Cartografía Transfronteriza Principios de Inspire Cartografia Transfronteiriça Principios do Inspire
CATEGORIAS TEMÁTICAS ATRIBUTOS
B) IGN – Série BCN25 :
Os objectos da série BCN25, encontram-se agrupados em classes homogéneas aos quais se associam um có- digo único formado por seis dígitos (TTGGSS). Os dois primeiros dígitos indicam o tema, os dois seguintes in- dicam o grupo e os dois últimos o subgrupo (TT: tema , GG: Grupo , SS: Subgrupo). Este código está ligado de uma forma biunívoca através do nível, da cor, da es- pessura e do estilo (LV,CO,WT,LC).
Neste modelo existem cerca de 700 códigos estrutura- dos em 10 domínios: 01 – Divisão administrativa; 02 – Relevo ; 03 – Hidrografia ; 04 – Uso do solo ; 05 – Povoa- ções e construções ; 06 – Vias de comunicação ; 07 – Estruturas (condução e transmissão) ; 08 – Toponímia; 10 – Vértices geodésicos.
Figura 41 - Catálogo de objectos - IGN
Observa-se uma grande quantidade de códigos, o que permite ter a informação bastante bem catalogada. No catálogo de objectos não se definem atributos nem hierarquias entre objectos.
Com base na analise anterior, efectuada às caracte- rísticas dos objectos dos três catálogos de objectos, es- tabeleceu-se um catálogo para o projecto, na qual se tentou incluir a máxima informação possível e para a qual foram criados quatro documentos.
En el documento 1 se clasificaron los objetos del proyecto, se codificaron estos objetos, se les dio nombre en portugués y en español y se hicieron las correspondenciascon los objetos de los catálogos del IGP, de la Junta de Extremadura y de la BCN25
Figura 42 y 43 - Documento 1
En los documentos 2 y 3, uno en portugués y el otro en español, refleja el código, el nombre del objeto y la descripción del mismo.
Figura 44 y 45 - Documentos 2 y 3
El documento 4 es un diccionario de objetos, en donde se hace referencia al código, nombre del ob- jeto en portugués y en español, descripción del ob- jeto en las dos lenguas e imágenes ilustrativas del objeto.
No documento 1 foram inseridos os objectos do pro- jecto, os códigos, os respectivos nomes em espanhol e em português, e as correspondências com os catálo- gos de objectos do IGP, da Junta de Extremadura e da BCN25.
Figura 42 e 43 - Documento 1
Nos documentos 2 e 3, um em português e outro em espanhol, inseriu-se o código, o nome do objecto e a descrição do objecto.
Figura 44 e 45 - Documento 2 e 3
No documento 4, foi inserido o código, o nome do ob- jecto em português e espanhol, a descrição do objecto em português e espanhol e algumas imagens ilustra- tivas do objecto.
Figura 46 y 47 - Documento 4
Por último, el catálogo de objetos común, fue tra- tado para adaptarlo a la directiva INSPIRE. Como consecuencia, los objetos sufrieron una reorganiza- ción conforme a los Anexos I, II y III de la normativa. El resultado del catálogo final queda de la siguiente manera:
Figura 48 – Catalogo de objetos - Inspire
4. CONCLUSIONES
La producción de cartografía es una función cos- tosa para cualquier organismo. Las especificaciones técnicas y los controles de calidad son muy exigen- tes y los procesos que intervienen en su realización, precisan de una tecnología avanzada y de unos téc- nicos cualificado.
Figura 46 e 47 - Documento 4
Por fim, o catálogo de objectos comum, foi trabalhado com o objectivo de o adaptar à directiva INSPIRE. Como consequência, todos os elementos pertencen- tes ao novo catálogo foram reorganizados segundo os Anexos I,II e III das normas INSPIRE.
O resultado final de todos os procedimentos, foi um catálogo de objectos que se ilustra:
Figura 48 – Catalogo de objectos - Inspire
4. CONCLUSÕES
A produção de cartografia é uma função dispendiosa para qualquer organismo. As especificações técnicas e os controlos de qualidade são muito exigentes e os processos que intervém na sua realização necessitam de tecnologia avançada e de técnicos qualificados.
Cada productor de cartografía trabaja conforme a sus necesidades, generando modelos cartográficos adaptados a las aplicaciones propias de explotación del producto.
