• Nenhum resultado encontrado

Monique Garcia Álvares

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Monique Garcia Álvares"

Copied!
38
0
0

Texto

(1)

Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto

Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade de Medicina

de São Jose do Rio Preto - FAMERP

Monique Garcia Álvares

TUBERCULOSE EM PROFISSIONAIS DE

SAÚDE

São José do Rio Preto

2016

(2)

Monique Garcia Álvares

TUBERCULOSE EM PROFISSIONAIS DE

SAÚDE

São José do Rio Preto

2016

Trabalho de Conclusão do Curso apresentado a Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, para obtenção do grau de Enfermeira. Orientadora: Profa Dra. Denise Beretta

(3)

Ficha catalográfica:

Álvares, Monique Garcia

Tuberculose em profissionais de saúde./Monique Garcia Álvares. São José do Rio Preto, 2016

38 p.

Monografia (TCC) – Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto – FAMERP

Orientadora: Profa. Dra. Denise Beretta

1. Tuberculose; 2. Saúde do Trabalhador; 3. Risco Ocupacional; 4. Profissionais da Saúde; 5. Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.

(4)

Monique Garcia Álvares

TUBERCULOSE EM PROFISSIONAIS DE

SAÚDE

BANCA EXAMINADORA:

TRABALAHO DE CONCLUSÃO DE CURSO PARA OBTENÇÃO DO GRAU DE ENFERMEIRO

DATA: 06/Dezembro/2016

Presidente e Orientadora:

Profª. Drª Denise Beretta

1º Examinador

: Profª Dra Maria de Lourdes Sperli Geraldes Santos

2º Examinador

: Profª Dra Margarete Ártico Baptista

(5)

SUMÁRIO Dedicatória... i Agradecimentos... ii Epigrafe... iii Lista de Tabelas... iv Lista de Figuras... v Lista de Abreviaturas... vi Resumo... vii Abstract ... viii 1 INTRODUÇÃO... 1 2 OBJETIVO... 3 2.1 Objetivos Específicos... 3 3 MATERIAL E MÉTODO... 4 3.1 Tipo de Estudo... 4 3.2 Local de Estudo... 4 3.3 População de Estudo... 5

3. 4 Critérios de Inclusão e Exclusão... 5

3.5 Comitê de Ética em Pesquisa... 5

3.6 Coleta de Dados... 6

3.7 Instrumento de Coleta de Dados... 6

4 RESULTADOS... 7

4.1 Caracterização Sócio-demográfica ... 8 4.2 Caracterização Clínica da TB nos registros... 11 5 DISCUSSÃO... 14 6 CONCLUSÃO... 17 7 REFERÊNCIAS... 18 8 APENDICES... 21 9.ANEXOS... 22

(6)

Dedicatória

Dedico mais essa conquista aos meus pais que sempre estiveram ao meu lado e me apoiara em todas minhas escolhas.

Aos meus amigos que caminharam junto comigo e me deram tanta força.

Aos meus queridos mestres, sobretudo minha Orientadora Denis Beretta, que sempre me ajudou da melhor forma possível em tudo, muitas vezes sendo como uma mãe.

(7)

Agradecimentos

Agradeço primeiramente a Deus, por sempre me iluminar e me dar forças para enfrentar qualquer dificuldade.

À minha familia que esteve comigo em todos os momentos, principalmente meus pais que sempre me incentivaram a batalhar pelos meus sonhos, dedicando mais que apenas seu tempo, mas trabalhando muito para eu conseguir estar aqui.

Aos meus amigos que tanta força me deram, para chegar até aqui, obrigada a todos, mas principalmente, Aline Andreu, Gabriela Zanqueta, Geórgia Verni, Géssica Garcia, Danielly Zacharo e Lívia Pinheiro, que muito além de amigos, foram irmãos.

Ao meu amado Leandro C. Bortolotto que me apoiou e ainda apoia em todas minhas decisões e está sempre comigo.

A minha orientadora que me orientou, confortou e ofereceu todo o seu saber, para eu alcançar meus objetivos.

A todos os docentes da FAMERP, pois me deram algo que não pode ser tirado de mim, o saber.

(8)

Epígrafe

“Agradeço todas as dificuldades que enfrentei; não fosse por elas, eu não teria saído do lugar. As facilidades nos impedem de caminhar. Mesmo as críticas nos auxiliam muito.”

(9)

Lista de Tabelas

LISTA DE TABELAS

Tabela 1. Distribuição geral dos registros de notificação em Tuberculose no GVE-29, segundo categoria profissional, no período de 2005 a 2015. SJRPreto, 2016

Tabela 2. Distribuição dos registros de notificação em Tuberculose no GVE-29 envolvendo profissionais da saúde, segundo sexo, faixa etária, no período de 2005 a 2015. SJRPreto, 2016.

15

Tabela 3. Distribuição dos registros de notificação em Tuberculose no GVE-29, segundo a categoria profissional da saúde, no período de 2005 a 2015. SJRPreto, 2016.

15

Tabela 4. Distribuição dos registros de notificação em Tuberculose no GVE-29 envolvendo profissionais da saúde, segundo município de residência e ano de notificação, no período de 2005 a 2015. SJRPreto, 2016.

