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E R R A T ACaros Pesquisadores,
Após revisar a sinonímia e os polígonos de distribuição das espécies-foco de anfíbios deste Edital 2006-01 verificamos que foi cometido um equívoco com relação à espécie Hypsiboas marginatus:
1 - A sinonímia correta de Hypsiboas marginatus é Hyla marginata, e não Hyla albomarginata, como aparece na tabela do Anexo II.
2 - O polígono de distribuição usado na análise espacial para identificação dos Centros de Distribuição através do sistema de informações geográficas foi o de Hypsiboas albomarginatus, e não o de
Hypsiboas marginatus, que é o correto.
3 - Portanto, existia uma espécie a mais nos Centros de Distribuição 1 a 5, e uma a menos no Centro de Distribuição 6, região limítrofe do RS / SC, pelo fato da distribuição geográfica de
Hypsiboas
marginatus abranger apenas a região deste último Centro, e não toda a costa atlântica.
Assim, comunicamos que estes erros já foram solucionados.
Programa Espécies Ameaçadas
Fundação Biodiversitas
Diretor Presidente: Cástor Cartelle Guerra
Diretor Vice-presidente: Luiz Otávio Possas Gonçalves Diretor Secretário: Ibsen de Gusmão Câmara
Coordenação Executiva do Programa: Gláucia Moreira Drummond
CEPAN – Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste Presidente Conselho Executivo: Marcelo Tabarelli
Diretora de Projetos: Sônia Aline Roda
Instituição Financiadora:
Conservação Internacional (CI – Brasil)
Apoio:
Fundação Biodiversitas & CEPAN–Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste
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Belo Horizonte, julho de 2006.
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Sumário1 - APRESENTAÇÃO... 05
2 - INTRODUÇÃO ... 05
2.1. Justificativa... 06
3 – ESPÉCIES-FOCO ... 06
3.1. Análise Espacial com Sistema de Informações Geográficas ... 07
3.2. Centros de Distribuição... 07
4 - LINHAS TEMÁTICAS APOIADAS PELO EDITAL ... 09
5 - PRAZOS ... 09
Inscrição de propostas ... 09
Análise e julgamento... 09
Divulgação dos resultados ... 10
Assinatura dos contratos ... 10
6 - PROPONENTES ... 10
Documentação requerida no ato da inscrição ... 10
7 - CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE DE PROPOSTAS ... 11
8 - LIMITE DE RECURSOS E ITENS FINANCIÁVEIS... 12
Itens Não Financiáveis... 12
Cronograma de desembolso... 13
9 - SELEÇÃO DE PROJETOS... 13
10 - COMPROMISSOS DO PROPONENTE COM O FINANCIADOR ... 14
11 - CONTRATAÇÃO DOS PROJETOS ... 14
12 – INSTITUIÇÕES PARCEIRAS ... 14
12.1 – Instituição Financiadora ... 15
12.2 – Apoio ao Edital ... 15
13 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ... 16
ANEXO I – LISTA DAS ESPÉCIES-FOCO ... 17
ANEXO II – ESPÉCIES-FOCO POR CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO ... 20
MODELO 1 - Declaração da Instituição Responsável explicitando seu compromisso na gestão dos recursos e prestação de contas ... 24
FORMULÁRIO 1 - Dados do Projeto ... 25
FORMULÁRIO 2 - Cronograma Físico-financeiro... 28
FORMULÁRIO 3 - Orçamento... 30
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1 - APRESENTAÇÃOEm dezembro de 2003, a Fundação Biodiversitas e o CEPAN – Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste, com o apoio do Fundo de Parceria para Ecossitemas Críticos (CEPF), lançaram o primeiro edital do Programa Espécies Ameaçadas.
Até o momento foram lançados três editais que juntos aprovaram 46 propostas, com espécies da fauna e flora ameaçadas da Mata Atlântica Brasileira. Ao todo, 57 espécies, em 13 estados brasileiros sob o Domínio da Mata Atlântica, estão sendo contempladas pelo Programa. A listagem desses projetos está disponível no endereço:
www.biodiversitas.org.br/cepf.
Com o intuito de disponibilizar recursos para pesquisas que produzam respostas e subsídios para a proteção e o manejo das espécies de anfíbios ameaçadas de extinção no Brasil, a Fundação Biodiversitas e o CEPAN, com o apoio da Sociedade Brasileira de Herpetologia e recursos da Conservação Internacional, vêm, através deste quarto edital, dar continuidade ao Programa de Espécies Ameaçadas de Extinção, consolidando as metas pré-estabelecidas para o mesmo.
2 – INTRODUÇÃO
A Classe Amphibia (anfíbios) corresponde ao grupo de vertebrados que engloba três ordens: Gymnophiona (cobras-cegas), Caudata (salamandras) e Anura (sapos, rãs e pererecas). Atualmente, são conhecidas no mundo 5.918 espécies (IUCN, 2006). A
ordem Anura é de longe a mais diversificado no mundo, o mesmo ocorrendo no Brasil.
O Brasil é o país mais rico em termos de Anfíbios, apresentando 776 espécies, sendo que 57% são endêmicas e cerca de metade delas foi descrita nos últimos 40 anos. Antes de 1999, 101 espécies eram conhecidas apenas através da localidade-tipo. De 1999 até 2004, 29 espécies tiveram a sua distribuição geográfica expandida, e a descrição ou a reavaliação de 86 táxons aumentou o número de espécies com distribuição restrita para 109 (Pimenta et al., 2005). Já segundo o levantamento do Global Amphibian Assessment (GAA, 2006), o Brasil abriga 751 espécies de anfíbios, das quais 489 são endêmicas e 111 estão ameaçadas de extinção.
Muito tem sido falado e discutido com relação aos declínios populacionais das espécies de anfíbios ao redor do mundo (e.g., Blaustein, 1994; Alford & Richards, 1999; Stuart et al., 2004; Lips et al., 2005). No Brasil, apesar de alguns estudos apontarem essa tendência, quase não há estudos populacionais de longo prazo, o que dificulta análises conclusivas à este respeito. Por outro lado, um fato real que pode ter influência nos tamanhos populacionais e na distribuição geográfica dos anfíbios reside no acelerado ritmo de perda de habitat e desmatamento de grandes porções do território brasileiro, em especial a Mata Atlântica.
Segundo Machado et al. (2005), o número total de anfíbios que consta na Lista Vermelha Oficial do Brasil é de 16 espécies, sendo uma da categoria Extinta, nove
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Criticamente em Perigo, três Em Perigo etrês na categoria de Vulnerável. Entretanto, as espécies listadas na categoria de Dados Deficientes (DD) somam 90, sendo 75 da Ordem Anura e 15 da Ordem Gymnophiona. Em termos de Família, Leptodactylidae e Hylidae, ambas da Ordem Anura, apresentam 52 e 13 espécies com Dados Deficientes, respectivamente, e Ceciliidae da Ordem Gymnophiona, também aparece com 13 espécies na categoria DD. Já os números resultantes do Workshop Global Amphibian Assessment (GAA), um esforço mundial para a avaliação de todas as espécies de anfíbios conhecidas, coordenado pela IUCN, NatureServe e Conservation International, em 2003, são divergentes no que diz respeito às espécies brasileiras. Do total de 731 espécies avaliadas, seis foram consideradas Criticamente em Perigo, outras seis, Em Perigo, 12 vulneráveis, uma Extinta, 21 Quase Ameaçadas e 205 Deficientes em Dados (Silvano & Segalla, 2005). A análise final do status dessas espécies apresentado pela equipe coordenadora do GAA como Lista Consistente, indica uma espécie na categoria Extinta, 20 Criticamente em Perigo, 38 Em Perigo e 52 na categoria de Vulnerável. Além disto, 21 espécies são listadas na categoria de Quase Ameaçada, 437 como Não Ameaçada e 159 com Dados Deficientes.
