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O Que é Não Negar o Nome de Jesus

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O Que é Não Negar o Nome de Jesus

Por Silvio Dutra

Ago/2019

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A474

Alves, Silvio Dutra

O que é não negar o nome de Jesus Silvio Dutra Alves – Rio de Janeiro, 2019.

22p.; 14,8 x21cm

1. Teologia. 2. Vida Cristã. 3. Alves, Silvio Dutra.

I. Título.

CDD 252

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Sem qualquer sombra de dúvida, quando nosso Senhor Jesus Cristo nos ensina na oração do Pai Nosso a dizer que o nome de Deus deve ser santificado na Terra, do mesmo modo como ele é santificado no céu, que um dos significados por ele pretendido com esta citação, é que sejamos santos em todo o nosso procedimento dando um testemunho digno deste nome santo que carregamos, pois em Jesus Cristo fomos feitos filhos de Deus, e é assim que devemos ser conhecidos por aqueles com os quais tenhamos contato neste mundo.

Todos os crentes são convocados pelo Senhor a darem testemunho público da sua fé em Cristo, de modo que nada o que seja relacionado à Sua pessoa santa e divina, bem como toda a Sua obra em favor da humanidade, não seja negado ou adulterado, pois que é pelo testemunho da verdade que o Pai é glorificado no Filho.

É importante se estar santificado e revestido do pensamento que o testemunho deve ser dado a par de todas as oposições que possamos sofrer da parte de homens ou demônios, porque certamente haverá grande resistência do mundo espiritual para que almas não sejam salvas e edificadas pela instrumentalidade do citado testemunho. Quanto a isto fomos

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devidamente alertados pelo Senhor e seus apóstolos.

“27 O que vos digo às escuras, dizei-o a plena luz;

e o que se vos diz ao ouvido, proclamai-o dos eirados.

28 Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo.

29 Não se vendem dois pardais por um asse? E nenhum deles cairá em terra sem o consentimento de vosso Pai.

30 E, quanto a vós outros, até os cabelos todos da cabeça estão contados.

31 Não temais, pois! Bem mais valeis vós do que muitos pardais.

32 Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus;

33 mas aquele que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai, que está nos céus.

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34 Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada.

35 Pois vim causar divisão entre o homem e seu pai; entre a filha e sua mãe e entre a nora e sua sogra.

36 Assim, os inimigos do homem serão os da sua própria casa.

37 Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim;

38 e quem não toma a sua cruz e vem após mim não é digno de mim.

39 Quem acha a sua vida perdê-la-á; quem, todavia, perde a vida por minha causa achá-la-á.

40 Quem vos recebe a mim me recebe; e quem me recebe recebe aquele que me enviou.

41 Quem recebe um profeta, no caráter de profeta, receberá o galardão de profeta; quem recebe um justo, no caráter de justo, receberá o galardão de justo.

42 E quem der a beber, ainda que seja um copo de água fria, a um destes pequeninos, por ser este meu discípulo, em verdade vos digo que de

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modo algum perderá o seu galardão.” (Mateus 10.22-42)

“10 Por esta razão, tudo suporto por causa dos eleitos, para que também eles obtenham a salvação que está em Cristo Jesus, com eterna glória.

11 Fiel é esta palavra: Se já morremos com ele, também viveremos com ele;

12 se perseveramos, também com ele reinaremos; se o negamos, ele, por sua vez, nos negará;

13 se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo.”

(II Timóteo 2.10-13)

“15 Todas as coisas são puras para os puros;

todavia, para os impuros e descrentes, nada é puro. Porque tanto a mente como a consciência deles estão corrompidas.

16 No tocante a Deus, professam conhecê-lo;

entretanto, o negam por suas obras; é por isso que são abomináveis, desobedientes e reprovados para toda boa obra.” (Tito 1.15,16)

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“22 Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho.

23 Todo aquele que nega o Filho, esse não tem o Pai; aquele que confessa o Filho tem igualmente o Pai.

24 Permaneça em vós o que ouvistes desde o princípio. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis vós no Filho e no Pai.” (I João 2.22-24)

“3 Amados, quando empregava toda a diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos.

4 Pois certos indivíduos se introduziram com dissimulação, os quais, desde muito, foram antecipadamente pronunciados para esta condenação, homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo.”

(Judas 1.3,4)

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“12 Ao anjo da igreja em Pérgamo escreve: Estas coisas diz aquele que tem a espada afiada de dois gumes:

13 Conheço o lugar em que habitas, onde está o trono de Satanás, e que conservas o meu nome e não negaste a minha fé, ainda nos dias de Antipas, minha testemunha, meu fiel, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita.

14 Tenho, todavia, contra ti algumas coisas, pois que tens aí os que sustentam a doutrina de Balaão, o qual ensinava a Balaque a armar ciladas diante dos filhos de Israel para comerem coisas sacrificadas aos ídolos e praticarem a prostituição.

