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Recorte nº 059. Índice 25 de Março de 2010

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Academic year: 2021

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Recorte
nº
059

Índice
–
25
de
Março
de
2010


Exportações
portuguesas
para
a
Líbia
duplicaram


Frota
de
porta‐contentores
recupera
perdas
de
2009


K
Line
lança
novo
serviço
para
o
mercado
automóvel


Missão
Empresarial
da
Região
Centro
hoje
em
Valladolid


25
milhões
para
terminal
de
cruzeiros


Terminal
de
Cruzeiros
de
Santa
Apolónia
abre
em
2013
sem
lojas,


escritórios
ou
hotel


Peixe
morto
e
redes
danificadas


Noruega
retém
barco
português


Maré
Alta:
Setúbal,
uma
região
esquecida…


Novecentos
voluntários
limparam
dezenas
de
lixeiras
no
concelho


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Jornal
de
Negócios
–
25
de
Março
de
2009
–
Pág.
14

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3

Transportes
&
Negócios
–
24
de
Março
de
2009


Frota de porta-contentores recupera perdas de 2009

Em apenas quatro meses, a frota mundial de porta-contentores deverá crescer o suficiente para superar a redução de capacidade verificada ao longo de todo o ano. Os valores dos fretes podem estar ameaçados. [+]

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Cargo
News
–
24
de
Março
de
2009


K Line lança novo serviço para o mercado automóvel

A K Line Portugal, subsidiária portuguesa da multinacional japonesa de logística e transportes marítimos, Kawasaki Kisen Kaisha, Ltd – ‘K’ Line, acaba de assinar um contrato de representação de um novo serviço de Ro-Ro essencialmente dedicado ao transporte de automóveis no Mar do norte, Báltico e Península Ibérica. Esta nova atividade da K Line Portugal surge de uma associação com a KESS, empresa de transporte marítimo de curta distância detida a 100% pela Kawasaki Kisen Kaisha – empresa do universo da “K” Line Tóquio.

A rede de serviços rodo marítimos abrangidos pela KESS inclui a totalidade do mar do Norte e do Báltico bem como da costa atlântica espanhola, que vão desde Espanha à Rússia, com 10 navios modernos roll on roll off no ativo.

Com duas escalas por semana em Vigo, o novo serviço irá servir as principais

marcas de automóveis do mercado, entre outras a BMW, Toyota, Volvo, Honda, VW, Peugeot, Citroën, Mitsubishi, Audi e Opel. As virtualidades do transporte rodo

marítimo estão relacionadas com a necessidade de redução de riscos de impacto ambiental, razão pela qual o transporte marítimo de curta distância é cada vez mais um importante meio de transporte dentro da Europa.

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Cargo
News
–
25
de
Março
de
2009


Missão Empresarial da Região Centro hoje em Valladolid

O secretário de Estado dos Transportes, Carlos Correia da Fonseca, preside hoje em Valladolid a um encontro entre uma Missão Empresarial do Porto de Aveiro, da Região Centro, da aicep e autoridades e agentes económicos de Valladolid.

A “embaixada” lusa conta com a participação, ao mais alto nível, de representantes da aicep Portugal Global, CP-Carga, Comissão de Coordenação e

Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), Turismo Centro de Portugal, Administração do Porto de Aveiro e Administração do Porto da Figueira da Foz.

Luís Cacho, presidente do porto de Aveiro, abrirá a sessão oficial com uma intervenção focalizada nas vantagens competitivas da estrutura portuária a que preside e no interesse por uma profícua cooperação com a região de Castela e Leão. Luís Florindo, administrador da aicep Portugal Global, abordará o tema “Portugal como destino de investimentos de Castela e Leão – Projecto do Carro Eléctrico”. Esta ronda de intervenções é encerrada por Rocha Soares, presidente da CP-Carga, que falará da “Ligação ferroviária ao Porto de Aveiro – Uma solução competitiva”.

A apresentação da Renault Aveiro-Valladolid e a passagem dos vídeos dos portos de Aveiro e da Figueira da Foz antecedem a inauguração da exposição “A Barra e os Portos da Ria de Aveiro 1808 – 1932, no Arquivo Histórico da Administração do Porto de Aveiro”.

A inauguração está prevista para as 20 horas, na sala de exposições do Palácio de Pimentel.

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Jornal
de
Notícias
–
25
de
Março
de
2009
–
Pág.
26

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PÚBLICO
–
25
de
Março
de
2009
–
Pág.
25

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Correio
da
Manhã
–
25
de
Março
de
2009
–
Pág.
21

(9)

9

Jornal
de
Negócios
–
25
de
Março
de
2009
–
Pág.
38

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Nauticapress
–
24
de
Março
de
2009


Maré Alta :Setúbal, uma região esquecida….

2010/03/24

A empresa Maré Alta é uma referência na área de Setúbal e representa, em

Portugal, as marcas de barcos a motor norte-americanas Glastron e Four Winns. A Náutica Press falou com Carlos Raimundo, responsável pela empresa, sobre

diversos assuntos entre os quais o sector da náutica e o que é ser agente económico em Setúbal.

