CATEGORIA: EM ANDAMENTO CATEGORIA:
ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS ÁREA:
SUBÁREA: Comunicação Social SUBÁREA:
INSTITUIÇÃO(ÕES): UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI - UAM INSTITUIÇÃO(ÕES):
AUTOR(ES): YURI AUTOR(ES):
ORIENTADOR(ES): SANDRA TRABUCCO VALENZUELA ORIENTADOR(ES):
Escola: Comunicação
Linha de Pesquisa: Comunicação, Linguagem e Produção de Sentidos Título do Projeto: Linguagens híbridas: literatura, artes e audiovisuais Ementa Projeto: O presente projeto propõe o estudo transdisciplinar dos recursos estilísticos e semióticos que os textos verbais e não verbais utilizam na produção de significados. Interessa-nos a análise da construção narrativa e sua relação com o contexto histórico e cultural, que implicam uma seleção e transposição de elementos que configuram diegeses híbridas, de personagens que resgatam discursos extradiegéticos, espaço-tempo ficcionais, distópicos ou não, que atuam como mecanismos, seja de pressão, determinismo ou como cenografia para o desenvolvimento das ações. A pesquisa propõe uma reflexão a respeito da produção de audiovisuais, sua construção narrativa e a criação de novos discursos através de tecidos textuais, através da ressignificação de elementos consagrados pelas artes.
Pesquisador Responsável: Sandra Trabucco Valenzuela Titulação do Pesquisador: Pós-Doutor
E-mail: [email protected] Telefone: 11 38473136
INTRODUÇÃO/REFERENCIAL TEÓRICO
O presente projeto de pesquisa propõe o estudo transdisciplinar dos recursos
estilísticos e semióticos que os textos verbais e não verbais utilizam na
construção de significados. As pesquisas voltam-se para o hibridismo de
linguagens e intertextualidade entre diferentes textos e contextos dentro do
paradigma determinante da produção artística em suas expressões literárias,
audiovisuais e pictográficas.
Interessa-nos a análise da construção narrativa e sua relação com o contexto
histórico e cultural, que implicam uma seleção e transposição de elementos
que configuram diegeses híbridas, de personagens que resgatam discursos
extradiegéticos, espaço-tempo ficcionais, distópicos ou não, que atuam como
mecanismos, seja de pressão, determinismo ou como cenografia para o
desenvolvimento das ações.
A pesquisa propõe uma reflexão a respeito da produção de audiovisuais, sua
construção narrativa e a criação de novos discursos através de tecidos
textuais, através da ressignificação de elementos consagrados pelas artes.
A presente investigação trabalha a partir de um arcabouço teórico
transdisciplinar, no âmbito dos Estudos Comparados.
JUSTIFICATIVA
De todo o exposto, não se pode negar que os meios de comunicação são
agentes transformadores da cultura por influenciar no comportamento e essa
é a nossa proposta de pesquisa. Para tanto, o objeto do presente centra-se, a
princípio, em responder as seguintes questões: Qual é o papel da mídia e dos
veículos na atualidade? A mídia e a retratação da realidade: como se dá esse
processo? Como a mídia influencia o comportamento? A influência promovida
pela mídia é sempre negativa? Qual o propósito da mídia e como pode ela ser
uma agente de transformação comportamental e cultural?
OBJETIVOS DA PESQUISA
Gerais
Promover o estudo da intertextualidade presente em produções literárias,
audiovisuais e artísticas.
Identificar e analisar elementos recorrentes na construção de narrativas
literárias, audiovisuais e das artes plásticas.
Estimular o conhecimento dos recursos estilísticos que permeiam a criação
artística em suas expressões nos diversos suportes.
Conhecer os períodos artísticos e sua contextualização histórica.
Específicos
Estudar as diferentes Teorias de adaptação e transposição literária para
audiovisuais.
Analisar os elementos visuais e sonoros que compõem um tecido narrativo
literário.
