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3. Protocolo de Agregação 4. Aplicações e Projetos

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1

Redes Tolerantes a Atrasos e Desconexões

http://www.gta.ufrj.br

Carina T. de Oliveira, Marcelo D. D. Moreira, Marcelo G. Rubinstein, Luís Henrique M. K. Costa e Otto Carlos M. B. Duarte

Apoiado pelos recursos do CNPq, CAPES, FAPERJ, FINEP, FUJB e RNP.

COPPE/Poli - Universidade Federal do Rio de Janeiro PEL/DETEL - FEN - Universidade do Estado do Rio de Janeiro

(2)

Roteiro

1. Introdução

2. Arquitetura DTN

3. Protocolo de Agregação 4. Aplicações e Projetos

5. Protocolos de Roteamento

6. Tendências Futuras

(3)

3

Roteiro

1. Introdução

2. Arquitetura DTN

3. Protocolo de Agregação 4. Aplicações e Projetos

5. Protocolos de Roteamento

6. Tendências Futuras

(4)

Modelo TCP/IP

‰ Projeto baseado em suposições típicas de redes cabeadas convencionais

‰ Algumas premissas necessárias para o seu bom funcionamento

– Caminho fim-a-fim entre fonte e destino

– Atrasos de comunicação relativamente pequenos – Baixa taxa de erros

– Mecanismos de retransmissão efetivos

F D

(5)

5

Ambientes “Desafiadores”

‰ Exemplos

– Comunicações sem fio

– Comunicações entre dispositivos móveis

– Comunicações entre dispositivos com restrições de bateria – Comunicações rurais

– Comunicações em campo de batalha – Comunicações submarinas

– Comunicações interplanetárias

‰ Tornam o modelo TCP/IP inadequado e pouco robusto

(6)

Ambientes “Desafiadores”

‰ Cenário 1: Mobile Ad hoc NETworkS (MANETS)

– Alta mobilidade dos nós causa freqüentes desconexões

Fonte Destino

Caminho fim-a-fim

(7)

7

Ambientes “Desafiadores”

‰ Cenário 1: Mobile Ad hoc NETworkS (MANETS)

– Alta mobilidade dos nós causa freqüentes desconexões

Fonte Ausência de um caminho fim-a-fim Destino

(8)

‰ Cenário 2: Redes de sensores sem fio

– Economia de recursos dos nós resulta em uma conectividade intermitente

Ausência de um caminho fim-a-fim

Rede A Rede B

Ambientes “Desafiadores”

(9)

9

‰ Cenário 3: Redes interplanetárias

– Grande distância entre os planetas causa atrasos da ordem de horas ou dias

Terra Vênus

Júpiter Marte

Sol

Distância do Sol Vênus 0,72UA Terra 1UA Marte 1,52UA Júpiter 5,20UA Unidade Astronômica (UA) = 149.598.000 km

Velocidade da luz = 300.000 Km/s

~

~

Terra – Júpiter

Distância Máxima = 6,20UA 51 min Distância Mínima = 4,20UA 35 min

Ambientes “Desafiadores”

(10)

Redes Tolerantes a Atrasos e Desconexões

‰ Delay and Disruption Tolerant Networks (DTNs)

‰ Outras terminologias

– Redes com conectividade eventual

– Redes móveis parcialmente conectadas – Redes desconectadas

– Redes com conectividade transiente – Redes incomuns

– Redes extremas

– Redes com desafios (CHAllenged NeTworkS - CHANTS)

(11)

11

‰ Principais características

– Atrasos longos e/ou variáveis

ƒ Componentes do atraso fim-a-fim

¾ Tempo de espera

¾ Atraso nas filas

¾ Atraso de transmissão

¾ Atraso de propagação

– Freqüentes desconexões

ƒ Principais causas

¾ Alta mobilidade dos nós

¾ Péssimas condições de comunicação

¾ Economia de recursos dos nós

ƒ Conectividade intermitente

F D

Redes Tolerantes a Atrasos e

Desconexões

(12)

‰ Por que o modelo TCP/IP não funciona bem em DTN?

– Principal causa

ƒ Operação do TCP

¾ Protocolo de transporte orientado a conexão

¾ Garante confiabilidade na entrega dos dados fim-a-fim

• Redes conectadas

Modelo TCP/IP

(13)

13

Três fases de operação do TCP

Fonte Destino

tempo

Pedido de conexão SYN

ACK SYN + ACK

Conexão estabelecida

Fase de Conexão

Dados ACK

ACK Dados

Fase de Transferência

de Dados

ACK FIN FIN

ACK

Conexão encerrada Pedido de desconexão

Conexão encerrada

Fase de Desconexão

(14)

Solução para as DTNs

‰ Técnica de comutação de mensagens

– Nenhum caminho é estabelecido com antecedência entre fonte e destino

– Mensagens são armazenadas e encaminhadas nó a nó da origem até o destino

‰ Armazenamento persistente dos dados

Redes IP DTN

Tempo de armazenamento da ordem de

milissegundos Tempo de armazenamento da ordem de

horas ou dias Armazenamento em memórias dinâmicas

Ex.: chips de memórias de roteadores

Armazenamento persistente e robusto Ex.: disco rígido, memória flash de dispositivos portáteis

