• Nenhum resultado encontrado

CONIC-SEMESP

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "CONIC-SEMESP"

Copied!
11
0
0

Texto

(1)

16°

TÍTULO: FEMINICÍDIO: UMA INOVAÇÃO JURÍDICA? TÍTULO:

CATEGORIA: CONCLUÍDO CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS ÁREA:

SUBÁREA: DIREITO SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE TECNOLOGIA DO PIAUÍ INSTITUIÇÃO:

AUTOR(ES): GUILHERME DE SOUSA MOURA, AUGUSTO CÉSAR BEZERRA CHAVES, CATARINA VILNA GOMES DE OLIVEIRA SANTOS

AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): SARAH MARIA VELOSO FREIRE LOPES ORIENTADOR(ES):

(2)

Feminicídio: Uma Inovação Jurídica?

Augusto César Bezerra Chaves 1 Guilherme de Sousa Moura 2 Catarina Vilna Gomes de Oliveira Santos³

Sarah Maria Veloso Freire Lopes4

RESUMO: Objetiva-se com esta pesquisa promover o estudo sobre a Lei

13.104/15, que versa acerca do homicídio perpetrado contra a mulher em razão de gênero, intitulado Feminicídio. Compreende-se esta nova circunstância qualificadora na perspectiva de garantia dos direitos e proteção da mulher, uma vez que este instituto jurídico tem o intuito de fazer efetivarem-se os direitos fundamentais femininos. Tem-se como foco de análise a apreciação da real necessidade da introdução da Lei 13.104/15 no ordenamento jurídico penal brasileiro, bem como a comunicação desta norma com os demais diplomas legais que, assim como esta, visa o objetivo supracitado. Esse trabalho utiliza-se de um percurso metodológico que utiliza-se constitui de estudos bibliográficos, adotando-se também o método dialético com abordagem qualitativa. Assim, a Lei do Feminicídio consagra-se como um mecanismo inovador que tenciona o avanço para tutela dos direitos das mulheres de modo a prevenir e diminuir as diversas formas de violência contra a mulher.

PALAVRAS-CHAVE: Feminicídio. Violência de Gênero. Proteção da Mulher.

INTRODUÇÃO

O artigo exposto procura exibir algumas reflexões acerca do feminicídio no Brasil. Verifica-se no contexto histórico a postura da figura da mulher em uma sociedade patriarcal. No presente momento, apesar de existir formalmente uma isonomia entre os sexos, na prática, constata-se, que a sua condição de gênero lhe faz experimentar consequências negativas.

1

Estudante de Graduação 6º. Semestre do Curso de Direito na FATEPI. [email protected]

2

Estudante de Graduação 6º. Semestre do Curso de Direito na FATEPI. [email protected]

3

Estudante de Graduação 7º. Semestre do Curso de Direito na FATEPI. [email protected]

4

(3)

O dissimulado machismo da sociedade brasileira exterioriza-se diante do índice exorbitante de todas as formas de violência contra a mulher. Esta estabelecida em todas as esferas sociais.

Diante desta perspectiva, o Brasil ao promulgar a Lei nº. 13.104/15 passou a integrar o rol de países da América Latina que tipificaram o crime de feminicídio, penalizando dessa maneira, mais severamente, aqueles que praticam a conduta homicida por motivo de condição de gênero.

A proposta deste trabalho, além de realizar uma revisão bibliográfica que aborda o tema em pauta, é avaliar a real necessidade da inclusão desta nova circunstância qualificadora no rol de crimes contra a vida.

Nesse sentido, é efetuada uma interpretação da Lei do Feminicídio com a Carta Magna, Lei Maria da Penha e alguns aspectos dos direitos humanos relevantes ao caso em pesquisa. O objetivo desta produção não foi exaurir todas as variantes do tipo penal tampouco esgotar todos os assuntos sobre feminicídio, mas sim, promover uma discussão sobre o tema, reunindo posicionamentos de alguns doutrinadores.

