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TESTE SELETIVO PARA ESTAGIÁRIO ÁREA ECONOMIA

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Academic year: 2021

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TESTE SELETIVO PARA ESTAGIÁRIO

ÁREA – ECONOMIA

Candidato:

Inscrição:

Assinatura: _________________________________________________________

CADERNO DE PROVAS

INSTRUÇÕES

1 – Assine o Caderno de Provas e o Cartão de Respostas.

2 - O CARTÃO DE RESPOSTAS tem, obrigatoriamente, de ser assinado e não será substituído, portanto não o rasure nem o amasse.

3 – A prova terá a duração de 3 horas, incluído o tempo para preenchimento do CARTÃO DE RESPOSTAS. 4 - Neste caderno, há 30 (trinta) questões de múltipla escolha, com cinco opções: a, b, c, d e e, sendo 10 (dez) de Português e 20 (vinte) de Conhecimento Específico.

5 - No CARTÃO DE RESPOSTAS, as questões estão representadas por seus respectivos números. Preencha, FORTEMENTE, com caneta esferográfica (tinta azul ou preta), toda a área correspondente à opção de sua escolha, sem ultrapassar as bordas.

6 - Será anulada a questão cuja resposta contiver emenda ou rasura, ou para a qual for assinalada mais de uma opção.

7 - Ao receber a ordem do Fiscal de Sala, confira este CADERNO com muita atenção, pois nenhuma reclamação sobre o total de questões e/ou falhas na impressão será aceita depois de iniciada a prova.

8 - Durante a prova, não será admitida qualquer espécie de consulta ou comunicação entre os candidatos, tampouco será permitido o uso de qualquer tipo de equipamento (calculadora, telefone celular etc.).

9 - Por motivo de segurança, somente durante os trinta minutos que antecedem o término da prova, poderão ser copiados os seus assinalamentos feitos no CARTÃO DE RESPOSTAS.

10 - Entregue este CADERNO DE PROVA, juntamente com o CARTÃO DE RESPOSTAS, ao Fiscal de Sala, quando de sua saída, que não poderá ocorrer antes de decorrido 30 (trinta) minutos do início da prova.

11 – A não observância de qualquer das exigências acima acarretará a sua exclusão do concurso.

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O S e n ã o d o L i v r o

Começo a arrepender-me deste livro. Não que ele me canse; eu não tenho que fazer; e, realmente, expedir alguns magros capítulos para esse mundo sempre é tarefa que distrai um pouco da eternidade. Mas o livro é enfadonho, cheira a sepulcro, traz certa contração cadavérica; vício grave, e aliás ínfimo, porque o maior defeito deste livro és tu, leitor. Tu tens pressa de envelhecer, e o livro anda devagar; tu amas a narração direita e nutrida, o estilo regular e fluente, e este livro e o meu estilo são como os ébrios, guinam à direita e à esquerda, andam e param, resmungam, urram, gargalham, ameaçam o céu, escorregam e caem...

E caem! - Folhas misérrimas do meu cipreste, heis de cair, como quaisquer outras belas e vistosas; e, se eu tivesse olhos, dar-vos-ia uma lágrima de saudade. Esta é a grande vantagem da morte, que, se não deixa boca para rir, também não deixa olhos para chorar... Heis de cair. Turvo é o ar que respirais, amadas folhas. O sol que vos alumia, com ser de toda gente, é um sol opaco e reles, de cemitério e carnaval.

