• Nenhum resultado encontrado

Rev. esc. enferm. USP vol.9 número2

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "Rev. esc. enferm. USP vol.9 número2"

Copied!
19
0
0

Texto

(1)

ESTUDO DOS PRINCÍPIOS APLICADOS À UTILIZAÇÃO DOS AGENTES QUÍMICOS DESINFETANTES HOSPITALARES

Vanda M. Galvão fouclas* Brigitta P. Castellanos* JOUCLAS, V. M. G.; CASTELLANOS, B. P. — Estudo dos princípios aplicados à utilização dos agentes químicos desinfetantes hospitalares. Rev. Esc. Enf. USP, 9(2):259-277, 1975.

As autoras realizaram um levantamento bibliográfico cole-tando dados atualizados sobre a utilização dos agentes químicos desin-fetantes hospitalares, levando-se em consideração suas possibilidades e suas limitações. São abordados na fundamentação científica o conceito de desinfecção e esterilização, as condições necessárias para a ação efe-tiva de um agente químico, os critérios de escolha do agente químico, e a classificação dos agentes químicos utilizados em equipamentos e ma-teriais médico-cirúrgicos.

INTRODUÇÃO

Nestes últimos anos a problemática de infecções hospita-lares tem sido alvo de atenção dos pesquisadores do campo de saúde. O desenvolvimento dos métodos novos para a esterilização de materiais, a tomada de consciência da técnica asséptica por aqueles que participam direta ou indiretamente da assistência ao paciente, são objetivos para se conseguir a diminuição dos altos índices de infecções cruzadas (14) em nossos hospitais. De um modo geral as causas destas infecções cita-das nas pesquisas, podem ser agrupacita-das em causas ligacita-das: ao ambiente, ao pessoal, ao próprio paciente e ao material (8). Esta última é de espe-cial interesse em nosso estudo. Em se tratando de material, vários são os métodos que podem ser utilizados para seu preparo, tanto na esteri-lização como na desinfecção. Entre estes os agentes químicos que, den-tro de suas limitações, são utilizados estritamente para uma série de materiais sensíveis à ação de um método físico.

A busca de um agente químico eficaz tem sido uma tante dentre as preocupações de nossos hospitais (devido à falta de cons-ciência da problemática que o envolve). Muitas vezes ele tem sido cita-do (32) com o próprio veículo de contaminação (quancita-do é usacita-do con-taminado).

Com o objetivo de proporcionar uma fonte de referência àqueles que empregam agentes químicos desinfetantes hospitalares, rea-lizou-se um levantamento bibliográfico coletando-se dados atualizados sobre como estes produtos devem ser utilizados, levando-se em conside-ração suas possibilidades e suas limitações.

(2)

FUNDAMENTAÇÃO Desinfecção Química:

A desinfecção por agentes químicos é indicada quando o material ou instrumental não pode ser esterilizado pelo calor e não se conta com o recurso de um gás esterilizante. (17)

O desinfetante é um agente químico que destroe micror-ganismos patogênicos, mas não seus esporos (17). Bem poucos agentes químicos, ou combinação deles, podem ter ação esporicida em tempo hábil. Por isto, no termo "desinfetante", não se inclui a destruição de formas esporuladas. Aos poucos agentes químicos que possuem esta ação, deve-se acrescentar o termo "esporicida", podendo então este produto ser utilizado como "agente esterilizante". Deve-se ainda levar em consi-deração que alguns agentes químicos podem ser "esporicidas" ou

"dei-xar de o ser", conforme sua concentração.

A diferença entre "desinfecção" e "esterilização" agora torna-se clara: o processo de desinfecção pode ou não destruir todas as formas de vida microbiana contidas no objeto tratado, mas o processo de esterilização deve "garantir" esta destruição.

1. Condições necessárias para a ação efetiva de um agente químico:

A destruição microbiana depende do tipo do agente químico e de suas ações sobre um microrganismo específico. O processo inclui dois mecanismos prin-cipais: (9, 2, 17)

— dissolução dos lipídeos da membrana citoplasmá-tica por detergentes e solventes de lipídeos; — alteração irreversível das proteínas — por

desna-turantes, oxidantes, agentes alquilantes e reagen-tes do grupo sulfidrila.

O agente químico "ideal" deve ter capacidade (15) de destruir todas as formas de microrganismos pato-gênicos, sem ser tóxico aos tecidos humanos, agindo em presença de material orgânico; deve ser solúvel, estável, não corrosivo e de baixo custo.

Certos fatores operam na eficiência do agente quí-mico, a saber:

(3)

Submersão — É essencial uma "completa submer-são" do objeto. No caso de tubulações deve-se tomar a precaução de preencher a sua luz com o desinfe-tante, sendo necessário para isso o auxílio de uma seringa, quando o diâmetro da tubuladura é pequeno. O instrumental deve estar aberto para que a solução entre em contato com toda a superfície. Os objetos de superfície plana e firme, como por exemplo uma lâmina de bisturí, são mais facilmente desinfetados do que materiais grosseiramente soldados, com alças, tubuladuras longas, luz estreita.

Concentração — Um desinfetante deve ser usado em sua concentração ideal e letal para o microrganismo. Uma concentração maior, além de dispendiosa, po-derá causar corrosão e a perda do fio de instrumentos cortantes, e uma concentração menor terá uma ação desinfetante ineficaz (3). Deve-se secar os objetos depois de lavados, pois do contrário a água modifi-cará a concentração da solução química.

