2012/06/14
F
ORÇASA
RMADAS PORTUGUESASEM DEBATE. U
M PROCESSOPEDAGÓGICOJorge Sêrro M. Prazeres[1]
O século XXI tem trazido em Portugal uma motivação crescente para o debate acerca do papel das Forças
Armadas, considerando uma perspetiva de legitimidade e de utilidade, tendo em conta as alterações da conjuntura político-estratégica internacional.
Portugal terminou a sua guerra colonial, a URSS e ao Pacto de Varsóvia desfizeram-se, a NATO ajustou os seus
conceitos estratégicos para outras realidades que não de guerra-fria possibilitando parcerias alargadas e atuações fora da área transatlântica. Enquanto isto, os EUA fizeram deslizar o centro de gravidade dos seus interesses estratégicos para a Ásia e para o Pacífico, assim como a Europa tenta conduzir uma política de segurança e defesa desejavelmente comum, sendo-lhe difícil falar a uma só voz.
Neste cenário questiona-se o propósito da estrutura militar portuguesa e o nível de apoio que o poder político e a sociedade têm dispensado às Forças Armadas. Provas desta propensão interrogativa acerca da situação da defesa militar nacional que tem ocorrido em Portugal nestes tempos de crise são, entre outros eventos, o lançamento recente do livro do Gen Loureiro dos Santos, Forças Armadas em Portugal, bem como o programa do XIX Encontro Nacional de
Combatentes que incluiu um painel de palestras subordinadas ao tema Combates em Portugal. Na atividade até agora realizada, na tentativa de explicar ao poder político, e talvez à sociedade civil, a justeza e a imprescindibilidade da existência das Forças Armadas, tem-se constatado um discurso apoiado fundamentalmente na perspetiva da necessidade de se dispor de umas Forças Armadas capazes de fazer face a qualquer ameaça externa que ponha em causa a segurança e o bem-estar da população portuguesa e que possam assegurar o livre funcionamento das instituições
democráticas. Pelo lado do poder político, têm-se verificado uma sujeição marcada às limitações orçamentais fruto da crise económica e financeira que tem afetado Portugal de forma particular. Analisando o discurso político do Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, percebe-se que a sua atuação governativa não percebe-se subordina a conceitos ideológicos, mas sim à execução prioritária de uma tentada consolidação orçamental do país. Portugal tem apresentado uma determinada ambição em termos de política externa e de segurança e defesa, tendo sido afirmado publicamente que existe estabilidade nas Forças Armadas e que, apesar dos cortes nos recursos, a instituição militar continua em condições para cumprir as tarefas essenciais para assegurar a sua missão. Por seu lado, o discurso militar continua a afirmar a sua capacidade para o cumprimento dos mínimos imprescindíveis para a missão de defesa nacional, sendo difícil quantificar o que se entende por mínimos.
No que concerne à sociedade civil, vivendo momentos de austeridade e de preocupação, sobretudo em termos de segurança humana, dificilmente entende os gastos com a defesa, sobretudo se a imagem política que passa ao nível da Lei de Programação Militar é que é possível fazer cortes sem afetar o produto operacional. Será que se a Lei de Programação Militar fosse cumprida contribuiria para um excesso para além das necessidades para o cumprimento da missão de defesa? Será também que as Forças Armadas, sem afetações de soberania nacional, estão a pôr em prática, de forma interna, tudo o que seria possível em termos de uma “smart defence” doméstica e de “pool and sharing” dos recursos militares nacionais?
Face ao exposto e ao discurso generalizado de que é urgente modernizar e revitalizar as Forças Armadas, poder-se-á pressupor uma situação de impasse, caracterizada pela intransigência autoritária do governo em gerir o seu aparelho militar, utilizando uma política apelativa a um esforço orçamental mínimo com vista a uma exigência de produtividade máxima, por um lado, e pela incapacidade militar em encontrar soluções credíveis que não se baseiem exclusivamente numa postura transcendental quanto ao papel da sua Instituição.
