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ANDRE PEDROSO

Fr7,5/ODONTOLOGIA

BIBLIOTECA SETORIAI

AVALIAÇÃO DA INCLINAÇÃO AXIAL DE PRIMEIROS

E

SEGUNDOS PRÉ-MOLARES

E

PRIMEIROS MOLARES DE

PACIENTES PORTADORES DE MALOCLUSÃO DE CLASSE II,

PRIMEIRA DIVISÃO, UTILIZANDO A TELERRADIOGRAFIA

CEFALOMÉTRICA EM NORMA OBLÍQUA 45 ° .

Ex.

I UFSC BSCCSO CCSO

ANDRÉ PEDROSO C u C/) Ex. 1 BSCCSO FLORIANÓPOLIS, 2002.

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ANDRÉ PEDROSO

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ONTOLOGIA

BIBLIOTECA SETORi4I

AVALIAÇÃO DA INCLINAÇÃO AXIAL DE PRIMEIROS E

SEGUNDOS PRÉ-MOLARES E PRIMEIROS MOLARES DE

PACIENTES PORTADORES DE MALOCLUSÃO DE CLASSE II,

PRIMEIRA DIVISÃO, UTILIZANDO A TELERRADIOGRAFIA

CEFALOMÉTRICA EM NORMA OBLÍQUA 45 ° .

ANDRÉ PEDROSO

Monografia apresentada como requisito para obtenção do titulo de Especialista em Radiologia Odontológica, na Universidade Federal de Santa Catarina, sob a orientação do Professor Roberto Rocha, CD MSc.

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UFSCIODONTOLOGIA

Bi6L1OTECA SETORIA1

Dedico este trabalho à Fabiola Búrigo por me acompanhar na conclusão desta pesquisa;

A meu pai e minha mãe pelo carinho e apoio;

Aos meus irmãos, cunhados, sobrinhos, sogros pelo incentivo que me deram durante esta caminhada;

Ao professor Roberto Rocha por orientar com muita propriedade nesta monografia;

Aos professores do curso de Especialização em Radiologia Odontológica pelos conhecimentos

transmitidos;

Aos funcionários da radiologia, em especial, ao DeImo, pela parcela de trabalho prestado.

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UFSC/ODONTOLOGIA

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". !OTECA SETORIAi

PEDROSO, André. Avaliação da inclinação axial de primeiros e segundos pré-molares e primeiros pré-molares de pacientes portadores de maloclusdo de classe II, primeira divisão, utilizando a telerradiografia cefalométrica em norma obliqua 45° . 2002,27 f. Monografia ( Especialização de Radiologia ) — Curso de especialização em Radiologia, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.

RESUMO

0 presente estudo teve como objetivo verificar se há correlação entre a presença da maloclusão dentária de classe II, primeira divisão e a inclinação axial dos primeiros e segundos pré-molares e dos primeiros molares. Utilizando a Telerradiografia cefalométrica em norma obliqua 45 ° , foram radiografados 15 pacientes com idades variadas entre 12 anos e 2 meses e 21 anos e 4 meses, portadores de maloclusdo de classe II, primeira divisão. Sobre as radiografias foi traçado um cefalograma, idealizado especialmente para este trabalho, em que foram determinadas as angulações axiais dos primeiros e segundos pré-molares e primeiros molares superiores e inferiores, direitos e esquerdos, em relação a um plano oclusal pré-determinado. Verificou-se uma correlação entre a angulação dos dentes e a maloclusão de classe II, primeira divisão, pois todos os pacientes tiveram um comportamento gráfico semelhante. Esta informação é de grande importância em momentos de análise de espaços requeridos, situações de ancoragem e preparo para a mesma e também em momentos de comparação posterior com novos trabalhos que envolvam maloclusão de classe II, segunda divisão, classe I e classe II. A idealização de um cefalograma para a Telerradiografia cefalométrica em norma obliqua 45° foi relevante, uma vez que a literatura não faz menção a sua preexistência.

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k_IFSC/ODONTOLOGIA

BiBLIOTECA SETORIA1

PEDROSO, André. Correlation between the presence of class II dental malocclusion, first division, and the axial inclination of the first and second premolars and the first molars. By using a cephalometric teleradiography at oblique norm 45°. 2002,27 f. Monografia ( Especialização de Radiologia ) — Curso de especialização em Radiologia, UFSC, Florianópolis.