2.1 - Justificativa
A principal necessidade de se realizar uma avaliação no status de conservação das espécies de anfíbios na Mata Atlântica deve-se a uma divergência considerável no número de espécies listadas por categoria de ameaça nos últimos exercícios de avaliação envolvendo especialistas brasileiros e/ou internacionais (Machado et
al., 2005; Pimenta et al., 2005; Stuart et al., 2004, 2005). A origem desta divergência está relacionada, em parte, com o grau de subjetividade dos critérios definidos pela União Mundial para a Natureza – IUCN (IUCN, 2001), com a escala geográfica considerada, com as especificidades e com o grau de conhecimento do grupo taxonômico considerado. Além disso, revisões bibliográficas recentes indicam a existência de declínios de populações de anfíbios no Brasil, associados, através de inferências, à perda de habitat, interações entre espécies, flutuações populacionais ou ainda, amostragem insuficiente.
Eterovick et al. (2005) sugerem ainda a necessidade de se avaliar os fatores que induzem tais declínios uma vez que muitas espécies que estão sofrendo redução populacional estão associadas a ambientes bem conservados. Neste caso, a sugestão é de que sejam realizados estudos capazes de esclarecer se tais casos se relacionam a padrões semelhantes de extinção em outras partes do mundo, os quais se associam à prevalência de patógenos ou mudanças climáticas. Considerando que a Mata Atlântica é um dos biomas que abrigam uma alta diversidade de espécies de anfíbios, muitas delas endêmicas, mas que, por outro lado, carente de estudos mais elucidativos quanto ao seu estado de conservação, a realização de estudos mais direcionados à essa resposta podem se traduzir em ações mais direcionadas para sua proteção.
3. ESPÉCIES-FOCO
São espécies-foco do Edital 01/2006 86 espécies de anfíbios classificadas nas categorias Dados Deficientes, Quase Ameaçadas e Não Ameaçadas segundo o
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Workshop do GAA, realizado em BeloHorizonte, em março de 2003, que foram avaliadas em quaisquer das categorias de ameaça da IUCN, isto é Criticamente Em Perigo, Em Perigo e Vulnerável, segundo a Lista Consistente do Global Amphibiam Assessment (Stuart et al., 2004, 2005; GAA, 2006). A relação dessas espécies pode ser consultada no Anexo I, do presente Edital.
Para um melhor direcionamento das linhas de pesquisa e das áreas geográficas envolvidas utilizamos os polígonos de distribuição geográfica (mapas vetoriais em formato shapefile) das espécies-foco selecionadas, disponibilizados pelo Global Amphibiam Assessment (GAA) através do CBC - Mata Atlântica da Conservação Internacional - Brasil.
3.1 - Análise Espacial com Sistema de Informações Geográficas
A análise espacial foi feita através do módulo Spatial Analyst do ArcGIS 9 (ESRI, 2003), quando todos os arquivos vetoriais da distribuição geográfica das espécies-foco de anfíbios foram convertidos para o formato matricial (raster ou grid), com células de 1 km x 1 km. Assim, foi gerado um mapa matricial para cada uma das 86 espécies a partir dos polígonos de distribuição geográfica de cada uma delas, o que também permitiu calcular a área geográfica (em km2) ocupada por cada espécie. A partir destes mapas individuais foram gerados três mapas-síntese com a sobreposição das áreas de distribuição das espécies de cada categoria de ameaça: 10 da categoria Criticamente em Perigo, 31 Em Perigo e 45 Vulneráveis. Posteriormente, foi gerado um mapa-síntese final abrangendo todas as três categorias e as 86 espécies.
Para o cálculo das áreas de sobreposição e extração dos Centros de Distribuição das espécies-foco de anfíbios foram empregados pesos diferenciados para cada categoria de ameaça, sendo 1 para VU; 2 para EN e 3 para CR.
A atribuição de valores e pesos permitiu obter, além do simples somatório das espécies que ocorrem em uma determinada área, uma maior importância para as espécies dependendo do seu grau de ameaça. Tal procedimento foi adotado por duas razões: a) obter uma melhor definição dos Centros de Distribuição Geográfica das espécies-foco e, b) otimizar a aplicação dos recursos financeiros e uso do tempo, além de evitar a sobreposição de projetos. Os projetos a serem selecionados pelo Edital 01/2006 priorizarão aqueles que se concentrarem nestas regiões e contemplar as espécies-foco ali distribuídas.
Desta forma, foram obtidos seis centros de distribuição onde ocorrem simultaneamente, no mínimo, cinco ou mais espécies-foco de anfíbios, os quais se encontram distribuídos ao longo de todo o bioma da Mata Atlântica (ver Tabela 1 e Fig. 1).
3.2 - Centros de Distribuição
O Centro de Distribuição 1 localiza-se no Estado de Alagoas, na região da Serra da Balança, tendo como principal município União dos Palmares e abrangendo a ESEC de Murici.
O Centro de Distribuição 2 fica localizado na região serrana do Estado do Espírito Santo, tendo como principal município Santa Teresa e abrangendo a REBIO de Augusto Ruschi.
O Centro de Distribuição 3 localiza-se no Estado do Rio de Janeiro, na região da Serra dos Órgãos, tendo como principal município Teresópolis, além de abranger várias unidades de conservação, entre elas o PARNA Serra dos Órgãos.
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O Centro de Distribuição 4 fica localizadono Estado de São Paulo, em três regiões geográficas distintas:
a) região da Serra do Mar, centrada no município de Cubatão e abrangendo o PE Serra do Mar e a RBE Serra de Paranapiacaba.
b) região da Serra da Bocaina, centrada no município de Cunha e tendo como principal UC o PARNA Serra da Bocaina.
c) região da Serra da Mantiqueira, nas divisas entre Minas Gerais e Rio de Janeiro, centrada no município de Campos do Jordão, e abrangendo o PARNA do Itatiaia e o PE Campos do Jordão, entre outras.
O Centro de Distribuição 5 localiza-se no nordeste do Estado de Santa Catarina, na região da Serra do Mar, tendo como principal município Jaraguá do Sul e abrangendo a RBE Sassafrás, na divisa com o Estado do Paraná.
Por último, o Centro de Distribuição 6 está localizado na região limítrofe do Estado do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, ocupando os contrafortes da Serra Geral (canion do Itaimbezinho), tendo como principal município Cambará do Sul e abrangendo o PARNA Aparados da Serra. A lista das espécies presentes em cada Centro de Distribuição pode ser verificada no Anexo II, do presente Edital.
Tabela 1: Localização e descrição dos Centros de Distribuição das espécies-foco de Anfíbios.
