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OTALEX. OBSERVATORIO TERRITORIAL ALENTEJO EXTREMADURA: RESULTADO FINAL PROYECTO / RESULTADO FINAL PROJECTO

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COORDINACIÓN DE LA EDICIÓN / COORDINAÇÃO DE EDIÇÃO:

Dirección General de Urbanismo y Ordenación del Territorio de la Consejería de Fomento de la Junta de Extremadura.

EDITA:

© Dirección General de Urbanismo y Ordenación del Territorio de la Consejería de Fomento de la Junta de Extremadura.

© Associaçâo de Municipios do Distrito de Évora (AMDE). © Instituto Geográfico Portugués (IGP).

© Centro Nacional de Información Geográfica – Instituto Geográfico Nacional (CNIG-IGN).

© Comissâo de Coordenaçâo e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDR-A). © Associaçào de Municipios do Norte Alentejano (AMNA).

© Gerencia Regional del Catastro en Extremadura (Ministerio de Hacienda).

© Diputación Provincial de Badajoz (Área de Fomento y Contratación de Obras y O. A. Área de Desarrollo Local).

Depósito Legal: BA-723-2008

IMPRIME:

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Extremadura, en España, y Alentejo, en Portugal, son dos regiones pertenecientes a países distintos pero con una amplia gama de intereses comunes. Son territorios de frontera interior y marcada conti-nuidad territorial, caracterizados como espacios de bajas densidades demográficas y que comparten rasgos ecológicos y socioculturales semejantes. El proyecto Observatorio Territorial Alentejo – Ex-tremadura, OTALEX, comienza a principios del año 2006 y persigue como objeto principal, en línea con los objetivos de la Estrategia Territorial Europea (ETE), la monitorización y análisis de las variaciones resultantes de los fenómenos naturales y, esencial-mente, de la actividad humana sobre el territorio. Los principios inspiradores de este proyecto se cen-tran en dar una especial relevancia a los valores am-bientales y compaginarlo con el deseable desarrollo económico y social. Todo ello con el objetivo de me-jorar la calidad de vida de los habitantes de la zona. Entre sus objetivos cabe también destacar, el des-arrollo integrado de metodologías de gestión terri-torial y ambiental con vista al desarrollo equilibrado de estos espacios y la implantación de un sistema de análisis y seguimiento de la realidad territorial a ambos lados de la frontera. En definitiva, crear un Observatorio Territorial Alentejo-Extremadura. A través de OTALEX se ha mantenido una fecunda lí-nea de colaboración interinstitucional y transfronte-riza, mediante el intercambio de experiencias, de información geográfica y de metodologías entre ambos lados de la frontera y entre los tres niveles de la administración del territorio: la nacional, la re-gional y la local.

Los trabajos desarrollados a lo largo del proyecto han ido adaptándose a las novedades que llegan de las Directivas Europeas y a los avances tecnoló-gicos. Al respecto, cabe destacar que, si bien cuando se redactó el proyecto no se contemplaba, como resultado final se ha implantado una Infraes-tructura de Datos Espaciales (IDE), cuya divulgación se realiza a través de una Web, con la denominación IDE OTALEX (www.ideotalex.eu).

A Extremadura, em Espanha, e o Alentejo, em Portu-gal, são duas regiões pertencentes a países distintos mas com uma ampla gama de interesses comuns. São territórios de fronteira interior e marcada continui-dade territorial, caracterizados como espaços de baixa densidade demográfica e que partilham carac-terísticas ecológicas e socioculturais semelhantes. O projecto Observatório Territorial Alentejo – Extre-madura, OTALEX, iniciou-se em princípios do ano de 2006 e tem como lema principal, e de acordo com os objectivos da Estratégia Territorial Europeia (ETE), a monitorização e análise das variações resultantes dos fenómenos naturais e, essencialmente, da actividade humana sobre o território. Os princípios inspiradores deste projecto centram-se em dar especial relevância aos valores ambientais e compactua-los com o des-ejável desenvolvimento económico e social. Todo ele com o objectivo de melhorar a qualidade de vida dos habitantes da zona. Entre os seus objectivos cabe também destacar, o desenvolvimento integrado de metodologias de gestão territorial e ambiental com vista ao desenvolvimento equilibrado destes espaços e a implantação de um sistema de análise e segui-mento da realidade territorial em ambos os lados da fronteira. Em suma, criar um Observatório Territorial Alentejo-Extremadura. Através do OTALEX manteve-se uma profícua linha de colaboração interinstitucio-nal e transfronteiriça, mediante a troca de experiências, de informação geográfica e de metodo-logias entre ambos os lados da fronteira e entre os três níveis da administração do território: a nacional, a re-gional e a local.

Os trabalhos desenvolvidos ao longo do projecto fo-ram-se adaptando às novidades que chegam das Di-rectivas Europeias e aos avanços tecnológicos. Aqui cabe destacar que, embora não estivesse inicialmente contemplada na redacção do projecto, um dos resul-tados finais mais marcantes deste projecto foi a im-plantação de uma Infra-estrutura de Dados Espaciais (IDE), cuja divulgação se realiza através da Web, com a denominação IDE OTALEX (www.ideotalex.eu).

Introdução institucional

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tejo, fomentando la colaboración e intercambio de datos a un lado y otro de la frontera. De ellos caben destacar: COORDSIG, “Coordinación de Sistemas de Información Geográfica y de los Instrumentos de Observación Territorial para el Desarrollo de Espa-cios Rurales de Baja Densidad”, cofinanciado por el Programa Interreg II C, desarrollado durante los años 1997–2001; PLANEXAL, “Reconocimiento Te-rritorial para abordar estrategias comunes de orde-nación y planificación urbana–territorial en Extremadura y Alentejo Centro”, cofinanciado por el Programa Interreg III A España–Portugal y desarro-llado entre los años 2003–2005; y GEOALEX, “Mo-delo Geográfico de Gestión Ambiental y Territorial para Espacios Rurales de Baja Densidad”, cofinan-ciado por el Programa Interreg III A

Es-paña–Portugal (Subprograma Alentejo –

Extremadura) y desarrollado entre los años 2004–2006.

El Proyecto OTALEX está cofinanciado por el Pro-grama Interreg III A España-Portugal e integrado por las siguientes entidades portuguesas y españo-las: Dirección General de Urbanismo y Ordenación del Territorio de la Consejeria de Fomento de la Junta de Extremadura (Jefe de Fila), Associaçâo de Municipios do Distrito de Évora (AMDE), Instituto Geográfico Portugués (IGP), Comissâo de Coorde-naçâo e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA), Centro Nacional de Información Geográ-fica / Instituto Geográfico Nacional (CNIG/IGN), As-sociaçâo de Municipios do Norte Alentejano (AMNA), Gerencia Regional del Catastro en Extre-madura y Diputación Provincial de Badajoz (Área de Fomento y Contratación de Obras y O. A. Área de Desarrollo Local).

Por otro lado, cabe mencionar que a lo largo de la ejecución del proyecto se ha consolidado un equipo de trabajo de carácter multidisciplinar e in-terinstitucional con una importante experiencia en el tratamiento de los temas transfronterizos desde los ámbitos del planeamiento urbanístico, la orde-nación del territorio, la cartografía, el catastro y los sistemas de información geográfica.

En la presente publicación se recoge una síntesis de los trabajos desarrollados por los distintos grupos, que pretenden reflejar el esfuerzo de armonización y puesta en común realizado por parte de las dis-tintas entidades participantes.

mentando a colaboração e intercâmbio de dados a um lado e outro da fronteira. Entre eles cabe destacar: COORDSIG, “Coordenação de Sistemas de Informa-ção Geográfica e dos Instrumentos de ObservaInforma-ção Te-rritorial para o Desenvolvimento de Espaços Rurais de Baixa Densidade”, co-financiado pelo Programa Inte-rreg II C, desenvolvido durante os anos de 1997 a 2001; PLANEXAL, “Reconhecimento Territorial para abordar estratégias comuns de ordenamento e planeamento urbano–territorial na Extremadura e Alentejo Central”, co-financiado pelo Programa Interreg III A Es-panha–Portugal e desenvolvido entre 2003 e 2005; e GEOALEX, “Modelo Geográfico de Gestão Ambiental e Territorial para Espaços Rurais de Baixa Densidade”, co-financiado pelo Programa Interreg III A Es-panha–Portugal (Subprograma Alentejo – Extrema-dura) e desenvolvido entre os anos 2004 e 2006. O Projecto OTALEX é co-financiado pelo Programa In-terreg III A Espanha-Portugal e integra as seguintes entidades portuguesas e espanholas: A Dirección Ge-neral de Urbanismo y Ordenación del Territorio da Consejeria de Fomento da Junta de Extremadura (Jefe de Fila), a Associação de Municípios do Distrito de Évora (AMDE), o Instituto Geográfico Português (IGP), a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Re-gional do Alentejo (CCDRA), o Centro Nacional de In-formación Geográfica / Instituto Geográfico Nacional (CNIG/IGN), a Associação de Municípios do Norte Alentejano (AMNA), a Gerencia Regional del Catastro en Extremadura e a Diputación Provincial de Badajoz (Área de Fomento y Contratación de Obras y O. A. Área de Desarrollo Local).

