• Nenhum resultado encontrado

AL-AULA-6B-2016

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "AL-AULA-6B-2016"

Copied!
128
0
0

Texto

(1)

Espa¸cos Vetoriais

´ Algebra Linear BC1425 UFABC Junho/2016

(2)

Espa¸cos Vetoriais

Primeira Aula

´

(3)

Espa¸co Vetorial

Defini¸c˜ao

Seja V um conjunto tal que V 6= ∅. Definamos as sgtes opera¸c˜oes em V :

soma

+ : V × V → V

(u, v ) → u+v

multiplica¸c˜ao por escalar

· : R × V → V

(α, v ) → α·v

Dizemos que V ´e um espa¸co vetorial realse para quaisquer u, v , w ∈ V e α, β escalares, as opera¸c˜oes definidas acima s˜ao tais que :

(4)

Espa¸co Vetorial

Defini¸c˜ao

Seja V um conjunto tal que V 6= ∅. Definamos as sgtes opera¸c˜oes em V :

soma

+ : V × V → V

(u, v ) → u+v

multiplica¸c˜ao por escalar

· : R × V → V

(α, v ) → α·v

Dizemos que V ´e um espa¸co vetorial realse para quaisquer u, v , w ∈ V e α, β escalares, as opera¸c˜oes definidas acima s˜ao tais que :

´

(5)

Espa¸co Vetorial

Defini¸c˜ao

Seja V um conjunto tal que V 6= ∅.

Definamos as sgtes opera¸c˜oes em V :

soma

+ : V × V → V

(u, v ) → u+v

multiplica¸c˜ao por escalar

· : R × V → V

(α, v ) → α·v

Dizemos que V ´e um espa¸co vetorial realse para quaisquer u, v , w ∈ V e α, β escalares, as opera¸c˜oes definidas acima s˜ao tais que :

(6)

Espa¸co Vetorial

Defini¸c˜ao

Seja V um conjunto tal que V 6= ∅. Definamos as sgtes opera¸c˜oes em V :

soma

+ : V × V → V

(u, v ) → u+v

multiplica¸c˜ao por escalar

· : R × V → V

(α, v ) → α·v

Dizemos que V ´e um espa¸co vetorial realse para quaisquer u, v , w ∈ V e α, β escalares, as opera¸c˜oes definidas acima s˜ao tais que :

´

(7)

Espa¸co Vetorial

Defini¸c˜ao

Seja V um conjunto tal que V 6= ∅. Definamos as sgtes opera¸c˜oes em V :

soma

+ : V × V → V

(u, v ) → u+v

multiplica¸c˜ao por escalar

· : R × V → V

(α, v ) → α·v

Dizemos que V ´e um espa¸co vetorial realse para quaisquer u, v , w ∈ V e α, β escalares, as opera¸c˜oes definidas acima s˜ao tais que :

(8)

Espa¸co Vetorial

Defini¸c˜ao

Seja V um conjunto tal que V 6= ∅. Definamos as sgtes opera¸c˜oes em V :

soma

+ : V × V → V

(u, v ) → u+v

multiplica¸c˜ao por escalar

· : R × V → V

(α, v ) → α·v

Dizemos que V ´e um espa¸co vetorial realse para quaisquer u, v , w ∈ V e α, β escalares, as opera¸c˜oes definidas acima s˜ao tais que :

´

(9)

Espa¸co Vetorial

Defini¸c˜ao

Seja V um conjunto tal que V 6= ∅. Definamos as sgtes opera¸c˜oes em V :

soma

+ : V × V → V

(u, v ) → u+v

multiplica¸c˜ao por escalar

· : R × V → V

(α, v ) → α·v

Dizemos que V ´e um espa¸co vetorial realse para quaisquer u, v , w ∈ V e α, β escalares, as opera¸c˜oes definidas acima s˜ao tais que :

(10)

1 (associativa) (u + v ) + w = u + (v + w )

2 (comutativa) u + v = v + u

3 (existˆencia do vetor nulo ) Existe 0 ∈ V tal que u + 0 = u

4 (existˆencia do vetor oposto) Existe −u ∈ V tal que u + (−u) = 0 5 (distributiva) α(u + v ) = αu + αv

6 (distributiva) (α + β)v = αv + βv 7 (associatividade) (αβ)v = α(βv ) 8 (multiplica¸c˜ao por 1) 1 u = u

Os elementos de um espa¸co vetorial V s˜ao chamadosvetores.

´

(11)

1 (associativa) (u + v ) + w = u + (v + w ) 2 (comutativa) u + v = v + u

3 (existˆencia do vetor nulo ) Existe 0 ∈ V tal que u + 0 = u

4 (existˆencia do vetor oposto) Existe −u ∈ V tal que u + (−u) = 0 5 (distributiva) α(u + v ) = αu + αv

6 (distributiva) (α + β)v = αv + βv 7 (associatividade) (αβ)v = α(βv ) 8 (multiplica¸c˜ao por 1) 1 u = u

(12)

1 (associativa) (u + v ) + w = u + (v + w ) 2 (comutativa) u + v = v + u

3 (existˆencia do vetor nulo ) Existe 0 ∈ V tal que u + 0 = u

4 (existˆencia do vetor oposto) Existe −u ∈ V tal que u + (−u) = 0 5 (distributiva) α(u + v ) = αu + αv

6 (distributiva) (α + β)v = αv + βv 7 (associatividade) (αβ)v = α(βv ) 8 (multiplica¸c˜ao por 1) 1 u = u

Os elementos de um espa¸co vetorial V s˜ao chamadosvetores.

´

(13)

1 (associativa) (u + v ) + w = u + (v + w ) 2 (comutativa) u + v = v + u

3 (existˆencia do vetor nulo ) Existe 0 ∈ V tal que u + 0 = u

4 (existˆencia do vetor oposto) Existe −u ∈ V tal que u + (−u) = 0

5 (distributiva) α(u + v ) = αu + αv 6 (distributiva) (α + β)v = αv + βv 7 (associatividade) (αβ)v = α(βv ) 8 (multiplica¸c˜ao por 1) 1 u = u

(14)

1 (associativa) (u + v ) + w = u + (v + w ) 2 (comutativa) u + v = v + u

3 (existˆencia do vetor nulo ) Existe 0 ∈ V tal que u + 0 = u

4 (existˆencia do vetor oposto) Existe −u ∈ V tal que u + (−u) = 0 5 (distributiva) α(u + v ) = αu + αv

6 (distributiva) (α + β)v = αv + βv 7 (associatividade) (αβ)v = α(βv ) 8 (multiplica¸c˜ao por 1) 1 u = u

Os elementos de um espa¸co vetorial V s˜ao chamadosvetores.

´

(15)

1 (associativa) (u + v ) + w = u + (v + w ) 2 (comutativa) u + v = v + u

3 (existˆencia do vetor nulo ) Existe 0 ∈ V tal que u + 0 = u

4 (existˆencia do vetor oposto) Existe −u ∈ V tal que u + (−u) = 0 5 (distributiva) α(u + v ) = αu + αv

6 (distributiva) (α + β)v = αv + βv

7 (associatividade) (αβ)v = α(βv ) 8 (multiplica¸c˜ao por 1) 1 u = u

(16)

1 (associativa) (u + v ) + w = u + (v + w ) 2 (comutativa) u + v = v + u

3 (existˆencia do vetor nulo ) Existe 0 ∈ V tal que u + 0 = u

4 (existˆencia do vetor oposto) Existe −u ∈ V tal que u + (−u) = 0 5 (distributiva) α(u + v ) = αu + αv

6 (distributiva) (α + β)v = αv + βv 7 (associatividade) (αβ)v = α(βv )

8 (multiplica¸c˜ao por 1) 1 u = u

Os elementos de um espa¸co vetorial V s˜ao chamadosvetores.