Centros Estado Municípios Região Geográfica Unidades de Conservação
CR EN VU N %
1 1 5 2 7 8,1 AL União dos Palmares, Murici, Quipapá, Maceió Serra da Balança / do Ouro / Pelada / do Salgado
ESEC de Murici
2 2 7 9 17 19,8 ES Santa Teresa, Santa Maria do Jetibá, Santa
Leopoldina, Domingos Martins
Serra do Mar REBIO Augusto Ruschi
3 3 4 19 25 29,1 RJ Teresópolis, Petrópolis, Pacambi, Guapimirim,
Cachoeiras do Macacu, Nova Friburgo
Serra dos Órgãos / Taquaruçu
PARNA Serra dos Órgãos, REBIO de Tinguá, APA de Petrópolis
4 4 10 24 37 43,0 SP a) Cubatão Serra do Mar / do
Quilombo
PE Serra do Mar, RBE Serra de Paranapiacaba
b) Cunha, Bananal Serra da Bocaina / do Mar
PARNA Serra da Bocaina, RPPN Faz. Roça Grande, RPPN Faz. Goiabal c) Campos do Jordão, Santo Antônio do
Pinhal, Queluz, Passa Quatro (MG), Resende (RJ), Itatiaia (RJ)
Serra da Mantiqueira
PE Campos do Jordão, PARNA Itatiaia, FLONA de Passa Quatro, APA Serra da Mantiqueira
5 1 2 7 9 10,5 SC Jaraguá do Sul, Gorupá, Schroeder,
Pomerode, Campo Alegre, São Bento do Sul
Serra do Mar / Jaraguá
RBE Sassafrás
6 1 3 3 8 9,3 RS Cambará do Sul, Praia Grande (SC), Jacinto
Machado (SC)
Serra Geral / do Pinheirinho
PARNA Aparados da Serra
Total N 10 31 45 86 100,0 % 11,6 36,0 52,3
Total Categoria
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4 – LINHAS TEMÁTICASAs linhas temáticas para cada espécie ou grupo de espécies são:
1. Avaliação do real status de conservação das espécies;
2. Definição dos limites de distribuição geográfica;
3. Estudos demográficos;
4. Identificação de tipos e níveis das ameaças, com especial atenção aos riscos associados à presença do fungo Batrachochytrium dendrobatidis .
5. Definição de técnicas de manejo, diretrizes para a conservação e identificação de políticas públicas para a conservação das espécies.
5 - PRAZOS
Inscrição de propostas: De 08 de julho de 2006 até 25 de agosto de 2006.
Serão desqualificadas as propostas enviadas por e-mail ou correio com data de postagem após 25 de agosto de 2006.
O proponente deverá preencher os formulários (1, 2, 3 e 4) eletrônicos disponíveis nos sites da Fundação Biodiversitas e do CEPAN e enviar 01 cópia eletrônica para o e-mail
[email protected] e 01 cópia
impressa destes formulários para o endereço abaixo:
- PROGRAMA ESPÉCIES AMEAÇADAS – Edital 01 / 2006
Rua Ludgero Dolabela, 1021 - 7º andar Gutierrez– Belo Horizonte, MG
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Análise e julgamento: até 25 de setembrode 2006.
Divulgação dos resultados: até 30 de setembro de 2006.
Assinatura dos contratos: até 30 de outubro de 2006.
O prazo máximo de execução do projeto é entre 12 (doze) e 24 (vinte e quatro) meses.
6 - PROPONENTES
Poderão apresentar propostas ao Programa Espécies Ameaçadas estudantes de pós-graduação, professores e pesquisadores através de institutos de pesquisa, universidades ou fundações universitárias, ONGs de caráter técnico estrito e/ ou empresas privadas de pesquisa ou conservação.
Poderão ser enviadas propostas integradas, com objetivos complementares ou não, que se articulem para maximizar os resultados e/ou os recursos.
Os candidatos que não tenham vínculo institucional deverão incluir um Responsável Técnico que responda pelo projeto. O Responsável Técnico, obrigatoriamente, deverá ter algum vínculo institucional, mas não necessariamente, com a instituição proponente. A participação de pesquisador estrangeiro, conforme regulamentação própria, pressupõe licença do CNPq.
É norma deste Programa que o Proponente se constitua pessoa jurídica, o qual será o responsável pela administração do projeto. Essa instituição responderá pela assinatura do Contrato de Apoio à Pesquisa, pelo controle da conta corrente exclusiva e
prestação de contas (relatórios técnicos e financeiros) e acompanhamento técnico. Uma vez definida essa instituição, a mesma não poderá ser alterada no decorrer da execução até conclusão do projeto.
Pessoas ligadas ao corpo técnico da Fundação Biodiversitas e do CEPAN – Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste, em carater permanente, estão impedidas de pleitear qualquer financiamento deste Programa.
Documentação Requerida no Ato da Inscrição
1. Curriculum lattes do responsável técnico; 2. Curriculum vitae resumido (Formulário 4) dos membros da equipe técnica envolvida; 3. Termo de adesão das parcerias propostas; 4. Licenças (ou protocolos) condicionantes da implementação do projeto;
5. Cópia do CNPJ da instituição proponente; 6. Inscrição Estadual da instituição proponente (caso comercialize algum tipo de produto);
7. Estatuto e Ata de Eleição da Diretoria da instituição;
8. Declaração da instituição responsável, assinada por seu representante legal, na qual explicita o seu compromisso na gestão dos recursos e prestação de contas, obedecendo ao disposto no Contrato de Apoio à Pesquisa (Modelo 1);
9. Prova de regularidade com a Fazenda Federal (certidão negativa de tributos e contribuições federais);
10. Prova de regularidade com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (certidão negativa quanto à dívida ativa da União);
11. Prova de regularidade com a Fazenda Estadual (certidão negativa de tributos e contribuições estaduais);
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12. Prova de regularidade com a FazendaMunicipal (certidão negativa de tributos e contribuições municipais);
13. Prova de regularidade com o Instituto Nacional de Securidade Social (INSS);
14. Prova de regularidade com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), expedido pela Caixa Econômica Federal; 15. Cópia do CPF e RG do(s) representante(s) legal(ais) da instituição proponente e do Responsável Técnico pela proposta;
16. Declaração de envio dos documentos solicitados nesta ordem.
No caso de propostas envolvendo mais de uma instituição, é necessário a manifestação formal de cada instituição quanto à respectiva participação na execução financeira e técnica do projeto.
7 - CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE DE PROPOSTAS
Somente serão analisadas propostas que forem apresentadas (1) com toda a documentação especificada neste Edital, (2) dentro do prazo e (3) em formulário próprio. Todas as páginas dos formulários 1, 2 e 3 devem ser rubricadas pelo Representante Legal da Instituição Proponente.
As propostas encaminhadas deverão seguir os seguintes critérios básicos:
• estar direcionada para as espécies e áreas contempladas para este edital; • ser apresentada em formulário próprio e
na seguinte ordem:
- Formulários 1, 2, 3, 4, documentação na mesma ordem numérica apresentada no item documentação requerida no ato da inscrição e licenças/autorizações.
- Todas as informações sobre a proposta devem estar contidas no formulário 1 e
documentos adicionais explicando a proposta não serão analisados.
- Os formulários 1 e 2 devem ser
encadernados juntos. O restante dos
formulários não deve ser encadernado nem agrupado de outra forma. Todas as folhas devem ser enviadas soltas e na ordem solicitada.
