1 | PLANO TRiENAL SEGUiR
O Plano Trienal 2016/19 da Região de Coimbra do Corpo Nacional de Escutas, com o lema “SEGUiR”, pretende ser o ponto de partida para uma caminhada de três anos, e, acima de tudo, ser referência e suporte para uma estratégia, que se materializa na vontade e nos objetivos traçados pela Junta Regional, para o percurso a fazer nesse período.
Este documento – e o propósito de o cumprir – nasce do debate resultante das eleições regionais de 19 de junho de 2016, e da confluência de vontades e propósitos que nasceram ou se desenvolveram para esse momento tão importante da nossa vida coletiva. O corolário de um percurso anterior – o do triénio “Ser Região” – manifestou-se então com a vontade expressa pela região em continuar a trilhar um caminho de unidade, de construção e de valorização do que nos une.
O caminho não pode ser trilhado de forma solitária. Quanto mais não fosse, porque não faria sentido não aproveitar o envolvimento de toda uma região que aceitou e manifestou a sua vontade de “SEGUiR”. O rumo que este plano trienal propõe é para todos, desde o “pata-tenra” que acaba de entrar no movimento e nesta grande fraternidade mundial, até ao dirigente mais experiente.
A Região de Coimbra precisa, merece e exige um escutismo de excelência. Para tal, há que dotar os dirigentes de formação, os agrupamentos de ferramentas, e os nossos lobitos e escuteiros de oportunidades de crescimento pessoal, interpessoal e espiritual.
Para isso, a Junta Regional de Coimbra tem de ser uma plataforma de apoio, de incentivo, de implementação e dinamização de propostas, um verdadeiro porto de abrigo e um agente facilitador do escutismo que se faz nos agrupamentos, esse sim, o escutismo mais genuíno e enriquecedor.
2 | PLANO TRiENAL SEGUiR
Mensagem do Chefe Regional:
Quis o destino que a equipa que a Região de Coimbra escolheu para assumir o leme durante os próximos três anos – 2016/2019 – tomasse posse no dia 8 de julho de 2016, quinhentos e dezanove anos depois de uma outra largada histórica, a de Vasco da Gama, a caminho de Calecute, nas naus São Gabriel, São Rafael e Bérrio, e ainda o navio São Miguel.
Como tive oportunidade de dizer, na tomada de posse:
“E como Vasco da Gama, hoje é o dia deste projeto SEGUiR, de zarpar, de levantar velas, marear os panos e aproveitar ventos, porque são eles que nos fazem navegar, nos fazem fazer viagem num rumo bem determinado.
São de facto os ventos que nos permitem fazer viagem, crescer, deixar o mundo um pouco melhor, quando trabalhamos valores, quando nos focamos no objetivo base de estarmos para os jovens, de estarmos a apoiar a base, o agrupamento, onde realmente o escutismo tem de acontecer, permitindo que os adultos sejam motivadores da finalidade educativa do CNE, mostrando oportunidades de participação, mas também, construindo oportunidades.
Todas estas questões me levam à parábola do samaritano, que todos conhecemos decerto. Ele passou por um homem na beira da estrada, espancado, roubado, e teve uma ação que foi ABRiR o seu coração às necessidades dos outros, não passou ao lado, não ficou indiferente, lavou-lhe as feridas… Depois conduziu-o ao estalajadeiro, teve o destino de REUNiR aquele homem a uma comunidade capaz de o ajudar, de o ajudar a construir, ou a reconstruir-se das marcas que trazia…. E por fim, este samaritano foi pelo seu caminho, decidiu iR pelas suas escolhas de vida…
São estes três ventos que nos propomos viver, que desejamos realizar com todos, ABRiR, REUNiR e iR, pois apenas desse modo, com todos, poderemos ir longe, poderemos SEGUiR neste projeto regional que nos pertence que é duma região que
3 | PLANO TRiENAL SEGUiR
tem ritmo, que vive intensamente, que se faz presente no CNE e da qual, nós, muito nos orgulhamos e que queremos honrar.
Mas creiam que com três ventos navega-se mal, muito mal, não fazemos viagem, falta-nos força, impulso, e como Igreja que somos e escuteiros católicos, teremos decerto o Espirito Santo que dará força e fogo para a irrequietude para o querer servir como Vós o mereceis, cumprindo a missão que agora nos é confiada.”