Umidade — O poder umectante dos líquidos depen-de da tensão superficial. Quanto menor for a tensão, tanto maior será o poder umectante. O álcool, por exemplo, possui uma tensão superficial inferior à da água, daí sua capacidade de espalhar-se e de pe-netrar em interstícios mínimos, o que caracteriza sua grande propriedade de "molhar". Os agentes umec-tantes são de importância considerável quando adi-cionados às soluções germicidas, porque aumentam-lhes extraordinariamente o poder de penetração e melhoram o contato do desinfetante com os micror-ganismos (7).

Tempo de exposição — O tempo para desinfecção dependerá de vários fatores:

— concentração da solução: algumas vezes o tempo de exposição pode ser diminuído pelo aumento

da concentração do germicida. Alguns desinfe-tantes, conforme sua concentração, são bacterici-das (bacterici-das formas vegetativas) ou também tu-berculicidas (em concentração maior) como por exemplo os iodóforos e certos fenólicos (15). — natureza do microrganismo: enquanto que a

(4)

amônia e ao hexaclorofeno. Entre as outras bac-térias, o grupo Gram-positivo como um todo é o mais resistente a certas classes de germicidas, en-quanto que o grupo Gram-negativo o é a outra classe. Nos gram-positivos, os estafilococos e os enterococos são os mais resistentes e no grupo gram-negativo, Salmonellas e Pseudomonas são os mais resistentes. Para evitar problemas de dife-renças de ação germicida o importante é evitar usar concentrações marginais (15).

— fase do ciclo vital: vegetativa e esporulada. — tamanho da população: quanto maior a

patoge-nicidade, maior o período de exposição necessá-ria para a ação desinfetante (29). A razão disto é que todas as populações bacteriológicas são he-terogêneas, mesmo que o contaminante seja de um só tipo de microrganismo, isto é, mecanismos genéticos produzem mutações entre as bactérias que as torna diferente das outras de vários mo-dos, incluindo a resistência a germicidas. Uma multiplicação intensa da população bacteriana produz correspondentemente aumento de número de mutantes resistentes (15). De acordo com os princípios genéticos, quando a população é gran-de, a proporção de bactérias altamente resisten-tes é correspondentemente maior (2). Aplicando esta noção à desinfecção do instrumental cirúr-gico, reforça-se o valor da limpeza prévia ade-quada, com conseqüente diminuição do tempo de exposição para uma desinfecção eficaz.

Temperatura — O aumento da temperatura pode acelerar a velocidade da desinfecção (2,9) devido, em parte, ao princípio de que o calor acelera as reações químicas (9).

Idade das células microbianas — As células mais jovens são destruídas mais facilmente, as velhas são mais impermeáveis e mais resistentes. Nos hospitais as cepas de microrganismos são mais velhas e mais resistentes, levando esta situação à necessidade de se testar o efeito dos desinfetan-tes com esdesinfetan-tes tipos particulares de microrganis-mos. Recomenda-se que se mantenha o instru-mental cirúrgico "limpo" e "esterilizado" para evitar que seja guardado contaminado e conse-quentemente contaminado por células microbia-nas mais velhas.

(5)

(3, 15). Assim, o aumento de ions (H*) acelera a ação dos ácidos fracos, como o acético, o ben-zoico, porém retarda em geral a dos desinfetantes catiônicos, isto é aqueles nos quais a porção efe-tiva é o cation.

Pressão osmótica — A maioria das bactérias é pouco sensível às variações de pressão osmótica e podem se ajustar a grandes variações de con-centração de solutos no ambiente. Um ambiente hipotônico constitui a condição normal para a maioria das bactérias e resulta na manutenção do turgor. Quando os microrganismos são colocados em soluções hispertônicas, a sua água tende a passar para o meio ambiente, produzindo-se uma retração do protoplasma em relação a parede ce-lular (plasmólise).

Como demonstram os experimentos com lisozima, é indubitavelmente a presença de uma parede ce-lular que faculta às bactérias evitar lise osmótica em ambientes de baixas pressões osmóticas. Cé-lulas animais (por exemplo, os glóbulos verme-lhos do sangue) que não possuem paredes celula-res rígidas são extremamente flexíveis à pcelula-ressão osmótica, lisando-se rapidamente em soluções hi-potônicas. O ambiente iónico pode afetar o cres-cimento do microrganismo através de um efeito

direto tal como um efeito iónico específico ou efeito osmótico; os sais podem indiretamente afe-tar o microrganismo pela alteração da atividade termodinâmica do agente anti-microbicida no sis-tema (15).

(6)

desin-fecção de superfícies porosas, a adição de um re-dutor de tensão superficial à solução de um germicida, pode ser um fator importante pois au-menta o contato da solução com o microrganis-mo (15).

Critérios de escolha do agente químico:

Segundo um levantamento feito por um autor (34) a maio-ria dos hospitais escolhe desinfetantes e antissépticos em função do pre-ço ou de preferências individuais, já que os laboratorios não declaram, em sua maioria a composição quantitativa de seus produtos nos respec-tivos rótulos. Esta situação envolve sérios riscos, devido a possibilidade da escolha de produtos inadequados às suas finalidades (33). Para a seleção dos agentes químicos hospitalares, há necessidade de se estabe-lecer critérios que deverão ter como fundamentos (32):

— registro no Serviço Nacional de Fiscalização de Medicina e Farmácia (S.N. F. M.F.);

— estudo da composição química; — adequação às finalidades do produto;

— comprovação bacteriológica da atividade germicida.

