Tipos de modos de produção
Tipos de modos de produção
Modo de produção primitivo
Modo de produção primitivo
Este modo de produção refere-se à uma formação econômica e
Este modo de produção refere-se à uma formação econômica e
social que abrange o período desde o surgimento da sociedade
social que abrange o período desde o surgimento da sociedade
humana. Esse é o modo mais duradouro, pois existiu durante
humana. Esse é o modo mais duradouro, pois existiu durante
centenas de milhares de anos.
centenas de milhares de anos.
este caso, os homens trabalha!am em con"unto, deforma que os
este caso, os homens trabalha!am em con"unto, deforma que os
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ainda o conceito de propriedade pri!ada dos meios de produção,
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ou ainda propriet#rios. $s relaç%es eram de ami&ade e a"uda, e
ou ainda propriet#rios. $s relaç%es eram de ami&ade e a"uda, e
também não existia o estado.
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Modo de produção escravista
Modo de produção escravista
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)onsiderado uma ferramenta, assim como os animais, os escra!os
)onsiderado uma ferramenta, assim como os animais, os escra!os
trabalha!am para os senhores sem receber nada em troca. Esse
trabalha!am para os senhores sem receber nada em troca. Esse
modo de produção foi m
modo de produção foi marcado pelo domínio e su"eição.
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*m pequeno n+mero de senhores explora!a uma grande massa
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produção e do produto, não dando direito nenhum dos escra!os,
produção e do produto, não dando direito nenhum dos escra!os,
que produ&iam os bens.
que produ&iam os bens.
Modo de produção asiático
Modo de produção asiático
redominante na )hina, Egito, ndia e frica no século passado, o
redominante na )hina, Egito, ndia e frica no século passado, o
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escra!os eram forçados pelos camponeses, e estes, por sua !e&,
escra!os eram forçados pelos camponeses, e estes, por sua !e&,
eram forçados pelo Estado a
eram forçados pelo Estado a entre
entregar tudo que
gar tudo que era produ&ido.
era produ&ido.
Modo de produção feudal
Modo de produção feudal
/ modo de produção feudal foi marcado pela relação senhores x
/ modo de produção feudal foi marcado pela relação senhores x
ser!os. /s ser!os, apesar de não serem propriedade dos seus
ser!os. /s ser!os, apesar de não serem propriedade dos seus
senhores, trabalha!am em troca de casa e comida, sempre um
pouco para seus senhores e um pouco para si mesmos.
$ exploração dos ser!os era cada !e& maior, fa&endo com que o
rendimento da agricultura diminuísse. $lém disso, o crescimento
dos artesãos era impedido pelos regulamentos.
Modo de produção capitalista
Este modo, pro!a!elmente o mais conhecido, é caracteri&ado
pelas relaç%es assalariadas de produção. /s meios de produção
são propriedade pri!ada da burguesia e o trabalho assalariado.
0o!ido por lucros, esse modo é demarcado por duas classes
sociais principais1 a burguesia e o trabalhador.
Esse modo foi marcado por quatro etapas que serão explicadas a
seguir.
•
ré-capitalismo1 fase em que o modo de produção feudal
ainda predomina, mas com relaç%es capitalistas.
•
)apitalismo comercial1 fase em que a maior parte dos lucros
est# concentrada nas mãos dos comerciantes. 2orna-se mais
comum o trabalho assalariado.
•
)apitalismo industrial1 o capital passa a ser in!estido nas
industrias, tornando essa a ati!idade econômica mais
importante e tornando 3rme o trabalho assalariado.
•
)apitalismo 3nanceiro1 bancos e instituiç%es 3nanceiras
controlam as demais ati!idades econômicas por meio de
3nanciamentos.
Modo de Produção Socialista
$ base econômica do socialismo é a propriedade social dos meios
de produção, isto é, os meios de produção são p+blicos ou
coleti!os, não existindo empresas pri!adas4 isso signi3ca que toda
a iniciati!a é do Estado, ou se"a, !oc5 não poder# mais ter seu
pr6prio neg6cio 'mesmo que fosse um simples ambulante( e se o
ti!esse, o perderia, pois passaria a ser do Estado. $ 3nalidade da
sociedade socialista é a satisfação das necessidades de toda a
população1 emprego, habitação, educação, sa+de.