OBJETIVO GERAL: Analisar se existe a necessidade de mais uma

circunstância qualificadora no rol de crimes hediondos.

ESPECÍFICOS: Caracterizar os impactos sociais e jurídicos da Lei 13.104/15;

Compreender como a emancipação da mulher se efetiva com a criação da Lei do Feminicídio; Investigar a real necessidade do novo tratamento dado ao aludido dispositivo.

METODOLOGIA

O percurso metodológico deste estudo em dois momentos: na primeira, realizar estudos bibliográficos e análise da lei; em segundo, a utilização do método dialético com abordagem qualitativa.

(4)

É de conhecimento geral que a violência contra a mulher não é fato que apareceu somente nos dias atuais. Ao falarmos em relação de gênero estamos falando de papeis díspares exercidos por homens e mulheres historicamente. Por muito tempo as mulheres sofreram com a desigualdade que assolou as antigas sociedades, tendo como exemplo, o modelo patriarcal.

Dessa forma, Costa (2008) leciona que:

Uma organização sexual hierárquica da sociedade tão necessária ao domínio político. Alimenta-se do domínio masculino na estrutura familiar e na lógica organizacional das instituições políticas, construídas a partir de um modelo masculino de dominação. (COSTA, 2008, p. 02)

Nessa compreensão, são muitos os fatores que contribuíram ao longo dos séculos para preservar esse pensamento hodierno. Frise-se, a título de exemplo, a importância do mito judaico-cristão “que é à base da nossa civilização atual” (MURARO, 1972, p.70), na propagação da desigualdade entre homens e mulheres.

Destarte, conforme o homem vai controlando a natureza, seu poder sobre a mulher vai, na mesma proporção, aumentando e se cerrando. Neste diapasão, o fruto da árvore do conhecimento afasta cada vez mais o homem da natureza, e corrobora para o status de dominação da figura masculina sobre a feminina.

No íntimo deste aspecto, devido à dependência econômica da vítima em relação ao agressor, combinada a fragilidade física manifesta no medo de represálias, as vítimas são inibidas de denunciarem, ou ao fazê-lo, voltam a conviver com o mesmo. Desse modo, em alguns casos a violência é agravada até chegar ao ápice, qual seja: a morte.

Essa violência física ocorre quase sempre por parceiros, ou ex-parceiros das vítimas, no espaço doméstico, frequentemente ocasionadas por ciúmes, sendo muitas vezes sob influência de bebidas alcoólicas e dificuldade de aceitar o término da relação. (Pesquisa DataSenado, 2013. p. 4)

(5)

Posto que no evoluir da história a mulher procura refutar todas as formas de preconceito, buscando refazer a concepção para ela estabelecida social, cultural, e economicamente, todos estes esforços não foram o bastante para frear os números assustadores de feminicídio no país.

O BRASIL E A CONTENDA DA TUTELA DA MULHER VÍTIMA DE VIOLÊNCIA

No que se refere ao tema ora exposto, salienta-se que a Constituição Federal de 1988 em seu art. 5º, assegura a igualdade entre todos sem distinção de qualquer natureza.

Nesse segmento, o aplicador da lei deve averiguar não somente a igualdade na seara formal e sim a igualdade material quando necessário for. Desta maneira orienta Moraes (2012):

Assim, os tratamentos normativos diferenciados são compatíveis com a Constituição Federal quando verificada a existência de uma finalidade razoavelmente proporcional ao fim visado. (MORAES, 2012, p. 65).

