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PRÁTICAS PARA AVALIAÇÃO E

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Academic year: 2021

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(1)

P

RÁTICAS PARA AVALIAÇÃO E

DESENVOLVIMENTO DO VOCABULÁRIO

Dra. Miriam Damazio

Instituto de Psicologia – USP

Laboratório de Neuropsicolinguística Cognitiva Experimental 08/07/2019

(2)

VOCABULÁRIO RECEPTIVO

O vocabulário receptivo equivale à habilidade de

compreender itens lexicais, quer do sistema linguístico primário ou secundário.

 Quanto maior o vocabulário receptivo, maior a

habilidade do receptor em compreender a linguagem, seja falada, escrita ou de sinais (Capovilla, Negrão, & Damazio, 2011).

 Desenvolve-se rapidamente na primeira infância e

constrói a base para a aquisição da linguagem e alfabetização.

(3)

VOCABULÁRIO EXPRESSIVO

O vocabulário expressivo equivale à habilidade de

produzir itens lexicais, quer do sistema linguístico primário ou secundário.

 Quanto maior o vocabulário expressivo, maior a

habilidade do emissor em produzir a linguagem, seja falada, escrita ou de sinais

 Pode ser medido pelo número de palavras que a

criança é capaz de pronunciar. Assim, a avaliação é possível a partir do momento que a criança

(4)

 O vocabulário tem um papel significativo no

desenvolvimento da consciência fonológica (Gorman, 2012).

 Consciência fonológica é a habilidade de reconhecer e

manipular os sons da fala.

 Há uma forte relação entre linguagem oral e habilidade ou

desabilidade de escrita. A linguagem oral é de grande

importância para posterior alfabetização (Capovilla & Dias, 2008).

 Prejuízos na linguagem oral, no período inicial de

aprendizado, significa que a probabilidade de ocorrerem dificuldades na linguagem escrita é maior quando

comparada a situações em que não há tal prejuízo (ASHA, 2000).

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 As crianças que apresentam dificuldades no

desenvolvimento da linguagem oral nos anos iniciais e finais da pré-escola apresentam:

a) Risco aumentado de atraso de linguagem, e de

alfabetização, bem como de dificuldades acadêmicas em geral

b) Problemas psicossociais e comportamentais c) Distúrbio do déficit de atenção e hiperatividade d) Atrasos cognitivos ou problemas de leitura

(6)

L

EITURA E DESENVOLVIMENTO DO

VOCABULÁRIO

 Pesquisadores demonstraram que a leitura de

livros se mostrou associada a um aumento do vocabulário em crianças.

 Instrução direta e explícita no vocabulário também

deve ocorrer diariamente em todas as salas de aula

 O desenvolvimento do vocabulário torna-se um

grande desafio quando um aluno é diagnosticado com dislexia.

(7)

A

LGUMAS PRÁTICAS EFICIENTES

 Assegurar a exposição repetida do vocabulário em

diferentes contextos. Isso aumenta a aprendizagem de palavras (Armbruster & Osborn, 2001).

 Use flash cards.

 Nomear objetos comuns, descrevendo sua forma e

características básicas.

(8)

 Ilustrando palavras novas: uma representação

simbólica ou realista da palavra exige que eles entendam o significado de uma palavra de uma maneira mais profunda do que a simples

memorização de uma definição.

 Representando uma palavra. Os disléxicos também

se beneficiam de interpretar palavras. Ter que trazer uma palavra à vida é um pouco como um jogo de charadas.

 Escrever uma história usando palavras do

(9)

A

VALIAÇÃO DO

V

OCABULÁRIO

Lista de Avaliação de Vocabulário Expressivo (Lave) -

validada e normatizada por Capovilla e Capovilla (1997) para crianças de 2 a 6 anos de idade.

Teste de Vocabulário por Figuras Usp (TVfusp) foi

originalmente publicado e adaptado por Capovilla e

Prudencio (2006). Validado e normatizado por Capovilla e Thomazette (2009) para crianças do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental.

Teste de Vocabulário por Imagens Peabody (TVIP) -

adaptado, validado e normatizado por Capovilla e

(10)

Teste de Vocabulário por Figuras Usp - TVfusp:

normatizado para avaliar compreensão auditiva dos 7 aos 10 anos

Organizador: Fernando Cesar Capovilla Editora: Memnon Edições Científicas

Apoio: Inep, CNPq, Capes ISBN Vol.: 978-85-794-016-5 1ª Edição, 2011, 530 pp.

