DESENHO TÉCNICO
MECÂNICO e CAD
Unidade Operacional
Centro de Formação Profissional Euvaldo Lodi
JOEL JANUARIO FERREIRA
CONTAGEM_MG
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Telecurso 2000 / SENAI-SP. Série Profissionalizante. Série Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico, Editora Globo - 1996
PROVENZA, Francesco, Protec – Desenhista de Máquinas. São Paulo. Editora F.Provenza, 1991.
Desenho Técnico Mecânico- Giovanni Nanfé – Volume 1, 2,e 3
Apostila senai- Desenho Técnico – Silvio Silva F.
APRESENTAÇÃO
O Desenho Técnico, como linguagem técnica, tem necessidade fundamental do estabelecimento de regras e normas.
É evidente que o desenho de uma determinada peça possibilita a todos que intervenham na sua construção, mesmo que em tempos e lugares diferentes,interpretar e produzir peças tecnicamente iguais. Isso, naturalmente, só é possível quando têm estabelecido, de forma fixa, todas as regras necessárias para que o desenho seja uma linguagem técnica própria e autêntica, e que possa cumprir a função de transmitir ao executor da peça as idéias do desenhista.
Por essa razão, é fundamental e necessário que o desenhista conheça com segurança todas as normas do Desenho Técnico.Como em outros países, existe no Brasil uma associação (ABNT) que estabelece, fundamenta e recomenda as NORMAS DO DESENHO TÉCNICO. As principais normas:
NORMAS DE DESENHO:
Sendo uma linguagem gráfica universal, o Desenho técnico possui normas específicas para seu traçado e interpretação. Estas normas são elaboradas por entidades especificadas que padronizam e normalizam o seu emprego.
Normas ABNT
Editadas e distribuídas pela ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas.
Normas ISO
Editadas e distribuídas pela ISO - Insternational Organization for Standardization.
O desenho técnico é usado na indústria pelos engenheiros, projetistas, desenhistas, mestres e operários qualificados, como uma linguagem técnica universal, pela qual se expressam e registram idéias e dados para construção de móveis, máquinas e
Sumário
DESENHO TÉCNICO - CONFORME NBR 10647 ... 05
ESCRITA EM DESENHO TÉCNICO CONFORME NBR 8403 ... 06
CONSTRUÇÕES GEOMETRICAS ... 07 FORMATO DO PAPEL ... 08 TIPOS DE LINHAS ... 09 ESCALA DE DESENHO ... 10 PROJEÇÕES ORTOGRAFICA... 11 DIMESIONAMENTO E COTAGEM ... 18 PERSPECTIVAS... 19 CORTES ... 20 VISTAS AUXILIARES VISTAS AUXILIARES SIMPLIFICADAS ... 25
PROJEÇÃO COM ROTAÇÃO... 26
RUGOSIDADE... 27
TOLERANCIAS DE TRABALHOS TOLERÂNCIA DE FORMA ... 30
CONJUNTOS MECÂNICOS ... VISTAS EXPLODIDAS DE CONJUNTOS MECÂNICOS ... 32
CAD 2D ... 36
APLICAÇAO DE COMANDOS ... 37
EXERCICIOS ... 39
CAD 3D... 44
VPOINT ... 45
ARAMADOS , UCS E COTAÇÃO 3D... 46
SOLIDOS, PRIMITIVAS E COMANDOS ... 47
EXERCICIOS ... 48
SUPERFICIES, PRIMITIVAS E COMANDOS... 49
Desenho Técnico Conforme NBR 10647 Esta norma define os termos empregados em desenho técnico.
Definições
1- Quanto ao aspecto geométrico 1.1– Desenho projetivo
Desenho resultante de projeções do objeto sobre um ou mais planos que fazem coincidir com o próprio desenho, compreendendo:
a) Vistas ortográficas:
- Figuras resultantes de projeções ortogonais do objeto, sobre planos convenientemente escolhidos, de modo a representar, com exatidão, a forma do mesmo com seus detalhes;
b) Perspectivas:
- Figuras resultantes de projeção cilíndrica ou cônica, sobre um único plano, com a finalidade de permitir uma percepção mais fácil da forma do objeto.
1.2 – Desenho não projetivo
Desenho não subordinado à correspondência, por meio de projeção, entre as figuras que constituem e o que é por ele representado, compreendendo larga variedade de representações gráficas, tais como:
a) Diagramas; b) Esquemas; c) Ábacos ou nomogramas; d) Fluxogramas; e) Organogramas; f) Gráficos.
2 – Quanto ao grau de elaboração 2.1 – Esboço
Representação gráfica aplicada habitualmente aos estágios iniciais de elaboração de um projeto, podendo, entretanto, servir ainda à representação de elementos existentes ou à execução de obras.
2.2 – Desenho preliminar
Representação gráfica empregada nos estágios intermediários da elaboração do projeto sujeita ainda a alterações e que corresponde ao anteprojeto.
2.3 – Croqui
Desenho não obrigatoriamente em escala, confeccionado normalmente à mão livre e contendo todas as informações necessárias à sua finalidade.