(15)

15

Fonte

‰ Redes do tipo armazena-e-encaminha (store-and- forward)

Buffer

Buffer

Destino

Buffer

Buffer

Redes Tolerantes a Atrasos e

Desconexões

(16)

Fonte

‰ Redes do tipo armazena-e-encaminha (store-and- forward)

Buffer

Buffer

Destino

Buffer

Buffer

Redes Tolerantes a Atrasos e

Desconexões

(17)

17

Fonte

‰ Redes do tipo armazena-e-encaminha (store-and- forward)

Buffer

Buffer

Destino

Buffer

Buffer

Redes Tolerantes a Atrasos e

Desconexões

(18)

Fonte

‰ Redes do tipo armazena-e-encaminha (store-and- forward)

Buffer

Buffer

Destino

Buffer Buffer

Redes Tolerantes a Atrasos e

Desconexões

(19)

19

Fonte

‰ Redes do tipo armazena-e-encaminha (store-and- forward)

Buffer

Buffer

Destino

Buffer

Redes Tolerantes a Atrasos e Desconexões

Buffer

(20)

Fonte

‰ Redes do tipo armazena-e-encaminha (store-and- forward)

Buffer Buffer

Destino

Buffer

Redes Tolerantes a Atrasos e Desconexões

Buffer

(21)

21

Fonte

‰ Redes do tipo armazena-e-encaminha (store-and- forward)

Buffer Buffer

Redes Tolerantes a Atrasos e Desconexões

Buffer Buffer

Destino

(22)

Executa o encaminhamento IP Executa daemon do

protocolo

‰ Prova de conceito

– Três protocolos de entrega de mensagens

ƒ DTN

ƒ Simple Mail Transfer Protocol (SMTP)

ƒ Simple File Transfer Protocol (SFTP)

– Duas configurações

Redes Tolerantes a Atrasos e

Desconexões

(23)

23

‰ Prova de conceito

– Quatro experimentos

ƒ Alinhado

ƒ Deslocado

ƒ Seqüencial

ƒ Aleatório 1 minuto ativado

3 minutos desativado

Redes Tolerantes a Atrasos e

Desconexões

(24)

‰ Prova de conceito

– Quatro experimentos

ƒ Alinhado

ƒ Deslocado

ƒ Seqüencial

ƒ Aleatório

Redes Tolerantes a Atrasos e

Desconexões

(25)

25

‰ Prova de conceito

– Quatro experimentos

ƒ Alinhado

ƒ Deslocado (10s)

ƒ Seqüencial

ƒ Aleatório

Redes Tolerantes a Atrasos e

Desconexões

(26)

‰ Prova de conceito

– Quatro experimentos

ƒ Alinhado

ƒ Deslocado

ƒ Seqüencial

ƒ Aleatório

Redes Tolerantes a Atrasos e

Desconexões

(27)

27

‰ Prova de conceito

– Quatro experimentos

ƒ Alinhado

ƒ Deslocado

ƒ Seqüencial

ƒ Aleatório

Redes Tolerantes a Atrasos e

Desconexões

(28)

‰ Prova de conceito

– Avalia a utilização da largura de banda por cada protocolo

(DTN, SMTP, SFTP) em cada configuração (E2E, HOP) para os quatro experimentos (alinhado, deslocado, seqüencial e

aleatório)

– Mostra que em alguns experimentos a largura de banda é desperdiçada

Redes Tolerantes a Atrasos e

Desconexões

(29)

29

‰ Prova de conceito

0 20 40 60 80 100

Utilização da Largura de Banda (%)

MAX

DTN (HOP) SMTP (HOP) SFTP (HOP) DTN (E2E) SMTP (E2E) SFTP (E2E)

alinhado deslocado seqüencial aleatório

Redes Tolerantes a Atrasos e

Desconexões

(30)

‰ Outros protocolos usados na Internet convencional também não apresentam bom desempenho em DTNs

– Exemplos de protocolos de roteamento

ƒ Border Gateway Protocol (BGP)

ƒ Route Information Protocol (RIP)

ƒ Open Shortest Path First (OSPF)

– Exemplos de aplicações

ƒ HyperText Transfer Protocol (HTTP)

ƒ File Transfer Protocol (FTP)

Redes Tolerantes a Atrasos e

Desconexões

(31)

31

Roteiro

1. Introdução

2. Arquitetura DTN

3. Protocolo de Agregação 4. Aplicações e Projetos

5. Protocolos de Roteamento

6. Tendências Futuras

(32)

Arquitetura DTN

IPN DTNRG

DTN - DARPA

(33)

33

Projeto Internet InterPlaNetária (IPN)

‰ Jet Propulsion Laboratory (JPL)/NASA

– Financiado pela agência de defesa norte-americana DARPA na década de 90 (liderado por Vint Cerf)

‰ Definir uma arquitetura que permita a

interoperabilidade da Internet convencional (“terrestre”) com planetas e astronaves em movimento

‰ Atende aos problemas de quebras de conexões em

redes terrestres

(34)

DTN Research Group (DTNRG)