Tabela 5. Distribuição Clinica da Tuberculose nos profissionais da saúde, segundo a ficha de notificação do GVE-29, no período de 2005 a 2015. SJRPreto, 2016.

(10)

Lista de Figuras

LISTA DE FIGURAS

Figura 1. Distribuição da forma clinica extrapulmonar da Tuberculose nos profissionais da saúde no período de 2005 a 2015. SJRPreto, 2016.

(11)

Lista de Abreviaturas

LISTA DE ABREVIATUIRAS

CAT Comunicação de Acidente de Trabalho CEP Comitê de Ética em Pesquisa

CVE Centro de Vigilância Epidemiológica

DRS Departamentos Regionais de Saúde GVE Grupo de Vigilância Epidemiológica MS Ministério da Saúde

SINAN Sistema de Informação de Agravos de Notificação SUS Sistema Único de Saúde

(12)

RESUMO

Introdução: A Tuberculose (TB) é uma doença infectocontagiosa evitável e

curável, com tratamento específico. Apontada como a maior causa de morbidade e mortalidade entre as doenças infectocontagiosas do mundo. Inseridos neste contexto estão os profissionais de saúde, descritos como uma população especialmente vulnerável e exposta ao risco de infecção e adoecimento por TB em comparação a população geral. Como agravantes aponta-se ainda as medidas de biossegurança referentes a transmissão da TB as quais são muitas vezes negligenciadas por estes profissionais, aumentando a possibilidade de transmissão nosocomial. Objetivo: Analisar a ocorrência de tuberculose em os profissionais de saúde de São José do Rio Preto. Material e Método: Estudo epidemiológico, retrospectivo e quantitativo teve os dados coletados no banco do Grupo de Vigilância Epidemiológica 29 de São José do Rio Preto, com o auxilio de um instrumento próprio elaborado para atender os objetivos da pesquisa e embasado na ficha de notificação de Tuberculose. Resultados: No período de 2005 a 2015 foram registrados 166 notificações de tuberculose no banco do GVE 29, destes 63 envolveram profissionais da saúde. A caracterização do sócio-demográfica dos profissionais da saúde envolvidos nas notificações de tuberculose: homens (52,38%), na faixa etária prevalente de 30 a 39 anos (34,9%), profissional de enfermagem (35,0%) e ano de notificação 2014 (15,8%). A caracterização e clinica da tuberculose nas notificações: forma clínica pulmonar (60,3%), detectado pela demanda ambulatorial (41,3%), casos novos (92%), realizado baciloscopia (74,6%) e com desfecho para cura (84%). Conclusão: Os dados apontaram lacunas nas informações levantadas de algumas variáveis, evidenciando a necessidade de capacitações do pessoal técnico e profissionais envolvidos na notificação e registros da TB, objetivando melhorar a qualidade e confiabilidade dos dados da real situação de TB envolvendo os profissionais de saúde.

Descritores: Tuberculose, Risco Ocupacional, Profissionais da Saúde, Saúde do

(13)

ABSTRACT

Introduction: Tuberculosis (TB) is an avoidable and curable infectious disease with specific treatment. Aimed as the greatest cause of morbidity and mortality among the infectious-contagious diseases of the world. Inserted in this context are health professionals, described as a particularly vulnerable population and exposed to the risk of TB infection and illness compared to the general population. As aggravating factors are also the biosafety measures regarding TB transmission, which are often neglected by these professionals, increasing the possibility of nosocomial transmission. Objective: To analyze the occurrence of tuberculosis in the health professionals of São José do Rio Preto. Material and Method: Epidemiological, retrospective and quantitative study had the data collected in the bank of the Group of Epidemiological Surveillance 29 of São José do Rio Preto, with the aid of an own instrument elaborated to meet the objectives of the research and based on the notification form of Tuberculosis. Results:. In the period from 2005 to 2015, 166 tuberculosis notifications were recorded in the GVE 29 database, 29 of which 63 involved health professionals. The socio-demographic characterization of health professionals involved in tuberculosis reports: men (52.38%), in the prevalent age group from 30 to 39 years (34.9%), nursing professional (35.0%) and Notification year 2014 (15.8%). The clinical characteristics of tuberculosis in the reports were: clinical pulmonary form (60.3%), detected by outpatient demand (41.3%), new cases (92%), bacilloscopy (74.6%) and cures (84%). Conclusions: The data pointed to gaps in the information collected from some variables, evidencing the need for training of technical personnel and professionals involved in TB reporting and registries, aiming to improve the quality and reliability of the data to real TB situation involving health professionals

Descriptors: Tuberculosis, Occupational Hazards, Health Professionals, Worker Health, Illnesses and Compulsory Notification Aggravations.

(14)

1 INTRODUÇÃO

Os Estabelecimentos de Assistência à Saúde constituem locais de aglutinação de pacientes/clientes acometidos por diferentes problemas de saúde expondo, constantemente, os profissionais de saúde que ali trabalham a variados riscos biológicos, em especial as doenças respiratórias infecciosas, sublinhando-se a tuberculose(1,2).