Registro no S. N. F. M. F. — Quando o produto está re-gistrado é porque já houve uma análise prévia satisfatória, realizada em laboratório oficial, recebendo então um número de registro que deve constar do rótulo. Os produtos que não exibirem o número do registro do S. N. F. M. F. conforme determina o artigo 42, item A das Normas Técnicas Especiais para o controle da Fabricação e Venda de Produtos Saneantes e Congêneres, aprovados pelo Decreto n.° 67.112, de 26 de agosto de 1970, devem ser rejeitados por não inspirarem confiança. O rótulo deve ainda conter a composição qualitativa e quantitativa do pro-duto, instrução para o uso, de acordo com o item D do mesmo artigo 42.

Estudo da composição química — Na escolha do agente químico deve-se levar em consideração alguns fatores, tais como:

— não confiar somente em dados de folhetos e outras publicações;

— especificidade: o tipo de microrganismo a ser destruído. Na desinfecção química os microrganismos são agrupados em 3 categorias com crescente aumento da resistência aos agentes (32, e 31):

— não esporulados (forma vegetativa);

— bacilo da tuberculose (Mycobacterium tuberculosis) e virus;

— esporulados.

Até o momento não se conhece desinfetante que destrua com certeza o virus da hepatite.

— estabilidade da solução: as soluções químicas devem ser estáveis, caso contrário não são dignas de confiança. — concentração da solução: no rótulo deve constar a

(7)

— Custo e facilidade de ser encontrada no comércio: de preferência o produto não deve ser caro para poder ser acessível a todas as instituições e não deve haver dificuldades em consegui-lo no comércio.

— Facilidade de manuseio: Não deve haver problemas com seu manuseio, tais como: ser tóxico, manchar, ter odor desagradável.

— Temperatura necessária para ser efetivo: de preferên-cia deve agir a temperatura ambiente.

— Poder de corrosão: alguns desinfetantes provocam a corrosão e alteram o "fio" do instrumental cortante, necessitando a adição de substâncias anticorrosivas. Adequação da fórmula à finalidade do produto — É in-sensato esperar que a mesma solução desinfetante seja satisfatória intei-ramente para os diferentes objetivos a que se propõe. Pensar assim é muito mais do que esperar que um único antibiótico cure todas as molés-tias infecciosas.

Para se tornar mais efetiva a adequação da fórmula à finalidade, é necessário que se considere duas áreas isoladamente (34). 1. ambiente — O emprego de soluções desinfetantes é "recomendado" para pisos e paredes ou mobiliário de qualquer das dependências do hospital, e "exigido" em áreas como o centro cirúrgico, unidade de terapia inten-siva, berçário, lactario e cozinha.

Alguns requisitos devem ser considerados para a desinfec-ção ambiental como:

— ter e manter ação germicida mesmo em presença de pus, sangue, urina, fezes e certos sais inorgânicos pre-sentes na água;

— ter ação simultânea de desinfecção e limpeza; — manter ação germicida residual;

— não ser corrosivo e nem possuir odor irritante. 2 . material médico-cirúrgico — A esterilização química de um instrumental ou material cirúrgico deve se deter apenas àqueles que são termosensíveis. Mesmo assim, este método não é de todo recomendado pois além da demora devido ao "tempo de exposição" necessário, exige que seja feito um enxágue com água ou soro fisiológico estéreis. O agente químico destinado à esterilização de material médico-cirúrgico deve satisfazer alguns requisitos como: — deve ser bactericida, fungicida e virucida de amplo

espectro;

— deve ser esporicida a frio;

— não deve ser "irritante" para pele e mucosas; — não deve ser corrosivo para metais e não deve

(8)

CO o C 53 • >- i CO

CCJ <D >

- O O

o o

»co -g

« 3 W

> V D

CO M < 8 &

Oi 6 r i •J -CO 1 CO

o o

—' C

CO

o o

n

O -4->

ico CO O

ico

o"5 u CN c c <D

CO

CN & ( CO CO CN o. s CO >-i

T 3 O CO

e

ã

o

ind

o

gas

e p ár

e

CN Vi

na

ç CQ

gas

e p

d

a od

<u 0 0

CO O :o

m

si

a

çã

o

<u O <-> OH o T3 CO

t-t o <D

CO "C «CO i—i CO CO <D

C

Ç +-> s

p

a an •C i n c

<

co

• 5 3 3 eo -1

-" u

¢ = s y y

« 3 <D

^ "C «

CO " 3

eo O O C 8 V

E *§ .3

^ > > o co ^

o, o o

co . S

-T 3 3 . 2

S 3 - S 3 -*-> o O co í—(

CO CO CD

^ 5 > - D

2 g5 5 .

CO ' -1

o 4a «

& a -2 1/5

CO fli

i hph CO Q0>

^ §

2 °

co .o

"5b"

e ã ~

CO O Sí o

co O

(X X

<D

<D T 3

O DH <U

T3

C C0

CD O CO

o -o

CO

CD o

O CO - O - O

O • O co „

- £ a

oo a o CN cO CO

O

O-S a ô£

3

"53 o

T 3 tcO

c 3

o o CO „ W 0 0 o 04

•O -o tN

+->

CD CN

a c

C0 (D • A o «o

CD / - ^

CN CD T-H

c «

CD CN

CD CD

-t-> « C

co O ° i « CD

co" §

s- 8

>CD

a

o

o

o c

^ co

(9)

a CD bo CO H-> c CO > CO CO Q C CD 0 0 CO 4-> tí CO CO CO O C

*T3 CD CO W >

CO CD - £

3 « co

CO O cu

ICO *T3

CD ^ T3 I O

^ S

9 CO co 2

N O g

CO O a 6 8

3

CO .¿H CD 3 CD «3 co CD o CD OH

„ ¡

^ O r o »co

co co CO * » - !