Intentar generar un modelo de cartografía nuevo y común a los dos lados de la frontera, está fuera de toda posibilidad por motivos obvios:
o Supondría un gran esfuerzo de consenso; o Supondría un gran esfuerzo de transformación
de datos orígenes al nuevo modelo;
o Los organismos productores de cartografía se verían obligados a seguir produciendo cartogra- fía en su propio modelo y la continua alimenta- ción del modelo nuevo;
o Supondría una importante dedicación de perso- nal y medios técnicos.
Partiendo de esta realidad, a priori desesperanza- dora, no nos resignamos a mantener esta barrera permanentemente y en este proyecto se han bus- cado soluciones viables. En este sentido la Directiva Inspire y su filosofía facilita el trabajo partiendo de clasificaciones consensuadas.
De esta manera hemos podido llevar a buen fin la homogeneización total de la cartografía del nodo principal de la IDE OTALEX y la homogeneización a nivel de catálogo de los nodos secundarios que sir- ven la cartografía de cada una de las regiones a es- cala 1:10.000.
5. BIBLIOGRAFÍA
[1] Geoalex: Modelo de Gestión Ambiental y Te- rritorial para el Área transfronteriza Alentejo- Extremadura.I. S.B.N.: 84-690-3003-5
[2] Normas y Reglamentos Técnicos:
Normas técnicas para la producción de carto- grafía y ortofotografía a escala 1:10.000, sim- bología y catálogo de objetos
Pliegos técnicos tipo para la producción de cartografía y ortofotografía a escala 1:10.000 Catálogo de objetos de la Base Topográfica Numérica (MNT) para la cartografía 1:10.00 [3] Página Web del Instituto Geográfico Portu-
guês.http://www.pt/
[4] Página Web de la Dirección de Urbanismo y Ordenación del Territorio de la Junta de Extre- madura.http://www.sitex.juntaex.es/
Cada produtor de cartografia trabalha conforme as suas necessidades, gerando modelos cartográficos adaptados às aplicações próprias de exploração do produto.
Tentar criar um modelo de cartografia novo e comum aos dois lados da fronteira, está fora de qualquer pos- sibilidade:
o Implicaria um grande esforço de consenso; o Implicaria um grande esforço de transformação de
dados originais para o novo modelo;
o os organismos produtores de cartografia ver-se- iam obrigados a continuar produzindo cartografia no seu próprio modelo e uma continua alimenta- ção do modelo novo;
o implicaria uma importante dedicação de pessoal e meios técnicos.
Partindo desta realidade, à priori desanimadora, não nos resignamos a manter esta barreira permanente- mente e neste projecto procuraram-se soluções viá- veis. Neste sentido a directiva INSPIRE e a sua filosofia facilita o trabalho com classificaçãos acordadas. Desta forma conseguimos levar a cabo a homogenei- zação total da cartografia do nó principal da IDE OTA- LEX e a homogeneização a nível de catálogo dos nós secundários que servem a cartografia de cada uma das regiões à escala 1:10 000.
5. BIBLIOGRAFIA
[1] GEOALEX: Modelo de Gestão Ambiental e Territo- rial para a Área Transfronteiriça Alentejo - Extre- madura. I. S.B.N.: 84-690-3003-5
[2] Normas e Regulamentos Técnicos:
- Normas técnicas para produção de cartografia e ortofotocartografia à escala 1:10 000, simbolo- gia e catálogos de objectos
- Caderno de encargos tipo para produção de cartografia e ortofotocartografia à escala 1:10000
- Catálogo de Objectos do Modelo Numérico To- pográfico (MNT) para a cartografia 1:10 000 [3] Página Web do Instituto Geográfico Português.
http://www.igeo.pt/
[4] Página Web da Dirección de Urbanismo y Orde- nación del Territorio da Junta de Extremadura. http://www.sitex.juntaex.es/
[5] Página Web do IGN.http://www.ign.es/ [6] Página Web da IDEE.http://www.idee.es/ [7] Documentos de trabalho gerados durante o pro-
jecto OTALEX:
Plano de desenvolvimento Entrevistas
Ponto da situação
Homogeneização de critérios Livro Branco OTALEX
Análise do sistema de informação Estudo Tecnológico
Consultoria, Serviços Tecnológicos e Outsour- cing. SADIEL
[8] Página Web – Rede Ferroviária Nacional REFER EP.http://www.refer.pt/
[9] Página Web – Instituto Nacional da Água INAG. http://www.inag.pt/
[10] Página Web – Estradas de Portugal SA. http://www.estradasdeportugal.pt/
[11] DIRECTIVA 2007/2/CE DO PARLAMENTO EURO- PEU E DO CONCELHO, de 14 de março de 2007, que estabelece uma infra-estrutura de informa- ção geográfica na Comunidade Europeia (INS- PIRE)http://www.europarl.europa.eu/
[12] ISO 19109:2005. Geographic information – Rules for application schema.
