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Carta Mensal Dezembro 2015

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Destaques

Renda Fixa

Moedas

O mês de dezembro foi muito fraco

para o mercado de emissões de

títulos privados.

A oferta de Letra Financeira do Paraná Banco foi postergada e algumas leituras para emissões de debêntures em janeiro estão ocorrendo.

Crédito

Bolsa

No mês de dezembro, o Federal Reserve finalmente iniciou um ciclo de alta

na taxa básica de juros. Como este movimento foi claramente esperado pela

maioria do mercado, os impactos causados nos preços de diversos ativos

foram quase nulos.

O

cenário

interno

ditou

o

comportamento do mercado de

renda fixa no Brasil, com um

ambiente político e fiscal conturbado

e falta de visibilidade econômica.

A parte curta da curva (jan/17) subiu 05 bps enquanto a parte longa da curva (jan/21) subiu 67 bps.

O Ibovespa fechou dezembro com

queda de 3,92%. O último mês do

ano foi negativo para a maioria das

bolsas internacionais.

Ambos os cenários externo e interno

contribuíram negativamente para o

desempenho dos ativos de risco.

O dólar se manteve praticamente

constante em relação às principais

moedas, perdendo valor contra

moedas de países desenvolvidos,

mas ganhando contra moedas de

países emergentes.

O aumento na taxa básica de juros, já esperado pelos economistas e pelo mercado financeiro, fez com que os impactos sobre os preços dos ativos fossem quase nulos

Carta Mensal

Dezembro 2015

Ano 11,94% -9,77% -9,43% -8,96% 44,97% Variação CDI IBOV IBX-50 IBX-100 US$ Variação IGP-M IPCA-15 IRF-M IMA-Geral IMA-B Novembro/15 1,06% -1,63% -1,98% -1,66% -0,22% Novembro/15 1,52% 0,85% 0,92% 1,05% 1,03% Ano 10,01% 9,42% 6,52% 8,22% 7,25%

(2)

Comportamento dos Mercados

Cenário Brasileiro

Cenário Internacional

Em dezembro, os mercados financeiros internacionais tiveram menos movimentação, mas mesmo assim a situação econômica chinesa ainda permaneceu como foco de preocupações. A expectativa de recuperação na atividade, após diversas medidas de estímulo terem sido tomadas (como queda nas taxas de juros), não se concretizou. O setor de manufatura voltou a mostrar queda no nível do PMI (índice de gerente de compras), que ainda se situa na zona de contração. O setor de serviços mostrou alguma aceleração no crescimento, mas sua participação na economia chinesa ainda é relativamente pequena (apesar de ter aumentado nos últimos anos). Do ponto de vista da economia global e, em especial, de países emergentes exportadores de commodities, uma estabilização no setor de manufatura e construção civil chinês é mais importante, e ela ainda não ocorreu. Ainda há medos de instabilidades que podem vir da economia chinesa. As restrições sobre vendas de ações ainda fazem o nível de ações chinesas ficar substancialmente acima do visto nas mesmas ações negociadas em Hong Kong, criando o medo de que, quando essas restrições forem desfeitas, a bolsa chinesa caia consideravelmente. A saída de capitais do país segue ocorrendo, como mostra a queda nas reservas internacionais, e esse fluxo de saída faz o yuan se depreciar diante das outras moedas (não na velocidade vista em agosto, mas ainda assim de forma substancial). Ainda parece haver espaço para mais depreciação do yuan, visto que ele acompanhou a valorização do dólar em relação às outras moedas (de quase 20% em 2015) devido ao câmbio fixo, sem que a economia chinesa estivesse no mesmo estágio que a economia americana (essa última encontra-se num processo de alta de juros básicos). Assim, a China deve seguir como fator de preocupação ao longo de 2016.