Aparentemente está instalado em Portugal e também no espaço transatlântico, um ambiente de desconfiança político-social que tem levado, a coberto da crise económica e financeira e de políticas de austeridade, a que se tenham adotado posturas de segurança e defesa tendencialmente mais frágeis, face a ameaças difusas e à necessidade de materializar um inimigo ameaçador que leve a sociedade a manifestar vontade em contribuir para os processos político-estratégico-militares
globais em curso.
No caso português, talvez faça falta neste momento de debate, também, a contribuição esclarecida das gerações que já não viveram ativamente a guerra de África e que têm perante os olhos a realidade da gestão de crises, em que uma das questões centrais será o dilema entre “combater, pronto para contribuir para a paz”, ou “fazer a paz, pronto para combater”. Faltará também esclarecer conceitos e discernir entre relações civis-militares e controlo político sobre as Forças Armadas. Fará falta, certamente, a apresentação de outras soluções desconflituantes que se ajustem aos
contornos inultrapassáveis da realidade e que possam fazer convergir os interesses políticos, as prerrogativas éticas e deontológicas da Instituição Militar e as aspirações de segurança e de bem-estar da sociedade civil.
[1] Coronel Paraquedista na situação de Reserva.
126 T
EXTOSR
ELACIONADOS:
2012/06/21F
ORÇASA
RMADAS EASUARAZÃODE SER. U
MPROCESSO PEDAGÓGICO.
Jorge Sêrro Prazeres2012/05/16
L
OS NEGOCIOS DE LASGUERRAS(FA)
Miguel A. Fernández y Fernández *2012/04/20
R
EFLEXÃOSOBREO SUCESSODAINICIATIVA“S
MARTD
EFENCE”
Pedro Santos Jorge[1]2012/03/28
A D
ESPESACOMASF
ORÇASA
RMADAS EALINGUAGEM DOSNÚMEROS João Pires Neves[1]2012/02/08
A D
EFESAE
CONÓMICAEMP
ORTUGAL Nuno Silva Domingos[1]2012/01/26
T
HE VIRTUESOFDEBATINGDEFENCEPOLICY Tiago Fernandes Mauricio[1]2011/12/17
O P
ROCESSODEP
LANEAMENTODED
EFESADAOTAN – P
ONTO DES
ITUAÇÃO Pedro Santos Jorge[1]2011/11/10
O
SCOMENTADORESPOLÍTICOS EAINSTITUIÇÃOMILITAR José M. Castanho Paes[1]2011/11/04
A
GRANDE OPORTUNIDADE Alexandre Reis Rodrigues2011/10/20
B
ILHETE DEI
DENTIDADEM
ILITAR[1]
Fernanda Maria Costa[2]2011/06/28
A
NOVAESTRUTURADANATO. A
LGUÉM GANHOU?
Alexandre Reis Rodrigues2011/06/06
R
ACIONALIZAR,
NÃOÉA PALAVRADE ORDEM?[1]
Alexandre Reis Rodrigues2011/02/21
Nuno Sardinha Monteiro e António Anjinho Mourinha[2]
2010/11/16
A NATO
EP
ORTUGAL. A
LINHAMENTOSPARAUM NOVOC
ONCEITOE
STRATÉGICO DAA
LIANÇA Luís Brás Bernardino[1]2010/09/15
S
UBMARINOS- F
ACTOS EARGUMENTOS*
Texto do CDS2010/07/11
O
INSTRUMENTOMILITARCOMOPRODUTORDES
EGURANÇAED
ESENVOLVIMENTONOSP
AÍSESDE LÍNGUAPORTUGUESA. C
ONTRIBUTOSPARAUMAESTRATÉGIADES
EGURANÇANACIONAL[1]
Luís Brás Bernardino[2]2010/07/10
U
MAPOLÍCIAÚNICA?[1]
Paulo Pereira de Almeida[2]2010/06/16
A
S“
NOVAS”
TAREFASDASF
ORÇASA
RMADAS: L
IÇÕESDE VINTE ANOSDE MISSÕESEM ZONAS DE CRISE”[1]
Alexandre Reis Rodrigues
2010/06/09
O M
UNDIAL DEF
UTEBOLEAS MISSÕESMILITARES NOEXTERIOR João Brandão Ferreira2010/05/15
F
ORÇASA
RMADAS- U
MAESTRATÉGIADE MUDANÇA[1]
Alexandre Reis Rodrigues2010/04/28
E
NERGIA,
UM TEMACENTRALDES
EGURANÇAED
EFESA Alexandre Reis Rodrigues2010/03/14
A S
OBERANIADOSE
STADOSEOM
AR- A
REALIDADEPORTUGUESA[1]
João Pires Neves[2]2010/01/10
B
ATALHADAUSURAOliveiros S. Ferreira[1] (Brasil)
2009/12/13
Q
UE CONTRIBUTOSDEP
ORTUGALE DACPLP
PARAAA
RQUITECTURADEP
AZES
EGURANÇAA
FRICANA?
