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Gestão do Almoxarifado e Operações

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Academic year: 2022

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(1)

Gestão do Almoxarifado e

Operações

Prof. Wíverson Cardoso

Curso de

Almoxarifado

CETEP 2020.1

(2)

Armazenagem e

Estocagem

(3)

FLUXO GERAL DO PROCESSO DE ARMAZENAGEM

RECEBIMENTO ARMAZENAGEM

OU ESTOCAGEM DISTRIBUIÇÃO

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PLANEJAMENTO E DIMENSIONAMENTO DO

ALMOXARIFADO

(5)

PLANEJAMENTO E DIMENSIONAMENTO

(6)

ESCOLHA DO LOCAL

CRITÉRIOS GEOGRÁFICOS

CRITÉRIOS FÍSICOS

CRITÉRIOS FINANCEIROS

(7)

CRITÉRIOS GEOGRÁFICOS a) Facilidade de escoamento: quanto mais próximo de rodovias com boa infraestrutura, portos e ferrovias.

b) Proximidade do mercado consumidor e da produção: a escolha deve ser

realizada de acordo com a finalidade do estoque: caso seja estoque de matéria- prima ou material auxiliar, deve ser o mais próximo à operação; caso seja estoque de produtos acabados, deve ser mais próximo ao mercado consumidor ou aos locais de escoamento; pode também ser escolhida uma localização

CRITÉRIOS FÍSICOS a) topografia do terreno: o terreno onde será

instalado o

armazém deve ser adequado para a construção, sem possibilidade de alagamentos e com preparação para trânsito de

caminhões e

máquinas pesadas.

CRITÉRIOS FINANCEIROS a) existência e custo da mão de obra: deve ser considerado se existe mão de obra disponível, bem como o custo para realização de treinamentos e principalmente da manutenção do pessoal, visto que custos altos podem

inviabilizar a operação.

b) recursos financeiros para compra do local: a escolha dos terrenos acaba por ser restrita aos recursos financeiros da

ESCOLHA DO LOCAL

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3 CONCEITOS IMPORTANTES

CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO: é a quantidade máxima de produtos (ou ainda posições de armazenamento) em um determinado almoxarifado.

DENSIDADE DE UTILIZAÇÃO: percentual de espaço ocupado em relação à medida total do espaço disponível.

VERTICALIZAÇÃO: é o processo de sobreposição de cargas verticalmente através de prateleiras, estantes, etc. Quanto maior a verticalização, maior a capacidade de um determinado local.

(9)

O primeiro passo é realizar o levantamento a definição de qual será a capacidade necessária, principalmente a partir:

- da demanda anterior

- de previsões futuras de demanda.

Outros pontos importantes:

- Contingências

- Planejamento de longo prazo EXEMPLO:

DIMENSIONAMENTO DAS INSTALAÇ Õ ES

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A partir do dimensionamento da capacidade necessária, a organização poderá calcular o tamanho das instalações de armazenagem, que irá variar de acordo com o nível de verticalização.

Exemplo:

Demanda projetada: 10.000 caixas medindo 1 m³ cada

Capacidade Necessária: 10.000 m³ (qtde de caixas X tamanho da caixa) Área do galpão sem verticalização: 10.000 m²

Área do galpão com verticalização:

DIMENSIONAMENTO DAS INSTALAÇ Õ ES

QUANTIDADE ÁREA

2 patamares 5.000 m² 3 patamares 3.333,33 m² 4 patamares 2.500 m² 5 patamares 2.000 m²

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Considerações importantes:

o nível de verticalização depende de diversos fatores, como natureza da carga, estrutura de verticalização adotada, limitações legais para o tamanho do edifício, etc.

DIMENSIONAMENTO DAS INSTALAÇ Õ ES

deve também ser considerada no

dimensionamento do terreno uma proporção compatível entre a área externa e interna:

- A área externa deve contar com portaria, estacionamento, pátio de manobras e docas.

- A área interna deve contar com área de recebimento, armazenagem, separação e expedição, além de levar em conta o tamanho dos corredores, cozinha, banheiros, salas de reunião, etc).

(12)

PRINCIPAIS Á REAS DAS INSTALAÇ Õ ES

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Portaria e estacionamento

A portaria e o

estacionamento devem

seguir o

dimensionamento

realizado no início do projeto, permitindo espaço suficiente para as manobras dos veículos.

PRINCIPAIS Á REAS DAS INSTALAÇ Õ ES

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Docas

são as aberturas no armazém onde são realizadas as operações de carga e descarga dos veículos. A quantidade de docas deve ser calculada em função do numero de cargas e descargas a serem realizadas por dia, de modo a evitar filas.

PRINCIPAIS Á REAS DAS INSTALAÇ Õ ES

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A maioria das docas é construída de forma que o piso do armazém fique elevado em relação ao nível de circulação dos veículos ou estacionamento (em geral 1,2 m), de maneira que o piso da seção de carga do veículo fique na mesma altura do piso do armazém.