Cabe ainda mencionar que ao longo da execução do projecto se consolidou uma equipa de trabalho de ca-rácter multidisciplinar e interinstitucional com uma importante experiência no tratamento dos temas transfronteiriços, desde o âmbito do planeamento ur-banístico, do ordenamento do território, da cartogra-fia, do cadastro e dos sistemas de informação geográfica.

Na presente publicação recolhe-se uma síntese dos trabalhos desenvolvidos pelos distintos grupos de tra-balho, que pretende reflectir o esforço de harmoniza-ção e colocaharmoniza-ção em comum da informaharmoniza-ção, realizada por parte das distintas entidades participantes.

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ASSOCIAÇÂO DE MUNICIPIOS DO DISTRITO DE ÉVORA Jerónimo José Correia Lóios, Presidente do Conselho Directivo da AMDE

INSTITUTO GEOGRÁFICO PORTUGUÉS Coronel Arménio Castanheira, Director Geral

CENTRO NACIONAL DE INFORMACIÓN GEOGRÁFICA / INSTITUTO GEOGRÁFICO NACIONAL (Ministerio de Fomento)

Alberto Sereno Álvarez, Presidente CNIG / Director General IGN José Cebrián Pascual, Director CNIG

COMISSÂO DE COORDENAÇÂO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL DO ALENTEJO Maria Leal Monteiro, Presidente da CCDRA

ASSOCIAÇÀO DE MUNICIPIOS DO NORTE ALENTEJANO

Jorge Manuel Martins de Jesus, Presidente do Conselho Directivo da AMNA

GERENCIA REGIONAL DEL CATASTRO EN EXTREMADURA (Dirección General del Catastro, Ministerio de Economía y Hacienda)

Ángel Álvarez Capón, Director General

Paulino Alonso Cobos, Gerente Regional de Extremadura

DIPUTACIÓN PROVINCIAL DE BADAJOZ

(Área de Fomento y Contratación de Obras y O. A. Área de Desarrollo Local)

Mª Josefa Hormigo Guerrero, Vicepresidenta y Diputada Delegada del O.A. Área de Desarrollo Local José Muñoz Núñez, Diputado Delegado del Área de Fomento

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Dirección General de Urbanismo y Ordenación del Te-rritorio de la Consejería de Fomento de la Junta de Ex-tremadura (JEFE DE FILA)

• Francisco Javier Gaspar Nieto (Director General de Ur-banismo y Ordenación del Territorio)

• Fernando Ceballos-Zúñiga Rodríguez (Jefe de Servi-cio de Ordenación Cartográfica y Territorial)

• Carmen Caballero Cáceres • Eva María Flores Guerrero • Víctor Manuel Vaquero Martín • Rafael Álvarez Ramos

• Jose Antonio Mateos Martín • Pilar Rodríguez Senero • Asunción Gonzalez Torrado • Remedios Bernet Herguijuela • Marcos Soriano Corvasí • José Hernández Cumplido

Associaçâo de Municipios do Distrito de Évora (AMDE) • Jerónimo José Correia Lóios (Presidente do Conselho

Directivo da AMDE)

• Maria Teresa Folgôa Batista (Chefe de Divisão da AMDE; Coordenadora do SIGAMDE)

• Manuel Júlio Mateus • Hugo Manuel Gaspar Lopes • Cristina Isabel Constantino Carriço • Venina Raquel Macedo Peixeiro

• Carlos Pinto Gomes (Universidade de Évora) • Ana Lópes Dias (Universidade de Évora)

Instituto Geográfico Portugués (IGP)

• Coronel Arménio Castanheira (Director Geral) • Sara Leonor Coutinho de Sá Costa Reis • Vanda María Soares Fernandes Machado • Danilo Nunes Furtado

Centro Nacional de Información Geográfica / Instituto Geográfico Nacional (CNIG-IGN)

• Alberto Sereno Álvarez (Director IGN, Presidente CNIG)

• José Cebrián Pascual (Director CNIG)

• Sebastián Mas Mayoral (Subdirector General de Apli-caciones Geográficas IGN)

• Pedro Vivas White (Jefe Área de Informática CNIG) • Antonio Rodríguez Pascual (Jefe Área de

Infraestruc-turas de Datos Espaciales IGN) • M. Paloma Abad Power • José M. Alonso Jiménez • Fco. Javier García García • Alejandra Sánchez Maganto • Jose Luis Lucas Martínez

Comissâo de Coordenaçâo e Desenvolvimento Regio-nal do Alentejo (CCDR-A)

• Maria Leal Monteiro (Presidente da CCDRA) • André Ramos

• Colatino Simplício • Joaquim Condeça

Associaçào de Municipios do Norte Alentejano (AMNA) • Jorge Manuel Martins de Jesus (Presidente do

Con-selho Directivo da AMNA) • Dália de Fátima de Almeida Nunes • Ana Roldão Oliveira

• Eduardo Alexandre de Matos Coelho

Participantes Projecto OTALEX

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• Paulino Alonso Cobos (Gerente Regional de Extrema-dura)

• Jesús Ignacio Fernández González (Jefe del Área Re-gional de Inspección del Catastro)

• Amalia Velasco Martín-Varés, (Coordinadora de Rela-ciones Internacionales de la Dirección General del Ca-tastro)

• Mª Ángeles Jiménez Solana

• Mª Ángeles Rodríguez González (Universidad de Ex-tremadura)

• Luis Fernández Pozo (Universidad de Extremadura) • José Cabezas Fernández (Universidad de

Extrema-dura)

tada Delegada del O.A. Área de Desarrollo Local) • José Muñoz Núñez (Diputado Delegado del Área de

Fomento)

• Manuela Rojas Gálvez (Directora del Área de Fo-mento)

• Javier Luna Martín (Director del Área de Desarrollo Local)

• Jose Luis Albarrán Babiano (Jefe de Servicio Diseño y Gestión de Proyectos)

• Manuel Rojas Gálvez (Jefe de Servicio de Información Geográfica)

• Marta Durán Rodríguez • Mª Teresa Gragera Soto • Francisco Hernández Castaño • Ulises Gamero Rodríguez • Arturo López Gallego

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1 PRESENTACIÓN DEL PROYECTO OTALEX / PRESENTAÇÃO DO PROJECTO OTALEX OTALEX – Observatorio Territorial Alentejo Extremadura:

Una práctica de cooperación transfronteriza

OTALEX – Observatório Territorial Alentejo Extremadura: A prática da cooperação transfronteiriça

Maria Teresa Folgõa Batista

Fernando Ceballos-Zúñiga Rodríguez

2 GESTA GENERAL / GESTA GERAL

Modelo de datos socioeconómico y físico-ambiental de OTALEX: Metodología, análisis y resultados a escala regional

Modelo de dados socio-económico e físico-ambiental do OTALEX: metodologias, análise e resultados à escala regional

José Antonio Mateos Martín Víctor Manuel Vaquero Martín Hugo Manuel Gaspar Lopes Eva María Flores Guerrero Ana Roldão Oliveira

3 GESTA ÁREA PILOTO / GESTA ÁREA PILOTO

Propuesta de Indicadores Ambientales para la Caracterización y Monitorización del Área de OTALEX

Proposta de indicadores ambientais para a caracterização e monitorização da área OTALEX

María Teresa Folgôa Batista Cristina Isabel Constantino Carriço Venina Raquel Macedo Peixeiro Susana Bertomeu Ceferino María Ángeles Jiménez Solana

Indicadores de la Naturaleza y Patrimonio Vegetal Indicadores da Natureza e Patrimonio Vegetal Carlos Pinto-Gomes, Maria Teresa Folgôa Batista Cristina Isabel Constantino Carriço, Ana Lopes Dias

Jesús Ignacio Fernández González, José Cabezas Fernández, Francisco Márquez Díaz , Luis Fernández Pozo,

María Ángeles Rodríguez González 15 PÁGINA 23 69 85

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La situación del catastro en Portugal y España O Cadastro em Portugal e Espanha. Estado da arte Jesús Ignacio Fernández González

María Angeles Jimenez Solana

Vanda María Soares Fernandes Machado Cartografía Transfronteriza. Principios de Inspire Cartografia Transfronteiriça. Principios do Inspire Sara Leonor Coutinho de Sá Costa Reis Carmen Caballero Cáceres

Manuel Júlio Mateus

5 WEB-SIG / WEB-SIG

Infraestructura de datos espaciales OTALEX Infra-estructura de dados espaciais OTALEX Carmen Caballero Cáceres

Rafael Álvarez Ramos Asunción González Torrado Marcos Soriano Covarsí

Sara Leonor Coutinho de Sá Costa Reis Antonio Rodríguez Pascual

Manuel Júlio Mateus Ignacio Fernández Uranga

6 CORREDORES Y RECURSOS ECOFLUVIALES TRANSFRONTERIZOS /

CORREDORES E RECURSOS ECOFLUVIAIS TRANSFRONTEIRIÇOS Corredores Ecofluviales. Diputación de Badajoz: Área de Desarrollo Local Corredores Ecofluviais. Diputación de Badajoz: Área de Desenvolvimento Local Javier Luna Martín

José Luis Albarrán Babiano Manuel Rojas Gálvez Marta Durán Rodríguez

7 ANEXOS CD

• Mapas de los temáticos socioeconómicos y fisico-ambientales del grupo

Gesta General / Mapas dos temáticos socioeconômicos e físico-ambientais do grupo Gesta Geral.