A Tuberculose (TB) é uma doença infectocontagiosa, com transmissão por via aérea através de gotículas expelidas por pacientes bacilíferos. Sua natureza infecciosa constitui um sério problema de saúde pública “permanescente” no Brasil, afetando tanto a população em geral quanto os profissionais de saúde, que no desenvolver de suas atividades laborais entram em contato direto com esses pacientes (bacilíferos)(3-5).

E apesar de ser uma doença evitável e curável, com tratamento específico, ainda é apontada como a maior causa de morbidade e mortalidade entre as doenças infectocontagiosas do mundo.

A preocupação com a característica ocupacional da doença surgiu no final dos anos 80 em decorrência do aumento das indicações das internações (aumento da incidência de todas as formas da doença; a resistência da mesma a varias drogas em seu tratamento e a coeinfecção do M. Tuberculosis/HIV) as quais favoreceram o adoecimento de profissionais de saúde permanecendo até os nossos dias(5,6).

A TB é considerada uma doença ocupacional (Lei no 8.213, de 24 de julho de 1991) relacionada ao trabalho do Grupo II segundo a Classificação de Schilling. Por se tratar de uma doença que acomete os profissionais de saúde, em decorrência das condições de trabalho por estarem em contato mais estreito com os doentes bacilíferos,

(15)

deve ser notificada por meio da abertura da Comunicação de Acidente de Trabalho – CAT(7,8).

Outro sistema que auxilia nos registros das notificações agravos à saúde dos trabalhadores é o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) cujo objetivo é coletar e processar dados sobre agravos de notificação em todo Brasil, proporcionando uma análise do perfil da morbidade, fundamental para a tomada de decisões nos níveis municipal, estadual e federal. Em 2004 teve a regulamentação da notificação compulsória de agravos à saúde do trabalhador em rede de serviços sentinela específica

Estudos envolvendo os profissionais de saúde em contato direto com paciente infectados pela tuberculose apontaram risco ocupacional para teste positividade do teste tuberculínico de 26,7%(9) e 52 %(10), uma taxa de conversão tuberculínica de 9,2 %.(10) Alertando que os que os profissionais com menos de quatro anos de exposição ao bacilo apresentavam taxas maiores de positividade ao teste(9).

Justificativa

O risco ocupacional em tuberculose é um problema real e fonte de pesquisas que merece ser melhor investigado visto que persistem lacunas de conhecimento nos aspectos epidemiológicos do mesmo.

(16)

2 OBJETIVO GERAL

Analisar a ocorrência de tuberculose nos profissionais de saúde de São José do Preto.

2.1 OBJETIVOS ESPECIFICOS

 Caracterizar as variáveis sócio-demográficas dos profissionais da saúde notificados com TB;

(17)

3 MATERIAL E MÉTODO 3.1 Tipo de estudo

Trata-se de um estudo epidemiológico, descritivo e retrospectivo, com levantamento de dados já existentes sobre a notificação de Tuberculose envolvendo profissionais de saúde, visando reunir e classificar os fatos relacionados a essa situação e determinar a magnitude desse problema.

O estudo epidemiológico tem finalidade exploratória descrita permitindo detalhar acontecimentos, situações e depoimentos enriquecendo a análise das informações e propiciando ao pesquisador maior conhecimento em torno de um determinado problema. E os estudos exploratórios não elaboram hipóteses a serem testadas no trabalho, restringindo-se a definir objetivos e buscar maiores informações sobre determinado assunto de estudo(11).

3.2 Local

Este estudo foi realizado no banco de dados do Sistema Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) do Grupo de Vigilância Epidemiológica 29 de São José do Rio Preto (GVE 29), interior do Estado de São Paulo.

A divisão administrativa da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo se faz por meio dos Departamentos Regionais de Saúde (DRS) que divide o Estado de SP em 17 Departamentos de Saúde, que são responsáveis por coordenar as atividades da Secretaria de Estado da Saúde no âmbito regional e promover a articulação intersetorial, com os municípios e organismos da sociedade civil.

(18)

São Jose do Rio Preto e região pertencem a DRS15 que abrange 102 municípios. Esses municípios por sua vez estão sub-divididos em dois GVE, entre eles o GVE 29.

O GVE 29 é parte integrante, em nível regional, da estrutura do Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof Alexandre Vranjac” (CVE) que normatiza o Sistema de Vigilância Epidemiológica no Estado de São Paulo. Sua área de atuação territorial de atuação e as unidades abrangem 67 municípios pertencentes às regiões de Catanduva, Votuporanga e Rio Preto(12).

3.3 População do Estudo

A população foi constituída por profissionais de saúde de São Jose do Rio Preto que no período de 2005 a 2015 foram notificados com Tuberculose no banco de dados do SINAN do GVE29 por doenças ou agravos de notificação compulsória.

3.4 Critérios de inclusão e exclusão

Foram incluídos neste estudo todos os registros de notificações de doenças e agravos na saúde do trabalhador, no período de 2010 a 2015 e excluídos as notificações com muitos dos dados em branco ou incompleto que não possam atender os objetivos específicos definidos nesta pesquisa.