Luís Brás Bernardino[1]
2009/12/06
Q
UE FARIAMOS EUROPEUSSEM ANATO?[1]
Alexandre Reis Rodrigues2009/09/28
S
EGURANÇAN
ACIONAL, S
ERVIÇOSDEI
NFORMAÇÕESEASF
ORÇASA
RMADAS[1]
Jorge Silva Carvalho[2]2009/09/16
A
SF
ORÇASA
RMADAS,
OE
STADO EAN
AÇÃO João Brandão Ferreira2009/05/22
P
ARLIAMENTARYC
ONTROLOFA
RMEDF
ORCES”
INP
ORTUGAL[1]
Inês de Carvalho Narciso[2]2009/04/27
C
OMBATEAOB
IOTERRORISMO. P
RIORIDADENACIONAL?[1]
Alexandre Reis Rodrigues2009/01/20
A
REORGANIZAÇÃO DAESTRUTURASUPERIORDAD
EFESA[1]
Alexandre Reis Rodrigues2008/11/18
C
RISENAI
NSTITUIÇÃOM
ILITAR João Brandão Ferreira2008/10/31
F
ORÇAA
RMADAS– U
MAQUESTÃO DEE
STADO Alexandre Reis Rodrigues2008/10/02
C
UBA,
SEGUNDAPARTE. L
AETAPACASTRENSEDELCASTRISMO[1]
Luis González Manrique[2] (Perú)2008/09/29
L
ASF
UERZASA
RMADASCOMOPARTIDO POLÍTICO:
LANUEVA“
GEOMETRÍADELPODER”
CHAVISTA[1]
Luis González Manrique[2] (Peru)2008/07/24
J
URARB
ANDEIRA João Brandão Ferreira2008/07/22
C
OISASPOLÍTICO-
MILITARES QUESE PASSAMAQUIAOLADO João Brandão Ferreira2008/07/02
O
SL
IVROSB
RANCOSDAD
EFESA. P
ARAQUESERVEM?
Alexandre Reis Rodrigues2008/06/26
S
UBVERSÃOECONTRA-
SUBVERSÃO[1]
Francisco Proença Garcia[2]2008/06/20
U
MAR
EFORMAMAL EXPLICADA[1]
Alexandre Reis Rodrigues2008/03/10
U
MO
ÁSISNO“D
ESERTO” P
ORTUGUÊS: O C
OLÉGIOM
ILITAR João Brandão Ferreira2008/02/13
A
SF
ORÇASA
RMADAS EO NOVOC
OMANDOO
PERACIONALC
ONJUNTO Alexandre Reis Rodrigues2008/02/11
R
EFORMANECESSÁRIA?
João Ferreira Barbosa2007/12/10
S
EGURANÇA: V
ISÃOG
LOBAL. A
PERSPECTIVADASI
NFORMAÇÕES[1]
Jorge Silva Carvalho2007/11/15
A I
MAGEMP
ÚBLICADASF
ORÇASA
RMADASNOQ
UADRODASSUASM
ISSÕES José Castanho Paes2007/10/04
A G
UARDAN
ACIONALR
EPUBLICANA(GNR)
NASM
ISSÕESDEP
AZ[1]
Francisco M. Rodrigues[2]2007/10/03
A I
NDÚSTRIADED
EFESA– E
NQUADRAMENTOG
ERAL[1]
José Silva Cordeiro[2]2007/09/10
I
NSERIRAD
EFESAN
ACIONALNAA
GENDAP
OLÍTICA:
MAISQUEUMD
ESAFIO!