MODOS DE PRODUÇÃO
É a maeira pela !ual uma sociedade or"ai#a$se para produ#ir o !ue for ecessário % sua so&reviv'cia( )o lo"o da *ist+ria *ouve seis modos de produção,
-$MODO DE PRODUÇÃO PR.M.T./O OU 0OMU1)2,
7oi característico dos primeiros grupos humanos que !i!eram na terra, embora ainda exista em comunidades isoladas 'ex1 algumas tribos indígenas isoladas na $ma&ônia, na frica, etc.(. esse modo de produção, a comunidade trabalha unida 'todos trabalham em prol de todos(4 os meios de produção 'ex1 ferramentas, utensílios ou armas( e os frutos do trabalho são repartidos entre todos. ão h# ninguém com mais posses do que outro. ão existe a ideia da propriedade pri!ada, não h# desigualdade social, não h# exploradores nem explorados. $s relaç%es de produção são de ami&ade e a"uda entre todos4 não existe a 3gura do Estado1 este s6 surgiu quando a sociedade cresceu e as ati!idades di!ersi3caram-se, dando início à ci!ili&ação, sendo ine!it#!el o surgimento do Estado, o qual, atra!és de seus go!ernantes, passou a comandar os trabalhos coleti!os, administrar o po!o, cobrar impostos, etc. / modo de produção comunal foi o +nico modelo de comunismo implantado pela humanidade.
3$MODO DE PRODUÇÃO )S.4T.0O OU SO0.ED)DES 5.DR4U2.0)S 6OU DO RE7)D.O8,
Existiu no Egito, )hina, /riente r6ximo e ndia1 7oi marcado pelo surgimento do Estado, o principal meio de organi&ação e dominação, atra!és dos imperadores, reis e fara6s. Esse tipo de poder, também denominado despotismo oriental, caracteri&ou-se pela formação de grandes comunidades agrícolas e pela apropriação dos excedentes de produção 'o Estado apropria!a-se da maior parte da produção agrícola( $ agricultura era a base da economia, sendo praticada por comunidades de camponeses presos a terra, a qual não podiam abandonar, !i!endo submetidos a um regime de ser!idão coleti!a. $s terras pertenciam ao Estado, cu"o tipo de go!erno era geralmente uma teocracia 'go!erno baseado na ideologia religiosa(. / uso da teocracia pelos go!ernantes facilita!a o controle da sociedade, em sua maioria analfabeta e ignara 'atra!és da ameaça e da força sairia bem mais caro(. ara a população, cu"o conhecimento limita!a-se ao senso comum, apenas os escribas, sacerdotes e go!ernantes sabiam interpretar e re!elar a !ontade dos deuses.
/ excedente apropriado pelo Estado era em parte comerciali&ado e em parte distribuído entre a pr6pria nobre&a, formada por sacerdotes, escribas e guerreiros. os períodos entre as safras, os trabalhadores 'ser!os e escra!os( eram deslocados para a construção de obras p+blicas, 'canais de irrigação, diques, templos, t+mulos, monumentos, etc.(. $ ser!idão coleti!a era o modo de pagamento para o rei ou fara6 pelo uso das terras. Esse modo de produção chegar# ao 3m de!ido às re!oltas do po!o contra a exploração
promo!ida pela elite dirigente, pro!ocando enfraquecimento geral dos Estados, os quais acabaram sucumbindo às in!as%es de outros po!os 'ex1 o Egito acabou sendo dominado pelos macedônios(.
9$MODO DE PRODUÇÃO ES0R)/.ST),
)i!ili&aç%es como a persa, egípcia, grega e a romana utili&aram o trabalho de escra!os, conquistados principalmente atra!és de guerras, embora tenha ha!ia, em menor n+mero, a escra!i&ação por dí!idas, ou mesmo quando homens empobrecidos se !endiam como escra!os como forma de sobre!i!5ncia. o Egito, por exemplo, os escra!os eram em geral prisioneiros de guerra, os quais não eram a principal força de trabalho. )omparados aos outros po!os antigos, os egípcios eram mais tolerantes com seus escra!os.
$ 8récia e principalmente 9oma, utili&aram o trabalho escra!o em larga escala, tanto no campo como nas cidades e até como gladiadores. 8regos e romanos foram tal!e& os que mais se assemelharam aos ocidentais atra!és do comércio e da desumani&ação do ser humano. )ontudo, estas ci!ili&aç%es não teriam tido 5xito em sua ascend5ncia se não fosse o trabalho escra!o, ou se"a, a grande&a delas esta diretamente ligada ao trabalho de homens, mulheres e crianças desumani&ados e dominados. $tenção1 não confunda este tipo de escra!idão com a escra!idão negra ocorrida nas $méricas. $ escra!idão negra esta!a inserida no modo de produção inicial do capitalismo, chamado de mercantilismo.