3.5 Comitê de Ética

O projeto de pesquisa foi submetido à apreciação do Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto-CEP/FAMERP (CAAE 59870616.8.0000.5415 – ANEXO I), com vista à preservação dos aspectos éticos relacionados à pesquisa envolvendo seres humanos(13).

(19)

Por se tratar de um de em estudo epidemiológico retrospectivo foi solicitado da dispensa do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (ANEXO II).

3.6 Coleta de Dados

A coleta de dados ocorreu após a aprovação do CEP e as informações foram coletadas no banco de dados do SINAN GVE 29, especificamente na pasta da Tuberculose, no período mês outubro de 2016.

Foi ainda solicitado o consentimento da Diretoria do GVE 29 para levantar os dados existentes nos respectivo banco sobre as notificações de Tuberculose. (ANEXO III).

3.7 Instrumento de Coleta de Dados

Foi elaborado um instrumento próprio embasado na ficha de notificação de Tuberculose ( ANEXO IV) visando atender o objetivo da pesquisa, composto por dados referentes à caracterização sócio-demográficas (sexo, idade, residência e categoria profissional) e clinica (forma clinica, data da notificação, município notificante, porta de entrada, tratamento, baciloscopia e encerramento). (APENDICE I)

(20)

4 RESULTADOS

Os dados obtidos foram agrupados e relacionados segundo os objetivos deste estudo. Tratados em função de índices absolutos e percentuais, apresentados em tabelas, agrupando-se os dados em categorias semelhantes.

No período de 2005 a 2015 foram registrados 166 notificações de tuberculose no banco do SINAN/GVE 29, destes 63 envolveram profissionais da saúde conforme apresentado na tabela 1.

TABELA 1. Distribuição geral dos registros de notificação em Tuberculose no

GVE-29, segundo categoria profissional, no período de 2005 a 2015. SJRPreto, 2016. Categoria Profissional SEXO TOTAL Feminino Masculino N N N % Estudante 2 2 4 2,4 Pedreiro - 5 5 3,0 Profissionais da Saúde 28 35 63 37,9 Outros* 2 5 7 4,2 Em branco 19 68 87 52,4 TOTAL 51 115 166 100,0

*Outros: Profissionais com apenas um registro: Motorista, Secretaria, Técnico agrícola, Metalúrgico, Assistente Social e Advogado.

(21)

Observa-se nesta tabela que no campo categoria profissional (87 - 52%) dos registros referentes a esta variável estavam em branco, sinalizando uma falha no preenchimento das fichas de notificação.

Para maior clareza na descrição e análise dos dados, a partir daqui eles serão tratados em cima dos 63 profissionais de saúde envolvidos, e serão apresentados conforme o instrumento de coleta de dados e em, primeiramente quanto a caracterização do sócio-demográfica dos profissionais da saúde envolvidos nas notificações de tuberculose e depois quanto a caracterização e clinica da tuberculose nas notificações.

4.1 Caracterização Sócio-demográfica

A tabela 2 apresenta os dados de identificação do trabalhador da saúde envolvidos nos registros de notificações compulsórias de Tuberculose de acordo com as variáveis sexo e faixa etária.

TABELA 2. Distribuição dos registros de notificação em Tuberculose no GVE-29

envolvendo profissionais da saúde, segundo sexo, faixa etária, no período de 2005 a 2015. SJRPreto, 2016.

FAIXA ETÁRIA (anos)

SEXO TOTAL Feminino Masculino N N N % 20 a 29 9 5 14 22,2 30 a 39 9 13 22 34,9 40 a 49 6 7 13 20,6 50 a 59 3 4 7 11,1 60 a 69 1 2 3 4,8 70 a 79 1 2 3 4,8 80 anos ou mais 1 - 1 1,6 TOTAL 30 33 63 100,0

(22)

Verifica-se que na tabela 2 que para a variável sexo dos 63 profissionais de saúde notificados por TB as frequências obtidas foram muitos próximas 33 (52,38%) homens e 30 (47,62%) mulheres.

A faixa etária prevalente foi de 30 a 39 anos (22 - 34,9%), seguidas das faixas de 20 a 29 (14 – 22,2) e 40 a 49 (13 – 20,6%). Ainda nesta tabela em relação a variável idade encontrou-se o registro de um profissional acometido por TB na faixa etária de mais de 80 anos.

TABELA 3. Distribuição dos registros de notificação em Tuberculose no GVE-29,

segundo a categoria profissional da saúde, no período de 2005 a 2015. SJRPreto, 2016.

FAIXA ETÁRIA (anos)

SEXO TOTAL Feminino Masculino N N N % Medico - 1 1 2,7 Enfermeiro 1 - 1 2,7 Técnico de Enfermagem 2 4 6 9,5 Auxiliar de Enfermagem 7 8 15 23,8 Dentista - 1 1 2,7 Psicólogo - 1 1 2,7 Em branco* 18 20 38 60,3 TOTAL 28 35 63 100,0

(23)

Quanto a categoria profissional dos 63 envolvidos nas notificações de TB, a tabela 3 aponta que a maioria eram profissionais de enfermagem (22 - 35,0%) distribuídos em auxiliares (15 - 23,8%), técnicos (6 - 9,5%) e enfermeiros (1 - 2,7%).