2.4 – Desenho definitivo
Desenho integrante da solução final do projeto, contendo os elementos necessários à sua compreensão. 3 – Quanto ao grau de pormenorização
3.1 – Desenho de componente
Desenho de um ou vários componentes representados separadamente. 3.2 – Desenho de conjunto
Desenho mostrando reunidos componentes, que se associam para formar um todo. 3.3 – Detalhe
Vista geralmente ampliada do componente ou parte de um todo complexo. 4 – Quanto ao modo de obtenção
4.1 – Original
Desenho matriz que serve para reprodução. 4.2 – Reprodução
Desenho obtido, a partir do original, por qualquer processo, compreendendo: a) Cópia – reprodução na mesma escala do original;
b) Ampliação – reprodução maior que o original; c) Redução – reprodução menor que o original.
Execução Escrita em Desenho Técnico Conforme NBR 8402
Esta norma fixa as condições exigíveis para a escrita usada em desenhos técnicos e documentos semelhante.
As principais exigências na escrita em desenhos técnicos são:
a) Legibilidade;
b) Uniformidade;
c) Adequação à microfilmagem e a outros processos de reprodução.
- Os caracteres devem ser claramente distinguíveis entre si, para evitar qualquer troca ou algum desvio mínimo da forma ideal.
- Para a microfilmagem e outros processos de reprodução é necessário que a distância entre caracteres corresponda, no mínimo, à duas vezes a largura da linha, conforme figura 1 e tabela. Sendo que no caso de larguras de linha diferentes, a distância deve corresponder à da linha mais larga.
- Para facilitar a escrita, deve ser aplicada a mesma largura de linha para letras maiúsculas e minúsculas.
- Os caracteres devem ser escritos de forma que as linhas se cruzem ou se toquem, aproximadamente, em ângulo reto.
- A altura h possui razão 2 correspondente à razão dos formatos de papel para desenho técnico.
- A altura h das letras maiúsculas deve ser tomada como base para o dimensionamento.
- As alturas h e c não devem ser menores do que 2,5 mm. Na aplicação simultânea de letras maiúsculas e minúsculas, a altura h não deve ser menor que 3,5 mm.
CONSTRUÇÕES GEOMETRICAS
Todos os objetos podem ser representados através da utilização de figuras geométricas.Na realidade, elas foram criadas através da observação dos elementos da natureza e dos produzidos pelo homem. Figuras geométricas elementares
Ponto: figuras geométricas mais simples.Não tem dimensão.
Linha: conjunto infinito de pontos.Tem uma única dimensão: o comprimento.
Reta: conjunto infinito de pontos alinhados em uma mesma direção.Não tem inicio e nem fim. Segmento de reta: pedaço de uma reta limitado por dois pontos.
Exemplo: AB e um segmento da reta s.
Plano: formado por um conjunto infinito de retas posicionadas sucessivamente numa mesma direção.Um plano tem duas dimensões: comprimento e largura.Não tem começo e nem fim, apenas no desenho criamos linhas para delimitá-lo.
Exemplos:
Figuras geométricas planas
São figuras em que todos os seus pontos pertencem a um plano. As que possuem três ou mais lados são chamadas de polígonos.
Alguns polígonos podem ser inscritos ou circunscritos em relação a circunferência que a gerou
Sólidos geométricos
Sólidos geométricos vazados e sólidos geométricos que possuem partes ocas
Possuem três dimensões: comprimento, largura e altura.São limitados por superfícies planas ou curvas.
Exemplos de sólidos limitados por superfícies planas: prisma, cubo e pirâmide.
Elementos de um sólido: São limitados por polígonos.Possuem faces (cada um dos
polígonos).Arestas a interseção de duas faces e Vértices os pontos de interseção de três ou mais arestas,
Hexágono Circunscrito Hexágono Inscrito
A B s
H o r i z o n t a l V e r t i c a l I n c l i n a d o
Circulo quadrado triangulo retângulo trapézio
FORMATO DE PAPEL
FORMATOS DE PAPEL:
LEGENDA:
A legenda deve ficar no canto inferior direito nos formatos, A3, A2, A1 e A0, ou ao longo da folha de desenho no formato A4.
LEGENDAS INDUSTRIAIS:
As legendas nos desenhos industriais variam de acordo com as necessidades internas de cada empresa, mas deverá conter obrigatoriamente:
Nome de repartição, firma ou empresa. Título do desenho.
Escala.
Número do desenho.
Datas e assinaturas dos responsáveis pela execução, verificação e aprovação. Número da peça, quantidade, denominação, material e dimensões em bruto.
TIPOS DE LINHAS E EMPREGOS
Ao analisarmos um desenho, notamos que ele apresenta linhas de tipos e
espessuras diferentes. O conhecimento destas linhas é indispensável para a interpretação dos desenhos.
ARESTAS E CONTORNOS VISÍVEIS
Linhas para arestas e contornos visíveis são de espessura LARGAS e de traço contínuo.
ARESTAS E CONTORNOS NÃO VISÍVEIS
Linhas para arestas e contornos não visíveis são de espessura LARGAS e tracejadas.
