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Estudo Preliminar Sobre a Umbanda

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Academic year: 2021

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Estudo preliminar sobre a Umbanda Estudo preliminar sobre a Umbanda

2) RITUAL DE PASSAGEM, INICIAÇÃO NA

2) RITUAL DE PASSAGEM, INICIAÇÃO NA UMBANDA EUMBANDA E CANDOMBLÉ

CANDOMBLÉ

1 - A feitura da cabeça no Candomblé 1 - A feitura da cabeça no Candomblé

Ser iniciado no candomblé é mais conhecido como "fazer a Ser iniciado no candomblé é mais conhecido como "fazer a cabeça", ou seja, ser preparado para que o Inkice/Orixá passe a habitar cabeça", ou seja, ser preparado para que o Inkice/Orixá passe a habitar no Ori/mutuê (cabeça) do novo adepto.

no Ori/mutuê (cabeça) do novo adepto.

O ritual começa muito antes do recolhimento, pois o O ritual começa muito antes do recolhimento, pois o

aspirante a iniciação passa por uma fase conhecida como abiã onde ele aspirante a iniciação passa por uma fase conhecida como abiã onde ele prepara o seu enxoval para a feitura, que consiste em roupas e demais prepara o seu enxoval para a feitura, que consiste em roupas e demais materiais ritual. Prepara também o aqué/zimbo (dinheiro) para o

materiais ritual. Prepara também o aqué/zimbo (dinheiro) para o pagamento do "chão", ou seja, o trabalho que este ritual implica e a pagamento do "chão", ou seja, o trabalho que este ritual implica e a transmissão do axé .

transmissão do axé .

O noviço passa por vários rituais de limpeza, pelo ritual do O noviço passa por vários rituais de limpeza, pelo ritual do bolanã (representa a morte para omundo profano e o renascimento para bolanã (representa a morte para omundo profano e o renascimento para o mundo sagrado dos Orixás) e depois pelo recolhimento para o roncó o mundo sagrado dos Orixás) e depois pelo recolhimento para o roncó (Quarto Ritual, com acesso somente aos iniciados), onde passará de 07 a (Quarto Ritual, com acesso somente aos iniciados), onde passará de 07 a 21 dias de iniciação.

21 dias de iniciação.

 Após os 21 dias acontece a festa do Oruncó (a cerimônia do  Após os 21 dias acontece a festa do Oruncó (a cerimônia do nome, quando a Divindade se identifica na presença de todos) da(o) nome, quando a Divindade se identifica na presença de todos) da(o) Iaô/Muzenza (recém iniciado) quando a mesma é apresentada à Iaô/Muzenza (recém iniciado) quando a mesma é apresentada à comunidade de santo como o mais novo membro. É um momento de comunidade de santo como o mais novo membro. É um momento de

festa onde todos usam as melhores roupas, recebem os membros ilustres festa onde todos usam as melhores roupas, recebem os membros ilustres

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de outros terreiros e demais visitantes. É um ritual público de grande de outros terreiros e demais visitantes. É um ritual público de grande emoção.

emoção.

Depois da festa, no dia seguinte, tem a festa da quitanda de Depois da festa, no dia seguinte, tem a festa da quitanda de erê/vungi(criança). Nela o iniciado sai para o barracão em estado de erê/vungi(criança). Nela o iniciado sai para o barracão em estado de consciência infantil. Brinca, come, recebe presentes e tem a quebra das consciência infantil. Brinca, come, recebe presentes e tem a quebra das quizilas, ou seja, momento que o iniciado passa por ritual que consiste quizilas, ou seja, momento que o iniciado passa por ritual que consiste em uma reiniciação ao mundo profano e reaprende a fazer as atividades em uma reiniciação ao mundo profano e reaprende a fazer as atividades diárias e rotineiras. Esta passagem é importante para que não haja

diárias e rotineiras. Esta passagem é importante para que não haja

choque entre este e o seu orixá/inkice, uma vez que o iniciado, daqui por choque entre este e o seu orixá/inkice, uma vez que o iniciado, daqui por diante passa a viver plenamente em contato com a divindade e, todas as diante passa a viver plenamente em contato com a divindade e, todas as suas ações podem ter reflexos no dia-a-dia.

suas ações podem ter reflexos no dia-a-dia.

O iniciado então, entra em um período de preceito. São três O iniciado então, entra em um período de preceito. São três meses que ele usa os colares e símbolos do seu santo/orixá/inkice, meses que ele usa os colares e símbolos do seu santo/orixá/inkice, veste-se completamente de branco, mantém a cabeça coberta e não lhe é

se completamente de branco, mantém a cabeça coberta e não lhe é permitido a prática sexual e muitos outros preceitos lhe são impostos. permitido a prática sexual e muitos outros preceitos lhe são impostos. Essa fase é uma das mais importantes, pois agora o iniciado tem a Essa fase é uma das mais importantes, pois agora o iniciado tem a responsabilidade de guardar os seus preceitos e as responsabilidades responsabilidade de guardar os seus preceitos e as responsabilidades para com a casa de santo.

para com a casa de santo.