• apresentar relação entre o problema a ser resolvido, as ações propostas e identificar claramente os resultados esperados com o projeto;
• apresentar custos compatíveis com as atividades e com os produtos previstos; • vir acompanhadas, obrigatoriamente, de
todas as licenças ambientais cabíveis e/ou autorizações emitidas pelas instituições governamentais responsáveis, quando:
ü forem realizados em unidades de conservação;
ü envolverem coleta e extração de material vegetal;
ü incluírem coleta ou captura de material zoológico (fauna silvestre), conforme Portaria 332 (13.03.90); ü envolverem a participação de
pesquisadores estrangeiros, devendo nesse caso ser apresentada a licença do CNPq.
As licenças/autorizações necessárias à execução dos projetos devem fazer parte do anexo dos documentos exigidos por este Edital. Caso as mesmas ainda não tenham sido concedidas até a data da inscrição da proposta, torna-se válido, até sua apresentação para a assinatura do contrato, o protocolo de encaminhamento dos pedidos junto aos órgãos emissores das licenças.
• Propostas de projetos que estejam recebendo financiamento do Programa Espécies Ameaçadas e cujo objetivo seja a
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continuidade da proposta, serãoautomaticamente desclassificadas.
8 - LIMITE DE RECURSOS E ITENS FINANCIÁVEIS
Este Edital apoiará propostas orçadas em até R$ 18.000,00 (Dezoito mil reais), não havendo restrições quanto ao valor mínimo a ser aprovado por projeto. O montante de recursos alocados neste Edital é de R$ 90.000,00 (Noventa mil reais).
Os Itens Financiáveis incluem:
• Material de consumo - para cobrir despesas com material de uso não duradouro a ser consumido no decorrer do projeto. Neste item incluem-se, entre outros: material de escritório, ferramentas, combustível, alimentos, peças de reposição, vidraria de laboratório e reagentes;
• Facilidades operacionais - para cobrir despesas com viagem, alimentação, hospedagem e locomoção;
• Serviços de terceiros - serviços
profissionais prestados por pessoa física ou jurídica necessários à execução do projeto;
• Bolsa de auxílio ao pesquisador e técnicos auxiliares representados por estudantes de graduação. Os estudantes (de quaisquer dos níveis, sendo ou não o Responsável Técnico pelo projeto) para receberem esse auxílio devem estar devidamente matriculados e em dia com as obrigações legais dos programas aos quais estão vinculados. Este tipo de financiamento não será permitido aos mestrandos e doutorandos que já recebem bolsa de alguma outra instituição;
• Divulgação e/ou disseminação dos resultados do projeto;
• Será permitida aquisição de material permanente desde que seja estritamente necessário ao objeto de pesquisa; • No caso de instituições, a taxa de
administração máxima permitida é de 10% do valor do projeto.
Os itens permanentes, que por ventura constem do orçamento dos projetos financiados pelo Programa, ao final dos mesmos deverão ser doados a organizações sem fins lucrativos que desenvolvam projetos com objetivo de conservação de espécies ameaçadas de extinção. As instituições que irão receber a doação poderão ser indicadas pelo pesquisador que utilizou o material, no entanto, cabe a Coordenação Geral do Programa decidir quais serão as organizações beneficiárias.
Itens Não Financiáveis
Não serão passíveis de apoio com recursos do Programa:
• Despesas referentes à elaboração da proposta apresentada;
• Despesas com pagamento de multas, juros, inclusive aquelas decorrentes de pagamento ou recolhimento fora dos prazos;
• Despesas com pessoal e com obrigações patronais, exceto aquelas de natureza eventual, decorrentes de serviços prestados por pessoas físicas durante a execução do projeto;
• Aquisição de bens imóveis;
• Relocação de pessoas ou comunidades; • Capitalização de recursos e
• Projetos de órgãos governamentais, com exceção das universidades e institutos de pesquisa.
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Cronograma de DesembolsoO desembolso dos recursos será feito de acordo com cada proposta individualmente e será especificado em contrato, observando-se que poderá haver parcelas residuais a serem liberadas na entrega dos itens descritos nos compromissos do proponente com o financiador. Para isso, as propostas devem incluir um cronograma de desembolso adequado às necessidades de execução das atividades nelas relacionadas. A liberação das parcelas do financiamento estará vinculada com a prestação de contas parcial e relatório técnico durante o desenvolvimento do projeto, de acordo com os prazos pré-fixados no contrato; a não apresentação dos mesmos implica na devolução dos valores concedidos ao proponente.
9 - SELEÇÃO DE PROJETOS
As propostas recebidas serão analisadas pela Coordenação Executiva do Programa em parceria com um representante do Programa Mata Atlântica da Conservação Internacional, dois especialistas em anfíbios, desde que não estejam envolvidos com as propostas inscritas, os quais observarão o cumprimento dos critérios de elegibilidade previamente definidos.
Os seguintes itens deverão ser contemplados na análise:
• conformidade com as regras de apresentação definidas no edital, especialmente no que se refere a espécie a ser estudada;
• preenchimento e apresentação da proposta segundo modelo;
• capacidade técnica dos membros equipe responsável pela execução da proposta;
• demonstração de custos previstos compatíveis com os recursos disponíveis segundo o edital específico, orçados com preços e custos praticados dentro da média do mercado;
• demonstração da capacidade técnica e administrativa da instituição proponente para executar a proposta;
• viabilidade técnica e financeira e a importância do projeto para a proteção da espécie em estudo;
• relevância para a proteção da espécie em estudo;
• capacidade técnica dos executores do projeto demonstrada pelo Curriculum Vitae;
• verificação financeira e análise da relação custo-benefício;
• análise da viabilidade de implantação do projeto;
• capacidade de produzir respostas efetivas para conservação;
• contribuição para gerar, adequar ou implantar políticas públicas de conservação.
Todo o processo de seleção deverá ocorrer num prazo máximo de 30 dias a partir do último dia da data de inscrição. Serão enviadas cartas padrão aos responsáveis técnicos dos projetos candidatos informando sobre a aprovação ou não aprovação da proposta. As propostas enviadas ao
Programa não serão devolvidas aos
proponentes. Alguns projetos selecionados deverão ser visitados pela Coordenação do Programa, ou por parceiros habilitados, quando se julgar necessário. O planejamento das viagens obedecerá a critérios de precedência, importância estratégica, acessibilidade, disponibilidade de recursos e proximidade geográfica, buscando sempre atender a múltiplos projetos.
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Não haverá reavaliação de propostas, sendoa decisão da Coordenação do Programa definitiva e incontestável.
10 - COMPROMISSOS DO PROPONENTE COM O FINANCIADOR
Os produtos resultantes dos projetos apoiados, como publicações, fotos e outros, deverão ser encaminhados à Coordenação Executiva do Programa, por ocasião da prestação de contas, na seguinte proporção: • uma cópia de vídeo, caso tenha sido
produzido;
• 24 slides com os registros de imagem da espécie alvo e atividades afins do projeto;
• uma cópia da dissertação ou tese que eventualmente resulte do projeto;
• duas cópias de artigos publicados em periódicos científicos, anais ou resumos de congressos e capítulos de livros; • uma cópia do relatório técnico final,
incluindo-se, quando for o caso, comprovantes de depósito de material biológico doado a coleções científicas. • Os créditos ao Programa de Proteção a
Espécies Ameaçadas deverão constar nesses materiais, na condição de agente financiador, assim como em qualquer ação promocional relacionada aos projetos.