(Machado de Assis, in ‘Memórias Póstumas de Brás Cubas’, Capítulo 71)

1. No 17º Capítulo do livro ‘Memórias Póstumas de Brás Cubas’ do romancista carioca Machado de Assis,

que completa 100 anos de morte em 2008, NÃO se observa:

a) O uso da ênclise (1ª linha do 1º parágrafo), da mesóclise (2ª linha do 2º parágrafo), da 2ª pessoa do singular (no 1º parágrafo) e da 2ª do plural (no 2º parágrafo) caracteriza o estilo clássico, formal, erudito do maior escritor brasileiro de todos os tempos.

b) O parágrafo curto, seco, crítico, irônico revelam a aversão do romancista fundador da Academia Brasileira de Letras ao estilo romântico, lento, linear, ultrapassado.

c) Esse texto é uma parábola, onde o autor utiliza a imagem da árvore para levar o leitor a uma reflexão moral, ética, como o faz a Bíblia, visto que era um homem religioso; e a época em que vivia, conservadora.

d) O ‘Bruxo do Cosme Velho’, como o chamava Carlos Drummond de Andrade, usa da comparação e da ironia para criticar até seu próprio fazer literário e a morte. Ele dialoga com o leitor, como se estivessem um de frente ao outro mas, não num diálogo de entretenimento, e sim, numa fala contundente, sarcástica, ferina, mordaz não só ao estilo romântico, mas à própria ótica, intenção, hábito, expectativa do leitor quanto ao conteúdo de uma obra literária.

e) O autor lançou mão de uma técnica narrativa inovadora na literatura brasileira: criou o defunto-autor, uma personagem (Brás Cubas) que depois de morrer, começa a contar sua vida infame, cretina, fútil, como o era a Burguesia de sua época. Foi a forma mais isenta de Machado para criticar os valores sócias de uma classe social torpe. Tal visão critica e pessimista do humano reflete o sofrimento de sua origem pobre e mulata.

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2. Quanto à gramática do texto, NÃO é correto dizer:

a) O ‘senão’, no titulo do livro, além de poder ser conjunção alternativa (‘do contrário’), conjunção adversativa (‘mas, porém’) e preposição (‘exceto’), está empregado como substantivo, significando ‘falha’, ‘defeito’, ‘mácula’, e não poderia ser substituído por ‘se não’ (separados), pois seria a conjunção condicional acompanhada do advérbio de negação, denotando ‘caso não’.

b) A colocação pronominal em ‘Começo a arrepender-me deste livro’, linha 1 do 1º parágrafo, pode ser alterada, sem incorrer em prejuízo gramatical, para ‘Começo a me arrepender deste livro’.

c) O uso do pronome demonstrativo ‘deste’, linha 1 do 1º parágrafo, refere-se ao próprio livro ‘Memórias Póstumas de Brás Cubas’.

d) O uso do pronome demonstrativo ‘esse’, linha 2 do 1º parágrafo, refere-se ao mundo além-túmulo, visto que a personagem Brás Cubas está morta, ou seja, o defunto-autor.

e) O uso do pronome demonstrativo ‘esta’, linha 2 do 2º parágrafo, refere-se a ‘saudade’, palavras imediatamente anterior ao pronome de emprego anafórico.

3. NÃO há falta de paralelismo na construção:

a) Haverá treinamento no DFAE de segunda ao sábado. b) Haverá treinamento no DFAE da segunda à sábado. c) Haverá treinamento no DFAE da segunda ao sábado. d) Haverá treinamento no DFAE de segunda à sábado. e) Haverá treinamento no DFAE da segunda a sábado.

4. Observe as variações estruturais nas construções a seguir:

I. Seu comportamento idiota pode prejudicá-lo. Seu comportamento de idiota pode prejudicá-lo. II. Conte-me apenas as coisas de bom.

Conte-me apenas as coisas boas.

III. A garantia de condições dignas de trabalho. A garantia de condições de trabalho dignas.

O valor semântico e a correção gramatical se mantêm em: a) I, apenas.

b) II, apenas. c) III, apenas. d) I e II. e) II e III.