(11)

Teste de Vocabulário Auditivo Usp, (TVAud-33) avalia o

vocabulário receptivo auditivo de crianças a partir de 1 ano e 6 meses de idade até 6 anos de idade. Ele foi validado e normatizado por Capovilla, Negrão e

Damazio (2011). Elaborado nas formas A (TVAud-A33 e TVAud-B33).

Teste de Vocabulário Expressivo USP (TVExp-100)

avalia o vocabulário expressivo falado de crianças de 1 ano e 6 meses até 6 anos de idade. Ele foi validado e normatizado por Capovilla e Damazio (2011).

 Avaliar precocemente o desenvolvimento da

compreensão da fala e da produção da fala é de vital importância para detectar precocemente os atrasos e distúrbios de linguagem e para proceder à intervenção precoce (Capovilla, Negrão & Damazio, 2011).

(12)

Amostra dos itens 6 a 10 dentre os 33 itens do caderno de aplicação da Forma A Abreviada Original: TVAud-A33o

(13)

Amostra dos itens 1 a 5 dentre os 33 itens do caderno de aplicação da Forma B Abreviada Original: TVAud-B33o.

(14)

Amostra de 24 das 100 figuras do caderno de aplicação do TVExp-100o.

(15)

Teste de Vocabulário Auditivo e Teste de Vocabulário Expressivo

Fernando C. Capovilla, Valéria Negrão, Miriam Damazio

Validado e normatizado para o desenvolvimento da compreensão e da produção da fala dos 18 meses aos 6 anos

Editora: Memnon Edições Científicas

Apoio: Inep, CNPq, Capes ISBN Vol.: 978-85-7954-017-2 1ª Edição, 2011, 582 pp.

(16)

E

STRATÉGIAS PARA

DESENVOLVIMENTO DO VOCABULÁRIO

0 a 1 ano e 11 meses:

 Conversas com as crianças durante período de

alimentação, de troca de fraldas e roupas, brincadeiras, etc.

 Leitura de livrinhos pequenos:

TEXTOS ILUSTRAÇÕES MATERIAIS

As histórias devem ser rápidas e curtas

Uma gravura em cada página, mostrando coisas simples e visualmente atrativas.

Livros de pano e plástico. Fantoches e livros-fantoches.

(17)

 Nomeação do mobiliário, brinquedos, alimentos.  Músicas.

2 anos a 2 anos e 11 meses  Conversas com as crianças

 Nomeação de objetos – não aceitar mais “au-au”,

“miau”

 Conversar sobre as preferências da criança, para o

desenvolvimento do vocabulário expressivo.

 Estimular a criança para que conte histórias, ou

(18)

 Leitura de livros pequenos

 Solicitar a participação das crianças durante a

história: o que você acha que aconteceu? O que você está vendo aqui? Como será que acabou a história?

TEXTOS ILUSTRAÇÕES MATERIAIS

As histórias devem ser rápidas com pouco texto e enredo simples, mas interessante. O tema deve se aproximar ao máximo da rotina da criança.

Gravuras grandes e com poucos detalhes.

Livros de pano e plástico. Fantoches e livros-fantoches.

Livros sonoros. Livro-vocabulário.

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3 anos a 5 anos e 11 meses  Conversas com as crianças

 Leitura de livros pequenos

TEXTOS ILUSTRAÇÕES MATERIAIS

As histórias devem propor vivências radicadas no cotidiano familiar da criança através de textos curtos.

Predomínio de imagens. Livros de pano e plástico. Fantoches e livros-fantoches.

Livros sonoros. Livro-vocabulário.

(20)

Atividades com rimas:

a) Através de músicas: Cai, cai, balão

b) Através de poesia:

A foca

Quer ver a foca ficar feliz? É por a bola no seu nariz.

Quer ver a foca bater alminha? É dar a ela uma sardinha.

Que a foca fazer uma briga? É espetar ela bem na barriga!

(21)

c) Através de nomeação rápida: “Esse navio está levando ....”

“O navio está levando um melão”. “O navio está levando mamão”

“O navio está levando uma bola”. “O navio está levando cola”.

(22)

Jogo do percurso:

Atividade para desenvolvimento da consciência silábica. No jogo há um percurso a ser completado. As crianças escolhem cartas com

figuras e avançam, no percurso, o número de casas correspondentes ao número de sílabas do nome da figura. Também pode ser usado como estratégia para desenvolver o vocabulário.

(23)

E

STRATÉGIAS PARA

DESENVOLVIMENTO DO VOCABULÁRIO

Frayer Model

 Desenvolvido por Frayer, Frederick e Klausmeier (1969). Ativa

o conhecimento prévio e ajuda os alunos a estabelecer conexões com outros conceitos.