Manuel Pedrosa – Roaz Corvineiro Chefe Regional
4 | PLANO TRiENAL SEGUiR
3.1. Planear
O escutismo praticado pelo CNE – Escutismo Católico Português – assenta na aplicação prática, nas suas unidades, do Método do Projeto. São os nossos escuteiros, de acordo com as suas idades e estádios de desenvolvimento, que criam, escolhem, planeiam, executam e avaliam as suas atividades.
Se assim se trabalha nas nossas seções, assim devem trabalhar os nossos agrupamentos, núcleos, regiões, etc.
O planeamento estratégico deve abranger um período alargado de tempo, de modo a que as ações possam dar resultados e se possa trabalhar atempadamente. Divide-se em três faDivide-ses: definição, implementação e avaliação.
O Plano Trienal 2016/19 da Região de Coimbra integra-se na primeira fase, a definição.
Sendo o planeamento estratégico dedicado a um período de tempo mais alargado (trienal), materializa-se, consecutivamente, em planos operacionais (anuais), que serão, naturalmente, mais concretos e profundos, na medida em que ajudarão a realizar e avaliar o plano trienal.
A Junta Regional de Coimbra entende haver a necessidade de planear a três anos, período integral da duração de um mandato, de modo a que se possa propor a objetivos abrangentes e ambiciosos, estruturando-os em pequenos passos ao longo do tempo.
Assim, conseguimos dar sequência ao trabalho e às atividades propostas, sendo estes encadeados e tendo por trás um mesmo registo. Permite-nos articular as várias secretarias, os objetivos específicos de cada uma, mas sempre focados na concretização dos objetivos comuns.
5 | PLANO TRiENAL SEGUiR
Permite também à região conhecer a proposta do órgão executivo regional e monitorizar o trabalho, avaliando-o, exigindo, colaborando, incorporando, planeando e executando em união de esforço e vontades.
3.2. Ser Hoje
Quando, há 90 anos, em Outubro de 1926, foi filiada a Junta Regional de Coimbra e criados os primeiros grupos do Corpo Nacional de Scouts – o Grupo nº 30 – S. Tomás de Aquino, simultaneamente com a Alcateia nº11 – Rainha Santa Isabel – o Padre Manuel Cerejeira, futuro cardeal patriarca de Lisboa chamou aos escuteiros de Coimbra: “A Nova Cavalaria!”. Ao longo destas nove décadas de vida, a Região de Coimbra teve épocas de grande dinamismo e influência na história do CNE, nomeadamente com a organização de atividades nacionais, a participação de escuteiros de região em tarefas de responsabilidade nos vários níveis do CNE, e, mais recentemente, com um dos seus escuteiros a liderar o Comité da Organização Mundial do Movimento Escutista (OMME).
Em 1970, a região de Coimbra tinha 94 escuteiros, mas nos dez anos seguintes esse número quintuplicou. A tendência continuou nos dez anos seguintes e em 1990 eram 2387 os escuteiros de Coimbra. No ano de 2000 o efetivo regional era de 3687 (um aumento de 150% em dez anos).
Em 1 de Janeiro de 2013, a região de Coimbra registava 4493 elementos (lobitos, escuteiros e adultos). E em agosto de 2016, o número de elementos efetivos na região é de 4461, o que demonstra que – apesar da depressão demográfica que o país atravessa – os tempos são de estabilidade e manutenção da adesão das crianças e dos jovens ao movimento.
Os nossos escuteiros estão integrados em 61 paróquias localizadas em todo o território da diocese de Coimbra, apoiados em três núcleos dinâmicos e focados na missão de ajudar pedagogicamente. Note-se, por exemplo, que o número de municípios que, no território da região de Coimbra, não têm qualquer agrupamento de escuteiros é diminuto.
6 | PLANO TRiENAL SEGUiR
O papel do escutismo nas comunidades locais, através do trabalho desenvolvido pelos agrupamentos, tem sido reconhecido e valorizado. É nos agrupamentos que se faz escutismo, mas isso não deve significar que se faça, apenas, “escutismo para dentro”. O abrir as portas, partilhar, participar e proporcionar novas e diferentes experiências é sempre fonte de novos conhecimentos e de um profícuo crescimento.
Estar ao serviço é estar disponível para os irmãos, crescendo e fazendo crescer, aceitando, acolhendo e integrando.
3.2.1. Quantos somos?
No momento em que a Região de Coimbra se debruça sobre o seu Plano para o triénio 2016-2019, são 4461 os elementos efetivos registados no SIIE. Em agosto de 2016, terminado um ano escutista e nas vésperas do início de mais um ciclo, é este o contingente regional formalmente registado. Note-se, no entanto, que este número está ligeiramente acima dos valores registados no momento do último momento censitário, em janeiro de 2016.