Com o objetivo de garantir a igualdade da mulher na sociedade e combater todas as formas de violência, o Brasil ratificou diversos instrumentos de proteção ao público feminino, entre eles a Convention on the Elimination of all Forms of Discrimination Against Women (CEDAW), comprometendo-se a combater a discriminação contra a mulher e a adotar sanções para os casos. Nesses termos, consta no Art. 2° do documento internacional mencionado:

Artigo II. Os Estados partes condenam a discriminação contra a mulher em todas as suas formas, concordam em seguir, por todos os meios apropriados e sem dilações, uma política destinada a eliminar a discriminação contra a mulher, e com tal objetivo se comprometem a: [...]

b) Adotar medidas adequadas, legislativas e de outro caráter, com as sanções cabíveis e que proíbam toda discriminação contra a mulher; Situações que configuram a discriminação: matar mulher por entender que ela não pode estudar, por entender que ela não pode dirigir, por entender que ela não pode ser diretora de uma empresa etc. (Convention on the

(6)

Portanto, as posições adotadas pelo Brasil através dos tratados internacionais deverão nortear sua atuação visando à erradicação da violência de gênero. Nesses pontos, entende-se que a Lei 13.104/2015 não discrimina em prejuízo do homem, dando maior valor a vida feminina.

Homens e mulheres possuem igualdade perante a lei, esta igualdade é a formal, devendo ser mantida para assegurar direitos, garantias e deveres a ambos. Entretanto, o que o legislador deseja com a lei do feminicídio é reduzir historicamente a desigualdade entre homens e mulheres, onde sempre existiu a supervalorização da figura masculina.

Nessa ótica aduz Hermann (2007):

Não se trata de considerar a mulher como, mas de reconhecer que mulheres e homens vivenciam, na vida privada, no âmbito doméstico e nas relações afetivas, situações de desigualdade que propiciam o uso da violência contra as mulheres. (HERMANN, 2007, p. 84)

Nesse olhar, destaca-se a busca da igualdade substancial, devendo-se tratar de forma igualitária os iguais e desigualmente os desiguais na medida e na proporção de suas desigualdades.

Como se sabe a própria Carta Magna estabelece desigualdades em relação entre homens e mulheres em direitos e obrigações, de forma clara Lenza (2012), destaca as seguintes disparidades:

Condições às presidiárias para que possam permanecer com seus filhos durante o período de amamentação (art. 5, L); b) licença- maternidade e licença- paternidade (art. 7 XVII E XIX) e serviço militar obrigatório (art. 143 § § 1 e 2). (LENZA, 2012, p. 974)

Ora, portanto, nesse ponto de vista, resta evidente que a vontade legislativa ao fornecer tratamento diferenciado às mulheres na lei do feminicídio, ocorre em razão da hipossuficiência a que foi submetido esse gênero.

A correção das discrepâncias entre as relações de gênero no Brasil retrata um progresso no sentido de valorização à dignidade humana, de modo que falar em isonomia material entre os sexos é também abordar a esfera da

(7)

dignidade daquele gênero que restou historicamente alijado da devida proteção jurídica.

Portanto, esta nova legislação não se limita apenas a uma alteração da esfera legislativa no Brasil, cujo caráter esteja restrito ao seio simbólico das normas jurídicas, mas ensejando avanços inclusive no comportamento e na relação com o público feminino, de modo a não só garantir direitos e sim, inequivocamente, assegurar efetiva proteção.

REFLEXOS INOVADORES

Homicídio qualificado é aquele cuja conduta ocorre em algumas das situações ditadas no § 2°, artigo 121 do Código Penal, tais circunstâncias tornam o crime mais gravoso.

Há duas situações de qualificadoras nos incisos elencado no mencionado parágrafo. De modo que a qualificadora do crime de feminicídio é considerada subjetiva, pois é possível a coexistência das circunstâncias privilegiadoras (§ 1º do art. 121).

As referidas qualificadoras distribuem-se da seguinte forma: Quanto ao motivo tem-se:

a) inciso I - mediante paga ou promessa de recompensa ou motivo torpe; b) inciso II - motivo fútil;

Quanto aos meios empregados:

a) inciso III - Com emprego de veneno, fogo, explosivo, asfixia, tortura ou outro meio insidioso ou cruel, ou de que possa resultar perigo comum;

Quanto ao modo de execução:

a) inciso IV - à traição, de emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível à defesa do ofendido.