A inflação brasileira em 2015 superou muito as expectativas iniciais. Em relação às projeções iniciais para 2015, a inflação surpreendeu em mais de 4,0 pp, com a variação de 2015 devendo ficar próxima de 10,80% segundo o relatório Focus - a estimativa no começo do ano, segundo o mesmo relatório, era de pouco acima de 6,50%. Os 4,3 pp de inflação acima do esperado podem ser atribuídos, em grande parte, ao reajuste de preços administrados e ao câmbio. A mediana de projeções para administrados em 2015 era de 7,80% no começo do ano, com aumento efetivo de 18,10%. A diferença, de 10,30 pp, responde por cerca de 2,35 pp dos 4,30 pp de surpresa inflacionária. A depreciação cambial também foi bem superior à esperada pelo mercado, que tinha expectativa de câmbio de R$/US$ 2,80 para o final de 2015, tendo ele terminado em R$/US$ 3,90, patamar quase 40% superior ao projetado. O desvio do câmbio respondeu por cerca de 1,95 pp dos 4,30 pp da surpresa inflacionária. Assim, o câmbio e o reajuste de administrados respondem quase que integralmente pela surpresa inflacionária em relação às expectativas iniciais. Isso ocorre mesmo com a projeção de PIB tendo uma surpresa também muito grande, com a atividade devendo terminar o ano em queda de -3,7%, quando era esperado aumento de +0,5%. A diferença de 4,2 pp no crescimento de PIB mal teve impacto sobre a inflação, mesmo com a taxa de desemprego finalmente deixando de se comportar como nos anos mais recentes e voltando a ter correlação negativa com a atividade (quando o PIB cai, o desemprego aumenta). A projeção da SulAmérica Investimentos para a inflação de serviços, por exemplo, era de 8,1% no começo do ano, patamar que está sendo visto agora nos dados mais recentes do IPCA. O fato de a inflação de serviços (e de outros bens) não ter surpreendido para baixo mesmo com toda a queda da atividade mostra os efeitos da inércia e da desancoragem das expectativas inflacionárias, indicando que o trabalho do Banco Central fica ainda mais difícil para 2016.

No Brasil, o noticiário foi bastante volátil durante o mês. Houve a troca do ministro da Fazenda, com a saída de Joaquim Levy e a posse de Nelson Barbosa, até então ministro do Planejamento. O mercado financeiro inicialmente reagiu com estresse à indicação de Barbosa, que é identificado como “desenvolvimentista” e com o receio de uma mudança brusca na política econômica, mas o novo ministro seguiu dizendo que ajustes fiscais e reformas são necessários. Houve pouca movimentação no mercado financeiro no final do mês, mas os agentes ainda parecem estar desconfiados da capacidade de Barbosa de fazer o ajuste fiscal necessário, ainda mais depois que ele optou pelo pagamento integral das “pedaladas fiscais” em 2015, fazendo déficit primário do ano se aproximar de 2% do PIB.

A inflação segue elevada (vista no IPCA-15 próximo de 1,2% M/M), mas os dados de atividade também seguem se deteriorando, criando um quadro complexo para a política monetária. O Banco Central do Brasil divulgou o relatório de inflação do 4º trimestre, que mostrou alta nas projeções de inflação, mas sem ainda romper o teto da meta (havendo, no entanto, mais de 40% de chance de isso

(3)

O mês de dezembro foi muito fraco para o mercado de emissões de títulos privados. A oferta de Letra Financeira do Paraná Banco foi postergada e algumas leituras para emissões de debêntures em janeiro estão ocorrendo. A Celpe pretende emitir R$ 400 milhões em debêntures para o prazo de 3 anos, com taxa teto de 118% do CDI. A BR Malls deve emitir cerca de R$ 200 milhões para o prazo de 3 anos, com taxa teto de 114% do CDI.

No mercado secundário, realizamos algumas operações de venda de títulos privados entre debêntures e Letras Financeiras de bancos de primeira linha.

Crédito Privado

Posicionamento

No mês de dezembro, o Federal Reserve finalmente iniciou um ciclo de alta na taxa básica de juros. Como este movimento foi claramente esperado pela maioria do mercado, os impactos causados nos preços de diversos ativos foram quase nulos. O cenário interno ditou o comportamento do mercado de renda fixa no Brasil, com um ambiente político e fiscal conturbado e falta de visibilidade econômica.

Ao longo do mês, ao contrário do mês passado, observamos um forte movimento de steepening no mercado de juros futuro pré-fixados. A parte curta da curva (Jan/17) subiu 5 bps enquanto a parte longa da curva (Jan/21) subiu 67 bps. Esse movimento pode ser explicado pela falta de visibilidade do cenário econômico brasileiro.

O movimento que ocorreu no mercado de taxas pré-fixadas foi muito similar no mercado de títulos de juro real, porém em menor intensidade. As taxas dos papeis curtos chegaram a fechar cerca de 15 bps enquanto os títulos mais longos abriram cerca de 15 bps. A inflação continua elevada, o IPCA deve fechar o mês de dezembro em 1,20%, sendo puxado principalmente pela alta do dólar, combustíveis e alimentos.

Tanto no mercado de juros real como no mercado de taxas pré-fixadas, seguimos as mesmas estratégias. Ao longo do mês, fizemos pequenos trades táticos e mantivemos nossa posição direcional aplicados com tamanho reduzido. Estamos esperando sinais positivos para voltarmos a ter posições mais significativas.

Juros Nominais e Reais

Posicionamento

ocorrer em 2016). De forma geral, os juros futuros subiram ao longo do mês, com mais apostas de que se iniciará um ciclo de aperto monetário em 2016.

