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CONCEITOS BÁSICOS E MODOS DE UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS, FERRAMENTAS, APLICATIVOS E

PRO-CEDIMENTOS DE INFORMÁTICA: TIPO DE COMPUTA-DORES, CONCEITOS DE HARDWARE E DE SOFTWARE.

TIPOS DE COMPUTADORES

CONCEITO

É a ciência que estuda o tratamento automático e ra-cional da informação. A informática manipula informa-ções tais como: computador, comunicação, matemática aplicada etc.

PROCESSAMENTO DE DADOS

Processamento de Dados é a atividade que consiste em transformar determinadas informações, a fim de obter outras, ou as mesmas, sob outra forma, para alguma finalidade prática.

Este tratamento de dados é feito por meio de máquinas, com o fim de obter resultados da informação representada pelos dados.

O processamento se dá pelas formas: ON-LINE

É o funcionamento dos terminais, arqui-vos e equipamentos auxiliares do computa-dor, que operam sob o controle direto deste, eliminando a necessidade de intervenção humana em qualquer das fases compreendi-das entre a entrada de dados e o resultado final.

BATCH

É o funcionamento no qual os dados a serem processa-dos ou programas a serem executaprocessa-dos são agrupaprocessa-dos para que seus processamentos sejam efetuados de uma só vez (em lote).

COMPUTADOR Definição:

É uma máquina ou dispositivo físico utilizado no trata-mento da informação.

Basicamente esta máquina ou dispositivo lê dados, efe-tua cálculos e fornece resultados.

Todo o serviço por ele executado é efetuado através dos seguintes processos básicos:

1. ENTRADA DE DADOS. ler ou receber os valores ini-ciais e constantes;

2. PROCESSAMENTO: efetuar o cálculo;

3. SAÍDA DE DADOS: fornecer os resultados obtidos. Tanto os computadores de grande porte como as

calculado-ras eletrônicas de bolso trabalham basicamente execu-tando esses três processos.

CARACTERÍSTICAS DE UM COMPUTADOR

O que distingue o computador das demais máquinas ou aparelhos tradicionais de cálculo, tais como o ábaco, régua de cálculo, máquina de somar eletromecânica são suas

características

 ALTA VELOCIDADE: na execução, de suas opera-ções.

 MEMÓRIA: grande capacidade de armazenar infor-mações.

 PROGRAMA: capacidade de executar longa seqüên-cia alternativa de operações.

A grande velocidade de calcular pode ser avaliada pelo uso de unidade de medida chamada MICROSSEGUNDO (que corresponde à milionésima parte de um segundo) ou NANOSSEGUNDO (que corresponde a 0,000000001s).

A capacidade de armazenar informações em local cha-mado MEMÓRIA atinge, por exemplo, informações corres-pondentes a todos os contribuintes do imposto de renda de uma cidade ou estado, ou o nome do item, a quantidade e o preço unitário de um estoque de mercadorias de um super-mercado.

MÁQUINA PROGRAMÁVEL

O computador pode guardar na memória uma grande se-qüência pré-organizada de operações e depois executá-la com grande rapidez.

Essa seqüência de operações para resolver um problema chama-se PROGRAMA.

Uma pessoa treinada (especialista) prepara um programa para resolver cada problema apresentado. De acordo com o programa que está guardado (dizemos que o programa está carregado) na memória, o computador consegue resolver um problema diferente.

O computador nada cria; apenas executa, com grande rapidez, a seqüência de operações (ou programa) preparada pelo especialista.

CLASSIFICAÇÃO:

Conforme o tipo de dado manipulado, podemos ter os seguintes tipos de computador:

- computador digital;

- computador analógico ou análogo; - computador híbrido.

COMPUTADOR DIGITAL:

Manipula dados formados através de um processo de contagem de valor unitário chamado dígito, como acontece com a contagem dos dedos da mão, das bolinhas de um ábaco, etc.

COMPUTADOR ANALÓGICO:

Manipula dados obtidos por um processo de comparação e analogia de medidas de fenômenos físicos diferentes. O computador efetua operações com correntes elétricas obti-das no processo de medida de pressão atmosférica, de temperatura, de velocidade, etc.

O computador analógico processa com vantagem muitos problemas científicos, pois manipula diretamente as medidas obtidas sem convertê-las em dados numéricos.

COMPUTADOR HÍBRIDO

Possui uma combinação dos dois tipos referidos. Em ge-ral, para o recebimento de dados e de certas operações, o computador utiliza a sua parte analógica; para a conversão do resultado final ou armazenamento dos dados intermediá-rios, utiliza a parte digital.

Alguém já disse que não podem existir computadores-robôs tais como nos são apresentados nos filmes de ficção científica; mas, por outro lado, nós também vimos como os

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contos de ficção científica se tornaram realidade: Viagem à Lua, de Júlio Verne, pode ser um exemplo. Porque então não será possível transpor para um computador uma peque-na porção de "inteligência humapeque-na"? As pesquisas dos cien-tistas seguem este caminho: lingüistas, psicólogos, estadis-tas e especialisestadis-tas em engenharia de software estão empe-nhados em inaugurar uma nova era na ciência da computa-ção, fundamentada no que chamamos inteligência artificial.

Este tipo de ciência vêm se desenvolvendo muito muitos nestes últimos anos, e hoje em dia, já temos sites na Internet que oferecem programas que um computador conversa com um humano, utilizando este tipo de tecnologia.

COMPUTADORES INTELIGENTES

Entre os computadores de quinta geração encontram-se os chamados "inteligentes", assim denominados porque, em vez de processar dados, processam conhecimentos, isto é, idéias armazenadas pelo homem na memória do computa-dor.

Os computadores inteligentes substituem o processa-mento seqüencial pelo processaprocessa-mento associativo, no qual a busca da informação é realizada não mais pelo endereço. mas pelo conteúdo das variáveis (lnferência Lógica).

A linguagem de máquina deste tipo de computadores é a linguagem de núcleo ou linguagem Kemel, baseada na, lógica dos predicados. Diferentemente do que ocorre com os computadores comuns, esta linguagem de máquina é consi-derada uma linguagem de alto nível, uma vez que apresenta funções de auxilio ao usuário facilitando o uso de linguagens naturais para a sua comunicação com o computador.

CARACTERÍSTICAS DOS COMPUTADORES INTELIGEN-TES

Os computadores inteligentes de quinta geração rece-bem o nome de KIPS (Knowledge Information Processing Systems - Sistemas para o Processamento do Conhecimen-to da Informação) porque se destinam ao processamenConhecimen-to do conhecimento. Essas máquinas são capazes de realizar sucessivas inferências (deduções lógicas) a partir de regras e fatos gravados numa base de conhecimentos em vez da tradicional base de dados.

Os computadores KIPS permitem:

 O gerenciamento da base de conhecimentos.  A resolução de problemas mediante inferência

dedu-tiva ou indudedu-tiva.

 A possibilidade de intercomunicação (interface) ho-mem-máquina baseada em linguagens naturais, gráfi-cos, etc.

ESTRUTURA DE UM COMPUTADOR DE QUINTA GERA-ÇÃO

A estrutura deste tipo de máquina é formada basicamen-te por três subsisbasicamen-temas: a inbasicamen-terface exbasicamen-terna, o sisbasicamen-tema lógico e o hardware do equipamento.

CLASSIFICAÇÃO DO COMPUTADOR PELO PORTE Nos primeiros tempos da computação eletrônica, costu-mava-se fazer uma classificação dos computadores em sistemas de pequeno, médio e grande porte, sendo que o "porte" se referia mais à capacidade de processamento do que propriamente às dimensões físicas do sistema.

Atualmente, essa classificação não tem mais razão de ser, porquanto um dado modelo de computador pode apre-sentar-se com diversas configurações, isto é, pode ser cons-tituído de um número maior ou menor de unidades, que podem ter diferentes capacidades. Por essa razão, falamos hoje em configurações pequenas, médias e grandes.

Por exemplo, podemos considerar como "pequena" uma configuração com memória inferior a 32 Mbytes, como "mé-dia" uma configuração com memória entre 32 Mbytes e 216 Mbytes.

A existência de diversas configurações de um mesmo modelo de computador tem como conseqüência o conceito de MODULARIDADE.