´

(17)

1 (associativa) (u + v ) + w = u + (v + w ) 2 (comutativa) u + v = v + u

3 (existˆencia do vetor nulo ) Existe 0 ∈ V tal que u + 0 = u

4 (existˆencia do vetor oposto) Existe −u ∈ V tal que u + (−u) = 0 5 (distributiva) α(u + v ) = αu + αv

6 (distributiva) (α + β)v = αv + βv 7 (associatividade) (αβ)v = α(βv ) 8 (multiplica¸c˜ao por 1) 1 u = u

(18)

1 (associativa) (u + v ) + w = u + (v + w ) 2 (comutativa) u + v = v + u

3 (existˆencia do vetor nulo ) Existe 0 ∈ V tal que u + 0 = u

4 (existˆencia do vetor oposto) Existe −u ∈ V tal que u + (−u) = 0 5 (distributiva) α(u + v ) = αu + αv

6 (distributiva) (α + β)v = αv + βv 7 (associatividade) (αβ)v = α(βv ) 8 (multiplica¸c˜ao por 1) 1 u = u

Os elementos de um espa¸co vetorial V s˜ao chamadosvetores.

´

(19)

Denotaremos por 0V o vetor nulo do espa¸co vetorial V

Se os escalares na defini¸c˜ao acima s˜ao n´umeros complexos, V ser´a um espa¸co vetorial complexo.

(20)

Denotaremos por 0V o vetor nulo do espa¸co vetorial V

Se os escalares na defini¸c˜ao acima s˜ao n´umeros complexos, V ser´a um espa¸co vetorial complexo.

´

(21)

Exemplos de Espa¸cos Vetoriais

(1) Espa¸co euclidiano n-dimensional ou espa¸co Rn

V = Rn= {(x1, · · · , xn) | xi ∈ R}

Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de vetores em Rn

I multiplica¸c˜ao de um vetor em Rn por escalar temos que V = Rn ´e um espa¸co vetorial real.

Casos particulares importantes:

Plano euclidiano: V = R2

(22)

Exemplos de Espa¸cos Vetoriais

(1) Espa¸co euclidiano n-dimensional ou espa¸co Rn

V = Rn= {(x1, · · · , xn) | xi ∈ R}

Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de vetores em Rn

I multiplica¸c˜ao de um vetor em Rn por escalar temos que V = Rn ´e um espa¸co vetorial real.

Casos particulares importantes:

Plano euclidiano: V = R2

Espa¸co euclidiano tridimensional: V = R3

´

(23)

Exemplos de Espa¸cos Vetoriais

(1) Espa¸co euclidiano n-dimensional ou espa¸co Rn

V = Rn= {(x1, · · · , xn) | xi ∈ R}

Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de vetores em Rn

I multiplica¸c˜ao de um vetor em Rn por escalar temos que V = Rn ´e um espa¸co vetorial real.

Casos particulares importantes:

Plano euclidiano: V = R2

(24)

Exemplos de Espa¸cos Vetoriais

(1) Espa¸co euclidiano n-dimensional ou espa¸co Rn

V = Rn= {(x1, · · · , xn) | xi ∈ R}

Com as opera¸c˜oes usuais de

I soma de vetores em Rn

I multiplica¸c˜ao de um vetor em Rn por escalar temos que V = Rn ´e um espa¸co vetorial real.

Casos particulares importantes:

Plano euclidiano: V = R2

Espa¸co euclidiano tridimensional: V = R3

´

(25)

Exemplos de Espa¸cos Vetoriais

(1) Espa¸co euclidiano n-dimensional ou espa¸co Rn

V = Rn= {(x1, · · · , xn) | xi ∈ R}

Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de vetores em Rn

I multiplica¸c˜ao de um vetor em Rn por escalar

temos que V = Rn ´e um espa¸co vetorial real.

Casos particulares importantes:

Plano euclidiano: V = R2

(26)

Exemplos de Espa¸cos Vetoriais

(1) Espa¸co euclidiano n-dimensional ou espa¸co Rn

V = Rn= {(x1, · · · , xn) | xi ∈ R}

Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de vetores em Rn

I multiplica¸c˜ao de um vetor em Rn por escalar temos que V = Rn ´e um espa¸co vetorial real.

Casos particulares importantes:

Plano euclidiano: V = R2

Espa¸co euclidiano tridimensional: V = R3

´

(27)

Exemplos de Espa¸cos Vetoriais

(1) Espa¸co euclidiano n-dimensional ou espa¸co Rn

V = Rn= {(x1, · · · , xn) | xi ∈ R}

Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de vetores em Rn

I multiplica¸c˜ao de um vetor em Rn por escalar temos que V = Rn ´e um espa¸co vetorial real.

Casos particulares importantes:

Plano euclidiano: V = R2

(28)

(2) Conjunto das matrizes reais m × n

V = Mm×n(R)

Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de matrizes

I multiplica¸c˜ao de uma matriz por escalar

temos que V = Mm×n(R) ´e um espa¸co vetorial real.

Caso particular: Conjunto das matrizes quadradas de ordem 2

V = M2(R) =  a b c d  : a, b, c, d ∈ R  ´

(29)

(2) Conjunto das matrizes reais m × n

V = Mm×n(R)

Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de matrizes

I multiplica¸c˜ao de uma matriz por escalar

temos que V = Mm×n(R) ´e um espa¸co vetorial real.

Caso particular: Conjunto das matrizes quadradas de ordem 2

V = M2(R) =  a b c d  : a, b, c, d ∈ R 

(30)

(2) Conjunto das matrizes reais m × n

V = Mm×n(R)

Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de matrizes

I multiplica¸c˜ao de uma matriz por escalar

temos que V = Mm×n(R) ´e um espa¸co vetorial real.

Caso particular: Conjunto das matrizes quadradas de ordem 2

V = M2(R) =  a b c d  : a, b, c, d ∈ R  ´

(31)

(2) Conjunto das matrizes reais m × n

V = Mm×n(R)

Com as opera¸c˜oes usuais de

I soma de matrizes

I multiplica¸c˜ao de uma matriz por escalar

temos que V = Mm×n(R) ´e um espa¸co vetorial real.

Caso particular: Conjunto das matrizes quadradas de ordem 2

V = M2(R) =  a b c d  : a, b, c, d ∈ R 

(32)

(2) Conjunto das matrizes reais m × n

V = Mm×n(R)

Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de matrizes

I multiplica¸c˜ao de uma matriz por escalar

temos que V = Mm×n(R) ´e um espa¸co vetorial real.

Caso particular: Conjunto das matrizes quadradas de ordem 2

V = M2(R) =  a b c d  : a, b, c, d ∈ R  ´

(33)

(2) Conjunto das matrizes reais m × n

V = Mm×n(R)

Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de matrizes

I multiplica¸c˜ao de uma matriz por escalar

temos que V = Mm×n(R) ´e um espa¸co vetorial real.

Caso particular: Conjunto das matrizes quadradas de ordem 2

V = M2(R) =  a b c d  : a, b, c, d ∈ R 

(34)

(2) Conjunto das matrizes reais m × n

V = Mm×n(R)

Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de matrizes

I multiplica¸c˜ao de uma matriz por escalar

temos que V = Mm×n(R) ´e um espa¸co vetorial real.