Analisar os elementos literários que compõem a construção de peças
audiovisuais e das artes plásticas.
Estudar as especificidades socioculturais que determinam a produção artística
em seus diversos suportes.
Identificar questões filosóficas e antropológicas que permeiam o fazer artístico.
Construir um repertório teórico capaz de analisar a produção de textos verbais
e não verbais.
METODOLOGIA
Para a presente pesquisa a metodologia a ser adotada poderá contar com as
seguintes fontes:
•
Leitura e pesquisa teórica
•Estudo de caso
•
Pesquisa de campo
•
Levantamento Bibliográfico
A base do trabalho será realizada a partir de leituras de obras literárias e
roteiros; assistência a produções audiovisuais de diversos gêneros, incluindo
filmes, novelas, séries, peças publicitárias, animações, vídeos, entre outras
tipologias audiovisuais; análise de peças; estudo de obras de arte que
estabeleçam um diálogo interartes.
REFERÊNCIAS
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VOGLER, Christopher. A jornada do escritor. Estruturas míticas para contadores de
histórias e roteiristas. Rio de Janeiro: Ampersand, 1997.
WATTS, Harris. On Camera. São Paulo: Summus, 2012.
XAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico. A opacidade e a transparência. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1984.
Nome: Sandra Trabucco Valenzuela
Telefones: 11 38473136 – Coordenação de Publicidade e Propaganda – Vila
Olímpia
Email:
[email protected]
[email protected]
Instituição: Universidade Anhembi Morumbi - UAM
Titulação: Doutora, Pós-Doutora
Atuação no projeto de pesquisa: Pesquisadora
Link Currículo Lattes:
INDICAÇÃO DE ALUNOS PARA BOLSA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
(PIBIC/AM, PIBIC/CNPQ ou PIBITI/CNPq)
Nome: Yuri Alencar de Abreu
Curso: Publicidade e Propaganda
RA: 20685835
E-mail: [email protected]
Telefone: (11)957909015
Currículo Lattes:
http://lattes.cnpq.br/8802455174161150
Semestre que está cursando: 5º
Modalidade de Bolsa Solicitada: SEM BOLSA
PLANO DE TRABALHO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
DIVERSIDADE DE GÊNERO NA PUBLICIDADE: A DRAG QUEEN NA
CAMPANHA “A primeira vez”
Yuri Alencar de Abreu, RA 20685835
1. Introdução ao Problema
A arte drag está presente na história da cultura Ocidental desde as
representações teatrais na Grécia antiga, onde homens interpretavam papéis
femininos. Dentro da sociedade grega, as mulheres desempenhavam apenas
as tarefas do lar, já que o homem representava uma figura de poder e
independência, logo, não era permitido que exercessem qualquer papel social
fora do lar, pois não desfrutavam do mesmo status que os homens livres da
pólis:
As mulheres gregas não eram sequer registradas nas listas oficiais do demos ou do fratria. O único direito que gozava essa cidadã passiva era o de poder contrair casamento legal e de gerar descendentes-herdeiros legítimos (CANEZIN, 2007, p. 145).
Dentro desse modelo patriarcal, os homens desempenhavam papéis importantes e tinham participação política: “O patriarcado instaura a inferioridade da mulher no grupo social, sua capacidade de participar ativamente nas funções do grupo é colocada em dúvida pelo poder masculino” (IOP, 2013, p. 233), levando isso em consideração, as mulheres não executavam sua cidadania naquele momento, sendo subordinada a todo momento pelo seu tutor, seja o pai ou o marido.
Como não era permitido que mulheres atuassem no teatro, as tragédias e comédias¹ eram interpretadas exclusivamente por pessoas do sexo masculino. Utilizando máscaras, perucas e adornos para representar deuses e deusas da mitologia, a partir desse momento, temos o início do que futuramente se chamariam de “drag queen”.