$té nos dias atuais ainda h# problemas relacionados ao trabalho escra!o4 aqui no :rasil, ocorrem principalmente em longínquas fa&endas do interior do país.
:$MODO DE PRODUÇÃO ;EUD)2,
o feudalismo, o poder político é descentrali&ado 'cada feudo era como se fosse um pequeno país, com suas pr6prias leis, sistema de pesos e medidas, impostos e em alguns casos até moeda em alguns casos(4 $ economia dos feudos era praticamente autônoma ou aut#rquica, ou se"a, produ&iam tudo o que era necess#rio para sobre!i!er 'alimentos, roupas, m6!eis, etc.(4 isso se explica de!ido ao clima de insegurança total nas estradas, "# que a época era caracteri&ada pela in!asão dos po!os b#rbaros e pelo clima geral de !iol5ncia, pois o poder do senhor feudal residia na sua capacidade de possuir mais terras e isso s6 era possí!el atra!és de seu poderio militar e sua belicosidade. em todos os feudos eram inimigos, "# que ha!ia aliança entre alguns feudos contra a aliança de outros.
;ociedade1 $ sociedade feudal era composta por tr5s estamentos 'nobre&a, clero e ser!os(4 no senso comum da época, a nobre&a existia para guerrear e defender o feudo, o clero tinha função ideol6gica1 eram !istos como os donos das !erdades di!inas, as quais recebiam e entrega!am à sociedade4 além disso, o clero "usti3ca!a a sociedade estamental como se fosse a !ontade di!ina, além de ser o +nico estamento que sabia ler e escre!er4 com sua forte in<u5ncia ideol6gica, mantinham os ser!os alienados, e!itando assim a re!olta. ara os ser!os, resta!a a função de trabalhar duro e sustentar os demais estamentos. /s ser!os não eram escra!os, pois não podiam ser !endidos, mas não eram li!res, não podiam abandonar o feudo. Esta!am presos à terra, sofriam intensa exploração, eram obrigados a prestarem ser!iços à nobre&a e a pagar-lhes di!ersos tributos em troca da permissão de uso da terra e de proteção militar.
<$MODO DE PRODUÇÃO 0)P.T)2.ST),
)apitalismo é o sistema socioeconômico em que os meios de produção 'terras, f#bricas, m#quinas, edifícios, etc.( e o capital são de propriedade pri!ada, pertencentes à classe burguesa 'empresariado(. = o modo de produção mais usado pela humanidade.
$ classe dos não propriet#rios, chamada de operariado ou proletariado, possui apenas a sua força de trabalho, a qual é usada em troca do sal#rio pago pela burguesia.
)$9$)2E9;2>)$;1 boas e ruins, pois não h# modo de produção perfeito. $s características positi!as em geral são1
- >niciati!a pri!ada ou empreendedorismo1 é muito mais #gil do que a iniciati!a estatal, pois se baseia no princípio de que cada necessidade é uma oportunidade de se fa&er neg6cio. 0uitas pessoas !i!em procurando no!as oportunidades de produtos ou ser!iços, onde atra!és das mesmas podem !ir a prosperar. - )oncorr5ncia1 estimula a ino!ação e o aperfeiçoamento constante dos produtos e ser!iços4 quem produ& uma mercadoria ou oferece um ser!iço, a princípio, pode não querer ino!ar, mas, basta que um concorrente ino!e ou aperfeiçoe, para que os demais se"am obrigados à mesma ação, caso contr#rio, correm o risco de perderem clientes e irem à fal5ncia.
- 9eali&ação dos sonhos de consumo1 muitos !isuali&am reali&ar seus sonhos de consumo atra!és de seu empreendedorismo, desde que obtenha o sucesso alme"ado. - 8eração de emprego e renda1 o empreendedorismo é um dos maiores geradores de
emprego e renda4
-roduti!idade1 a expectati!a de lucro estimula a produção4 no capitalismo a produção e3ciente é uma das principais metas do empreendedor1 produ&ir mais r#pido, com
menos perdas e com mais e3ci5ncia.
- ?inamismo1 a forte concorr5ncia le!a as empresas e as pessoas a serem cada !e& mais din@micos, exigindo mais empenho, estudo, atuali&ação, etc.
$s características negati!as em geral são1
-?esigualdade social1 ricos 'classe $(, classe média 'classe :( e pobres 'classes ) e ?(. $lém disso, a desigualdade pode pro!ocar o preconceito social.
-)oncorr5ncia1 para !encer os concorrentes, é preciso ter preço competiti!o e para isso, o patrão lança mão de di!ersas medidas tais como automati&ar, informati&ar, demitir, terceiri&ar, etc.