 A "feitura da cabeça" é considerado um

 A "feitura da cabeça" é considerado um ritual de passagemritual de passagem de grande importância, pois a partir deste o iniciado passará por muitos de grande importância, pois a partir deste o iniciado passará por muitos outros durante a sua vida de culto, em que galgará direitos e posições outros durante a sua vida de culto, em que galgará direitos e posições dentro do culto. Porém, esse período, que consiste a feitura e a guarda dentro do culto. Porém, esse período, que consiste a feitura e a guarda dos preceitos, é o principal e que todo iniciado guarda na memória por dos preceitos, é o principal e que todo iniciado guarda na memória por toda a vida aqui no aiyè. Será objeto de histórias que serão contadas aos toda a vida aqui no aiyè. Será objeto de histórias que serão contadas aos seus filhos, netos, aos seus futuros irmãos de santo e quem sabe, filhos seus filhos, netos, aos seus futuros irmãos de santo e quem sabe, filhos de santo.

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Cada pessoa é filho de um determinado orixá/inkice, ou seja, aquela energia é a linha magnética da sua vida e a feitura vai

proporcionar o equilíbrio do ser humano com a sua energia mais pura e mais espiritualizada. É o que se chama de santo de cabeça. Geralmente cada pessoa possui um pai, em primeiro lugar e uma mãe em segundo ou vice-versa, ou seja, um santo de princípio masculino e outro de

princípio feminino, podendo haver exceções de dois princípios iguais. A cabeça do filho também é composta por um séquito de orixás, que

compões toda a sua história e é revelado através do Oráculo mais conhecido no Brasil, que é o jogo de búzios, por onde os orixás/inkices falam e dão os seus recados aos habitantes da Terra.

No candomblé todos têm o seu santo de cabeça, ou seja a sua energia primordial, porém, nem todos são obrigados a passar pela

iniciação. Não há como se fugir dessa energia, uma vez que ela é o princípio vital de todo ser vivo.

2 – A Camarinha de Umbanda.

 A Camarinhas na Umbanda são Rituais Iniciáticos que têm como fundamento prático, o Desenvolvimento Mediunico, Religioso, Doutrinário e Ritualístico, para que o neófito, possa adquirir

conhecimento e prática de todos os fundamentos praticados na Umbanda.

No seguimento da Tradição Afro, a Umbanda consagra também ritualísticamente os neófitos, com Camarinhas de Obori ou

Borização, que é o Assentamento Maior das Entidades no Médium, para que os mesmo se possam fortificar e evoluir Ritualísticamente. Além de

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outros Rituais necessários ao Desenvolvimento Mediunico , Ritualistico e Doutrinário dos neófitos.

São Camarinhas que têm uma duração de 3 ou 7 dias, isso de acordo com o Dirigente Espiritual ou de acordo com os rituais

necessários.

Diferenças entre Umbanda, Candomblé e Quimbanda Diferenças entre Umbanda, Candomblé e Quimbanda Este é um artigo sobre Diferenças entre Umbanda,

Candomblé e Quimbanda. Aproveite também para conhecer alguns produtos relacionados ao caminho da mão esquerda.

Candomblé, Quimbanda [ou Kimbanda], Umbanda: estas são as principais denominações entre as religiões afro-brasileiras.

 Alguns, negam a estas crenças o status de “religião”: 1. porque não se enquadram na idéia de “religião oficial”;

2. porque são praticadas por minorias sociais.

No Brasil, embora muito se fale do Candomblé e da

Umbanda, os números oficiais, do IBGE, não deixam qualquer dúvida quanto a essa condição de minoria que é uma realidade das religiões afro-brasileiras.

No censo de 2000, em uma população que ultrapassa 160 milhões de habitantes, pouco mais de 525 mil pessoas se declararam adeptas do Candomblé e da Umbanda, embora outros tantos milhares de não-adeptos freqüentem terreiros e tendas como “clientes”.