ABSTRACT

The main object of the present study was to verify if there is any correlation between the presence of class ll dental malocclusion, first division, and the axial inclination of the first and second premolars and the first molars. By using a cephalometric teleradiography at oblique norm 45°, fifteen patients, ages ranging from 12 years and 2 months to 21 years and 4 months, were X-rayed, all of them bearers of ll class malocclusion, first division. On the radiography, a cephalogram especially planned for this study was drawn, where the axial angles of the first and second premolars and first superior and inferior molars were determined in relation to an occlusal pre-established plan. A correlation was verified between the teeth angles and class II malocclusion, first division, since all the patients showed a similar graphic behavior. This information is very important for the analysis of situations in which space is required, for anchorage situations and preparation for such interventions, as well as for later comparison with new works evolving Class ll malocclusion, second division, class I and class II. The cephalogram idealization for the cephalometric teleradiography at oblique norm 45° was relevant, since the literature does not mention any previous example of that kind.

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UFSC/ODONTOLOGIA

I

BiBL1OTECA SETORIA1

SUMÁRIO RESUMO 4 ABSTRACT 5 1 INTRODUÇÃO 6 2 REVISTA DA LITERATURA 8

2.1 Características da Maloclusão de Classe II 8

2.2 Técnicas para Obtenção das Telerradiogrfias Cefalométricas 10

2.3 Indicação para a Telerradiografia Cefalométrica em Norma Obliqua

45° 15

2.3 Indicação para a Telerradiografia Cefalométrica em Norma Obliqua

45° 15 3 PROPOSIÇÃO 16 4 MATERIAL E MÉTODO 17 5 RESULTADO 20 6 DISCUSSÃO 22 7 CONCLUSÕES 25 8 REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS 26 APÊNDICE 27

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o

1 INTRODUÇÃO

A Telerradiografia cefalométrica foi introduzida, em 1931, por Broadbent e Hofrath e constitui uma ferramenta diagnóstica imprescindível para especialidades odontológicas, como a cirurgia e a traumatologia bucomaxilofacial e, principalmente, a ortodontia. A utilização de medidas cefalométricas mensuradas com base em radiografias cefalométricas laterais de perfil da face, obliquas e frontais do crânio subsidiam, em muito, o diagnóstico ortod6ntico correto. 0 método cefalométrico em norma lateral é amplamente empregado e tem suma importância no estudo das anomalias dento-faciais, porque, além de auxiliar sobremaneira no diagnóstico e no plano de tratamento das maloclusões, também possibilita o estudo seqüencial de cefalogramas em fases diferentes do tratamento e mesmo após ele. A Telerradiografia cefalométrica em norma obliqua 45°, usada em escala bem menor, quando comparada â norma de perfil, pode ser empregada, basicamente, no calculo do espaço requerido, quando é feita a análise da dentadura mista. Entretanto, a radiografia cefalométrica póstero-anterior tem sua utilização mais difundida na verificação de simetria facial.

Pela natureza do método, a utilização da Telerradiografia cefalométrica em norma obliqua 45° e de um cefalograma pré-esquematizado pôde permitir a mensuração da inclinação axial dos primeiros e segundos pré-molares e primeiros molares, de uma forma bem precisa. Estas inclinações poderão ser tomadas em relação ao plano oclusal ou ao plano mandibular. Uma vez aferidas estas inclinações, poder-se-á fazer comparações entre diferentes maloclusões e suas técnicas de tratamento, ilustrando de maneira mais precisa o comportamento nas inclinações dos primeiros e segundos pré-molares e primeiros molares. Também poderão ser investigadas as correlações entre estas inclinações e outras medidas celalométricas usuais na Telerradiografia de perfil.

Com o propósito de ampliar a utilização da Telerradiografia em norma obliqua 45°, dada a sua grande importância, este trabalho tem como objetivo aferir as inclinações dos primeiros e segundos pré-molares e primeiros molares em indivíduos portadores de maloclusões de classe II, primeira divisão.

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7

2 REVISTA DA LITERATURA

2.1 Características da Maloclusão Classe ll

A maloclusdo de classe II é a maloclusão esquelética mais

freqüentemente encontrada. Ela é caracterizada por uma relação mandibular distal ao maxilar, que pode ser causada por displasia óssea basal, pelo movimento para frente do arco dental superior ou pela combinação dos fatores esqueléticos e dentais. A sobressaliência é excessiva na classe II, primeira divisão e a mordida 6, em geral, profunda. 0 perfil retrognático e a excessiva sobressaliência exigem que os músculos faciais e a lingua adaptem-se a padrões anormais de contrações. Tipicamente existe uma hiperatividade do músculo mentoniano, que se contrai fortemente para elevar o orbicular dos lábios e efetuar o selamento labial (MOYERS, 1991).