‰ Criado em 2002 pelo Internet Research Task Force (IRTF)

‰ Emprega o conceito de DTN em ambientes terrestres

(35)

35

‰ Em 2004 realizou uma chamada de trabalhos em Redes Tolerantes a Desconexões (também DTN)

– Valor de 22 milhões de dólares

Disruption Tolerant Network

(DTN)/DARPA

(36)

RFC 4838 (Abril de 2007)

‰ Camada de agregação ( Bundle Layer )

Técnica de comutação de mensagens Armazenamento persistente

(37)

37

ADU e PDU

‰ Unidades de Dados da Aplicação (ADUs - Application Data Units )

– Mensagens de tamanhos variáveis enviadas pela aplicação

‰ Unidades de Dados de Protocolo (PDU - Protocol Data Units )

– Denominadas agregados (bundles)

– Armazenadas e encaminhadas pelos nós DTN

(38)

Termo “Agregado”

‰ Utilizado ao invés de transação

‰ Evita associações a algum tipo de interatividade

‰ Exemplo

– Pedido de transferência de um arquivo

Login/Senha autorizado

Arquivo + Diretório

Servidor

Cliente

(39)

39

Termo “Agregado”

‰ Utilizado ao invés de transação

‰ Evita associações a algum tipo de interatividade

‰ Exemplo

– Pedido de transferência de um arquivo

Servidor Cliente

Login/Senha + Arquivo + Diretório

(40)

Tipos de Contato

‰ Conceito de contato

– Ocasião favorável para os nós trocarem dados

‰ Classificação

– Persistente – Sob demanda – Programado – Previsível – Oportunista

(41)

41

Tipos de Contato

‰ Contatos persistentes

– Contatos sempre disponíveis – Exemplo

ƒ Conexão Internet sempre disponível via DSL

‰ Contatos sob demanda

– Requerem alguma ação para que sejam instanciados

– Após acionados funcionam como contatos persistentes até serem encerrados

– Exemplo

ƒ Conexão discada (do ponto de vista do usuário)

(42)

Tipos de Contato

‰ Contatos programados

– Horário e duração dos contatos são estabelecidos previamente entre dois ou mais nós antes da troca de informações

– Exigem a sincronização do tempo na rede – Exemplos

ƒ Rede de sensores

¾ Nós “acordam” em horários preestabelecidos

¾ Nós voltam a “dormir” para poupar energia fora dos horários programados

ƒ Aplicações espaciais

(43)

43

Arquitetura DTN

(44)

Tipos de Contato

‰ Contatos previsíveis

– Nós fazem previsões sobre o horário e a duração dos contatos – Utilizam históricos de contatos previamente realizados

– Exemplo

ƒ Rede rural esparsa

(45)

45

Tipos de Contato

200 km

Quiosque Internet

‰ Contatos previsíveis

(46)

Tipos de Contato

200 km

Quiosque Internet

‰ Contatos previsíveis

(47)

47

Tipos de Contato

‰ Contatos oportunistas

– Ocorrem diante de encontros não previamente programados – Obtêm vantagens de contatos realizados totalmente ao acaso – Nós desconhecem informações acerca do estado, da localização

ou dos padrões de mobilidade dos outros nós

Paula

Maria Pedro

Conectividade Intermitente

(48)

Tipos de Contato

‰ Contatos oportunistas

– Pocket Switched Network (PSN)

ƒ Modelo de redes que atua dentro do contexto de DTN

ƒ Dispositivos eletrônicos sem fio

¾ Celulares, laptops, PDA, etc.

ƒ Realizam a comunicação na ausência de uma conectividade fim-a- fim

ƒ Obtêm vantagem de qualquer oportunidade de transmissão ao longo do trajeto do dispositivo móvel

(49)

49

Tipos de Contato

‰ Contatos oportunistas

– Pocket Switched Network (PSN)

ƒ Distribuição de um jornal eletrônico em Cambridge – Inglaterra

iMote

(50)

Ponto de Extremidade ( Endpoint DTN)

‰ Grupo de nós DTN

– Pode ter apenas um nó

‰ Um nó pode fazer parte de um ou mais Pontos de Extremidade

‰ Abstração semelhante a um grupo multicast

Ponto de Extremidade Ponto de Extremidade

(51)

51

‰ Grupo mínimo de recepção ( Minimum Reception Group - MRG)

– Subconjunto mínimo de nós do Ponto de Extremidade que devem receber um agregado para que ele seja considerado entregue

– Referências do MRG

ƒ Um único nó (unicast)

ƒ Um nó dentro do Ponto de Extremidade (anycast)

ƒ Todos os nós do Ponto de Extremidade (multicast ou broadcast)

Ponto de Extremidade Ponto de Extremidade

Ponto de Extremidade

Ponto de Extremidade

( Endpoint DTN)

(52)

‰ Identificador do Ponto de Extremidade (

Endpoint IDentifier

- EID)

– Nome expresso sintaticamente como um identificador uniforme de recursos (Uniform Resource Identifier - URI)

ƒ Gerenciado globalmente pelo Internet Assigned Numbers Autority (IANA)

• Define um conjunto de regras para

analisar e interpretar o SSP • Caracteres obrigatórios para cada <nome do esquema>

Scheme Specific Part (SSP)

<nome do esquema>: <parte específica do esquema>

http: //www.gta.ufrj.br/publicacoes mailto: [email protected]

ftp: //ftp.gta.ufrj.br dtn: ?