EIXO DE SIMETRIA
Linhas de centro e eixo de simetria são de espessura ESTREITAS e formadas por traços e pontos.
LINHAS DE COTA
São de espessura ESTREITAS, traço contínuo, limitadas por setas nas extremidades. LINHAS DE CHAMADA OU EXTENSÃO
São de espessura ESTREITAS, formadas por traços continuos.
LINHAS DE CORTE
São de espessura grossa, formadas por traços e pontos. Servem para indicar cortes e seções.
LINHAS PARA HACHURAS
São de espessura estreita, traço contínuo ou tracejadas, geralmente inclinadas a 45º e mostram as partes cortadas da peça. Servem para indicar o material de que a peça é feita, de acordo com as convenções recomendadas pela ABNT.
LINHAS DE RUPTURAS PARA RUPTURAS CURTAS
São de espessura estreitas, traço contínuo e sinuoso e servem para indicar pequenas rupturas e cortes parciais.
PARA RUPTURAS LONGAS
São de espessura estreitas, traço contínuo e com zigue-zague, conforme figuras abaixo.
LINHAS PARA APRESENTAÇÃO SIMPLIFICADA
São de espessura estreitas, traço contínuo e servem para indicar o fundo de filetes de roscas e dentes de engrenagens.
ESCALAS
Os desenhos que utilizamos em oficinas, para orientar a construção de uma peça, nem sempre podem ser executados com os valores reais das medidas da peça. Por exemplo: é impossível representar no desenho uma mesa de três metros de comprimento em seu tamanho real, como é também difícil ou quase impossível representar em seu tamanho natural uma peça para relógio, com três milímetros de diâmetro. O recurso será, então, reduzir ou ampliar o desenho, conservando a proporção da peça a ser executada. Em todos estes casos, isto é, desenhando na mesma medida, reduzindo ou ampliando, estaremos empregando escalas. Escala é, portanto, a relação entre as medidas do desenho e da peça.
ESCALAS USUAIS
Quando o desenho for do mesmo tamanho da peça ou quando tiver as dimensões indicadas nas cotas, teremos a escala natural.
A escala natural é indicada da seguinte forma: escala 1:1, que se lê “Escala um por um”
ESCALAS RECOMENDADAS
As escalas de redução recomendadas pela ABNT são as seguintes:
1:2 - 1:2,5 - 1:5 - 1:10 - ... - 1:100 As escalas de ampliações recomendadas pela ABNT são as seguintes:
2:1 - 5:1 - 10:1
INTERPRETAÇÃO DA ESCALA
Ainterpretação de uma escala em relação à razão numérica é feita da seguinte forma:
Usam-se dois números; o primeiro refere-se ao desenho e o segundo, à peça.
O exemplo ao lado significa que 2mm na peça, corresponde a 1mm no desenho.
“A redução ou ampliação só terá efeito para o traçado do desenho, pois na cotagem colocaremos as medidas reais da peça.”
Em escalas as medidas angulares não sofrem redução ou ampliação como as lineares; por exemplo, seja qual for a escala empregada, um ângulo de 60º será representado com o mesmo valor.
OBSERVAÇÕES
A escala do desenho deve obrigatoriamente ser indicada na legenda.
Constando na mesma folha desenhos em escalas diferentes, estas devem ser indicadas tanto na legenda como junto aos desenhos a que correspondem.
PROJEÇÃO ORTOGRÁFICA Objetivos:
*Identificar a simbologia dos diedros de projeções ortogonais recomendados pela ABNT. *Identificar as vistas essências.
*Interpretar e executar desenhos em projeções ortogonais no 1º diedro envolvendo alguns elementos.
Projeção de um objeto sólido: É as representações gráficas do mesmo, decompondo em seus diferentes elementos constitutivos (planos e linhas) sobre dois planos retangulares, ao menos, constituem a épura do sólido.
Épura: é a planificação do diedro em sua verdadeira grandeza(dimensão real)
PROJEÇÃO ORTOGONAL - NBR10067/MAIO-1995
E o método de se representar à forma exata de uma peça, por meio de duas ou mais projeções, sobre planos que geralmente se encontram formando ângulosretos. Essas projeções são obtidas através de perpendiculares que partindo da peça vão até os referidos planos.
DIEDROS
Cada diedro é a região limitada por dois semiplanos perpendiculares entre si. Os diedros são numerados no sentido anti-horário.
O método de representação de objetos em dois semiplanos perpendiculares entre si, criado por Gaspar Monge, é também conhecido como método mongeano.Atualmente, a maioria dos países que utilizam o método mongeano e adotam a projeção ortográfica no 1º diedro. No Brasil, a ABNT recomenda a representação no 1º diedro. Entretanto, alguns países, por exemplo, os Estados Unidos e o Canadá, representam seus desenhos técnicos no 3º diedro. Ao ler e interpretar desenhos técnicos, o primeiro cuidado que se deve ter é identificar em que diedro está representado o modelo. Esse cuidado é importante para evitar o risco de interpretar erradas as características do objeto. Para simplificar o entendimento da projeção ortográfica passaremos a representar apenas o 1ºdiedro o que é normalizado pela ABNT.