No final do século XVI no Japão, origina-se o Kabuki, que marca um novo período no país.
O Kabuki representa e desafia o novo contexto sociocultural estabelecido pelo general Tokugawa Ieyasu, um regime militar centralizado e autoritário que encerrou um século de caos e conflitos feudais (MARTINEZ, 2004, p. 65-66).
Durante o regime militar, o Japão se desenvolve culturalmente com um espírito de celebração oriunda do alívio referente aos conflitos do século passado, e o Kabuki nasce nessa sociedade.
Criado por Okuni, sacerdotisa do Santuário de Izumo, esse novo teatro levanta questionamentos com a expressão dos gêneros, visto que os homens interpretavam papéis femininos e as mulheres papéis masculinos.
De acordo com os registros históricos, os governos militares da era Tokugawa encontraram, por parte de grupos urbanos, resistência ideológica relativa ao modo opressivo de como todos os detalhes da vida pública e privada eram controlados. As pessoas desses grupos de oposição eram conhecidas como Kabuki mono. Kabuki significa inclinar-se, exibir uma tendência, e nessa época tornou-se uma gíria que indicava as atitudes anticonformistas ao regime militar, isto é, protestos realizados desafiando as convenções e as regras de comportamento. Os Kabuki mono expressavam seu anticonformismo por “maneiras não convencionais de vestir, penteados chocantes e extravagantemente decorados, enormes espadas e cachimbos
de até 1,2m de comprimento”, além de atentados ao poder e à moralidade da época. Dessa forma, os Kabuki mono “perambulavam nas ruas realizando atos de revolta contra as convenções e a decência” (MARTINEZ, 2004, p. 68).
As companhias do Kabuki de mulheres foram proibidas em 1629 por associarem o teatro à prostituição. A partir desse momento, o Kabuki torna-se um teatro formado por “mocinhos”, com meninos de até quinze anos; porém, com o mesmo pretexto do anterior, é extinto em 1652 por também ser associado à prostituição. Um ano depois, reabre como Kabuki de adultos, composto apenas de homens,
o nô prima pelo minimalismo e sugestão na atuação, bunraku e kabuki são bem mais realistas, [...] o kabuki chega, por vezes, ao exagero teatral [...] o kabuki seria o correspondente nipônico do teatro shakespeareano, da Idade de Ouro do teatro espanhol e do teatro barroco ocidental (KUSANO, 2013, p. 12-14).
No extremo sudoeste da Índia, temos a região de Malabar, que nos entrega o teatro-dança masculino, o Kathakali. A Índia é conhecida mundialmente pelo seu forte potencial econômico com as relações comerciais que iniciaram no século XVI e a região de Malabar era muito procurada por vários comerciantes ao redor do globo. Isso contribui para a construção do Kathakali:
O intenso comércio com diferentes culturas, uma filosofia de convivência tolerante e sincretismo, a forte religiosidade e o gosto por grandes rituais religiosos, com a presença constante de elementos dramáticos, formaram os ingredientes necessários para o desenvolvimento do mais espetacular universo teatral da Índia. (RIBEIRO, 1999, p. 86).
Por ser composto apenas por homens, temos novamente de pessoas do sexo masculino fazendo representações performáticas do sexo feminino. Uma das principais características do Kathakali é a ausência de falas, dando espaço para as expressões faciais fazerem todo o papel de comunicar a história, possuindo como
temática a mitologia Hindu, sendo “conduzido como um ritual e tudo que é relacionado a ele é investido de algum significado religioso” (RIBEIRO, 1999, p. 88).
As performances são feitas em templos e funcionam como oferenda ao deus referente àquele local. Antes do ator pisar no palco, o templo é preparado com rituais, com as atividades teatrais iniciando-se por volta das seis da tarde com duração de uma noite inteira, terminando ao nascer do sol do dia seguinte. Os atores se dividem em “tipos” básicos, onde a maquiagem e figurino são os mesmos para cada categoria; movimentos e expressões são características também separadas para cada um dos “tipos”. Neste trabalho, trata-se aqui apenas do personagem “Minukku”, relevante como objeto para a pesquisa, visto que são os personagens femininos, em que a maquiagem é composta por traços suaves para apresentar uma aparência humanizada. O Kathakali é apenas uma das ramificações do teatro indiano.