Os dados também revelaram que existem mais Umbandistas que “candomblezistas”… [Umbanda: 397.431 ─ Candomblé: 127.582, em

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universo onde mulheres são a maioria... meditemos...]. Sobre os clientes, escreve Reginaldo Prandi:

“[O candomblé] …como agência de serviços mágicos… oferece ao não-devoto a possibilidade de encontrar solução para problema não resolvido por outros meios, sem maiores envolvimentos com a religião. [O cliente é] …consumidor de serviços mágicos que a religião oferece também aos não-devotos, sob pagamento… – [PRANDI, p 12]…

E sobre as religiões afro-brasileiras como minorias, comenta Prandi:

“Em 2001, Ricardo Mariano, analisando o crescimento

evangélico, em sua tese de doutorado, fez uma descoberta sensacional. Descobriu que as religiões afro-brasileiras estavam perdendo fiéis… E apontou como razão o enfrentamento com as igrejas pentecostais [[os evangélicos, até porque os pastores se apropriaram de rituais do

candomblé ou adaptaram esses rituais como odescarrego, o banho com a rosa branca, os passes e juntaram tudo isso com o apelo à figura de Jesus Cristo!]. …Pode-se ver que a perda de fiéis do conjunto afro-brasileiro se deve ao encolhimento da Umbanda. Como o pequeno

crescimento do Candomblé não é suficiente para compensar as perdas umbandistas, o conjunto todo se mostra, agora, debilitado e declinante diante do avanço pentecostal.” [PRANDI, p 17/18]

No imaginário popular, especialmente daqueles pouco

informados sobre estas religiões, Candomblé, Kimbanda, Umbanda não “tudo a mesma coisa”, “tudo macumba!”, não reconhecendo cada uma como credo distinto, como se não houvesse diferença entre suas

teologias, liturgias e origens históricas. Porém, o estudo, ainda que superficial revela que as três não se confundem; ao contrário, diferem

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significativamente em suas características essenciais e o único fato que têm em comum é a adoção de elementos da cultura religiosa

afro-brasileira e, por afro-brasileira, entenda-se catolicismo no molde português colonial.

Diferenças em Linha Gerais

Candomblé, Quimbanda e Umbanda distinguem-se: 1. pelas natureza das entidades cultuadas e/ou

invocadas/evocadas;

2. pelos procedimentos do culto;

3. pelos elementos culturais componentes do sincretismo;

4. e, finalmente, pelo uso que se faz das forças metafísicas acionadas. Considerando estes aspectos, notar-se-á, imediatamente, que o Candomblé difere da Quimbanda e da Umbanda de forma mais

enfática enquanto Quimbanda e Umbanda são muito mais próximas. No Candomblé, os cultuados, os Orixás [ou Orijás] são

considerados deuses; na Quimbanda e na Umbanda, ainda que o culto também invoque e evoque Orixás, estes são considerados meros

espíritos ancestrais mais antigos ao lado de numerosas outras entidades representativas de ancestrais mais modernos e/ou contemporâneos.

No Candomblé, os deuses, desde de sua origem em terras africanas, também são ancestrais porém sua antiguidade remonta a tempos imemoriais. São como os heróis e deuses gregos, grandes reis, guerreiros e personagens que viraram mitos, foram mitificados e, assim, alcançaram a condição de divindades. O mesmo processo que originou o panteão greco-romano. Muito além da fantasia popular, os deuses

gregos também foram personagens fundadores de Civilizações, de um tempo antediluviano, como Poseidon [ou Netuno] que, segundo a

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tradição relatada por Platão, em Crítias, foi o último rei Atlante da última grande ilha remanescente da lendária Atlântida.

Na Quimbanda e na Umbanda, os ancestrais são vistos como antepassados mesmo, pessoas mortas, homens e mulheres proeminentes e/ou sábios ou, ainda, perversos. São Espíritos que baixamno culto

[evocação, sem incorporação] ou incorporam nas pessoas [invocação] a fim de atuar no mundo dos vivos.

 A Umbanda reivindica propósitos sempre voltados para o bem, com um discurso claramente cristão. A Quimbanda, embora seus teóricos neguem, é fortemente associada à magia negra, aos trabalhos para o mal e, além de para espíritos humanos desencarnados, como na Umbanda, também se utiliza de seres não-humanos: larvas [criações da mente dos sacerdotes-magistas], demônios [Espíritos obcessores] e

elementais.

Nas palavras do místico e escritor José Romero Romeiro  Abrahão:

“A Quimbanda é um culto mágico às Entidades malévolas, denominadas Exus, Quimbandeiros… Em geral, na Quimbanda só se trabalha para o mal de alguém ou então para submeter uma pessoa à vontade da outra”.

Morte Subita coloca a sua disposição uma série de artigos onde são descritas as particularidades de cada uma das três religiões afro-brasileiras.

Leia mais na fonte do site Morte Súbita – 

http://mortesubita.org/jack/cultos-afros/teoria/diferencas-entre-umbanda-candomble-e-quimbanda/view

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UMBANDA / CANDOMBLE Umbanda

 A palavra Umbanda é um vocábulo sagrado da língua Abanheenga, que era f alada pelos integrantes do tronco Tupy.

Diferentemente do que alguns acreditam, este termo não foi trazido da África pelos escravos.

Na verdade, encontram-se registros de sua utilização apenas depois de 1934, entre os cultos de origem afro-ameríndia.

 Antes disto, somente alguns radicais eram reconhecidos na  Ásia e África, porém sem a conotação de um Sistema de Conhecimento

baseado na apreensão sintética da Filosofia, da Ciência, da Arte e da Religião.

