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SUMÁRIO. Agradecimentos 7 Prefácio 19 Apresentação 21 Introdução 23

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Academic year: 2021

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internationales Strafrecht (Alemanha). Doutor em Direito Civil pela USR com estágio de Doutorado na Albert-Ludwigs-Universität Freiburg (Alemanha). Mestre em Direito Civil pela PUCSP. Bacharel em Direito pela

USR Juiz Federal. Professor Universitário. Foi bolsista da Max-Planck--Gesellschaft e da CAPES. Atuou como Delegado de Polícia Federal,

Procurador do Banco Central do Brasil e Defensor Público Federal.

2015

(2)

SUMÁRIO Agradecimentos 7 Prefácio 19 Apresentação 21 Introdução 23 Capítulo 1

EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO DIREITO DE AUTOR 27

1.1. A Antiguidade greco-romana e os primeiros precedentes 28

1.1.1. Grécia 28

1.1.2. Roma 30

1.2. Da Idade Média ao sistema dos privilégios 40 1.2.1. Da Idade Média à invenção da imprensa 40

1.2.2. A imprensa de tipos móveis 41

1.2.3. Os primeiros privilégios de que se tem notícia 43

1.2.4. O regime dos privilégios 45

1.2.5. A simbiose entre a censura e o regime dos privilégios 46 1.3. Os primeiros passos rumo ao sistema do Direito de Autor 47 1.4.0 Estatuto da Rainha Ana e o nascimento do sistema do copyright. 49 1.5. O surgimento da noção de propriedade literária, artística e cien­

tífica 52

1.6. As leis revolucionárias francesas de 1791 e 1793 55 1.7. O reconhecimento dos direitos da personalidade do autor 56

Capítulo 2

(3)

2.2.1. Considerações gerais 63 2.2.2. A atualidade e universalidade da Convenção de Berna.... 64 2.2.3. O direito moral de autor na Convenção de Berna 65 2.2.4. Os direitos da personalidade póstumos na Convenção de

Berna 68

2.3. A Convenção de Washington 69

2.4. A Convenção Universal de Genebra 71

2.5. A Convenção de Roma 73

2.6. A Organização Mundial da Propriedade Intelectual 74 2.7. A ausência de previsão dos direitos morais no Acordo TRIPS

(ADPIC) 76

2.8. Os tratados da OMPI de 1996 78

2.8.1. O Tratado da OMPI sobre direitos do autor 79 2.8.2. O Tratado da OMPI sobre interpretação ou execução e

fonogramas 80

2.9. O Direito de Autor no final do século XX e no início do século

XXI 82

Capítulo 3

A NATUREZA JURÍDICA DO DIREITO DE AUTOR 85

3.1. Introdução 85

3.2. Principais teorias desenvolvidas sobre a natureza jurídica do

Direito de Autor 86

3.2.1. Teoria do direito de propriedade 88

3.2.2. A influência da teoria do direito de propriedade no Brasil 90 3.2.3. A propriedade e os direitos de autor: divergências 91 3.2.4. O declínio da teoria do direito de propriedade e o sur­

gimento de novas concepções 99

3.2.5. Teoria do direito sobre bens imateriais 100 3.2.6. Críticas à teoria do direito sobre bens imateriais 103

(4)

3.2.8. Teoria dos direitos intelectuais 107 3.2.9. Teoria do direito pessoal-patrimonial 110

3.2.10. As teorias monista e dualista 111

3.2.11. O monismo e a teoria do direito pessoal-patrimonial.... 112 3.2.12. O dualismo e a teoria do direito pessoal-patrimonial 113 3.2.13. Críticas à teoria do direito pessoal-patrimonial 116 3.2.14. Teoria do direito da personalidade 118

Capítulo 4

O DIREITO DE AUTOR E O DIREITO À IMAGEM: CONVER­

GÊNCIAS 124

4.1. Introdução 124

4.1.1. A imagem-retrato 125

4.1.2. O direito à imagem-retrato, à honra e à intimidade 128 4.1.3. A reprodução da imagem-retrato em um suporte físico... 130