Chamaremos o semiplano vertical superior de plano vertical. O semiplano horizontal anterior passará a ser chamado de plano horizontal. Ao interpretar um desenho técnico procure identificar, de imediato, em que diedro ele está representado. O símbolo abaixo indica que o desenho técnico estará
representado no 1º diedro. Este símbolo aparece no canto inferior direito da folha de papel dos desenhos técnicos, dentro da legenda. Quando o desenho técnico estiver representado no 3ª diedro, você verá este outro símbolo:
Cuidado para não confundir os símbolos! Procure gravar bem, principalmente o símbolo do 1ºdiedro, que é o que você usará com mais freqüência.
Técnica do Francês Gaspar Monge
VISTAS ESSENCIAIS
PROJEÇÃO ORTOGRÁFICA
Exercícios:
EXERCÍCIOS DE PROJEÇÃO ORTOGRÁFICA
DUAS VISTAS (DE FRENTE E LATERAL) consideremos os seguintes elementos : 1, 2 e 3.
Com uma só vista não é possível definir exatamente a forma.
Torna-se assim necessário acrescentar uma segunda vista : Torna-se assim necessário acrescentar uma segunda vista :
DUAS VISTAS (DE FRENTE E DE CIMA)
Consideradas a vista de frente e a vista lateral de uma cantoneira:
Nota-se que este tipo de representação dá margem a várias interpretações: de fato a planta poderia Ter as seguintes formas:
TRÊS VISTAS ( DE FRENTE, LATERAL E DE CIMA) Esta representação é também susceptível de várias interpretações.
ARESTAS NÃO VISÍVEIS, EIXOS, CENTROS E SIMETRIAS
Na vista lateral esquerda das projeções das peças abaixo, existem linhas tracejadas. Elas representam as arestas não visíveis.
Nas projeções abaixo, aparecem linhas de centro e linhas de eixos.
Nas projeções ao lado, foram empregados eixos de simetria.
DIMENSIONAMENTO / COTAGEM
Os desenhos devem conter todas as cotas necessárias, de maneira a permitir a completa execução da peça, sem que para isso seja preciso recorrer à medição no desenho.Regra geral, a cotagem deve ser iniciada pelas medidas externas da peça conforme o desenho abaixo:
Para a cotagem de um desenho são necessários três elementos: Observações:
As cotas devem ser distribuídas nas três vistas, podendo ser colocadas dentro ou fora dos elementos que representam. As linhas de extensão não devem tocar no desenho.
a) Linhas de Cota
b) Linhas de Chamada ou Extensão c) Valor Numérico ou Cota
Exercícios:
Faça a Cotagem das Peças abaixo: (Use instrumentos). Tire as medidas diretamente nos desenhos.
Algumas Normas de cotagem
Evite a colocação de cotas inclinadas no espaço hachurado a 30°. Não use as linhas de centro e eixos de simetria como linhas de Cota, pois elas substituem as linhas de extensão.
Exercícios:
Desenhe as projeções das peças abaixo (Use instrumentos). Faça a cotagem completa. Utilize folhas formato A4.
Perspectiva Isométrica
Nos desenhos em perspectiva isométrica, os três eixos isométricos formam, entre si, ângulos de 120º. Os eixos oblíquos formam, com a horizontal, ângulos de 30º que podem ser traçados com o auxilio do esquadro de 30º/60º. O dimensionamento é feito sobre as linhas isométricas, e estas não sofrem
redução nos seus comprimentos.Abaixo, as fases de execução do desenho em perspectiva isométrica de uma peça composta por superfícies planas.
Perspectiva Isométrica de Circunferências e de Arcos
São geralmente representados pela elipse isométrica, cujo traçado oferece exatidão suficiente para os trabalhos comuns.
EXERCÍCIOS:
Desenhe a peça abaixo em perspectiva isométrica, em folha A4, em Escala 1:1.
CORTES, SEÇÕES E ENCURTAMENTO
Os CORTES são utilizados em peças ou conjuntos com a finalidade de representar de modo claro, os detalhes internos visto que, através das vistas normais, esses mesmos detalhes seriam de difícil interpretação, ou mesmo ilegível..Uma projeção mostrada em corte, além de mostrar o material empregado na confecção da peça, facilita a leitura de detalhes internos, seu funcionamento e simplifica a colocação de cotas.
CORTE TOTAL
O corte quando representado em toda a extensão da peça, é considerado Corte total ou pleno.
As superfícies atingidas pelo corte foram sombreadas com a finalidade de proporcionar melhor visualização. Nos desenhos mecânicos, o sombreado das superfícies atingidas pelo corte é substituído por hachuras.
HACHURAS
De acordo com a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), hachuras são traços finos eqüidistantes e paralelos e representam em traçado convencional, os materiais utilizados na construção de peças e máquinas.Para cada material existe uma hachura determinada, traçada com inclinação de 45° em relação à base ou ao eixo da peça.
Quando o corte atinge duas ou mais peças, as superfícies dessas peças são hachuradas em posição inversas uma da outra, respeitando-se as convenções do hachurado.