EFETIVO 2016 JANEIRO 2016
(CENSOS) AGOSTO 2016 VARIAÇÃO
LOBITOS 1026 1104 +78 EXPLORADORES E MOÇOS 1160 1179 +19 PIONEIROS E MARINHEIROS 945 954 +9 CAMINHEIROS E COMPANHEIROS 448 452 +4 DIRIGENTES 772 772 = TOTAL 4351 4461 +110
A discrepância entre estes dois valores é natural – face à dinâmica da vida das unidades e dos agrupamentos – e deve ser analisada não apenas numa lógica de comparação anual, mas, também, relativamente ao que são os fluxos de entradas e saídas em cada etapa do ano escutista e civil.
7 | PLANO TRiENAL SEGUiR
Como se verifica também no todo da associação, é nas seções mais jovens que se regista um maior número de efetivos com os Exploradores e Moços a assumirem 27% do total regional, seguidos dos Lobitos com 25%. Só estas duas seções congregam mais de metade do nosso total regional.
Nos Pioneiros e Marinheiros começa a sentir-se uma tendência que é urgente analisar e procurar perceber. O número de escuteiros que nestas idades (ou a partir destas idades) acaba por deixar o movimento é significativo. Os pioneiros são menos 20% do que os exploradores e os caminheiros são apenas 10% do efetivo regional. O número de dirigentes tem-se mantido estável – 17% do efetivo total – mas com uma dinâmica que carece de análise. Na verdade o número de dirigentes registado não é efetivamente o número de adultos disponível para trabalhar nas unidades e o número de adultos que tem cada vez menos tempo para dedicar ao escutismo é, também, muito significativo.
25%
27% 21%
10% 17%
Efetivo da Região de Coimbra
(Agosto de 2016)
LOBITOS EXPLORADORES E MOÇOS PIONEIROS E MARINHEIROS CAMINHEIROS E COMPANHEIROS DIRIGENTES3. ENQUADRAMENTO METODOLÓGiCO
8 | PLANO TRiENAL SEGUiR
Em janeiro de 2016 a Região de Coimbra era a 5.ª maior do CNE, depois de Braga, Lisboa, Porto e Setúbal. Em 2013, Coimbra ocupava a quarta posição, ultrapassando na altura a região sadina.
3.2.2. Quantos temos sido?
Fazendo uma análise dos valores do efetivo no momento censitário dos últimos 10 anos – 2007 a 2016 – chegamos à conclusão de que, apesar da depressão demográfica do país, há uma tendência de crescimento até ao ano de 2014. Nesse ano, registou-se um ligeiro decréscimo do efetivo, assim como no ano seguinte. Essa tendência, no entanto, parece estar a reverter-se se analisarmos que em agosto de 2016 o efetivo é maior, não só do que no momento censitário de 2016 (Janeiro), assim como no mesmo período de 2015.
23,6 26,7 21,7 10,3 17,7 22,34 26,71 20,94 10,2 19,8 0 5 10 15 20 25 30 LOBITOS EXPLORADORES E MOÇOS PIONEIROS E MARINHEIROS CAMINHEIROS E COMPANHEIROS DIRIGENTES
Comparação entre efetivo nacional e regional (%)
NACIONAL COIMBRA
9 | PLANO TRiENAL SEGUiR 0 200 400 600 800 1000 1200 1400 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016
Efetivo por secção (2007-2016)
L E P C D
Se a análise se fizer por seção, percebemos que é nos Lobitos e nos Pioneiros e Marinheiros que encontramos maior flutuação e que nos Caminheiros há, efetivamente uma ténue tendência de decréscimo, especialmente se levarmos em conta que o total regional nos 10 anos aumentou substancialmente.
3772 3947 4208 4259 4240 4413 4469 4547 4439 4351 4461 0 500 1000 1500 2000 2500 3000 3500 4000 4500 5000 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2016 (agosto)
Efetivo (2007 - 2016)
3. ENQUADRAMENTO METODOLÓGiCO
10 | PLANO TRiENAL SEGUiR
Comparando, apenas, os totais de seção de 2007 a 2016, com o total regional a aumentar dos 3772 para os 4351 elementos (mais 579 efetivos) reparamos que este crescimento aconteceu em todas as seções e nos dirigentes, exceto nos Caminheiros e Companheiros. O número de Caminheiros e Companheiros que em 2007 era de 475, em 2016 é de 448.