• Esquemas y mapas de los indicadores ambientales del Grupo Gesta Área Pi-loto

/ Esquemas e mapas do indicadores ambientais do Grupo Gesta Área Piloto. • Tabla e imágenes de los indicadores de la naturaleza del grupo Gesta Área

loto / Tábua e imagens dos indicadores da natureza do Grupo Gesta Área Pi-loto.

• Libro blanco OTALEX, Manual de formación de usuarios de la IDE OTALEX y Manual de Usuario del geoportal IDE OTALEX / Livro e Manual de usuário do geoportal.

• Corredores ecofluviales / Corredores ecofluviais. 115 143 173 195

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PRESENTACIÓN DEL PROYECTO OTALEX

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Alentejo en Portugal y Extremadura en España son regiones contiguas, unidas no sólo por su territorio, sino también por características ecológicas, socio-económicas y ambientales semejantes. Se caracte-rizan también por tener débiles sistemas urbanos, con poca coordinación, por una baja densidad de población y por poca dinámica socio-económica, centralizada esencialmente en las zonas urbanas de mayores dimensiones. Por otro lado, son ambitos te-rritoriales con amplios espacios naturales y un riquí-simo patrimonio natural y cultural. Por esta razón, están sufriendo enormes presiones económicas y ecológicas que hay que prevenir, para no deteriorar un territorio bien preservado y de elevada calidad ambiental.

Atento a estos problemas, desde hace mas de una década, un grupo de técnicos de entidades de am-bos lados de la frontera hispano-portuguesa se han marcado como objetivo monitorizar y analizar las diferentes transformaciones del territorio de baja densidad poblacional Alentejo-Extremadura. Dan testimonio de ello los diversos proyectos des-arrollados en común desde 1997, como son el pro-yecto Coordinación de SIGs (1997-2000) del programa Interreg IIC en el que participaron la Junta de Extremadura (JE), la Associação de Municípios do Distrito de Évora (AMDE), el Instituto Português de Cartografia e Cadastro (actual Instituto Geográfico Português - IGP), el Ministerio de Medio Ambiente y el Gobierno de Aragón, y los proyectos del pro-grama Interreg IIIA: PlanEXAL (2003-2005), en el que participaron la Junta de Extremadura (JE) y la Asso-ciação de Municípios do Distrito de Évora (AMDE); GEOALEX (2004-2006) en el que participaron como

O Alentejo em Portugal, e a Extremadura em Espanha, são territórios contíguos, unidos não só no território mas por características ecológicas, socio-económicas e ambientais semelhantes. Caracterizam-se também por ter débeis sistemas urbanos, com pouca coorde-nação, por uma baixa densidade populacional e por pouca dinâmica socio-económica, centralizada es-sencialmente nas zonas urbanas de maiores dimen-sões. Por outro lado, são ambos territórios com vastos espaços naturais e um riquíssimo património natural e cultural. Por esta razão, estão a sofrer enormes pres-sões económicas e ecológicas que há que acautelar, para não depauperar um território bem preservado e de elevada qualidade ambiental.

Atento a estes problemas, desde hà mais de uma dé-cada que um grupo de técnicos de entidades de am-bos os lados da fronteira hispano-portuguesa tem vindo a perseguir o objectivo de monitorizar e ava-liar as diferentes transformações do território de baixa densidade Alentejo-Extremadura. São disso testemunho os diversos projectos em comum desde 1997, nomeadamente o projecto Coordenação de SIGs (1997-2000) do programa Interreg IIC em que participaram a Junta da Extremadura (JE), a Associa-ção de Municípios do Distrito de Évora (AMDE), o Ins-tituto Português de Cartografia e Cadastro (actual Instituto Geográfico Português - IGP), o Ministério de Medio Ambiente e o Gobierno de Aragón e os projec-tos do programa Interreg IIIA: PlanEXAL (2003-2005), em que participaram a Junta de Extremadura (JE) e a Associação de Municípios do Distrito de Évora (AMDE); GEOALEX (2004-2006) em que participaram como só-cios a Junta de Extremadura (JE), a Associação de Mu-nicípios do Distrito de Évora (AMDE), o Instituto

OTALEX – Observatorio Territorial Alentejo Extremadura:

Una práctica de cooperación transfronteriza

OTALEX – Observatório Territorial Alentejo Extremadura:

A prática da cooperação transfronteiriça

Maria Teresa Folgõa Batista

Associação de Municípios do Distrito de Évora, Universidade de Évora, Portugal; [email protected] Fernando Ceballos-Zúñiga Rodríguez

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socios la Junta de Extremadura (JE), la Associação de Municípios do Distrito de Évora (AMDE), el Instituto Geográfico Português (IGP), el Instituto Geográfico Nacional – Centro Nacional de Información Geográ-fica (IGN-CNIG), la Associação de Municípios do Norte Alentejano (AMNA), la Comissão de Coorde-nação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA), la Diputación Provincial de Badajoz (Área de Fomento) y la Dirección General de Catastro (DGCE); y el presente proyecto OTALEX (2006-2008), en el que participan los mismos socios del proyecto GEOALEX, y también el Área de Desarrollo Local de la Diputación Provincial de Badajoz.

El proyecto OTALEX (Observatorio Territorial Alen-tejo-Extremadura) es uno de los momentos álgidos de esta colaboración interinstitucional y transfron-teriza, que han permitido el intercambio de

expe-riencias, de información geográfica y de

metodologías, entre ambos lados de la frontera y entre los tres niveles de la administración del territo-rio: la nacional, la regional y la local. Cabe destacar que desde el 13 de marzo de 2006, fecha en la que se celebró la reunión de lanzamiento del proyecto, hasta el 12 de junio de 2008, fecha en la que se ce-lebró el seminario final del proyecto, se han reali-zado en torno a veinte reuniones, entre generales y de los distintos grupos de trabajos, lo que da idea de la intensidad y ritmo de trabajo que se ha se-guido durante este proyecto, circunstancia ésta que, sin duda, ha ayudado a consolidar las relaciones en-tre las instituciones implicadas de los dos paises. El proyecto OTALEX tiene como objectivo la moni-torización y análisis de las alteraciones derivadas de los fenómenos naturales y esencialmente de la ac-tividad humana sobre el territorio. Si bien, cuando se presentó no se sabía la solución tecnológica que se iba a adoptar, en las primeras reuniones se defi-nió la estrategia a seguir. Su principal tarea ha sido la creación de una Infraestrutura de Datos Espacia-les (IDE), donde cada socio puede suministrar y con-sultar información territorial y ambiental de la zona Alentejo-Extremadura.

El concepto de IDE-OTALEX resultó ser la forma más efectiva de disponer de un sistema de información territorial y ambiental, utilizando una arquitectura distribuida y flexible, de forma que se constituya un observatorio para el desarrollo sostenible y la pro-tección ambiental de áreas rurales de baja densi-dad. Esta IDE-OTALEX está constituida por un nodo central (habilitado por el jefe de fila) y por nodos lo-cales (habilitados por los restantes socios) y cuenta con los servicios mínimos de una IDE: Visor de

Da-Geográfico Português (IGP), o Instituto Da-Geográfico Na-cional – Centro NaNa-cional de Información Geográfica (IGN-CNIG), a Associação de Municípios do Norte Alentejano (AMNA), a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA), a Di-putación Provincial de Badajoz (Área de Fomento) e a Dirección General de Catastro (DGCE); e o presente projecto OTALEX (2006-2008) em que participam os mesmos sócios do GEOALEX, e também a área de Des-arrolho Local da Diputación Provincial de Badajoz. O OTALEX – Observatório Territorial Alentejo-Extrema-dura é um dos pontos altos desta colaboração inte-rinstitucional e transfronteiriça, que tem permitido a troca de experiências, de informação geográfica e de metodologias, entre ambos os lados da fronteira e en-tre os três níveis da administração do território: a na-cional, a regional e a local. Destacamos que desde o dia 13 de Maio de 2006, data em que se celebrou a reu-nião de lançamento do projecto, até ao dia 12 de Junho de 2008, data em que se realizou o seminário final do projecto, se realizaram mais de 20 reuniões, entre gerais e dos distintos grupos de trabalho, o que evidencia bem a intensidade e ritmo de trabalho que se seguiu durante este projecto, facto este que sem dú-vida, ajudou a consolidar as relações entre as institui-ções envolvidas dos dois países.

O projecto OTALEX tem como objectivo a monitoriza-ção e análise de alterações decorrentes de fenómenos naturais e essencialmente da actividade humana so-bre o território. Se bem que quando se apresentou a proposta ainda não se soubesse qual a solução tecno-lógica que se iria adoptar, nas primeiras reuniões de-finiu-se a estratégia a seguir. A sua principal tarefa foi a criação de uma Infra-estrutura de Dados Espaciais – IDE, onde cada entidade parceira pode partilhar e consultar informação territorial e ambiental da zona Alentejo e Extremadura.