O termo Umbanda, considerado a “Palavra Perdida” de  Agartha, foi revelado por Espíritos integrantes da Confraria dos

Espíritos Ancestrais. Estes espíritos são Seres que há muito não

encarnam por terem atingido um alto grau de evolução, mas dignam-se em baixar nos templos de Umbanda para trazer a Luz do

Conhecimento, em nome de Oxalá – O Cristo Jesus. Utilizam-se da mediunidade de encarnados previamente comprometidos em servir de veículos para sua manifestação.

Os radicais que compõem o mote UMBANDA são, respectivamente:

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Sua tradução pode ser ncomprovada através do alfabeto  Adâmico ou Vattânico revelado ao Ocidente pelo Marquês Alexandre

Saint- Yves d’Alveydre, na sua obra “O Arqueômetro”.

 AUM significa “A Divindade Suprema”, seu símbolo sendo amplamente conhecido:

BAN significa “Conjunto ou Sistema”, em Adâmico é representado da seguinte forma:

DAN significa “Regra ou Lei”, sua expressão gráfica apresenta-se como se segue:

 A união destes princípios radicais, ou AUMBANDAN, significa “O Conjunto das Leis Divinas”, sintetizado no sinal abaixo:

Portanto, o AUMBANDAN ou Conjunto das Leis Divinas é a Proto-Síntese Cósmica, encerra em si os princípios geradores do

Universo, que são a Sabedoria e o Amor Divinos. Estende-se ao Ser Humano como a Proto-Síntese Religio-Científica que contem e dá

origem aos quatro pilares do conhecimento humano, ditos como filosofia, ciência, arte e religião.

Pelo acima exposto, entendemos que a Umbanda é

patrimônio dos Seres Espirituais de Alta Evolução que governam o Planeta Terra, os Seres Humanos encarnados e desencarnados são herdeiros deste Conhecimento-Uno. Entretanto, a aquisição deste conhecimento cósmico depende de condições ou pré-requisitos que o indivíduo deve possuir para que possa compreender a extensão e significado deste patrimônio. Deve ser, também, capaz de participar efetivamente da marcha evolutiva do Planeta como um espírito de horizontes largos e consciência cósmica.

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 Ao processo de amplificação da consciência que conduz à integração do Ser neste contexto denomina-se Processo Iniciático ou Iniciação, no qual o pretendente busca o início das Causas e Origens do nosso Universo a partir do conhecimento de si mesmo e das Leis que regem o Macrocosmo.

O Movimento Umbandista é um Movimento Filo-Religioso que visa resgatar o Conhecimento – UNO ou AUMBANDAN, sua divulgação é estimulada pelo Círculo Cósmico de Umbanda e seus aspectos internos ou iniciáticos tem suas raizes fundadas na Ordem Iniciática do Cruzeiro Divino, um Templo-Escola da Alta Iniciação de Umbanda.

História do Movimento Umbandista no Brasil

O Movimento Umbandista é um movimento filo-religioso surgido no final do século XIX , no Brasil, quando entidades espirituais, integrantes da Confraria dos Espíritos Ancestrais, passaram a

manifestar-se, pela mediunidade, em rituais de cultos praticados por  Africanos e Indígenas, miscigenados com elementos do catolicismo

introduzidos pela Raça Branca.

Na verdade, a eclosão do Movimento Umbandista foi decorrência das necessidades cármicas que fizeram reunir, no solo brasileiro, representantes das raças branca, amarela, negra e

remanescentes da vermelha. Assim, o Brasil possibilitou o encontro de coletividades que alimentavam rivalidades entre si e, de alguma forma, mantinham em seus sistemas religiosos, fragmentos do Conhecimento  Verdadeiro usurpado pela humanidade em sua odisséia terrena.

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O Brasil, conhecido pelos índios pré-cabralinos como BARA –  TZIL ( Terra da Cruz ou Terra da Luz) , deveria ser o local do

surgimento do Movimento Umbandista porquê, originalmente, havia recebido a revelação do Aumbandan na época dos Lêmures, no apogeu da Raça Vermelha, no Tronco Tupy. Foi aqui também que a Tradição foi deturpada em sua essência, consubstanciando-se na Cisão do Tronco Tupy nos grupos Tupy-Nambá e Tupy-Guarany que defendiam,

respectivamente, o Princípio Espiritual e o Princípio Natural. Embora os Tupys tenham, algum tempo depois, voltado ao seu caminho

evolutivo original, os resultados de sua Cisão ainda se fazem sentir até hoje, persistindo na mentalidade humana o dilema entre o Espírito e a Matéria.

 Aqueles seres do Tronco Tupy não mais encarnam no

Planeta e mesmo poderiam partir para outros locais mais evoluidos do Universo, entretanto, optaram por trabalhar em prol da Humanidade, auxiliando-a a encontrar sua via justa de evolução, restabelecendo a Tradição-Una, o Aumbandan.