3.2.3. Onde andamos?
A oferta de Escutismo e Escotismo na Região de Coimbra está amplamente difundida por todo o território. Apenas nos municípios de Alvaiázere, Castanheira de Pera, Pampilhosa da Serra, Góis e Soure não há agrupamentos ativos do CNE, sendo que nos dois últimos há grupos da Associação de Escoteiros de Portugal. Note-se, no entanto, que há agrupamentos de escuteiros do Corpo Nacional de Escutas em apenas 23,5% das paróquias da diocese de Coimbra.
845 1022 734 475 666 1026 1160 945 448 772 181 138 211 -27 106 -200 0 200 400 600 800 1000 1200 1400 L E P C D
Evolução 2007 - 2016
2007 2016 Variação3. ENQUADRAMENTO METODOLÓGiCO
11 | PLANO TRiENAL SEGUiR 1554 1323 1562 1544 1290 1517 1601 1302 1557 0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600 1800
Nucleo Centro Norte Nucleo Mondego Sul Nucleo Beira Mar
Efetivo por Núcleo
2015 2016 ago/16
O número de agrupamentos na região tem-se mantido estável, depois de um crescimento acentuado em 2008/2009 (com a abertura de vários agrupamentos especialmente na zona da Beira-Mar). E verificou-se apenas o encerramento do agrupamento 195 - Sé Velha, em 2014, por manifesta falta de viabilidade numa zona bastante descaracterizada da cidade de Coimbra.
Verificando-se por algumas vezes o pedido de abertura de novos agrupamentos – que normalmente nascem de dissidências de dirigentes e não por aumento da população ou necessidade de oferta – a Junta Regional de Coimbra tem procurado assumir uma postura de responsabilidade e coerência que se tem mostrado adequada. 54 55 60 59 60 60 61 62 61 61 50 52 54 56 58 60 62 64 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016
Agrupamentos na Região de Coimbra
12 | PLANO TRiENAL SEGUiR
Em dezembro de 2014, o Conselho Regional de Coimbra aprovou uma alteração profunda da organização territorial da região ao nível dos núcleos. A reestruturação, que passou pela concentração de um número equitativo de agrupamentos e de efetivo em três grandes aglomerados permitiu uma harmonização do todo regional. Infelizmente o facto de o Núcleo Mondego Sul ainda não estar a operar em pleno deixa ainda alguma coisa por fazer, mas a decisão do Conselho Regional mostrou-se apropriada. O efetivo mantém-mostrou-se equilibrado ao nível territorial.
13 | PLANO TRiENAL SEGUiR
4.1. Temática trienal
A temática proposta para ser vivida no próximo triénio 2016-2019 (nos três anos escutistas que vão de setembro de 2016 a julho de 2019) consegue resumir-se na palavra mote “SEGUiR”. Este “SEGUiR” vai, então, compartimentar-se na tripla ideia, sequencial, de “ABRiR”, de “REUNiR” e de “iR”.
São mais de vinte as hipóteses de definição da palavra “SEGUiR”. Desde as mais imediatas como “Ir atrás de”, ou “Ir a acompanhar” ou “Escolher determinado percurso”, ou ainda “Tentar conseguir ou alcançar”… Estas primeiras hipóteses remetem-nos para a ação de perseguirmos os nossos sonhos, colocarmo-nos a caminho. De acordo com o texto de Mateus 19, 21, quando perguntaram a Jesus o que era preciso fazer para ter a vida eterna, Ele respondeu: “Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá o dinheiro aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me”.
Mas nem sempre SEGUiR tem de ser uma ação física. Pode ser uma vontade de consciência, como a de aceitar “Ser orientado, guiado ou dirigido”, seguindo o Bom
14 | PLANO TRiENAL SEGUiR
Conselho, que é uma Obra de Misericórdia. SEGUiR é, então, acompanhar, observar – e com isso tomar consciência – escutar, cumprir, professar, continuar, ser testemunho.
SEGUiR pode, ainda, ser apenas expressão da vontade de dar continuidade, ser consequência, ou o resultado de algo que precedeu.