11 - CONTRATAÇÃO DOS PROJETOS
Os projetos serão formalizados por meio de um Contrato de Apoio à Pesquisa que inclua um plano operativo do projeto com cronograma de execução física e financeira, compromisso com a prestação de contas, inclusão de créditos ao Programa, emissão
de relatórios técnicos com fotos e outras formas de registro, e previsão de instância de monitoramento.
A Fundação Biodiversitas e o CEPAN não se obrigam a comprometer o total dos recursos aprovados para o edital, caso a soma dos valores das propostas dos subprojetos qualificados como satisfatórios seja inferior ao total disponível.
12 – INSTITUIÇÕES PARCEIRAS DO PROGRAMA
Fundação Biodiversitas -
www.biodiversitas.org.br
A conservação da biodiversidade é a missão estatutária da Fundação Biodiversitas, organização não-governamental que promove ações de caráter técnico-científico no país desde 1989. Seus projetos visam a interação entre o meio ambiente e o ser humano, buscando meios de conciliar a conservação da natureza e o desenvolvimento econômico e social. A atuação da Biodiversitas pode ser sintetizada nos seus programas: Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção; Áreas Protegidas; Planejamento Ambiental; Educação Ambiental; Capacitação e Divulgação e Políticas Públicas.
CEPAN - Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste - www.cepan.org.br
O CEPAN tem como área de atuação direta a Floresta Atlântica Nordestina. É uma organização não-governamental conservacionista, de caráter científico que tem como missão principal conservar a diversidade biológica brasileira e promover a extinção zero na Floresta Atlântica. Para tanto, desenvolve ações de pesquisas com espécies da fauna e flora, realiza eventos técnico-científicos e de educação, atua nas
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áreas de conservação de ecossistemas,gestão e planejamento ambiental, educação ambiental, sistematização e monitoramento de informações e capacitação profissional.
CEPF - Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos - www.cepf.net
O CEPF destina-se ao financiamento de projetos para a conservação da biodiversidade nos hotspots do planeta. É fruto de uma aliança entre a Conservation International, o Banco Mundial, o Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF), a Fundação MacArthur e o Governo do Japão. A Coordenação do CEPF na Mata Atlântica é feita pela Aliança para Conservação da Mata Atlântica, uma parceria entre o Instituto Conservação Internacional do Brasil e a Fundação SOS Mata Atlântica. Por meio dessa coordenação, a Aliança promove a divulgação e disseminação das informações sobre o CEPF na Mata Atlântica; participa da seleção, monitoramento e integração dos projetos; acompanha e avalia o Fundo como mecanismo de apoio à implementação dos corredores de biodiversidade na Mata Atlântica e realiza a integração dos três Programas estratégicos vinculados ao
CEPF: Espécies Ameaçadas,
Fortalecimento Institucional e Incentivo as RPPNs da Mata Atlântica.
12.1 – Instituição Financiadora
Conservação Internacional –
www.conservacao.org.br
A missão da Conservação Internacional (CI) é preservar a biodiversidade global e demonstrar que as sociedades humanas podem viver em harmonia com a natureza. A CI é uma organização privada, sem fins lucrativos, dedicada à conservação e
utilização sustentada da biodiversidade. Fundada em 1987, em poucos anos a CI cresceu e se tornou uma das mais eficientes organizações ambientalistas do mundo. Atualmente, trabalha para preservar ecossistemas ameaçados de extinção em mais de 30 países distribuídos por quatro continentes. No Brasil, a Conservação Internacional atua desde 1990
12.2 – Apoio ao Edital
SBH - Sociedade Brasileira de Herpetologia – www.sbherpetologia.org.br
A SBH foi criada em 1984 durante a realização do 11° Congresso Brasileiro de Zoologia, em Belém. É uma sociedade civil, sem fins lucrativos, de caráter científico-cultural que congrega pesquisadores, professores e estudantes interessados em anfíbios e répteis do Brasil. A SBH tem como missão desenvolver a ciência da herpetologia no Brasil através de iniciativas que ampliem o conhecimento sobre os anfíbios e répteis do País. São objetivos da Sociedade: congregar as pessoas interessadas no desenvolvimento da herpetologia; promover, estimular e apoiar estudos com anfíbios e répteis no Brasil, tanto nas áreas de pesquisa, quanto de ensino e extensão; zelar pela conservação da fauna de anfíbios e répteis; facilitar e incrementar o intercâmbio de informações entre especialistas e estudantes na área; representar a comunidade de herpetólogos em âmbitos nacional e internacional; promover, realizar ou apoiar eventos regionais, nacionais ou internacionais, bem como divulgar os resultados obtidos; interessar o público nas questões que dizem respeito à herpetologia.
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13. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASAlford, R. A. & S. J. Richards, S.J. 1999. Global amphibian declines: a problem in applied ecology. Annu.
Rev. Ecol. Syst., 30: 133–165.
Blaustein, A. R. 1994. Chicken Little or Nero's fiddle? A perspective on declining amphibian populations.
Herpetologica, 50: 85-97.
Eterovick PC, Carnaval ACOQ, Borges-Nojosa DM, Silvano DL, Segalla MV, Sazima I (2005) Amphibian declines in Brazil: an overview. Biotropica 37:166–179
GAA. 2006. Global Amphibian Assessment. Website: http://www.globalamphibians.org/. Acessado em 12/05/2006.
IUCN. 2001. 2001 IUCN Red List Categories and Criteria version 3.1. Website: http://www.redlist.org/info/categories_criteria2001. Acessado em 12/05/2006.
IUCN. 2006. 2006 IUCN Red List of Threatened Species. Website: http://www.iucnredlist.org/. Acessado em 12/05/2006.
Lips, K. R.; Burrowes, P. A.; Mendelson III, J. R. and & G. Parra-Olea, G. 2005. Amphibian population declines in Latin America: a synthesis. Biotropica, 37: 222-226.
Machado, A.B.M.; Martins, C.S. e Drummond, G.M. 2005. Lista da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção:
incluindo as Listas das Espécies Quase Ameaçadas e Deficientes de Dados. Fundação Biodiversitas,
Belo Horizonte. 157pp.
Pimenta, B.V.S.; Haddad, C.F.B.; Nascimento, L.B.; Cruz, C.A.G. and Pombal Jr., J.P. 2005. Comment on “Status and trends of Amphibian declines and extinctions worldwide”. Science / Technical Comment, 309:1999b.
SBH. 2005. Lista de Eespécies de Anfíbios do Brasil. Sociedade Brasileira de Herpetologia (SBH). Website: Disponível em http://www.sbherpetologia.org.br/checklist/anfíbios.htm.. Acessado em 12/05/2006. Silvano, D.L & SEGALLA, M.V. 2005. Conservação de Anfíbios no Brasil. Megadiversidade 1:79-86.
Stuart, S.N.; Chanson, J.S.; Cox, N.A.; Young, B.A.; Rodrigues, A.S.L.; Fischman, D.L. and Waller, R.W. 2004. Status and trends of Amphibian declines and extinctions worldwide. Science / Sciencexpress, 306:1783.
Stuart, S.N.; Chanson, J.S.; Cox, N.A.; Young, B.A.; Rodrigues, A.S.L.; Fischman, D.L. and Waller, R.W. 2005. Response to Comment on “Status and trends of Amphibian declines and extinctions worldwide”.