Para servir a este propósito, o Governo Oculto do Planeta, no momento adequado, lançou as sementes do Movimento Umbandista, visando inicialmente o Brasil, para futuramente revelar os aspectos cósmicos da Doutrina para todos os povos. E assim, por dentro dos

cultos degenerados de várias raças existentes no Brasil, passaram então a manifestar-se pela incorporação, os Espíritos Ancestrais da

Humanidade que se apresentavam, inicialmente, na forma de Indios e, depois, também na forma de Pretos-Velhos e Crianças. Apresentavam-se desta forma para atingir mais facilmente a coletividade brasileira,

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que se identificava, sincreticamente, com estes arquétipos da Simplicidade, da Humildade e da Pureza.

O aparecimento destas entidades veio a configurar as bases do Movimento Umbandista, que recebeu uma primeira organização ritualística a partir de 1908, com o médium Zélio Fernandino de

Moraes, tomando o nome inicial de Alabanda e, depois, de Umbanda. Quase 50 anos transcorreram até que, em 1956, o famoso Médium W.W. da Matta e Silva revelou ao público os primeiros aspectos da Doutrina Esotérica de Umbanda marcando a história com o livro Umbanda de Todos Nós.

 Atualmente o Movimento Umbandista conta com uma coletividade estimada em 70 milhões de adeptos e simpatizantes, entretanto, números mais precisos sobre esta população são de difícil aquisição devido à própria estrutura do Movimento Umbandista.

Esta estrutura comporta uma infinidade de Terreiros ou Templos com rituais diferentes entre si, consequentes de uma maior ou menor assimilação sincrética de elementos de outras culturas e

sistemas filo-religiosos. Este sincretismo visa estabelecer uma ponte de ligação que permita a transição gradual de indivíduos oriundos de

outros sistemas para a Umbanda.

Embora o panorama geral propiciado por estas variações ritualísticas possa parecer heterogêneo, esta foi uma estratégia

utilizada pelos espíritos da Confraria Cósmica de Umbanda como forma de minimizar as desigualdades sociais e discriminações de qualquer origem. Portanto, o Movimento Umbandista é capaz de receber

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muito variadas; para cada um deles haverá um Terreiro ou Templo que mais se adapte ao seu nível consciencial.

Como elemento de ligação dos diversos templos, encontra-se a mediunidade através da incorporação de espíritos que se apresentam nas três formas arquetipais de “Caboclos”, “Pretos- Velhos” ( mais

adequadamente chamados de Pais- Velhos ) e “Crianças”. Estas Entidades procuram impulsionar, paulatinamente, as pessoas que

procuram os terreiros para patamares superiores de compreensão de si mesmos, do Mundo Material e do Mundo Espiritual. Obviamente,

quanto mais sincrético for um terreiro, mais distanciado estará da Essência e mais preso estará à Forma. Mesmo naqueles templos onde predominam a busca da Essência e a verdadeira Iniciação de Umbanda, os rituais abertos ao público apresentam apenas uma ínfima parte da Doutrina, por respeito e caridade aos consulentes, guardando para o interior do Templo os fundamentos que esperam o momento certo para serem revelados.

 A partir de 1989, com o lançamento da obra Umbanda – a Proto-síntese Cósmica, que mostrou ângulos inéditos da Umbanda, foi inaugurada uma nova fase do Movimento Umbandista, revelando-se o caráter cósmico desta doutrina. Os rituais dos diversos templos vêm-se modificando, mais adequados à tendência da globalização, que

certamente consolidará um Mundo sem fronteiras para os habitantes do Planeta Terra, estabelecendo seus laços de ligação não apenas pelo

comércio de bens materiais, mas principalmente pela comunhão de valores espirituais.

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Uma visão geral dos vários tipos de ritual, encontráveis nos terreiros de Umbanda, não mostra prontamente a Doutrina de

Umbanda. Isto se deve à presença do sincretismo que mascara a verdadeira Doutrina, de forma a se adaptar às necessidades da

população que freqüenta os templos afins. Os princípios que servem de base para todo o Movimento Umbandista são sensíveis, especialmente, nos Templos Iniciáticos e nos rituais internos de alguns terreiros, onde se percebe um interesse maior na busca da evolução espiritual, sem os véus da ilusão ditados pelo mito.

