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Cap. 4 - MOS 1. Gate Dreno. Fonte

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Academic year: 2021

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(1)

O princípio de funcionamento do transístor de efeito de campo (TEC ou FET, na designação anglo-saxónica) assenta no controlo de uma carga móvel associada a uma camada muito fina de semicondutor, designada por canal, à custa de um campo eléctrico perpendicular à camada e que é criado por um terminal designado por porta (gate, na designação anglo-saxónica). Nas extremidades do canal existem dois contactos metálicos associados a dois terminais designados por dreno (drain) e fonte (source). É hoje o componente mais comercializado, tendo atingido densidades de 10 componentes por pastilha. Graças à miniaturização é 9 possível obter canais com dimensões da ordem do centésimo do mícron, facto que conduz à manifestação de efeitos quânticos interessantes que estão fora do âmbito desta disciplina. Os transístores de efeito de campo (Field Effect Transistor) são de dois tipos: os de junção (JFET) e os de Metal-Isolante-Semicondutor (MISFET). Estes últimos utilizam normalmente o dióxido de silício como isolante e o silício como semicondutor, designando-se então por MOSFET. O dispositivo mais próximo do JFET é o MESFET que utiliza materiais compostos da família do GaAs. Devido à sua rapidez têm larga aplicação na área das micro-ondas. Na lista de problemas propostos e resolvidos (MOS1 a MOS5) é sempre calculado o ponto de funcionamento em repouso (PFR) do transístor, que define o seu funcionamento em regime estacionário e condiciona o seu comportamento em regime variável de pequenos sinais. No problema MOS1 estuda-se a influência dos parâmetros estruturais do transístor na definição da tensão gate-fonte de limiarUGSlim. Nos restantes problemas os parâmetros característicos do MOS são dados directamente (MOS2, MOS3) ou extraídos a partir de curvas (MOS4, MOS5). A influência da escolha dos diversos dispositivos (resistências, fontes) ou dos parâmetros do transístor

(

UGSlim, A

)

nas diversas zonas de funcionamento do transístor (zona de tríodo, saturação, corte ou disrupção) é analisada nos problemas MOS2, MOS3 e MOS4. É estudada a influência da variação do sinal de entrada nas tensões e/ou correntes em

Gate

(2)

vários pontos do circuito. Nuns casos (Problema MOS3), a análise é feita para grandes sinais em regime quase-estacionário. Nos problemas MOS2, MOS4 e MOS5 a perturbação é interpretada como uma variação corresponde a um sinal alternado sinusoidal de baixa amplitude colocado à entrada

(

u ti( )

)

, e com efeitos importantes definidos, por exemplo à saída, através do ganho do circuito amplificador

(

u to( )=Av×u ti( )

)

.

(3)

Problema MOS1

Considerar o circuito da figura, que contém um transístor MOSFET de canal n, cujas características são as seguintes:

MOSFET: espessura do óxido: a = 0,2 m;

largura dos eléctrodos: b = 150 m comprimento do canal: L = 10 m;

densidade de impurezas do substrato: 21 3

0, 2 10 A

N = × m− ;

tensão UGB correspondente a carga espacial nula no semicondutor junto ao óxido: 2 V

GB

U = − ;

densidade de impurezas na fonte e no dreno: 24 3

10 D N = m− . Silício (T=300K): 16 3 1, 4 10 i n = × m− ; F/m −10 ε = 10 ; * 2 1 1 0, 05 m V s n − − μ = SiO2 (T=300K): ε =0x 0,33 10× 10 F/m

Determinar o ponto de funcionamento em repouso para: a) VG =0 V ; b) VG =3 V

Nota: desprezar a contribuição da carga na região de depleção no substrato para a corrente de dreno.