A incerteza política seguiu grande, com o início do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Entretanto, ao final do mês, o recesso parlamentar, junto com certas decisões judiciais e a pouca adesão popular a protestos contra ou a favor do governo, tiraram o foco da política. Os agentes políticos parecem satisfeitos em esperar até os primeiros meses de 2016 para só então voltar a se confrontar. Apesar de ser difícil definir o quadro político, parece que Dilma Rousseff conseguiu recuperar um pouco de força no final do mês, se apoiando nas alas mais à esquerda do seu suporte popular, o que leva os mercados financeiros a temer uma guinada na política econômica.

Nos Estados Unidos, o Federal Reserve finalmente iniciou o ciclo de aperto monetário aumentando a taxa básica de juros pela primeira vez desde 2006. Esse aumento era largamente esperado pelos economistas e pelo mercado financeiro, então os impactos sobre os preços dos ativos foram quase nulos. O dólar se manteve praticamente constante em relação às principais moedas, perdendo valor contra moedas de países desenvolvidos, mas ganhando contra moedas de países emergentes. A taxa de juros de 10 anos das Treasuries subiu de 2,20% a.a. no final de novembro para acima de 2,30% a.a. no final de dezembro. A curva de juros futuros no mercado ainda destoa das projeções publicadas pelo Fed, com o mercado acreditando que haverá apenas duas altas de 25 pbs no ano que vem, enquanto as projeções do Fed indicam quatro altas de 25 pbs. A bolsa americana sentiu também muito pouco o impacto do aumento de juros pelo Fed, com o índice S&P500 e Dow Jones ficando praticamente estáveis no mês.

Na China, houve novamente saída de capital, de tal forma que as reservas internacionais voltaram a cair e de forma bastante significativa (mais de US$ 80 bi). O yuan foi aceito pelo FMI na cesta de moedas que compõe o SDR (direitos especiais de saque), e, logo após isso, o Banco do Povo da China deixou de fazer intervenções para evitar a depreciação da moeda chinesa, que agora é gradual (diferente do movimento brusco visto em agosto), mas persistente. A bolsa de Xangai se valorizou 2,72%.

(4)

Gráfico 1: Curva de Juros Nominais Gráfico 2: Curva de Juros Reais

Multimercado

Assim como previsto nos Estados Unidos, o FED finalmente elevou a taxa básica de juros, porém o impacto nos preços dos ativos foi nulo, uma vez que tal movimento era claramente esperado.

No cenário interno, ainda predomina a incerteza quanto aos desafios do cumprimento da meta de superávit primário em 2016, o que deve manter elevado os prêmios de risco. Uma postura mais dura do Banco Central pode ser favorável aos vencimentos mais longos. Os juros futuros subiram ao longo do mês, com mais apostas de que se iniciará um ciclo de aperto monetário em 2016.

No mês de dezembro, fomos beneficiados por uma operação tática em juros futuro que ainda mantemos, e zeramos nossa posição em AUD contra NZD sem um resultado expressivo.

No dia 19 de Janeiro ocorrerá a primeira reunião do COPOM e acreditamos que será tomada a decisão de elevar a SELIC em 50 bps. O recesso parlamentar no mês pode trazer uma falsa sensação de calma no ambiente político. Estamos levemente aplicados em uma operação direcional de juros e zerados em moedas. Continuaremos aguardando oportunidades mais claras para montarmos posições com o nível mais elevado de risco.

Posicionamento

Perspectivas

No Brasil os cenários políticos e econômicos permaneceram incertos. A troca do ministro da Fazenda contribuiu com o sentimento de insegurança no mercado financeiro. A escolha do novo ministro acabou gerando certa desconfiança quanto à capacidade de realizar o ajuste fiscal necessário.

Na terceira semana de janeiro ocorrerá à primeira reunião do COPOM do ano, onde acreditamos que o Banco Central tomará a decisão de elevar a taxa Selic em 50 bps. Mesmo com um consenso de alta na taxa básica de juros, acreditamos que o mercado de juros futuro tem trabalhado com um prêmio considerável, entretanto os riscos continuam elevados.

Perspectivas

12,00% 12,50% 13,00% 13,50% 14,00% 14,50% 15,00% 15,50% 16,00% 16,50% 17,00% d ez/ 15 ju n /16 d ez/ 16 ju n /17 d ez/ 17 ju n /18 d ez/18 jun/19 dez/ 19 ju n /20 d ez/ 20 ju n /21 d ez/21

31/dez/14 30/out/15 30/nov/15 30/dez/15

5,50% 5,75% 6,00% 6,25% 6,50% 6,75% 7,00% 7,25% 7,50% 7,75% ago /16 m ai/ 17 ago /18 ago /20 ago /22 m ai/ 23 ago /24 ago /30 m ai/ 35 ago /40 m ai/45 ago /50

(5)

Bolsa

Posicionamento

O Ibovespa fechou dezembro com queda de 3,92%, e com isso encerrou 2015 com uma variação de -13,31%, aos 43.349 pontos. O último mês do ano foi negativo para a maioria das bolsas internacionais: SPX 1,75%, Euro Stoxx -6,81%, Nikkei -3,61%, e se estendeu para o preço das commodities (CRB -2,48%). O ano de 2015 foi um período difícil para o mercado de ações. Ambos os cenários externo e interno contribuíram negativamente para o desempenho dos ativos de risco.