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ANEXO I – LISTA DAS ESPÉCIES-FOCO
Ordem Família Nome da Espécie Status na lista do Workshop do GAA (2003)
Status na lista "Consistente"do GAA 1. Anura Hylidae Aplastodiscus callipygius Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU)
2. Anura Hylidae Aplastodiscus flumineus Deficiente em Dados (DD) Criticamente em Perigo (CR)
3. Anura Hylidae Aplastodiscus musicus Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN) 4. Anura Hylidae Bokermannohyla carvalhoi Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 5. Anura Hylidae Bokermannohyla
claresignata
Deficiente em Dados (DD) Criticamente em Perigo (CR)
6. Anura Hylidae Bokermannohyla clepsydra Deficiente em Dados (DD) Vulnerável (VU) 7. Anura Hylidae Bokermannohyla luctuosa Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 8. Anura Hylidae Bokermannohyla nanuzae Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 9. Anura Brachycephalidae Brachycephalus
hermogenesi
Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU)
10. Anura Microhylidae Chiasmocleis alagoanus Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN) 11. Anura Microhylidae Chiasmocleis atlantica Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 12. Anura Microhylidae Chiasmocleis capixaba Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 13. Anura Leptodactylidae Crossodactylodes
bokermanni
Quase Ameaçada (NT) Vulnerável (VU)
14. Anura Leptodactylidae Crossodactylodes izecksohni Quase Ameaçada (NT) Vulnerável (VU) 15. Anura Leptodactylidae Crossodactylus bokermanni Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN) 16. Anura Leptodactylidae Crossodactylus dantei Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN) 17. Anura Leptodactylidae Crossodactylus grandis Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN) 18. Anura Leptodactylidae Crossodactylus trachystomus Deficiente em Dados (DD) Criticamente em Perigo
(CR)
19. Anura Leptodactylidae Cycloramphus asper Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN) 20. Anura Leptodactylidae Cycloramphus bolitoglossus Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN) 21. Anura Leptodactylidae Cycloramphus brasiliensis Quase Ameaçada (NT) Vulnerável (VU) 22. Anura Leptodactylidae Cycloramphus dubius Não Ameaçada (LC) Em Perigo (EN) 23. Anura Leptodactylidae Cycloramphus granulosus Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN) 24. Anura Leptodactylidae Cycloramphus izecksohni Deficiente em Dados (DD) Vulnerável (VU) 25. Anura Leptodactylidae Cycloramphus lutzorum Deficiente em Dados (DD) Vulnerável (VU) 26. Anura Leptodactylidae Cycloramphus ohausi Deficiente em Dados (DD) Criticamente em Perigo
(CR)
27. Anura Leptodactylidae Cycloramphus semipalmatus Quase Ameaçada (NT) Vulnerável (VU) 28. Anura Leptodactylidae Cycloramphus stejnegeri Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN) 29. Anura Bufonidae Dendrophryniscus
berthalutzae
Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU)
30. Anura Hylidae Dendropsophus ruschii Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN) 31. Anura Microhylidae Elachistocleis erythrogaster Quase Ameaçada (NT) Em Perigo (EN) 32. Anura Leptodactylidae Eleutherodactylus
bolbodactylus
Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU)
33. Anura Leptodactylidae Eleutherodactylus epipedus Quase Ameaçada (NT) Em Perigo (EN) 34. Anura Leptodactylidae Eleutherodactylus
erythromerus
Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN)
35. Anura Leptodactylidae Eleutherodactylus gualteri Não Ameaçada (LC) Em Perigo (EN) 36. Anura Leptodactylidae Eleutherodactylus hoehnei Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 37. Anura Leptodactylidae Eleutherodactylus octavioi Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 38. Anura Leptodactylidae Eleutherodactylus oeus Quase Ameaçada (NT) Em Perigo (EN)
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39. Anura Leptodactylidae Eleutherodactylus venancioi Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 40. Anura Leptodactylidae Euparkerella brasiliensis Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 41. Anura Leptodactylidae Euparkerella cochranae Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 42. Anura Leptodactylidae Holoaden luederwaldti Deficiente em Dados (DD) Vulnerável (VU) 43. Anura Leptodactylidae Hylodes heyeri Deficiente em Dados (DD) Vulnerável (VU) 44. Anura Leptodactylidae Hylodes meridionalis Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 45. Anura Leptodactylidae Hylodes ornatus Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 46. Anura Leptodactylidae Hylodes perplicatus Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 47. Anura Leptodactylidae Hylodes regius Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN) 48. Anura Leptodactylidae Hylodes sazima Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN) 49. Anura Hylidae Hylomantis aspera Não Ameaçada (LC) Em Perigo (EN) 50. Anura Hylidae Hylomantis granulosa Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 51. Anura Hylidae Hypsiboas marginatus Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 52. Anura Leptodactylidae Leptodactylus marambaiae Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 53. Anura Leptodactylidae Megaelosia goeldii Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 54. Anura Bufonidae Melanophryniscuscambaraensis
Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN)
55. Anura Bufonidae Melanophryniscus moreirae Quase Ameaçada (NT) Vulnerável (VU) 56. Anura Leptodactylidae Paratelmatobius gaigeae Deficiente em Dados (DD) Criticamente em Perigo
(CR)
57. Anura Leptodactylidae Paratelmatobius lutzii Deficiente em Dados (DD) Criticamente em Perigo (CR)
58. Anura Leptodactylidae Paratelmatobius mantiqueira Deficiente em Dados (DD) Criticamente em Perigo (CR)
59. Anura Leptodactylidae Paratelmatobius poecilogaster
Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN)
60. Anura Hylidae Phrynomedusa appendiculata
Quase Ameaçada (NT) Criticamente em Perigo (CR)
61. Anura Hylidae Phyllodytes brevirostris Deficiente em Dados (DD) Criticamente em Perigo (CR)