Os cortes são representados em três planos conforme demonstra a figura abaixo.A direção do corte foi mostrada nos desenhos, por LINHAS DE CORTE cujas setas indicam o sentido em que as peças foram observadas.
CORTE TOTAL EM DESVIO SEGUNDO PLANOS PARALELOS
Se a peça apresentar detalhes que não estejam colocados no plano do corte e cuja representação se faça necessária, desvia-se o corte a fim de alcançá-los, como no exemplo abaixo.
Este corte é chamado de CORTE em DESVIO.
ESBOÇAR AS VISTAS ESSENCIAIS APLICANDO OS CORTES - LONGITUDINAL E O TRANSVESAL
CORTE PARCIAL
É aquele representado sobre parte de uma vista, para mostrar algum detalhe interno
da peça, evitando com isso o corte total. Observe que apenas uma parte da peça foi considerada “cortada”. Este é limitado por uma linha de ruptura.
CORTE_ PARCIAL e MEIO CORTE
ENCURTAMENTO (RUPTURAS)
Peças simples, porém longas (como chapas, aço em barras, tubos para fins diversos), não precisam ser desenhadas em escala muito reduzida para caber em papel de formato habitual. Economiza-se espaço e tempo, empregando rupturas.Quebra-se imaginariamente a peça nos dois extremos e removem-se a parte quebrada, aproximando as extremidades partidas. O comprimento será dado pela cota real.
OMISSÃO DE CORTES
Tanto nos desenhos de peças isoladas como nos desenhos de conjuntos, existem elementos que, mesmo situados na linha de corte, não são hachurados, possibilitando melhor interpretação dos desenhos. Elementos tais como: parafusos, eixos, rebites, porcas, chavetas, pinos, nervuras e braços.
VISTAS AUXILIARES
A vista auxiliar é empregada para se obter a forma real de partes que estejam fora das posições horizontal e vertical.Obtém-se às vistas auxiliares, projetando-se a parte inclinada paralelamente à sua inclinação, conforme exemplos abaixo:
CASOS USUAIS :
VISTAS AUXILIARES SIMPLIFICADAS
A vista auxiliar simplificada pela facilidade de sua interpretação, é da maior importância no desenho de mecânica.Consiste em representar a peça em vista única e por meio de linhas finas, complementares o desenho com os detalhes que não ficaram esclarecidos na vista apresentada.
PROJEÇÃO COM ROTAÇÃO
Peças com partes ou detalhes oblíquos, são representadas convencionalmente, fazendo-se a rotação dessas partes sobre o eixo principal, evitando-se, assim, a projeção deformada desses elementos.
Exemplos:
Essas mesmas peças, têm sua representação em corte, facilitada com o deslocamento em rotação dessas partes sobre o eixo principal.
SINAIS DE USINAGEM / RUGOSIDADE Acabamento de Superfície
Na usinagem de peças mecânicas, há a necessidade de se identificar o grau de acabamento das suas superfícies. De acordo com as normas estabelecidas pela
TOLERÂNCIA DE TRABALHO GENERALIDADE
Qualquer dispositivo mecânico é um conjunto de peças ligadas entre si. Estas peças, para se montarem, devem ser construídas com formas adaptáveis entre si.Durante os trabalhos mecânicos efetuados nas peças, dificilmente se respeita a cota representada no desenho, verificando-se sempre um erro; o importante é contê-lo dentro de limites admissíveis.
Chama-se tolerância ao erro admitido na construção do detalhe.Os detalhes construídos com tolerância de dimensões, unidos entre si podem originar dois tipos de acoplamento.
1) ACOPLAMENTO MÓVEL 2) ACOPLAMENTO ESTÁVEL
TOLERÂNCIAS DE USINAGEM CAMPO DE TOLERÂNCIA
Conjunto de valores compreendidos entre os afastamentos superior e inferior. Corresponde também ao intervalo que vai da dimensão máxima a dimensão mínima.
O sistema de tolerância ISO prevê a existência de 21 campos, representados por letras do alfabeto latino, sendo as maiúsculas para os furos e as minúsculas para eixos.
Estas letras indicam as posições dos campos de tolerância em relação a linha zero, indicado as primeiras, os ajustes móveis e as ultimas, os ajustes forçados sobre pressão.
Interpretação da tolerância.
Elementos característicos da tolerância
Dimensão nominal = 32 mm
Símbolo tolerâncias ISO = f8 (para eixo)
Limite superior = - 0,025 mm
Limite inferior = - 0,064 mm
Dimensão máxima = 31,975 mm
Dimensão mínimo = 31,936 mm
Dimensão ideal = 31,9556 mm
Tolerância= 0,039
AUTO CAD 2D
Cad > desenho assistido por computador
TELA GRAFICA E BARRAS DE FERRAMENTAS
BARRAS DE FERRAMENTAS Barra de titulo
Barra de menu Barra standard Barra de propriedade
Barras de ferramentas flutuantes Barra de Status
BARRA DE STATUS
SIMBOLO > = CLIQUE
(BE) MOUSE (BD) MOUSE
Sistema de coordenada absoluto
A localização de todos e quaisquer pontos matemáticos da peça é definido em relação o PONTO ZERO do sistema de coordenada.