Na parte internacional, o Banco Central americano finalmente fez o primeiro movimento de alta de juros. O aumento de 25 bps, que foi

amplamente esperado e antecipado pelo

mercado, carimbou a recuperação da economia americana após quase 07 anos de juros nas mínimas. No entanto, a comunicação do Fed sinalizou que o próximo movimento (mais provável de alta) deverá ocorrer mais próximo do segundo semestre de 2016. Já na Europa, o mercado se decepcionou com a última reunião do BCE, esperando que o presidente Mario Draghi

anunciasse medidas mais agressivas de

afrouxamento monetário. Com isso, as bolsas na Europa devolveram grande parte da alta no ano. Na China, os dados recentes continuam a mostrar a desaceleração na indústria.

No ambiente interno, tanto o cenário econômico como o político continuaram a se deteriorar. No

front econômico, dados de desemprego, inflação e

de atividade que já estão em níveis depreciados, vieram piores que o esperado. Do lado político, as incertezas com relação aos próximos passos da operação “Lava Jato”, juntamente com a falta de uma base governista dificultam o cenário fiscal, minando a confiança dos investidores.

Gráfico 5: Retorno Setores da Bolsa

Gráfico 3: DI Futuro 17 Gráfico 4: AUDNZD

O conjunto fundamental continua pesando sobre a trajetória de lucros corporativos das empresas ligadas a demanda doméstica. As empresas ligadas a commodities também estão sofrendo, diante da perspectiva de um menor crescimento da economia. Como contrapartida, a empresas exportadoras seguem se beneficiando com a atual taxa de câmbio.

Perspectivas

80 85 90 95 100 105 110 n o v-15 d ez -15 d ez -15 d ez -15 d ez -15 d ez -15 d ez -15 d ez -15 d ez -15 d ez -15 d ez -15 d ez -15 d ez -15 d ez -15 d ez -15 d ez -15

IVBX2 IBOV SMLL IFNC

IMAT IDIV ICON

15,4 15,5 15,6 15,7 15,8 15,9 16 16,1 d ez -15 d ez -15 d ez -15 d ez -15 d ez -15 1,03 1,04 1,05 1,06 1,07 1,08 1,09 1,1 1,11 1,12

(6)

BACEN: Banco Central Brasileiro BCE: Banco Central Europeu BRL: Moeda brasileira (Real R$)

Copom: Comitê de Política Monetária Brasileiro

Dovish: postura de autoridades de mercado de taxas de juros mais baixas e uma postura mais tolerante com a inflação FED: Banco Central Americano

Fiscal Cliff: Aperto fiscal nos EUA

Flattening: Movimento da curva de juros onde a inclinação da curva diminui. FOMC: Comitê de Política Monetária Americano

Hawkish: Defensores de juros mais altos e de uma política de austeridade mais forte.

IBOVESPA: Índice composto pelas ações mais negociadas na Bolsa brasileira e ponderadas conforme sua liquidez. IBOVIEE: Índice composto por ações do setor de Energia Elétrica da BM&FBOVESPA

IBX: Índice composto pelas ações mais negociadas na Bolsa e ponderadas pelo valor de mercado das ações disponíveis para negociação nos últimos 12 meses ICONBV: Índice composto por ações do setor de Consumo da BM&FBOVESPA

IDIV: Índice composto pelas ações listadas na Bolsa cujos dividendos e juros sobre o capital próprio pagos nos últimos 24 meses são os mais elevados. IFNCBV: Índice composto por ações do setor Financeiro da BM&FBOVESPA

IMA-B: Índice composto por notas do tesouro nacional série B (NTN-B) que são títulos públicos que remuneram o investidor em uma taxa de juros pré-fixada mais a variação do IPCA no período

IMAT: Índice composto por ações do setor de Materiais Básicos da BM&FBOVESPA IMOBBV: Índice composto por ações do setor de Imobiliário da BM&FBOVESPA

IRF-M: Índice composto por letras do tesouro nacional (LTN) e notas do tesouro nacional série F (NTN-F) que são títulos públicos que remuneram o investidor em uma taxa de juros pré-fixada.