Ponto de Extremidade

( Endpoint DTN)

(53)

53

(54)
(55)

55

Vinculação Tardia ( late binding )

‰ Significa interpretar a <parte específica do

esquema> para encaminhar uma mensagem em direção ao(s) destinatário(s)

‰ Não ocorre necessariamente na fonte

‰ Diferente da vinculação do nome ao endereço IP na

Internet convencional

(

vinculação antecipada - early

binding

)

(56)

Vinculação Antecipada ( early binding )

F

[email protected] 146.164.69.69

(57)

57

F

[email protected] 146.164.69.69

Vinculação Antecipada ( early

binding )

(58)

F

[email protected] 146.164.69.69

Vinculação Antecipada ( early

binding )

(59)

59

F

[email protected] 146.164.69.69

Vinculação Antecipada ( early

binding )

(60)

F

[email protected] 146.164.69.69

Vinculação Antecipada ( early

binding )

(61)

61

Transferência de Custódia (TC)

‰ Passa a responsabilidade da entrega de um nó para outro

‰ Utiliza temporizador e retransmissões para implementar um mecanismo de reconhecimento custódia-a-custódia

TC1

TC2

TC3 Aceito a TC1

tempo

Fonte Intermediário Intermediário Destino

Aceito a TC2

Aceito a TC3

(62)

‰ Aceitação não é obrigatória

– Não é considerado um mecanismo salto-a-salto legítimo

‰ Decisão de aceitação da TC é individual

– Roteamento

– Políticas de segurança

– Tamanho, prioridade ou tempo máximo de vida da mensagem

Transferência de Custódia

(TC)

(63)

63

‰ Se a TC é aceita

– Agregado só pode ser apagado em duas situações

1. Se a custódia for transferida para outro nó 2. Se o tempo de vida do agregado expirar

‰ Se a TC não é aceita

– Temporizador e retransmissões não são empregados

– Sucesso de entrega de mensagens depende somente dos protocolos subjacentes

– Exemplo

ƒ Nó aceita a custódia enquanto sua capacidade de bateria estiver acima de um determinado limiar

Transferência de Custódia

(TC)

(64)

Classes de Prioridades

‰ Diferenciam o tráfego baseadas no grau de urgência especificado pela aplicação

– Baixa – Normal – Expressa

‰ Podem ser comparadas com o sistema de correios convencional

– Tráfego geralmente não é interativo (possui um sentido único) – Em geral, não há garantia quanto ao tempo de entrega

– Contudo, são oferecidas classes de serviço

ƒ Encomenda normal

ƒ Encaminhamento de mensagens urgentes (telegrama)

ƒ Entrega no mesmo dia da postagem

(65)

65

Registros Administrativos

‰ São mensagens (também agregados) utilizadas para prover informações sobre a entrega dos agregados na DTN

‰ Possuem semelhanças com as mensagens Internet Control Message Protocol (ICMP) do IP

Utilizadas para diagnóstico de condições de erro da rede Diferença

ƒ Mensagens ICMP -> São retornadas para o nó fonte

ƒ Registros administrativos -> Também podem ser enviados para nós intermediários

(66)

Relatório de Sinalização de Custódia Relatórios sobre o Estado do Agregado (Bundle Status Reports - BSRs)

™ Responde ao pedido de TC

™ É um indicador booleano

0: custódia é recusada

1: custódia é aceita

™ Pode ser enviado por qualquer nó

™ Conjunto de seis relatórios:

1- Estado da entrega do agregado 2- Estado do reconhecimento

3- Estado da recepção do agregado 4- Estado da aceitação da custódia

5- Estado do encaminhamento do agregado 6- Estado do agregado apagado

O envio dos relatórios é definido pela aplicação através das opções de entrega

Registros Administrativos

(67)

67

Opções de Entrega

‰ Oito tipos

1. Pedido de transferência de custódia

ƒ Pedido do Relatório de sinalização da custódia

ƒ Aplicação requer que o agregado seja encaminhado utilizando os procedimentos de TC

(68)

‰ Oito tipos

2. Pedido de aceitação de custódia pelo nó fonte

ƒ Aplicação requer que o nó fonte suporte a TC

Opções de Entrega

(69)

69

‰ Oito tipos

3. Notificação de entrega do agregado

ƒ Pedido do Relatório do estado da entrega do agregado

ƒ Aviso de recebimento enviado pela camada de agregação

agregado

Relatório do estado da entrega do agregado

Fonte Intermediário Intermediário Destino

agregado

agregado

tempo

Relatório do estado da entrega do agregado Relatório do estado da

entrega do agregado

Opções de Entrega

(70)

‰ Oito tipos

4. Notificação de reconhecimento positivo do agregado pela aplicação

ƒ Pedido do Relatório do estado do reconhecimento

ƒ Aviso de recebimento enviado pela camada de aplicação

agregado

Relatório do estado do reconhecimento

Fonte Intermediário Intermediário Destino

agregado

agregado

tempo

Relatório do estado do reconhecimento Relatório do estado do

reconhecimento

Opções de Entrega

(71)