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5. Em substantivo composto, o plural se dá de acordo com os elementos que o compõem, ou seja, se variáveis ou não. Mas, quando os dois componentes do composto forem substantivos, a flexão se dá pela função adjetiva do segundo em relação ao primeiro, que é o único a ser flexionado. Se as construções seguintes fossem levadas ao plural, isso só NÃO ocorreria em:

a) Ainda não recebi meu seguro-desemprego.

b) O professor-coordenador conduzirá o treinamento dos estagiários. c) Falta o salário-família dos servidores desta repartição.

d) Luciane está gozando a merecida licença-prêmio. e) O vigia não tem mais nenhum vale-transporte.

6. O verbo ‘custar’ significa ‘ter um custo’, ‘empreender-se algo em prol de outro fato’. Com o sentido de

‘demorar’, muito comum em nossa linguagem oral, ele é rejeitado pelos eruditos. A única construção CORRETA em relação à regência deste verbo é:

a) O servidor custou muito a aceitar as mudanças de horário. b) Custou-me amargamente acreditar naquela declaração. c) Custava-lhe à entender aquela confusão.

d) Custei a crer nesse história.

e) Custa-nos para aceitar essas medidas arbitrárias.

7. NÃO é aceita a concordância de:

a) Neste departamento do TCE-PI, é proibido entrar estranhos. b) Neste departamento do TCE-PI, entrada é proibido.

c) Neste departamento do TCE-PI, entrada proibida. d) Neste departamento do TCE-PI, é proibida a entrada.

e) Neste departamento do TCE-PI, é proibida a entrada de visitantes.

8. Quanto à flexão do infinitivo, NÃO está correto em:

a) As crianças têm o direito de ser feliz. b) As crianças têm o direito de serem felizes. c) Ser feliz é um direito das crianças.

d) Serem felizes é um direito das crianças. e) De serem felizes, as crianças têm direito.

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9. A substituição do termo destacado pelo que está entre parênteses não alteraria a semântica da construção, mantendo a correção gramatical, em:

a) Já é tarde, acho que vou chegando. (vou saindo) b) Nós lhe damos sempre nosso apoio. (lidamos) c) Aquela criança morreu há onze anos. (aos) d) Você trouxe isso para mim mostrar. (me)

e) O Brasil cresce à medida que o emprego formal aumenta. (na medida que).

10. Das frases capturadas nas mídias local e nacional, só NÃO apresenta pleonasmo, falha de coerência textual, coesão ou correção gramatical:

a) “Com certeza vamos reverter esta situação, se Deus quiser!” b) “A cidade do México é a 2ª maior do mundo depois de NY”.

c) “Os traficantes estão cada vez mais criativos mas estão precisando ser mais inteligentes que a policia”.

d) “Ouvi notícias de abalar o governo”.

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11. Para a Teoria Econômica os juros são: a) fatores produtivos.

b) imposições do mercado.

c) remunerações do fator produtivo. d) convenções da sociedade. e) remunerações do fator trabalho.

12. Os bens que devem sofrer transformações antes que possam atender às necessidades humanas são conhecidos como: a) bens intermediários. b) bens de consumo. c) bens de capital. d) bens não-econômicos. e) bens públicos.

13. São computados no cálculo na RENDA NACIONAL de um país: a) os impostos indiretos.

b) a compra de insumos industriais pela agricultura. c) os salários pagos pelo governo a seus funcionários. d) os subsídios concedidos pelo governo às empresas. e) as importações de bens de capital.

14. Assinale a alternativa que marca a seqüência correta acerca dos tipos de bens: I - bens já disponíveis para o consumo;

II - bens cujo consumo é efetuado por toda a coletividade;

III - são bens produzidos e utilizados na produção de outros bens, não estão disponíveis para o consumo final;

IV - bens que servem para a produção de outros bens. a) públicos, de consumo, de capital, intermediários.

b) finais, públicos, intermediários, de capital. c) de capital, públicos, intermediários, finais. d) finais, intermediários, de consumo, de capital. e) de capital, públicos, finais, de consumo.