IVBX-2: Índice composto por 50 ações escolhidas a partir de uma classificação decrescente por liquidez, não podendo estar entre as 10 ações mais negociadas na BM&FBOVESPA nos últimos 12 meses

Overweight: Posição acima de um determinado índice de referência (benchmark)

Quantitative Easing (QE): Expressão utilizada para caracterizar uma política monetária que pretende aumentar a quantidade de dinheiro em circulação na economia. SMLLBV: Índice composto por ações de menor capitalização da BM&FBOVESPA

Steepning: Movimento da curva de juros onde a inclinação da curva aumenta. Tapering: Redução gradual do programa de compra de títulos de longo prazo pelo FED Underweight: Posição acima de um determinado índice de referência (benchmark)

Glossário

Informações: Maria Augusta [email protected] Atendimento a clientes : [email protected]

Este material foi preparado pela SulAmérica Investimentos DTVM S.A. e apresenta caráter meramente informativo, não podendo ser reproduzido ou copiado sem a expressa da mesma. As análises aqui contidas concordância foram elaboradas a partir de fontes fidedignas e de boa-fé. As informações aqui apresentadas deverão ser consideradas confiáveis apenas na data em que este foi publicado. Ainda assim, a SulAmérica Investimentos DTVM não garante, expressa ou tacitamente, exatidão, nem tampouco assertividade sobre os temas aqui abordados. Todas as análises aqui contidas estão sujeitas a alteração sem aviso prévio. As opiniões aqui expressas não devem ser entendidas, em hipótese alguma, como uma oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros.

Informações

Projeções

2010 2011 2012 2013 2014 2015(p) 2016(p)

PIB - crescimento real Var % 7,60 3,90 1,90 3,00 0,10 -3,70 -3,00

IPCA % ao ano 5,91 6,50 5,84 5,91 6,41 10,83 6,50

IGP-M % ao ano 11,30 5,10 7,80 5,53 4,03 10,54 6,20

Juro Selic - média ano % ao ano 9,81 11,67 8,53 8,22 11,02 13,46 15,17

Juro Selic - dezembro % ao ano 10,75 11,00 7,25 10,00 11,75 14,25 15,25

Tx Câmbio - média ano R$/US$ 1,76 1,67 1,95 2,16 2,36 3,33 4,02

Tx Câmbio - dezembro R$/US$ 1,69 1,83 2,08 2,34 2,64 3,86 4,22

Risco País (EMBI) - dezembro bps 180 220 147 240 265 400 500

Balança Comercial US$ Bn 20,3 29,8 19,5 2,6 -4,0 20,0 32,0

Saldo em C. Corrente US$ Bn -46,9 -52,6 -54,2 -81,4 -104,7 -60,6 -30,0

Saldo em C. Corrente % do PIB -2,3 -2,1 -2,4 -3,7 -4,5 -3,6 -2,0

Resultado Fiscal Primário % do PIB 2,6 2,9 2,2 1,8 -0,6 -2,0 -0,9

Dívida Líquida % do PIB 40,4 36,5 32,9 31,5 34,1 35,4 40,1

Dívida Bruta % do PIB 51,8 51,3 54,8 53,3 58,9 68,3 73,7

(p) projeções

Economia Brasileira

(7)

dez/15 nov/15 out/15 set/15 ago/15 jul/15 jun/15 2015 2014 12 M 24 M Desde o Início PL Médio

12 meses1 Tx. Adm. Tx. Perf. (Conversão)Aplicação (Conversão/Liquidação)Resgate Aplicação Inicial Mínima Movimentação/ Saldo Mínimo

Referenciado DI

Exclusive FI Refenciado DI 1,15 1,04 1,09 1,10 1,10 1,16 1,05 13,08 10,67 13,08 25,15 444,33 248.586.829 0,15% a.a. não há 06/02/2002 D+0 D+0/D+0 R$ 50.000,00 R$ 2.500,00

% CDI 98,80 98,51 98,50 99,62 98,95 98,84 98,35 98,90 98,72 98,90 98,75 94,47

Renda Fixa

Excellence FI RF Crédito Privado 1,24 0,97 1,15 1,28 1,16 1,22 1,11 13,84 11,18 13,84 26,57 419,39 1.716.755.578 0,50% a.a. não há 12/11/2002 D+0 D+1/D+1 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

% CDI 106,50 91,88 103,83 115,38 104,53 103,58 104,57 104,62 103,45 104,62 104,33 104,70

Inflatie FI RF Longo Prazo 1,78 1,03 2,58 -1,41 -2,94 -0,66 -0,49 8,27 13,71 8,27 23,11 132,47 223.033.776 0,40% a.a. 20% sobre o que 11/07/2008 D+0 D+2/D+3 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