A modularidade pode ser definida como a capacidade de ampliação de um sistema já instalado, pela agregação de novas unidades ou pelo aumento da capacidade das unida-des existentes.

Graças a este conceito, o usuário poderá instalar, uma configuração correspondente às suas necessidades do mo-mento, e depois ampliar a instalação (por exemplo, aumentar a capacidade de fita ou de disco), à medida que for aumen-tando o volume e/ou a complexidade do serviço.

Assim sendo, um usuário poderá começar com uma configu-ração pequena de determinado modelo de computador, e depois expandida, de modo a obter uma configuração média ou até grande.

Dessa forma podemos entrar com informações, que se-rão armazenadas na memória e posteriormente processadas pelo microprocessador (UCP), os resultados poderão ser enviados de volta para a memória e então para uma unida-de unida-de saída, para que possamos ver e analisar esses resul-tados.

Existem várias formas e tipos de unidades de entrada e de saída. As mais comuns, e presentes em quase todos os micros, são o TECLADO (para entrada) e o MONITOR DE VÍDEO (para saída).

Outra unidade de saída padrão é a impressora, que por sinal foi historicamente a primeira a ser utilizada.

Um problema surge quando o micro está operando dessa forma, ou seja, configurado com unidades de entrada, sa-ída e memória.

A memória principal ou central, diretamente conectada ao microprocessador, funciona com eletricidade e deve estar energizada para armazenar dados, ou seja, ela só consegue armazenar dados se for alimentada com eletricidade. Quan-do desligamos o micro, toQuan-dos os daQuan-dos armazenaQuan-dos na memória principal desaparecem; basta uma "piscada" na força para ela esquecer tudo.

Por conseguinte, precisamos de outro dispositivo periféri-co, que não seja afetado pela falta de energia e que possa armazenar informações de uma forma semelhante à memó-ria principal, ou seja, uma memómemó-ria não-temporámemó-ria. Este periférico, chamado memória auxiliar ou memória de massa ou ainda memória secundária pode assumir várias formas, porém, atualmente a maioria utiliza o mesmo principio físico de armazenamento magnético. E a mesma idéia da fita cassete, onde se grava uma música, e depois pode-se escu-tá-la a qualquer momento. Em processamento de dados, ao invés de músicas, armazenaremos dados e informações e, sempre que precisarmos, poderemos recuperá-los.

As fitas magnéticas apresentam um pequeno problema: quando queremos escutar a quarta música gravada, preci-samos bobinar a fita até o local onde a música se encontra, para então escutá-la. Este fato, chamado leitura seqüencial, não acontece com os discos, pois permitem que levemos a agulha diretamente ao ponto desejado e tocar, por exemplo

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a Quarta música. A principal vantagem desse processo, de leitura ou acesso direto, é economizar o tempo necessário para encontrar, ler ou gravar os dados.

A grande maioria dos microcomputadores utiliza, como unidade de memória auxiliar, uma ou duas unidades de discos magnéticos.

O principio de funcionamento é idêntico ao da fita, só que permite o acesso direto às informações gravadas em sua superfície.

Atualmente, os microcomputadores constituem um dos produtos de maior importância no mercado de informática. Quando surgiram, os primeiros minicomputadores foram

usados para oferecer um serviço inexistente até então, mas durante a década de 70, os minicomputadores inva-diram o setor de atuação mais baixo dos grandes equi-pamentos. Os microcomputadores estão trilhando o mesmo caminho: nos anos 70, ocuparam um espaço va-zio, mas ultimamente vêm ocupando muitas áreas, antes cobertas pelos minicomputadores.

Logo após o aparecimento do microprocessador e um pouco depois do primeiro mini, os primeiros micros tinham características consideradas inferiores aos minis da época. Alguns diziam que os micros seriam utilizados apenas em lazer, usos domésticos e pessoais.

Sim, o surgimento e o aperfeiçoamento dos microproces-sadores (um "cérebro", integrado em um espaço extraordina-riamente reduzido, capaz de dirigir, controlar e coordenar toda a atividade do sistema) foram os grandes fatores res-ponsáveis pela introdução e aperfeiçoamento dos micros. Possibilitaram a extensão das facilidades de utilização da informática à segmentos que em outras épocas, nunca se imaginaria que pudessem ser beneficiados.

O final da década de 70 assistiu a um verdadeiro desfile de marcas, padrões e arquiteturas de microcomputadores. Nos anos 80, contudo, com a entrada da IBM neste segmen-to e a introdução do seu PC, um novo padrão foi definido.

Esta definição já nos permite estabelecer duas segmen-tações quanto ao enfoque de utilização dos micros: micros de uso pessoal/profissional, e micros de uso pesso-al/doméstico.

COMPUTADORES DE GRANDE PORTE

Para o processamento de grandes volumes de informa-ções, seja nas áreas administrativas ou científicas, é neces-sária a utilização de grandes equipamentos.

Como exemplo de uma aplicação científica para a qual é apropriado um grande computador, pode ser citada a manu-tenção de uma base de dados com as informações do fun-cionamento de uma hidroelétrica. Neste caso, além da ne-cessidade de uma grande capacidade de armazenamento, existe também a necessidade da potência de cálculo, para o controle de uma situação de emergência. Este tipo de apli-cação também configura a necessidade de utilização de computadores extremamente confiáveis.

No campo da administração, existem determinadas apli-cações que só podem ser realizadas com um grande compu-tador. Um exemplo significativo pode ser o processamento do movimento de contas correntes de um grande Banco ou instituição financeira.

Normalmente, a adoção de grandes computadores impli-ca na realização de investimentos de peso, tanto pelo custo

dos próprios equipamentos como pelas instalações especiais que estes sistemas exigem: ar condicionado, sistemas de fornecimento de energia, espaço, esquemas de segurança, etc.

Também a equipe humana dedicada à sua operação de-ve ser numerosa e de alto níde-vel técnico, envolde-vendo analis-tas de sistemas, analisanalis-tas de software, schedullers de ope-ração, além dos elementos normalmente necessários em outros portes, de equipamentos, como programadores, ope-radores, digitadores, etc.

Por estes motivos, só é recomendada sua implantação se a complexidade ou as características das aplicações realmente justificarem estas condições.

No mercado mundial, as empresas fabricantes de com-putadores com maior participação neste segmento são a IBM, a Unisys, e a Fujitsu.

MICROPROCESSADORES - CARACTERÍSTICAS O cérebro do computador é o processador - a C.P.U., ou seja, a Central Processing Unit. E é a CPU que processa as informações e administra o emprego de todos os recursos disponíveis. Assim, por exemplo, é a CPU que opera os cálculos, numa velocidade incomum.

Nos microcomputadores, a CPU é um circuito integrado, chamado microprocessador.

Essa CPU é um circuito eletrônico integrado, que tem por deficiência só distinguir se está (1) ligado, ou (0) desligado - ou seja, só reconhece os números "0" e "1" - mas faz isso com velocidade altíssima, de 0,1 a 3 Bilhões de operações por segundo, dependendo do modelo.

O primeiro microprocessador foi o lntel 4004 de 4 bits, de (1971) um Circuito Integrado com 2.250 transistores. Hoje os moderníssimos microprocessadores são pequeníssimos circuitos integrados, que trabalham com 64 bits, a uma velo-cidade até superior a 3 BIPS (Bilhões de Instruções Por Segundo); são os microprocessadores Pentium 4 e Athlon.

O mais importante nos microprocessadores (chips) é sua velocidade de processamento: os de 1000 Mhz, antes consi-derados velozes, hoje estão superados, enquanto os de 2000 Ghz já são o básico, barateando e com uma relação custo/benefício mais praticável - mas os de 3 Ghz são os computadores de maior porte. A velocidade da indústria produtora de microprocessadores é maior que a dos próprios chips, tornando acessível ao público produtos cada vez mais rápidos e mais baratos.

DISPOSITIVOS DE ENTRADA E SAÍDA Discos Magnéticos

Os discos magnéticos são dispositivos de armazenamen-to de informação, externos ao conjunarmazenamen-to formado pelo proces-sador e pela memória principal.

Estes dispositivos são por vezes referidos como memória secundária.