O conceito de IDE-OTALEX revelou-se como a forma mais efectiva de dispor de um sistema de informação territorial e ambiental, segundo uma arquitectura dis-tribuída e flexível, de forma a constituir um observató-rio para o desenvolvimento sustentável e protecção ambiental de áreas rurais de baixa densidade. Esta IDE-OTALEX é constituída por um nó central (desen-volvido pelo chefe de fila) e por nós locais (desenvolvi-dos pelos restantes sócios), e conta com os serviços mínimos de uma IDE: Visor de dados Geográficos, Ca-tálogos de Dados e localizador de Nomes Geográfi-cos. A comunicação realiza-se através de standards WMS (Web Map Service), CSW (Catalog Service Web), WFS (Web Feature Service) e Nomenclator (pesquisa de topónimos).

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tos Geográficos, Catálogo de Datos y localizador de Nombres Geográficos. La comunicación se realiza a través de los estándares WMS (Web Map Service), CSW (Catalog Service Web), WFS (Web Feature Ser-vice) y Nomenclátor (búsqueda de topónimos). Está constituida por cartografía a diferentes esca-las, compatibilizada y creada siguiendo un catálogo de objectos común a Portugal y España. Éste se des-arrolló en el proyecto GEOALEX y se adaptó a la Di-rectiva INSPIRE (D 2007/2/EC del Parlamento Europeo y del Consejo de 14 de Marzo de 2007). Esta adaptación implicó la reclasificación de los te-mas cartográficos según las clases establecidas en los anexos de la Directiva. Hubo además que definir un sistema único de referencia geográfica, el ETRS89, (European Terrestrial Reference System 1989), reproyectando toda la cartografía del nodo central y de los nodos locales.

Está constituida además por una serie de indicadores socio-económicos y ambientales que caracterizan y monitorizan el territorio Alentejo-Extremadura. Es-tos indicadores fueron previamente estudiados, compilados y armonizados, de forma que constitu-yeran un repositorio de información sobre el territo-rio, comparable y cuantificable. En relación a los metadatos se creó el Núcleo de Metadatos OTALEX donde fueron definidas las reglas de publicación de metadatos y de información en la IDE-OTALEX, de acuerdo con la Norma ISO19115.

Para la realización de las tareas que han posibilitado la implantación de la infraestructura señalada, se constituyeron varios grupos de trabajo, entre los que cabe destacar los de: Cartografía, que continuó los trabajos desarrollados en el proyecto GEOALEX e inició los contactos para estudiar las posibilidades de colaboración en materia de Catastro; GESTA ge-neral, que se centró en la recopilación y compatibi-lización de los indicadores fisico-ambientales y socioeconómicos a nivel regional; GESTA área pi-loto, que se centró en un ámbito geográfico más re-ducido, dónde se recogió información para la confeción de indicadores de la naturaleza (activi-dad realizada fundamentalemente por las Univer-sidades de Évora y de Extremadura), y para indicadores ambientales, también se iniciaron los trabajos para posibilitar la obtención de indicadores de sostenibilidad comparables a ambos lados de la frontera; WEB-SIG, que se encargó de diseñar la pla-taforma tecnológica y que a su vez se organizó en varios subgrupos, como son los de Metadatos, To-ponímia, Representación de la Información y Visor de Mapas; y el de Corredores y Recursos

Ecofluvia-É constituída por cartografia a diferentes escalas, compatibilizada e criada segundo um catálogo de ob-jectos comum a Portugal e Espanha, este desenvol-vido no projecto GEOALEX e adaptada à Directiva INSPIRE (D 2007/2/EC do Parlamento Europeu e do Conselho de 14 de Março de 2007). Esta adaptação implicou a reclassificação dos temas cartográficos para as classes estabelecidas nos anexos da Directiva. Houve ainda que definir um sistema único de referen-cia geográfica, o ETRS89, (European Terrestrial Refe-rence System 1989), reprojectando toda a cartografia do nó central e nós locais.

É constituída ainda por uma série de indicadores só-cio-económicos e ambientais que caracterizam e mo-nitorizam o território Alentejo-Extremadura. Estes indicadores foram previamente estudados, compila-dos e harmonizacompila-dos, de forma a constituírem um re-positório de informação sobre o território, comparável e quantificável. Também no caso dos metadados criou-se o Núcleo de Metadados OTALEX onde foram definidas as regras de publicação de metadados e de informação no IDE-OTALEX, de acordo com a Norma ISO19115.

Para a realização das tarefas que possibilitaram a im-plantação da Infraestructura referida, constituíram-se vários grupos de trabalho, entre os quais cabe destacar os de: Cartografia, que continuou os trabal-hos desenvolvidos no projecto GEOALEX e iniciou os contactos para estudar as possibilidades de colabo-ração em matéria de Cadastro; GESTA geral, que se centrou na recolha e compatibilização dos indicado-res físico-ambientais e socioeconómicos a nível regio-nal; GESTA área piloto, que se centrou no âmbito geográfico mais reduzido, onde se recolheu informa-ção para a elaborainforma-ção de indicadores de natureza

(ac-tividade realizada fundamentalmente pelas

Universidades de Évora e da Extremadura), e para in-dicadores ambientais, também se iniciaram os trabal-hos para possibilitar a obtenção de indicadores de sustentabilidade comparáveis entre ambos os lados da fronteira; WEB-SIG, que se encarregou de desenhar a plataforma tecnológica e que por sua vez se orga-nizou em vários subgrupos, como são os de Metada-tos, Toponímia, Representação da Informação e Visor de Mapas; e o de Corredores e Recursos Ecofluviais Transfronteiriços, actividade desenvolvida fundamen-talmente pela Diputación Provincial de Badajoz, que permitiu ter una experiência de aplicação pratica. Este é um dos primeiros projectos, não piloto, trans-fronteiriço que consistiu na criação de uma IDE, que abrange o território Alentejo-Extremadura, sendo uma plataforma de partilha e troca de informação,

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les Transfronterizos, actividad desarrollada funda-mentalmente por la Diputación Provincial de Bada-joz, que permitió tener una experiencia de aplicación práctica.

Éste es uno de los primeros proyectos, no piloto, transfronterizo que consistió en la creación de una IDE que abarca el territorio Alentejo-Extremadura, siendo una plataforma de aporte e intercambio de información, para la mejor gestión de un territorio contiguo transfronterizo.

Este valor añadido que aporta el proyecto, por lo no-vedoso de su planteamiento, ha quedado reflejado en la cantidad de eventos en los que se ha presen-tado. Caben destacar los siguientes: Conferencia In-ternacional de Software Libre 3.0, celebrada en Badajoz en febrero de 2007; Reunión del Grupo de Trabajo de las Infraestructuras de Datos Espaciales de España, celebrada en Sevilla en marzo de 2007; 13th EC-GI & GIS Workshop, celebrado en Oporto en julio de 2007 (el póster presentado fue uno de los tres nominados para el mejor póster del 13th EC- GI6 & GIS); XXI Jornadas Internacionales de Fitosociolo-gía: Conservación y restauración de hábitats natu-rales y salud pública, celebradas en Madrid en septiembre de 2007 (presentación de póster); IV Jor-nadas Técnicas de la IDE de España, celebradas en el Palacio de Congresos de Santiago de Compostela en octubre de 2007; Les Ateliers du SIG PYRÉNÉES 2007, Web et Geomátique au service de l´ingenierie terri-toriale, celebrado en octubre de 2007; Jornadas de Ambiente: Encuentro Luso-Angolano en Ciencias Ambientales, celebrado en Évora en octubre de 2007 (presentación de póster); Encuentro de Usua-rios ESRI, presentación de póster en marzo de 2008; 10º Encuentro de utilizadores de Información Geo-gráfica ESIG2008, celebrado en mayo, en el Tagus-park, en Oeiras; Congreso Internacional de Ingeniería Geomática y Topográfica, celebrado en Valencia en febrero de 2008; III Congreso Andaluz de Desarrollo Sostenible: Ambientalia, el Cambio Cli-mático, celebrado en Huelva en abril de 2008; GI-FO-RUM, celebrado en julio de 2008 en Austria (Presentación de póster);III Congreso Ibérico de la Ciencia del suelo 2008 (III CICS2008), celebrado en Évora en julio; y XI Coloquio Ibérico de Geografía, ce-lebrado en Alcalá de Henares en octubre de 2008. También cabe destacar que se han publicado en di-versos medios de comunicación noticias sobre los trabajos desarrollados dentro del proyecto, como son los siguientes: En el mes de marzo de 2008, en el diario Expresso (Inovação & Tecnologia) y en EUE 2008; En el mes de abril de 2008, en OpenIdeas.Info,

para a melhor gestão de um território contíguo trans-fronteiriço.