62. Anura Hylidae Phyllodytes edelmoi Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN) 63. Anura Hylidae Phyllodytes gyrinaethes Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN) 64. Anura Leptodactylidae Physalaemus barrioi Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN) 65. Anura Leptodactylidae Physalaemus bokermanni Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN) 66. Anura Leptodactylidae Physalaemus caete Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN) 67. Anura Leptodactylidae Physalaemus moreirae Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN) 68. Anura Leptodactylidae Physalaemus rupestris Deficiente em Dados (DD) Vulnerável (VU) 69. Anura Leptodactylidae Proceratophrys brauni Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 70. Anura Leptodactylidae Proceratophrys
melanopogon
Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU)
71. Anura Leptodactylidae Proceratophrys moehringi Deficiente em Dados (DD) Vulnerável (VU) 72. Anura Leptodactylidae Proceratophrys phyllostomus Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN) 73. Anura Leptodactylidae Rupirana cardosoi Quase Ameaçada (NT) Vulnerável (VU) 74. Anura Hylidae Scinax albicans Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 75. Anura Hylidae Scinax angrensis Não Ameaçada (LC) Em Perigo (EN) 76. Anura Hylidae Scinax arduous Deficiente em Dados (DD) Em Perigo (EN) 77. Anura Hylidae Scinax heyeri Deficiente em Dados (DD) Criticamente em Perigo
(CR)
78. Anura Hylidae Scinax kautskyi Deficiente em Dados (DD) Vulnerável (VU) 79. Anura Hylidae Scinax littoralis Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU)
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80. Anura Hylidae Scinax littoreus Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 81. Anura Hylidae Scinax pinima Deficiente em Dados (DD) Vulnerável (VU) 82. Anura Hylidae Scinax trapicheiroi Quase Ameaçada (NT) Vulnerável (VU) 83. Anura Leptodactylidae Scythrophrys sawayae Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 84. Anura Microhylidae Stereocyclops parkeri Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU) 85. Anura Leptodactylidae Thoropa saxatilis Quase Ameaçada (NT) Em Perigo (EN) 86. Anura Leptodactylidae Zachaenus parvulus Não Ameaçada (LC) Vulnerável (VU)
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ANEXO II - Ocorrência das Espécies-Foco nos Centros de Distribuição
Espécies Categoria NC Antigo Centro de Distribuição Total
N GAA 1 2 3 4 5 6 N % 1 Aplastodiscus flumineus 1 - CR Hyla fluminea x 1 16,7 2 Bokermannohyla claresignata 1 - CR Hyla claresignata x x 2 33,3 3 Crossodactylus trachystomus 1 - CR x 1 16,7 4 Cycloramphus ohausi 1 - CR x 1 16,7 5 Paratelmatobius gaigeae 1 - CR x 1 16,7 6 Paratelmatobius lutzii 1 - CR x 1 16,7 7 Paratelmatobius mantiqueira 1 - CR x 1 16,7 8 Phrynomedusa appendiculata 1 - CR x x 2 33,3 9 Phyllodytes brevirostris 1 - CR x 1 16,7 10 Scinax heyeri 1 - CR x 1 16,7 Subtotal 1 - CR 1 2 3 4 1 1 10 11,6 11 Aplastodiscus musicus 2 - EN Hyla musica x 1 16,7 12 Chiasmocleis alagoanus 2 - EN x 1 16,7 13 Crossodactylus bokermanni 2 - EN x 1 16,7 14 Crossodactylus dantei 2 - EN x 1 16,7 15 Crossodactylus grandis 2 - EN x 1 16,7 16 Cycloramphus asper 2 - EN x 1 16,7 17 Cycloramphus bolitoglossus 2 - EN x 1 16,7 18 Cycloramphus dubius 2 - EN x 1 16,7 19 Cycloramphus granulosus 2 - EN x 1 16,7 20 Cycloramphus stejnegeri 2 - EN x 1 16,7 21 Dendropsophus ruschii 2 - EN Hyla ruschii x 1 16,7 22 Elachistocleis erythrogaster 2 - EN x 1 16,7 23 Eleutherodactylus epipedus 2 - EN x 1
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16,7 24 Eleutherodactylus erythromerus 2 - EN x 1 16,7 25 Eleutherodactylus gualteri 2 - EN x 1 16,7 26 Eleutherodactylus oeus 2 - EN x 1 16,7 27 Hylodes regius 2 - EN x 1 16,7 28 Hylodes sazima 2 - EN x 1 16,7 29 Hylomantis aspera 2 - EN x 1 16,7 30 Melanophryniscus cambaraensis 2 - EN x 1 16,7 31 Paratelmatobius poecilogaster 2 - EN x 1 16,7 32 Phyllodytes edelmoi 2 - EN x 1 16,7 33 Phyllodytes gyrinaethes 2 - EN x 1 16,7 34 Physalaemus barrioi 2 - EN x 1 16,7 35 Physalaemus bokermanni 2 - EN x 1 16,7 36 Physalaemus caete 2 - EN x 1 16,7 37 Physalaemus moreirae 2 - EN x 1 16,7 38 Proceratophrys phyllostomus 2 - EN x 1 16,7 39 Scinax angrensis 2 - EN x 1 16,7 40 Scinax arduous 2 - EN x 1 16,7 41 Thoropa saxatilis 2 - EN x 1 16,7 Subtotal 2 - EN 5 7 4 10 2 3 31 36,0 42 Aplastodiscus callipygius 3 - VU Hyla callipygia x 1 16,7 43 Bokermannohyla carvalhoi 3 - VU Hyla carvalhoi x 1 16,7 44 Bokermannohyla clepsydra 3 - VU Hyla clepsydra x 1 16,7 45 Bokermannohyla luctuosa 3 - VU Hyla luctuosa x 1 16,7 46 Bokermannohyla nanuzae 3 - VU Hyla nanuzae x 1 16,7 47 Brachycephalus hermogenesi 3 - VU x 1 16,7 48 Chiasmocleis atlantica 3 - VU x x 2 33,3 49 Chiasmocleis capixaba 3 - VU x 1 16,7 50 Crossodactylodes bokermanni 3 - VU x 1
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16,7 51 Crossodactylodes izecksohni 3 - VU x 1 16,7 52 Cycloramphus brasiliensis 3 - VU x x 2 33,3 53 Cycloramphus izecksohni 3 - VU x x 2 33,3 54 Cycloramphus lutzorum 3 - VU x x x 3 50,0 55 Cycloramphus semipalmatus 3 - VU x 1 16,7 56 Dendrophryniscus berthalutzae 3 - VU x x 2 33,3 57 Eleutherodactylus bolbodactylus 3 - VU x x 2 33,3 58 Eleutherodactylus hoehnei 3 - VU x x 2 33,3 59 Eleutherodactylus octavioi 3 - VU x x 2 33,3 60 Eleutherodactylus venancioi 3 - VU x 1 16,7 61 Euparkerella brasiliensis 3 - VU x 1 16,7 62 Euparkerella cochranae 3 - VU x 1 16,7 63 Holoaden luederwaldti 3 - VU x 1 16,7 64 Hylodes heyeri 3 - VU x 1 16,7 65 Hylodes meridionalis 3 - VU x 1 16,7 66 Hylodes ornatus 3 - VU x 1 16,7 67 Hylodes perplicatus 3 - VU x 1 16,7 68 Hylomantis granulosa 3 - VU x 1 16,7 69 Hypsiboas marginatus 3 - VU Hyla marginata x 1 16,7 70 Leptodactylus marambaiae 3 - VU x 1 16,7 71 Megaelosia goeldii 3 - VU x x 2 33,3 72 Melanophryniscus moreirae 3 - VU x 1 16,7 73 Physalaemus rupestris 3 - VU x 1 16,7 74 Proceratophrys brauni 3 - VU x 1 16,7 75 Proceratophrys melanopogon 3 - VU x x 2 33,3 76 Proceratophrys moehringi 3 - VU x 1 16,7 77 Rupirana cardosoi 3 - VU x 1 16,7 78 Scinax albicans 3 - VU x x 2
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33,3 79 Scinax kautskyi 3 - VU x 1 16,7 80 Scinax littoralis 3 - VU x 1 16,7 81 Scinax littoreus 3 - VU x 1 16,7 82 Scinax pinima 3 - VU Hyla pinima x 1 16,7 83 Scinax trapicheiroi 3 - VU x x 2 33,3 84 Scythrophrys sawayae 3 - VU x 1 16,7 85 Stereocyclops parkeri 3 - VU x x 2 33,3 86 Zachaenus parvulus 3 - VU x x 2 33,3 Subtotal 3 - VU 1 8 18 23 6 4 45 52,3 Total N 7 17 25 37 9 8 86 100,0 % 8,1 19,8 29,1 43,0 10,5 9,3 Legenda: N = Nº. de Centros em que a espécie ocorre. % - Freqüência de ocorrência da espécie nos seis Centros de Distribuição.