Drives de Discos Magnéticos

As drives são dispositivos que leem e escrevem dados nos discos magnéticos, canalizando a informação entre os discos e o processador ou a memória principal.

As drives podem ser internas ou externas à unidade de sistema.

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As placas de expansão são dispositivos que se utilizam para extender as funcionalidades e o desempenho do com-putador.

Existe uma grande diversidade de placas de expansão, como, por exemplo, placas de rede, de vídeo, de som e de modem.

Terminal ou estação de trabalho

Um terminal é um sistema normalmente constituído por um teclado e por um monitor e que está ligado remotamente a um computador central.

O computador central processa a informação introduzida através do teclado do terminal, enviando os resultados de volta para serem visualizados no monitor do terminal. Modem

Um modem é um dispositivo utilizado na ligação de com-putadores através da rede telefónica pública.

O modem converte a informação digital do computador num formato analógico, de modo a poder ser transmitida através das linhas telefónicas, e faz a conversão inversa na recepção de informação da rede.

DISPOSITIVOS DE ENTRADA Teclado

O teclado é o dispositivo de entrada mais comum, permi-tindo ao utilizador introduzir informação e comandos no computador.

Mouse

O rato é um dispositivo de entrada que permite ao utiliza-dor percorrer e selecionar itens no ecrã do computautiliza-dor.

Este dispositivo envia ao computador as coordenadas do cursor relativas aos movimentos no ecrã e ainda comandos activados pela selecção de itens.

Scanner

O scanner é um dispositivo que lê informação impressa em papel (texto e imagens) e a converte num formato digital.

Uma vez dentro do computador, essa informação pode ser armazenada, editada ou visualizada num monitor. Sensores

Os sensores são dispositivos que permitem capturar va-lores de um dado processo contínuo e convertê-los para o formato digital, de modo a serem processados pelo compu-tador.

Por exemplo, há sensores de temperatura, de velocidade e de luz. Estes dispositivos são utilizados freqüentemente em processos de monitorização industrial.

Microfone

Um microfone é um dispositivo de entrada que permite introduzir som no computador, para posterior edição e/ou armazenamento.

Estes dispositivos encontram-se frequentemente em computadores multimedia.

USB

Originalmente concebida como uma eficiente porta de comunicação para periféricos (como mouse e impressora), foi a porta escolhida para as câmeras digitais para descarre-gar suas fotos.

DISPOSITIVOS DE SAÍDA Monitor

O monitor é um dispositivo periférico utilizado para a vi-sualização de informação armazenada num sistema informá-tico.

CD-ROM

O CD-ROM - Compact Disc, Read-Only Memory - é um disco compacto, que funciona como uma memória apenas para leitura - e, assim, é uma forma de armazenamento de dados que utiliza ótica de laser para ler os dados. Um CD-ROM comum tem capacidade para armazenar 417 vezes mais dados do que um disquete de 3,5 polega-das. Hoje, a maioria dos programas vem em CD, trazendo sons e vídeo, além de textos e gráficos.

Drive é o acionador ou leitor - assim o drive de CD-ROM é o dispositivo em que serão tocados os CD-ROMS, para que seus textos e imagens, suas informações, enfim, sejam lidas pela máquina e devidamente processadas.

A velocidade de leitura é indicada pela expressão 2X, 4X, 8X etc., que revela o número de vezes mais rápidos que são em relação aos sistemas de primeira geração.

E a tecnologia dos equipamentos evoluiu rapidamente. Os drivers de hoje em dia tem suas velocidades nominais de 54X e 56X.

A velocidade de acesso é o tempo que passa entre o momento em que se dá um comando e a recuperação dos dados. Já o índice de transferência é a velocidade com a qual as informações ou instruções podem ser deslocadas entre diferentes locais.

Há dois tipos de leitor de CD-ROM: interno (embutidos no computador); e externo ligados ao computador, como se fossem periféricos).

Atualmente, o leitor de CD-ROM (drive de CD-ROM) é um acessório multimídia muito importância, Presente em quase todos os computadores.

Os cds hoje em dia são muito utilizados para troca de ar-quivos, através do uso de cds graváveis e regraváveis. Os cds somente podem ser gravados utilizando-se um drive especial de cd, chamado gravador de cd.

DVD – Rom

Os DVDs são muito parecidos com os cds, porém a sua capacidade de armazenamento é muito maior, para se ter uma idéia, o DVD armazena quase que 10 vezes mais que um cd comum.

Por terem uma capacidade tão grande de armazenamento, comportam um conteúdo multimídia com facilidade, sen-do muito usasen-dos para armazenar filmes e shows.

Os drives mais atuais permitem a gravação de dvds, porém o seu preço ainda é muito alto para o uso doméstico, po-rém um drive muito utilizado hoje em dia é o comb. Este drive possui a função de gravador de cd e leitor de dvd. Data-Show

Os projectores de imagens, ou data-show, são dispositi-vos que permitem visualizar documentos electrónicos (texto, gráficos, imagens) armazenados num computador.

Estes dispositivos são colocados em cima de um retro-projector, e a sua ligação ao computador faz-se através do conector do monitor.

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Impressoras

As impressoras são dispositivos que imprimem no papel documentos electrónicos (texto, gráficos, imagens) gerados ou editados no computador.

Há diversos tipos de impressoras, com diferentes funcio-namentos, desempenhos e custos.

Características Básicas

O volume de impressão que ela suporta em uma unidade de tempo. Impressoras indicam sua vazão de impressão em páginas por minuto.

A tecnologia utilizada para gerar os símbolos a serem impressos. Atualmente, impressoras podem ser do tipo:

 de jato de tinta;  a laser;

 por transferência de cera aquecida ("thermal-wax");  por sublimação de tinta ("dye sublimation").

Impressoras Matriciais

As impressora matriciais trabalham como máquinas de escrever. Elas são muito comuns em escritórios e empresas que emitem notas fiscais. A impressão é feita por meio de um dispositivo qualquer que se projeta contra uma fita com tinta, martelando-a contra um papel e nele imprimindo o símbolo desejado (letra, desenho, etc).

O nome matricial por si só explica a essência de seu funcio-namento, já que os caracteres são formados por uma matriz de pontos, expressão derivada do inglês: "dot pit-ch".

O método de geração dos pontos no papel se inicia com a existência de um dispositivo (cabeça de impressão) com-posto de vários fios, muito finos, as agulhas ou pinos (em inglês usa- se "pin"), montados em um tubo e ligados a uma bobina eletromagnética. As agulhas, que podem variar, em quantidade, entre 9 e 24, são dispostas verticalmente, for-mando uma coluna, quando se trata de cabeça de impressão de 24 agulhas. Para que as agulhas possam ficar dispostas bem próximas umas das outras (e garantir, assim, boa quali-dade de impressão), os magnetos são usualmente arranja-dos de forma radial.

A cabeça de impressão caminha da esquerda para a di-reita (ou nos dois sentidos, dependendo do tipo de impresso-ra) e em seu percurso vai marcando os pontos correspon-dentes aos caracteres que se deseja imprimir. Em geral, um caractere é constituído de uma matriz com 5 x 9 pontos (impressora com 9 agulhas) ou bem mais, no caso de im-pressoras de 24 agulhas . Quando um padrão de bits, cor-respondente a uma caractere, é recebido no circuito de con-trole da impressora, este padrão gera correntes elétricas que vão acionar a bobina ligada á correspondente de controle da impressora, este padrão gera correntes elétricas que vão acionar a bobina ligada à correspondente agulha. Nessa ocasião, a bobina energizada projeta rapidamente a agulha, que impacta a fita com tinta impregnando o papel com um ponto. Logo em seguida, uma mola retoma rapidamente a agulha, que fica pronta para novo acionamento.

Dessa forma, a cabeça imprime simultaneamente os n pontos de uma coluna e logo em seguida os n pontos da coluna seguinte, e assim sucessivamente até formar todo o caractere e o caractere seguinte e o seguinte, até completar a linha.

Apesar de ainda estarem sendo produzidas em escala razoável, as impressoras matriciais vêm perdendo usuários em face das vantagens de preço/desempenho de modelos com tecnologia mais avançadas, especialmente as

impres-soras de jato de tinta.