Marcelo Rech[1]2007/08/03
O C
ÓDIGODOS
ILÊNCIO Alexandre Reis Rodrigues2007/06/18
D
ECOMOO
PINARCOMC
REDIBILIDADEACERCADASF
ORÇASA
RMADAS. C
ONSIDERAÇÕES FINAIS João Pires Neves[1]2007/06/11
A
SF
ORÇASA
RMADAS EOS“R
ECURSOS”. O
SR
ECURSOSF
INANCEIROS,
OSN
ÚMEROS E OSEUS
IGNIFICADO. (2ª P
ARTE) (I-A)
João Pires Neves[1]2007/06/04
A
SF
ORÇASA
RMADAS EOS“R
ECURSOS”. O
SRECURSOSF
INANCEIROS,
OSN
ÚMEROS EOSEUS
IGNIFICADO.
João Pires Neves[1]2007/05/29
D
EVEM OSC
HEFES DEE
STADOM
AIORDECLARAROS RENDIMENTOS?
João Brandão Ferreira2007/05/28
A
SF
ORÇASA
RMADAS EOS“R
ECURSOS”. O
SR
ECURSOSH
UMANOSE AF
ORMAÇÃO” (IV)
João Pires Neves[1]2007/05/20
A
SF
ORÇASA
RMADAS EOS“R
ECURSOS”. O
SR
ECURSOSH
UMANOSE AM
OTIVAÇÃO(III)
João Pires Neves[1]2007/05/14
A
SF
ORÇASA
RMADAS EOS“R
ECURSOS”. O
SR
ECURSOSH
UMANOSE OSQ
UADROSDEP
ESSOAL(II)
João Pires Neves[1]
2007/05/07
A
SF
ORÇASA
RMADAS EOS“R
ECURSOS”. O
SR
ECURSOSH
UMANOSE ASN
ECESSIDADESO
RGANIZACIONAIS(I)
João Pires Neves[1]2007/05/06
A GNR
E OM
ART
ERRITORIAL(
VERSÃOINTEGRALDOARTIGOPUBLICADO NOJORNALP
ÚBLICO DE5
M
AIO)
Alexandre Reis Rodrigues
2007/04/30
A
SF
ORÇASA
RMADAS EA“O
RGANIZAÇÃO”. A C
OMPONENTEF
IXAEAREESTRUTURAÇÃODASF
ORÇASA
RMADAS(3ª
PARTE) (VI-B)
João Pires Neves[1]2007/04/26
O G
RANDED
ESAFIODAD
EFESAGrupo de Trabalho do Instituto Humanismo e Desenvolvimento[1]
2007/04/25
A
SF
ORÇASA
RMADAS EAE
CONOMIA Alípio Tomé Pinto[1]2007/04/20
E
STARÁATROPAINGLESADEBOASAÚDE?
João Brandão FerreiraA
SF
ORÇASA
RMADAS EA“O
RGANIZAÇÃO”. A C
OMPONENTEF
IXAEAR
EESTRUTURAÇÃO DASF
ORÇASA
RMADAS(2ª P
ARTE) (VI-A)
João Pires Neves[1]2007/04/16
A
SF
ORÇASA
RMADAS EA“O
RGANIZAÇÃO”. A C
OMPONENTE FIXAEAR
EESTRUTURAÇÃODASF
ORÇASA
RMADAS(1ªP
ARTE) (VI)
João Pires Neves[1]2007/04/14
C
ONHECIMENTO, U
SOEC
ONTROLO DOM
ARP
ORTUGUÊS José Castanho Paes2007/04/09
A
SF
ORÇASA
RMADAS EA“O
RGANIZAÇÃO”. O SFN
EAP
ROGRAMAÇÃOM
ILITAR[V-A]
João Pires Neves[1]2007/04/05
A A
LMADASI