Na Europa do século XVI, com o teatro shakespereano citado anteriormente, observamos outra ótica dos atores vestidos de mulher. Temos o teatro elisabetano, que recebe esse nome por dar-se início durante o reinado da rainha Elizabeth I (1533-1603). Nesse período, as mulheres não atuavam, com exceção de algumas prostitutas, considerando que o teatro se desenvolveu às margens da sociedade, pois a prática não era benquista. Além disso, os espetáculos não se restringiam às peças, em alguns também eram realizados jogos de azar e práticas de maltrato de animais, por isso havia o repúdio da Igreja e das autoridades, que determinaram a proibição de apresentações de peças em locais públicos. “Os atores eram, na maioria das vezes, considerados vagabundos, arruaceiros e foras da lei; tratava-se de uma categoria de pessoas de reputação duvidosa [...] (MORAIS, 2008, p. 171).
Uma característica dos atores elisabetanos é a versatilidade, tendo em vista que os espetáculos incluíam dança, canto, poesia e interpretação de instrumentos musicais. O teatro tem importância nesse período, pois atinge as camadas populares da Inglaterra, sua maioria analfabeta, “observa-se, portanto, um público geral mais apto a ouvir e ver, do que a ler as manifestações de arte” (MORAIS, 2008, p. 120).
Considerando o levantamento prévio sobre a história do conceito e da ativa participação da “drag queen” na história das artes dentro da representação teatral, traz-se a discussão sobre o papel exercido pela drag queen no contexto publicitário da sociedade contemporânea.
A campanha publicitária da Natura, intitulada “A primeira vez”, de 2017, a protagonista Penelopy Jean apresenta no papel central a figura da drag queen, numa forma inovadora de abordagem de produtos tradicionalmente destinados a consumidoras do sexo feminino.
A seguir, apresenta-se a ficha técnica do comercial:
Ficha Técnica:
Agência: Salve Tribal Worldwide Cliente: Natura
Campanha: Maquiagem Natura 2017 Filme: Primeira Vez
Direção geral: Alcir Gomes Leite e Carlos Pitchu
Direção criativa: James Scavone, Ricardo Schreiner, Cassio Moron e Fabio Saboya
Criação: Fabrício Pretto e Rogério Chaves
Planejamento: Andre Troster, Thiago Arantes e Marlise Rodrigues
Mídia: Adriana Favaro, Elen Posse, Jéssica Lambauer Pereira, Matheus Rocha, Bruno Capitani
Conteúdo: Débora Albarello, Sacha Brasil BI: Anderson Martins
Projetos: Gustavo Corrochano
Tecnologia: Danilo Prevides
Produtor Agência / RTVC: Ana Luisa Andre, Ciça Piazza
Atendimento Agência: Luis Renato Lui, Rodrigo Victório, Ana Paula Thurler Produtora do Filme: Delicatessen
Direção: Renne Castrucci e Fábio Delai Produção Executiva: Renata Dumont
Coordenação de Produção: Tathiana Pires e Samira Smidi Direção de Fotografia: Fábio Delai e Renne Castrucci Sales: Roberta Reigado e Rafaela Muniz
Montagem: Fernanda Krajuska
Pós-Produção/ Finalização: Picma Post Cor: Bleach
Produtora de Som: Loud
Aprovação: Murilo Boccia, Maria Paula Fonseca, Felipe Braz, Cassiano Coimbra, Mayara Duarte, Julia Ceschin.
2. Objetivos 2.1 Objetivo Geral
Analisar a narrativa audiovisual publicitária, considerando seus objetivos e funções.