Este valor acrescentado que o projecto criou, pela ac-tualidade do seu desenvolvimento, ficou reflectido na quantidade de eventos em que foi apresentado. Cabe destacar os seguintes: Conferência Internacional de Software Libre 3.0, celebrada em Badajoz em Feve-reiro de 2007; Reunião do Grupo de Trabajo das In-fraestructuras de Datos Espaciais de Espanha, celebrada em Sevilha en Março de 2007; 13th EC-GI & GIS Workshop, celebrado no Porto em Julho de 2007 (o poster apresentado foi um dos três nomea-dos para o melhor poster do 13th EC- GI6 & GIS); XXI Jornadas Internacionales de Fitosociología: Conser-vación y restauración de hábitats naturales y salud pública, celebradas em Madrid em Setembro de 2007 (apresentação de poster); IV Jornadas Técnicas da IDE de Espanha, celebradas no Palacio de Congresos de Santiago de Compostela em Outubro de 2007; Les Ateliers du SIG PYRÉNÉES 2007, Web et Geomátique au service de l´ingenierie territoriale, celebrado em Outubro de 2007; Jornadas de Ambiente: Encontro Luso-Angolano em Ciências do Ambiente, celebrado em Évora em Outubro de 2007 (apresentação de pos-ter); Encontro de Utilizadores ESRI, apresentação de poster em Março de 2008; 10º Encontro de Utilizado-res de Informação Geográfica -ESIG2008, celebrado em Maio, no Taguspark, em Oeiras, Congresso Inter-nacional de Ingeniería Geomática y Topográfica, ce-lebrado em Valencia em fevereiro de 2008; III Congreso Andaluz de Desarrollo Sostenible: Ambien-talia, el Cambio Climático, celebrado em Huelva em Abril de 2008; GI-FORUM, celebrado em Julho de 2008 na Áustria (Apresentação de poster), III Congresso Ibérico da Ciência do Solo 2008 (III CICS 2008), reali-zado em Évora de 1 a 4 de Julho e XI Coloquio Ibérico de Geografia, Alcalá de Henares, de 1 a 4 de Outubro de 2008.

Também se destaca as diversas publicações em meios de comunicação social, notícias sobre os trabalhos desenvolvimos no âmbito do projecto, como são os seguintes: no mês de Março de 2008, no Jornal Ex-presso (Inovação & Tecnologia) e no EUE 2008; no mês de Abril de 2008, no OpenIdeas.Info, nas noti-cies.doc.com, nas noticias.yahoo.com.ep e a revista Mapping; no mês de Maio de 2008, na Ep europa press Extremadura, nas Noticias do Servicio de Información Territorial de las Illes Balears, S.A., no Evora distrito di-gital, na Publicación de Información Social da Caja de Extremadura, na Extremadura 24 horas, na Lafle-cha.net, no Jornal Fonte Nova e na Revista Grada; e no mes de Junho de 2008, no extremadura.com e na revista Pais Positivo, distribuída com o Jornal Público.

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en noticies.doc.com, en noticias.yahoo.com.ep y en la revista Mapping; En el mes de mayo de 2008, en Ep europa press Extremadura, en Noticias del Servi-cio de Información Territorial de las Illes Balears, S.A., en Evora distrito digital, en Publicación de In-formación Social de la Caja de Extremadura, en Ex-tremadura 24 horas, en Laflecha.net, en el Jornal Fonte Nova y en la Revista Grada; y en el mes de ju-nio de 2008, en extremadura.com y en la revista Pais Positivo, distribuida con el periódico Público. El proyecto OTALEX está integrado en el“Informe de Buenas Prácticas: PIC INTERREG IIIA de España-Por-tugal, 2000-2006” como un proyecto de referencia en el ámbito de las Buenas Práticas del Eje 1 - Dota-ción de infraestruturas, ordenaDota-ción y desarrollo del espacio rural transfronterizo.

Cabría señalar también los contactos que se han te-nido con proyectos que tratan temas similares en otros ámbitos territoriales de la frontera hispano-portuguesa, en concreto con los responsables del proyecto SIGNII, desarrollado en el ámbito Galicia-Norte de Portugal, cuyos representantes expusie-ron sus trabajos en el seminario intermedio del proyecto OTALEX celebrado en Portalegre y con posterioridad se celebraron reuniones de trabajo conjuntas, y con los responsables del proyecto Terri-torio Duero/Douro, desarrollado entre la Junta de Castilla y León y la región Norte de Portugal, cuyos trabajos fueron presentados en el seminario final del proyecto OTALEX.

Por último, señalar el sentir de los participantes del proyecto, manifestado en diversas reuniones, de que las bases establecidas y los trabajos desarrolla-dos en este proyecto se proyectan más alla del

sim-ple desarrollo del mismo, necesitando de

continuidad. Por ello, podemos manifestar que este grupo de trabajo transfronterizo está consolidado y que tiene intención de seguir trabajando siguiendo las líneas establecidas en el proyecto OTALEX.

O projecto OTALEX está integrado no “Informe de Bue-nas Prácticas: PIC INTERREG IIIA de España-Portugal, 2000-2006” como um projecto de referência no âm-bito das Boas Praticas do Eixo 1 - Dotação de infra-es-truturas, ordenamento e desenvolvimento do espaço rural transfronteiriço.

Caberá também assinalar os contactos havidos com projectos que tratam temas similares noutros âmbi-tos territoriais da fronteira hispano-portuguesa, em concreto com os responsáveis do projecto SIGNII, des-envolvido no âmbito Galiza-Norte de Portugal, cujos representantes apresentaram os seus trabalhos no se-minário intermédio do projecto OTALEX celebrado em Portalegre, realizando-se posteriormente diversas reu-niões de trabalho conjuntas, e também com os res-ponsáveis do projecto Territorio Duero/Douro, desenvolvido entre a Junta de Castilla y León e a re-gião Norte de Portugal, cujos trabalhos foram apre-sentados no seminário final do projecto OTALEX. Por último, assinalar o sentir dos participantes do pro-jecto, manifestado em diversas reuniões, de que as ba-ses estabelecidas e os trabalhos desenvolvidos neste projecto se projectam mais além do simples desenvol-vimento do mesmo, necessitando de continuidade. Por isso, podemos manifestar que este grupo de tra-balho transfronteiriço está consolidado e que tem a intenção de seguir trabalhando de acordo com as lin-has estabelecidas no projecto OTALEX.

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GESTA GENERAL

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1. RESUMEN

Integrado en el PROJECTO INTERREG III-A OTALEX “OBSERVATORIO TERRITORIAL- ALENTEJO-EXTRE-MADURA”, y como continuación de la experiencia de GEOALEX1, se ha seguido trabajando a escala

re-gional organizando la información en las dos líneas ya trazadas: una físico-ambiental y otra socio-eco-nómica.

En el modelo de datos socio-económico, ante la ca-rencia de indicadores oficiales, estandarizados y ho-mologados, reflejo del distinto marco administrativo de las fuentes estadísticas originales, se partió del listado de variables e indicadores socioeconómicos comunes (con más de 60 indicadores) trabajado so-bre la base administrativa de freguesías alentejanas y entidades municipales extremeñas, avanzado en GEOALEX. Más allá de los indicadores, se aborda la

1. RESUMO

Integrado no PROJECTO INTERREG III-A OTALEX “OB-SERVATÓRIO TERRITORIAL- ALENTEJO-EXTREMA-DURA”, e como continuação da experiência do GEOALEX1, seguiu-se trabalhando à escala regional,

organizando-se as tarefas nas linhas já traçadas: uma fisico-ambiental e outra socio-económica.

No modelo de dados socio-económico, perante a ca-rência de indicadores oficiais standard e homologa-dos, reflexo das características próprias de cada país e das fontes estatísticas originais, partiu-se de uma listagem de variáveis e indicadores socio-económi-cos comuns (com mais de 60 indicadores) traba-lhando sobre uma base administrativa (territorial), freguesias no caso português e municípios no caso espanhol, unidades já adoptadas no GEOALEX. Além dos indicadores, aborda-se a caracterização das

ca-Modelo de datos socioeconómico y físico-ambiental de

OTALEX: Metodología, análisis y resultados a escala regional

Modelo de dados socio-económico e físico-ambiental do

OTALEX: metodologias, análise e resultados à escala regional

José Antonio Mateos Martín

Ldo. en Geografía. Junta de Extremadura, España: [email protected] Víctor Manuel Vaquero Martín

Ldo. en Geografía. Junta de Extremadura, España: [email protected] Hugo Manuel Gaspar Lopes

Ldo. en Geografía. Associação de Municípios do Distrito de Évora, Portugal: [email protected] Eva María Flores Guerrero

Lda. en Sociología. Junta de Extremadura, España: [email protected] Ana Roldão Oliveira

Lda. en Geografía. Associação de Municípios do Norte Alentejano, Portugal: [email protected]

1 Projecto do Interreg III-A do biénio 2004-2006, portanto, antecessor do OTA-LEX, com os mesmos sócios e filosofia, com uma exposição de resultados num SIG transfronteiriço não chegando ainda a uma IDE.

