CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA
Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
presente participação apresentada em sede da discussão pública das normas provisórias do Plano de Pormenor do Aterro da Boavista Nascente
2017.03 02 • I • • I • I ..
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Di mento Territorial
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Código Postal
Contacto (e-mail, telefone, tm)
Documento de identificação n.o
Vem apresentar junto de V. Exa., ao abrigo do n.o 2 do artigo 89.o e do n.o 5 do artigo
138.o do Decreto-Lei n.0 80/2015, de 14 de maio, que aprovou a revisão do Regime
Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial - RJIGT, no âmbito do período de Discussão Pública da Proposta de Normas Provisórias por motivo da Alteração do Plano de Pormenor do Aterro da Boavista Nascente, a seguinte:
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Informaçãode
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}-Notas:
- Esta participação será ponderada e divulgada publicamente nos
Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial- e Portaria n.o 136/2005, de 2 de i
- A falta de preenchimento dos campos opcionais da morada ou do endereço de correio eletrónico impossibilita o envio da resposta ao interessado. A sua consulta pode ser efetuada no relatório de apuramento e ponderação dos resultados da discussão pública na página de Urbanismo da CML, na Secção Planeamento Urbano (l.lllil;il~!.~ê!:W:!!l:ltillQi! .• ~l!dl9JlLill!.QÚI.!.í!JJJ:ii.!Df!ntQo\!!Jlg1Jll), no Centro de Informação Urbana de Usboa (CIUL) sito no Picoas Plaza, na Rua do Viriato n.o 13 a n.o 17, no Centro de Documentaçao, sito no Edifício Central da CML, no Campo Grande, n.o 25, 1.o F ou nas Juntas de Freguesia da área de intervenção do Pidno.
- São considerados dadus ra!ssoa1s quaisquer informações relativas a uma pessoa singular identificada ou identificável (titular dos dados),
designadamente informaçÕt!S relativas à reserva da vida privada.
Ao disponibilizar os seus dados pessoais nesta participação pública, o titular dos dados está a autorizar a recolha e divulgação dos mesmos (artigo J.o,
CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA
NORMAS PROVISÓRIAS - ALTERAÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DO ATERRO DA BOAVISTA NASCENTE
CONTRIBUTO - DISCUSSÃO PÚBLICJ\ Parcela 2.10.
Exmo. Senhor
Presidente da Câmara Municipal de LISBOA:
ARMAZÉNS D. LUÍS - Armazenagem e Exploração de Espaços, Lda., sociedade comercial por quotas, com sede na Rua Dom Luís I, n. os 8 e 8-A, em Lisboa, matriculada na Conservatória do Registo Comercial da Lisboa, sob o número único de matrícula e de pessoa coletiva 7354, adiante designada por EXPONENTE, tendo tido conhecimento que se encontra em discussão pública a proposta de estabelecimento de Normas Provisórias por motivo da alteração do Plano de Pormenor do Aterro da Boavista Nascente, para efeitos de submissão a discussão pública (cfr. Aviso n.o 777/2017, de 18 de janeiro), vem apresentar a seguinte:
EXPOSIÇÃO COM OBSERVAÇÕES E SUGESTÕES SOBRE A PROPOSTA DE NORMAS PROVISÓRIA,
nos termos do disposto no artigo
89.0/3
do Decreto-Lei n.0 80/2015,
de14
de maio, que aprovou o Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial -RJIGT:1. A EXPONENTE
é
proprietária da parcela 2.10 do referido Plano dePormenor, que corresponde ao prédio descrito na Conservatória do
Registo predial de Lisboa sob o n.o
265,
da freguesia de São Paulo (atual freguesia da Misericórdia), com a matriz urbana260,
da mesma freguesia.2.
O Plano de Pormenor do Aterro da Boavista Nascente, aprovado, sob proposta da Câmara Municipal, pela Assembleia Municipal de Lisboa em29
de novembro de2011,
publicado através do Aviso n.0 1309/2012,
no Diário da República, a2.a
Série, n.o20,
de27
de janeiro, determinou que a parcela2
.
10
fosse cedida para reserva de equipamento.3. Contudo, o referido instrumento de planeam2nto não foi objeto de execução, não tendo sido possível chegar a acordo com o Município efetivação da cedência.
4.
Veio agora o Município reconhecer que a parcela2.10.
não tem vocação, nem é necessária para a localização de equipamentos deutilização coletiva, determinando a aplicação a esta parcela do
estabelecido para as parcelas a constituir do tipo 2 - cfr. artigo 3.0/2 das
Normas Provisórias.
S. Contudo, a aplicação a esta parcela das regras aplicáveis às parcelas no
tipo 2, não se afigura suficiente, uma vez que os dados que constam na
Planta de Implantação - desenho n.o 01, não acautela a edificação
preexistente, nem a possibilidade de execução autónoma de operação
urbanística nesta parcela, a qual apresenta características
consolidadas.
6. Efetivamente, a EXPONENTE tem interesse em desenvolver uma
operação urbanística para o local que permita a sua afetação a um uso
distinto do atual, nomeadamente turismo, e que possa qualificar o
espaço. Para o efeito, a área de construção existente
é
reduzida, sendonecessário prever a possiblilidade de ampliação para cerca de
700,00m2, que corresponderc3 ao dobro do existente, ainda que a
solução arquitetónica possa ser adaptável em implantação ou altura,
consoante a flexibilidade admitida na alteração ao Plano de Pormenor.
7. Em face do exposto e tendo presente que este processo tem o intuito de
não tornar mais onerosa a execução do Plano de Pormenor, vem a
EXPONENTE propor as seguintes alterações:
a. Proposta de redação do artigo 3.0/2 das Normas Provisórias:
"Às operações urbanísticas a realizar
na
parcela original2.10 não são aplicáveis
o
dispostono n.
0 2 do artigo 14.oe
na
alínea b) don.
0 2 do artigo 31. 0 , ambos do regulamentodo Plano, aplicando
o
estabelecidono
plano paraas
parce 'as a constituir do tipo 2, admitindo-se a sua a fetação aos u os de habitação, comércio, serviços
e
turismo."' '
b. ProRosta de aditamento de um novo artigo 3.0/3 às Normas
Provisórias:
"Na parcela 2.10
é
reconhecida a área de construçãoexistente, admitindo-s«~ a sua ampliação e alteração com o
limite do dobro da área de construção existente, a
concretizar através de operações urbanísticas nos termos
do artigo 32.011 do pJrano de Pormenor, uma vez que se
trata de área consolidada. Em qualquer caso,
o
número depisos n-o poderá exceder os quatro pisos."
c.
Proposta de aditamento de um novo artigo 3. 0/6
às NormasProvisórias:
..
c-;:c to non.
0 2 do artigo 33.0 do regulamento doPlano de Pormenor não obsta a que as operações
urban · · ica a desenvolver na parcela 2.10 se possam
desen ~ o ver de forma autónoma e nos termos do
Decreto-L - ..;55/ 99, de 16 de dezembro, na sua redação atual,
de
e
1e não haja necessidade de alteração fundiáriae
aa ea 'c construção prevista no projeto resultar da
a n --:ruJ
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e
um índice concreto inferiorao
índice médio deLJt.:li .JÇuo definido pelo, Plano de Pormenor, aplicando-se,
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so,
o disposto non.
0 1 do artigo 32.0 do Plano deP ··r 1e ur."
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