NSTITUIÇÕES Alípio Tomé Pinto[1]2007/04/02
A
SF
ORÇASA
RMADAS EA“O
RGANIZAÇÃO”. O SFN
EAP
ROGRAMAÇÃOM
ILITAR(V)
João Pires Neves[1]2007/03/26
A
SF
ORÇASA
RMADAS EA“O
RGANIZAÇÃO”. O S
ISTEMADEF
ORÇAS(1997),
O11
DES
ETEMBRO DE2001
EOS
ISTEMADEF
ORÇAS(2004) (IV)
Autor: João Pires Neves[1]
2007/03/20
M
ULHERES NAI
NFANTARIA João Brandão Ferreira2007/03/19
A
SF
ORÇASA
RMADAS EA“O
RGANIZAÇÃO”. O S
ISTEMADEF
ORÇASEASUAE
STRUTURAO
RGANIZATIVA(2ª P
ARTE) (III.A)
João Pires Neves[1]2007/03/12
A
SF
ORÇASA
RMADAS EA“O
RGANIZAÇÃO”. O S
ISTEMADEF
ORÇASEASUAE
STRUTURAO
RGANIZATIVA(1ª P
ARTE) (III)
João Pires Neves[1]2007/03/06
A
SF
ORÇASA
RMADAS EA“O
RGANIZAÇÃO”. O S
ISTEMADEF
ORÇASN
ACIONAL,
OP
LANEAMENTOE ASS
ENSIBILIDADES(II)
João Pires Neves[1]
2007/02/27
A
SF
ORÇASA
RMADAS EA”O
RGANIZAÇÃO”. O S
ISTEMADEF
ORÇAS. A G
RANDER
EFERÊNCIA. (I)
João Pires Neves[1]2007/02/16
A
SF
ORÇASA
RMADAS EO“A
MBIENTEN
ACIONAL” (II)
João Pires Neves[1]2007/02/13
A (R)E
VOLUÇÃODOP
ENSAMENTOESTRATÉGICO[1]
João Vicente[2]2007/02/12
A
SF
ORÇASA
RMADAS EOA
MBIENTEI
NTERNACIONAL(I)
João Pires Neves[1]2007/02/10
Eduardo Silvestre dos Santos
2007/02/05
A
SF
ORÇASA
RMADAS– A “F
INALIDADE EAM
ISSÃO”
João Pires Neves[1]2007/01/29
D
ECOMOO
PINARCOMC
REDIBILIDADEACERCADASF
ORÇASA
RMADAS João Pires Neves[1]2007/01/09
O N
AUFRÁGIO[1]
Alexandre Reis Rodrigues2006/12/03
A
NTI-
MILITARISMOP
RIMÁRIO José Castanho Paes [1]2006/11/30
O S
ERVIÇODES
AÚDEM
ILITARNOP
RINCÍPIODOS
ÉCULOXXI
EMP
ORTUGAL João Brandão Ferreira2006/10/22
T
ENDÊNCIAS DASCOMPONENTES TERRESTRESDASF
ORÇASA
RMADAS Miguel Moreira Freire2006/10/01
O C
OMANDOO
PERACIONALDASF
ORÇASA
RMADASEOQ
UARTEL-G
ENERALC
ONJUNTO.
E
QUÍVOCOSA DESFAZER.
Alexandre Reis Rodrigues2006/09/21
B
OLONHA,
OE
NSINOS
UPERIORM
ILITAREAQ
UALIDADE Casimiro Pacheco Talhinhas2006/09/14
Q
UESTÕESQUE SEPÕEM AOE
NSINOS
UPERIORM
ILITAR João Brandão Ferreira2006/07/07
O C
OLÉGIOM
ILITARPARAALUNOSEXTERNOS?