IMA-B (Alfa) 0,26 0,00 0,01 -0,72 0,17 0,06 -0,22 -0,61 -0,84 -0,61 -1,60 -8,41 exceder o IMA-B

Índices FI RF Longo Prazo 1,94 0,97 1,43 -0,52 -1,17 0,51 0,27 9,84 12,33 9,84 23,38 20,90 12.641.990 0,25% a.a. 20% sobre o que 27/02/2013 D+0 D+2/D+3 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

IMA-G ex-C(Alfa) 0,92 -0,04 -0,06 -0,12 -0,06 -0,08 -0,03 0,58 -0,05 0,58 0,61 -0,58 exceder o IMA-G ex-C

Renda Fixa Ativo FI Longo Prazo 1,16 0,91 1,08 0,64 0,82 1,19 0,61 11,56 10,33 11,56 23,08 51,76 28.714.652 0,50% a.a. 20% sobre o que 10/08/2011 D+0 D+0/D+1 R$ 25.000,00 R$ 5.000,00

% CDI 100,12 86,30 97,60 57,97 74,34 101,01 57,03 87,37 95,60 87,37 90,65 96,95 exceder o CDI

Multimercado Multigestor

Focus Fundo de Fundos FIC FIM 1,19 1,53 1,27 1,16 0,28 3,32 0,56 17,87 8,81 17,87 28,25 688,48 26.166.831 0,35% a.a. 20% do que 01/06/2001 D+0 D+0/D+1 R$ 10.000,00 R$ 2.500,00

% CDI 102,49 145,31 114,45 105,09 25,12 282,24 52,53 135,09 81,51 135,09 110,95 127,27 exceder o CDI

Multimercado Multiestratégia

High Yield FIM Crédito Pivado 1,58 0,96 1,75 0,93 0,39 1,49 1,19 14,44 9,99 14,44 25,88 27.393.537 1,50% a.a. não há 21/03/2014 D+0 D+359/D+36010 R$ 1.000.000,00 R$ 50.000,00

Benchmark10 1,53 1,48 1,31 1,03 -2,42 0,58 0,04 11,66 14,01 11,66 27,30

Multimercado Estratégia Específica

Crédito Ativo FIM Crédito Privado 1,42 0,99 1,28 1,37 1,08 1,25 1,13 14,56 12,02 14,56 28,33 48,00 199.459.236 0,60% a.a. 20% do que 26/03/2012 D+0 D+29/D+30 R$ 25.000,00 R$ 5.000,00

% CDI 122,69 94,07 115,34 123,60 97,72 106,42 106,61 110,09 111,21 110,09 111,26 109,96 exceder 108% do CDI

Moedas FI Multimercado 1,02 1,45 0,44 0,27 1,67 0,15 3,14 13,93 11,08 13,93 26,55 71,67 10.061.546 1,00% a.a. 20% do que 16/02/2011 D+0 D+4/D+5 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

% CDI 87,45 137,11 39,42 23,99 150,36 13,12 295,17 105,30 102,43 105,30 104,26 115,97 exceder o CDI

Multimercado Macro

Macro FI Multimercado 0,90 1,28 0,39 -0,28 1,71 0,78 1,20 9,54 10,90 9,54 21,48 64,71 9.355.509 2,00% a.a. 20% do que 23/02/2011 D+0 D+4/D+5 R$ 25.000,00 R$ 5.000,00

% CDI 77,39 121,22 35,43 154,64 66,12 112,47 72,14 100,77 72,14 84,35 105,29 exceder o CDI

Ações Dividendos

Dividendos FI Ações -4,24 -4,37 3,43 -7,82 -10,33 -1,48 -0,68 -25,82 -12,20 -25,82 -34,88 -9,46 2.395.564 1,50% a.a. 20% do que 20/08/2009 D+1 D+1/D+4 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

Benchmark (Alfa)9 -0,49 3,23 -3,02 -1,64 0,74 1,98 1,82 1,62 5,83 1,62 5,66 45,55 exceder o IDIV

Ações Livre

Total Return FIA -3,23 -0,42 -2,37 -4,34 -7,84 -0,97 1,02 -29,86 -11,03 -29,86 -37,60 583,33 56.160.653 1,50% a.a. 20% do que 25/08/2010 D+1 D+30/D+3 (úteis) R$ 2.500,00 R$ 2.500,00

IbrX- 50 (Alfa)7 0,81 1,56 -3,43 -1,09 0,14 2,79 0,39 -16,77 -8,38 -16,77 -22,20 599,68 exceder o Ibr-X50 da conversão5

Fundo Fechado de Ações

Expertise FIA -2,50 -16,60 -5,10 3,31 -6,62 -6,28 3,26 -38,09 -15,99 -38,09 -47,99 -26,17 471.463.423 1,50% a.a. 20% do que 25/02/2011 D+1 (Fechado Fundo Fechado6 R$ 1.000.000,00 R$ 100.000,00