Caso particular: Conjunto das matrizes quadradas de ordem 2

V = M2(R) =  a b c d  : a, b, c, d ∈ R  ´

(35)

(2) Conjunto das matrizes reais m × n

V = Mm×n(R)

Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de matrizes

I multiplica¸c˜ao de uma matriz por escalar

temos que V = Mm×n(R) ´e um espa¸co vetorial real.

Caso particular: Conjunto das matrizes quadradas de ordem 2

V = M2(R) =  a b c d  : a, b, c, d ∈ R 

(36)

(3) Conjunto das fun¸c˜oes reais cont´ınuas no intervalo I

V = C(I ) = {f : I −→ R | f cont´ınua }

Se f , g ∈ C(I ) e α um escalar, definamos I a soma de fun¸c˜oes f + g definida por:

(f + g )(x ) = f (x ) + g (x ), para todo x ∈ I ´e cont´ınua

I a multiplica¸c˜ao de uma fun¸c˜ao por escalar α f definida por

(α f )(x ) = α f (x ), para todo x ∈ I ´e cont´ınua

Com estas opera¸c˜oes o conjunto V = C(I ) ´e um espa¸co vetorial real. Observe que 0V ´e a fun¸c˜ao nula.

´

(37)

(3) Conjunto das fun¸c˜oes reais cont´ınuas no intervalo I

V = C(I ) = {f : I −→ R | f cont´ınua }

Se f , g ∈ C(I ) e α um escalar, definamos I a soma de fun¸c˜oes f + g definida por:

(f + g )(x ) = f (x ) + g (x ), para todo x ∈ I ´e cont´ınua

I a multiplica¸c˜ao de uma fun¸c˜ao por escalar α f definida por

(α f )(x ) = α f (x ), para todo x ∈ I ´e cont´ınua

Com estas opera¸c˜oes o conjunto V = C(I ) ´e um espa¸co vetorial real. Observe que 0V ´e a fun¸c˜ao nula.

(38)

(3) Conjunto das fun¸c˜oes reais cont´ınuas no intervalo I

V = C(I ) = {f : I −→ R | f cont´ınua }

Se f , g ∈ C(I ) e α um escalar, definamos I a soma de fun¸c˜oes f + g definida por:

(f + g )(x ) = f (x ) + g (x ), para todo x ∈ I ´e cont´ınua

I a multiplica¸c˜ao de uma fun¸c˜ao por escalar α f definida por

(α f )(x ) = α f (x ), para todo x ∈ I ´e cont´ınua

Com estas opera¸c˜oes o conjunto V = C(I ) ´e um espa¸co vetorial real.

Observe que 0V ´e a fun¸c˜ao nula.

´

(39)

(3) Conjunto das fun¸c˜oes reais cont´ınuas no intervalo I

V = C(I ) = {f : I −→ R | f cont´ınua }

Se f , g ∈ C(I ) e α um escalar, definamos I a soma de fun¸c˜oes f + g definida por:

(f + g )(x ) = f (x ) + g (x ), para todo x ∈ I ´e cont´ınua

I a multiplica¸c˜ao de uma fun¸c˜ao por escalar α f definida por

(α f )(x ) = α f (x ), para todo x ∈ I ´e cont´ınua

(40)

(4) Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ n

V = Pn(R) = {a0+ a1x + · · · + an−1xn−1+ anxn : ai ∈ R}

Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de polinˆominos

I multiplica¸c˜ao de um polinˆomio por escalar temos que V = Pn(R) ´e um espa¸co vetorial real.

Observe que 0V = 0 + 0x + · · · + 0xn´e o polinˆomio nulo.

Caso particular: Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ 2

V = P2 = {a0+ a1x + a2x2 : ai ∈ R}

´

(41)

(4) Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ n

V = Pn(R) = {a0+ a1x + · · · + an−1xn−1+ anxn : ai ∈ R}

Com as opera¸c˜oes usuais de

I soma de polinˆominos

I multiplica¸c˜ao de um polinˆomio por escalar temos que V = Pn(R) ´e um espa¸co vetorial real.

Observe que 0V = 0 + 0x + · · · + 0xn´e o polinˆomio nulo.

Caso particular: Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ 2

(42)

(4) Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ n

V = Pn(R) = {a0+ a1x + · · · + an−1xn−1+ anxn : ai ∈ R}

Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de polinˆominos

I multiplica¸c˜ao de um polinˆomio por escalar

temos que V = Pn(R) ´e um espa¸co vetorial real.

Observe que 0V = 0 + 0x + · · · + 0xn´e o polinˆomio nulo.

Caso particular: Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ 2

V = P2 = {a0+ a1x + a2x2 : ai ∈ R}

´

(43)

(4) Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ n

V = Pn(R) = {a0+ a1x + · · · + an−1xn−1+ anxn : ai ∈ R}

Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de polinˆominos

I multiplica¸c˜ao de um polinˆomio por escalar temos que V = Pn(R) ´e um espa¸co vetorial real.

Observe que 0V = 0 + 0x + · · · + 0xn´e o polinˆomio nulo.

Caso particular: Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ 2

(44)

(4) Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ n

V = Pn(R) = {a0+ a1x + · · · + an−1xn−1+ anxn : ai ∈ R}

Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de polinˆominos

I multiplica¸c˜ao de um polinˆomio por escalar temos que V = Pn(R) ´e um espa¸co vetorial real.

Observe que 0V = 0 + 0x + · · · + 0xn´e o polinˆomio nulo.

Caso particular: Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ 2

V = P2 = {a0+ a1x + a2x2 : ai ∈ R}

´

(45)

(4) Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ n

V = Pn(R) = {a0+ a1x + · · · + an−1xn−1+ anxn : ai ∈ R}

Com as opera¸c˜oes usuais de I soma de polinˆominos

I multiplica¸c˜ao de um polinˆomio por escalar temos que V = Pn(R) ´e um espa¸co vetorial real.

Observe que 0V = 0 + 0x + · · · + 0xn´e o polinˆomio nulo.

Caso particular: Polinˆomios com coeficientes reais de grau ≤ 2

(46)

Exemplo

V = R2

u = (x1, x2) ∈ V = R2

v = (y1, y2) ∈ V = R2

α ∈ R

Definamos as seguintes opera¸c˜oes:

1 Soma (soma usual)

u + v = (x1+ y1, x2+ y2) ∈ V = R2 2 Multiplica¸c˜ao por um escalar (multiplica¸c˜ao n˜ao usual)

α u = (α x1, 0) ∈ V = R2

Com as opera¸c˜oes acima definidas, V n˜ao ´e um espa¸co vetorial real

(Observe que 1u 6= u)

´

(47)

Exemplo

V = R2

u = (x1, x2) ∈ V = R2

v = (y1, y2) ∈ V = R2

α ∈ R

Definamos as seguintes opera¸c˜oes:

1 Soma (soma usual)

u + v = (x1+ y1, x2+ y2) ∈ V = R2 2 Multiplica¸c˜ao por um escalar (multiplica¸c˜ao n˜ao usual)

α u = (α x1, 0) ∈ V = R2

Com as opera¸c˜oes acima definidas, V n˜ao ´e um espa¸co vetorial real

(48)

Exemplo

V = R2

u = (x1, x2) ∈ V = R2

v = (y1, y2) ∈ V = R2

α ∈ R

Definamos as seguintes opera¸c˜oes:

1 Soma (soma usual)

u + v = (x1+ y1, x2+ y2) ∈ V = R2 2 Multiplica¸c˜ao por um escalar (multiplica¸c˜ao n˜ao usual)

α u = (α x1, 0) ∈ V = R2

Com as opera¸c˜oes acima definidas, V n˜ao ´e um espa¸co vetorial real

(Observe que 1u 6= u)