71

‰ Oito tipos

5. Notificação de recepção de agregado

ƒ Pedido do Relatório do estado da recepção do agregado

ƒ Gerado sempre que um agregado é recebido pode um nó DTN

agregado

Relatório do estado da recepção do agregado

Fonte Intermediário Intermediário Destino

agregado

agregado

tempo Relatório do estado da

recepção do agregado Relatório do estado da

recepção do agregado

Opções de Entrega

(72)

‰ Oito tipos

6. Notificação de aceitação da custódia

ƒ Pedido do Relatório do estado da aceitação da custódia

ƒ Gerado quando um agregado é aceito utilizando TC

ƒ Gerado para os nós que aceitaram a TC

Opções de Entrega

(73)

73 TC1

Fonte Intermediário Intermediário Destino

TC2

tempo TC3

Relatório do estado da aceitação da custódia

Relatório do estado da aceitação da custódia

Relatório do estado da aceitação da custódia

Relatório do estado da aceitação da custódia

Relatório do estado da aceitação da custódia

Relatório do estado da aceitação da custódia

Opções de Entrega

(74)

‰ Oito tipos

7. Notificação de encaminhamento do agregado

ƒ Pedido do Relatório do estado do encaminhamento do agregado

ƒ Gerado quando um agregado é encaminhado para outro nó DTN

Fonte Intermediário Intermediário Destino

tempo

agregado

agregado Relatório do estado do

encaminhamento do agregado agregado

Relatório do estado do encaminhamento do agregado

Relatório do estado do encaminhamento do agregado

Opções de Entrega

(75)

75

‰ Oito tipos

8. Notificação de apagamento do agregado

ƒ Pedido do Relatório do estado do agregado apagado

ƒ Enviado quando um agregado é apagado do buffer de um nó DTN

ƒ Informa motivo pelo qual o agregado foi apagado

Opções de Entrega

(76)

Arquitetura DTN

Fonte Intermediário Intermediário Destino

tempo

Relatório do estado do agregado apagado

Relatório do estado do agregado apagado agregado

agregado

(77)

77

Geração dos Relatórios

‰ Aumenta o tráfego dos agregados na rede

‰ Só é obrigatória em um caso:

– Se agregado aceito sob custódia é apagado

ƒ Nó deve enviar um Relatório do estado do agregado apagado

‰ Em todos os outros casos, a geração dos relatórios é

limitada por políticas locais

(78)

‰ Em muitas DTNs o encaminhamento é unidirecional

– Nós são incapazes de gerar relatórios de volta

‰ Alguns cenários que dificultam a geração de relatórios

– Redes com alta mobilidade – Redes de sensores sem fio

Geração dos Relatórios

(79)

79

‰ Um protocolo de segurança pode ser implementado (opcionalmente) pela camada de agregação

– Mais três opções de entrega

ƒ Pedido de confidencialidade

¾ Garante sigilo das informações trocadas entre pontos de extremidade

ƒ Pedido de autenticação

¾ Garante que uma dada entidade é realmente quem ela diz ser

ƒ Pedido de detecção de erro

¾ Requer que as mudanças nos campos que não podem ser alterados sejam fortemente verificados para garantir a integridade dos dados

¾ Exemplo: EID fonte, EID destino, carga útil

Opções de Entrega

(80)

Roteiro

1. Introdução

2. Arquitetura DTN

3. Protocolo de Agregação 4. Aplicações e Projetos

5. Protocolos de Roteamento

6. Tendências Futuras

(81)

81

Protocolo de Agregação

‰ Internet Draft

– Março de 2003: versão 00

– Dezembro de 2006: versão 08

(82)

Protocolo de Agregação

‰ Um agregado é formado por dois ou mais “blocos”

‰ O termo bloco é utilizado ao invés de “cabeçalho”

– Um bloco pode estar no início ou no fim da unidade de dados do protocolo

(83)

83

Protocolo de Agregação

‰ Tipos de bloco do agregado

– Bloco primário

ƒ É obrigatório

ƒ Contém as informações básicas necessárias para encaminhar um agregado até o destino

– Bloco de carga útil (payload) – Blocos de extensão

ƒ Campos adicionais

ƒ Ainda não definidos

Bloco primário

Bloco de carga útil

Bloco de extensão

Bloco de extensão

(84)

Protocolo de Agregação

‰ Alguns campos não possuem tamanho fixo

– Utilizam a codificação valores numéricos auto-delimitantes (Self-Delimiting Numeric Values - SDNV)

ƒ Codifica um número binário sem sinal em octetos

¾ 7 bits de valores

¾ 1 bit mais significativo

• 0 – indica fim do campo

• 1 – indica a continuação do campo

ƒ Não é apropriada para valores maiores do que 56 bits

¾ Gera sobrecarga devido a adição de um bit a cada sete bits

1

7 bits

1

7 bits

0

7 bits

1 0

7 bits 7 bits

... ...