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15. A “Curva de Possibilidades de Produção” é utilizada nos manuais de economia para ilustrar um dos problemas fundamentais do sistema econômico: por um lado, os recursos são limitados (escassez) e não podem satisfazer a todas as necessidades ou desejos; por outro, é necessário realizar escolhas. Essa curva, quando construída para dois bens, mostra:

a) os desejos dos indivíduos perante a produção total desses dois bens.

b) a quantidade total produzida desses dois bens em função do emprego total da mão-de-obra.

c) a quantidade disponível desses dois bens em função das necessidades dos indivíduos dessa sociedade.

d) quanto se pode produzir dos bens com as quantidades de trabalho, capital e terra existentes e com determinada tecnologia.

e) a impossibilidade de atender às necessidades dessa sociedade, visto que os recursos são escassos.

16. Acerca do DESEMPREGO:

I) “Deve-se a desajustes entre a qualificação ou localização da força do trabalho e à qualificação ou localização requerida pelo empregador”.

II) “É originado pela saída de seus empregos de alguns trabalhadores que procuram outros melhores, porque algumas empresas estão atravessando uma crise, ou porque os novos membros da força de trabalho levam um certo tempo procurando emprego”.

Os textos identificam, respectivamente:

a) desemprego friccional e desemprego tecnológico. b) desemprego estrutural e desemprego friccional. c) desemprego cíclico e desemprego normal. d) desemprego sazonal e desemprego cíclico. e) desemprego oculto e desemprego estrutural

17. Considerando-se os dois grandes agregados macroeconômicos: Produto Interno Bruto (a preços de mercado) - PIBpm e Produto Nacional Bruto (a preços de mercado) - PNBpm, em um sistema econômico aberto como, por exemplo, o brasileiro, se o país remete mais renda para o exterior do que dele recebe, teremos:

a) PIBpm > PNBpm b) PIBpm < PNBpm c) PIBpm = PNBpm

d) as transações com o exterior não afetam nem o PIB nem o PNB. e) importações > exportações.

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18. Acerca da MAIS-VALIA, assinale a alternativa INCORRETA:

a) estender a duração da jornada de trabalho mantendo o salário constante é o que Marx chama de mais-valia absoluta.

b) a mais-valia representa a diferença entre o valor produzido pelo trabalho e o salário pago ao trabalhador, que seria a base da exploração no sistema capitalista

c) a parte da força de trabalho em funcionamento cria mais valor do que ela custa à classe capitalista, e esse valor a mais é o que constitui o lucro do capitalista.

d) a mais-valia absoluta é obtida através do incremento da produtividade física do trabalhador, pela via da mecanização.

e) os capitalistas, uma vez pago o salário dos trabalhadores, podem lançar mão de duas estratégias para ampliar sua taxa de lucro: a mais-valia relativa e a absoluta.

19. Dada uma diminuição no preço, há uma diminuição no consumo, coeteris paribus. O bem é: a) normal.

b) inferior. c) substituto. d) complementar. e) de Giffen.

20. O equilíbrio de mercado de um bem é determinado:

a) pelos preços dos fatores utilizados na produção do bem. b) pela demanda de mercado do produto.

c) pela oferta de mercado do produto.

d) pelas quantidades de fatores utilizados na produção do bem.

e) pelo ponto de intersecção das curvas de demanda e da oferta do produto.

21. Se a curva de procura for de um tipo em que a redução de 10% no preço provoca um aumento de 5% na quantidade de mercadoria que o público adquire, nessa região da curva, a procura em relação ao preço será:

a) elástica.

b) unitariamente elástica. c) infinitamente elástica.

d) inelástica, embora não perfeitamente. e) totalmente inelástica ou anelástica.

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22. Em monopólio, a curva de oferta será dada: a) pela curva de custo variável médio.

b) pela curva de custo marginal, acima do custo variável médio. c) pela curva de custo marginal, acima do custo fixo médio. d) pela curva de receita marginal.

e) em monopólio não existe uma curva de oferta.