Impressoras de Jato de Tinta

As impressoras de Jato de Tinta ("ink-jet") semelhante-mente às matriciais, produzem caracteres em um papel em forma de matriz de pontos - com a diferença de que o ponto é produzido por uma gota de tinta, que é lançada no papel e secada por calor. Da reunião dessas gotas resultará o forma-to do caractere, de forma bem parecida com os ponforma-tos obti-dos pelas agulhas nas impressoras matriciais.

O mecanismo de impressão é, em geral, constituído de uma certa quantidade de pequeninos tubos com um bico apropriado para permitir a saída das gotas de tinta. Um valor típico de bicos existentes em mecanismos de impressão dessas impressoras oscila entre 50 e 64, mas atualmente já estão sendo lançados novos modelos com 128 e até 256 bicos. A tecnologia mais comum - "dmp-on-demand buble jef'- projeção gota por demanda - consiste na passagem de uma corrente elétrica por uma resistência, que, aquecida por esta corrente, gera suficiente calor para o tubo de tinta. No instante em que se aquece o suficiente, a tinta vaporiza e se expande, acarretando a saída de uma gota pelo bico do tubo, a qual vai ser depositada e sacada no papel, gerando um ponto de tinta. O processo ocorre milhares de vezes por segundo durante a impressão.

Há impressoras que funcionam com apenas um cartucho de tinta preta, são as impressoras do tipo monocromáticas, e que imprimem colorido através do emprego de 2 cartu-chos de tinta, 1 preto e um colorido.

Sendo uma impressora do tipo jato de tinta, sua resolu-ção (a quantidade de pontos que constituem um caractere) é tão maior - produz caracteres mais sólidos e nítidos - quanto a quantidade de bicos que o mecanismo de impressão pode ter. Seu mecanismo de impressão contém algo em tomo de 60 bicos, produzindo, assim, uma matriz de pontos muito mais densa do que se consegue com impressoras matriciais de 24 agulhas. Valores típicos de resolução de impressoras de jato de tinta estão na faixa de 300 x 300 pontos por pole-gada e 360 x 360 pontos por polepole-gada ("dpi-dots per inchs"), com caracteres constituídos de uma matriz de 18 x 48 e até 36 x 48 pontos. Elas possuem outra vantagem sobre as impressoras matriciais: são silenciosas, já que não dispõem de mecanismo de impacto.

Impressora a Laser

Mais sofisticas e com melhor qualidade de impressão, as impressoras a laser funcionam semelhantemente às copia-doras de documentos, ou seja, projetam em um cilindro fotossensitivo, uma imagem da página que será impressa. Em seguida, um produto chamado "tonel'. composto de par-tículas minúsculas, é espalhado sobre a imagem criada no cilindro. Finalmente, a imagem é transferida do cilindro para um papel e secada por intenso calor; depois disso, o cilindro deve ter a imagem apagada para que uma nova imagem possa ser nele criada. E assim, sucessivamente, as páginas vão sendo impressas. A imagem é criada no cilindro através de um feixe de laser que é acesso e apagado a cada ponto do cilindro (como pixels em um vídeo), conforme a configu-ração binária e a localização dos símbolos que se deseja imprimir.

Também as impressoras a laser imprimem ponto por ponto e, por essa razão, sua resolução é medida em pontos por polegada ("dpi = dots per inch").

No mercado atual há impressoras deste tipo funcionando com resolução de 300 dpi a 2.000 dpi's, produzindo páginas em uma taxa em torno de 10 ppm e 17 ppm (impressoras pessoais), como também 24 e mais (impressoras que

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fun-cionam em rede locais de microcomputadores) ou máquinas de maior poder, capazes de imprimir mais de 80 ppm.

Plotters

Os traçadores gráficos, ou plotters, são dispositivos de impressão em papel utilizados quando a qualidade exigida ao documento impresso é bastante elevada.

Os plotters são constituídos por uma ou mais canetas que se deslocam na largura do papel e cujos movimentos são controlados por comandos enviados pelo computador.

Colunas de Som

As colunas de som encontram-se frequentemente em sis-temas com funcionalidades multimedia.

Estes dispositivos de saída convertem os ficheiros audio, que se encontram na forma electrónica, em sinais de pres-são, transmitindo o som resultante.

HARDWARE HARDWARE

O primeiro componente de um sistema de computação é o HARDWARE, que corresponde à parte material, aos com-ponentes físicos do sistema; é o computador propriamente dito.

O hardware é composto por vários tipos de equipamento, caracterizados por sua participação no sistema como um todo. Uma divisão primária separa o hardware em SISTEMA CENTRAL E PERIFÉRICOS. Tanto os periféricos como o sistema central são equipamentos eletrônicos ou elementos eletromecânicos. Estes equipamentos são interligados atra-vés da Placa Mãe.

PLACA-MÃE

A placa–mãe é a principal e maior das placas de circuitos presentes em um microcomputador. Nela estão incorporados os componentes essenciais para o funcionamento do siste-ma computacional. Ela esta presente nos microcomputado-res desde 1974 época em que eles foram criados e ficaram disponíveis.

A placa-mãe (Motherboard) gerencia toda transação de dados entre a CPU e os periféricos. Mantém a CPU, sua memória cache secundária, o chipset, BIOS, memória princi-pal, chips I/O, portas de teclado, serial, paralela, discos e placas plug-in.

Nos computadores antigos, era na placa-mãe que se co-locava placas controladoras IDE, placa de video e som. Porém atualmente, todas as placas-mãe já vem com contro-ladora IDE embutida e muitas delas com video e som juntos.

Isso foi uma medida que visava reduzir os custos de pro-dução de um computador. Realmente, o objetivo foi alcança-do mas muitas vezes, perdeu-se em qualidade. Por isso muitas pessoas acabam optando por comprar placas de vídeo e som separadas apesar de já existirem esses disposi-tivos nas placas-mãe.

A maior parte das placas-mãe apresentam as seguintes

característica:

 slots padrão PCI  slots padrão AGP

 Chips VLSI que controlam o barramento PCI  Soquetes para a instalação de 3 ou 4 módulos de

memória

 Conectores de drives

 Conectores das portas seriais (2)  Conectores da porta paralela  Conectores de portas USB  Conector da porta de jogos  Conector para o Microprocessador  Memória ROM (BIOS)

 Memória Cache Secundária  Memória Principal

 Bateria

 Conectores para os cabos de alimentação da fonte  Conectores para ligação dos fios do painel frontal

do gabinete

 Conector para ligar o teclado  Cabo flat IDE

 Cabo flat para Drives

 Cabos das interfaces serial, paralela e USB  Micro ventilador (Cooler)

Nas placa mais atuais, os chips de placa de vídeo, placa de som e placa de rede já vem embutidos nas placas.

A seguir serão detalhados os principais componentes ex-ternos a Placa Mãe.

CARACTERÍSTICAS DO HARDWARE DE UM SISTE-MA:

Sistema Central:

 UCP - Unidade Central de Processamento: o "cére-bro" da máquina – o processador controla o micropro-cessador -, UCP ou CPU (Central Processing Unit);  Memória Principal ou Central: rápida, custosa,

limita-da, temporária e volátil.

Periféricos, o mesmo que Unidades de EIS - Entrada/Saída:  Memória Auxiliar, Secundária ou de Massa: mais

len-ta, porém menos custosa. com maior capacidade e teoricamente permanente: não volátil;

 Dispositivos ou Unidades de Entrada: convertem in-formação em forma utilizável pela máquina;

 Dispositivos ou Unidades de Saída: convertem infor-mação utilizável pela máquina para formatos utilizá-veis externamente.

SISTEMA CENTRAL

Unidade central de processamento. A CPU lê a informação contida na memória e realiza as operações solicitadas, ativando e desativando os dispositivos de entrada e saí-da necessários (monitor, impressora, teclado etc.). Com-põe-se de uma série de circuitos eletrônicos que incluem diversos elementos, dos quais o principal é o processa-dor. A maioria dos computadores médios e pequenos têm o microprocessador num só chip, o que simplifica seu projeto e fabricação e aumenta seu rendimento. O principal circuito eletrônico é a Unidade Central de Processamento - UCP ou CPU – Central Processing Unit, responsável pelo gerenciamento de todas as funções do sistema.