Náutica Press (NP) – Como caracteriza a empresa Maré Alta?

Carlos Raimundo (CR) – A Maré Alta é importador da marca norte-americana de

barcos a motor Glastron desde 2005. Somos agentes da Touron e, por isso, comercializamos os motores Mercury e Mercruiser, os semi-rígidos Valiant e os barcos de fibra Quicksilver.

Em Fevereiro de 2010 fomos nomeados importadores da Four Winns que é uma marca que nos permite entrar num outro segmento de mercado dos 17 aos 47 pés. Não se trata de uma marca que faz concorrência directa à Glastron mas sim um complemento da oferta. Esta nova representada vem preencher uma aspiração antiga da empresa e, por outro lado, um aproveitar a diferença cambial do Dólar em relação ao Euro.

Para além da importação e distribuição temos os serviços com assistência multi-marca (barcos e motores) como é o caso da Volvo-Penta. Temos também um pavilhão para o parqueamento com a componente de oficina.

NP – Ao nível da facturação quais são as principais áreas de negócio?

CR – Barcos novos, barcos usados e oficina. O parqueamento é residual pois,

praticamos valores muito baixos por uma questão estratégica de captação de clientes.

NP – Quantas pessoas estão envolvidas nesta estrutura?

CR – Ao nível do escritório e vendas são 3 e, outras três na oficina e armazém. A

nossa facturação anual é de 1 milhão de euros.

NP – A localização em Setúbal foi estratégica?

CR – Não se pode dizer que foi estratégica porque nós somos de Setúbal. Tudo

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alguém que se encarregasse de fazer as reparações e as manutenções. Em final de 1992 iniciámos a nossa actividade.

NP – Como tem sido a evolução desta região ao longo dos anos? Penso que é uma

das mais privilegiadas de Portugal em relação á componente natural.

CR – É privilegiada a nível natural porque ao nível de infra-estruturas estamos mais

ou menos na mesma como estávamos na altura. O contacto com a água é muito difícil…e em Lisboa o problema é semelhante só existindo uma rampa em Belém. Em Setúbal temos apenas uma rampa que sofreu melhoramentos para que alguém a explorasse mas, como está em Carta Militar não a conseguem explorar…É cada vez mais difícil navegar nesta zona. Desde 1999 cada lei que sai tem a finalidade de dificultar a vida aos utilizadores de barcos.

Vou dar um exemplo relevante. Os Estados Unidos têm 295 milhões de habitantes onde, 75 milhões são utilizadores de barcos e, neste país não é preciso ter carta para conduzir o barco, não é necessário registar o barco e não é preciso ter coletes a bordo. O cliente chega a um stand, compra o barco e de seguida pode ir navegar. Nos Estados Unidos não se houve falar de acidentes!

Em Portugal temos os problemas das vistorias a barcos novos. A qualidade das vistorias é muito duvidosa pois, o funcionário que trabalha na capitania recebe por cada vistoria que faz…São as leis que temos!!!

NP – O actual Regulamento da Náutica de Recreio é compatível com a sua

actividade empresarial?

CR – É totalmente absurdo que uma pessoa com 18 anos possa conduzir uma moto

de água com 260 Cv e que atinge os 150 km/h em cima de água e não poder conduzir um barco equipado com um motor de 135 Cv para andar com a família e que poderá atingir os 35 nós. As cartas são um grande problema…as licenças de pesca, o imposto de selo, em tudo o que tem sido criado não vi uma medida que melhorasse o sector ou que facilitasse a vida ao utilizador.

NP – Em relação ao acesso à água, acha que a região está bem equipada ao nível

das infra-estruturas?

CR – Temos um problema com a falta de marinas pois, em Setúbal, não existe

oferta. Na Doca das Fontainhas, com cento e poucos lugares, temos mais de 10 anos de espera por um lugar. A administração portuária gastou há dois anos mais de 800 mil euros num estudo para saber se era necessário mais lugares na água em Setúbal! Isto quando tem uma lista de espera com mais de 500 pessoas (seria mais barato por duas pessoas com telemóvel a fazer contactos…). Se houvesse uma marina com 500 lugares estou convicto que seria completamente preenchida.

NP – A Marina de Tróia trouxe alguma vantagem?

CR – Ninguém vai atravessar o rio duas vezes…Vamos ver quem é que utiliza o rio

Sado? Cada vez menos gente de Setúbal. Os utilizadores são pessoas oriundas de Lisboa e norte de Lisboa que estão habituadas a vir para a Arrábida (agora já não podem) e Setúbal há muitos anos. Estamos a falar desse mercado pois, Setúbal cidade tem diminuído ao nível dos utilizadores.

NP – Qual a relação com a autarquia e administrações?

CR – A autarquia está de mãos atadas pois não tem dinheiro nem influência na orla

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presidente, numa entrevista dada há dois anos disse que o porto de recreio não era obra prioritária. Temos que começar a vender barcos para outras zonas do país porque para além de não haver lugares temos poitas mais caras que lugares de marina em Lisboa…Temos um porto que não defende os nossos interesses!

O
Setubalense
–
22
de
Março
de
2009
–
Pág.
3

Referências

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