´

(49)

Exemplo

V = R2

u = (x1, x2) ∈ V = R2

v = (y1, y2) ∈ V = R2

α ∈ R

Definamos as seguintes opera¸c˜oes:

1 Soma (soma usual)

u + v = (x1+ y1, x2+ y2) ∈ V = R2 2 Multiplica¸c˜ao por um escalar (multiplica¸c˜ao n˜ao usual)

α u = (α x1, 0) ∈ V = R2

Com as opera¸c˜oes acima definidas, V n˜ao ´e um espa¸co vetorial real

(50)

Exemplo

V = R2

u = (x1, x2) ∈ V = R2

v = (y1, y2) ∈ V = R2

α ∈ R

Definamos as seguintes opera¸c˜oes:

1 Soma (soma usual)

u + v = (x1+ y1, x2+ y2) ∈ V = R2

2 Multiplica¸c˜ao por um escalar (multiplica¸c˜ao n˜ao usual)

α u = (α x1, 0) ∈ V = R2

Com as opera¸c˜oes acima definidas, V n˜ao ´e um espa¸co vetorial real

(Observe que 1u 6= u)

´

(51)

Exemplo

V = R2

u = (x1, x2) ∈ V = R2

v = (y1, y2) ∈ V = R2

α ∈ R

Definamos as seguintes opera¸c˜oes:

1 Soma (soma usual)

u + v = (x1+ y1, x2+ y2) ∈ V = R2 2 Multiplica¸c˜ao por um escalar (multiplica¸c˜ao n˜ao usual)

α u = (α x1, 0) ∈ V = R2

Com as opera¸c˜oes acima definidas, V n˜ao ´e um espa¸co vetorial real

(52)

Exemplo

V = R2

u = (x1, x2) ∈ V = R2

v = (y1, y2) ∈ V = R2

α ∈ R

Definamos as seguintes opera¸c˜oes:

1 Soma (soma usual)

u + v = (x1+ y1, x2+ y2) ∈ V = R2 2 Multiplica¸c˜ao por um escalar (multiplica¸c˜ao n˜ao usual)

α u = (α x1, 0) ∈ V = R2

Com as opera¸c˜oes acima definidas, V n˜ao ´e um espa¸co vetorial real

(Observe que 1u 6= u)

´

(53)

Teorema

Sejam

V um espa¸co vetorial real

u ∈ V e α ∈ R Ent˜ao 1 0 · u = 0V 2 α · 0V = 0V 3 (−1)u = −u 4 α · u = 0V ⇒ α = 0 ou u = 0V.

(54)

Teorema

Sejam

V um espa¸co vetorial real

u ∈ V e α ∈ R Ent˜ao 1 0 · u = 0V 2 α · 0V = 0V 3 (−1)u = −u 4 α · u = 0V ⇒ α = 0 ou u = 0V. ´

(55)

Teorema

Sejam

V um espa¸co vetorial real

u ∈ V e α ∈ R Ent˜ao 1 0 · u = 0V 2 α · 0V = 0V 3 (−1)u = −u 4 α · u = 0V ⇒ α = 0 ou u = 0V.

(56)

Teorema

Sejam

V um espa¸co vetorial real

u ∈ V e α ∈ R Ent˜ao 1 0 · u = 0V 2 α · 0V = 0V 3 (−1)u = −u 4 α · u = 0V ⇒ α = 0 ou u = 0V. ´

(57)

Teorema

Sejam

V um espa¸co vetorial real

u ∈ V e α ∈ R Ent˜ao 1 0 · u = 0V 2 α · 0V = 0V 3 (−1)u = −u 4 α · u = 0V ⇒ α = 0 ou u = 0V.

(58)

Teorema

Sejam

V um espa¸co vetorial real

u ∈ V e α ∈ R Ent˜ao 1 0 · u = 0V 2 α · 0V = 0V 3 (−1)u = −u 4 α · u = 0V ⇒ α = 0 ou u = 0V. ´

(59)

Teorema

Sejam

V um espa¸co vetorial real

u ∈ V e α ∈ R Ent˜ao 1 0 · u = 0V 2 α · 0V = 0V 3 (−1)u = −u 4 α · u = 0V ⇒ α = 0 ou u = 0V.

(60)

Teorema

Sejam

V um espa¸co vetorial real

u ∈ V e α ∈ R Ent˜ao 1 0 · u = 0V 2 α · 0V = 0V 3 (−1)u = −u 4 α · u = 0V ⇒ α = 0 ou u = 0V. ´

(61)

Teorema

Sejam

V um espa¸co vetorial real

u ∈ V e α ∈ R Ent˜ao 1 0 · u = 0V 2 α · 0V = 0V 3 (−1)u = −u 4 α · u = 0V ⇒ α = 0 ou u = 0V.

(62)

Prova:

1 u + 0 · u = 1 · u + 0 · u = (1 + 0) · u (prop 8 e prop 5)

ent˜ao u + 0 · u = 1 · u = u (prop 8)

somando a ambos os membros −u temos −u + (u + 0 · u) = −u + u

(−u + u) + 0 · u = 0V (prop 1 e prop 4)

0v + 0 · u = 0V (prop 4)

Logo, 0 · u = 0V (prop 3)

2 (Exerc´ıcio) Escreva α · 0V = α(0V + 0V) e use a prop 5. No resultado

obtido some −α · 0v em ambos os membros. Use prop 3 e prop 1

para concluir o resultado.

3 (Exerc´ıcio) Escreva (−1) · u = (−1) · u + 0V e use a prop 3 para

escrever 0v = u + (−u). Use prop 1, prop 5 e depois prop 3 e parte 1

do Teorema para concluir o resultado.

4 (Exerc´ıcio) Suponha que α 6= 0 e escreva u = 1 · u = (1 αα) · u.

´

(63)

Prova:

1 u + 0 · u = 1 · u + 0 · u = (1 + 0) · u (prop 8 e prop 5)

ent˜ao u + 0 · u = 1 · u = u (prop 8)

somando a ambos os membros −u temos −u + (u + 0 · u) = −u + u

(−u + u) + 0 · u = 0V (prop 1 e prop 4)

0v + 0 · u = 0V (prop 4)

Logo, 0 · u = 0V (prop 3)

2 (Exerc´ıcio) Escreva α · 0V = α(0V + 0V) e use a prop 5. No resultado

obtido some −α · 0v em ambos os membros. Use prop 3 e prop 1

para concluir o resultado.

3 (Exerc´ıcio) Escreva (−1) · u = (−1) · u + 0V e use a prop 3 para

escrever 0v = u + (−u). Use prop 1, prop 5 e depois prop 3 e parte 1

do Teorema para concluir o resultado.

4 (Exerc´ıcio) Suponha que α 6= 0 e escreva u = 1 · u = (1 αα) · u.

(64)

Prova:

1 u + 0 · u = 1 · u + 0 · u = (1 + 0) · u (prop 8 e prop 5)

ent˜ao u + 0 · u = 1 · u = u (prop 8)

somando a ambos os membros −u temos −u + (u + 0 · u) = −u + u

(−u + u) + 0 · u = 0V (prop 1 e prop 4)

0v + 0 · u = 0V (prop 4)

Logo, 0 · u = 0V (prop 3)

2 (Exerc´ıcio) Escreva α · 0V = α(0V + 0V) e use a prop 5. No resultado

obtido some −α · 0v em ambos os membros. Use prop 3 e prop 1

para concluir o resultado.