-Exploração do trabalhador1 o trabalhador não recebe o de!ido !alor pelo que produ&4 a maior parte de sua produção é embolsada pelo patrão4 é a chamada mais-!alia. >sso também pode ser !isto como algo natural no modelo capitalista, pois quem chega a se tornar patrão 'mesmo que tenha sido um ex-oper#rio(, di3cilmente ir# querer repartir o lucro de maneira igual entre si e seus empregados.
-)riar falsas necessidades de consumo1 é preciso alienar o po!o para que troque rapidamente de mercadoria, para que sinta a falsa necessidade de estar na moda ou ter o mais moderno celular, ou o carro do ano, etc. Essa alienação se d# atra!és da propaganda em geral e da mídia 't!, internet, 3lmes, no!elas, etc.(. ?essa maneira, muita gente compra não porque precisa, mas apenas para exibir 'compra o que não precisa, com um dinheiro que não tem para exibir-se a pessoas de quem não gosta(
- )iclos de crise1 essas crises são naturais no capitalismo e geralmente seguem os seguintes passos1 as pessoas compram, tomam empréstimos, endi!idam-se, 3cam sem poder pagar, deixam de comprar, os estoques aumentam, as !endas caem, as empresas demitem, as dí!idas aumentam, muita gente perde o emprego, empresas quebram, etc. $p6s algum tempo, o ciclo de prosperidade reinicia, atra!és da ação do Estado para reaquecer a economia. )omo se d# essa ação1 em geral são empréstimos às empresas em di3culdade, redução de "uros, re3nanciamento ou perdão de dí!idas, etc. 0oral da hist6ria1 em tempos de prosperidade, os lucros são pri!ati&ados pelos patr%es, mas em
tempos de crise, os pre"uí&os são sociali&ados, pois quem socorre as empresas em crise é o dinheiro p+blico 'o qual !eio dos impostos( atra!és do Estado.
-/ligop6lios1 são poucas empresas que dominam determinado segmento do mercado4 elas acabam carteli&ando os preços de seus produtos.
-)arteis1 ocorre quando !#rias empresas que atuam no mesmo setor fa&em acordos de preços sobre determinado produto ou ser!iço. ?essa maneira, o consumidor sai em des!antagem, pois isso elimina a concorr5ncia real, pois os preços são combinados.
-2rustes1 são empresas que abrem mão de sua independ5ncia legal e se unem para constituir uma +nica organi&ação.
exemplo1 empresas que trabalham com o mesmo ramo de produtos tais como empresas de alimentos, bebidas, autom6!eis, etc.
-Aoldings1 é o est#gio mais a!ançado do capitalismo4 é uma empresa criada para administrar um grupo de empresas 'conglomerado(. $ holding administra e possui a maioria das aç%es ou quotas das empresas componentes de um determinado grupo. Essa forma de sociedade é muito utili&ada por médias e grandes empresas e normalmente !isa melhorar a estrutura de capital, ou é usada como parte de uma parceria com outras empresas.
-?umping1 é uma pr#tica comercial que consiste em uma ou mais empresas de um país !enderem seus produtos, mercadorias ou ser!iços por preços bem abaixo de seu !alor para outro país, por um tempo, !isando pre"udicar e eliminar os fabricantes de produtos similares concorrentes no local, passando então a dominar o mercado e impondo preços altos. = um termo usado em comércio internacional e é reprimido pelos go!ernos nacionais, quando compro!ado.
=$MODO DE PRODUÇÃO SO0.)2.ST),
$ base econômica do socialismo é a propriedade social dos meios de produção, isto é, os meios de produção são p+blicos ou coleti!os, não existindo empresas pri!adas4 isso signi3ca que toda a iniciati!a é do Estado, ou se"a, !oc5 não poder# mais ter seu pr6prio neg6cio 'mesmo que fosse um simples ambulante( e se o ti!esse, o perderia, pois passaria a ser do Estado. $ 3nalidade da sociedade socialista é a satisfação das necessidades de toda a população1 emprego, habitação, educação, sa+de.
B$?/ /;>2>C/1
- 0eios de produção sociali&ados1 no socialismo toda estrutura produti!a, como empresas, ind+strias, terras, dentre outros, pertencem ao Estado, sendo por ele gerenciados. 2odo o resultado da produção gerado pelos processos produti!os são di!ididos entre seus funcion#rios.