15 Outrossim, também tu tens os que da mesma forma sustentam a doutrina dos nicolaítas.

16 Portanto, arrepende-te; e, se não, venho a ti sem demora e contra eles pelejarei com a espada da minha boca.” (Apocalipse 2.12-16)

“7 Ao anjo da igreja em Filadélfia escreve: Estas coisas diz o santo, o verdadeiro, aquele que tem a chave de Davi, que abre, e ninguém fechará, e que fecha, e ninguém abrirá:

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8 Conheço as tuas obras – eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar – que tens pouca força, entretanto, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome.

9 Eis farei que alguns dos que são da sinagoga de Satanás, desses que a si mesmos se declaram judeus e não são, mas mentem, eis que os farei vir e prostrar-se aos teus pés e conhecer que eu te amei.

10 Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a terra.

11 Venho sem demora. Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.” (Apocalipse 3.7- 11)

A determinação em se permanecer fiel ao ministério recebido do Senhor, em santidade de vida, fará com que recebamos sabedoria e autoridade para pregar e ensinar o evangelho no poder do Espírito Santo.

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Tudo o que se exige portanto, de nós, é que sejamos achados fiéis em tudo ao Senhor, pois Ele mesmo faz a Sua obra através de nós.

Como o diabo, através dos séculos, observou que quanto mais perseguia a Igreja do Senhor com tribulações e sofrimentos, mais os crentes se mostravam fiéis a Deus, e a Palavra se multiplicava alcançando muitos outros à fé, ele mudou a sua estratégia para levar os crentes a negarem o nome do Senhor e a Sua Palavra, por atraí-los para os prazeres carnais e mundanos, e pela remoção ou redução dos ataques que lhes desferia com o propósito de afligi-los com sofrimentos e ansiedades.

Ele logrou e tem logrado alcançar um grande êxito com esta sua nova estratégia, pois não são poucos os que como Demas têm apostatado da fé por amarem o mundo.

Assim, a vigilância recomendada por Jesus à Igreja fiel de Filadélfia, para que ninguém tome a sua coroa, ou seja, o galardão, em razão de uma possível perda de fidelidade, não se relaciona apenas em permanecer firme na fé em meio às tribulações, como também em vencer as tentações para não se deixar vencer pelas comodidades e atrativos desta vida.

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Evidentemente, não se aplica ao caso considerado, as negações eventuais do nome do Senhor, como por exemplo ocorreu com o apóstolo Pedro no conhecido episódio do canto do galo, nem qualquer outra de caráter temporário por um vacilo na fé, da qual serão posteriormente curados, os que por ela são acometidos.

Até que sejamos confirmados na fé, pelo amadurecimento de nossas faculdades espirituais, muitos altos e baixos poderão ser achados em nossa carreira cristã, de modo que toda a nossa salvação é de caráter evangélico, ou seja, pontuada pelos perdões e renovações decorrentes da expiação que temos no precioso sangue de Jesus. O amor de Deus, revelado no evangelho, cobrirá multidões de pecados, pois tem prometido ser completamente longânimo para com as nossas iniquidades, por estarmos aliançados com Ele numa Nova Aliança.

Deus terá um povo inteiramente santo no porvir apesar das muitas fraquezas e falhas que os crentes possam apresentar deste outro lado do céu.

A grande diferença entre os santos e os ímpios não reside em relação ao pecado, pois ambos são pecadores e destituídos por si mesmos tanto de

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justiça quanto de graças da parte de Deus, A diferença reside no modo da sua devoção e adoração, pois enquanto os santos adoram somente a Deus e se devotam a Ele e ao Seu serviço, por meio da fé em Jesus Cristo; os ímpios adoram a si mesmos, ao mundo, às riquezas, ao pecado e servem ao Deus Mamom e ao diabo, e este é o modo pelo qual se nega o nome de Deus para condenação eterna.

Salmos – 1

1 Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.

2 Antes, o seu prazer está na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.

3 Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido.

4 Os ímpios não são assim; são, porém, como a palha que o vento dispersa.

5 Por isso, os perversos não prevalecerão no juízo, nem os pecadores, na congregação dos justos.

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6 Pois o SENHOR conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios perecerá.

Salmos – 92

1 Bom é render graças ao SENHOR e cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo,

2 anunciar de manhã a tua misericórdia e, durante as noites, a tua fidelidade,

3 com instrumentos de dez cordas, com saltério e com a solenidade da harpa.

4 Pois me alegraste, SENHOR, com os teus feitos; exultarei nas obras das tuas mãos.

5 Quão grandes, SENHOR, são as tuas obras! Os teus pensamentos, que profundos!

6 O inepto não compreende, e o estulto não percebe isto:

7 ainda que os ímpios brotam como a erva, e florescem todos os que praticam a iniquidade, nada obstante, serão destruídos para sempre;

8 tu, porém, SENHOR, és o Altíssimo eternamente.