1 Proyecto de Interreg III-A del bienio 2004-2006, por tanto predecesor al OTALEX, con los mismos socios y filosofía, con la plasmación de resulta-dos en un SIG transfronterizo no llegando aún a una IDE.

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caracterización de las características sociodemográ-ficas del ámbito mediante el ensayo de la definición de la ruralidad, valorando las definiciones recogidas por organismo de referencia (MAPA2, Eurostat…),

combinando el tratamiento y reclasificación de al-gunos indicadores base hacia la integración en in-dicadores de síntesis que sean significativos para la caracterización homogénea del ámbito.

En cuanto al modelo de datos físico-ambiental, a partir del tratamiento común de la información de CORINE como soporte estandarizado a nivel euro-peo, en el marco de OTALEX se ha proseguido en el tratamiento y análisis de la información mediante su procesamiento y reclasificación con entornos SIG, combinando también información comple-mentaria valorada por su componente explicativo. Se ha valorado el componente temporal de con-traste mediante el análisis de la información CLC 1990 y CLC 2000, así como el recorte y análisis por municipio, comarca y NUTSIII3de los cambios

de-tectados. Entre estos, se Identifican las áreas de ex-pansión urbana entre 1990 para 2000. En otra línea de actuación se ha abordado la altimetría y la litolo-gía como patrones de caracterización de los domi-nios del CLC 2000. A estos dos se suman los patrones climáticos derivados del tratamiento de estaciones climatológicas con datos termo-pluvio-métricos del periodo 1960-1990 de Alentejo y Ex-tremadura, que, después de georreferenciarlas, se procedió a la interpolación de la información para acercarnos a la distribución espacial de estas dos variables con una perspectiva conjunta.

Con el cruzamiento del CLC 2000 con la climatolo-gía, la altimetría y la litoloclimatolo-gía, identificamos los pa-trones de ocupación espacial de cada uno de los dominios del CLC 2000 con los temáticos antes cita-dos.

2. INTRODUCCIÓN AL GRUPO DE TRABAJO El “Observatorio Territorial Alentejo-Extremadura”, OTALEX, se inició en enero de 2006 con el objetivo de realizar un observatorio transfronterizo asen-tado en el desarrollo sostenible en los ámbitos so-cial, económico y ambiental en espacios rurales de baja densidad poblacional, como son los casos de las regiones portuguesa de Alentejo y española de

racterísticas socio-demográficas, mediante a tenta-tiva de definição da ruralidade, tendo em conta as de-finições oriundas de organismos de referência (MAPA2, Eurostat…), harmonizando o tratamento e

reclassificação de alguns dados de base tendo em vista a integração em indicadores de síntese que se-jam significativos para uma caracterização homogé-nea pretendida.

No que diz respeito ao modelo de dados fisico-am-biental, partindo do tratamento comum da informa-ção CORINE LAND COVER como suporte standard a nível europeu, no OTALEX prosseguiu-se com o tra-tamento e análise da informação através duma pla-taforma SIG, integrando outra informação como forma de valorização explicativa. Assim, teve-se em conta uma abordagem comparativo-temporal dos usos e aproveitamentos do solo CLC 1990 e da CLC 2000, assim como a análise individualizada por mu-nicípio, comarca e NUTSIII3, bem como a

identifica-ção das alterações verificadas entre 1990 e 2000. Numa outra vertente abordaram-se a altimetria, a litologia e a climatologia (neste caso a temperatura e a precipitação - dados de 1960 até 1990). No caso desta última utilizaram-se como referência as esta-ções termo-pluviométricas dos dois países e após a sua georreferenciação, procedeu-se a um conjunto de interpolações a fim de obtermos uma leitura re-gional homogénea.

Com o cruzamento da CLC 2000 com a altimetria, a li-tologia e a climali-tologia, identificamos os padrões de ocupação espacial de cada uma das variáveis por cada um dos domínios da CLC.

2. INTRODUÇÃO AO GRUPO DE TRABALHO O “Observatório Territorial Alentejo-Extremadura”, OTALEX, iniciou-se em Janeiro de 2006 com o objec-tivo de realizar um observatório transfronteiriço pro-movendo o desenvolvimento sustentável no âmbito social, económico e ambiental em espaços rurais de baixa densidade, como é o caso da região portuguesa Alentejo e espanhola da Extremadura, produzindo através das potencialidades da internet a difusão da informação territorial transfronteiriça, desenvol-vendo-se uma IDE-SIGWEB Infra-estrutura de dados espaciais e um Sistema de Informação Geográfica na Internet.

2 Ministerio de Agricultura, Pesca y Alimentación del Gobierno de España. 3 “Reglamento (CE) No 1059/2003 del Parlamento Europeo y del Consejo de 26 de mayo de 2003 por el que se establece una nomenclatura co-mún de unidades territoriales estadísticas (NUTS)”. Diario Oficial de la Unión del 21 de junio de 2003. Bruselas.

2 Ministerio de Agricultura, Pesca y Alimentación del Gobierno de España. 3 “Regulamento (CE) Nº 1059/2003 do Parlamento Europeu e do Conselho, 26

de Maio de 2003 em que se estabelece uma nomenclatura comum de uni-dades territoriais estatísticas (NUTS)”. Diário Oficial da União de 21 de Junho de 2003. Bruxelas.

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Extremadura, acometiendo un estudio constante en el tiempo de la información territorial transfron-teriza a través de las grandes posibilidades que ofrece Internet, desarrollando una IDE-SIGWEB, fraestructura de Datos Espaciales y Sistema de In-formación Geográfica en la Web.

El ámbito geográfico de actuación del proyecto se encuadra en el área de actuación del Programa IN-TERREG III-A, Extremadura-Alentejo, teniendo como áreas de actuación más concretas en Portugal, el Alentejo (Alto Alentejo, Alentejo Central, Bajo Alen-tejo y AlenAlen-tejo Litoral), y en España, Extremadura, (provincias de Cáceres y Badajoz), donde ejercen las competencias en sus respectivos ámbitos cada uno de los 9 socios de componen el proyecto.

Para alcanzar el objetivo marcado en este proyecto transfronterizo, hay que contribuir al acceso a la in-formación geográfica a través de la divulgación continua de los resultados del proyecto en Internet, que consolide un régimen permanente de inter-cambio y análisis de información, utilizando las tec-nologías actuales para incorporar y estudiar datos territoriales de diversos orígenes de ambas regio-nes transfronterizas y que pueda consolidar la co-laboración entre las instituciones participantes para su mantenimiento en el futuro, tanto en el suminis-tro de información, como en su utilización como herramienta de apoyo en la gestión, en la planifica-ción y en la participaplanifica-ción inter-administrativa. Para tal, fueron creados varios grupos de trabajo, constituidos por los técnicos de las diferentes insti-tuciones socios de OTALEX, con funciones y tareas distintas, siendo uno de éstos el “Grupo modelos de datos de ámbito regional”. Este grupo ha venido reuniéndose a lo largo del proyecto con el objetivo de definir e implementar metodologías de trata-miento y unificación de datos e indicadores a escala regional OTALEX, desarrollándose de dos grandes áreas temáticas, la socioeconómica y la físico-am-biental.

El “Grupo modelos de datos de ámbito regional” re-vela el papel crucial desarrollado en este Observa-torio Territorial Alentejo Extremadura como canalizador de la información territorial de las te-máticas socioeconómica y físico-ambiental, desta-cándose la importancia del grupo dentro del proyecto como realización, mantenimiento, des-arrollo, suministro y profundización de un modelo de datos e indicadores de dichas temáticas que nu-tra a la IDE OTALEX

O projecto, em termos geográficos, enquadra-se na área de actuação do Programa INTERREG III-A, Extre-madura-Alentejo, mais concretamente em Portugal, o Alentejo (Alto Alentejo, Alentejo Central, Baixo Alen-tejo e AlenAlen-tejo Litoral), e em Espanha, a Extremadura, (Cáceres e Badajoz), onde exercem as respectivas com-petências cada um dos 9 sócios que compõe o pro-jecto.

Para alcançar o objectivo marcado neste projecto transfronteiriço, não podemos ignorar a contribuição do acesso à informação geográfica através da divul-gação contínua dos resultados do projecto na inter-net, consolidado num regime permanente de intercâmbio e análise, utilizando as tecnologias ac-tuais para incorporar e estudar dados territoriais de diversas origens e de ambas as regiões transfronteiri-ças e que, de alguma forma, possa consolidar a cola-boração entre as instituições participantes, tanto como harmonizadores de informação, como na utili-zação da ferramenta no apoio à gestão, planificação e participação inter-administrativa.

Para tal, foram criados vários grupos de trabalho, constituídos pelos técnicos das diversas instituições participantes no OTALEX, com funções e tarefas dis-tintas, sendo um dos grupos de trabalho, o “Grupo de modelos de dados de âmbito regional”. Este grupo tem vindo a reunir-se ao longo do projecto com o objec-tivo de definir e implementar metodologias de trata-mento, unificação e homogeneização de dados e indicadores à escala regional OTALEX, desenvolvendo duas grandes áreas temáticas: a socio-económica e fisico-ambiental.