[13] ISO 19110:2005. Geographic information – Me- thodology for feature cataloguing.
[14] Geoportal INSPIRE.http://eu-geoportal.jrc.it/ [15] GNB (National Geographic Institute of Belgium).
EuroRegionalMap Specification V4.0. 2004. [5] Página Web del IGN.http://www.ign.es/
[6] Página Web de la IDEE.http://www.idee.es/ [7] Documentos de trabajo generados OTALEX:
Plan de desarrollo Entrevistas
Análisis de la situación Homogeneización de criterios Libro blanco OTALEX
Análisis del sistema de información Estudio Tecnológico
Consultoría, Servicios Tecnológicos y Outsor- cing. SADIEL
[8] Página Web – Rede Ferroviária Nacional REFER EP.http://www.refer.pt/
[9] Página Web – Instituto Nacional da Água
INAG.http://www.inag.pt/
[10] Página Web – Estradas de Portugal SA. http://www.estradasdeportugal.pt/
[11] DIRECTIVA 2007/2/CE DEL PARLAMENTO EU- ROPEO Y DEL CONSEJO, del 14 de marzo de 2007, por la que se establece una infraestruc- tura de información espacial en la Comunidad Europea (Inspire)
http://www.europarl.europa.eu/
[12] ISO 19109:2005. Geographic information – Ru- les for application schema.
[13] ISO 19110:2005. Geographic information – Methodology for feature cataloguing. [14] Geoportal INSPIRE.http://eu-geoportal.jrc.it/ [15] GNB (National Geographic Institute of Bel-
gium). EuroRegionalMap Specification V4.0. 2004.
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WEB - SIG
1. INTRODUCCIÓN
Las Infraestructuras de Datos Espaciales (IDE) cons- tituyen, desde su aparición en los años 90, un nuevo paradigma en el campo de la Geomática, entendida como amplio concepto que incluye todo lo que puede considerarse como gestión de Información Geográfica (IG), porque suponen un cambio sin vuelta atrás en los principios fundamentales, méto- dos de trabajo, aplicaciones, e incluso en la difusión y aplicación de resultados.
En un principio se aplicó la filosofía de los sistemas abiertos a los SIG, y para que los SIG fueran real- mente abiertos, se acuñó el concepto de interope- rabilidad, como capacidad de tales sistemas para interactuar entre sí mediante servicios web y se de- finieron un conjunto de interfaces y protocolos es- tandarizados. El distribuir el procesado de la Información Geográfica sobre la web, modificó de tal manera el escenario, que se pasó de tener SIG conectados mediante la red a disponer de un sis- tema virtual montado sobre la red. El usuario tiene la libertad de combinar la cartografía, servicios, vi- sualizadores y aplicaciones en general disponibles en Internet, con lo que la red trufada de recursos es el nuevo sistema y ha nacido la IDE.
El concepto central, alrededor del que se estructura toda la tecnología, ya no son los datos, alma y cen-
1. INTRODUÇÃO
As infra-estruturas de Dados Espaciais (IDE) consti- tuem, desde o seu aparecimento nos anos 90, um novo paradigma no campo da Geomática, entendida como um amplo conceito que inclui tudo o que se pode considerar como gestão de Informação Geográ- fica (IG), porque pressupõem uma mudança radical de princípios fundamentais, métodos de trabalho, aplicações e, inclusivamente, na difusão e aplicação de resultados.
Como princípio, aplicou-se aos SIG´s a filosofia dos sis- temas abertos e para que os SIG´s fossem realmente abertos juntou-se o conceito de interoperabilidade, como sendo a capacidade de tais sistemas interactua- rem mediante serviços Web tendo sido definidos um conjunto de interfaces e protocolos estandardizados. A informação estar disponível na web, modificou de tal maneira o cenário, que se passou da existência de SIG´s ligados por rede para um sistema virtual mon- tado sobre a rede. O utilizador tem a possibilidade de combinar a cartografia, os serviços, os visualizadores e as aplicações em geral, disponíveis na Internet. A rede repleta de recursos é o novo sistema e, assim, nas- ceu a IDE.
O conceito central, ao redor do qual se estrutura toda a tecnologia, já não é os dados, a alma e o centro dos SIG´s que consumiam a maior parte dos recursos in-