Comenta ainda o autor que a classe II é caracterizada por distoclusão, mordida profunda, labioversão dos incisivos laterais superiores e lingualização compensatória dos incisivos centrais superiores e uma função labial mais normal. A classe II, segunda divisão esquelética facial não é em geral tão acentuadamente retrognática como a classe II, primeira divisão.

A classe II 6, na realidade, formada de muitos subtipos. Infelizmente, alguns tipos de maloclusão importantes e desiguais foram enquadrados na categoria da classe II de Angle. Uma boa análise cefalométrica permite sua discriminação. Nas maloclusões, em que existe uma relação "distal" da mandíbula em relação à maxila, enquadram-se na classe II. A nomenclatura da classificação de Angle enfatiza o posicionamento distal da mandíbula em relação à maxila na maloclusdo classe II, contudo, são vistos muitos casos de classe II nos quais a maxila é prognática — uma morfologia craniofacial bem diferente, mas resultando numa relação molar semelhante e, por isso, com a mesma classificação. 0 sulco mesial do primeiro molar inferior permanente articula-se posteriormente à cúspide mesiobucal do primeiro molar superior permanente. A maloclusão de classe II além de possuir divisões (primeira e segunda), também pode ter subdivisões, sendo elas direita e esquerda, ocorrendo quando se encontra um lado da relação molar normal e o outro lado do arco dentário com relação molar em classe II (MOVERS, 1991).

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FIGURA 1 — FOTO DE MALOCLUSÃO DE CLASSE II 1a DIVISÃO (Gentilmente cedida pelo Professor Roberto Rocha)

Angle (1899) definiu a maloclusão de classe II como a relação dentária na qual a cúspide mésio-vestibular do primeiro molar superior oclui mesialmente ao sulco mésio-vestibular do primeiro molar permanente inferior.

Fatores como retrusão mandibular, protusdo maxilar ou uma combinação de ambos, além de outras anomalias anatômicas, como por exemplo, a fossa glenáide, posicionada muito atrás, levando a mandíbula a relacionar-se mais distalmente, pode levar ao desenvolvimento de uma classe II esquelética (BASS, 1983). Mas, fatores como deficiência na atividade da musculatura orofacial também podem gerar ou acentuar a maloclusão (SECKIN; SOROCO, 1990).

Em portadores de maloclusdo de classe II, primeira divisão, a maxila em crescimento desloca-se para baixo e para frente, devido à deposição óssea nas suturas. 0 crescimento ocorre também nos alvéolos e na tuber maxilar. No momento do crescimento o plano palatino mantém-se estático em relação à base do crânio, no entanto, o plano mandibular mantém-se ou diminui em razão de seu deslocamento para baixo e para frente (BJORK; SKIELLER, 1972).

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9

Na classe II, primeira divisão com características esqueléticas, existe uma

discrepância entre a maxila e a mandíbula devido, muitas vezes, à protrusão maxilar,

retrusão mandibular, ou a uma combinação de ambas. Verifica-se, ainda, uma

discrepância antero-posterior (intrabucal) com o relacionamento dentário de classe II

de molares e caninos e o overjet acentuado. Na maioria das vezes, o tamanho dos

componentes mandibular e maxilar em uma classe II são normais, porém estes

estão mal posicionados, gerando desarmonia. Nota-se também que, na classe II,

ocorre um crescimento horizontal normal, porém verticalmente ele é excessivo e

desarmônico, muitas vezes motivado por falta de comprimento mandibular.

Concluindo, em uma relação de classe II o importante é que existe a falta de relação

normal entre a maxila e a mandíbula, tanto no sentido antero-posterior quanto

vertical, ocasionando dificuldade de intercuspidação dental, overjet acentuado,

interposição labial, função inadequada e estética prejudicada (SCHUDY, 1965).

2.2 Técnica de Obtenção das Telerradiografias Cefalométricas

Broadbent e Hofrath, em 1931, idealizaram separadamente, um nos EUA

e o outro na Alemanha, respectivamente, e introduziram o cefalostato na técnica

radiográfica o que possibilitou que radiografias do crânio pudessem ser tomadas

idênticas ás tomadas anteriormente em relação a determinados pontos craniométricos. Esse estudo revelou que os pontos de referência localizados acima da face, na base do crânio, são relativamente estáveis. 0 plano Bolton-Nasion de

orientação e seu registro no ponto da área esfenoidal é o ponto mais fixo da cabeça

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Figura 2 — Foto de um cefalostato utilizado atualmente.

A cefalometria radiográfica extrabucal é uma técnica que possibilita a avaliação dento-crânio-facial mediante radiografias tomadas dentro de um padrão constante. Este padrão permite que se estude as alterações obtidas durante um tratamento ortodõntico, através da comparação de grandezas numéricas ou das superposições de tragados. As modificações no relacionamento entre a maxila e a mandíbula, as alterações que ocorreram nos próprios ossos maxilares e no perfil facial e a movimentação dentária conseguida podem ser identificadas e analisadas (VI LELLA, 1998).