Símbolo direcional dos eixos X, Y
Sistema de coordenada relativo ou incremental
A localização do 1º ponto em relação o PONTO ZERO do sistema de coordenada,os demais pontos matemáticos da peça é em relação ao ULTIMO ponto encontrado e NÃO o ponto zero do sistema de coordenada.Ou seja a cada ponto definido surge um novo ponto zero.
Símbolo direcional dos eixo
@ X , Y
Sistema de coordenada polar
Símbolo direcional dos eixos
Objetivo da disciplina de cad 2d
O conteúdo previsto será desenvolvido, envolvendo varias tarefas e comandos básicos, sendo estes numa seqüência lógica e tempo necessário para a fixação dos assuntos.
É importante que o participante procure aproveitar da melhor maneira possível os assuntos repassados, tomando notas das informações necessárias, principalmente se não possui o material didático do mesmo.
A cada demonstração será realizado exercício de fixação habilitando os mesmos a serem submetidos a um teste final podendo ser individual ou em grupo.
Caixa flutuantes DRAW > LINE
_Line From Point = Enter
To Point = Enter
To Point = Enter
To Point = Enter
To Point = Enter
To Point = Enter > Esc
CONSTRUÇÃO DE UMA FORMA
Caixa flutuantes
DRAW > ????? OU
MODIFY > ?????
Caixa flutuantes DRAW > POLYLINE
_Line From = Enter
Endpoint of line= Enter
Endpoint of line= Enter
Endpoint of line= Enter
Endpoint of line= Enter
Endpoint of line= Enter > Esc
Barra de menu DRAW > ARC (START, END, RADIUS)
A) < START POINT >: X ,Y ENTER B) END POINT : X , Y ENTER C) _ RADIUS : R ENTER
CORTAR UM SEGMENTO QUALQUER MODIFY > TRIM
A) SELECIONAR TODAS LINHAS ENVOLVIDAS COM O CORTE
B) > ENTER
C) SELECIONAR A/AS LINHAS A SER RETIRADA
CRIAR UM TEXTO E JUSTIFICA-LO MENU > DRAW > MULTILINE TEXT A) DEFINIR O 1º CORNER > UM CLIQUE ( A ESQUERDA )
B) DEFINIR O 2º CORNER > UM CLIQUE (A DEREITA )
C) DIGITE O TEXTO
D) SELECIONE O TEXTO E ALTERE A ALTURA
E) EM PROPERTIES > JUSTIFICA-LO
COMANDO PARA CAPTURA DE UM PONTO COM PRECISÃO
OBJECT SNAP SNAP TO ENDPOINT SNAP TO MIDPOINT SNAP TO INTERSECTION SNAP TO CENTER SNAP TO QUADRANT SNAP TO TANGENT SNAP TO NEAREST
Caixa flutuantes
DRAW > CIRCLE 3P/< Center point >: = Enter Diameter< radius >:= EnterCRIAR LINHAS PARALELAS A OUTRA EXISTENTE
MODIFY > OFFSET
A) DISTANCIA > DIGITE O VALOR 5 B) > ENTER
C) SELECIONAR A LINHA
D) DEFINIR O LADO COM UM CLIQUE ( MOUSE )
CONFIGURAÇÕES DAS COTAS FORMAT > DIMENSION STYLES... A) GEOMETRY…
Dimension line > suppress: Π 1st Π 1nd Extension line > suppress: Π 1st Π 1nd Arrowheads size = Extension= Origin offset =
B)FORMAT…
Π User defined Π Force line inside C)ANNOTATION…
Text : Height = Prefix = Suffix= Primary Units > Units ...
Scale linear linear dimension: Unit format > decimal precision 0,0
APLICAÇÃO DE HACHURAS EM DESENHO DRAW > HATCH
A) clique > PATTERN... ( escolha o tipo de hachuras ANS 131 )
B) determine > SCALE = 5 (espaçamento )
C) determine > ANGLE = 0 (inclinação da hachuras) D) clique > PICK POINT (clique na região interna do local da hachuras)
E) ENTER
F) clique > PREVIEW HATCH ( visão previa da hachuras )
E) ENTER clique > CONTINUE clique > APPLY(APLICAR)
MOVER UM OBJETO ou DESENHO MODIFY > MOVE
A)SELECIONAR O OBJETO > ENTER
B)DEFINIR UM PONTO COMO REFERÊNCIA ( 1ºCLIQUE MOUSE / PRECISÃO ).
C)DEFINIR SEGUNDO PONTO COMO REFERÊNCIA
(2ºCLIQUE MOUSE/PRECISÃO ).