Partindo desta observação, podemos obter duas informações preciosas: A primeira é que, se fôssemos tentar compor uma Doutrina consistente, a partir das manifestações sincréticas, seria impossível atingir um quadro coerente, e mesmo que fosse possível, o mesmo ainda estaria absolutamente distante dos ensinamentos transmitidos pela “corrente iniciática”. A segunda informação importante é a de que, excluindo-se as manifestações do sincretismo nos diversos terreiros de Umbanda, é possível isolar determinados pontos de semelhança e

conceitos compartilhados, que apontam para um sistema lógico,

inicialmente insuspeitado, que encontra-se velado pelo caos aparente. Dentre as semelhanças existentes entre os diversos terreiros ressalta-se a presença de Seres Espirituais da Corrente Astral de

Umbanda que se manifestam pela incorporação nas formas de

“Caboclos”, “Pretos-velhos” e “Crianças”. Este pode-se considerar o

ponto básico que serve até como qualificador da doutrina professada por determinado núcleo espiritualista. A homogeneidade no encontro deste fator que eclodiu em coletividades distintas e fez surgir o Movimento Umbandista, leva à conclusão que a Doutrina de Umbanda é fruto da

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revelação destas entidades através de seus médiuns e não o resultado de uma miscigenação de cultos afro-ameríndios.

 A partir desta pedra angular, constrói-se toda a Doutrina de Umbanda, fundada no Tríplice Caminho constituído pela Doutrina

Mântrica, pela Doutrina Yântrica e pela Doutrina Tântrica que velam o mistério da Cosmogênese. Todos os processos relacionados à evolução dos Seres Espirituais no Reino Natural são observados à luz destes princípios ternários e através da lei das analogias, aplicados desde o nível microssomático até o macrocósmico.

 As entidades que se apresentam na Umbanda vêm

personificar a Simplicidade, a Pureza e a Sabedoria, em nome de Oxalá  – o Cristo Jesus – o Tutor Máximo do Planeta Terra. Através de seus

conselhos, exemplos e mesmo da movimentação das forças naturais, conseguem acender a chama da Fé no coração dos consulentes que

procuram os templos de Umbanda. A partir da Fé e da Razão incutem, gradualmente, na coletividade planetária, a compreensão dos

mecanismos da reencarnação, das Leis Cármicas, das atrações por afinidade e sintonia e ensinam-nos os meios para caminhar

seguramente em direção da nossa própria essência espiritual.

Estas Entidades de grande evolução, na verdade, são nossos  Ancestrais Primevos, os primeiros seres a encarnar no Planeta Terra e

que eram senhores do Conhecimento Integral já na época de suas encarnações, anteriores aos Atlantes. Toda a Sabedoria Planetária revelou-se como Aumbandan e deu origem, posteriormente a todas as filosofias, ciências, artes e religiões que conhecemos atualmente. É por este motivo que encontramos na Doutrina de Umbanda vários conceitos que ainda foram conservados por alguns setores filo-religiosos.

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Na verdade, o surgimento das religiões e todo conhecimento fragmentário da atualidade deveu-se à deturpação e uso inadequado do Conhecimento-Uno existente na época do Tronco Tupy. Por

consequência, o homem perdeu a chave deste mistério e da capacidade de compreender, de forma sintética, a vida em suas causas e efeitos.

Na expectativa de reconstruir este conhecimento perdido e de receber os influxos destas portentosas Entidades é que apareceram os Cultos aos Ancestrais Primevos, apregoados pelos grandes patriarcas e iniciados , cujos resquícios se fazem presentes, ainda hoje, em algumas tradições, especialmente as orientais.Por misericórdia divina, os

integrantes da Confraria dos Espíritos Ancestrais vêm trazer as

sementes dos novos tempos, manifestando-se através da mediunidade, auxiliando-nos na jornada evolutiva, para que novamente o Aumbandan se faça presente na coletividade terrena.

Candomblé não é Umbanda

Elucidar de uma forma definitiva a diferença entre

Candomblé e Umbanda, é um dos meus grandes objetivos com esta obra, pois a frase mais comum que ouvimos como candomblecista, após uma explanação mesmo que resumida é que: eu achava que tudo era a mesma “coisa”. O que primeiro respondo quando me perguntam sobre a diferença entre Candomblé e Umbanda, é que: não há semelhança, esta eu considero a melhor resposta, pois é o fato, não há a menor

semelhança.

 A começar pelas origens, o Candomblé é uma religião

africana que existe desde os tempos mais remotos daquele continente, que é o berço da terra, de forma que se funde sua origem com os

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teologia africana que Odudúwa era Nimrod, o conquistador caldeu

primo de Abraão e neto de Caim, que foi designado por Olodumarè para levar a remissão e a palavra de Olurún (Deus) aos filhos de Caim que, amaldiçoados, viviam na África. Este fato data de 1850 A.C., sendo que Caim pode ter vivido entre 2100 a 2300 A.C. – Oranian , neto de

Odudúwa , viveu em 1500 e seu filho Xangô por volta de 1400. As coincidências existentes nos rituais africanos, como a Kaballah

hebraica, são imensas, e vem provar a tese da estreita ligação entre  Abraão, pai dos semitas, e Odudúwa, (Nimrod) pai dos africanos. Isso

pode ser constatado no relacionamento existente entre o símbolo de um elemental africano chamado Dan a serpente, e uma das 12 tribos de Israel, cujo nome é Dan, e seu símbolo, a serpente telúrica. Citação que faremos adiante na Teologia Yorubana que fala da criação da terra. De uma forma básica, no Candomblé não existem “incorporações” de

espíritos, pois os orixás, de quem sentimos força e vibrações, são

energias puras da natureza, que não passaram pela vida, ou seja não são “entidades”, mas elementais puros da natureza, criados por Olorún.