Em um microcomputador a UCP, também chamada de MICROPROCESSADOR é um circuito integrado, um CHlP.

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Muitas das características mais importantes de um computa-dor, como o número de bits que pode processar de uma só vez, a freqüência dos impulsos do relógio, que deter-mina sua rapidez e a quantidade de memória que pode utilizar ou controlar diretamente, são determinadas pelo tipo de processador com que é equipado. Em muitos ca-sos, ao supervisionar todo o trabalho do computador, o processador central pode ficar saturado. Por isso, insta-lam-se processadores auxiliares especializados em cer-tas atividades, como cálculos matemáticos, gerência da memória ou controle de dispositivos de entrada e saída. A UCP é um circuito eletrônico que distingue somente dois estados físicos, ligado ou desligado, representados pelos números 0 e 1 dígitos binários. Mediante uma série de "truques" eletrônicos, a UCP ou CPU tem a capacidade de somar "grandezas" representadas por zeros e uns, e ainda permite comparar "grandezas" (diferente, maior etc). Mas somente isto : somar e comparar grandezas.

Para compensar esta "fraqueza" de só conseguir somar e comparar grandezas, a UCP trabalha em velocidade extre-mamente altas. Dependendo do modelo do microprocessa-dor, a velocidade varia entre 0,1 e 10 milhões de operações por segundo e alcançar mais de 100 MIPS - Milhões de Instruções Por Segundo nos supercomputadores.

Essas velocidades de processamento são, sem dúvida, incompatíveis com velocidades normais de trabalho de "se-res humanos".

Isto é, enquanto uma pessoa leva décimos de segundo para fazer um cálculo "cabeça", um microprocessador pode executar, no mesmo tempo, milhares de vezes o mesmo cálculo. Por isso e pelo fato de a UCP somente "entender" zeros e uns, é praticamente impossível se trabalhar direta-mente com ela.

Para contornar esse problema e aproveitar toda a efici-ência que esta velocidade por fornecer, foi criado um dispo-sitivo que armazena tudo, ou praticamente tudo o que deve ser executado, e alimenta o microprocessador na sua veloci-dade normal de trabalho. Esse dispositivo recebe o nome de "memória", pois sua característica funcional é armazenar informações que serão ou foram processadas na UCP. As informações podem entrar ou sair da memória, sempre con-troladas pelo microprocessador.

MEMÓRIA

A memória central de um computador é constituída de chips que se comunicam com a CPU pelo condutor (ou bus) de dados, que é um conjunto de tantos cabos elétricos quan-tos sejam os bits que formam a palavra no sistema de pro-cessamento da CPU. Os chips de memória central podem ser, basicamente, de quatro tipos: RAM, ROM, PROM e EPROM. A RAM (iniciais da expressão em inglês random-access memory, memória de acesso aleatório) é uma memó-ria de acesso direto na qual se podem escrever e apagar dados a qualquer momento. A informação que contém desa-parece quando se desliga o computador, mas, devido a sua velocidade e versatilidade, é a que a CPU utiliza mais inten-samente. A memória ROM (do inglês read-only memory, memória somente de leitura) permite apenas a leitura dos dados que contém, em geral gravados pelo fabricante e de conteúdo inalterável. Utiliza-se sobretudo para o armazena-mento de programas de partida, indicação do número de série do aparelho etc.

As memórias PROM (programmable read-only memory, memória programável somente de leitura) e EPROM (e-rasable programmable read-only memory, memória apa-gável e reprogramável somente de leitura) constituem

casos particulares da anterior. O usuário pode gravar uma única vez na PROM e várias vezes na EPROM, a-pós apagar seu conteúdo pelo emprego de radiação ul-travioleta. O usuário comum não manipula, em geral, es-se tipo de dispositivos, que es-servem para aplicações téc-nicas muito especializadas.

MEMÓRIA PRINCIPAL

Exigida para que o microprocessador possa realizar seus cálculos, a dimensão e a arquitetura da memória de um com-putador determinam como ele pode ser programado e, até certo ponto o nível de complexidade dos problemas que ele pode solucionar.

É onde o computador armazena as instruções necessárias ao funcionamento do sistema operacional e programas. O processador precisa de espaço para arrumar as instruções contidas no programa de modo que ele, processador, possa executa-las rapidamente. Todo programa que você executa está na memória RAM, seja ele um software antivírus, um protetor de tela, impressão, etc.

Em termos de hardware, são pequenos pentes que são encaixados nos slots de memória das placas mãe. Atualmen-te, temos pentes (os mais comuns) de 32 MB, 64 MB, 128 MB, 256 MB e de 512 MB. A capacidade total de memória depen-de do pente e do número depen-de slots na placa mãe. É na memó-ria que ficam todas as informações utilizadas durante as ope-rações de escrita ou leitura nas unidades de armazenamento e os programas, cache de software para hard-disk, drives virtuais e vírus. Esse tipo de memória precisa continuamente de um sinal da CPU (refresh) para manter seus dados arma-zenados.

MEMÓRIA CACHE SECUNDÁRIA

O cache L2 é um conjunto de chips de acesso rápido ins-talados na placa mãe, ou seja, externo ao processador. A memória principal do computador denominada DRAM é bem mais lenta que a memória cache secundária SRAM (Static Random Access Memory), que tem tempos de acesso de até 12 ns, mas em compensação é bem mais cara.

Não é a toa que a tecnologia de cache está presente tanto em winchesters, processadores e em muitas outras placas.

A construção das memórias cache segue princípios de construção totalmente diferentes das memórias comuns. Utili-zam elementos lógicos compostos basicamente de transisto-res chamados flip-flops. Resumindo tudo, o cache trabalha na velocidade do processador enquanto a memória DRAM de-pende da inclusão de waitstates (estados de espera do pro-cessador) para disponibilizar o dado devido a sua lentidão. MEMÓRIA DE MASSA

A memória de massa é o meio onde se armazenam os dados, mais conhecida como HD, ou Winchester. Este tipo de memória é muito mais barato do que as outras citadas anteri-ormente, por este motivo, ele tem grandes capacidades de armazenamento. Seus tamanhos variam de 100 Mb, nos HDs do início da década de 90 até os atuais com 300 Gb ou supe-riores. Por se tratar de uma memória de massa, o seu acesso é mais lento do que as outras memórias, tempo uma diferença de tempo muito grande. Outros meios de memória de massa são os CDs e os DVDs.

BIOS

A BIOS (Basic Input/Output System) do computador é um conjunto de rotinas gravadas permanentemente, que dão ao sistema suas características operacionais fundamentais, como por exemplo, o tamanho e tipo do disco rígido, o(s) drive(s) de disco flexível, data e hora, tempos de acesso da memória e CPU, portas disponíveis, etc. A BIOS determina o que o

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com-putador pode fazer antes da carga de qualquer programa residente em disco e como o computador reage a instruções específicas que fazem parte desses programas residentes em disco.

PERIFÉRICOS

Da forma como o sistema central está esquematizado, estes componentes (UCP e memória) podem operar e pro-duzir algum resultado útil, porém, as informações que estão sendo recomendadas ainda estão na forma binária (zeros e uns). É portanto necessário que este conjunto possa se comunicar com o mundo exterior, e de preferência de uma forma que nós, usuários, possamos entender o que sai da unidade central e que ela possa também entender nossas instruções.

Para tal, podemos acoplar a esse equipamento periféri-cos destinados à concretização da comunicação entre as pessoas e a máquina.

São eles as unidades de entrada e unidades de saída, dispositivos que complementam como periféricos o hardware da unidade central.

Agora já podemos, de tempos em tempos, copiar o con-teúdo da memória principal na memória auxiliar. E como a memória auxiliar tem, normalmente, maior capacidade de armazenamento que a principal, podemos ter grandes quan-tidades de informações armazenadas na memória auxiliar e processá-las em etapas na memória principal. Com essa configuração - conjunto de dispositivos que formam o hard-ware -, o sistema já está completo. Temos como entrar em dados no equipamento, onde armazenar temporariamente dados para alimentar a UCP (memória principal), onde ar-mazenar permanentemente os dados (memória auxiliar) e como retirar ou ver os resultados (unidades de saída).