CO CD 22 CD *T3 CO 'G • c o

OH O co O CD co <co S CO U CO CD CD O O ICO *T3

tí O O

lo

8 N 2

a CD

O ico

OH O

O

ico

O

ICO

co

O HW

co

> o o

OH SS

tí o co

CD CD >

CO "C co O CD

O CO "O s

tí o .2 S

' C D O

> T 3 to CD ^ - v co «o m O , Oh CM

O OH a 70 % ílizaçã o *-> D CD O O o isopropíl i [coo l ^eO

+

malin a tagen s (8 ) d e fo n Desvan l O c > O <N CD [uçã o íaldeido s — so l (23 , 27 , 33) . Vantagen s Fon r pes o

J2 ^o w

CO

o

OH CO

CO

CD *T3 • O co

_ >

o o

5

2

£ tí

CD CO CO

O OH -t-J CO o o X ) H-> CD *T3 O «co O O CD CO c o . S cO co

¡ S

"I

T3

O co

ICO 1 3

c> co

CD S-i . C D o

CD CD 0 0

- O « ICO " O O

tí X -(-> O . 6 x CO

g O H X

CD w o

co _ , O JO

o

X CD Q co o

co O M

« g a o

"CD 10 «3 ü

C 0 ° O *

'c .2 * C d x j

co " O

CD co r-» CD CD w

tí T 3

VH CD ."tí

a g e

•I

8 -8

o O ICS • 2 2 O co

O / *

CO ^

CD

o & ico X

O co

co 2 CD

n *° .tí <H

C CD CO CD <° 50

£ « 8

£ * 0

2 o « CO ICO „

OH tí .2

CO *T3 tí O CD X 2 CO *2

' 5 0 0

CO .

x r->

CN

o ICO

-O h -CO y-1

X E CD CO *2.g ° o 2 OH •¡- " CO

> <D V D g O O o tí o T3 CO co 0 0 CN CN tí ^ 8 ^ s *e0

0 CD N t í co tí U* CD

1 ã .2

(10)

O <U c tU ao £ *ó <U ^ <u £

" 5 o CO

o o c

ca to -O O CO " D —

ca --> - J eu

•S o 5 3

I

~ *_> to *C0

-o

— CM 3

D ,

-r-- m CO O C CO ~ c tU c c <ca ca o ca C tU

O - * T o >- C ^ u - <u

—' O

8 ^

.2 o

2

o

T3

ca <*> z . ^ca ca E

n .> .2

c ca > to O 3 O m ca ca 3 i n o o E -O Vl-I ca »-> ca ca c co b£> 3 c ca > CA <U Q c <u bO ca c ca > £ E

o c

o «

C/3

O to o ^ - v ca 'C

»- 2 C

*Õ3 0)

-o

tu 'ca

c a s .2 -s

0 0 ^ £ o

ca o

°

f2 ca

CO r - o

ca > ca Õ ~ "

o

s tu

<u

°

w

« i co a> ° =3 E

6 . 5

<u tU

>

T 3 «

C ca

I g

§

ca I A

w w g tu w

c

m tü o

5 ^ ca

3 o

M U „

x a - r . o E 7 ? >

o . 2 «

O to " O

<ca t»0 3 E <u (U (U - Cu

«-< co <u c

o

3

A R .

tu

c ^

<U &

00 CO

ca to

.2

<N VB

ca E

. <u to " O

tu

*o a

^ O

- H o u

O g (N

j_, (U w v <u <U CO c c

CM r -ca o "<3 E <u -a o 3 CT ca <u o o *o C/3 O ico tu-ca N c tU ca c CO > to tU a c tu CO c CO

>

o 3 tu to O ca O - o > tu T3

O 0 0

-a ca '—^ 3 c r O (U

-a O

ca

(11)

o

ICO o CO N

O — ICO CN

£ C

ta <u

.5 o

CO

(0 3 CO CO T3 OH .

6

C0

oo

CO

>

CO Q

1

o

CO i

o

o

no CO g

0)

ip

e

CO O cO o

0 0 ¿o

tí 4>

5 co co

CL, o O

tí <ü 0 0 C0

o cm

o oo

co- „r co

é s a

° ¿ c

co tí tí tí <D

CO

T 3 CO T3 f—< O •C (U

o

cO

o ^

ico CM

CO

Sí cÕ

* S

ü co O O cO CO O • T 3

s i l

t í jtf o,

>

g co G

3 >

S3 <¿

CO . g

o *

'3 co

§1

3 tí

& Só

CU -»-2 - O OJ

O ^ & ,

tí o

0) ICO co

CO

CN co

OH

-£ h m

C CO 4> R-c CO O RTÍ ">—'

CO < N

ã 8

CO co

to ' w

C 3 C

o <u "-O

T 3 CO co «o (D CO * 5 <L)

SIL

3 | I

O c co cçj co w

O *0 p. <e0

g co O O co *T3 ' t í <D

8 2 £ => c S

C R co -P

_i< o w

tí , c

° 6 «. 3

'5 .>

• *- > <co

o 2 oo

ÍCO tí

a <L>

CO CO O 'O CO ico ^

N C & <U 1 - 1

Ç>

6 o w

co co * tí

<co

u

COvuu P-i

O

-a §

(12)

o ico o CO N c tu bo CO -*-» C CO > CO tu Q bO CO c eo > tu • co ^ 1 CO ^

« O ra

•3 c

c o

e

o o , c 0

tí °"