PRINCIPAIS Á REAS DAS INSTALAÇ Õ ES

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PRINCIPAIS Á REAS DAS INSTALAÇ Õ ES

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Recebimento e Expedição Na área de recebimento deve haver espaço suficiente para o recebimento provisório, conferência e regularização dos materiais (conforme já estudado). Da mesma forma, a área de expedição deve ter espaço suficiente para a movimentação de materiais de forma efetiva.

PRINCIPAIS Á REAS DAS INSTALAÇ Õ ES

(18)

Áreas de Armazenamento

as áreas de

armazenamento

devem ser

dimensionadas de

acordo com a

quantidade projetada, os critérios escolhidos previamente, as

estruturas de

verticalização utilizadas, etc.

PRINCIPAIS Á REAS DAS INSTALAÇ Õ ES

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Separação de Pedidos é a área onde serão consolidado

s os

pedidos, de acordo com os métodos que serão estudados posteriorme nte.

PRINCIPAIS Á REAS DAS INSTALAÇ Õ ES

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LOCALIZAÇÃO DE PORTAS E CORREDORES

- Tipos de corredores: com relação aos corredores, o primeiro aspecto a ser observado é a determinação de vias principais (avenidas) e vias secundárias (ruas). As avenidas, em geral, são mais largas e de mão dupla.

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LOCALIZAÇÃO DE PORTAS E CORREDORES

- Largura dos corredores: a determinação do tamanho dos corredores deve ser feita considerando o tamanho dos equipamentos de movimentação de cargas (paleteiras, emplihadeiras, etc), bem como o modelo de operação de carga e descarga que será utilizado:

a) modelo de rua de mão única (One Side Picking ou separação em U):

proporcionam corredores menores.

b) modelo de rua de mão dupla (Two Side Picking ou separação em I):

proporcionam operação simultânea em ambos os lados do corredor.

Prós e contras?

(22)

LOCALIZAÇÃO DE PORTAS E CORREDORES

(23)

LOCALIZAÇÃO DE PORTAS E CORREDORES

- Disposição de corredores no galpão: existem 3 tipos básicos:

a) Disposição Tradicional: as avenidas formam ângulos de 90º.

(24)

LOCALIZAÇÃO DE PORTAS E CORREDORES

b) Disposição em V: as avenidas formam ângulos de 45º.

(25)

LOCALIZAÇÃO DE PORTAS E CORREDORES

c) Disposição em Y: utilizada em situações específicas, de acordo com a curva ABC dos materiais.

(26)

ENDEREÇAMENTO

(27)

ENDEREÇAMENTO

SISTEMA DE MEMÓRIA

SISTEMA DE LOCALIZAÇÃO DEFINIDA OU FIXA

SISTEMA DE LOCALIZAÇÃO DEFINIDA OU FIXA

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- Sistema de memória: não é utilizada uma lógica na localização dos materiais dentro do armazém, sendo os materiais armazenados de acordo com a

memória dos funcionários. Adequado apenas para armazéns muito pequenos.

- Sistema com localização definida ou fixa: os materiais são localizados sempre no mesmo local, de acordo com o tipo de material. Facilita o controle, no

entanto, pode acarretar em áreas vazias ou falta de espaço.

- Sistema com localização aleatória: não existe local predeterminado para

armazenagem, sendo o produto alocado onde o espaço estiver livre. Permite melhor aproveitamento do espaço total do armazém, porém exige maior controle, geralmente com a utilização de softwares especializados.

ENDEREÇAMENTO

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Qualquer que seja o método de armazenamento, é de suma importância

realizar a codificação (estabelecer um código lógico e compreensível de forma simples) e sinalização do almoxarifado.

CODIFICAÇÃO DO ENDEREÇAMENTO

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Em geral, é utilizada uma analogia com a organização das cidades:

CODIFICAÇÃO DO ENDEREÇAMENTO

CAMPO DEFINIÇÃO

Área (bairros) No caso de existirem diversas áreas de armazenagem ou galpões, é necessário aplicar diferentes códigos para áreas de armazenagem (estantes, porta-paletes, blocado interna, cantilever, áreas externas, etc).

Ruas (corredores) Definidos por numeração seqüencial, em geral com numeração crescente a partir do recebimento.

Módulo (prédios) Trata-se do conjunto de espaços de armazenagem compreendidos entre duas colunas da estrutura porta-palete. Considerando que cada rua (corredor) tem prédios (módulos) dos dois lados, os módulos do lado esquerdo do corredor com numeração ímpar e os do lado direito com numeração par.

Nível (andares) Assinala-se o número 1 para o nível mais baixo, continuando a sinalização de modo ascendente até o nível mais alto.

Vão (apartamento) Também chamado de sequência. A numeração deve ser realizada horizontalmente por nível, da esquerda para a direita. Normalmente, existem duas posições porta-palete em cada nível,

(31)

CODIFICAÇÃO DO ENDEREÇAMENTO

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CODIFICAÇÃO DO ENDEREÇAMENTO

Referências

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