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MODELO 1: Declaração da Instituição Responsável explicitando seu compromisso na gestão dos recursos e prestação de contas.DECLARAÇÃO
Em atendimento ao Edital 01/2006 “Programa de Proteção das Espécies Ameaçadas de Extinção da Mata Atlântica”, o(a) NOME DA INSTUIÇÃO PROPONENTE, declara seu compromisso e responsabilidade pela gestão dos recursos e da prestação de contas, de acordo com o disposto no Contrato de Apoio à Pesquisa, durante a realização do projeto de pesquisa entitulado “NOME DO PROJETO”.
CIDADE, XX de MÊS de 2006.
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FORMULÁRIO 1: Dados do ProjetoFormulário 1
PROGRAMA ESPÉCIES AMEAÇADAS APRESENTAÇÃO DO PROJETO 1 – APRESENTAÇÃO
1.1 Título do projeto: O título deverá ser representativo do tema central proposto.
1.2 Responsável Técnico Pessoa que irá coordenar a proposta apresentada. Todos os contatos, desde a inscrição da proposta,serão feitos com o responsável técnico indicado. O endereço abaixo deve ser o mais completo e atual possível, pois todas as correspondências serão enviadas para o mesmo.
Endereço: Bairro: CEP: Cidade / UF:
E-mail: Telefone: Fax:
1.3 Instituição Proponente: Instituição que fará o gerenciamento do recurso financiado. Podem ser proponentes: institutos de pesquisa, universidades ou fundações universitárias, ONG´s de caráter técnico estrito e/ou empresas privadas de pesquisa ou conservação.
1.4 Instituições parceiras Relacionar nos campos abaixo as contrapartidas financeiras, humanas ou de infra-estrutura dessas instituições, caso haja. É obrigatória a apresentação dos nomes das pessoas de contato nessas instituições, função/cargo, bem como os respectivos telefones e endereços eletrônicos.
Instituição/Representantes Nome da instituição parceira e dos seus responsáveis junto ao projeto.
Contrapartida Detalhar os recursos financeiros, humanos e logísticos a serem investidos no projeto.
1.5 Equipe Executora Nome e função das pessoas que estarão envolvidas diretamente com o projeto.
Nome Função no projeto Qualificação
Nome 1 Título
Nome 2 Título
1.6 Duração (em meses): Tempo de duração do projeto.
1.7 Valor Solicitado:
R$ US$
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2 - INFORMAÇÕES SOBRE O PROJETO2.1 Localização do projeto: local (is) onde será (ão) realizada (s) a (s) coleta de dados.
2.2 Espécie (s) foco: espécie (s) que será (ão) estudada (s) no projeto. Esta(s) espécie(s) deve(m) se enquadrar nos grupos de espécies contemplados no presente Edital, conforme o item 3 – Espécies-Foco.
2.3 Resumo do projeto: apresentar uma síntese do projeto em no máximo 20 linhas, abordando o status de conservação da(s) espécie(s), sua justificativa e objetivo.
2.4 Descrição do Problema e Justificativa:
2.5 Objetivo Superior: deve estar contextualizado de acordo com as linhas temáticas focais do Programa
1. distribuição geográfica e ecologia das populações e comunidades; 2. estudos demográficos;
3. identificação de tipos e níveis das ameaças;
4.definição de técnicas de manejo, diretrizes para a conservação e identificação de políticas públicas para a conservação das espécies ameaçadas.
2.6 Objetivos específicos Indicadores de Impacto Relacionam-se à permanência ou sustentabilidade das ações que estão sendo
propostas. Deve relacionar, se possível, parâmetros quantitativos, qualitativos e temporais.
a) a)
b) b)
2.7 Metodologia Deve-se informar, de modo detalhado, o método e as atividades previstas para alcance dos resultados. Este item deve incluir de modo específico o esforço que será empenhado pela equipe para a coleta dos dados de campo.
Esforço de Campo Local de coleta Distância
percorrida/viagem Nº. Viagens Nº. Técnicos Permanência em campo (Nº. Dias) Total
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2.8 Resultados Esperados Indicadores de avaliação (Meios de verificação)Definem os processos, eventos, relatórios e outras informações que serão utilizadas para verificar a realização de cada um dos produtos esperados.
a). a)
b) b)
2.9 Atividades para alcance dos Resultados
Indicadores de progresso Medem o progresso na realização das atividades que serão desenvolvidas para o alcance dos objetivos
a) a)
b) b)
2.10 Relevância do projeto para conservação da espécie e/ou do bioma Este tópico deve descrever a importância do projeto no processo de conservação da espécie estudada e do bioma onde se insere.
2.11 Plano de divulgação do projeto Descrever com detalhes como será divulgado o projeto: revista científica ou de divulgação; folder, cartaz ou se há um programa ou ações específicas para esse fim.
2.12 Lista de Anexos/ Observação / Informações adicionais:
3 - INFORMAÇÕES SOBRE A INSTITUIÇÃO PROPONENTE
3.1 Nome da Instituição Proponente Instituição que fará o gerenciamento do recurso financiado. Podem ser proponentes institutos de pesquisa, universidades ou fundações universitárias, ONG´s de caráter técnico estrito e/ou empresas privadas de pesquisa ou conservação.
3.2 Representante Legal Pessoa oficialmente responsável pela instituição.
Endereço: Bairro: CEP: Cidade / UF:
E-mail: Telefone: Fax:
3.3 Resumo dos principais projetos executados pela Instituição Proponente
(apresentados em ordem cronológica crescente)
________________________________, de ___________________________ 2006
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FORMULÁRIO 2: Cronograma físico-financeiro do ProjetoFormulário PROGRAMA ESPÉCIES AMEAÇADAS
2 APRESENTAÇÃO DO PROJETO
1 - Cronograma Físico-Finaceiro Título do projeto:
Cronograma de execução física
Atividades Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Valor solicitad o 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 50% no ato da assinatura do contrato 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
0,00 40% após a conclusão de 50% do cronograma físico
0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
0,00 10% dois meses antes d
o
Fundação Biodiversitas & CEPAN – Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste
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0,00
0,00
* Este cronograma deve estar de acordo com a liberação do total de recursos aprovados do Formulário 3 - Orçamento ________________________, de ______________________ 2006.
Assinatura do Responsável Técnico
Fundação Biodiversitas & CEPAN – Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste
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FORMULÁRIO 3: Orçamento do ProjetoFormulário PROGRAMA ESPÉCIES AMEAÇADAS
3 APRESENTAÇÃO DO PROJETO
1 - Orçamento
Título do projeto:
Nº projeto: (espaço reservado ao Programa)
Total dos recursos solicitados
(incluindo taxa administrativa) R$ 0,00 50% no ato da assinatura do contrato R$ 0,00 40% após a conclusão de 50% do
cronograma físico R$ 0,00
10% dois meses antes do término do
projeto R$ 0,00 Atividades (relacionar as atividades que estão previstas para os gastos
apresentados) Itens Solicitados
Material de consumo (Incluem-se, entre
outros: material de escritório,
ferramentas, combustível, alimentos, peças de reposição, vidraria de
laboratório e reagentes) Quant Unid Valor unitário
Valor solicitado 0 0,00 0,00 0 0,00 0,00 0 0,00 0,00 0 0,00 0,00 Sub-total 0,00
Material permanente (Veículos,
máquinas, equipamentos, móveis e utensílios, ferramentas, livros e
publicações técnicas) Quant Unid Valor unitário
Valor solicitado 0 0,00 0,00 0 0,00 0,00 0 0,00 0,00 0 0,00 0,00