 Esta estratégia utiliza um organizador gráfico para definir

palavras e conceitos. Este modelo é dividido em cinco partes - quatro grandes quadrados com um círculo no meio.

O Frayer Model pede aos alunos que organizem seu

pensamento sobre uma palavra de quatro maneiras: uma definição, características, exemplos e não-exemplos.

(24)

Descrição: Fatos ou características Exemplos:

Não são vegetais:

(25)

Descrição:

Planta que podemos comer

Fatos ou características Exemplos:

Não são vegetais:

(26)

Descrição:

Planta que podemos comer

Fatos ou características Várias cores Saudável Cozido / cru Exemplos:

Não são vegetais:

(27)

Descrição:

Planta que podemos comer

Fatos ou características Várias cores Saudável Cozido / cru Milho Brócolis Cenoura Alface Exemplos:

Não são vegetais:

(28)

Descrição:

Planta que podemos comer

Fatos ou características Várias cores Saudável Cozido / cru Milho Brócolis Cenoura Alface Exemplos: Uva Banana Maçã Queijo

Não são vegetais:

(29)

Descrição: Fatos ou características Exemplos:

Não são mamíferos:

(30)

E

STRATÉGIA

K.I.M.

K

EY

,

I

NFORMATION

,

M

EMORY

 A Estratégia K.I.M. usa um organizador gráfico para

ajudar os alunos a reter o conhecimento de palavras-chave ou ideias-chave.

 A Estratégia K.I.M. também usa um dispositivo

mnemônico para explicar as diferentes etapas ou colunas do organizador gráfico.

 Para reforçar a compreensão da palavra, os alunos

(31)

Palavra chave (K) Informação (I) Memória (M)

Agropecuária

A agropecuária é uma atividade exercida, principalmente, por pequenos produtores, que unem as técnicas da agricultura -

cultivo de plantas e hortaliças - com a pecuária, que é criação de animais (gado, suínos, aves, equinos e etc). Gruta Rio

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Palavra chave (K) Informação (I) Memória (M)

Agropecuária

A agropecuária é uma atividade exercida, principalmente, por pequenos produtores, que unem as técnicas da agricultura -

cultivo de plantas e hortaliças - com a pecuária, que é criação de animais (gado, suínos, aves, equinos e etc).

Gruta

Gruta ou caverna é toda

cavidade profunda provocada na rocha por fenômenos naturais.

Rio

Rio é um curso de água que corre naturalmente de uma área mais alta para uma mais baixa do relevo, geralmente deságua em outro rio, lago ou no mar

(33)

M

AKING MEANING

 Esta é uma grande atividade antecipatória para

apresentar aos alunos pistas de contexto.

 Identificar 4-5 palavras que os alunos terão de

compreender a fim de entender um texto. Para ativar o conhecimento prévio, os alunos farão uma discussão sobre o que já sabem sobre o vocabulário.

INSTRUÇÕES: Escreva as novas palavras na coluna

“Novas palavras”. Em seguida, escreva o que você já sabe sobre a palavra na coluna “Antes da leitura”.

Finalmente, depois de ter lido o texto, preencha a coluna “Depois da leitura” com as novas informações obtidas na leitura.

(34)

Novas palavras Antes da leitura Depois da leitura VEREDA ENCOSTA PRÍMULA

(35)

Novas palavras Significado

VEREDA

Caminho alternativo através do qual se consegue chegar mais rápido a um determinado local;

atalho.

ENCOSTA Declive de montanha; vertente.

PRÍMULA

Gênero de plantas herbáceas, da família das primuláceas, também denominada primavera.

(36)

F

LASHCARDSOs Flashcards (termo que vem do inglês:

Flash=rápido/instantâneo e Card= Cartão)

 São pequenos cartões que auxiliam no resumo e memorização

da matéria.

Na área educacional traduzimos o termo flashcard como um

termo de aprendizagem rápida, através da repetição, associação e memorização.

 Pesquisadores demonstraram que o trabalho com flashcards

ajuda os alunos a adquirir vocabulário de forma mais eficaz do que com qualquer outra estratégia.

(37)

ancinho dinhângua

cocho

(38)

 Ancinho: ferramenta agrícola constituída por uma travessa

dentada (de madeira ou de ferro) presa a um longo cabo,

própria para arrastar e juntar palha, feno etc., us. tb. em hortas e jardins para preparar a terra para o plantio; engaço.

 Dinhângua: O mesmo que abóbora-menina (1. Planta rasteira

(Cucurbita maxima), pilosa e áspera, da família das

cucurbitáceas, nativa da região austral da América do Sul, de grandes folhas cordiformes, lobadas, e flores amarelas;

cuieira; 2. Fruto dessa planta, o maior na natureza, podendo chegar a mais de 2 m de circunferência, mundialmente

consumido cozido e também em doces e compotas; cuia.