A cefalometria é analisada no final do tratamento ortodõntico com o intuito de avaliar os resultados obtidos e observar se as metas propostas foram atingidas (FERREIRA, 1999).

Na tomada da Telerradiografia de perfil ou norma lateral, o feixe central de Raios-X deve estar direcionado para o centro das olivas auriculares. 0 paciente deve estar corretamente posicionado no cefalostato, com o plano horizontal de

Frankfurt paralelo ao solo. A norma determina que o lado direito do paciente deve estar voltado para o cefalostato e, concomitantemente, o lado esquerdo do paciente deve estar voltado para a fonte emissora de Raio-X (PASLER; VISSER, 2001).

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Na Telerradiografia póstero anterior ou em norma frontal, o paciente deve perfazer um giro de 90 0 em relação ao filme, de modo que o feixe de Raios-X central divida o eixo transmeatal em duas metades iguais. 0 nariz do paciente toca o chassi. No obstante, na Telerradiografia basal ou em norma vertical, o plano horizontal de Frankfurt deve ficar perpendicular ao solo e paralelo ao chassi. 0 feixe de Raios-X incide no mento, perpendicularmente ao chassi.

A Telerradiografia obliqua dos lados esquerdo e direito é tomada a 450 e 135° , respectivamente, em relação à radiografia lateral. 0 feixe de Raios-X incide por detrás de um dos ramos, evitando-se a superposição das metades da mandíbula. Normalmente, esta tomada possibilita uma visualização mais fiel da região dos elementos dentais primeiros e segundos pré-molares e primeiros molares, superiores e inferiores, em razão da maior proximidade destes com o filme radiográfico. Como na projeção póstero-anterior, o plano de Frankfurt deve permanecer horizontal, pois qualquer inclinação pode alterar a maioria das medidas. 0 cefalograma obliquo é muito útil para pacientes na fase de dentição mista (MOVERS, 1991).

FIGURA 3— TELERRADIOGRAFIA CEFALOMETRICA EM NORMA LATERAL.

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FIGURA 4 — TELERRADIOGRAFIA CEFALOMÉTRICA PÓSTERO ANTERIOR.

(Gentilmente cedida pela Radiodonto)

FIGURA 5— TELERRADIOGRAFIA CEFALOMETRICA EM NORMA OBLIQUA (Gentilmente cedida pela Radiodonto)

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FIGURA 6— TELERRADIOGRAFIA CEFALOMETRICA EM NORMA OBLIQUA 135°.

(Gentilmente cedida pela Radiodonto)

Sobre as fotos Telerradiografia obtida executa-se normalmente o Tragado Cefalométrico, que se constitui na cópia, feita em papel acetato transparente, das estruturas anatômicas visualizadas na radiografia. Estas estruturas devem ser tragadas obedecendo-se a uma seqüência lógica de estruturas, pontos e planos anatômicos que são relacionados entre si de acordo com determinadas análises cefalométricas.

Os filmes radiográficos utilizados nas Telerradiografias cefalométricas podem ser lentos, rápidos e ultra-rápidos. Para se visualizar a face do paciente, o filme deve medir 18x24cm e 24x30cm para estudos mais detalhados. Entretanto, o aparelho de Raios-X deve apresentar uma amplitude de variação da regulagem do aparelho de 80 a 96Kvp, 30mA, com tempo de exposição de 0,4 segundos (VILELLA,1998), a uma distância de aproximadamente 1,52 metros (FERREIRA, 1999).

2.3 Indicações para a Telerradiografia em Norma Obliqua 45°

Define-se ancoragem como resistência para forças de reação que são fornecidas pelos dentes quando da tentativa de movimentação ortod6ntica. Uma

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força contra um dente produz uma pressão no ligamento periodontal. Diferentes tipos de movimento dentário concentram ou distribuem a força no ligamento periodontal, produzindo várias pressões. Assim, não somente a quantidade de força, mas, também, a maneira como ela será distribuída devem ser consideradas na determinação do efeito biológico. Conceitualmente, o valor de ancoragem de um dente, que é a sua resistência ao movimento, pode ser analisado como sendo uma função da sua área de superfície radicular, que é a mesma de sua área de ligamento periodontal. Quanto mais larga a raiz, maior é a área sobre a qual a força pode ser distribuída e vice-versa (PROFFIT,1991).