« CO

.2

'C r P SP t i

2 o

3 S

tu J=í

U o

CO <u x tí (U c t x j

—, o o *o o o o

So . >

6

n cu O

- S 3

> w N3 <L)

x< o _ co O

TO §

tí IT)

ι2

CO ^

.2 io n(U CO ü £ co es ^ cu o cO ES *-< O t í o

2 x

+3 (U s ,s o w "5, .2 w - to co t o 3 . tu CO ^ <U O o £ "O (N 2

I

co tí CO » i to 3 es o tu co

g <u . a «o t -<C0

bo

O T3 3

~ T CX CU

O *co «o C! co O-.

C S cu co - 3 ^ cr <u > CO CO CU - P 'to J -CS £

O O

O CO

cu 1 3 O

*-< ico <u o Oh co

« tu

w

c5 0 - S 2 co O co

0 * T 3

"2 o 'E 6

S > P tu cu « T3 T3 u

CU - N •

CO >—- /—-cu i n r a m C X w 3 w

CO

6 tu

*- > X cu ^eu co 3 tu »1 3 CO CO CU co > 3 O o o o o

O : 3 . O

.tí

9

cu

m co (73 -C tu O 6 8

co -o o CO x> .2 ES <tu -*-» O T3

to co co tí tU Lo e «O

6 X i CU V U co

c e "

cu co g cu CO X> O CO m 3 t hT3 cu — ' tu '

CU CO 'CO « i cu co c co C co O > „ co cu o ico tU T3 co "O .¾ ^ o Í2 0< co S I tU co 3 cu co tí co C O 0 co có g ; £ 8 3 co cu O « co 3 2 6

CO o

o*~

ICO CU co c I » i

΅I

3 O

1 o

O ico O co co O O t*> o .¡2

p A

tu •

2 o

ICO c

t" ¿u ' O co 7 3

— tu

•3

xi -2

i-, T3 « co 'CO ra o ICO o CO N C3 tu bO co c CO > co tU Q c cu bd co c CO

>

CO N 3 !-CN co I O tu ^ tu 'co co cu ^ •P CO ' co Of) tco P S - S co y CO Oh T3

O Ç0

c΅ ts

CU CO CU co *H co CUTΝ cu C o ^ -bbC o 3 .2 -22 3 cu <u

3 c

B CO

3

o <u >co

o co CO T3

6 co »H O

CU o bo co

CU iH T3 XI

O co - O cu C 'O • 3 ° '

3 3 bí) tu " co co O "O co

cO co CO

CU

O CO C O cO

« -G

tU -- O TO

° 'tí tU tí

tU -ΙΝ co c

. 5 E co CO

.ir cu E £ CO c <u o co ' C

S - ^cU tu *-> co O

CO

XI O

Oh O TO o Oh O T3 O "O 3 . be tu ^ _

8 ^ o tu 22 fo

c ^ w

l o c

ço C TO o

^J, o -o

co J O

TO > C T3 O TO

6 . 3

cu *T3 O

O ico +3

o-» CU

C <TO 3 O TO G TO CM Í2x1 O TO.

TO ^CO M-H O O CO CU tu N

(13)

o

*T3

O

CO go 3 CU oo co > co cu cu _ CO

.2 «J

• CO 3

C co

O O O -a cu I D CO T3 Ê CO CU C

CO

cu 1 5

2 c .5

cu cu

T 3 - O

O Cu O co CU CU e ° CU C CO w o C <U ccO *T3

0 0 CO S 3

. 3 «

-O cu o, « o a g cu c

CO Q

o co 2 c 3

CU CO 3 C

co o

c .a co g

o °

• S ICO

<ca "5

OJO ¿ O co

cu .2*° ' Õ co

c

<C0 CO J-c co i_i ^ •9 0 ( N

3 O r o CO O w

CU

a

CO

a.

cu C ca ca U ( « £ C O O 5 u

c 2 3 ra

« 6 E

CO ÇO

-o « g 2 E cu cu oo oo cu

> 6 o x> E 3 O OH *<U CN E *° £ co o ICO o co ^cu ço m

co , _ cu ^

»-c CO

> eo co C O co O — • £ * ° « 4>

o CO + -fc< O CO co

O C U. J 3

c o ^ O ca ca c -a 1 cu "o3 o iod o ilizaçã o quai

s D

preparaçõe s na s :ro s surfactantes .

E 3

CU cu

70 % pes o — consis l :ergente s nã o iónico s Desvantagen s m álcoo l co m de l ,5 — 2 % e i composto s ° ca

1 P

lodóforo s -menta r for i Vantagen s

>

a ico

co m

cu _ T3 w ebr a ium ¡ ient < C_)

c CN ca co ca

a <u cu o" <u

0 0 CN

o

CO

O - 3 - o

ICO m

3 '5 ja>

E- '5 '—' cu co <u a,

CO " O

* 3 CN CO CO O "