3 (Exerc´ıcio) Escreva (−1) · u = (−1) · u + 0V e use a prop 3 para

escrever 0v = u + (−u). Use prop 1, prop 5 e depois prop 3 e parte 1

do Teorema para concluir o resultado.

4 (Exerc´ıcio) Suponha que α 6= 0 e escreva u = 1 · u = (1 αα) · u.

´

(65)

Prova:

1 u + 0 · u = 1 · u + 0 · u = (1 + 0) · u (prop 8 e prop 5)

ent˜ao u + 0 · u = 1 · u = u (prop 8)

somando a ambos os membros −u temos −u + (u + 0 · u) = −u + u

(−u + u) + 0 · u = 0V (prop 1 e prop 4)

0v + 0 · u = 0V (prop 4)

Logo, 0 · u = 0V (prop 3)

2 (Exerc´ıcio) Escreva α · 0V = α(0V + 0V) e use a prop 5. No resultado

obtido some −α · 0v em ambos os membros. Use prop 3 e prop 1

para concluir o resultado.

3 (Exerc´ıcio) Escreva (−1) · u = (−1) · u + 0V e use a prop 3 para

escrever 0v = u + (−u). Use prop 1, prop 5 e depois prop 3 e parte 1

do Teorema para concluir o resultado.

4 (Exerc´ıcio) Suponha que α 6= 0 e escreva u = 1 · u = (1 αα) · u.

(66)

Prova:

1 u + 0 · u = 1 · u + 0 · u = (1 + 0) · u (prop 8 e prop 5)

ent˜ao u + 0 · u = 1 · u = u (prop 8)

somando a ambos os membros −u temos −u + (u + 0 · u) = −u + u

(−u + u) + 0 · u = 0V (prop 1 e prop 4)

0v + 0 · u = 0V (prop 4)

Logo, 0 · u = 0V (prop 3)

2 (Exerc´ıcio) Escreva α · 0V = α(0V + 0V) e use a prop 5. No resultado

obtido some −α · 0v em ambos os membros. Use prop 3 e prop 1

para concluir o resultado.

3 (Exerc´ıcio) Escreva (−1) · u = (−1) · u + 0V e use a prop 3 para

escrever 0v = u + (−u). Use prop 1, prop 5 e depois prop 3 e parte 1

do Teorema para concluir o resultado.

4 (Exerc´ıcio) Suponha que α 6= 0 e escreva u = 1 · u = (1 αα) · u.

´

(67)

Prova:

1 u + 0 · u = 1 · u + 0 · u = (1 + 0) · u (prop 8 e prop 5)

ent˜ao u + 0 · u = 1 · u = u (prop 8)

somando a ambos os membros −u temos −u + (u + 0 · u) = −u + u

(−u + u) + 0 · u = 0V (prop 1 e prop 4)

0v + 0 · u = 0V (prop 4)

Logo, 0 · u = 0V (prop 3)

2 (Exerc´ıcio) Escreva α · 0V = α(0V + 0V) e use a prop 5. No resultado

obtido some −α · 0v em ambos os membros. Use prop 3 e prop 1

para concluir o resultado.

3 (Exerc´ıcio) Escreva (−1) · u = (−1) · u + 0V e use a prop 3 para

escrever 0v = u + (−u). Use prop 1, prop 5 e depois prop 3 e parte 1

do Teorema para concluir o resultado.

4 (Exerc´ıcio) Suponha que α 6= 0 e escreva u = 1 · u = (1 αα) · u.

(68)

Prova:

1 u + 0 · u = 1 · u + 0 · u = (1 + 0) · u (prop 8 e prop 5)

ent˜ao u + 0 · u = 1 · u = u (prop 8)

somando a ambos os membros −u temos −u + (u + 0 · u) = −u + u

(−u + u) + 0 · u = 0V (prop 1 e prop 4)

0v + 0 · u = 0V (prop 4)

Logo, 0 · u = 0V (prop 3)

2 (Exerc´ıcio) Escreva α · 0V = α(0V + 0V) e use a prop 5. No resultado

obtido some −α · 0v em ambos os membros. Use prop 3 e prop 1

para concluir o resultado.

3 (Exerc´ıcio) Escreva (−1) · u = (−1) · u + 0V e use a prop 3 para

escrever 0v = u + (−u). Use prop 1, prop 5 e depois prop 3 e parte 1

do Teorema para concluir o resultado.

4 (Exerc´ıcio) Suponha que α 6= 0 e escreva u = 1 · u = (1 αα) · u. ´

(69)

Problema

V espa¸co vetorial W ⊂ V tal que W 6= ∅

Que condi¸c˜oes devemos impor ao conjunto W para que seja um “pequeno”espa¸co vetorial ?

(70)

Problema

V espa¸co vetorial W ⊂ V tal que W 6= ∅

Que condi¸c˜oes devemos impor ao conjunto W para que seja um “pequeno”espa¸co vetorial ?

´

(71)

Motiva¸c˜

ao

Considere os seguintes subconjuntos do espa¸co vetorial V = R2 Lembre que o vetor nulo´e 0V = (0, 0).

1 O conjunto W = {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 0} ´e tal que

W ⊂ V e W 6= ∅

2 O conjunto W1= {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 1} ´e tal que

W1⊂ V e W16= ∅

3 Seja W2= { (x , y ) ∈ R2 : y = x2}

(72)

Motiva¸c˜

ao

Considere os seguintes subconjuntos do espa¸co vetorial V = R2

Lembre que o vetor nulo´e 0V = (0, 0).

1 O conjunto W = {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 0} ´e tal que

W ⊂ V e W 6= ∅

2 O conjunto W1= {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 1} ´e tal que

W1⊂ V e W16= ∅

3 Seja W2= { (x , y ) ∈ R2 : y = x2}

W2 ⊂ R2 e W2 6= ∅

´

(73)

Motiva¸c˜

ao

Considere os seguintes subconjuntos do espa¸co vetorial V = R2 Lembre que o vetor nulo´e 0V = (0, 0).

1 O conjunto W = {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 0} ´e tal que

W ⊂ V e W 6= ∅

2 O conjunto W1= {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 1} ´e tal que

W1⊂ V e W16= ∅

3 Seja W2= { (x , y ) ∈ R2 : y = x2}

(74)

Motiva¸c˜

ao

Considere os seguintes subconjuntos do espa¸co vetorial V = R2 Lembre que o vetor nulo´e 0V = (0, 0).

1 O conjunto W = {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 0} ´e tal que

W ⊂ V e W 6= ∅

2 O conjunto W1= {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 1} ´e tal que

W1⊂ V e W16= ∅

3 Seja W2= { (x , y ) ∈ R2 : y = x2}

W2 ⊂ R2 e W2 6= ∅

´

(75)

Motiva¸c˜

ao

Considere os seguintes subconjuntos do espa¸co vetorial V = R2 Lembre que o vetor nulo´e 0V = (0, 0).

1 O conjunto W = {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 0} ´e tal que

W ⊂ V e W 6= ∅

2 O conjunto W1= {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 1} ´e tal que

W1⊂ V e W16= ∅

3 Seja W2= { (x , y ) ∈ R2 : y = x2}

(76)

Motiva¸c˜

ao

Considere os seguintes subconjuntos do espa¸co vetorial V = R2 Lembre que o vetor nulo´e 0V = (0, 0).