No Candomblé a consulta é feita através da leitura

esotérico/divinatória do jogo de búzios (no Brasil), forma de leitura

exclusiva do povo candomblecista, que trataremos em capítulo próprio, e o tratamento para cada caso, é feito com elementos da natureza,

oriundos dos reinos vegetal, animal e mineral, através e ebós,

oferendas, Orôs (rezas) e rituais africanos. A Umbanda por sua vez, sem qualquer demérito a quem a pratica, pois se levada de uma forma séria e consciente tem seu mérito, valor e aplicação, é uma religião brasileira, que advém do sincretismo católico-feitichista, necessário em uma época de grande repressão das religiões africanas, em que era proibido o culto

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dos orixás na sua forma de origem, e esta adaptação se fez necessária, a partir desta premissa, a Umbanda começou tomar corpo, com algum conhecimento de alguns africanos no trato com seus ancestrais, que era comum a “incorporação” de algum ente falecido, por um elégún (aquele que é montado por) por motivos familiares. É muito comum nos dias de hoje, Ilês que praticam Candomblé e Umbanda, porém em dias, horários e formas diferenciados, mas é uma atitude não compactuada, bem como a utilização do sincretismo com os santos católicos, pelas tradicionais Casas de Candomblé cujas raízes foram plantadas no Nordeste do país, mais precisamente em Pernambuco e na Bahia.

 A Umbanda por sua vez, a consulta é feita através de um médium “incorporado” , e os “trabalhos” pelo espírito ali incorporado com seus elementos rituais.

Umbanda é deste século, e utiliza os orixás do Candomblé, sob outra forma e outro aspecto, em especial, vou me ater a figura de Exú. Na sua qualidade de ser ambivalente, positivo e negativo, bem e mal, de uma forma definitiva, esta situação de bem e mal, também está associado à todos os seres humanos, e nem por isso, somos o diabo, ninguém é

totalmente bom, 24 horas por dia, 360 dias por ano, a sua vinda inteira; o inverso também é verdadeiro, convivemos com o bem e o mal, porém Exú, na sua condição, só fará alguma coisa, se e somente se, for

mandado, portanto quem faz o mal na realidade é quem pede, e que pela própria lei da natureza, pagará, pois segundo a lei mais certa que

existe, a lei do retorno – “Toda ação gera uma reação, com a mesma intensidade, em sentido contrário”, quer dizer, tudo que vai, volta, a experiência nos comprova isto, e geralmente, da forma que mais dói, no bolso ou na saúde (tarda mas não falha); isso posto, em quem está a

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maldade? Sem mandante, ela simplesmente não existiria, e, mais uma vez EXÚ PAGA O PATO.

Em mais de vinte anos de pesquisa, e não foi pouca, as maiores e melhores obras, dos maiores e melhores autores, sobre religiões africanas, sejam brasileiros, ingleses, franceses, africanos, babalorixás, antropólogos, babalaôs, nunca li nada que se referisse à exú mulher, ao contrário, sua forma é fálica (forma de pênis), sempre no sentido de elemento fecundador, fertilizador e nunca elemento

fecundado, nunca houve qualquer simbolismo ou ligação com uma “vagina”, em sua ambivalência, assume situações duplas, mas nunca, macho e fêmea. Tudo se inicia, com a palavra bombogira, que é o nome dado à Exú macho por excelência na nação de Angola, uma corruptela desta palavra, utilizada somente pela Umbanda, gerou a expressão “pombogira”, como forma de um exú mulher, em cuja manifestação, a pessoa, seja homem (homem?) ou mulher, assume uma atitude sensual, atrevida e em alguns lugares, sob esta manifestação, a prática do ato sexual em si; é muito comum, se a mulher tem vontade, libido forte ou até mesmo por necessidade (a prostituição), é porque uma pombagira está “encostada”, o que seria uma situação normal, natural; A POMBA GIRA PAGA O PATO. Qualquer incorporação, deste gênero, que se fale com as pessoas, beba ou fume em público, não é Candomblé, é umbanda; a única manifestação “semelhante” no Candomblé, é a figura do Erè, que, assim como o orixá, é um elemental da natureza, com uma conduta infantilizada, e que nunca passou pela vida, portanto não é um egun (espírito de morto), tem função específica, uma delas, se comunicar pelo orixá, justamente pelo fato de que ele não fala, que nos referimos como “estado de erê”, tal pessoa está com, ou de, erê.