O “Grupo de modelos de dados de âmbito regional” desenvolveu um papel crucial no Observatório Ter-ritorial Alentejo Extremadura contribuindo com in-formação territorial de cariz socio-económico e fisico-ambiental, destacando-se a importância e actividade do grupo dentro do projecto com o for-necimento, desenvolvimento, manutenção e apro-fundamento de um modelo de dados nas temáticas referidas anteriormente com o objectivo de susten-tação da IDE-OTALEX.

Assim sendo, neste capítulo desta publicação expo-mos o correspondente a este grupo de trabalho, apre-sentando e explicando a metodologia utilizada para a sistematização, unificação e homogeneização des-tes dados, divulgando, assim, os resultados através de uma representação geográfica, com a finalidade de contribuir para uma plataforma de análise do territó-rio OTALEX através de uma IDE.

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Se expone la correspondiente presentación del tra-bajo de este grupo, mostrando y explicando la

me-todología utilizada para la sistematización,

unificación y homologación de estos datos, divul-gando, así, los resultados a través de la representa-ción cartográfica, con el fin último de contribuir con el suministro de la información temática en la plata-forma de análisis y seguimiento del territorio OTA-LEX a través de una Infraestructura de Datos Espaciales, IDE.

3. MODELO DE DATOS SOCIOECONÓMICO: ÍN-DICE DE RURALIDAD OTALEX.

Con el objeto de obtener un análisis final sobre el estado de desarrollo de la situación socioeconó-mica de las regiones de Extremadura y Alentejo, se optó por aplicar el concepto de ruralidad y clasificar a los municipios y freguesías según los diferentes niveles socioeconómicos, rurales o urbanos.

3.1. Metodología

Para una definición del índice de ruralidad se pue-den estudiar los criterios planteados por diferentes organismos públicos y utilizarlos como referencias. Estos son:

• Ministerio de Agricultura, Pesca y Alimentación del Gobierno de España, que establece la si-guiente clasificación:

- Rural Dominante: municipios con menos de 2000 habitantes.

- Rural Intermedio: municipios que estén en-tre 2000 y 10000 habitantes.

- Urbanos: municipios con más de 10000 ha-bitantes.

• OCDE (Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económico), que utiliza los siguien-tes intervalos:

- Rurales: municipios con menos de 150 habi-tantes/ km2.

- Urbanos: municipios con más de 150

hab./km2.

• Eurostat, con los siguientes criterios:

- Escasa población o Rurales: municipios con densidad población menor a 100 hab./km2.

- Urbanos: municipios con densidad poblacio-nal con mas de 100 hab./km2.

La aplicación de los criterios referidos permite cons-tatar que no son suficientes para los objetivos plan-teados ya que no se adaptan a la realidad del área de estudio por ser demasiado sintéticos.

3. MODELO DE DATOS SOCIOECONÓMICO: ÍNDICE DE RURALIDADE OTALEX.

Com o intuito de obter uma análise conclusiva sobre o estado de desenvolvimento da situaçao socioeco-nómica desta região que se tem vindo a estudar, op-tou-se por aplicar o conceito de ruralidade e classificar os municípios/freguesias segundo os diferentes níveis socioeconómicos, rurais e urbanos.

3.1. Metodologia

Para a definição do índice de ruralidade, começou por se estudar os critérios utilizados por organismos pú-blicos de referência, sendo estes:

• Ministério de Agricultura, Pesca e Alimenta-ção do Governo Espanhol, que assenta na se-guinte divisão:

- Ruralidade Dominante, os municípios com me-nos de 2000 habitantes.

- Ruralidade Intermédia, os municípios que têm entre 2000 e 10000 habitantes.

- Urbanos, os municípios com mais de 10000 ha-bitantes.

• OCDE (Organização para a Cooperação e Desen-volvimento Económico), que utiliza os seguintes intervalos:

- Rurais, os municípios com menos de 150

hab/km2.

- Urbanos, os municípios com 150 hab/km2ou

mais.

• Eurostat, com os seguintes critérios:

- Escassa população ou Rural, os municípios com densidade populacional até 100 habitan-tes por km2.

- Urbanos, os municípios com densidade popu-lacional mais de 100 habitantes por Km2.

A aplicação dos referidos critérios a este caso fez-nos constatar que estes não têm expressão suficiente para os objectivos em questão e não se adaptam à reali-dade da área de estudo devido à sua composição muito sintética.

Para precisar melhor a análise e ajustar estes valores à realidade da região, optou-se por cruzar estes valo-res da população com outros elementos distintos. Em-bora a população seja um indicador chave, outras variáveis de índole territorial, social e económica deve-rão ser tidas em conta: sectores de actividade, infra-estruturação, cobertura de serviços, qualificação e alojamentos existentes. A partir de uma análise com-parativa entre o conceito de ruralidade definido pelos organismos oficiais e os restantes vectores, definiu-se

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Para aportar un análisis completo y ajustar estos va-lores a la realidad de la región, se optó por cruzar los valores de la población con otros elementos dis-tintos. La población es un indicador clave, si bien es conveniente tener en cuenta otras variables de ín-dole territorial, social y económica como sectores de actividad, infraestructura, cobertura de servicios, nivel de cualificación y viviendas existentes. A par-tir de un análisis comparativo entre los conceptos de ruralidad definido por los organismos oficiales y las demás variables, se ha definido el índice de ru-ralidad para este territorio denominado “Índice de Ruralidad OTALEX”

Este índice se basa en el cruce de 10 indicadores. Según los criterios utilizados por los organismos ofi-ciales, la población es la variable más importante, con cuatro indicadores relacionados con las diná-micas poblaciones: la población total, la densidad población, la variación de la población de 1991-2001 y el índice de envejecimiento. Otra informa-ción importante es la cobertura de cada uno de los municipios/freguesías en términos dotacionales, con tres tipos diferentes de equipamientos: centros educativos, centros para mayores y centros sanita-rios (que engloba a centros de salud y consultosanita-rios médicos). Con carácter socioeconómico se incluye un indicador relativo al empleo, el sector de activi-dad predominante, y un indicador educativo, el ni-vel de cualificación predominante. La dinámica residencial, se refleja con un indicador relativo al tipo vivienda.

A cada uno de estos indicadores se otorgó una pon-deración basada en tres rangos diferentes. Los valo-res atribuidos a cada rango varían según los siguientes criterios: el 3 para aquellos rangos más bajos considerados predominantemente rurales; 2 para rangos intermedios o rurales intermedios y 1 para el rango más elevado considerándose como urbanos.

Los indicadores utilizados se presentan a continua-ción con sus respectivas categorías:

Indicador 1: Población total (2001) 0-2000 – 3

2001-9999 – 2 >=10000 – 1

Indicador 2: Variación de la población % (1991-2001)

-39,73–0–3 0,1–50,0–2 50,1–162,42–1

um índice de ruralidade para este território, denomi-nado “Índice de Ruralidade OTALEX”.

O índice baseia-se no cruzamento de 10 indicadores. A população é a variável mais importante e, deste modo, quatro desses indicadores são relacionados com as dinâmicas populacionais: a população total, a densidade populacional, a variação da população 1991-2001 e o índice de Envelhecimento. Outra infor-mação importante é a cobertura de cada um dos mu-nicípios/freguesias em termos de equipamentos com 3 tipos de equipamentos: centros educativos, centros para idosos e centros de cuidados de saúde (que in-cluem centros de saúde e consultórios médicos). Com cariz sócio-económico, incluiu-se também: um indi-cador relativo ao sector de actividade predominante e um indicador do âmbito da educação, o nível de qualificação predominante. Relativo a dinâmica resi-dencial, foi também cruzado um indicador relativo à habitação, sendo ele o total de alojamentos.

Para cada um destes indicadores foi dada uma pon-deração baseada em 3 pesos diferentes, sendo que os valores atribuídos variaram consoante os seguintes critérios: atribuição do valor 3 para situações predo-minantemente rurais, 2 para situações intermédias e 1 para situações urbanas.

Os indicadores utilizados apresentam-se em baixo, com as respectivas categorias:

Indicador 1: População total (2001). 0-2000 – 3

2001-9999 – 2 >=10000 – 1

Indicador 2: Variação da população % (1991-2001).

-39,73-0 – 3 0,1-50,0 – 2 50,1-162,42 – 1

Indicador 3: Densidade populacional (2001). 0-100 – 3

>100 - 1

Indicador 4: Índice de envelhecimento ( 2001). 472,01-1130 – 3

100,01-472 – 2 0-100 – 1

Indicador 5: Sector de actividade predominante (2001).