(8)

Por consequência, levando em consideração a gravidade do delito o legislador previu que o homicídio na forma qualificada fosse considerado hediondo. Assim prevê o artigo 1° da Lei n. 8.072/90:

Art. 1° [...]

I homicídio (art. 121), quando praticado em atividade típica de grupo de extermínio, ainda que cometido por um só agente, e homicídio qualificado (art. 121, § 2°. I, II, III, IV, V e VI);

Neste panorama, a Lei n. 13.104 de 2015 veio modificar o citado dispositivo e incluir como hediondo o feminicídio. Os crimes hediondos são

tipificados pelo legislador, não possuindo o magistrado nenhuma

discricionariedade nesta atuação, são previstos em um rol taxativo, logo só resta ao aplicador o tipo consoante positivado na legislação.

Nesta questão, finca-se a maior crítica a nova lei, pois em alguns casos o feminicídio na prática já era abordado como crime hediondo por alguns magistrados, por exemplo, ao ser visto como homicídio qualificado por motivo fútil ou torpe.

Nesta vertente aduz Gomes (2015)

Afinal, não há como negar torpeza na ação de matar uma mulher por discriminação de gênero (matar uma mulher porque usa minissaia ou porque não limpou corretamente a casa ou porque deixou queimar o feijão ou porque quer se separar ou porque depois de separada encontrou outro namorado etc.).Mas esse entendimento não era uniforme. Daí a pertinência da nova lei, para dizer que todas essas situações configura indiscutivelmente crime hediondo. Nos crimes anteriores a 10/3/15 o motivo torpe continua sendo possível. O que não se pode é aplicar a lei nova (13.104/15) para fatos anteriores a ela (lei nova maléfica não retroage). (GOMES, 2015, p. 02)

Contudo, na prática forense ora existisse a possibilidade de em determinadas circunstâncias o magistrado ao acolher a qualificadora do artigo 121 §2° do CP, ora também, poderiam ocorrer situações em que uma mulher viesse a ser assassinada por razões de gênero e que não fosse possível caracterizar os requisitos para aplicação das qualificadoras em comento, e, dependendo do caso, poderiam ser descaracterizadas no tribunal do júri, uma

(9)

vez que algumas delas possuem caráter subjetivo e os jurados ao julgarem poderiam entender que esta qualificadora não existiu.

Assim, para evitar a proteção deficiente ou mesmo o não reconhecimento de quaisquer das majorantes já existentes, o que resultara em uma consequência mais favorável ao autor do fato criminoso, agora o feminicídio é formalmente hediondo, logo, o entendimento deverá ser uniforme em todos os tribunais do país.

Além disso, a intenção desta tipificação é tirar este crime da invisibilidade, pois embora seja um delito existente, não era conhecido por esta nomenclatura. Neste espírito, o feminicídio saíra da generalidade do campo do homicídio, para ter um campo específico no boletim de ocorrência.

Portanto, além de um caráter simbólico, relevante para a demarcação de espaço social, com próprio reconhecimento jurídico da hediondez implica em suprir possíveis lacunas para um julgamento e adequação típico-penal.

RESULTADOS

É certo que ainda vivemos num país onde a violência contra a mulher é um mal que assola toda a sociedade, e que as políticas públicas voltadas à proteção das mulheres, utilizam-se das ferramentas que estão ao seu alcance, para que haja uma melhoria desse quadro social. Busca-se assim, promover o debate sobre a inovação trazida pela Lei 13.104/15 como um mecanismo efetivo na garantia dos direitos fundamentais femininos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Não é univocamente a tipificação do feminicídio que irá diminuir os casos no país, assim, torna-se relevante uma modificação comportamental na sociedade.