(85)

85

Protocolo de Agregação

‰ Bloco primário

Campos codificados em SDNV

(86)

Protocolo de Agregação

‰ Bloco primário

Versão = 5

(87)

87

Protocolo de Agregação

‰ Bloco primário

21 subcampos de 1 bit

Bit Função

2 Indica se ADU é registro administrativo

4 Indica se TC é solicitada 8,9 Indicam prioridade do

agregado:

00 – baixa 01 – normal 10 – expressa 15-

21 Indicam o pedido de relatórios

(88)

Protocolo de Agregação

‰ Bloco primário

Tamanho total do restante dos campos do bloco

(89)

89

Protocolo de Agregação

‰ Bloco primário

Deslocamentos apontam para a matriz

Deslocamentos evitam replicação de trechos comuns

(90)

Protocolo de Agregação

‰ Bloco primário

Tempo em segundos desde 2000

Número inteiro crescente

Diferenciam os agregados criados por uma mesma fonte

(91)

91

Protocolo de Agregação

‰ Bloco primário

Tempo em segundos a partir do tempo de criação

(92)

Protocolo de Agregação

‰ Bloco primário

Tamanho da matriz

de octetos do dicionário

(93)

93

Protocolo de Agregação

‰ Bloco primário

Formada pela concatenação dos esquemas URI

(94)

Protocolo de Agregação

‰ Bloco primário

Somente são utilizados em caso de fragmentos

(95)

95

Protocolo de Agregação

‰ Bloco de carga útil

(96)

Protocolo de Agregação

‰ Bloco de carga útil

8 bits

Identifica o tipo de bloco

Valor 1 Æ bloco de carga útil

(97)

97

Protocolo de Agregação

‰ Bloco de carga útil

7 subcampos de 1 bit

Bit Função

3 Indica que o agregado deve ser apagado se não puder ser processado

6 Indica que bloco foi encaminhado sem ter sido processado 4 Indica se o bloco é o último

(98)

Protocolo de Agregação

‰ Bloco de carga útil

Tamanho do restante do bloco

(99)

99

Protocolo de Agregação

‰ Bloco de carga útil

(100)

Roteiro

1. Introdução

2. Arquitetura DTN

3. Protocolo de Agregação 4. Aplicações e Projetos

5. Protocolos de Roteamento

6. Tendências Futuras

(101)

101

Aplicações e Projetos

‰ Aplicações

– Acesso “não usual” à Internet – Monitoramento

– Comunicação submarina – Comunicação espacial

(102)

Aplicações e Projetos

‰ Acesso “não usual” à Internet

– Atende localidades que não possuem infra-estrutura

necessária para a utilização de aplicações comuns (correio eletrônico e www)

ƒ Regiões rurais distantes dos grandes centros urbanos

¾ Habitadas por pessoas de baixo poder aquisitivo

– Soluções convencionais de redes não podem ser implementadas

ƒ Infra-estrutura física e/ou custo

(103)

103

Aplicações e Projetos

‰ Acesso “não usual” à Internet

– DTNs são usadas para lidar com conexões intermitentes entre a região “rica” e a região excluída digitalmente

– Mulas de dados (data MULES)

ƒ MULE = Mobile Ubiquitous LAN Extensions

ƒ Empregadas para fazer o transporte de dados entre as regiões

ƒ Veículos motorizados, pessoas ou animais entre as regiões

200 km

Quiosque Internet

Mula de Dados

(104)

Aplicações e Projetos

‰ Acesso “não usual” à Internet

– Projetos relacionados

ƒ Technology and Infrastructure for Emerging Regions (TIER)

ƒ Sámi Network Connectivity (SNC)

ƒ Wizzy Digital Courier

ƒ First Mile Solutions (FMS)

ƒ KioskNet

ƒ Drive-thru Internet

ƒ DieselNet

(105)

105

Aplicações e Projetos

‰ Acesso “não usual” à Internet

– Projetos relacionados

ƒ Technology and Infrastructure for Emerging Regions (TIER)

ƒ Sámi Network Connectivity (SNC)

ƒ Wizzy Digital Courier

ƒ First Mile Solutions (FMS)

ƒ KioskNet

ƒ Drive-thru Internet

ƒ DieselNet

(106)

Aplicações e Projetos

‰ Grupo de pesquisa TIER

– Universidade da Califórnia em Berkeley, EUA – Objetivo

ƒ Levar a revolução da tecnologia da informação às populações dos países em desenvolvimento

– Áreas de atuação

ƒ Educação

ƒ Saúde

ƒ Comunicação sem fio

ƒ Armazenamento distribuído

ƒ Tecnologias da fala

(107)

107 Centros de Dados

Satélite

Mula de Dados

Dispositivos Quiosque

Aplicações e Projetos

‰ Projeto TierStore

– Envolve aplicações de correio eletrônico e web

– Em regiões com conectividade intermitente ou sem conectividade

(108)

Aplicações e Projetos

‰ TierStore

(109)

109

Aplicações e Projetos

‰ TierStore

– Utiliza o protocolo de agregação – Protótipo testado no Camboja

(110)