4.1.4. A imagem-atributo 132

4.1.5. A tutela autónoma do direito à imagem-atributo 133 4.1.6. A proteção do direito à imagem no Código Civil 134 4.1.7. O direito à imagem como um direito da personalidade... 135 4.1.8. O reconhecimento da dimensão económica do direito à

imagem 139

4.1.9. A extrapatrimonialidade e a dimensão económica do direito

à imagem 141

4.1.10. A intransmissibilidade e a dimensão económica do direito

à imagem 147

4.1.11. A aproximação entre o direito à imagem-retrato e o Di­

reito de Autor 151

Capítulo 5

O DIREITO DE AUTOR COMO UM DIREITO DA PERSONA­

LIDADE 154

5.1. A teoria personalista: possível reformulação 154 5.1.1. A obra como emanação da personalidade de seu autor.... 154

(5)

autor 159 5.1.4. A intransmissibilidade do Direito de Autor 161 5.1.5. A intransmissibilidade mortis causa do Direito de Autor 164 5.1.6. Direitos da personalidade e direitos sobre bens imateriais 166 5.2. A constitucionalização do Direito Civil e o Direito de Autor.... 169

5.2.1. Considerações iniciais 169

5.2.2. A constitucionalização e repersonalização do Direito de

Autor 171

Capítulo 6

O DIREITO DE AUTOR E OS DIREITOS DA PERSONALIDADE

PÓSTUMOS 174

6.1. Introdução 174

6.2. Os direitos da personalidade póstumos na visão dos tribunais... 176 6.2.1. A polémica dos direitos da personalidade póstumos no

caso "Mephisto" 176

6.2.2. O problema da inspiração e desfiguração da personagem

na peça "Ehrensache" 178

6.2.3. O desrespeito à vida privada de Mitterrand como ofensa

aos seus herdeiros 181

6.2.4.0 posicionamento restritivo da common law no caso

"De-wey" 182

6.3. Fundamentação jurídica dos direitos da personalidade póstumos 183

6.3.1. Teoria dos direitos sem sujeito 184

6.3.2. Teoria da personalidade jurídica parcial 187 6.3.3. Teoria da subjetividade jurídica 190 6.3.4. Teoria do exercício fiduciário dos direitos da personalidade

do falecido 191

6.3.5. Teoria do direito dos parentes próximos 194 6.3.6. A teoria do direito dos parentes próximos no direito estran­

(6)

6.3.7. As vantagens e desvantagens da teoria do direito dos paren­

tes próximos 197

6.3.8. O Direito Penal e a teoria do direito dos parentes próximos 198 6.4. O posicionamento da doutrina e jurisprudência brasileiras 203 6.5. Tomada de posição diante do direito positivo brasileiro 207

Capítulo 7

DIREITO DE AUTOR E DIREITOS DA PERSONALIDADE PÓS­

TUMOS: TITULARIDADE E LEGITIMAÇÃO 215

7.1. A legitimidade para a tutela dos direitos da personalidade pós­

tumos 215

7.1.1. Inaplicabilidade das regras sobre a legitimação ordinária 215 7.1.2. A legitimação extraordinária para a tutela do falecido 217 7.2. Legitimação extraordinária, representação e sucessão processual 219 7.3. O rol de legitimados para a tutela dos direitos da personalidade

póstumos 221

7.3.1. A taxatividade do rol de legitimados 222

7.3.2. Designação de legitimados 223

7.3.3. A necessidade do ajuizamento conjunto por todos os legi­

timados 224

7.3.4. A legitimação segundo a ordem dos arts. 12 e 20 do Código

Civil 226

7.3.5. Litispendência, conexão e continência 230 7.3.6. Litisconsórcio ativo dos legitimados 232 7.3.7. Os limites subjetivos da coisa julgada diante dos legi­

timados 233

7.4. A compatibilização entre as disposições dos arts. 12 e 20 do Có­

digo Civil 235

7.4.1. O controvertido âmbito de atuação do art. 20 do Código

Civil 235

7.4.2. O rol dos legitimados do art. 20, parágrafo único, do Có­

(7)