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9 Eis que os teus inimigos, SENHOR, eis que os teus inimigos perecerão; serão dispersos todos os que praticam a iniquidade.

10 Porém tu exaltas o meu poder como o do boi selvagem; derramas sobre mim o óleo fresco.

11 Os meus olhos veem com alegria os inimigos que me espreitam, e os meus ouvidos se satisfazem em ouvir dos malfeitores que contra mim se levantam.

12 O justo florescerá como a palmeira, crescerá como o cedro no Líbano.

13 Plantados na Casa do SENHOR, florescerão nos átrios do nosso Deus.

14 Na velhice darão ainda frutos, serão cheios de seiva e de verdor,

15 para anunciar que o SENHOR é reto. Ele é a minha rocha, e nele não há injustiça.

É pela graça que Deus concede aos santos, que eles podem permanecer com fé na verdade, e serem santificados pela Sua Palavra.

De si mesmos, e sem esta assistência e poder da graça de Jesus, estão prontos para dizerem juntamente com o apóstolo Paulo: “Miserável

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homem que sou, quem me livrará do corpo desta morte?”, pois o pecado que reside ainda em sua velha natureza, há de acompanhá-los em toda a sua jornada terrena, demandando que seja mortificado diariamente pela cruz, para o despojamento das obras da carne, e revestimento das virtudes de Cristo que operam na nova criatura.

Romanos – 7

1 Porventura, ignorais, irmãos (pois falo aos que conhecem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem toda a sua vida?

2 Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive; mas, se o mesmo morrer, desobrigada ficará da lei conjugal.

3 De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei e não será adúltera se contrair novas núpcias.

4 Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que frutifiquemos para Deus.

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5 Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela lei operavam em nossos membros, a fim de frutificarem para a morte.

6 Agora, porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra.

7 Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás.

8 Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, despertou em mim toda sorte de concupiscência; porque, sem lei, está morto o pecado.

9 Outrora, sem a lei, eu vivia; mas, sobrevindo o preceito, reviveu o pecado, e eu morri.

10 E o mandamento que me fora para vida, verifiquei que este mesmo se me tornou para morte.

11 Porque o pecado, prevalecendo-se do mandamento, pelo mesmo mandamento, me enganou e me matou.

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12 Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom.

13 Acaso o bom se me tornou em morte? De modo nenhum! Pelo contrário, o pecado, para revelar-se como pecado, por meio de uma coisa boa, causou-me a morte, a fim de que, pelo mandamento, se mostrasse sobremaneira maligno.

14 Porque bem sabemos que a lei é espiritual; eu, todavia, sou carnal, vendido à escravidão do pecado.

15 Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto.

16 Ora, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa.

17 Neste caso, quem faz isto já não sou eu, mas o pecado que habita em mim.

18 Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo.

19 Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço.

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20 Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim.

21 Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim.

22 Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus;

23 mas vejo, nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros.

24 Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?

25 Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor.

De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado.

Mas, dessa luta da carne contra o Espírito e do Espírito contra a carne, somente os que são nascidos de novo podem conhecê-la e participar dela, sabendo que é somente pela plena comunhão espiritual com Jesus, podem ser mais do que vencedores.

“16 Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne.

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17 Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer.

18 Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais sob a lei.

19 Ora, as obras da carne são conhecidas e são:

prostituição, impureza, lascívia,

20 idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, 21 invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.

22 Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade,

23 mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.

24 E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências.

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25 Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito.” (Gálatas 5.16-25)

1 Cor – 2

1 Eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem ou de sabedoria.

2 Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado.

3 E foi em fraqueza, temor e grande tremor que eu estive entre vós.

4 A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder,

5 para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus.

6 Entretanto, expomos sabedoria entre os experimentados; não, porém, a sabedoria deste século, nem a dos poderosos desta época, que se reduzem a nada;

7 mas falamos a sabedoria de Deus em mistério, outrora oculta, a qual Deus preordenou desde a eternidade para a nossa glória;

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8 sabedoria essa que nenhum dos poderosos deste século conheceu; porque, se a tivessem conhecido, jamais teriam crucificado o Senhor da glória;

9 mas, como está escrito: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.

10 Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus.

11 Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o seu próprio espírito, que nele está? Assim, também as coisas de Deus, ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus.

12 Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo, e sim o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente.

13 Disto também falamos, não em palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas ensinadas pelo Espírito, conferindo coisas espirituais com espirituais.

14 Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não

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pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.

15 Porém o homem espiritual julga todas as coisas, mas ele mesmo não é julgado por ninguém.

16 Pois quem conheceu a mente do Senhor, que o possa instruir? Nós, porém, temos a mente de Cristo.

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