Aplicações e Projetos

‰ Acesso “não usual” à Internet

– Projetos relacionados

ƒ Technology and Infrastructure for Emerging Regions (TIER)

ƒ Sámi Network Connectivity (SNC)

ƒ Wizzy Digital Courier

ƒ First Mile Solutions (FMS)

ƒ KioskNet

ƒ Drive-thru Internet

ƒ DieselNet

(111)

111

Aplicações e Projetos

‰ Sámi Network Connectivity (SNC)

– Projeto piloto iniciado em 2004 – Objetivo

ƒ Prover acesso à Internet ao povo Sámi

¾ Correio eletrônico, acesso à web e transferência de dados

(112)

Aplicações e Projetos

‰ Sámi Network Connectivity (SNC)

– Características do povo Sámi

ƒ População nômade da região da Suécia e de outros países escandinavos

ƒ Vive do pastoreio de renas

ƒ Passa grande parte do tempo fora de suas vilas sem contato com os Sámis que ficam nas vilas

ƒ Não possui nenhum tipo de comunicação confiável na maioria das áreas nas quais trabalha e vive

(113)

113

Aplicações e Projetos

‰ Sámi Network Connectivity (SNC)

– Utiliza o protocolo de agregação – Nós fixos

– Nós móveis

ƒ Periodicamente fazem o trajeto entre as comunidades

ƒ Passam por pontos onde os agregados podem ser trocados e por pontos com acesso à Internet

(114)

Aplicações e Projetos

‰ Sámi Network Connectivity (SNC)

– Projeto futuro

ƒ Monitorar os rebanhos de renas através de sensores

(115)

115

Aplicações e Projetos

‰ Acesso “não usual” à Internet

– Projetos relacionados

ƒ Technology and Infrastructure for Emerging Regions (TIER)

ƒ Sámi Network Connectivity (SNC)

ƒ Wizzy Digital Courier

ƒ First Mile Solutions (FMS)

ƒ KioskNet

ƒ Drive-thru Internet

ƒ DieselNet

(116)

Aplicações e Projetos

‰ Wizzy Digital Courier

– Objetivo

ƒ Oferecer acesso à Internet a escolas rurais na África do Sul

– Duas formas de acesso

ƒ Modens discados são utilizados à noite (menor custo)

ƒ Mensageiros (motociclista ou ciclista) são utilizados para localidades que não possuem telefone

¾ Utiliza dispositivos de armazenamento com interface USB ou rede sem fio

(117)

117

Aplicações e Projetos

‰ Wizzy Digital Courier

– Atualmente, seis escolas estão sendo atendidas

(118)

Aplicações e Projetos

‰ Wizzy Digital Courier

– Atualmente, seis escolas estão sendo atendidas

(119)

119

Aplicações e Projetos

‰ Acesso “não usual” à Internet

– Projetos relacionados

ƒ Technology and Infrastructure for Emerging Regions (TIER)

ƒ Sámi Network Connectivity (SNC)

ƒ Wizzy Digital Courier

ƒ First Mile Solutions (FMS)

ƒ KioskNet

ƒ Drive-thru Internet

ƒ DieselNet

(120)

Aplicações e Projetos

‰ First Mile Solutions (FMS)

– Objetivo

ƒ Prover acesso à Internet em áreas remotas

– Mulas de dados são ônibus, motos ou barcos

ƒ Responsáveis pelo transporte físico de dados entre quiosques das vilas e os grandes centros

(121)

121

Aplicações e Projetos

‰ First Mile Solutions

(122)

Aplicações e Projetos

‰ First Mile Solutions

– Arquitetura proprietária denominada DakNet

– Projetos piloto implementados em Ruanda, Camboja, Costa Rica e Índia

(123)

123

Aplicações e Projetos

‰ Acesso “não usual” à Internet

– Projetos relacionados

ƒ Technology and Infrastructure for Emerging Regions (TIER)

ƒ Sámi Network Connectivity (SNC)

ƒ Wizzy Digital Courier

ƒ First Mile Solutions (FMS)

ƒ KioskNet

ƒ Drive-thru Internet

ƒ DieselNet

(124)

Aplicações e Projetos

‰ KioskNet

– Universidade de Waterloo, Canadá – Objetivo

ƒ Prover acesso à Internet confiável e de baixo custo a quiosques rurais

– Quiosque

ƒ Possui um ou mais computadores baratos e simples

ƒ Possui um controlador que se comunica por rádio com computadores carregados por mulas de dados

¾ Mulas de dados: ônibus, carros e caminhões

(125)

125

Aplicações e Projetos

‰ KioskNet

(126)

Aplicações e Projetos

‰ KioskNet

– Protocolo de agregação foi estendido

– Primeira implementação ocorreu em 2006 em uma vila na Índia

(127)

127

Aplicações e Projetos

‰ Acesso “não usual” à Internet

– Projetos relacionados

ƒ Technology and Infrastructure for Emerging Regions (TIER)

ƒ Sámi Network Connectivity (SNC)

ƒ Wizzy Digital Courier

ƒ First Mile Solutions (FMS)

ƒ KioskNet

ƒ Drive-thru Internet

ƒ DieselNet

(128)