Ressalta-se que a informação sobre a variável categoria profissional dos envolvidos nas notificações ficou prejudicada pelo fato de que 60,3% dos registros referentes a esta variável estavam em branco.

TABELA 4 – Distribuição dos registros de notificação em Tuberculose no GVE-29

envolvendo profissionais da saúde, segundo município de residência e ano de notificação, no período de 2005 a 2015. SJRPreto, 2016.

ANO

RIO PRETO REGIÃO TOTAL

N N N % 2006 3 2 5 7,9 2007 3 3 6 9,5 2008 - 4 4 6,3 2009 4 4 8 12,7 2010 4 3 7 11,1 2011 1 4 5 7,9 2012 4 3 7 11,1 2013 2 4 6 9,5 2014 6 4 10 15,8 2015 4 1 5 7,9 TOTAL 31 32 63 100,0

Em relação ao ano de notificação a tabela 4 evidencia que em 2005 não houve registro de tuberculose envolvendo profissionais de saúde de Rio Preto e região, assim como também não houve no total geral de notificações (N = 166). No ano de 2008 não houve nenhum registro de TB em Rio Preto. E o ano com maior frequência de

(24)

notificação foi de 2014 (10 - 15,9%), seguidos dos anos de 2009 (8 – 12,7%), 2010 e 2012, ambos com (7 – 11,1%).

Outro fato que merece destaque diz respeito a frequência de TB envolvendo os profissionais da saúde residentes de Rio Preto apresentando frequências muito próximas dos registros 31 (49,2%) para Rio Preto e 32 (50,8%) para a região. Porém quando comparado a frequência dos registros em relação ao total geral de notificações em TB (N = 166) essa frequência de quase 50% para os residentes em Rio Preto cai para 23,5%.

4.2 Caracterização Clínica da TB nos registros

A tabela 5 apresenta os dados de caracterização clinica da TB referente a notificação dos profissionais de saúde de acordo com as variáveis forma clinica (forma clinica, tipo e porta de entrada, baciloscopia e encerramento).

Nas notificações envolvendo os profissionais de saúde a forma clínica da TB que prevaleceu foi a Pulmonar (38 – 60,3%).

O tipo de entrada na ficha nova refere-se ao tratamento se é caso novo, recidiva ou retratamento. Verifica-se que os profissionais envolvidos foram notificados por Casos Novos 58 (92%), sendo que as notificações restantes para completar o 100% (5 – 8,0%) estavam em branco.

A porta de entrada para a descoberta da Tb mais utilizada foi a demanda ambulatorial (26 - 41,3%) seguida das internações (23 - 36,5%) e urgência e emergência (10 = 15,5%) para elucidação do diagnostico.

(25)

TABELA 5. Distribuição Clinica da Tuberculose nos profissionais da saúde, segundo a

ficha de notificação do GVE-29, no período de 2005 a 2015. SJRPreto, 2016. VARIÁVEIS TOTAL N % Forma Clínica Pulmonar 38 60,3 Extrapulmonar 23 36,5

Tipo de Entrada para Tratamento

Caso Novo 58 92,0

Recidiva - -

Reingresso após abandono - -

Branco 5 8,0

Porta de Entrada para Descoberta

Busca Ativa 1 1,6 Demanda Ambulatorial 26 41,3 Internação 23 36,5 Investigação de contato 3 4,8 Urgência/ Emergência 10 15,8 Baciloscopia Negativo 29 46,0 Positivo 18 28,6 Não Realizado 16 25,4 Encerramento Abandono 1 1,6 Cura 53 84,1 Mudança de Diagnostico 3 4,8 Óbito NTB 4 6,3 Óbito TB 1 1,6 Branco 1 1,6 TOTAL 63 100,0

(26)

Nas 63 notificações de TB foram realizados 47 (74,6%) exames de baciloscopia, destes 46,0%deram negativos e 28,6% positivos. Mas 25,4% dos profissionais de saúde não realizaram a baciloscopia como exame complementar e de rotina para o diagnostico da TB.

Como desfecho ou encerramento do caso para as notificações a maioria aconteceu por cura (53 – 84,1%). Os outros 10 (16,9%) encerramentos das notificações aconteceram por mudança de diagnóstico, abandono e óbito. Ainda no encerramento da notificação verifica-se na tabela 5 que ocorreram quatro óbitos não pro causa da TB, e uma notificação que ficou em branco os dados sobre o desfecho da notificação.

Entre as formas clinicas de TB extrapulmonar notificada nos profissionais de saúde foram mais prevalentes, em uma mesma frequência de notificação, a Ganglionar periférica e pleural (8 – 34,8%), seguidas da meníngea e cutânea/miliar e óssea. Ainda

Figura 1. Distribuição da forma clinica extrapulmonar da Tuberculose nos profissionais da saúde no período de 2005 a 2015. SJRPreto, 2016.