SLOTS DE EXPANSÃO

Funcionam como portas para entrada de novos sinais no computador, propiciando acesso direto aos seus circuitos. Os Slots de Expansão permitem a incorporação de novos recur-sos e aperfeiçoamento ao sistema, e também a modificação rápida e fácil de algumas características.

 Slots para Memória: são aquele encaixes para pla-cas, existentes na placa mãe. É importante verificar a quantidade e o tipo de slots para a memória RAM disponíveis.

 Slots para placas: atualmente, praticamente todas as placas trazem slots para PCI e ISA.

SOFTWARE

Para usufruir de toda essa capacidade de processamento que o hardware fornece precisa-se de software, que é o conjunto de instruções inteligíveis pela UCP e arranjadas logicamente. O software pode ser dividido em dois gran-des grupos de programas: os básicos e os aplicativos. SOFTWARE BÁSICO

Sistemas Operacionais: coordenam detalhes internos e ge-renciam a utilização do sistema. Cada modelo de UCP ou família de computador usa um sistema operacional dife-rente.

Para micros, os mais difundidos :

 Windows - É o sistema usado na maioria dos compu-tadores pessoais;

 Linux – Sistema pouco difundido para o uso pessoal, porém muito difundido no meio corporativo.

 UNIX – Sistema que é mais difundido em computado-res de grande porte, chamados MainFrame.

Tradutores, interpretadores, compiladores de linguagem:

permitem que as máquinas executem programas não escri-tos em linguagem de máquina. Orientados para os procedi-mentos a serem executados em um determinado tipo de aplicação, os mais difundidos são Visual Basic, COBOL, Delphi, Java e outras.

SOFTWARE APLICATIVO

É um programa escrito, onde se usa os softwares bási-cos para resolver uma determinada aplicação como por exemplo: Contabilidade, Folha de Pagamento, Contas a Pagar, Contas a Receber, Estoques etc.

USUÁRIOS = PESSOAS CPD, Sistemas e Suporte

Em sistemas de maior porte, o componente usuário está dividido em dois grupos: um formado por um conjunto de pessoas que tradicionalmente compõem o CPD - Centro de Processamento de Dados da empresa, e outro que são os usuários propriamente ditos. As pessoas que compõem o CPD têm uma série de funções diferentes que exigem determinadas qualificações, dentre as quais: PRINCIPAIS FUNÇÕES DO CPD:

 Dirigir o sistema - hardware, software e pessoal.  Dar suporte aos usuários.

 Projetar programas.  Análise de Sistemas.

 Desenvolver programas – Programar e documentar.  Manter programas.

 Operar hardware.  Inserir dados.

 Consertar e manter o hardware.  Atender s necessidades da empresa.

 Responsabilidade perante a empresa pelos siste-mas.

 Procedimentos operacionais.  Segurança/Auditoria.

 lnterface com usuário.  Suporte ao usuário.

PRINCIPAIS FUNÇÕES DO USUÁRIO:  Solicitar e definir aplicações.

 Fornecer informações e inserir dados.  Receber e utilizar os resultados.  Determinar o uso do sistema.  Operar hardware.

 Inserir dados.  Manter o hardware.

 Projetar, redigir e manter programas.

 Responsabilidade perante à empresa pelos sistemas onde opera.

 Observar os procedimentos de segurança.

Em sistemas de grande porte são necessárias várias pessoas para cada tarefa do CPD, a fim de que o usuário possa utilizar o sistema.

Em geral, ele solicita uma aplicação e espera que o CPD a implemente. Nos sistemas menores (micro), uma ou pou-cas pessoas, tipicamente usuários, cuidam de todas essas tarefas

Nos sistemas modernos de menor porte isso é possível devido à estrutura dos outros dois componentes; hardware e software, e sua interdependência. Mas também pelos novos programas de altíssimo nível.

Como qualquer máquina, o computador pode prestar serviços aos seus usuários, dentro das possibilidades e limitações de cada modelo. Um computador, atualmente,

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serve muito bem às tarefas de cálculos em geral, armaze-namento e recuperação de informações, comunicação, gera-ção e manutengera-ção de textos etc.

Os sistemas tradicionais são em geral de maior porte e com uma filosofia antiga de processamento centralizado. Os sistemas modernos parecem, a principio, de menor porte, e suas funções refletem os usuários de micros. Entretanto, sua descrição é perfeitamente adequada para os grandes siste-mas modernos, onde o usuário passa a ter responsabilida-des crescentes no responsabilida-desenvolvimento e operação do sistema. A missão estratégica da informática tem provocado mudan-ças na estrutura organizacional do setor de sistemas de empresa que, além de subir na hierarquia, tem ganho novas atribuições estratégicas.

Assim, a lista de funções do CPD tradicional tem sido ampliada exigindo que a postura de localizar o CPD subordi-nado-a diretoria financeira, administrativa, industrial ou outra área funcional onde teve origem a utilização do computador na empresa, seja modernizada. Um primeiro passo nessa modernização é a identificação dos diferentes grupos de funções e a crescente importância das funções relacionadas com o suporte ao usuário e ao teleprocessamento e comuni-cação; dessa forma, o CPD evolui para um departamento de sistemas. O segundo passo é reposicionar a área de siste-mas no organograma da empresa que sobe na hierarquia conforme cresce a informatização da empresa, evoluindo para uma área funcional independente, responsável pelos sistemas de informação da empresa como um todo.

Entre muitos arranjos funcionais encontrados na prática, uma situação típica para empresas adiantadas no processo de informatização tem a seguinte estrutura organizacional:

SISTEMAS OU SISTEMAS DE INFORMAÇÃO OU IN-FORMÁTICA:

 Dirigir o sistema - hardware, software e pessoal.  Dirigir; Operação, Desenvolvimento,

Teleprocessa-mento e Suporte.

 Responsabilidade perante à empresa pelos sistemas.  Procedimentos Operacionais, Segurança, Auditoria. OPERAÇÃO:

 Produção e operação do hardware.  Inserir dados.

 Manter o hardware. DESENVOLVIMENTO:  Análise de sistemas.  Projetar programas.

 Desenvolver programas: programar, documentar e manter.

TELEPROCESSAMENTO - TP:  Dar suporte aos usuários.

 Atender às necessidades da empresa.  Análise e estruturação de aplicações.  lnterface com o usuário.

 O&M - Organização e Métodos, às vezes um dos se-tores de sistemas.

PROCEDIMENTOS, APLICATIVOS E DISPOSITIVOS PA-RA ARMAZENAMENTO DE DADOS E PAPA-RA

REALIZA-ÇÃO DE CÓPIA DE SEGURANÇA (BACKUP)

BACKUP

Cópias de segurança dos dados armazenados em um computador são importantes, não só para se recuperar de eventuais falhas, mas também das conseqüências de uma

possível infecção por vírus, ou de uma invasão. Formas de realizar um Backup

Cópias de segurança podem ser simples como o arma-zenamento de arquivos em CDs, ou mais complexas como o espelhamento de um disco rígido inteiro em um outro disco de um computador.

Atualmente, uma unidade gravadora de CDs e um soft-ware que possibilite copiar dados para um CD são suficien-tes para que a maior parte dos usuários de computadores realizem suas cópias de segurança.

Também existem equipamentos e softwares mais sofisti-cados e específicos que, dentre outras atividades, automati-zam todo o processo de realização de cópias de segurança, praticamente sem intervenção do usuário. A utilização de tais equipamentos e softwares envolve custos mais elevados e depende de necessidades particulares de cada usuário.

A freqüência com que é realizada uma cópia de seguran-ça e a quantidade de dados armazenados neste processo depende da periodicidade com que o usuário cria ou modifi-ca arquivos. Cada usuário deve criar sua própria polítimodifi-ca para a realização de cópias de segurança.

Cuidados com o Backup

Os cuidados com cópias de segurança dependem das necessidades do usuário. O usuário deve procurar responder algumas perguntas antes de adotar um ou mais cuidados com suas cópias de segurança:

Que informações realmente importantes precisam estar armazenadas em minhas cópias de segurança?