(20)

 A incorporação, eu imagino, vem de necessidade do ser

humano (que é incrédulo por natureza), de crer e confiar, para crer, tem que “ver” algo, no caso o espírito manifestado, falar com ele, ouvir coisas que confirmem ser real ( o que muitas vezes acontece), e para confiar, o consultor não poderá se “lembrar” do que ouviu, como confidência, ou segredo, pois em várias situações, estão envolvidos, conversas e pedidos escusos, se utilizando assim da “inconsciência” relatada nas religiões africanas, a qual também a coloco, em outro capítulo da forma como a vejo e sinto. Falo muita propriedade e experiência, pela vivência de

muitos anos no meio, o objetivo não é em momento algum, desmascarar quem quer que seja, muito menos denegrir, desmerecer ou tirar o valor da Umbanda, pelo contrário, bem praticada e bem conduzida, tem

enorme valor e função social na comunidade, quer seja: na solução de problemas de saúde, família, trabalho, amor…

Existe forte vibração de uma energia, no ato da

“incorporação”, variando muito de pessoa para pessoa, em muitos casos, com real valor e força, porém, a inconsciência total … o único objetivo é a realidade, que é benéfica para todos nós, a medida em que nada temos que esconder.

Umbanda-candomblé

DATAS FESTIVAS UMBANDA DATAS FESTIVAS UMBANDA

(21)

20 - São Sebastião - Louvação a Oxossi - Festa de Caboclo 21 - Dia Mundial da Religião

FEVEREIRO

02 - Nossa Senhora dos Navegantes - Louvação a Iemanjá 13 - Louvação a Omulu - Início da Quaresma

MARÇO

29 - Sexta-Feira da Paixão - Fechamento de Corpo

 ABRIL

23 - São Jorge - Louvação a Ogum MAIO

13 - Louvação aos Pretos Velhos

30 - Santa Joana D"Arc - Louvação a Obá JUNHO

13 - Santo Antonio de Pádua - Louvação a Exu 24 - São João Batista - Louvação a Xangô

(22)

29 - São Pedro e São Paulo - Louvação a Xangô Aganju JULHO

25 - São Cristovão

26 - Nossa Senhora Sant"Anna - Louvação a Nanã  AGOSTO

15 - Nossa Senhora da Glória - Louvação a Iemanjá 16 - São Roque - Louvação a Obaluaye

24 - São Bartolomeu - Louvação a Oxumarê SETEMBRO

05 - Louvação ao Sr. Tranca Rua das Encruzilhadas 27 - São Cosme e São Damião - Louvação a Ibeji 28 - Festa Umbandista

29 - São Miguel Arcanjo - Louvação a Logum Edé 30 - São Jeronimo - Louvação a Xango Agodô (almas) OUTUBRO

12 - Louvação ao Sr. Tranca Rua das Almas 17 - Louvação ao Sr. Marabô

(23)

01 - Todos os Santos - Louvação às Almas 02 - Finados - Louvação a Omulu

DEZEMBRO

04 - Santa Bárbara - Louvação a Iansã

08 - Nossa Senhora da Conceição - Louvação a Oxum e Iemanjá 25 - Louvação a Oxalá

31 - Louvação a Iemanjá - encerramento do ano

 As Sete Linhas segundo a Umbanda Branca e Demanda

inha atrono or  Atividad e Principal Trabalh adores xalá osso Senhor do Bonfim ranca O bem comum, a união, o amor ao próximo Trabalh adores humílimos Falange s de crianças emanjá ossa Senhora da Conceição zul Neutrali zação de energias negativas e transmutação de energias negativas em positivas Espírito s que viveram nas tribos e regiões litorâneas, nas matas cortadas pelos arroios ou rios, trabalhadores

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do mar e devotos da Virgem Maria, Marinheiros.

gum ão Jorge ermelha

Combate r a magia e os espíritos trevosos Na maioria são caboclos brasileiros e negros africanos Falange marítima do Oriente xóssi ão Sebastião erde Trabalh ar com a doutrina para a evolução e com a energia espiritual, sendo ainda a linha responsável pela comunicação dos espíritos Indígen as brasileiros angô ão Jerônimo oxo e marrom Proteger o livre arbítrio dos espíritos, não

trabalhando com energias, portanto, não fazem magia

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ansã anta Bárbara marelo  Ajudar no desencarne dos espíritos, limpando-os de seus estigmas e energias materiais ainda densas Devotos de Santa Bárbara lmas reto O

estágio dos espíritos que estão próximos à matéria em busca da luz, que ajudam e fazem a caridade tentando elevar os seus semelhantes com ajuda e

instrução de

espíritos das outras 6 linhas Caboclo s(as) e negros(as) oriundos da quimbanda, exus, pomba giras, boiadeiros, malandros, baianos

Referências

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