D >nexist5ncia de sociedade di!idida em classes1 como os meios de produção pertencem à sociedade, h# geralmente, apenas uma classe1 a dos prolet#rios, mesmo ha!endo médicos, engenheiros, etc. 2odos trabalham em con"unto e com o mesmo prop6sito.
-ão h# concorr5ncia entre empresas
-ão h# do empregado em perder o emprego -ão h# fal5ncia das empresas.
B$?/ E8$2>C/1
$>ai?a produtividade1 como não h# mais demissão nem concorr5ncia nem fal5ncia, a produção é inferior a do capitalismo4 mesmo que ha"a incenti!os para os que produ&issem mais.
-ão h# dinamismo1 como não h# mais lucro, não h# mais estímulo à ino!ação, aperfeiçoamento, etc. /s produtos são os mesmos durante !#rios anos, tornando-se
obsoletos em relação aos do capitalismo. *m exemplo disso eram os eletrodomésticos e autom6!eis da *nião ;o!iética em comparação com os do /cidente capitalista.
-ão h# iniciati!a pri!ada1 frustra a expectati!a de ter seu pr6prio neg6cio, mesmo que se"a simples4 inibe e desestimula o empreendedorismo, os quais são !istos como coisas do capitalismo e da burguesia.
-?esabastecimento1 como a produção é pouca, o abastecimento é prec#rio. os supermercados do mundo socialista, longas 3las se forma!am para esperar a chegada dos poucos produtos, os quais eram !endidos atra!és do racionamento.
$Ditaduras, / socialismo, em todos os países onde foi implantado, s6 o foi atra!és de ditaduras, ou se"a, "amais hou!e socialismo democr#tico. / tipo de go!erno geralmente é uma ditadura monopartid#ria, onde s6 pode existir o partido o3cial, o comunista. ;ob a "usti3cati!a de preser!ar e defender alguns direitos sociais 'casa, comida, educação e sa+de( essas ditaduras acabaram com quase todos os direitos ci!is, políticos e humanos, ou se"a, o ser humano passou a ser tratado como se fosse gado e o Estado exigia do po!o este comportamento 'basta ao po!o o pasto e o curral(. $ imprensa era censurada 's6 era permitida a o3cial(, não ha!ia liberdade para protestar ou criticar as aç%es do go!erno, nem liberdade para !ia"ar ao exterior, nem liberdade de crença 'as religi%es foram proibidas(, nem liberdade de associação, nem partid#ria, nem de ter seu pr6prio neg6cio, etc.
$Elite parasitária e &urocrática, / partido comunista criou uma enorme elite partid#ria parasit#ria, a qual passou a comandar todas as empresas 'ind+strias, comércio, ser!iços, etc(. Essa elite passou a !i!er de maneira diferenciada da maioria dos trabalhadores, ou se"a, tinham pri!ilégios 'ex1 casa de campo, carro de luxo, etc.(, além de serem despreparadas para gerenciar empresas e prestar ser!iços e3cientes !isando o bem da população em geral.
/ socialismo acabou sendo usado pelos líderes para perpetuarem-se no poder, atra!és das seguintes estratégias1
F - 9etirar do po!o todo o direito às propriedades 'terras, im6!eis, neg6cios(, para que não tenham nenhum poder econômico e dependam totalmente da elite partid#ria 'Estado( para !i!erem.
GF - >mpedir com que o po!o saia do aís, fechando as fronteiras.
HF - Cigiar de perto a população atra!és da polícia política e das den+ncias, estimulando o po!o a denunciar quem critica o go!erno. $tra!és dessas estratégias, 'espionando e !igiando( o Estado socialista di3culta!a a organi&ação e articulação da sociedade no sentido de promo!er mudanças.
IJ ?esarmar a população1 Eliminar toda a possibilidade da posse de armas pela população, atra!és de con3scos e puniç%es se!eras. $s armas são liberadas apenas para a elite partid#ria.
KF - )ensura e controle total da imprensa e mídias, eliminando qualquer informação que alerte ao po!o sobre os crimes praticados pela elite partid#ria bem como sobre suas mordomias.
7oi o con"unto desses fatores negati!os que pro!ocaram o colapso dos países socialistas, aliado ao fato de que a maioria deles in!estiu a maior parte de seus recursos em armamentos e exércitos, durante a 8uerra 7ria, pre"udicando o pleno atendimento da população. /:;1 é importante frisar que as ditaduras também existiram em países capitalistas 'ex1 $rgentina, :rasil, $lemanha, ortugal, Espanha, etc.(., ou se"a, socialismo e capitalismo tem seus pontos positi!os e negati!os, mas o pro&lema maior @ a Ditadura(