(27)

nos registros das notificações dois constavam como outros, mas não estavam especificados quais.

5 DISCUSSÃO

Os dados encontrados neste estudo referentes ao predomínio do sexo masculino são corroborados por outros estudos que abordam a mesma temática da TB na área da saúde e com dados do Ministério da Saúde. Os dados trazem um problema de âmbito socioeconômico, uma vez que o trabalhador adoecido irá se afastar de suas atividades, comprometendo sua renda mensal, sua atividade social, a produtividade da empresa e elevando as taxas de absenteísmo(8,9,14,15).

A faixa etária dos profissionais de saúde notificados por TB no GVE 29 foi de 20 a 49 anos (77,8%) assemelha-se a da faixa de idade da população em geral que adoece por TB no Brasil(20,12,14,15). E difere do encontrado em pesquisa sobre a TB em uma

unidade de atenção primária à saúde na cidade do Rio de Janeiro que apontou ser a faixa predominantemente de adultos jovens do sexo masculino(19.)

Neste estudo os profissionais de saúde mais acometidos foram os da enfermagem, auxiliares (23%) e técnicos de enfermagem (9,5%), e enfermeiro (1,6%). Assemelham com de outros estudos, que também apontaram como categoria mais afetada, o auxiliar e técnico de enfermagem(9,15,16). E divergindo de outro estudo que apontou ser o enfermeiro e técnico de enfermagem como os profissionais mais acometidos(14).

Esses mesos estudos ambos referem que a enfermagem é a categoria mais afetada, por apresentar um maior risco de exposição, ora por estar em maior contato com indivíduos infectados, ora por negligenciarem as precauções necessárias(9, 14-16,21).

(28)

A categoria profissional foi um dado prejudicado neste estudo, visto que a maioria estava em branco. Tal fato aponta uma grande falha no preenchimento adequado das fixas de notificação, acarretando lacunas na fidelidade dos dados e informações epidemiológicas sobre a TB. As lacunas ou dados em branco são apontados como um problema “comum e frequente” do sistema de registro do SINAN(17,16).

Filha et al (2012) ressalta que a boa qualidade dos registros, tanto nas fontes primárias (prontuários), quanto nas secundárias (sistemas de informação), é fundamental para um diagnóstico de situação acurado A falta de informação compromete a avaliação da adequação dos processos e dos resultados do programa de controle(19).

Sugere uma necessidade de uma maior atenção nos profissionais que estão preenchendo tais fichas de notificação. Esta questão pode ser observada também em vários outros estudos, o que mostra que é um problema geral a ser solucionado(16).

Em relação à distribuição das notificações por ano e local de residência no geral das notificações de TB, obtivemos maiores registros no ano de 2007 na região integrantes do GVE 29 de São José do Rio Preto. Quando fechamos a analise apenas nos profissionais da área da saúde envolvidos, o ano de maior frequência muda para 2014, e São Jose do Rio Preto passa ser a cidade de destaque.

Talvez esse resultado possa ser justificado por Rio Preto ser um polo de referencia em saúde e contar com muitos profissionais atuando nos serviços de saúde. Porém se comparado com o restante do estado de São Paulo os dados divergem no ano, onde os anos com maiores incidências de notificações de TB foram 2009 e 2010 segundo dados do SINAN/SVS/MS(14,17).

(29)

A forma Clínica da doença que mais acomete tanto a população em geral como os profissionais da saúde é a forma pulmonar. Dado este reforçado pelo resultado encontrado, 60,3%, no presente estudo(14-16).

O tipo de entrada para o tratamento da doença foi, predominantemente, casos novos e a saída por cura/ alta do paciente, corroborando com a literatura pertinente ao assunto sobre descoberta e tratamento da TB( 14-16). Já a porta de entrada para descoberta e diagnostico ocorreu por demanda ambulatorial e internação para elucidação diagnostica.

Outra diferença nos achados é a baciloscopia que no trabalho realizado 46% apresentaram – se negativa, 28.6% positivas e 25,4% sequer foram realizados, o que não corresponde aos estudos analisados que trazem a predominância positiva(16).

Estudo sobre a Epidemiologia da TB no Rio de Janeiro encontrou que cerca de 80% da forma clinica foi pulmonar e 20% extrapulmonar e porta de entrada para o diagnostico foi via hospital (26%)(20,16).

(30)

6 CONCLUSÃO

Os resultados obtidos possibilitaram conhecer o perfil epidemiológico dos profissionais de saúde envolvido nas notificações de TB os quais eram em sua grande maioria do sexo masculino, com idade entre 30 e 39 anos, auxiliares de enfermagem, que contraíram a forma pulmonar da doença como primeiro tratamento (casos novos) por meio do atendimento ambulatorial e internação para elucidação diagnóstica com desfecho de cura e alta.

Os dados apontaram lacunas nas informações levantadas de algumas variáveis, evidenciando falhas no preenchimento (coleta das informações) ou digitação (processamento dos dados) das fichas de notificação, sugerindo comprometimento na qualidade das informações geradas.