+5 V

D

S

G

V

G

1

L

R

=

k

Ω

(4)

Resolução

A tensão porta-fonte de limiar é dada pela expressão:

lim 0 0 inv ss B GS ms S Q Q U V C C = − − − + φ (1) onde: 2 ln 0,5 V inv A S T i N u n φ = = (2)

Na situação de carga espacial nula no semicondutor junto ao óxido tem-se:

0 ss GS ms Q U V C = − −

ou, atendendo a que UGS =UGB:

0 2 V ss ms Q V C + = (3)

De salientar que esta situação corresponde à existência de bandas planas no semicondutor desde o óxido até ao terminal de substrato (B).

max max 0 0 2 ; Sinv ; ox B 0,3 V B A A Q Q qN d d C a C qN − − εφ ε = − = = ⇒ = (4) Substituindo (2), (3) e (4) em (1) obtém-se: lim 1, 2 V GS U = −

Trata-se assim de um MOSFET de canal n de depleção(ou empobrecimento).

a) 0UGS =VG =

Hipótese: FET na saturação

* 2 0 2 sat sat D D n D b I I C U L = = μ (5) Da análise do circuito: 5=I RD L+UDS (6)

(5)

De (5) e (6) obtém-se ID =0,1 mA e UDS =4,9 V. Como lim 1, 2 V = − = sat DS GS GS U U U tem-se que > sat DS DS

U U , o que confirma a hipótese de partida. O ponto de funcionamento em repouso P é dado por:

0,1 mA ; 4,9 V ; 0 V = = = P P P D DS GS I U U . b) 3 VUGS =VG =

Hipótese: transístor na saturação

Da equação (5) tem-se ID =1,3 mA e da equação (6) UDS =3,7 V. Como < sat

DS DS

U U ,

não se confirma a hipótese: o transístor encontra-se neste caso na zona de não saturação. Desprezando a influência da carga fixa do substrato na corrente de dreno, tem-se:

(

)

* 2 0 lim 2 μ = n − − D GS GS DS DS b C I U U U U L (7)

Das equações (6) e (7) obtêm-se 2 soluções: UDS1=3,6 V e UDS2=21, 4 V. A 2ª hipótese corresponderia a

sat

DS D

U >U , além de que fisicamente seria impossível já que

DS

U seria superior à tensão da bateria. O ponto de funcionamento em repouso Q é assim dado por:

1, 2 mA ; 3,8 V ; 3 V

Q Q Q

D DS GS

I = U = U =

A figura mostra a representação gráfica das duas situações atrás estudadas. Lugar geométrico dois pontos fronteira sat/tríodo ID Q P 5 UDS (V) 3 V = DS U 0 V = GS U

(6)

Problema MOS2

Considerar o circuito da figura onde:

1=20 kΩ ; 2 =5 kΩ ; 3=9 kΩ ; 4=1 kΩ ; =10 V R R R R E Transístor

(

T =300 K

)

: lim 2 2 V ; 2 mA V GS U = − A=

a) Calcular as tensões e correntes indicadas.

b) Calcular o valor de R que leva o transístor à saturação. 4

c) Calcular ΔU2 ΔU1=u u , admitindo que E sofre uma variação 2 1 Δ <<E E.

d) Repetir c) quando se curto circuita a resistência R . 4

e) Será possível o transístor entrar na saturação quando R2 = ∞? Justificar.

I1 ID R3 R1 R2 U1 U2 R4 E D G S

Resolução

a) 1 1 2 = + E I R R (1) 1= 1 2= GS+ D 4 U I R U I R (2)

(

3 4

)

= − + DS D U E I R R (3)

Hipótese: Transístor na região de não saturação.

(

lim

)

2 2 D GS GS DS DS I =A UU UU (4) De (2) e (3) obtém-se:

(7)

1 4 3 4 − − = + GS DS U U E U R R R ou seja,

(

3 4

)

1

(

3 4

)

4 4 + + = + GS − = + DS GS U R R U R R U E FU G R R (5) sendo F =

(

R3+R4

)

R4=10 e G= −E FU1= −10 V

( )

. De (4) e (5) obtém-se:

(

lim

)

(

) (

)

2 2 D GS GS GS GS I =A UU FU +GFU +G usando (2):

(

lim

)

lim

(

)

2 2 2 1 GS 4 GS GS GS GS GS 2 GS 2 UU =AR FUFU UGUFUFGUG sendo:

(

)

(

lim

)

(

lim

)

2 2 1 2 4 ; 1 4 GS 1 e 1 4 GS 2 1 A = FF AR B = ARFU + −G FG + C = −AR GU +GU 1 2 2 1 1 1 1 1 B 4 1, 0167 V ; 1, 745 V 2 GS GS GS B A C U U U A − ± − = ⇒ = = 1 1 0, 98 mA e 1 0,167 V com sat1 3, 02 V GS D DS D UI = U = U = 2 2 0, 25 mA e 2 7, 45 V com sat2 3, 75 V GS D DS D UI = U = U =

Como o transístor por hipótese se admitiu na zona de não saturação é escolhida a solução 1. O ponto de funcionamento em repouso será:

1, 017 V ; 0,98 mA e 0,17 V

= = =

GS D DS

U I U

b) Consideremos a situação correspondente à fronteira saturação/não saturação.