CO T3 to cu CO

isse p d a Liçã o par o

co cu c O o

CO O CO

D--a c o ICO o co Z h c

c cu

o E O cu

> —

"ca o c 2 'S

c _0fl ca ca j -ca £í CN

« J á §

c « -o 2 x

cu > E c w CU

. -

o"-O CN > O CO CU o 3 o 2 O» co _ CU g cu

O CN O m ca CN co co ca ca T3 >

O w

~ 2 5 o o 3. cu ca J

Cu ^ ^

co m « ca —•

c

CU

. " O

CN ' Õ çj cu 0 0 ¾

c .5

3 co CU CU 0 0

CU o

CU * 0 -3

co C

CU

co 0 0

E CU

i l eo o

ICO

o

CO

ca 'E 3

E " 3

cu co

0 0 CU

^ 3 ico

r> co

3 ~ CU CN

O co

5 CUT3

CU

(14)

o \<ao co N O -o c 8 CT1 Cu CO CO OH co

TA I ) Q - e i co Eo y co

o Í m g

ft

ü

2 §

tí <0 OO cO +•> C co > co CO Q co S <D CO > -o *C0 3 CO

o *eo

v£ o

o o C -4-< -*-¡ O co CO fi o x o ^ 2 ! Ν

O ICO CU Ç> g

CO

CU

"» "tí eo c «O CO

o o

co O co <w «

„ c ¡5 <R

o o eo rt

tí cu cu co

O

«1

O cu OH - O

CO ,<p #c "co CU T 3 O 6 O CO ° > o CO CO fi co .a a o o

>co 1 3

S> tí tí co co CT O *T3 CO ΅> X J e * S

CU . Ύ

co fi

<C0

eo 0 0

•g s

OH cg • 1-H * 0 -4-1

o « ^ 6

o co

-4-1 i-L¡

CO 0 0 co -T-> tí cO > O e «a 3 O •2 '5 < © S o a, £ o o ICO o CO N CO 0 0 CO H-> > en co Q tí CO 0 0 CO

>

tí ^ •a c o «3

tí OH cO '—* • i- i f o

"o co

2 h\

eo eo co co tí T 3 Ç

.2 ^ S o u

8 - - f l

tí xi

<U fi

to e

CO W -H

2 co

¿ & CO

eo * 0

^ co

co .a'

T 3 0 0 ,

oVv

cu eo

«-H ?H OH OH

O 0 0

O co co Ç> * ; P tí C Jh J O

O >

•M cO co

w ^ 5 eo tí eo

* g a

ü co

CO

co tí m •«-H

2 tí CN

S I I D <|J

o ^

OH

eo

2 < N

eo w cri á

W co

£ tí

S 3 eo eo -tí

• a P

cO +-> co

eo O

co .> co CO M co e | eo 8 . 9 co

r H m

O > CO CO X

tí tí tí

CO •c

X ¡ n . ^ > CU O

CO *•£

O H eo m

OOCO •R- i

O ^ ico <N.

CO

PH -T-J

6 8

cu

- g

JTÍ eo ^ *t3t_i o *- >

O « . 2

OH.SÍ ü

C tí ^

O co

o'tí

co 0 0 ' - '

tí cr eo -• - > eo o o co o -O Ν 2 R-H

CO 8 tO

T-H

• o

CO ICO co CO

tí 1—H

eo o co g . a

c c c

o

CO X

5 CN

"co O

eo 4.

g o 2

•S O

22 co

eo OH eo O u c _ CO

S

ICO tí tí eo CO CU

^ ^ »1

O ^ 3 *3

c > C tí

Ç0 co *o

fc) •- 1 eo

(15)

i <u * 2 o 13 3 CD - o co

O OH OH

a

a 8

co ^ ed ES

tí CO I CD £

x* tí

^ 8

co u

£ £

CU «H-H

TO ted i—i co w to

13 I «5

w ÇD

2 6

3*2

u

O 5

co

1

2 8

SS

cd ed z*.

TI tí ° cd cd

2 cd

tí ed OH O 13 O O

<u o co "co 2 o

tí « I O

.2 S

o 3

tí -43 <cd 3

• t i ^ cd

5 2 «O OH ed CD - " y

rt « —1

co cu OH tí „ cd o 13 cTw

. 2 OH .2

> 3 ed 13 ^

tN O cd o icd o 3 o T 3 3 O o o "C ^Cd - ¾ "3b o '53 13 O "a a . ~ cd • £ ¡ T 3

a ed N r l ! . 3 l o 2 -2

O ed

-5 §

O 6

o ICO o co N a cu oo cd H—> tí cd > co CU a es cu cd H-> c cd O icd o o cu —_ co

tu co O 3

5 <o »2 o ICO -4->

Ç > tí cd CD £ 6 "r 3

2*2

>

. a

5

*^ *2 CD * 0

o 2

3 cd

ed CD

C 13

CD OH

CD ed co co 2 CD M 2 13

tí 3

S CO co > x ¿ 2 5 g e co " CD

„ « 6

ΝS <U 3

j> c ü tí CD co CD co B CD 13 O OH O icd C CD co 3 O

tí e cd CD

3 *•< C-r co

.2 CD

"co 13

CD J5

cd ed

o 5 tí cd CD ^

CD

-o

8

,2 « O OH CD • +- " tí cd 'co X CD O

13 Ç0 J-H -H »1

2 ° o x O CD led t 3

O co , ,

6 _ O co _ , -i_>

^ S 13 ü ed CD

ed !T? i« : 3 •CD !- > . 3 ^ X

3 ^

CD 13

13 °3 *3 "C ¿ 3 CD t í .¾

. -t_> edt 13 w e ¡ T "

3 CD tí >

13 -EScd

ed

a

o

13

cd ico - 3

o ^o

O 13 co r-ed co

2 cd

XI o 52 «

I

8

o vS '

co 3

2 o4

2 «>

-VH co CD > CD 13 O u ço ea

2 OH.2

u 3

v-i cd

* 5

O O 3

a

s

CD CD

a

CD 2 - H "cu 2 o

• .-H •1- 1 (-) ^ > f>

^ s §

c3 cd

a

cd cd OH 3 0 0 O CD

NC0

3 *S cd q .