Quais seriam as conseqüências/prejuízos, caso minhas cópias de segurança fossem destruídas ou danificadas? O que aconteceria se minhas cópias de segurança fossem furtadas?

Baseado nas respostas para as perguntas anteriores, um usuário deve atribuir maior ou menor importância a cada um dos cuidados discutidos abaixo:

Escolha dos dados: cópias de segurança devem conter apenas arquivos confiáveis do usuário, ou seja, que não contenham vírus ou sejam cavalos de tróia. Arquivos do sistema operacional e que façam parte da instalação dos softwares de um computador não devem fazer parte das cópias de segurança. Eles pode ter sido modificados ou substituídos por versões maliciosas, que quando restauradas podem trazer uma série de problemas de segurança para um computador. O sistema operacional e os softwares de um computador podem ser reinstalados de mídias confiáveis, fornecidas por fabricantes confiáveis.

Mídia utilizada: a escolha da mídia para a realização da cópia de segurança é extremamente importante e depende da importância e da vida útil que a cópia deve ter. A utiliza-ção de alguns disquetes para armazenar um pequeno volu-me de dados que estão sendo modificados constantevolu-mente é perfeitamente viável. Mas um grande volume de dados, de maior importância, que deve perdurar por longos períodos, deve ser armazenado em mídias mais confiáveis, como por exemplo os CDs;

Local de armazenamento: cópias de segurança devem ser guardadas em um local condicionado (longe de muito frio ou muito calor) e restrito, de modo que apenas pessoas autorizadas tenham acesso a este local (segurança física);

Cópia em outro local: cópias de segurança podem ser guardadas em locais diferentes. Um exemplo seria manter uma cópia em casa e outra no escritório. Também existem

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empresas especializadas em manter áreas de armazena-mento com cópias de segurança de seus clientes. Nestes casos é muito importante considerar a segurança física de suas cópias, como discutido no item anterior;

Criptografia dos dados: os dados armazenados em uma cópia de segurança podem conter informações sigilo-sas. Neste caso, os dados que contenham informações sigilosas devem ser armazenados em algum formato cripto-grafado;

DISPOSITIVOS

Disco rígido, disco duro ou HD (Hard Disc) é a parte do computador onde são armazenadas as informações, ou seja, é a "memória" propriamente dita. Caracterizado como memória física, não-volátil, que é aquela na qual as informações não são perdidas quando o computador é desligado.

O disco rígido é um sistema lacrado contendo discos de metal recompostos por material magnético onde os dados são gravados através de cabeças, e revestido externamente por uma proteção metálica que é presa ao gabinete do computador por parafusos. Também é chamado de HD (Hard Disk) ou Winchester. É nele que normalmente gravamos dados (informações) e a partir dele lançamos e executamos nossos programas mais usados.

Memória RAM (Random Access Memory) é um tipo de memória de computador. É a memória de trabalho, na qual são carregados todos os programas e dados usados pelo utilizador. Esta é uma memória volátil, e será perdido o seu conteúdo uma vez que a máquina seja desligada. Pode ser SIMM, DIMM, DDR etc. É medida em bytes, kilobytes (1 Kb = 1024 ou 210 bytes), megabytes (1 Mb = 1024 Kb ou 220 bytes).

Diretório

Compartimentação lógica destinada a organizar os diver-sos arquivos de programas em uma unidade de armazena-mento de dados de um computador (disco rígido, disquete ou CD). Nos sistemas operacionais do Windows e do Macin-tosh, os diretórios são representados por pastas

Disco flexível

Mesmo que disquete. É um suporte para armazenamento magnético de dados digitais que podem ser alterados ou removidos. É um disco de plástico, revestido com material magnético e acondicionado em uma caixa plástica quadrada. Sua capacidade de armazenamento é 1,44Mb.

Disquete

Mesmo que disco flexível. É um suporte para armazena-mento magnético de dados digitais que podem ser alterados ou removidos. É um disco de plástico, revestido com material magnético e acondicionado em uma caixa plástica quadrada. Sua capacidade de armazenamento é 1,44Mb.

Documento

O mesmo que arquivo. Todo o trabalho feito em um com-putador e gravado em qualquer meio de armazenamento, que pode ser um disco rígido, um disquete ou um CD-Rom, de modo que fique gravado para ser consultado depois.

Drivers

Itens de software que permitem que o computador se comunique com um periférico específico, como uma deter-minada placa. Cada periférico exige um driver específico.

CD-ROM

O CD-ROM - Compact Disc, Read-Only Memory - é um disco compacto, que funciona como uma memória apenas para

leitura - e, assim, é uma forma de armazenamento de dados que utiliza ótica de laser para ler os dados. Um CD-ROM comum tem capacidade para armazenar 417 vezes mais dados do que um disquete de 3,5 polega-das. Hoje, a maioria dos programas vem em CD, trazendo sons e vídeo, além de textos e gráficos.

Drive é o acionador ou leitor - assim o drive de CD-ROM é o dispositivo em que serão tocados os CD-ROMS, para que seus textos e imagens, suas informações, enfim, sejam lidas pela máquina e devidamente processadas.

A velocidade de leitura é indicada pela expressão 2X, 4X, 8X etc., que revela o número de vezes mais rápidos que são em relação aos sistemas de primeira geração.

E a tecnologia dos equipamentos evoluiu rapidamente. Os drivers de hoje em dia tem suas velocidades nominais de 54X e 56X.

A velocidade de acesso é o tempo que passa entre o momento em que se dá um comando e a recuperação dos dados. Já o índice de transferência é a velocidade com a qual as informações ou instruções podem ser deslocadas entre diferentes locais.

Há dois tipos de leitor de CD-ROM: interno (embutidos no computador); e externo ligados ao computador, como se fossem periféricos).

Atualmente, o leitor de CD-ROM (drive de CD-ROM) é um acessório multimídia muito importância, Presente em quase todos os computadores.

Os cds hoje em dia são muito utilizados para troca de ar-quivos, através do uso de cds graváveis e regraváveis. Os cds somente podem ser gravados utilizando-se um drive especial de cd, chamado gravador de cd.

DVD – Rom

Os DVDs são muito parecidos com os cds, porém a sua capacidade de armazenamento é muito maior, para se ter uma idéia, o DVD armazena quase que 10 vezes mais que um cd comum.

Por terem uma capacidade tão grande de armazenamento, comportam um conteúdo multimídia com facilidade, sen-do muito usasen-dos para armazenar filmes e shows.

Os drives mais atuais permitem a gravação de dvds, porém o seu preço ainda é muito alto para o uso doméstico, po-rém um drive muito utilizado hoje em dia é o comb. Este drive possui a função de gravador de cd e leitor de dvd.

CONCEITOS DE ORGANIZAÇÃO E DE GERENCIAMENTO DE ARQUIVOS, PASTAS E PROGRAMAS, INSTALAÇÃO

DE PERIFÉRICOS.

A capacidade de armazenamento dos computadores pessoais aumentou muito, desde os tempos áureos da dé-cada de 80, em que 16Kb de memória eram um verdadeiro luxo para máquinas deste porte, até os dias atuais, em que temos de lidar com mega, giga e até terabytes de informa-ção. Administrar tanta coisa requer prática, bom senso, e muita, mas muita paciência.

Conceitos de organização de arquivos e método de acesso

O que é, afinal, um arquivo de dados? Imagine o seu computador como um grande gaveteiro. As gavetas

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princi-pais contêm pastas que, por sua vez, contêm as folhas de papel com as informações. Estes são os arquivos à moda antiga. Mas a lógica de organização de arquivos no compu-tador guarda uma diferença essencial: as pastas dos micros podem conter outras pastas!

Os arquivos podem ser classificados mediante a sua coloca-ção em diferentes pastas e as próprias pastas podem ser classificadas do mesmo modo. Dessa forma, pastas dem conter arquivos, junto com outras pastas, que po-dem conter mais arquivos e mais pastas, e assim por di-ante.

Mas onde termina (ou começa) isso tudo??

Há pastas que não estão contidas em outras pastas e sim no que chamamos de diretório-raiz.