COPIAR UM OBJETO MODIFY > COPY OBJECT
A) SELECIONAR O OBJETO > ENTER
B) DEFINIR O PONTO BASE COMO REFERENCIA ( MOUSE/ PRECISÃO ) > ENTER
C) DEFINIR O SEGUNDO PONTO COM O
(MOUSE) OU DIGITE O VALOR DA DISTANCIA > ENTER / CLIQUE E ARRASTE PARA O LADO DESEJADO
ROTACIONAR UM OBJETO ou DESENHO MODIFY > ROTATE
A) SELECIONAR O OBJETO > ENTER
B) DEFINIR O PONTO BASE COMO REFERENCIA
( MOUSE / PRECISÃO ) > ENTER
C)DIGITE O VALOR DO ÂNGULO A ROTACIONAR > 180 ENTER
CRIAR COPIAS REPETIDAS DE UM OBJETO EM LINHAS
MODIFY > ARRAY
A) SELECIONAR O OBJETO
B) DIGITE > R ( RETANGULAR) > ENTER C)DIGITE O Nº DE LINHAS > ENTER D) DIGITE O Nº DE COLUNAS > ENTER
E) A DISTANCIA ENTRE LINHAS ( number of rows ---)> ENTER
F) DIGITE > A DISTANCIA ENTRE COLUNAS ( number of columns III) > ENTER
CRIAR COPIAS REPETIDAS DE UM OBJETO EM CIRCULO
MODIFY > ARRAY
A) SELECIONAR O OBJETO ( exemplo: FURO) B) DIGITE > P ( POLAR) > ENTER
C)DEFINIR O CENTRO DO FLANGE (PRECISÃO ) D)DIGITE > O Nº DE ITENS
E) > ENTER
F) 360 > ENTER (ÂNGULO DE DISTRIBUIÇÃO) G) Y > ENTER
Curso Técnico Em Automação / Mecânica 39
EXERCICIOS PARA PRATICAS DE COORDENADAS E USO DOS COMANDOS
30° 30° R28.5 Ø140 30° 30° R12 R20 R10 101.25 Ø52.5 R9.375 22.5 R60 R40 R10
TAREFAS BASICAS
TITULO: SENAINEP
CAD
NOME: JJF DATA:15/09/10 ESCALA: 1/1 21 7 7 7 25 25 90 38 R50 R30 R40 (4x)20 80 167.25 R37.5 Ø20 R24 R70 R80 Ø20 R70 Ø62EXERCICIOS PARA PRATICAS DOS COMANDOS Ø10 Ø6 7 ,7 8 8 3 7 7 7 4 0 2 4 9 0 2 5 21 Ø16 Ø20 Ø26 1 5 1 9 2 1 6 0 R 2 C H 1 x 1 5 0 4 0 R 16 R26 R32 R22 R 2 2 Ø10 R1 2 93 35 45 35 Ø35 Ø60 Ø18 Ø25 R7 10 15 7 0 Ø32 C H A N F R O S N Â O C O T A D O S = C H 1 X 4 5 ° M18X1.5 Ø16 Ø18 Ø20 Ø40 Ø21 1 3 ,5 2 4 ,5 4 8 ,5 3 2 ,5 1 0 ,5 Ø9 3 3 2 3 C H 1 ,5 X 4 5 ° 8 T A R E F A S 1 _ 2 _ 3 _ 4 E s c . 2 :1 N o ta s : R 4 (T ip .)
EXERCICIOS PARA PRATICAS DOS COMANDOS 4 12,7 30° Ø20 Ø10 35,4 12,7 10° R71,795 R19,05 R11,275 R6,5 50° R12,7 R19,05 31,75 95,25 12,7 R6,35 (2x) 15,875 50,8 21,75 76,2 165,1 44,45 77,804 3,175 12,7 R3,175 R6,35 R3,175(tip.) NOTAS:
Raios menores são iguais a 3.175 Raios maiores são iguais a 6.35 Ø 13.5 Ø 19.05 49.0225 31.9693 Ø10 Ø6 7,7883 7 7 7 40 24 90 25 21 TAREFAS_5_6 Ø 12 5 6
AUTO CAD 3D
WORLD AND USER COORDINATE SYSTEMS
WORLD COORDINATE SYSTEMS = WCS (MUNDIAL)
USER COORDINATE SYSTEMS = UCS (USUARIO)
Normally in 2D views, the WCS X axis is horizontal and the Y axis is vertical. The WCS origin is where the X and Y axes intersect (0,0)
3D Cartesian coordinates specify a precise location by using three coordinate values: X,Y, and Z. Entering 3D Cartesian coordinate values (X,Y,Z) is similar to entering 2D coordinate values (X,Y). In addition to specifying X and Y values, you also specify a Z value using the following format: X,Y,Z Note For the following examples, it is assumed that dynamic input is turned off or that the coordinates are entered on the command line. With Dynamic Input, you specify absolute coordinates with the # prefix.In the illustration below, the coordinate values of 3,2,5 indicates a point 3 units along the positive X axis, 2 units along the positive Y axis, and 5 units along the positive Z axis.
Use Default Z Values
When you enter coordinates in the format X,Y, the Z value is copied from the last point you entered. As a result, you can enter one location in the X,Y,Z format and then enter subsequent locations using the X,Y format with the Z value remaining constant. For example, if you enter the following coordinates for a line
From point: 0,0,5 To point: 3,4
both endpoints of the line will have a Z value of 5. When you begin or open any drawing, the initial default value of Z is greater than 0.