CD

3 .ü O —<

CD

cd 13 O " U h O

En CD icd co t >

i2 ed

O

O O OH °

o -o

13 co cd X 3 ^ C D ^ CO . > " O

2 c

*-H O

O VH

'cd CD

O O co ΅

I

Q & .ti

a

^H OH

tD H-> o ç ^H CO H-l CO

CD - O co Q

CD 3

OH

a

0 , 2

O _ ICO o o ico 3

o x ;

co O

% «

S -O cd O T3 CD 5

O cO ICO

O » N 3 ÇD co

cd "Xj 4> tN

ed

a

w

IH o «

ed m

OH Cd '-i

13 ^

3 ? §

2 . 3 RRT CD CD

m CD

13

tN ô

w led

• X 52 cd X co

^ VH

8 OH CD CO »T-J

3 «

§1^

cd o • *-H 3 <co oo

X 5 3 O CD 3 cd 0 0 - 3

Ô 2

OH

.a

co « vtD O _

, c a

>2 o »2 cd 3

co 2 3 co ^3

co

cu JJ

"3 co

• 3 O 3 ico cr c >

CD J3

^ °

tN ü 13

« _ O o ^ 3 ico oo a>

3 CD t3 c m o

CD TH <2

(16)

o

tees O ce) N

ta

0 0 ce) +-> ce) > oo . CU

Q

c

cu o o ce) -<-> tí co

m - O CN leo

W

* S

CO w

5o cu . Ύ £ •S i r . "

O CU i ç O ^ o £

S ' §

.S

SIS-?? g «=¡

4$ .5 eo

S 6

o o CU

T 3 . O ico

c u r i

CU co C0

CU

O CO

O O

O

>

" » O

2 -O

u

O CU O >

/—V (LI T-H tí CU

°° J3

w

.2

CO "o N «H CU CO OH CU

eo o

'S

<c0 o C0 -4-> • f i d xcu Ç0

co O

6 Õ

o cu co O o tí «eo cu o? co co

CO *T3

> o

c ^

3 i

2 m cO

6 o

K .25 r> >H tí

«eo C m eo O Q © O U T H CU «CO ICO cu ü co o o w o tí tí *T3 cu

o

T 3 C0 co cu

CU

C0 O • 1—1

>

.2 *o

»-t

S3 N

2

9 cu

t ¡

cu o o CO _ co O cu

2 ^CU

CO CU cu CU í-i CU cu cu

2

5 S

^ 'S 2

í ^ < e e ) .5 K> 0 0 I O

w

O cu tí H 3 CO

eu Ç2 cu I W

§

> 7 3

*a

o „ 0 0 CU cu cu 6

o 8

o o "5b tí ^

-T-> r*j 1=1 „

a c

co o

tí °

cu co ÇO cO cu +•* Cu rt * 6

-o ü

cO cu

tí .a

CO O

'3 "C CU

CU -t-> cu CO

J > co 3

cO Q p

CO O u cu O T 3 " S cO 4 2 - O

o §

»H CO co 2

O

o o o co i d • £ tí

tí ro

«U. ? i cU CO

(17)

VI. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1 — AYLIFFE, G. A. et al. — Hospital infections with Pseudomonas in neurosurgery. Lancet, 5:221—365, Aug. 21, 1965.

2 — BALLINGER, W. F. et al. — Alexander's care of the patient in surgery. 5th ed. St. Louis, Mosby, 1972.

3 — BORICK, P. M. — Chemical sterilizers. Advanc. Appl. Microbiol., 10:291—312, 1968.

4 — BOUCHER, R. M. G. — Advances in sterilization techniques — state of the art and recent breack throughs. Amer. ]. Pharm., 29:661—672, Aug. 1972.

5 — BURDON, D. W. & WITBY, J. L. — Contamination of hospital desinfectantes with pseudomonas sp. Brit. Med. J., 2:153—7,

1967.

6 — COLLE, J. G. et al. — Sterilization and desinfection procedures in a companion to medical studies. London, Blackwell Scientific Publication, 1970. V. 2, p. 1840—1844.

7 — CRISTÓVÃO, D. A. & COTILLO, Z. L. G. — Esterilização e desinfecção. São Paulo, Departamento de Microbiología da Facul-dade de Saúde Pública. USP, 1968.

8 — DARROW LABORATORIOS, S. A. — Modernas técnicas de assepsia hospitalar (postila) 1974.

9 — DAVIS; DURECCO; EISEN; GINSBERG; WOOD — Micro-biología: Fisiología bacteriana. São Paulo, Edart, 1973. p. 344—351.

10 — DAVIS, J. G. — Chemical Sterilization. Progr. Industr. Microb., 8:141—208, 1968.

11 — DEWAR, N. E. — Classes of antimicrobial agents, sanitary bacte-riology in Graduvene's clinical laboratory methods and diagnosis. St. Louis, Mosby, 1970.

12 — ENGLEY, F. B. Ir. — N. Y. Acad. ScL, 53:181—197, 1950. 13 — GIBERTONI, J. — Avaliação de um método de antissepsia da

pele e de mãos e antebracos de equipes cirúrgicas, sem uso prévio de escova e sabão. Rev. Hosp. Clin. Vac. Med. S. Paulo, 28:42—51,

1973.