"Em biomecênica ortodõntica, ancoragem é a resistência de um corpo ao deslocamento. A ação causa a reação. Quando um corpo se desloca é normal dizer qual as forças motrizes prevalecem sobre as forças resistentes" (LANGLADE,1995).

A ancoragem dental é considerada passiva quando constituída pelo próprio dente, através de suas estruturas de suporte, osso alveolar e ligamento periodontal, quando sua resistência ao movimento é definida pelo comprimento, número e volume de suas raizes. A ancoragem é considerada ativa quando produzida por dispositivos ortodõnticos para evitar o deslocamento dos dentes de apoio (LANGLADE, 1995).

Uma consideração final sobre controle de ancoragem diz respeito resposta diferente do osso cortical comparado com o osso medular. 0 osso cortical é mais resistente à absorção do que o osso medular, e o movimento dentário é mais lento quando a raiz contata este osso. Alguns autores têm preconizado produzir movimento de torque nas raizes dos dentes posteriores contra as placas corticais distais, como uma forma de evitar os seus movimentos para mesial. Quando, por exemplo, os espaços das extrações estão para ser fechados, esta situação é conhecida como preparação para ancoragem. Uma vez que o movimento mesial poderia ocorrer tanto ao longo dos corticais como contra eles, é duvidoso que essa técnica aumente significativamente a ancoragem. Contudo, uma camada cortical densamente calcificada, que pode ser formada dentro do processo alveolar, certamente afetará o movimento dentário. Em caso de extrações antigas, pode ser impossível movimentar o dente quando este encontrar o osso cortical ao longo da crista alveolar absorvida. As situações de perda e preparo de ancoragem, em regra, são visualizadas clinicamente, de maneira empírica (PROFFIT, 2001).

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15 A dentadura mista caracteriza-se pela presença, no arco, de dentes deciduos e permanentes em diferentes estágios de desenvolvimento, segundo Graber e Vanarsdall (1996). Para fins de análise, deverão estar presentes no arco os quatros primeiros molares permanentes e os incisivos superiores e inferiores permanentes. De acordo com o crescimento ósseo maxilar, o perímetro dos arcos não se altera de mesial do primeiro molar permanente a mesial do primeiro molar permanente do lado oposto depois dos 4 anos. Porém em alguns casos, este crescimento pode se estender, no máximo, até a idade de 8 anos, permitindo, desta forma, efetuar análises do espaço existente para a erupção dos demais dentes permanentes. Estas análises visam, portanto, prever por meio de tabelas ou radiografias o tamanho dos dentes permanentes não erupcionados e se estes terão espaço no arco ósseo. Quando se utilizam tabelas, aceita-se que os dentes humanos apresentem acentuada correlação em suas proporções. Desta forma, se ocorrer alteração, por exemplo, se os incisivos forem maiores que o tamanho médio, fatalmente a tabela exibirá caninos e pré-molares maiores que o tamanho médio. Para tanto, utilizando modelo de estudo, deve-se obter duas medidas individualizadas: espaço presente e espaço requerido.

A análise de dentadura mista é realizada de duas formas. A primeira, utilizando o método estatístico, como a análise Moyers, em que o arco é dividido em dois segmentos: anterior, correspondente aos incisivos permanentes e o posterior, em que estão incluidos os caninos, primeiros e segundos molares deciduos. 0 valor do espaço requerido anterior é levado 6 tabela de Moyers para obtenção do espaço requerido posterior. A segunda forma, a análise de Tanaka — Johnston também se baseia na somatória da dimensão mésio distal dos incisivos inferiores, praticamente sem utilizar tabelas ou radiografias. 0 método radiográfico mais utilizado para análise de dentadura mista é o de Hukaba, em que se faz uma tomada radiográfica periapical da região na qual se deseja saber a discrepância e, através de uma regra de três simples, obtém-se o espaço requerido para um determinado elemento dental (FERREIRA, 1999).

A análise da dentadura mista, lançando mão da Telerradiografia cefalométrica em forma obliqua, caracteriza-se pela obtenção direta da dimensão mésio distal do dente em questão e este valor é multiplicado pelo coeficiente 0,92 devido â magnificação radiográfica (LIMA, 1999).

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3 PROPOSIÇÃO

Este trabalho propõe-se a mensurar, em pacientes podadores de maloclusão classe II, primeira divisão, através da Telerradiografia cefalométrica em norma obliqua 45°, a inclinação média, referenciada no plano oclusal, dos primeiros pré-molares inferiores, a inclinação média, referenciada no plano oclusal, do segundos pré-molares inferiores; a inclinação média, referenciada no plano oclusal, do primeiros molares inferiores; a inclinação média, referenciada no plano oclusal, do primeiros pré-molares superiores; a inclinação média, referenciada no plano oclusal, do segundos pré-molares superiores; e a inclinação média, referenciada no plano oclusal, do primeiros molares superiores.