Aplicações e Projetos

‰ Drive-thru Internet

– Universidade de Tecnologia de Helsinki, Finlândia – Objetivo

ƒ Prover acesso à Internet a usuários em veículos trafegando em estradas a velocidades que podem chegar a 200 km/h

– Pontos de acesso à Internet são espalhados pela cidade, estradas comuns e estradas sem limite de velocidade

ƒ IEEE 802.11

– Acesso intermitente obtido pela passagem pelos pontos de acesso

– Desenvolvido um protocolo que habilita sessões de

comunicação de longa duração na presença de conectividade intermitente

(129)

129

Aplicações e Projetos

‰ Drive-thru Internet

(130)

Aplicações e Projetos

‰ Acesso “não usual” à Internet

– Projetos relacionados

ƒ Technology and Infrastructure for Emerging Regions (TIER)

ƒ Sámi Network Connectivity (SNC)

ƒ Wizzy Digital Courier

ƒ First Mile Solutions (FMS)

ƒ KioskNet

ƒ Drive-thru Internet

ƒ DieselNet

(131)

131

Aplicações e Projetos

‰ DieselNet

– Universidade de Massachusetts Amherst, EUA

– Rede com 40 ônibus da cidade de Amherst cobrindo uma área total de 150 milhas quadradas

– Ônibus são equipados com computadores e

ƒ Ponto de acesso IEEE 802.11b para prover acesso DHCP aos passageiros

ƒ Segunda interface IEEE 802.11b que constantemente procura por outros ônibus

ƒ Rádio de longo alcance que permite a comunicação com as estações receptoras das informações coletadas

– GPS grava periodicamente localização de cada ônibus

(132)

Aplicações e Projetos

‰ DieselNet

– Software embarcado permite

ƒ Atualização das aplicações

ƒ Captura de informações

¾ Mobilidade dos nós

¾ Conectividade e vazão da rede

(133)

133

Aplicações e Projetos

‰ Monitoramento

– Redes de sensores

ƒ Nós sensores

¾ Organizados em clusters

¾ Capacidade limitada de processamento

¾ Pouca memória

¾ Energia restrita

(134)

Aplicações e Projetos

‰ Monitoramento

– Gerenciamento de energia é um dos maiores problemas

ƒ Nós procuram se coordenar para economizar energia

ƒ Atrasos ocorrem em função de um ou mais nós estarem em um estado de conservação de energia (impedidos de transmitir e receber dados)

ƒ Problema de energia ainda mais grave quando nós estão na vizinhança de um gateway

– DTNs estão sendo utilizadas para diminuir esses problemas

(135)

135

Aplicações e Projetos

‰ Monitoramento

– Projetos relacionados

ƒ Sensor Networking with Delay Tolerance (SeNDT)

ƒ ZebraNet

ƒ CarTel

(136)

Aplicações e Projetos

‰ Monitoramento

– Projetos relacionados

ƒ Sensor Networking with Delay Tolerance (SeNDT)

ƒ ZebraNet

ƒ CarTel

(137)

137

Aplicações e Projetos

‰ Sensor Networking with Delay Tolerance (SeNDT)

– Trinity College Dublin, Irlanda – Objetivo

ƒ Monitoramento do meio ambiente

– Utiliza redes de sensores tolerantes a atrasos

(138)

Aplicações e Projetos

‰ Sensor Networking with Delay Tolerance (SeNDT)

– Monitoramento da qualidade da água de lagos

ƒ Problema

¾ Grande extensão geográfica do lago escolhido Æ elevado custo de implementação de uma rede altamente densa

ƒ Solução

¾ Sensores foram divididos em regiões

¾ Mulas de dados trafegam entre as regiões

(139)

139

Aplicações e Projetos

‰ Sensor Networking with Delay Tolerance (SeNDT)

– Monitoramento da qualidade da água de lagos

(140)

Aplicações e Projetos

‰ Sensor Networking with Delay Tolerance (SeNDT)

– Monitoramento da qualidade da água de lagos

(141)

141

Aplicações e Projetos

‰ Sensor Networking with Delay Tolerance (SeNDT)

– Monitoramento da qualidade da água de lagos

(142)

Aplicações e Projetos

‰ Sensor Networking with Delay Tolerance (SeNDT)

– Monitoramento da qualidade da água de lagos

(143)

143

Aplicações e Projetos

‰ Sensor Networking with Delay Tolerance (SeNDT)

– Monitoramento da qualidade da água de lagos

(144)

Aplicações e Projetos

‰ Sensor Networking with Delay Tolerance (SeNDT)

– Monitoramento da poluição sonora em rodovias

ƒ Utiliza unidades de sensoriamento com interfaces IEEE 802.11

¾ Enviam informações coletadas mediante consulta do operador

ƒ Apresenta um baixo custo, é robusto e tolerante a atrasos

(145)

145

Aplicações e Projetos

‰ Sensor Networking with Delay Tolerance (SeNDT)

– Monitoramento da poluição sonora em rodovias

(146)

Aplicações e Projetos

‰ Monitoramento

– Projetos relacionados

ƒ Sensor Networking with Delay Tolerance (SeNDT)

ƒ ZebraNet

ƒ CarTel

Referências

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