VISÃO ISOMETRICA DA TELA GRAFICA WCS (MUNDIAL) COMANDO VPOINT = -1,-1,1
USER COORDINATE SYSTEMS = UCS (USUARIO)
Para desenharmos qualquer VISTA, SUPERFÍCIE OU FACE de um modelo, deve-se
obrigatoriamente observar primeiramente o plano da projeção da mesma na maioria dos casos ou seja a direção do ícone de coordenada para o posicionamento do ucs (planificação de ícone de trabalho).
Comandos que deve tomar cuidado com relação este relato:
CIRCLE; ARC; POLYLINE; OFFSET; TRIM;TEXT; POLYGON; RECTANGLE; DIMENSION
COMMAND ENTRY: UCSICON
Use the UCSICON command to choose between displaying the 2D or the 3D UCS icon. The shaded UCS icon is displayed for a shaded 3D view . To indicate the origin and orientation of the UCS, you can display the UCS icon at the UCS origin point using the UCSICON command.
COMMAND ENTRY: UCS
You can relocate the user coordinate system with methods such as the following: Move the UCS by defining a new origin point.
Align the UCS with an existing object.
Rotate the UCS by specifying a new origin point and a point on the new X axis. Rotates the current UCS about a specified axis.
Specify rotation angle about n axis <0>: Specify an angle
In the prompt, n is X, Y, or Z. Enter a positive or negative angle to rotate the UCS.
Specify Origin of UCS
Defines a new UCS using one, two, or three points. If you specify a single point, the origin of the current UCS shifts without changing the orientation of the X, Y, and Z axes.
COTAÇÕES 3D
A)PLANIFICAR O ICONE ( UCS) DE ACORDO COM A VISTA DESEJADA 1)UCS = W
2)UCS = X =
a)UCS = W b)UCS = Y =
B)DEFINIR UMA NOVA ORIGEM DE ACORDO COM O NIVEL DA COTA 1)UCS = OR
DEFINIR SÓLIDOS: PRIMITIVAS
MODELAR EM TRÊS DIMENSÕES UTILIZANDO OS RECURSOS DE SÓLIDOS
COMMAND ENTRY: box Center/<Corner of box> <0,0,0>: Cube/Length/<other corner>: L Length: direção do eixo x Width: direção do eixo y Height: direção do eixo z Center/<Corner of box> <0,0,0>: Cube/Length/<other corner>: L Length: 60 Width: 25 Height: 20
SÓLIDOS: OPERAÇÕES BOOLEANAS (SUBTRAÇÃO E UNIÃO)
MODIFY > Command: a)BOOLEAN >UNION
b)SELECIONAR AS PRIMITIVAS A SER UNIDAS c)Enter
EXERCICIOS PARA PRATICAS
Command: _cylinder
Elliptical/<center point> <0,0,0>: Diameter/<Radius>: 5
Center of other end/<Height>: 5
Command: _sphere Center of sphere <0,0,0>: Diameter/<Radius> of sphere: Command: _cone Elliptical/<center point> <0,0,0>: Diameter/<Radius>: Apex/<Height>: Command: _chamfer
(TRIM mode) Current chamfer Dist1 = 0.0000, Dist2 = 0.0000 Polyline/Distance/Angle/Trim/Method/<Select first line>: Select base surface:
Next/<OK>: N Next/<OK>:
Enter base surface distance: 70
Enter other surface distance <70.0000>: 35 Loop/<Select edge>:
Command: _extrude Select objects: POLYLINE Path/<Height of Extrusion>: 40 Extrusion taper angle <0>:0
Command: _revolve Select objects: 1 found
Axis of revolution - Object/X/Y/<Start point of axis>: <End point of axis>:
DEFINIR SUPERFICIES: PRIMITIVAS
CURRENT WIRE FRAME DENSITY:
SURFTAB1= CURRENT SURFTAB2= CURRENT COMMAND ENTRY: EDGESURF
Current wire frame density: SURFTAB1= 32 : SURFTAB2= 32
Select edge 1: Select edge 2: Select edge 3: Select edge 4:
You must select the four adjoining edges that define the mesh patch. The edges can be lines, arcs, splines, or open 2D or 3D polylines. The edges must touch at their endpoints to form a topologically rectangular closed path.
COMMAND ENTRY: TABSURF
Current wire frame density: SURFTAB1=16 SURFTAB2=16
Select object for path curve: Select object for direction vector:
COMMAND ENTRY: REVSURF
Current wire frame density: SURFTAB1=16 SURFTAB2=16 Select curve:
Select object that defines the axis of revolution: Specify start angle <0>:
Specify included angle (+=ccw, -=cw) <360>:
COMMAND: RULESURF
Current wire frame density: SURFTAB1=6 Select first defining curve:
TRABALHANDO COM ARAMADO a)Construir as estruturas em aramados
b)Aplicar as cotações conforme modelo apresentado e configurações
TESTE_ DE _CAD 3D
1)A peça deverá ser modelada, utilizando os recursos de sólidos. 2)Realizar as cotações, de acordo com o modelo fornecido.