João Brandão Ferreira2006/06/27
O
RGULHOSAMENTESÓS António Borges de Carvalho2006/06/08
F
ORÇASI
NTERNACIONAIS EMT
IMOR. C
ADEIADEC
OMANDO Américo Silva Santos2006/06/07
A GNR
E ASR
ELAÇÕES DEC
OMANDO. O
UTRAPERSPECTIVA António Borges de Carvalho2006/06/06
A GNR
E ASR
ELAÇÕES DEC
OMANDO João Ferreira Barbosa2006/06/01
R
EEQUIPAMENTOADIADO João Ferreira Barbosa2006/05/25
FORMACION Y TRANSFORMACION MILITAR
Miguel Fernández y Fernández[1]
O PRACE
EAD
EFESAN
ACIONAL João Ferreira Barbosa2006/03/27
O C
OMANDOS
UPREMODASF
ORÇASA
RMADAS António Borges de Carvalho2006/03/21
O P
RIMEIROT
IRO Romeu Bentes Marcelo2006/03/04
O M
ILITARE OC
IDADÃO EASR
ELAÇÕESC
IVIL-M
ILITARES(II P
ARTE)
João Brandão Ferreira2006/03/03
O M
ILITARE OC
IDADÃO EASR
ELAÇÕESC
IVIL-M
ILITARES(I P
ARTE)
João Brandão Ferreira2006/01/26
R
ELAÇÕESC
IVIL-
MILITARES. A
RESPONSABILIDADE DOESTADOEM DIGNIFICARASI
NSTITUIÇÕES.
Eduardo Silvestre dos Santos2006/01/22
E
XISTEMF
ORÇASPARAASM
ISSÕES?
João Nuno Barbosa2006/01/22
C
ONVÉMNÃOPERDERCAPACIDADES João Nuno Barbosa2005/11/24
P
ORTUGALEOM
AR. U
MARELAÇÃODIFÍCIL João Ferreira Barbosa2005/11/23
A
INDAAC
ONDIÇÃOM
ILITAR João Brandão Ferreira2005/11/08
P
ORTUGAL:
OS CONFLITOSMILITARESDOS ÚLTIMOSTRINTAANOS João Brandão Ferreira2005/09/21
O A
SSOCIATIVISMOM
ILITAR. U
MACRISEANUNCIADA Alexandre Reis Rodrigues2005/04/23
A
LGUMASPERGUNTASAOM
INISTRODAD
EFESA[1]
Alexandre Reis Rodrigues2005/04/22
C
APACIDADEEXPEDICIONÁRIAOUDEFESATERRITORIAL?
Alexandre Reis Rodrigues2005/03/22
S
EREIASNAD
EFESA Américo Silva Santos2005/03/21
P
OLÍTICADED
EFESAN
ACIONALDOXVII G
OVERNOC
ONSTITUCIONAL Eduardo Silvestre dos Santos2005/03/06
I
NDEPENDÊNCIAAMEAÇADA?
Alexandre Reis RodriguesU
MNOVOCICLOPARAAD
EFESA? [1]
Alexandre Reis Rodrigues2005/01/02
R
EFLEXÕES PROGRAMÁTICASPARAAD
EFESA[1]
Grupo Trabalho Reflexão e Defesa (IHD)2004/06/29
A
LGUNSC
ONTRIBUTOS PARAAD
EFINIÇÃODE UMAP
OLÍTICADED
EFESA Alexandre Reis Rodrigues2004/05/17
P
ORUMC
ONCEITOD
IFERENTE DED
EFESA Rui Arrifano2004/04/23
O
SI
NVESTIMENTOS NAD
EFESA Alexandre Reis Rodrigues2003/11/18
O C
OMANDODASF
ORÇASA
RMADAS EAR
EVISÃOC
ONSTITUCIONAL António Borges de Carvalho2003/09/30
S
EGURANÇAN
ACIONAL-
COMPONENTE MILITAR Freitas Ribeiro Pacheco2003/09/29
T
ELEVISÃOP
ÚBLICADr. António Borges de Carvalho
2003/06/18
O
RELACIONAMENTOPOLÍTICO-
MILITAR Alexandre Reis Rodrigues2003/06/13
U
MNOVOCICLODE PLANEAMENTO Alexandre Reis Rodrigues2002/10/02
D
ISCUSSÃOPÚBLICADASBASES DOCEDN
Alexandre Reis Rodrigues2002/09/16
A
PROPÓSITODADISCUSSÃODASBASESDOCEDN
Alexandre Reis Rodrigues2002/08/21
D
EFESA,
INTERESSES NACIONAISEAMEAÇAS Alexandre Reis Rodrigues2001/06/20
O L
IVROB
RANCODED
EFESAN
ACIONAL Alexandre Reis Rodrigues2001/05/02
A R
EFORMADASF
ORÇASA
RMADAS Alexandre Reis Rodrigues2000/05/03