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4 MATERIAL E MÉTODO

Foram selecionados 15 pacientes portadores da maloclusdo de classe II, primeira divisão, entre 12 anos e 2 meses e 21 anos e 4 meses. Os pacientes, sete homens e oito mulheres, foram aleatoriamente selecionados no cadastro de espera para tratamento, na disciplina de Ortodontia, da Faculdade de Odontologia da UFSC.

Realizou-se um exame clinico inicial nos pacientes e constatou-se que todos gozavam de boa saúde bucal. Foram feitas, posteriormente, Telerradiografias cefalométricas em norma obliquas 45 ° , direita e esquerda, no ambulatório de radiologia da UFSC, onde são realizadas as disciplinas práticas do curso de Especialização em Radiologia Odontológica. No mesmo momento das tomadas radiográficas efetuou-se a moldagem dos arcos dentários dos pacientes para posterior confecção dos modelos de estudo.

A seqüência de procedimentos recomendados para a obtenção da Telerradiografia cefalométrica em obliqua é a seguinte:

1- Colocação do filme, ecrans intensificadores e grade no chassi; 2- Colocação do chassi no porta-chassi;

3- Regulagem da quilovoltagem, miliamperagem e tempo de exposição; 4- Posicionamento do cefalostato em 45 ° ou 135 ° ;

5- Posicionamento do paciente com o lado esquerdo da face voltado para o filme;

6- Introdução das olivas auriculares nos condutos auditivos do paciente;

7- Posicionamento do plano horizontal de Frankfurt paralelamente ao solo. Fixar esta posição, apoiando o suporte anterior do cefalostato na altura do nasio do paciente;

8- Colocação do filtro para tecidos moles;

9- Solicitação ao paciente para que mantenha os dentes em oclusão; e 10-Tomada da radiografia.

Sobre as Telerradiografias obteve-se o cefalograma personalizado de cada paciente, em que foram tragados os primeiros e segundos pré-molares e primeiros molares superiores e inferiores, o plano oclusal, o corpo, o ramo ascendente e os côndilos mandibulares.

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1 8

FIGURA 7- TRAÇADO CEFALOMETRICO, SOMENTE DENTES.

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FIGURA 9 — TRAÇADO CEFALOMETRICO- DENTES, PLANO OCLUSAL E ÂNGULOS.

Determinou-se o longo eixo de cada elemento dental em questão e com um transferidor anotou-se o valor da inclinação do dente em relação ao plano oclusal pré-determinado. Todos os resultados foram transferidos para um quadro de compilação de dados e obteve-se a média dos primeiros pré-molares superiores, direito e esquerdo; primeiros pré-molares infeirores, direito e esquerdo; segundos pré-molares superiores, direito e esquerdo; segundos pré-molares inferiores, direito e esquerdo; primeiros molares superiores, direito e esquerdo e, por fim, primeiro molares inferiores, direito e esquerdo. Estes elementos dentais foram escolhidos devido a sua melhor visualização na Telerradiografia cefalométrica em norma obliqua 45 ° .

Foi elaborada uma ficha clinica onde foram anotados todos os dados pertinentes a cada paciente para fins de arquivamento. Estes dados estão nos arquivos da disciplina de Ortodontia da UFSC, à disposição de novos pesquisadores.

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5 RESULTADOS

Os valores obtidos das angulações axiais dos primeiros e segundos pré-molares e dos primeiros molares de todos os pacientes foram transferidos para o

Figura 10, a seguir: Z SUPERIORES E INFERIORES 1 PM 2 PM 1M 1 PM 2 PM 1M 001 96 89,5 86,5 89 90,5 86,5 002 94 91 94 92,5 89,5 86,5 003 94 92 89 88,5 84,5 86 004 101 99 94 86,5 85 87 005 89 95,5 92,5 91 83,5 87 006 90,5 92 90 87 85 86 007 94,5 97 93 89,5 91 89 008 93,5 88 88 89,5 88 89,5 009 92,5 92,5 90 89 88 88,5 010 91,5 92,5 90 89 93 90 011 93 89,5 93 95 88 84,5 012 92 97 94 89,5 84,5 85 013 93 91 88,5 88,5 87,5 86 014 93 94 89,5 88 86,5 81 015 94 85 85 94,5 91,5 96 7GERAL 93,43 92,37 90,47 89,80 87,73 87,23 D. P. 2,69 3,72 2,85 2,47 2,91 3,29