7.5.1. Considerações iniciais 242 7.5.2. A transmissão dos direitos morais prevista no art. 24, § 1°

da Lei n. 9.610/98 242

7.5.3. O diálogo de fontes entre o Código Civil e o art. 24, § ls,

da Lein. 9.610/98 244

Capítulo 8

A TUTELA DOS DIREITOS DA PERSONALIDADE DO AUTOR

PELO ESTADO 248

8.1.0 âmbito de atuação do Estado na defesa de direitos da per­

sonalidade do autor 249

8.2. A quem cabe a legitimação estatal? 250

8.3. A atuação estatal diante da Lei n. 7.347/85 252

Capítulo 9

A DURAÇÃO DOS DIREITOS DO AUTOR 255

9.1. A duração da tutela dos direitos da personalidade póstumos 255 9.2. A extinção simultânea dos direitos morais e patrimoniais 256 9.3. A eventual perenidade da tutela dos direitos da personalidade

do autor 258

Capítulo 10

OS DIREITOS MORAIS DO AUTOR 261

10.1. Considerações iniciais 261

10.2. O direito ao reconhecimento da autoria 261

10.2.1. Introdução 261

10.2.2. Terminologia 262

10.2.3. Conceito 263

10.2.4. As facetas do direito ao reconhecimento da autoria 264

10.2.5. Modo e extensão 267

10.2.6. As várias modalidades de obras e o direito ao reconhe­

(8)

10.2.7. Coautoria e o direito de paternidade 275 10.2.8. Orientação em trabalhos académicos 276 10.2.9. Obras coletivas e a pessoa jurídica como autora 277

10.2.10. Plágio 280

10.2.11. Contrafação 286

10.2.12. A falsa atribuição de autoria 289

10.2.13. A falsa atribuição da autoria como direito de paternidade 290 10.2.14. O ghost writere as convenções sobre o direito de pa­

ternidade 293

10.2.15. A proteção post mortem da autoria 302 10.2.16. Falsa atribuição de autoria e direitos da personalidade

póstumos 307

10.3. O direito à divulgação e ao inédito 309

10.3.1. Introdução 309

10.3.2. Nota histórica 310

10.3.3. O desenvolvimento no Direito brasileiro 315

10.3.4. Terminologia 315

10.3.5. Publicação e divulgação 316

10.3.6. Conceito e estrutura 319

10.3.7. Extensão 320

10.3.8. O problema da primeira divulgação 321 10.3.9. Quando a obra é considerada divulgada ao público? 326 10.3.10. O direito ao inédito e a utilização económica da obra... 329 10.3.11. Convenções sobre o direito ao inédito e à divulgação... 331 10.3.12. O direito ao inédito e as obras não publicadas durante

a vida do autor 333

10.4. O direito à integridade 340

10.4.1. Introdução 340

10.4.2. Nota histórica 342

10.4.3. Terminologia 344

10.4.4. A Convenção de Berna e a sua relação com o art. 24, IV,

(9)

10.4.6. A honra e a reputação do autor e os direitos especiais da

personalidade 349

10.4.7. O direito à integridade e a tutela da reputação e da honra

do autor 350

10.4.8. As várias modalidades de obras e o direito à integridade 354 10.4.9. Ponderação entre o direito à integridade e o direito de

propriedade 368

10.4.10. O respeito à integridade da obra do autor falecido 372

10.5. O direito de modificação 374

10.5.1. Introdução 374

10.5.2. Nota histórica 376

10.5.3. Conceito 377

10.5.4. Direito de modificação e obra derivada 380 10.5.5. Oportunidade do exercício do direito de modificação ... 382 10.5.6. Prazo para a devolução do trabalho original e para a pu­

blicação da obra 384

10.5.7. Atualização e nova edição 386

10.5.8. Direito ou dever de modificação? 390 10.5.9. Limitações ao direito de modificação 391

10.5.10. Custos da modificação 393

10.5.11. Modificações da obra após a morte do autor 395

10.6. O direito de retirada de circulação 399

10.6.1. Introdução 399

10.6.2. Nota histórica 400

10.6.3. Terminologia 402

10.6.4. Conceito 404

10.6.5. O exercício do direito de retirada 406

10.6.6. Indenização prévia 408

10.6.7. Nova utilização da obra após a retirada 412 10.6.8. O direito de retirada e o falecimento do autor 414

(10)

10.7.1. Introdução 418

10.7.2. Nota histórica 419

10.7.3. Natureza jurídica 421

10.7.4. Conceito e abrangência 424

10.7.5. O direito de acesso após a morte do autor 427

Conclusão 431

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