Expertise FIA * -2,50 -10,05 4,30 3,31 -0,06 -6,28 3,26 -13,63 -15,99 -13,63 -27,44 3,00 exceder o IVBX-2 para captações)

IVBX-2 (Alfa) 7 0,52 -10,64 2,55 2,22 6,94 -6,14 4,43 -13,00 -14,31 -13,00 -25,15 -20,41

Expertise II FIA -6,29 -5,17 -1,34 -1,45 -3,95 -4,18 3,13 -32,91 -27,59 -32,91 -51,42 -58,71 171.323.955 1,50% a.a. 20% do que 10/06/2013 D+1 (Fechado Fundo Fechado6 R$ 1.000.000,00 R$ 100.000,00

IVBX-2 (Alfa) 7 -3,28 -5,75 -3,09 -2,54 3,05 -4,04 4,31 -32,29 -25,91 -32,29 -49,12 -66,85 exceder o IVBX-2 para captações)

INDICADORES 7

CDI (Taxa Nominal) 1,16 1,06 1,11 1,11 1,11 1,18 1,06 13,23 10,81 13,23 25,47

Dólar Comercial (Ptax) 1,41 -0,22 -2,87 8,95 7,45 9,39 -2,40 47,01 13,39 47,01 66,69

IBOVESPA 3 -3,93 -1,63 1,80 -3,36 -8,33 -4,17 0,61 -13,31 -2,91 -13,31 -15,84

IBRX -3,79 -1,66 1,36 -3,11 -8,25 -3,44 0,76 -12,41 -2,78 -12,41 -14,85

IBRX-50 -4,04 -1,98 1,06 -3,25 -7,98 -3,75 0,64 -13,09 -2,65 -13,09 -15,39

IDIV -3,75 -7,60 6,45 -6,18 -11,08 -3,46 -2,50 -27,45 -18,04 -27,45 -40,53 Rating pela S&P Signatory of:

IMA-B 2 1,52 1,03 2,58 -0,68 -3,11 -0,73 -0,27 8,88 14,54 8,88 24,72

IMA-G ex-C 8 1,02 1,00 1,50 -0,40 -1,11 0,58 0,30 9,25 12,37 9,25 22,77

IVBX-2 4 -3,01 0,59 1,75 1,08 -7,00 -0,14 -1,17 -0,63 -1,68 -0,63 -2,30

RENTABILIDADE ACUMULADA RENTABILIDADE MENSAL

1 Demonstrado desde a data de início para os fundos que não atendem ao período referenciado. 2 O indicador IMAB tem como base de cálculo para os valores acumulados, a data de início do fundo Inflatie 3 Até 30/04/08 o cálculo é feito utilizando -se a cotação média e, a partir de 02/05/2008 a cotação de fechamento. 4 O Indicador IVBX-2 tem como base de cálculo o início do fundo Expertise

5 Caso o cotista solicite resgate com conversão das cotas em D+1/ Liquidação das cotas D+4, será cobrada a taxa de saída no mon tante equivalente a 10% do valor de resgate. Esta taxa será descontada no dia da efetivação do resgate e revertida ao patrimônio líquido do fundo.

6 O fundo entrará em liquidação ao final do seu prazo de duração, que corresponde a 5 (cinco) anos a contar da data da prime ira integralização de cotas. Amortizações: Decorrido o prazo de 3 (três) anos a contar da data da primeira integralização de cot as, o Fundo poderá ter amortizações extraordinárias a único e exclusivo cirtério do Administrador

7 Salvo os indicadores citados junto a cada fundo, os indicadores acima se tratam de mera referência econômica, e não meta ou parâmetro de performance de fundo d e investimento. No caso dos fundos Total Return FI, Expertise FIA e Expertise II FIA , os índices mostrados são utilizados apenas como parâmetro para cálculo de performance e não como índice de referencia 8 O Indicador IMA-G ex-C tem como base de cálculo o início do fundo Índices

9 Até 30/06/2013 foi utilizado o IBX -50; a partir de 01/07/2013 o indicador para cobrança de performance passou a ser o IDIV - Indice de Dividendos BM&F Bovespa

10 O fundo possui carência de 2 anos e após o período de carência, a conversão da cota acontece em D+359 com crédito em D+360. B enchmark: Até 09/08/2015 foi utilizado NTNB+1,2% a.a.; a partir de 10/08/2015 como índice de referência será utilizado o IPCA+ 6%a.a.