 Cocho – vasilha para água e alimento de animais, em geral

feita de um tronco de madeira escavada.

(39)
(40)
(41)

W

ORDSPLASH

 Um wordsplash é uma coleção de palavras-chave

ou conceitos escolhidos a partir de uma passagem ou capítulo que os alunos estão prestes a ler.

(42)

N

OSSO

W

ORDSPLASH

(43)

W

ORDSPLASH

Outras sugestões:

1) O professor escolhe várias palavras do mural de

palavras, ou palavras relacionadas com conteúdo

estudado.

Instrução aos alunos:

- Escolha uma das palavras escolhidas pelo

professor para ser sua palavra alvo. Você não irá escrever a palavra escolhida em sua folha.

- Pense em palavras e ideias relacionadas com sua palavra-alvo.

- Escreva estas palavras, decorativamente, em sua folha.

- Troque sua folha com um amigo. Veja se ele é capaz de adivinhar a palavra alvo.

(44)

Exemplo 1:

 Palavras escolhidas pelo professor:

Transportes – Frutas - Animais

(45)

Exemplo 2:

 Temas escolhidas pelo professor:

Agropecuária – Vocabulário - Botânica

(46)

2) Atividade de ortografia

Exemplo: Trabalhando “r” e “rr”:

(47)

M

APAS DE APRENDIZAGEM

 Mapas de aprendizagem são uma forma de mapas

conceituais que são desenvolvidos pelo aluno com base em sua própria compreensão e experiências com os conceitos. Ajudam recordar porque são muito visuais.

Imagem retirada do artigo “Mapas mentais – o que são?” (Ana Lopes, 2014).

(48)

Elaborando nosso mapa de aprendizagem:

 Descrição:

 Fatos ou características:

(49)

P

ROCEDIMENTO

PAVE

(PREDICTION-ASSOCIATION-VERIFICATION-EVALUATION)

 Desenvolvido para incentivar os alunos a verificar a

definição do dicionário em relação ao contexto em que a palavra apareceu.

 Também ajuda os alunos a lembrarem dos

significados das palavras, associando a palavra a uma imagem visual.

 PAVE representa as quatro partes do procedimento

- previsão, associação, verificação e avaliação.

 Os alunos devem prever o significado da palavra

com base nas pistas do contexto, associar a palavra com uma imagem mental, verificar o

significado da palavra consultando um dicionário e, em seguida, avaliar a previsão que eles fizeram.

(50)

Completando o nosso PAVE Map

 Frase:

Atrás do castelo havia um labirinto de sebes que o escondia de olhos suspeitos.

 Palavra destacada:

Labirinto

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Completando o nosso PAVE Map

 Frase:

Atrás do castelo havia um labirinto de sebes que o escondia de olhos suspeitos.

 Palavra destacada:

Labirinto

 Definição do dicionário:

Estrutura composta por vários caminhos interligados de tal forma que se torna difícil encontrar a única

(52)

M

URAL DE PALAVRAS

 Um mural de palavras é uma coleção organizada

de palavras escritas em letras grandes em uma parede da sala de aula.

 O mural geralmente inclui palavras que os alunos

frequentemente encontram em sua leitura e escrita, bem como palavras que frequentemente soletram erroneamente.

 As palavras do mural podem ser organizadas

alfabeticamente, por tema (palavras relacionadas com o tempo, por exemplo), ou por padrão de

(53)

laranjeira

(54)

caju

Fruto do cajueiro, com um pedúnculo piriforme, amarelo, rosado ou vermelho, carnoso, suculento e

(55)

CH X CHAFARIZ XÍCARA CHOCOLATE XADREZ

(56)

D

IVERTIMENTOS

 O divertimento é sempre um motivador para

estudantes.

 Os professores podem envolver os alunos na

aprendizagem de palavras através de jogos. Este tipo de atividade interessa até mesmo o estudante mais desmotivado e atrai o aluno cinestésico.

 Os professores podem realizar uma avaliação da

aprendizagem, simplesmente observando como os alunos estão envolvidos na atividade.

(57)

D

IVERTIMENTOS

(58)

Acertando a palavra

(59)

Acertando a palavra

(60)

Acertando a palavra

(61)

Acertando a palavra

(62)

Acertando a palavra

(63)

Acertando a palavra

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Acertando a palavra

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Acertando a palavra

(66)

D

IVERTIMENTOS

(67)

D

IVERTIMENTOS

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D

IVERTIMENTOS

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Referências

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