Portanto revela-se a necessidade de capacitações do pessoal técnico e profissionais envolvidos na notificação e registros da TB, objetivando melhorar a qualidade e confiabilidade dos dados, possibilitando uma melhor análise de dados epidemiológicos para a situacional real da TB envolvendo os profissionais de saúde.

(31)

REFERÊNCIAS

1. Barboza DB, Soler ZASG. Afastamentos do trabalho na enfermagem: ocorrências com trabalhadores de um hospital de ensino. Rev. Latino-am de enfermagem, Ribeirão Preto, 11(2):177-183, mar/abr. 2003.

2. Souza SRG. Biossegurança em tuberculose e os profissionais de enfermagem do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho da UFRJ. Brasília, 2009. 116 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde)-Universidade de Brasília, Brasília, 2009.

3. Lima e Silva FHA, Navarro MBMA. Biossegurança e prevenção da tuberculose: A importância da qualidade do ar no interior dos serviços de saúde. Rev Patol Trop Vol. 42 (2): 133-146. abr.-jun. 2013.

4. Ruffino-Netto A, Pereira JC. Carga da tuberculose: reflexões sobre o tema. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 30(4):307-309, 2004.

5. Saleiro S, Santos AR, Vidal O, Carvalho T, Costa JT, Marques JA. Tuberculosis in hospital department health care workers. Rev Port Pneumol,13 (6):789-799 , nov/dez 2007.

6. Prado TN, Galavote HS, Brioshi AP, Lacerda T, Fregona G, Detoni VV et al. Epidemiological profile of tuberculosis cases reported among health care workers at the University Hospital in Vitoria, Brazil. J Bras Pneumol. 2008;34(8):607-613. 7. Brasil. Ministério da Saúde. Doenças relacionadas ao trabalho. Manual de

procedimentos para os serviços de saúde. Série A. Normas e Manuais Técnicos; n. 114. Brasília: Ministério da Saúde, 2001.

8. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de recomendações para o controle da tuberculose no Brasil / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2011. 9. Oliveira JS, Possuelo LG, Severo K, Carneiro M, Krummenauer E, Machado CPH, Valim ARM. Avaliação da positividade ao teste tuberculínico entre os trabalhadores da rede básica de saúde. Rev HCPA 2011; 31(1):13-17.

10.Maciel ELM, Prado TN, Fávero JL, Moreira TR, Dietze R. Tuberculose em profissionais de saúde: um novo olhar sobre um antigo problema. J Bras Pneumol. 2009;35(1):83-90.

11. Barker DJP; Hall AJ. Introdução à epidemiologia, 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan; 1994.

12. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof Alexandre Vranjac”. Relação dos grupos e subgrupos.de Vigilância Epidemiológica (GVEs/SGVEs) [acesso em 03 març 2016] Disponível em: http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/outros/ gves.htm

13. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisa envolvendo os seres humanos. Brasília: 2012. Disponível em: http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf

(32)

14. Cavalcante EFO, Silva DMGV. Perfil de pessoas acometidas por tuberculose. Rev RENE. 2013; 14(4):720-9.

15. Vilte MCV, Rodrigues CC, Marino GC, Teixeira LAC, Salvado GF, Matte MACC. Tuberculose entre funcionários da Universidade Federal Fluminense e do Hospital Universitário Antônio Pedro no período 1997- 2003. Pulmão RJ 2005; 14(3): 208-213.

16. Fávero JL, Cerqueira ACB, Fregonas G, Prado TN, Wernes RCD, Maciels ELN. Prevalência de tuberculose em profissionais da área de Enfermagem obtida por método de relacionamento de bancos de dados, 2000 a 2008, Espírito Santo, Brasil. Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde 2012; 14(2): 31-37.

17. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Boletim Epidemiológico. Volume 47 – 2016. Disponível em: http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2016/marco/24/2016-009-Tuberculose-001.pdf

18. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Taxa de incidência em tuberculose de 1990-2015. Sinan/SVS/MS. [acesso em 20 nov 2016]. Disponível em: http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2016/junho/27/taxa-incidencia-tuberculose-1990-2015-MAIO-2016-corrigida.pdf

19. Theme Filha, MM.; Dauma, RP.; Alves, LC.; Beatriz Leimann, CQ.; Montenegro Engstrom, EM. Análise da tuberculose em uma unidade de Atenção Primária à Saúde na cidade do Rio de Janeiro: perfil clínico, resultado de tratamento e qualidade dos registros. Cad. Saúde Colet., 2012, Rio de Janeiro, 20 (2): 169-76.