Identificar como a publicidade aborda e se posiciona aos olhos da sociedade quanto ao papel da drag queen.
Estudar o uso de metáforas e símbolos presentes na narrativa fílmica e que advém da construção fílmica.
Resgatar o conceito e o papel artístico e social desempenhado pela drag queen através de um levantamento histórico de sua presença nas artes tanto no Ocidente como no Oriente, desde a Grécia Antiga até a atualidade.
2.2 Objetivos específicos
Analisar os símbolos e metáforas que se associam tanto do ponto de vista social como cultural.
Compreender como a linguagem audiovisual é traduzida para a diegese fílmica na campanha “A primeira vez”, da Natura.
Identificar aspectos inovadores no tratamento do tema “drag queen” na publicidade brasileira.
3. Metodologia
Inicialmente, será realizado um levantamento histórico sobre o conceito e o papel artístico e social desempenhado pela drag queen, com base em Kusano (2013), Martinez (2004) e Ribeiro (1999).
O estudo partirá dos estudos do teatro clássico, em especial na Grécia Antiga, objetivando a análise da participação de homens desempenhando papéis femininos. A seguir, o estudo volta-se para o Oriente, observando o teatro Kabuki no Japão e o teatro Hindu e sua relação com a participação feminina e masculina na interpretação de papéis nos palcos.
Segue-se o estudo do teatro elisabetano inglês, com a leitura de Morais (2008) e Molina (2007). Assim como, a revolta de Stonewall e o movimento LGBT com a leitura de Berutti, Santos e Garcia (2002), Lopes (2008) e da Silva Ferreira (2013), além da leitura, também será assistido os documentários “A Revolta de Stonewall” (2011) e “A vida e a morte de Marsha P. Johnson” (2017).
Logo após, será feito um estudo sobre a história da sexualidade com a leitura de Foucault (1985) e a teoria queer com base em Louro (2017).
Por fim, a partir da assistência a peça publicitária da Natura, “A primeira vez”, 2017, será pesquisada a proposta da criação por parte da Salve Tribal Worldwide sobre o filme.
Serão estudadas as opções criativas adotadas para a produção audiovisual, tanto imagem como tecido sonoro, de acordo com Harris Watts (2012). Para analisar a simbologia presente no discurso, será realizado um estudo com base em Chevalier e Gheerbrandt (2007) e Cirlot (2005).
Cronograma de Trabalho
O cronograma de trabalho pretendido é descrito abaixo:
Atividades Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul
Levantamento Bibliográfico
xx
Leitura da bibliografia
xx
xx
xx
xx
Estudo de Caso
xx
xx
xx
Entrega Relatório Parcial
xx
Estudo de Caso
xx
xx
xx
xx
Produção Escrita
xx
xx
xx
xx
xx
xx
xx
xx
xx
xx
Encontro de Iniciação científicaxx
xx
Entrega Relatório Final
xx xx
A relevância da participação do aluno no projeto
Yuri Alencar de Abreu, do curso de Publicidade e Propaganda, é um aluno que, desde o início do curso, demonstrou dedicação às suas atividades e grande interesse em desenvolver uma pesquisa acadêmica.
O presente projeto de pesquisa contribuirá significativamente para a formação da estudante, bem como para a construção de materiais voltados para a análise audiovisuais de peças publicitárias, cujo tema se volta para o contexto da sociedade contemporânea, abordando temas prementes como a diversidade gênero no discurso publicitário.
O aluno objetiva realizar a pesquisa sem solicitar bolsa de estudos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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A REVOLTA DE STONEWALL (The Stonewall Uprising), documentário. Direção e roteiro: Kate Davis e David Heilbroner. Produção: Q-Ball Productions. USA, 2010. 90 min.
BERUTTI, Eliane B.; SANTOS, R.; GARCIA, W. Voz, Olhar e Experiência Gay:
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