1 O conjunto W = {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 0} ´e tal que

W ⊂ V e W 6= ∅

2 O conjunto W1= {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 1} ´e tal que

W1⊂ V e W16= ∅

3 Seja W2= { (x , y ) ∈ R2 : y = x2}

W2 ⊂ R2 e W2 6= ∅

´

(77)

Resposta

Defini¸c˜ao

Sejam

V um espa¸co vetorial real

W um subconjunto de V tal que W 6= ∅ Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:

(i) 0V ∈ W ;

(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W

(78)

Resposta

Defini¸c˜ao

Sejam

V um espa¸co vetorial real

W um subconjunto de V tal que W 6= ∅ Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:

(i) 0V ∈ W ;

(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W

(iii) α · u ∈ W , para quaisquer α escalar e u vetor em W

´

(79)

Resposta

Defini¸c˜ao

Sejam

V um espa¸co vetorial real

W um subconjunto de V tal que W 6= ∅ Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:

(i) 0V ∈ W ;

(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W

(80)

Resposta

Defini¸c˜ao

Sejam

V um espa¸co vetorial real

W um subconjunto de V tal que W 6= ∅

Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:

(i) 0V ∈ W ;

(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W

(iii) α · u ∈ W , para quaisquer α escalar e u vetor em W

´

(81)

Resposta

Defini¸c˜ao

Sejam

V um espa¸co vetorial real

W um subconjunto de V tal que W 6= ∅

Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:

(i) 0V ∈ W ;

(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W

(82)

Resposta

Defini¸c˜ao

Sejam

V um espa¸co vetorial real

W um subconjunto de V tal que W 6= ∅ Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:

(i) 0V ∈ W ;

(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W

(iii) α · u ∈ W , para quaisquer α escalar e u vetor em W

´

(83)

Resposta

Defini¸c˜ao

Sejam

V um espa¸co vetorial real

W um subconjunto de V tal que W 6= ∅ Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:

(i) 0V ∈ W ;

(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W

(84)

Resposta

Defini¸c˜ao

Sejam

V um espa¸co vetorial real

W um subconjunto de V tal que W 6= ∅ Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:

(i) 0V ∈ W ;

(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W

(iii) α · u ∈ W , para quaisquer α escalar e u vetor em W

´

(85)

Resposta

Defini¸c˜ao

Sejam

V um espa¸co vetorial real

W um subconjunto de V tal que W 6= ∅ Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:

(i) 0V ∈ W ;

(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W

(86)

Observa¸c˜

oes

1 Todo subespa¸co vetorial W ´e, em si mesmo, um espa¸co vetorial.

I As condi¸c˜oes(1),(2), (5),(6),(7),(8)s˜ao v´alidas para quaisquer vetores u, v , w ∈ V , em particular, s˜ao v´alidas para u, v , w ∈ W ⊂ V , ou seja,

W herdaessas propriedades de V . I A condi¸c˜ao(3)se verifica pela da defini¸c˜ao de subepa¸co I Para verificar a condi¸c˜ao(4), observemos que se u ∈ W , ent˜ao

(−1)u ∈ W . Pelo Teorema parte (3) temos que (−1)u = −u ∈ W .

2 W = {0V} ´e um subespa¸co vetorial de V .

´

(87)

Observa¸c˜

oes

1 Todo subespa¸co vetorial W ´e, em si mesmo, um espa¸co vetorial.

I As condi¸c˜oes(1),(2), (5),(6),(7),(8)s˜ao v´alidas para quaisquer vetores u, v , w ∈ V , em particular, s˜ao v´alidas para u, v , w ∈ W ⊂ V , ou seja,

W herdaessas propriedades de V . I A condi¸c˜ao(3)se verifica pela da defini¸c˜ao de subepa¸co I Para verificar a condi¸c˜ao(4), observemos que se u ∈ W , ent˜ao

(−1)u ∈ W . Pelo Teorema parte (3) temos que (−1)u = −u ∈ W .

(88)

Observa¸c˜

oes

1 Todo subespa¸co vetorial W ´e, em si mesmo, um espa¸co vetorial.

I As condi¸c˜oes(1),(2), (5),(6),(7),(8)s˜ao v´alidas para quaisquer vetores u, v , w ∈ V , em particular, s˜ao v´alidas para u, v , w ∈ W ⊂ V , ou seja,

W herdaessas propriedades de V .

I A condi¸c˜ao(3)se verifica pela da defini¸c˜ao de subepa¸co I Para verificar a condi¸c˜ao(4), observemos que se u ∈ W , ent˜ao

(−1)u ∈ W . Pelo Teorema parte (3) temos que (−1)u = −u ∈ W .

2 W = {0V} ´e um subespa¸co vetorial de V .

´

(89)

Observa¸c˜

oes

1 Todo subespa¸co vetorial W ´e, em si mesmo, um espa¸co vetorial.

I As condi¸c˜oes(1),(2), (5),(6),(7),(8)s˜ao v´alidas para quaisquer vetores u, v , w ∈ V , em particular, s˜ao v´alidas para u, v , w ∈ W ⊂ V , ou seja,

W herdaessas propriedades de V . I A condi¸c˜ao(3)se verifica pela da defini¸c˜ao de subepa¸co

I Para verificar a condi¸c˜ao(4), observemos que se u ∈ W , ent˜ao (−1)u ∈ W . Pelo Teorema parte (3) temos que (−1)u = −u ∈ W .

(90)

Observa¸c˜

oes

1 Todo subespa¸co vetorial W ´e, em si mesmo, um espa¸co vetorial.

I As condi¸c˜oes(1),(2), (5),(6),(7),(8)s˜ao v´alidas para quaisquer vetores u, v , w ∈ V , em particular, s˜ao v´alidas para u, v , w ∈ W ⊂ V , ou seja,

W herdaessas propriedades de V . I A condi¸c˜ao(3)se verifica pela da defini¸c˜ao de subepa¸co I Para verificar a condi¸c˜ao(4), observemos que se u ∈ W , ent˜ao

(−1)u ∈ W . Pelo Teorema parte (3) temos que (−1)u = −u ∈ W .

2 W = {0V} ´e um subespa¸co vetorial de V .

´

(91)

Observa¸c˜

oes

1 Todo subespa¸co vetorial W ´e, em si mesmo, um espa¸co vetorial.

I As condi¸c˜oes(1),(2), (5),(6),(7),(8)s˜ao v´alidas para quaisquer vetores u, v , w ∈ V , em particular, s˜ao v´alidas para u, v , w ∈ W ⊂ V , ou seja,

W herdaessas propriedades de V . I A condi¸c˜ao(3)se verifica pela da defini¸c˜ao de subepa¸co I Para verificar a condi¸c˜ao(4), observemos que se u ∈ W , ent˜ao

(−1)u ∈ W . Pelo Teorema parte (3) temos que (−1)u = −u ∈ W .

(92)

Resumindo

Todo espa¸co vetorial V admite ao menos dois subespa¸cos vetorias:

{0V} e V

chamados subespa¸cos trivias.

´

(93)

Exemplos

1 Seja v ∈ V = R3 tal que v 6= 0V. O conjunto

W = {tv | t ∈ R } ´

e um subespa¸co vetorial de V = R3.

2 Sejam u, v ∈ V = R3 tais que u, v s˜ao LI. O conjunto

W = {λu + µv | λ, µ ∈ R } ´

(94)

Exemplos

1 Seja v ∈ V = R3 tal que v 6= 0V. O conjunto

W = {tv | t ∈ R } ´

e um subespa¸co vetorial de V = R3.

2 Sejam u, v ∈ V = R3 tais que u, v s˜ao LI. O conjunto

W = {λu + µv | λ, µ ∈ R } ´

e um subespa¸co vetorial de V = R3.

´

(95)

Exemplos

1 Seja v ∈ V = R3 tal que v 6= 0V. O conjunto

W = {tv | t ∈ R } ´

e um subespa¸co vetorial de V = R3.