FIGURA 10 - QUADRO DA COMPILAÇA0 DE DADOS

0 comportamento das inclinações axiais dos elementos está

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II PM

DENTES

FIGURA 11 - GRÁFICO 1 - DADOS DENTES INFERIORES

- Seqüência1 —s— Seqüência2 Seqüência3 - -x-- Seqüência4 - Seqüência5 —410— Seqüência6 + Seqüência7 Seqüência8 Seqüência9 Seqüência10 Seqüência11 Seqüência12 Seqüência 13 Seqüêncial 4 Seqüência15 --MÉDIA 21 —0-1 —II-- 2 3 —X-4 —X— 5 —0-6 —1-7 8 —9 10 11 12 13 14 - --- 15 MEDIA 105 100 95 90 85 80 75 I PM II PM IM DENTES

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6 DISCUSSÃO

Para se obter os dados de forma mais simplificada, foi determinada a média aritmética das angulações axiais dos primeiros pré-molares, direito e esquerdo, dos segundo pré-molares, direito e esquerdo e primeiros molares, direito e esquerdo, tanto para o arco superior quanto para o arco inferior, sendo transferidos para o quadro de compilação de dados os valores angulares de cada paciente.

De acordo com esse quadro, notou-se que a angulação axial dos primeiros pré-molares superiores variou de 90,5 a 101° em relação ao plano oclusal pré-determinado, com valores de média de 93,43° e desvio padrão de 2,69, enquanto os valores de angulação axial dos primeiros pré-molares inferiores variaram de 88 a 95°, com média de 89,8° e desvio padrão de 2,47.

Os valores das angulações axiais dos segundos pré-molares superiores variaram de 88 a 99°, com valor de média de 92,37° e desvio padrão de 3,72, enquanto os valores das angulações axiais dos segundos pré-molares inferiores variaram de 84,5 a 90,5°, com média de 87,73° e desvio padrão de 2,91.

Os valores das angulações axiais dos primeiros molares superiores variaram de 86,5 a 94°, com média de 90,47° e desvio padrão de 2,85, e os valores das angulações axiais dos primeiros molares inferiores variaram de 81 a 90°, com valores de média de 87,23° e valor de desvio padrão de 3,29.

A média dos dados de desvio padrão foi de 2,98. E aceitável, pois o pico de 3,72 identifica um valor confidvel e quanto menor o desvio padrão mais aceitáveis os valores.

Numa observação mais detalhada da angulação axial dos dentes posteriores em questão, verificou-se que as médias dos dentes superiores: primeiros pré-molares, segundos pré-molares e primeiros molares superiores - 93, 43, 92, 37 e 90, 47, respectivamente, são maiores do que as médias dos mesmos elementos inferiores - 89, 80; 87, 73 e 87, 23, respectivamente. Este fato já era esperado em se tratando de pacientes portadores de classe II, primeira divisão.

O gráfico a seguir exemplifica as curvaturas tomadas pelas médias dos dentes superiores e inferiores e representa também, de forma resumida, a

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23 superposição de todas as linhas obtidas das médias dos dentes posteriores de cada paciente, de acordo com os Gráficos 1 e 2.

94,00 92,00 ci) z 90,00 6 88,00 86,00 84,00 1PMS 2PMS 1PMI dentes superiores inferiores FIGURA 13— GRÁFICO 3 -.

Além dos fatores como retrusão mandibular, protusão maxilar ou uma combinação de ambos, também outras anomalias anatômicas, tais como a fossa glenóide posicionada muito posteriormente, levando a mandíbula a posicionar-se mais distalmente, conforme Bass (1983), e a angulação média tomada pelos primeiros e segundos pré-molares e primeiros molares superiores e inferiores, direitos e esquerdos, podem levar ao desenvolvimento de uma classe II primeira divisão. A repercussão destes fatores associados à falta do correto posicionamento das bases ósseas maxilar e mandibulares torna deficiente (impossível) o correto relacionamento dentário interarcadas, a função normal como fechamento labial e o correto posicionamento dentário dentro da sua base óssea, induzindo compensações dentárias (CALDELL; HYMAS; TIMM, 1984).

De acordo com a revista de literatura e os resultados obtidos na presente pesquisa, pode-se constatar que, dentre as maloclusões, a classe II é a mais comumente encontrada, a sobressaliência é excessiva na classe II, divisão I e a mordida é normalmente profunda. Com relação à oclusão, a cúspide mésio-vestibular do primeiro molar superior oclui mesialmente ao sulco mésio-mésio-vestibular do primeiro molar permanente inferior. Esses fatores associados à má posição das bases ósseas maxilar e mandibulares tornam deficientes o correto relacionamento dentário interarcadas, a função normal como fechamento labial e o correto

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24 posicionamento dentário dentro da sua base óssea, induzindo compensações dentárias.

