e W2, escrevemos
W1⊕ W2
Para os exemplos acima temos que
W1⊕ W2 = plano xy
Soma Direta
Defini¸c˜ao
V espa¸co vetorial
W1 e W2 subespa¸cos vetoriais de V
Quando W1∩ W2 = {0V}, o subespa¸co vetorial W1+ W2 ´e chamado soma diretade W1 e W2, escrevemos
W1⊕ W2
Para os exemplos acima temos que
W1⊕ W2 = plano xy
F1⊕ F2 = R3
´
Soma Direta
Defini¸c˜ao
V espa¸co vetorial
W1 e W2 subespa¸cos vetoriais de V
Quando W1∩ W2 = {0V}, o subespa¸co vetorial W1+ W2 ´e chamado soma diretade W1 e W2, escrevemos
W1⊕ W2
Para os exemplos acima temos que
W1⊕ W2 = plano xy
Exemplo
Se W1 = a b 0 d : a, b, d ∈ R e W2= a 0 c d : a, c, d ∈ R ent˜ao W1∩ W2= a 0 0 d : a, d ∈ R 6= {0M 2(R)} Logo, W1+ W2 n˜ao ´e soma direta.´
Exemplo
Se W1 = a b 0 d : a, b, d ∈ R e W2= a 0 c d : a, c, d ∈ R ent˜ao W1∩ W2= a 0 0 d : a, d ∈ R 6= {0M 2(R)}Exemplo
Se W1 = a b 0 d : a, b, d ∈ R e W2= a 0 c d : a, c, d ∈ R ent˜ao W1∩ W2= a 0 0 d : a, d ∈ R 6= {0M 2(R)} Logo, W1+ W2 n˜ao ´e soma direta.´