2 Sejam u, v ∈ V = R3 tais que u, v s˜ao LI. O conjunto

W = {λu + µv | λ, µ ∈ R } ´

(96)

Subespa¸cos de V = R2 Subespa¸cos de V = R3

{0V}, onde 0V = (0, 0) retas que passam pela origem

V = R2

{0V}, onde 0V = (0, 0, 0) retas que passam pela origem planos que passam pela origem

V = R3

´

(97)

Subespa¸cos de V = R2 Subespa¸cos de V = R3

{0V}, onde 0V = (0, 0)

retas que passam pela origem

V = R2

{0V}, onde 0V = (0, 0, 0) retas que passam pela origem planos que passam pela origem

(98)

Subespa¸cos de V = R2 Subespa¸cos de V = R3

{0V}, onde 0V = (0, 0) retas que passam pela origem

V = R2

{0V}, onde 0V = (0, 0, 0) retas que passam pela origem planos que passam pela origem

V = R3

´

(99)

Subespa¸cos de V = R2 Subespa¸cos de V = R3

{0V}, onde 0V = (0, 0) retas que passam pela origem

V = R2

{0V}, onde 0V = (0, 0, 0) retas que passam pela origem planos que passam pela origem

(100)

Subespa¸cos de V = R2 Subespa¸cos de V = R3

{0V}, onde 0V = (0, 0) retas que passam pela origem

V = R2

{0V}, onde 0V = (0, 0, 0)

retas que passam pela origem planos que passam pela origem

V = R3

´

(101)

Subespa¸cos de V = R2 Subespa¸cos de V = R3

{0V}, onde 0V = (0, 0) retas que passam pela origem

V = R2

{0V}, onde 0V = (0, 0, 0) retas que passam pela origem

planos que passam pela origem

(102)

Subespa¸cos de V = R2 Subespa¸cos de V = R3

{0V}, onde 0V = (0, 0) retas que passam pela origem

V = R2

{0V}, onde 0V = (0, 0, 0) retas que passam pela origem planos que passam pela origem

V = R3

´

(103)

Subespa¸cos de V = R2 Subespa¸cos de V = R3

{0V}, onde 0V = (0, 0) retas que passam pela origem

V = R2

{0V}, onde 0V = (0, 0, 0) retas que passam pela origem planos que passam pela origem

(104)

Exemplos

1 O conjunto W = {(a, b, −b, a) | a, b ∈ R } ´e um subespa¸co vetorial de

V = R4.

2 O conjunto W = {a + bx − bx2+ ax3| a, b ∈ R } ´e um subespa¸co

vetorial de V = P3. 3 O conjunto W =   a b −b a  a, b ∈ R  ´ e um subespa¸co de M2(R). ´

(105)

Exemplos

1 O conjunto W = {(a, b, −b, a) | a, b ∈ R } ´e um subespa¸co vetorial de

V = R4.

2 O conjunto W = {a + bx − bx2+ ax3| a, b ∈ R } ´e um subespa¸co

vetorial de V = P3. 3 O conjunto W =   a b −b a  a, b ∈ R  ´ e um subespa¸co de M2(R).

(106)

Exemplos

1 O conjunto W = {(a, b, −b, a) | a, b ∈ R } ´e um subespa¸co vetorial de

V = R4.

2 O conjunto W = {a + bx − bx2+ ax3| a, b ∈ R } ´e um subespa¸co

vetorial de V = P3. 3 O conjunto W =   a b −b a  a, b ∈ R  ´ e um subespa¸co de M2(R). ´

(107)

Exemplos

1 O conjunto W = {(a, b, −b, a) | a, b ∈ R } ´e um subespa¸co vetorial de

V = R4.

2 O conjunto W = {a + bx − bx2+ ax3| a, b ∈ R } ´e um subespa¸co

vetorial de V = P3. 3 O conjunto W =   a b −b a  a, b ∈ R  ´ e um subespa¸co de M2(R).

(108)

Construindo novos subespa¸cos

Sejam W1 e W2 dois subespa¸cos vetoriais de V 1 Pergunta: W1∩ W2 ´e um subespa¸co de V ?

Resposta: Sim !

2 Pergunta: W1∪ W2 ´e um subespa¸co de V ?

Considere os seguintes subespa¸cos de V = R3:

W1= eixo x e W2= eixo y I (0, 0, 0) ∈ W1∪ W2 I Sejam u = (1, 0, 0) ∈ W1e v = (0, 1, 0) ∈ W2ent˜ao u + v = (1, 1, 0) /∈ W1∪ W2 Resposta: N˜ao !! ´

(109)

Construindo novos subespa¸cos

Sejam W1 e W2 dois subespa¸cos vetoriais de V 1 Pergunta: W1∩ W2 ´e um subespa¸co de V ?

Resposta: Sim !

2 Pergunta: W1∪ W2 ´e um subespa¸co de V ?

Considere os seguintes subespa¸cos de V = R3:

W1= eixo x e W2= eixo y

I (0, 0, 0) ∈ W1∪ W2

I Sejam u = (1, 0, 0) ∈ W1e v = (0, 1, 0) ∈ W2ent˜ao

u + v = (1, 1, 0) /∈ W1∪ W2

(110)

Construindo novos subespa¸cos

Sejam W1 e W2 dois subespa¸cos vetoriais de V 1 Pergunta: W1∩ W2 ´e um subespa¸co de V ?

Resposta: Sim !

2 Pergunta: W1∪ W2 ´e um subespa¸co de V ?

Considere os seguintes subespa¸cos de V = R3:

W1= eixo x e W2= eixo y I (0, 0, 0) ∈ W1∪ W2 I Sejam u = (1, 0, 0) ∈ W1e v = (0, 1, 0) ∈ W2ent˜ao u + v = (1, 1, 0) /∈ W1∪ W2 Resposta: N˜ao !! ´

(111)

Construindo novos subespa¸cos

Sejam W1 e W2 dois subespa¸cos vetoriais de V 1 Pergunta: W1∩ W2 ´e um subespa¸co de V ?

Resposta: Sim !

2 Pergunta: W1∪ W2 ´e um subespa¸co de V ?

Considere os seguintes subespa¸cos de V = R3:

W1= eixo x e W2= eixo y

I (0, 0, 0) ∈ W1∪ W2

I Sejam u = (1, 0, 0) ∈ W1e v = (0, 1, 0) ∈ W2ent˜ao

u + v = (1, 1, 0) /∈ W1∪ W2

(112)

Construindo novos subespa¸cos

Sejam W1 e W2 dois subespa¸cos vetoriais de V 1 Pergunta: W1∩ W2 ´e um subespa¸co de V ?

Resposta: Sim !

2 Pergunta: W1∪ W2 ´e um subespa¸co de V ?

Considere os seguintes subespa¸cos de V = R3:

W1= eixo x e W2= eixo y I (0, 0, 0) ∈ W1∪ W2 I Sejam u = (1, 0, 0) ∈ W1e v = (0, 1, 0) ∈ W2ent˜ao u + v = (1, 1, 0) /∈ W1∪ W2 Resposta: N˜ao !! ´

(113)

Construindo novos subespa¸cos

Sejam W1 e W2 dois subespa¸cos vetoriais de V 1 Pergunta: W1∩ W2 ´e um subespa¸co de V ?

Resposta: Sim !