(

lim

)

2 2 sat D GS GS A I = UU (6)

(8)

1 4 sat GS D U U I R − = (7) 3 4 sat sat D D E U I R R − = + (8) lim = − sat DS GS GS U U U (9) De (6), (7), (8) e (9) obtém-se: lim 1 4 4 3 4 18 9 6 GS GS GS GS E U U U U U R R R R − + − = ⇒ − = + (10) De (7) lim 1 4 1 4 = − ⇒ = − − sat sat sat GS D DS D GS U U R I U U R I U ou seja: lim

3 Dsat 4 Dsat 1 4 Dsat GS Dsat 2 3 mA

ER IR I =UR IUI = De (6) e (7): 2 0,816 V 1,18 V = sat = ⇒ = − sat D DS GS I U U A

De (10) obtém-se R4 =4, 78 kΩ . Este é o valor mínimo de R que garante que o transístor 4 se encontre na zona de saturação.

c) R4 =10 kΩ : o transístor está na zona de saturação.

(

lim

)

2 2 sat D GS GS A I = UU (11)

(

3 4

)

sat DS D U = −E I R +R (12) 1 GS 4 Dsat U =U +R I (13) De (11) e (13) considerando: lim lim 2 2 4 2 ; 2 4 GS 1 ; 2 4 GS 2 1 A = AR B = −R AU + C =AR UU 1 2 2 2 2 2 2 2 4 2, 68 V ou 1, 42 V 2 GS GS GS B B A C U U U A − ± − = ⇒ = − = −

(9)

Escolhe-se a 2ª solução uma vez que na 1ª se verifica

lim

GS GS

U <U . O ponto de funcionamento em repouso é ID =0,34 V; 3, 2 VUDS = ; 1, 42 VUGS = − . Note-se que o transístor está efectivamente na saturação uma vez que > =0, 58 V

sat

DS DS

U U .

Os parâmetros incrementais do circuito para pequenas variações em torno do P.F.R. são:

1,16 mS

sat

m D

g =AU = gds = 0

O circuito para componentes incrementais (caso a variação ΔE esteja associada a um sinal de frequência f, pressupõe-se que esta seja suficientemente baixa para que os efeitos capacitivos associados ao MOSFET não se façam sentir) é o seguinte:

R1 R3 R4 R2 u1 uds

~

e=ΔE gmugs D S G ugs

(

)

1 gs 1 m 4 u =u +g R (14) 2 m gs 3 u = −e g u R (15) 2 1 1 2 R u e R R = + (16) De (14), (15) e (16) obtém-se: 2 1 2 3 1 2 4 0,37 1 m m u R R g R u R g R + = − = +

d) R4 = : o transístor está na zona de não saturação. 0 1 2 V

GS

(10)

(

lim

)

2 2 D GS GS DS DS I =A UU UU (17) 3 D DS E=I R +U (18)

De (17) e (18) obtêm-se as seguintes soluções:

1 0,14 V DS U = e 2 7, 97 V DS U = . Como 4 V sat D

U = exclui-se a 2ª solução. O ponto de funcionamento em repouso é:

1, 08 mA ; 14 V ; 2 V

D DS GS

I = U = U =

Os parâmetros incrementais são: 0, 28 mS

m DS

g =AU = gds= A U

(

DsatUDS

)

=8 mS

O circuito para componentes incrementais é, para os mesmos pressupostos assumidos na alínea anterior: R1 R3 R2 u1 uds

~

e gmugs D S G ugs gds 1 gs u =u (19) 3 3 2 ds m gs ds ds u = −e g u Rg u R =u (20) 1 2 1 2 R R E e u R + Δ = = (21) De (19), (20) e (21) obtém-se:

(

)

2 1 2 3 3 2 1 1 0, 034 m ds u R R g R g R R u ⎡⎛ + ⎞ ⎤ = + = ⎝ ⎠ ⎣ ⎦ d) Se R2 = ∞ verifica-se que: 4 GS D U = −E R I

(11)

Atendendo a que:

(

3 4

)