23. No modelo IS/LM, o conhecido “efeito multiplicador’’ das despesas governamentais, dos investimentos autônomos e das exportações é tanto maior quanto:

a) maior for o efeito das taxas de juros sobre o consumo e o investimento. b) menor for a propensão marginal a consumir e a investir.

c) menor for o efeito das taxas de juros sobre o consumo e o investimento. d) maior for o efeito da inflação sobre o consumo.

e) menor for o efeito da inflação sobre o consumo.

24. O que define a moeda é sua liquidez, ou seja, a capacidade que possui de ser um ativo prontamente disponível e aceito para as mais diversas transações. Além disso, três outras características a definem: a) instrumento de troca, unidade de conta e reserva de valor.

b) forma metálica, papel-moeda e moeda escritural. c) reserva de valor, credibilidade e aceitação no exterior. d) instrumento de troca, curso forçado e lastro-ouro. e) forma metálica, reserva de valor e curso forçado.

25. A essência das análises econômicas realizadas pelos ideólogos da reforma monetária que culminou no Plano Cruzado reside no fato de que: “um determinante significativo da inflação corrente é a própria inflação passada” e que “o melhor previsor da inflação futura é a inflação passada”. A esse fenômeno os analistas denominam:

a) efeitos de preços relativos. b) inflação inercial.

c) hiperinflação.

d) inflação de demanda.

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26. A “Curva de Phillips” expressa uma relação entre:

a) a taxa de crescimento do produto real e a taxa de crescimento dos gastos do setor público. b) o volume de desemprego e a taxa de salário nominal.

c) a taxa de crescimento do nível geral de preços e a parcela do PIB apropriada pelos trabalhadores. d) a taxa de desemprego e a taxa de crescimento dos salários nominais.

e) a taxa de crescimento do nível geral de preços e a taxa de crescimento dos gastos do setor público. 27. Um tributo diz-se direto quando:

a) incide sobre a renda e a riqueza. b) incide sobre a produção de bens.

c) incide sobre o valor adicionado em cada fase do processo produtivo. d) é arrecadado diretamente pelo governo.

e) incide sobre a comercialização de mercadorias. 28. Uma “balança comercial favorável’’ significa:

a) excesso de exportações de mercadorias e outros créditos em conta corrente sobre as importações de mercadorias e outros débitos em conta corrente.

b) excesso de moeda estrangeira recebida por nosso país sobre a moeda de nosso país recebida por estrangeiros.

c) excesso do total dos créditos sobre o total dos débitos no balanço de pagamentos. d) aumento da poupança externa.

e) excesso de exportações de mercadorias sobre importações de mercadorias. 29. Pleno emprego é geralmente definido de modo a significar que:

a) nenhuma pessoa esteja desempregada.

b) nenhuma pessoa que deseja emprego esteja desempregada.

c) nenhuma pessoa que deseje emprego fique desempregada, exceto uma pequena porcentagem da força de trabalho que fica sem emprego como conseqüência de um fenômeno normal do mercado. d) 2% da força de trabalho fique desempregada.

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30. Com base no filme “tempos modernos” (1936), de Charles Chaplin, assinale a alternativa INCORRETA:

a) trata da representação do trabalhador “engolido” pela máquina, como representação de que ele, nada mais é, que somente uma “peça” no processo de produção.

b) representa o vínculo entre tecnologia e trabalho, que acarreta uma elevação de salários, acompanhada da elevada qualificação fornecida ao trabalhador.

c) é uma crítica à "modernidade" e ao capitalismo representado pelo modelo de industrialização, onde o operário é absorvido pelo poder do capital.

d) no filme a vida na sociedade industrial é focalizada e caracterizada pela produção com base no sistema de linha de montagem e especialização do trabalho.

e) há, no filme, uma representação do trabalho fragmentado, especializado e rotineiro, típico do fordismo.

Referências

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