Nesse entendimento, verifica-se que vida humana a cada dia tem o seu valor mitigado, onde deveria ser o contrário. Nessa linha de raciocínio, o homicídio em nenhuma das suas variantes deveria ser aceito como natural pelo corpo social.

(10)

Conclui-se, assim, que a Lei n. 13.104/15 é um avanço para garantias dos direitos das mulheres e que toda e qualquer medida que venha para prevenir e diminuir formas de violência contra a mulher deverá ser vista como uma vitória feminina.

REFERÊNCIAS

BRASIL, Constituição da República Federativa do Brasil, Brasília, DF: senado 1988.

_____. Lei. Nº. 11.340, de 7 de agosto de 2006, PLANALTO, Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm.

Acesso em : 27 de jun. 2016.

_____. Decreto Lei. Nº. 2.848 de 7 de Dezembro de 1940, CÓDIGO PENAL, Planalto.

Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decretolei/

del2848compilado.html. Acesso em: 27 de jun. de 2016.

_____. Lei. Nº. 13. 104 de 9 de março de 2015, PLANALTO. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015- 2018/2015/Lei/L13104.html. Acesso em 27 de jun. de 2016.

______. Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990. Dispõe sobre os crimes hediondos, nos termos do art. 5º, inciso XLIII, da Constituição Federal, e determina outras providências. Diário Oficial {da} República Federativa do

Brasil, Brasília, DF, 25 de julho de 1990. Disponível em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8072compilada.htm>. Acesso em 30 de julho de 2016.

COSTA, Ana Alice. Gênero, Poder e Empoderamento das mulheres. 2008.

GOMES, Luiz Flavio, Feminicídio: entenda as questões controvertidas da

lei 13.104/2015, 2015, http://

www.institutoavantebrasil.com.br/feminicidio-entenda-asquestoes- controvertidas-da-lei-13-1042015/ Acesso 28 de junho de 2016.

(11)

HERMANN, Leda Maria. Maria da Penha: lei com nome de mulher. Campinas: Servanda, 2007, pp. 83-84.

LENZA, Pedro, Direito Constitucional Esquematizado, 16. Ed. São Paulo, Saraiva, 2012.

MORAES, Alexandre. Direito Constitucional, 25. Ed. São Paulo, Atlas, 2010.

MURARO, Rosie Marie. A Mulher no Terceiro Milênio, 2. Ed., Rio de Janeiro, Rosas dos Tempos 1992.

Pesquisa DataSenado: Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, p.2 2013.

Referências

Documentos relacionados

5 “A Teoria Pura do Direito é uma teoria do Direito positivo – do Direito positivo em geral, não de uma ordem jurídica especial” (KELSEN, Teoria pura do direito, p..

Este desafio nos exige uma nova postura frente às questões ambientais, significa tomar o meio ambiente como problema pedagógico, como práxis unificadora que favoreça

Nessa situação temos claramente a relação de tecnovívio apresentado por Dubatti (2012) operando, visto que nessa experiência ambos os atores tra- çam um diálogo que não se dá

A cultura de cana-de-açúcar é das culturas que mais absorve adubo, mas uma melhor assistência técnica no problema da adubação, pode aumentar a atual

A par disso, analisa-se o papel da tecnologia dentro da escola, o potencial dos recursos tecnológicos como instrumento de trabalho articulado ao desenvolvimento do currículo, e

Excluindo as operações de Santos, os demais terminais da Ultracargo apresentaram EBITDA de R$ 15 milhões, redução de 30% e 40% em relação ao 4T14 e ao 3T15,

Este trabalho buscou, através de pesquisa de campo, estudar o efeito de diferentes alternativas de adubações de cobertura, quanto ao tipo de adubo e época de

O pressuposto teórico à desconstrução da paisagem, no caso da cidade de Altinópolis, define que os exemplares para essa análise, quer sejam eles materiais e/ou imateriais,