14 — HUTZLER, R. V. et al. — Incidência de infecções hospitalares. Rev. Hosp. Clin. Vac. Med. S. Paulo, 2S(Supl):l—7, 1973. 15 — LAWRENCE, C. A. & BLOCK, S. A. — Disinfection, sterelization

and preservation. Philadelphia, Lea G. Febiger, 1968. p. 129—150. 16 — LEE, J. C ; FIALKON, J. P. — Benzalconium chloridre source

of hospital infection with Gram negative bacteria. J. Amer. Med. Ass. 177:708—710, 1961.

17 — LE MAITRE, G. FINNEGAN, J. — The patient in surgery. 2n Q ed. Philadelphia, Saunders, 1970.

(18)

19 — MORTON, H. E. — Alcohol, in disinfection, sterelization and preservation. In: PRINDLE, R. F. & WEGHT, E. S. — Phenolic compounds in disinfection, sterelization and preservation. Phila-delphia, Lea & Febiger, 1971, p. 237—251.

20 — PERKINS, J.J. — Principles and methods of sterelization in Rcath sciences. 2n d

ed. Springfield, Chains C. Thomas, 1969.

21 — PRICE, P. B. — Present day methods of disinfecting the skin. Survey of disinfectants and technics curretly employed in the hos-pitals of the United States and Canada. Surgery, 6/:583—88,

1950.

22 — PRINDLE, R. R. & WRIGHT, E. S. — Phenolic compounds in disinfection, sterelization and preservation. Philadelphia, Lea & Febiger, 1971.

23 — SALZANO, S. D. T: — Estudo da ação do parafórmico nas bac-térias em forma esporulada. Rev. Esc. Enf. USP, 2(2):46—57, set. 1968.

24 — SANFORD, J. P. — Disinfectants that don't. Ann. Intern. Med. 72:282—3. Feb. 1970.

25 — SIMONS, N. A. et al. — Bacterial contamination of a phenolic disinfectant. Brit. Med. J., 2:668—9, 1969.

26 — SMITH, C. R . — Mycobacterial agents in disinfection, sterelization and preservation. In: PRINDLE, R. F. & WRIGHT, E. S. — Phenolic compounds in disinfection, sterelization and preservation. Philadelphia, Lea & Febiger, 1971. p. 237—251.

27 — SPAUDING, E. H. — Role of chemical disinfection in the pre-servation of nosocomial infections. In: Proceedings of the Inter-national Conference on Nosocomial Infections (C. D. C.) 1970. p. 247—254.

28 — SPAUDING, E. H. — Chemical disinfection of medical and sur-gical materials in disinfections, sterelizations and preservation. Arch. Surg., 96:517—31, 1968.

29 — STAINER, R. Y.; DOUDOROFF, M.; ADELBERG, E. A. — O Mundo dos Micróbios. São Paulo, Edgard Bliicher, 1969, p. 342—353.

30 — EUA. Departament of Health Education and Wefare — Cleaning, disinfection and sterelization in environmental aspects of the hos-pital. Washington, 1967. (Infection Control, 1 — Pub n.° 930. 31 — WILLIANS, R. et al. — Hospitals infections causes and

preven-sion sterelization or disinfection by chemicals. 2n d

ed. Londres, Lloyd-Luke, 1966. p. 320.

32 — ZANON, U. — Desinfetantes, antisséticos e infecção hospitalar. O Semestre Terapêutico, 25:48—64, Dez. 1973.

33 — ZANON, L L — Avaliação da atividade pseudomonicida dos de-sinfetantes hospitalares. Rev. Paul. Hosp. 21(5):211—17, 1973. 34 — ZANON, U. — Contribuição à padronização de desinfetantes e

antisséticos. Pat. Geral, 9/70:137—145, 1972.

(19)

JOUCLAS, V. M. G.; CASTELLANOS, B. P. — A study of principles applied to the use of chemical agents as hospital desinfectants. Rev. Esc. Enf. USP, 9(2): 259—277, 1975.

Referências

Documentos relacionados

3 — O grupo de restrição proteica recuperou menos efi- cientemente o peso corporal que o GRPC, com os dois tipos de dieta e, quando submetido à dieta com carne, apresentou 50%

A s dez ne- cessidades mais afetadas em ordem decrescente foram: mecânica cor- poral, educação à saúde, segurança emocional, integridade cutâneo- mucosa, regulação

O assunto a ser abordado nesta reunião deverá colaborar para que seja atingido o quarto objetivo do Seminário: Estimular o desenvolvimen- to da pesquisa como condição

Impõem-se a criação urgente de novos cursos dos 3 níveis e o aumento das vagas nos já existentes. Pelo relatório de 1973/74 da Comissão de Documentação e Estudos da ABEn, houve

* Professor Assistente Doutor da disciplina Enfermagem em Doenças Transmissíveis da EETJS?... Isto se repetiu durante 4 dias

Virginia Henderson recomenda textualmente para a enfermeira: ...quanto mais amplos forem seus conhecimentos sobre as diferentes religiões, (...) maior será o auxilio que

Massagem na região lombar, recebeu orientação sobre verminose, exame médico, odontológico e imu- nizações.. Urinou espontaneamente, informa ter se sentido mal

tância do problema, são poucos os estudos dessa natureza que têm sido elaborados.. Registrou ainda condições higiênico-sanitárias bastante