Primário – 3

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Indicador 3: Densidad poblacional (2001) 0-100 – 3

>100 – 1

Indicador 4: Indice de envejecimiento ( 2001) 472,01–1130 – 3

100,01–472 – 2 0-100 – 1

Indicador 5: Sector de actividad predominante (2001)

Primário – 3

Secundário e Terciário – 1

Indicador 6: Nivel de cualificación predomi-nante (2001)

Sin estudios – 3 2º Grado – 2 1º Grado – 1

Indicador 7: Total de Alojamientos (2001) 0-4027 – 3

4028–23610 – 2 23611–58879 – 1

Indicador 8: Número de centros educativos (2001)

0-4 – 3 5-22 – 2 23-72 – 1

Indicador 9: Número de centros de mayores (2001)

0-1 – 3 2-9 – 2 10-30 – 1

Indicador 10: Número de centros sanitários (2001)

0-2- 3 3-5 – 2 6-11 – 1

El Índice de ruralidad OTALEX es el resultado de la suma de estos 10 indicadores y la división fue reali-zada a partir de la siguiente escala:

Índice de RURALIDAD <22 – Urbano

23-25 – Rural intermédio >26 – Rural Dominante

Indicador 6: Nível de qualificação predominante (2001).

Sem estudos – 3 2º Grau – 2 1º Grau – 1

Indicador 7: Total de Alojamentos (2001). 0-4027 – 3

4028-23610 – 2 23611-58879 – 1

Indicador 8: Centros de ensino (2001). 0-4 – 3

5-22 – 2 23-72 – 1

Indicador 9: Centros para idosos (2001). 0-1 – 3 2-9 – 2 10-30 – 1 Indicador 10: Saúde (2001). 0-2- 3 3-5 – 2 6-11 – 1

O índice de ruralidade OTALEX é o resultado da soma destes 10 indicadores e a divisão foi feita a partir da seguinte escala:

Indice de RURALIDADE. <22 – Urbano

23-25 – Rural intermédio >26 – Rural Dominante

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3.2. Presentación de los resultados

En primer lugar han sido analizados uno a uno cada uno de los indicadores a partir de los cuales se ob-tiene este índice.

1. POBLACIóN TOTAL 2001

El mapa representa la clasificación de la población establecida por el Ministerio de Agricultura, Pesca y Alimentación para definir los municipios como Ru-rales, Rurales Intermedios o Urbanos (más de 10 000 habitantes son considerados urbanos).

En el análisis al total poblacional de cada munici-pio/freguesia, hay que tener en cuenta que este es un valor absoluto y muy influenciado por el área de cada territorio.

Como urbanos se perfilan las mayores ciudades es-pañolas, también las más desarrolladas y con más población, oferta de empleo y servicios: Badajoz, Cáceres, Mérida, Plasencia y Don Benito (con más de 30 000 habitantes).

En Portugal, las freguesías se presentan con totales poblacionales más reducidos. Las que tienen

valo-3.2. Apresentação dos Resultados.

Primeiramente, foram então analisados, um a um, os 10 indicadores que estão na origem deste índice.

1. POPULAçãO TOTAL 2001

O mapa representa uma classificação da população estabelecida pelo Ministério Espanhol da Agricultura, Pesca e Alimentação para definir os municípios como Rurais, Rurais intermédios ou Urbanos (mais de 10 000 habitantes são considerados urbanos).

Na análise ao total populacional de cada municí-pio/freguesia há que ter em conta que este é um valor ab-soluto e muito influenciado pela área de cada território. São urbanas as maiores cidades espanholas, as mais desenvolvidas e com mais oferta de emprego e servi-ços, as que apresentam maior número populacional: Badajoz, Cáceres, Mérida, Plasencia e Don Benito, com a mais de 30 000 habitantes.

Em Portugal, as freguesias apresentam-se com núme-ros populacionais mais reduzidos, sendo que as que apresentam valores mais elevados são algumas

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fre-res más elevados son las freguesías urbanas de Évora, y otras ciudades como Vendas Novas o Sines. En contraposición se sitúan las freguesías rurales y municipios menos desarrollados como El Carrasca-lejo, Cachorrilla, Maranhão y Ruanes, con menos de 100 habitantes.

2. VARIACIóN DE LA POBLACIóN 1991-2001

Para profundizar en el análisis de la población en ambos lados de la frontera, hemos calculado la va-riación que ha sufrido la población entre el año 1991 y 2001.

Los más pequeños municipios y freguesías han su-frido pérdidas bastantes considerables, hasta un 40 % de la población, casi la mitad de habitantes que tenían en el año 1991.

En Extremadura, son las ciudades y núcleos rurales intermedios los que han tenido un considerable au-mento, como municipios desarrollados desde un punto de vista social y económico, y que acogen en sus términos importantes infraestructuras, como son industrias, universidad, etc.

guesias urbanas de Évora e de outras cidades como Vendas Novas ou Sines.

Em contrapartida, as freguesias rurais e municípios menos desenvolvidos apresentam populações escas-sas, como El Carrascalejo, Cachorrilla, Maranhão e Ruanes, com menos de 100 habitantes.

2. VARIAçãO DA POPULAçãO 1991-2001

Para aprofundar a análise da população em ambos os lados da fronteira, calculámos a variação que a po-pulação sofreu entre os anos 1991 e 2001.

Os municípios e freguesias mais pequenos sofreram perdas bastante consideráveis, até 40% da população, havendo assim uma redução de quase metade da po-pulação de 1991 para 2001.

Na Extremadura, são as grandes cidades e nucleos ru-rais intermedios os que sofreram um aumento consi-derável, en tanto que sâo municípios desenvolvidos em termos económicos e sociais e que acolhem em seu território infra-estruturas importantes como in-dustrias, universidad, etc.

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El Alentejo es una región con poca dinámica eco-nómica, que dificulta la fijación de la población, re-sultando en una reducción de la natalidad, fuerte envejecimiento poblacional y elevada emigración y por eso, en la mayoría de los casos, la variación es negativa. El número de freguesías que presenta una tasa de variación positiva es reducido; en esta situa-ción se pueden encontrar las freguesías que más crecieron en algunas de las principales ciudades, cómo Évora, Portalegre, Ponte de Sor e Grândola.

3. DENSIDAD POBLACIONAL 2001

La definición de ruralidad que expresa Eurostat es-tablece los siguientes intervalos: los municipio que se encuentren por debajo de 100 hab / Km2, son denominados como rurales y los que se sitúen por encima de 100 hab/Km2, se consideran urbanos. A pesar de la presencia de densidades bastante ba-jas en ambas regiones, se destaca puntualmente la existencia de municipios/freguesías con densida-des altas.

O Alentejo é uma região com uma fraca dinâmica eco-nómica que dificulta a fixação da população, resul-tando numa sucessiva redução da natalidade, forte envelhecimento populacional e elevada emigração e por isso, na maioria dos casos, a variação é negativa. O número de freguesias que apresenta taxas de varia-ção positivas é reduzido; nesta situavaria-ção, encontram-se as freguesias que mais cresceram em algumas das principais cidades como Évora, Portalegre, Ponte de Sor e Grândola.

3. DENSIDADE POPULACIONAL 2001

Para definir o grau de ruralidade, o Eurostat estabe-lece os seguintes intervalos: os que possuem menos de 100 hab / Km2 são denominados rurais e os que possuem 100 ou mais de 100 hab/Km2 consideram-se urbanos.

Apesar da presença de densidades bastante baixas em ambas regiões, destacam-se alguns municípios e freguesias com densidades altas.

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Uno de los que presentan un valor más elevado es Calamonte, un municipio muy cercano a Mérida. Se sitúa a escasos 4 km. de la misma y se caracteriza por tener el término más pequeño de todos los mu-nicipios de la región. Por otro lado, Mérida es la ca-pital extremeña y concentra el más importante conjunto administrativo regional y uno de los más importantes también de tipo empresarial, unido a la pequeña superficie de Calamonte, justifica la ele-vada densidad de población.

En Alentejo, se observa un fenómeno semejante, siendo las pequeñas freguesías de los núcleos ur-banos de las principales ciudades, Évora, Beja, Por-talegre, Elvas y Estremoz, las que más sobresalen con las densidades mas elevadas. Las primeras tres referidas son capitales de distrito, concentrando los servicios esenciales, en particular los de la adminis-tración pública y las demás son ciudades que se si-túan en el enlace Lisboa-Madrid y cercanas a una área relevante de exploración y transformación de mármol, actividad importante para la dinámica de la región, y también el motivo para sobresalgan las freguesías urbanas de S. Bartolomeu de los munici-pios de Vila Viçosa y Borba.

Um dos que apresenta um valor mais elevado é Cala-monte, um município que está mais perto de Mérida, situando-se a apenas 4km desta, caracterizando-se por ter a superfície mais pequena da região. Por outro lado, Mérida é a capital da região, concentrando em seu território um dos mais importantes conjuntos ad-ministrativos regional e empresarial, o que justifica a elevada proporção de habitantes em função da super-fície do mesmo.

No Alentejo, observa-se um fenómeno semelhante, sendo as pequenas freguesias dos núcleos urbanos das principais cidades – Évora, Beja, Portalegre, Elvas e Estremoz, as que mais sobressaem com densidades elevadas. As primeiras três referidas são capitais de distrito, concentrando os serviços essenciais, em par-ticular os da administração pública; as restantes são cidades que se situam na ligação Lisboa-Madrid e pró-ximas de uma área importante para a exploração e transformação de mármore, que constitui uma acti-vidade importante para a dinâmica da região, sendo também esse motivo para sobressaírem as freguesias de S. Bartolomeu dos municípios de Vila Viçosa e Borba.

Referências

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