2 Pergunta: W1∪ W2 ´e um subespa¸co de V ?

Considere os seguintes subespa¸cos de V = R3:

W1= eixo x e W2= eixo y

I (0, 0, 0) ∈ W1∪ W2

I Sejam u = (1, 0, 0) ∈ W1e v = (0, 1, 0) ∈ W2ent˜ao

u + v = (1, 1, 0) /∈ W1∪ W2

(114)

Construindo novos subespa¸cos

Sejam W1 e W2 dois subespa¸cos vetoriais de V 1 Pergunta: W1∩ W2 ´e um subespa¸co de V ?

Resposta: Sim !

2 Pergunta: W1∪ W2 ´e um subespa¸co de V ?

Considere os seguintes subespa¸cos de V = R3:

W1= eixo x e W2= eixo y I (0, 0, 0) ∈ W1∪ W2 I Sejam u = (1, 0, 0) ∈ W1e v = (0, 1, 0) ∈ W2ent˜ao u + v = (1, 1, 0) /∈ W1∪ W2 Resposta: N˜ao !! ´

(115)

Soma de subespa¸cos

O conjunto

W1+ W2 = {u1+ u2 : u1∈ W1, u2 ∈ W2},

chamado soma de W1 e W2, ´e um subespa¸co vetorial de V

Exemplos: Seja o espaco vetorial V = R3

(1) Se W1 = (eixo x ) e W2 = (eixo y ) ent˜ao

W1+ W2 = (plano xy )

Observe que W1∩ W2 = {O

(116)

Soma de subespa¸cos

O conjunto

W1+ W2 = {u1+ u2 : u1∈ W1, u2 ∈ W2},

chamado soma de W1 e W2, ´e um subespa¸co vetorial de V

Exemplos: Seja o espaco vetorial V = R3

(1) Se W1 = (eixo x ) e W2 = (eixo y ) ent˜ao

W1+ W2 = (plano xy )

Observe que W1∩ W2 = {O

R3}

´

(117)

Soma de subespa¸cos

O conjunto

W1+ W2 = {u1+ u2 : u1∈ W1, u2 ∈ W2},

chamado soma de W1 e W2, ´e um subespa¸co vetorial de V

Exemplos: Seja o espaco vetorial V = R3

(1) Se W1 = (eixo x ) e W2 = (eixo y ) ent˜ao

W1+ W2 = (plano xy )

Observe que W1∩ W2 = {O

(118)

(2) Se S1 = (plano xy ) e S2 = (plano xz) ent˜ao

S1+ S2 = R3

Observe que S1∩ S2= (eixo x )

(3) Se F1 = (plano xy ) e F2= (eixo z) ent˜ao

F1+ F2 = R3

Observe que F1∩ F2 = {0

R3}

Pergunta: Qual a diferen¸ca entre os exemplos anteriores?

´

(119)

(2) Se S1 = (plano xy ) e S2 = (plano xz) ent˜ao

S1+ S2 = R3

Observe que S1∩ S2 = (eixo x )

(3) Se F1 = (plano xy ) e F2= (eixo z) ent˜ao

F1+ F2 = R3

Observe que F1∩ F2 = {0

R3}

(120)

(2) Se S1 = (plano xy ) e S2 = (plano xz) ent˜ao

S1+ S2 = R3

Observe que S1∩ S2 = (eixo x )

(3) Se F1 = (plano xy ) e F2 = (eixo z) ent˜ao

F1+ F2 = R3

Observe que F1∩ F2 = {0

R3}

Pergunta: Qual a diferen¸ca entre os exemplos anteriores?

´

(121)

(2) Se S1 = (plano xy ) e S2 = (plano xz) ent˜ao

S1+ S2 = R3

Observe que S1∩ S2 = (eixo x )

(3) Se F1 = (plano xy ) e F2 = (eixo z) ent˜ao

F1+ F2 = R3

Observe que F1∩ F2 = {0

R3}

(122)

(2) Se S1 = (plano xy ) e S2 = (plano xz) ent˜ao

S1+ S2 = R3

Observe que S1∩ S2 = (eixo x )

(3) Se F1 = (plano xy ) e F2 = (eixo z) ent˜ao

F1+ F2 = R3

Observe que F1∩ F2 = {0

R3}

Pergunta: Qual a diferen¸ca entre os exemplos anteriores?

´

(123)

Soma Direta

Defini¸c˜ao

V espa¸co vetorial

W1 e W2 subespa¸cos vetoriais de V

Quando W1∩ W2 = {0V}, o subespa¸co vetorial W1+ W2 ´e chamado soma diretade W1 e W2, escrevemos

W1⊕ W2

Para os exemplos acima temos que

W1⊕ W2 = plano xy

(124)

Soma Direta

Defini¸c˜ao

V espa¸co vetorial

W1 e W2 subespa¸cos vetoriais de V

Quando W1∩ W2 = {0V}, o subespa¸co vetorial W1+ W2 ´e chamado soma diretade W1 e W2, escrevemos

W1⊕ W2

Para os exemplos acima temos que

W1⊕ W2 = plano xy

F1⊕ F2 = R3

´

(125)

Soma Direta

Defini¸c˜ao

V espa¸co vetorial

W1 e W2 subespa¸cos vetoriais de V

Quando W1∩ W2 = {0V}, o subespa¸co vetorial W1+ W2 ´e chamado soma diretade W1 e W2, escrevemos

W1⊕ W2

Para os exemplos acima temos que

W1⊕ W2 = plano xy

(126)

Exemplo

Se W1 =  a b 0 d  : a, b, d ∈ R  e W2=  a 0 c d  : a, c, d ∈ R  ent˜ao W1∩ W2=  a 0 0 d  : a, d ∈ R  6= {0M 2(R)} Logo, W1+ W2 n˜ao ´e soma direta.

´

(127)

Exemplo

Se W1 =  a b 0 d  : a, b, d ∈ R  e W2=  a 0 c d  : a, c, d ∈ R  ent˜ao W1∩ W2=  a 0 0 d  : a, d ∈ R  6= {0M 2(R)}

(128)

Exemplo

Se W1 =  a b 0 d  : a, b, d ∈ R  e W2=  a 0 c d  : a, c, d ∈ R  ent˜ao W1∩ W2=  a 0 0 d  : a, d ∈ R  6= {0M 2(R)} Logo, W1+ W2 n˜ao ´e soma direta.

´

Referências

Documentos relacionados

Outro professor responde a mesma questão utilizando as seguintes palavras: “O que mais contribui para indisciplina na escola na maioria dos casos é a ausência de condições adequada,

Muitos educadores já se utilizam de recursos tecnológicos como suporte aos seus conteúdos. Percebe-se uma preocupação na mudança da proposta de aprendizagem, com

na premissa segundo a qual, Santa Catarina precisava desenvolver sua “indústria pastoril e agrícola” e, para isto, já contava com “terras ubérrimas” que eram

O reitor Lúcio José Botelho lembrou que a UFSC está entre as universida- des mais produtivas do país e que a forma de funcionamento do Núcleo de Inovação como conselho, com

Quando falo em interpretação de dados, quero dizer que estaremos utilizando critérios, e quer desta maneira, tentamos chegar a determinada condição de acordo com os

Para tanto, foram utilizados exploits e payloads presentes no Metasploit framework e Kali Linux, por´em estes s˜ao capazes apenas de explorar falhas espec´ıficas, ou seja, n˜ao

"Trapézio" de livros atrai 17.600 pessoas para a 12a Jornada Nacional de Literatura e movimenta a cidade de Passo Fundo do interior do Rio Grande do Sul. NO AMPLO ESPAÇO

E tal achado se comprime nos versos: “– E é tão simples e nu, continuou, / uma mulher fornida em sua cama / pode louvar a Deus, / sendo apenas fornida e prazerosa”; no entanto,