A introdução do cefalostato na técnica radiográfica possibilitou que radiografias do crânio pudessem ser tomadas idênticas às tornadas anteriormente em relação a determinados pontos craniométricos. E a cefalometria radiográfica extrabucal é uma técnica que possibilita a avaliação dento-crânio-facial, por meio de radiografias tomadas dentro de um padrão constante. A Telerradiografia obliqua permite uma visualização mais fiel da região de elementos dentais posteriores (pre-molares e (pre-molares) devido à maior proximidade destes com o filme radiográfico. cefalograma obliquo é muito Ca para avaliação de pacientes na fase de dentição mista.

Foi também definido que a ancoragem é a resistência para forças de reação que são fornecidas pelos dentes quando há tentativa de movimentação ortodõntica. Não-somente a quantidade de força, mas também a maneira como ela será distribuída devem ser consideradas na determinação do efeito biológico. valor de ancoragem de um dente, que é a sua resistência ao movimento, pode ser analisado como sendo uma função da sua area de superfície radicular, que é a mesma de sua área de ligamento periodontal. Quanto mais larga a raiz maior é a Area sobre a qual a força pode ser distribuída. A Telerradiografia cefalométrica em norma obliqua 45° está indicada nos casos de verificação de situações de ancoragem dental e preparo de ancoragem, visto que esta tomada possibilita uma visão mais fiel da regdo de pré-molares e molares superiors e inferiores. Mas, segundo a literatura, a grande indicação desta é a análise de dentadura mista, a fim de obter-se o espaço requerido para o elemento dental.

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25 7 CONCLUSÕES

A amostra de 15 pacientes de 12 anos e 2 meses a 21 anos e 4 meses, portadores da maloclusão de classe II, primeira divisão, demonstrou que realmente existe uma correlação entre a maloclusdo de classe II, primeira divisão com a angulação tomada pelos dentes posteriores num relacionamento com o plano oclusal. Este fato sera de extrema importância numa comparação futura com a angulação tomada por estes elementos em pacientes portadores de outras maloclusões como classe II, segunda divisão, classe I e classe Ill. Novos trabalhos devem ser feitos empregando o método proposto, visando comparar com outras maloclusões, assim como verificar o comportamento de terapêuticas ortodõnticas.

A idealização do cefalograma de trabalho na Telerradiografia cefalométrica em norma obliqua 45° para a verificação das angulações axiais dos elementos posteriores também é algo muito significativo, uma vez que a literatura não faz menção a sua preexistência.

No momento de comparações com novos estudos ter-se-ão curvas de angulações de primeiro e segundo pré-molares e primeiros molares, superiores e inferiores para todos os tipos de maloclusões.

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8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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BJORK, A., SKIELLER, V. Facial development and tooth eruption. An implant study at the age or puberty. Am. J. Orthod. v. 62, n. 4, p. 339 - 383, 1972.

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CALDELL, S.F.; HYMAS, T. A.; TIMM. T.A. Maxillary traction splynt — A cefalometric evaluation. Am. J. Orthod., v. 69, n. 5, p. 376 — 384, May, 1984.

FERREIRA, F. V. Ortodontia — Diagnóstico e Planejamento clinico. 3. ed. São

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GRABER T. M.; VANARSDALL R. L. Ortodontia — Princípios e Técnicas atuais. 2.

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SECKIN,

O.;

SOROCO. R. Treatment of Class II, division 1, cases whith a maxillary traction splint. Quint. Int. v. 3, p. 17 - 23, 1990.

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APÊNDICE - FICHA DA AMOSTRAGEM

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE

DEPARTAMENTO DE ESTOMATOLOGIA

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA

FICHA DA AMOSTRAGEM

DATA: II.

NOME DA AMOSTRA: NÚMERO DA AMOSTRA:

IDADE ATUAL: ANOS MESES. SEXO: M, F.

MEDIDAS OBTIDAS NO ARCO INFERIOR:

MEDIDAS VALOR OBTIDO

34.P0 (PLANO OCLUSAL) 35.P0 36.P0 44.P0 45.P0 46.P0

1°.PMI.P0 ( VALOR OBTIDO PELA MÉDIA)

2°.PMI.P0 1°.MI.P0

MEDIDAS OBTIDAS NO ARCO SUPERIOR

MEDIDAS VALOR OBTIDO

14.P0 (PLANO OCLUSAL) 15.P0 16.P0 24.P0 25.P0 26.P0

1°.PMS.P0 ( VALOR OBTIDO PELA MÉDIA)

2°.PMS.P0 1°.MS.P0

Referências

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