DS D

U = −E R +R I

Sendo o MOSFET de canal n e de empobrecimento

(

)

lim 0 GS

U < , o circuito anterior impõe uma tensão dreno-fonte inferior à tensão dreno-fonte da entrada na saturação:

lim

< < − =

sat

DS GS GS GS DS

U U U U U

(12)

Problema MOS3

Considerar o circuito da figura (a) que utiliza um MOSFET de canal n de enriquecimento com as seguintes características:

(

)

lim 2

300 K GS 0, 5 V; 1 mA/V

T = U = A=

a) Calcular o valor que RD deve tomar para que o transístor esteja a funcionar no limiar da saturação quando U1=U1max (fig.b). Representar UDS( )t durante o período de U1, calculando pelo menos o seu valor para U1max 2.

b) Supor que U1 é substituído por uma tensão constante U0=U1max 2, em torno da qual existe uma variação ΔU0<<U0. Com E1 constante e na aproximação quase estacionária, calcular ΔUDS ΔU0. G D S RD ID E1 UGS UGS U1 U1max U1 t T T/2 (a) (b) Dados: E1=4 V ; U1max =10 V

Resolução

a) No limiar de saturação tem-se:

(

lim

)

lim 2 2 e 2 2 = = = − = = −

sat sat sat

D D D GS GS DS DS GS GS

A A

I I U U U U U U U

Como UGS =E1=4 V obtém-se ID =6,125 mA e UDS =3,5 V. O valor de RD que conduz a esta situação é dado por:

(13)

1max DS 1, 06 k D D U U R I − = = Ω

Admitindo que U1 varia de uma forma suficientemente lenta para que se possa tomar a sua evolução como uma sequência de estados estacionários, verifica-se pelas características estacionáriasID =ID

(

UDS,UGS

)

que se U1variar de 0 a U1maxos pontos de funcionamento em repouso correspondentes se situam sempre na zona de não saturação.

ID UGS UDS U U1max T/2 T t

(

lim

)

2 2 D GS GS DS DS I = A UU UU

(

lim

)

2 2 1 D D DS D GS GS DS DS 2 DS 1 DS 2 DS U =I R +U =AR UU UU+U =C U +C U com

(

)

lim 1 D GS GS 1 4, 72 C = AR UU + = e C2= −ARD 2= −0,53 V

( )

-1 . Obtém-se: 1 12 2 1 1 2 4 4, 71 22,18 2,12 ( ) 2 1, 06 DS C C C U U U t C − ± + ± − = =

Escolhe-se o sinal negativo de modo a ter-se ( )

sat

DS D

U tU . Trata-se de uma parábola com a concavidade virada para cima uma vez que

2 2 1 ( ) 0 DS d U t dU > .

(14)

UDS UDSat t T/2 T T/4 3,5 1,23 1 1max 2 2 2 e 1, 23 V 2 sat D t=TU =U U = <U

b) O circuito para componentes incrementais é o seguinte:

G D S

~

i RD u0 gds gmugs=0 ugs=0 0 gs u =

(

1

)

0 D ds u = R +gi 1 ds ds u =gi 0 1 1 ds ds D u u = +g R Sendo

(

)

lim 2, 27 mS ds GS GS DS

g =A UUU = no ponto de funcionamento em repouso correspondente a U1=U1max 2. Substituindo na expressão da relação de tensões obtém-se o valor 0,29.

(15)

Problema MOS4

Considerar o circuito da figura (a) onde o MOSFET apresenta a característica mútua representada em (b) correspondente a UDS =5 V.

a) Calcular os parâmetros do transistor, A e UGSlim. Calcular ainda E e D E de modo que G com 1 kRD =RS = Ω o transístor se encontre no limiar da saturação com ID =9 mA. b) Considerar agora ED =25 V. Admitindo que E sofre uma variação G ΔEG <<EG e E se D

mantém constante, calcular ΔUDS ΔEg na aproximação quase estacionária e dizer como variaria essa relação se R aumentasse. D

RD UDS ID (mA) UGS(V) P 0 1 -1 ED EG=10 V RG = 10 kΩ G D S ID I1 IG UGS RS (a) (b)

Resolução

a) Da figura (b) tem-se ID= para 0 UGS = −1 V e UDS =5 V. Logo

lim 1 V GS

U = − . O ponto P corresponde à zona de saturação pois

lim 5 V 1 V DS GS GS U = >UU = . Sendo assim:

(

lim

)

2 2 1 mA 2 mA V 2 D GS GS A I = UU = ⇒ =A

Das condições impostas obtém-se:

(

lim

)

2 2 V 2 O sat O O D D GS GS GS A I =I = UUU = (1) Da análise do circuito:

(16)

11 V O O G GS D S E =U +I R = (2) Deste modo: lim 3 V O sat O DS D GS GS U =U =UU = , e portanto:

(

)

21 V sat sat D D D D S E =U +I R +R =

b) Ao aumentar o valor de E o transístor entra na zona de saturação. Como as variáveis das D equações (1) e (2) não se alteram, o novo ponto de funcionamento em repouso (ponto Q) não altera as suas coordenadas referentes à corrente de dreno e à tensão porta-fonte:

(

lim

)

2 9 mA 2 Q Q O D GS GS D A I = UU = =I e 2 V Q Q O GS G s D GS U =ER I = =U A alteração de E apenas provoca a alteração da tensão dreno-fonte, que é dada por: D

(

)

7 V lim 3 V

Q O O O

DS D D D S DS GS GS

U =EI R +R = >U =UU =

confirmando que o ponto se encontra agora na saturação. Graficamente pode verificar-se que a recta de carga mantém o mesmo declive, sofrendo no entanto uma translação para a direita (ver figura)

UDS ID Q O

(

)

* D D S E R +R

(

)

D D S E R +R * D E D E O DS U Q DS U 2 V GS U =

O circuito para componentes incrementais de baixa frequência quando o MOSFET está na zona de saturação é o seguinte:

(17)

RG

G

ΔE

G

~

ΔU

GS

RS

ΔU

DS

R

D

D

S

ΔI

D

gm

ΔU

GS G GS S D E U R I Δ = Δ + Δ D m D I g I Δ = Δ

(

)

DS m D D S U g I R R Δ = − Δ +

(

Q lim

)

6 mS m GS GS g =A UU =

(

)

1, 714 1 m S D DS G m S g R R U E g R + Δ = − = − Δ +

(18)

Problema MOS5

a) Considerar o circuito da figura com o interruptor S aberto. Sabendo que nessa situação a corrente de dreno é ID =17 mA, calcular a zona em que o transístor está a funcionar assim como a constante A

(

mA V2

)

de proporcionalidade entre a corrente e a combinação de tensões.

b) Considerar o circuito com o interruptor fechado. Calcular UDS, ID, I e 1 I . 2

c) Admitir que E sofre uma variação G ΔEG <<EG. Calcular na aproximação quase estacionária ΔID ΔEG nas duas situações anteriores (interruptor aberto e fechado).

Dados: 5 VEG = ; 20 VED= ; 10 kRG = Ω ; 1 kRD = Ω ; lim 1 V GS U = . RD I1 I2 I ID D S ED UDS EG RG G IG UGS

Resolução

a) UDS =EDR ID D (1) GS G U =E (2) lim = − sat DS GS GS U U U (3)

De (1) obtém-se UDS =3 V. De (2) obtém-se UGS =5 V. De (3) obtém-se =4 V

sat

DS

U .

O transístor está na zona de não saturação

(

lim

)

2

2

D GS GS DS DS

(19)

De (4) obtém-se A=2, 27 mA V2.

b) Com o interruptor fechado

lim

DS GS GS GS

U =U >UU . Então o transístor encontra-se na zona de saturação.

(

)

1= DDS D=15 mA I E U R

(

lim

)

2 18,16 mA 2 sat D D GS GS A I =I = UU = 2 = D− =1 3,16 mA I I I

c) Com o interruptor S aberto (transístor na zona de não saturação): Δ =ID gmΔUGS+gdsΔUDS ΔUDS = − ΔRD ID Δ +ID R gD dsΔ =ID gmΔEG 6,81 mS = = m DS g AU

(

)

lim 2, 27 mS ds GS GS DS g = A UUU = 2,1 mS 1 Δ = = Δ DG + dsm D I g E g R

Com o interruptor S fechado (transístor na zona de saturação): ΔUGS = ΔEG = ΔUDS 1 = Δ = −Δ D DS R I U

(

lim

)

D m GS GS GS GS I g U A U U U Δ = Δ = − Δ

(

lim

)

9, 08 mS Δ = = = Δ D GS GS m G I A U U g E

Referências

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