* Rentabilidade no quadro acima contempla o ajuste das amortizaçções de R$ 50 milhões, R$ 30 milhões ,R$43 milhões e R$ 30 m ilhões ocorridas em 20/05/2015, 14/08/2015 , 23/10/2015 e 25/11/2015 respectivamente. O ajuste considera o efeito proporcional d a amortização sobre a série de cotas do fundo. O fundo SulAmérica Moedas FIC FIM foi incorporado pelo fundo SulAmérica Moedas FIM em 28/08/2015, permanecendo assim o histór ico do fundo SulAmérica Moedas FIM, que até esta data não possuia taxa de administração e passou a ter taxa de 1%a.a

O fundo SulAmérica Macro FIC FIM foi incorporado pelo fundo SulAmérica Macro FIM em 28/08/2015, permanecendo assim o históric o do fundo SulAmérica Macro FI, que até esta data não possuia taxa de administração e passou a ter taxa de 2%a.a..

RENTABILIDADE MENSAL

TAXAS

Fundos SulAmérica Investimentos

Publico Alvo: Todos os fundos são destinados a investidores em geral, com exceção dos fundos Expertise FIA, Expertise II FIA, Crédito Ativo , High Yield e Moedas que são destinados a investidores qualificados Regime de Cotas: Os fundos Exclusive e Excellence têm cota de abertura, os demais possuem cota de fechamento. Concentração de emissores: Os fundos Dividendos, Total Return, Expertise e Expertise II podem estar expostos a significativa concentração em ativos de Renda Variável de poucos

emissores, com os riscos daí decorrentes  Tratamento Tributário Perseguido: Com exceção dos fundos Renda Fixa Ativo , Índices e Inflatie não há garantia de que os fundos mencionados acima terão tratam ento tributário para fundos de Longo Prazo. Crédito Privado: Os fundos Excellence , Crédito Ativo e High Yield estão sujeitos a risco de perda substancial de seus patrimônios líquidos em caso de eventos que acarretem o não pagamento dos ativos integrantes de suas carteiras, inclusive por força de intervenção, regime de administração temporária, falência, recuperação judicial ou extrajudicial dos emissores responsáveis p elos ativos dos fundos  Taxa de administração: é apropriada diariamente e exceto os Fundo Expertise e Expertise II, que pagam mensalmente, por períodos vencidos, até o 3º d ia útil do mês subsequente, a taxa é paga mensalmente até o 10º dia útil do mês subsequente ao vencido . Taxa de Performance: Paga semestralmente no último dia útil dos meses de dezembro e junho ou no resgate total ou parcial das cotas, o que ocorrer primeiro. Taxa de Saída: Caso o cotista do fundo Total Return solicite resgate com conversão das cotas em D+1/ Liquidação das cotas D+4, será cobrada a taxa de saída no montante equivalente a 10% do valor de resgate. Esta taxa será descontada no dia da efetivação do resgate e revertida ao patrimônio líquido do fundo. Auditoria: KPMG AUDITORES INDEPENDENTES/ Administração: SulAmérica Investimentos DTVM S.A Gestão: SulAmérica Investimentos Gestora de Recursos S/A  TODOS OS FUNDOS UTILIZAM ESTRATÉGIAS COM DERIVATIVOS QUE PODEM RESULTAR EM SIGNIFICATIVAS PERDAS PATRIMONIAIS PARA SEUS COTIS TAS. NO CASO DOS FUNDOS FOCUS FIC FIM, MACRO E MOEDAS PODENDO INCLUSIVE ACARRETAR PERDAS SUPERIORES AO CAPITAL APLICADO E A CONSEQÜENTE OBRIGAÇÃO DO COTISTA DE APORTAR RECURSOS AD ICIONAIS, PARA COBRIR O PREJUÍZO DO FUNDO.  Para avaliação da performance de um fundo de investimento, é recomendável a análise de, no mínimo, 12 (doze) meses  Valor da cota, patrimônio e rentabilidade são divulgados diariamente na Anbima. Exceto pelo fundo Exclusive, os fundos possue m data de conversão de cotas diversa da data de pagamento do resgate  A apuração das rentabilidades é feita com base nos últimos dias úteis dos períodos de referência.  Rating do fundo Excellence: brA+f conferido pela Standard & Poor's. desde setembro de 2010, maiores detalhes podem ser obtido s no prospecto do fundo ou entrando em contato com a SulAmérica Investimentos  RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA.  A rentabilidade divulgada já é líquida das taxas de administração, de performance e dos outros custos pertinentes ao fundo. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS. FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU DO FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO- FGC. LEIA O PROSPECTO ANTES DE INVESTIR; É recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e regulamento dos fundos de inv estimento pelo investidor ao aplicar seus recursos  Para investir acesse: www.sulamericainvestimentos.com.br. Ouvidoria: 4004-2829 (São Paulo) e 0800 725 2829 (demais regiões)

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