Esse diretório representa um disco do computador que pode estar visível, como um disquete de pequena capacidade, ou um CD-ROM (disco compacto de média capacidade) nele embutido, como um HD (hard-disk – disco rígido, fi-xo no computador) de alta capacidade, no qual normal-mente ficam armazenados o sistema operacional e os programas (softwares) instalados.

Observe na imagem seguinte uma estrutura típica de or-ganização de pastas no Windows:

Exemplo de estrutura de pastas do Windows

No lado esquerdo da tela acima, vemos o diretório-raiz, designado como “arquivos de programas:” e as pastas que estão abaixo dele, como “Acessórios” e “Adobe”. Note como a estrutura de pastas permite, por exemplo, que a pasta “Adobe” contenha inúmeras outras pastas e, dentro destas,

Entretanto, ambas estão vinculadas à pasta “Arquivos e Programas”. Estando a pasta (ou diretório) “Arquivos de Programas” selecionada, como na figura anterior, você pode ver o seu conteúdo do lado direito: ela contém outros arqui-vos.

2. Utilizando o ícone “Meu Computador”

Em todas as áreas de trabalho (desktop) dos computado-res que operam com o Windows há um ícone chamado “Meu Computador”. Esse ícone é um atalho para um gerenciador de arquivos armazenados no micro.

Vamos verificar alguns dos comandos básicos nele exis-tentes.

Ao clicar duas vezes no ícone “Meu computador”, surgirá uma nova janela com outros ícones para se acessar os ar-quivos do drive A: (para disquetes de 3½), do drive C: (disco

rígido), do drive D (CD-ROM ou DVD) e finalmente do Painel de Controle.

Esses são os caminhos básicos.

Eventualmente haverá outros ícones, dependendo da configuração do computador, como um drive de Zip (D:), por exemplo.

Ao clicar apenas uma vez nos ícones de qualquer drive, vamos poder visualizar quanto de espaço está ocupado por arquivos e quanto ainda está livre para gravarmos mais conteúdo.

Essas informações ficam visíveis por um gráfico em for-ma de pizza que o “Meu Computador” exibe autofor-maticamen- automaticamen-te. Veja o exemplo: disco rígido e em nossos disquetes e CDs.

Com o botão esquerdo do mouse podemos executar vá-rios comandos para o determinado arquivo. Entre eles: abrir, imprimir, examinar com o anti-virus, abrir com um determina-do aplicativo, enviar para outro diretório ou outra pasta. Também é possível escolher a opção “enviar para destinatá-rio de correio” e anexar o documento em uma mensagem do nosso gerenciador de e-mails. Além desses comandos, po-de-se também copiar, recortar, criar um atalho, renomear, excluir e verificar as propriedades – como o tamanho do arquivo, a data de criação e a data da última alteração.

O ícone mais diferente do “Meu Computador” é o “Painel de Controle”. Como o próprio nome já diz, é por ele que se gerencia várias modificações nas configurações do compu-tador. É por esse painel, por exemplo, que acessamos os aplicativos gerenciadores de instalação e remoção de hard-wares (placas de vídeo, som etc.) e softhard-wares.

Tela do “Painel de Controle”. As características do micro são modificadas por aqui. Podemos adicionar e remover softwares, entre outras coisas.

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Pelo “Painel de Controle” ainda é possível mudar as configu-rações do vídeo, determinar como o mouse deve funcio-nar (para pessoas destras ou canhotas), configurar o te-clado, adicionar ou remover tipos de fontes e muitas ou-tras aplicações.

Clicando duas vezes sobre um ícone do drive, vamos vi-sualizar todas as pastas, subpastas e arquivos gravados nessa unidade. Para abrir as pastas ou os arquivos, basta clicar duas vezes sobre eles. O ícone “Meu Computador” é o principal meio para verificar o espaço disponível no nosso

3. Conhecendo os comandos do Windows Explorer O Windows Explorer é um aplicativo de gerenciamento de

arquivos já instalado nos computadores com sistema Windows. Sua utilização é bastante simples. Por ele po-de-se organizar os arquivos de dados e de programas do seu computador, movê-los de uma pasta para outra, co-piá-los, excluir, compactar etc. O principal atalho para a-brir o Windows Explorer é apertar ao mesmo tempo as teclas do Windows e da letra “E”.

É pelo Explorer também que se organiza arquivos grava-dos em outros computadores ligagrava-dos a uma rede local. Por exemplo, nos Infocentros (salas de acesso público à Internet para pessoas que não possuem micros próprios) os compu-tadores estão ligados uns aos outros pela rede interna. Um usuário do Infocentro pode escrever, de qualquer dor, o seu currículo e salvá-lo no Micro 01. Desse computa-dor, o usuário pode salvar seu documento em um disquete – sempre pelo Windows Explorer, já que o Micro 01 é o único da sala com drive de disquete. Portanto, esse aplicativo do Windows serve tanto para manipular arquivos do computa-dor que estamos operando quanto de algum outro da rede local.

Fazer uma busca pelo Windows para procurar um arqui-vo que arqui-você não sabe ao certo em que pasta está gravado é um recurso interessante. Clique no ícone “Pesquisar”, no alto da tela. A parte da tela à esquerda mudará e você terá duas opções de pesquisa: escrevendo o nome ou parte do nome do arquivo ou então um trecho do texto contido no documen-to. Caso você não se lembre do nome do arquivo ou de uma palavra específica do texto, mas sabe que é arquivo do Word, pode escrever “*.doc” no campo “Procurar por Arqui-vos Chamados:”. O sinal de asteriscos (*) indica que o apli-cativo deve procurar todos os arquivos com essa extensão, não importando o que estiver escrito antes. Para concluir a pesquisa, escolha o diretório onde o arquivo poderia estar.

Como fazer

O compartilhamento de pastas e arquivos em micros ligados em uma rede interna é bem simples. Basta habilitar que determinada pasta seja compartilhada. Para isso, clique na pasta desejada com o botão esquerdo do mouse. Es-colha “Compartilhamento”. Na tela que se abrir, marque a opção “Compartilhar esta Pasta”. Você ainda pode

de-terminar quantas pessoas poderão abrir a pasta e se po-derão modificar ou não os arquivos abertos.

Para permitir que a pasta seja aberta por outros micros da rede interna, selecione “Compartilhar esta pasta” Defina também qual será o tipo de compartilhamento.

Caso não se lembre do diretório, escolha o drive C: para pesquisar por todo o disco rígido do micro. Clicando no bo-tão “Pesquisar”, o sistema começará a procurar por todos os arquivos de Word gravados no computador.

GERENCIANDO SEUS ARQUIVOS COM O TOTAL COM-MANDER

O Total Comander é um aplicativo shareware que pode ser baixado pela rede.

Além de gerenciar arquivos, o Total Commander é um programa de FTP e compactador de arquivos.

Seus comandos para gerenciamento de arquivos são bas-tante intuitivos, permitindo que organizemos nossas pas-tas muito facilmente. Além dos recursos básicos de um gerenciador padrão, ele possui outros bastante sofistica-dos.

E bom saber

As ações de abrir e renomear um arquivo são iguais no Windows Explorer e no Total Commander. Em ambos utilize os seguintes comandos:

1. Para abrir um arquivo, selecione-o, posicionando o cursor sobre ele e um duplo dique, automaticamente ele se abrirá.

2. Paro renomeá-lo, selecione-o e dique uma vez sobre ele. Espere alguns instantes para que se torne editável e escreva o novo nome. Atenção! Ao renomear um arquivo, mantenha a sua extensão, caso contrário poderá não conseguir abri-lo novamente! O arquivo deve estar Fechado, pois não é possível renomear documentos abertos.

Vamos conhecer alguns comandos básicos como: visualizar, abrir, renomear, copiar, e apagar arquivos e diretórios.

No Total Commander é possível visualizar os arquivos por meio de duas janelas diferentes, o que nos possibilita ver, ao mesmo tempo, o conteúdo do diretório-raiz C:, do drive A: ou D: (letras normalmente atribuídas aos drives de disquete e CD-ROM, respectivamente) e de outros di-retórios raiz ou drives que o micro possa ter. Para essa operação, basta selecionar a letra do drive ou diretório no menu principal.

Visualizando simultaneamente arquivos de drives e diretórios por meio do Total commander

Referências

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