Disponível em>:

http://www.cadernos.iesc.ufrj.br/cadernos/images/csc/2012_2/artigos/csc_v20n2_1 69-176.pdf

20. Piller RVB. Epidemiologia da Tuberculose. Pulmão RJ 2012;21(1):4-9 [acesso em

20 nov 2016]. Disponível em:

http://www.sopterj.com.br/profissionais/_revista/2012/n_01/02.pdf

21. Costa JCT, Silva R, Ferreira J, Nienhaus A. Tuberculose ativa entre profissionais de saúde em Portugal. J Bras Pneumol. 2011;37(5):636-645

(33)

APENDICE I

FACULDADE DE MEDICINA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

FORMULÁRIO PARA COLETA DE DADOS

I – CARACTERIZAÇÃO SÓCIO-DEMOGRÁFICAS  Sujeito Sexo: F ( ) M ( ) Idade:__________________________ Residência:________________________  Profissional Categoria profissional:______________________________

II – CARACTERIZAÇÃO CLINICA DA TB NOS REGISTROS

Forma clinica:_____________________ Data de notificação:______/_____/_____

Município notificante:____________________________________

Porta de entrada para notificação/descoberta:___________________________ Baciloscopia: ( ) Realizado Resultado: ( ) Positivo ( ) Negativo ( ) Não Realizado

Tratamento: ( ) Anterior/retratamento ( ) Atual/caso novo

(34)
(35)

ANEXO II

FACULDADE DE MEDICINA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO Solicitação de Dispensa do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido

Coordenador do Comitê de Ética m Pesquisa da FAMERP

Prezado Coordenador,

Solicito dispensa do TCLE referente ao projeto de pesquisa intitulado “Tuberculose em Profissionais de saúde”. Será solicitada à Coordenadora do Grupo de Vigilância Epidemiológica 29 de São José do Rio Preto (GVE 29), para liberação dos dados, on line, contidos no SINAN da Vigilância Epidemiológica no Estado de São Paulo, no período proposto para estudo, sobre à caracterização sócio-demográficas (sexo, idade, residência e categoria profissional) e clinica (forma clinica, data da notificação, município notificante, porta de entrada, tratamento, baciloscopia e encerramento). Não serão utilizados os prontuários e nomes dos profissionais notificados, somente só dados acima descritos, mantendo desta forma o sigilo dos mesmos.

Atenciosamente,

Prof Dra Denise Beretta

(36)

ANEXO III

SOLICITAÇÃO PARA O CAMPO DE PESQUISA

PREZADA SENHORA

Vimos por meio desta, solicitar autorização de V.ª Sª, para que possamos realizar levantamento dos registros das notificações referente as doenças e agravos de notificação compulsória em Tuberculose contidos no Banco de Dados do SINAN do GVE 29, on line, no período de 01/Janeiro/2005 a 31/Dezembro/2015.

Os dados levantados serão quanto à caracterização sócio-demográficas (sexo, idade, residência e categoria profissional) e clinica (forma clinica, data da notificação, município notificante, porta de entrada, tratamento, baciloscopia e encerramento). Não serão utilizados os prontuários e nomes dos profissionais notificados, somente só dados acima descritos, mantendo desta forma o sigilo dos mesmos.

Tal solicitação visa dar subsídios ao projeto de pesquisa que estou desenvolvendo como Trabalho de Conclusão de Curso/TCC do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade de medicina de São José do Rio Preto/FAMERP, intitulado:

“Tuberculose em profissionais de saúde”.

Cabe ressaltar que a identificação das pessoas envolvidas na notificação será preservada. Além disso, este Projeto de pesquisa será primeiramente encaminhado para apreciação e parecer do Comitê de Ética e Pesquisa da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto/ CEP FAMERP.

No aguardo de uma resposta coloco-me à disposição para esclarecimentos julgados necessários e agradecemos a atenção.

Atenciosamente,

Monique Garcia Álvares Denise Beretta

Pesquisadora Responsável Orientadora Responsável

ILMA SENHORA

VERA ROLEMBERG TREFIGLIO EID

DIRETOR DO GVE XXIX - SÃO JOSÉ DO RIO PRETO SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

(37)
(38)

Referências

Documentos relacionados

03 agosto/2019 Saúde coletiva e Políticas Públicas: obesidade e doenças associadas 8hs.. 17 agosto/2019 Saúde coletiva e Políticas Públicas: obesidade e doenças

Diferentes autores têm descrito vantagens e desvantagens dos métodos distintos de proteção do sistema nervoso central, níveis de hipotermia e métodos de perfusão durante a CEC:

Assim, quando desenvolvemos os talentos artísticos visando o louvor e a exaltação do nome do Senhor, na verdade, estamos exercitando na plenitude uma capacidade que nos foi

Débito cardíaco e fração de ejeção fetal por meio do spatio-temporal image correlation (STIC): comparação entre fetos masculinos e femininos3. Revista Brasileira de

Métodos: Cento e trinta e seis pacientes foram submetidos à CCVA, após consentimento escrito, entre setembro de 2005 e outubro de 2011, sendo 50% do sexo masculino, com idade de 47,8

As demonstrações contábeis, que devem ser elaboradas pela entidade sem finalidade de lucros, são o Balanço Patrimonial, a Demonstração do Resultado do Período, a Demonstração

vascularizado pelas artérias que o nutrem, já mencionadas anteriormente, associadamente à nutrição deste retalho pericárdico pela difusão de oxigênio quando implantado na aorta,

As produções de matéria seca e de proteína bruta dos capins, em kg/ha, médias dos tratamen- tos com e sem adubação, referentes ao primeiro e segundo anos, e médias dos dois anos,