O triénio de 2016-2019 pretende ser o resultado, mas acima de tudo a evolução, a consolidação e a inovação a partir do muito de bom que se fez no triénio anterior – em que soubemos Ser Região – Ser Sal, Ser Eco e Ser Resposta. Segue-se a ação, segue-se a vivência e o testemunho, segue-se o envio para o Mundo que precisa de cada um de nós com todo o nosso entusiasmo, na família (na alegria e na tristeza, na bonança e na tempestade), no grupo de amigos, na comunidade, no trabalho e na escola, junto dos irmãos que mais precisam e dos que nem sabem que precisam mas que estão sedentos do testemunho de alegria que há dentro de cada escuteiro. O Papa Francisco, aos jovens na Jornada Mundial da Juventude, em Cracóvia, neste agosto de 2016, dizia:
«Queridos jovens, não vos envergonheis de Lhe levar tudo, especialmente as fraquezas, as fadigas e os pecados na Confissão: Ele saberá surpreender-vos com o seu perdão e a sua paz. Não tenhais medo de Lhe dizer «sim» com todo o entusiasmo do coração, de Lhe responder generosamente, de O seguir. Não vos deixeis anestesiar a alma, mas apostai no amor formoso, que requer também a renúncia, e um «não» forte ao doping do sucesso a todo o custo e à droga de pensar só em si mesmo e nas próprias comodidades. (…)
O nosso Pai «faz com que o Sol se levante sobre os bons e os maus» (Mt 5, 45) e convida-nos a uma verdadeira coragem: ser mais fortes do que o mal amando a todos, incluindo os inimigos. Poderão rir-se de vós, porque acreditais na força mansa e humilde da misericórdia. Não tenhais medo, mas pensai nas palavras destes dias:
15 | PLANO TRiENAL SEGUiR
«Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia» (Mt 5, 7). Poderão considerar-vos sonhadores, porque acreditais numa humanidade nova, que não aceita o ódio entre os povos, não vê as fronteiras dos países como barreiras e guarda as suas próprias tradições, sem egoísmos nem ressentimentos. Não desanimeis! Com o vosso sorriso e os vossos braços abertos, pregais esperança e sois uma bênção para a única família humana, que aqui tão bem representais».
SEGUiR – “deixar tudo e ir”, como fez Abraão, como fizeram os discípulos, como faz cada um de nós quando empreende uma missão – implica, então, a tripla ação de ABRiR o nosso coração aos Outros, ao Pai, no fundo à Missão, de REUNiR a nossa vontade à dos outros, de juntarmos as nossas capacidades, potencialidades e valores (materiais e não-materiais) e, depois, então, iR na busca e definição do nosso destino. Do ato de SEGUiR, como nos diz o Mestre em Mateus 19, 21, a partida é apenas uma das etapas, e se calhar nem sequer é a última…, mas antes dela há uma preparação, há um conjunto de tarefas prévias que temos de levar a cabo. E é para isso, para nos ajudar a preparar a missão, que existe o Escutismo.
4.2. Vivência anual
A temática trienal, compartimentada em três grandes motes anuais, é suficientemente ampla e aberta para que nela possamos encaixar muitos imaginários, muitas muletas simbólicas para a podermos levar de forma mais fácil e “jogável” aos nossos jovens. Repare-se, por exemplo, na ligação que, no discurso da tomada de posse o Chefe Regional Manuel Pedrosa fez entre ela e a parábola do Samaritano. Serão, por isso, muitas e muito variadas as hipóteses que teremos de adaptar a proposta do triénio regional à vivência e imaginário das atividades regionais, de núcleo, de agrupamento e, naturalmente, de unidade.
16 | PLANO TRiENAL SEGUiR
Por uma questão de coerência da oferta pedagógica regional por parte da Equipa Regional do Programa Educativo (ERPE), foi construída uma proposta de imaginário que estará omnipresente nas várias atividades que serão dinamizadas pela ERPE, ou que estejam sobre a sua monitorização pedagógica. Esse imaginário (que não limita nem esgota) estará intimamente ligado à ideia da Evolução Humana ao longo da História, um caminho de transformação física – como acontece com os nossos jovens e crianças –, mas, acima de tudo, um caminho de evolução mental, de consciência e de progressão psicoemocional traduzidos numa transformação progressiva e sustentada do bicho-Homem na mais bela e portentosa criação divina, o HOMEM.
Começaste no escuro, de olhos fechados e corpo curvado, centrado em ti mesmo. Sentiste necessidade de te ABRiRes ao mundo, desenvolveres capacidades e competências, de te REUNiRes a outros seres, partilhares espaços e momentos, conheceres outras culturas, comunicares e responderes aos desafios e necessidades para evoluiR.
Com o passar do tempo, com as aprendizagens contínuas, a experiência das propostas, as partilhas evolutivas e o acesso às informações e tecnologias que ocupam o teu ser, o mundo tornou-se pequeno demais para te limitares a contemplá-lo. Deves continuar a EVOLUiR, mas sempre marcado e consciente da evolução passada. Importa saber se, com todas as descobertas e projeções no futuro, não te vais esquecer de quem verdadeiramente és e para onde realmente queres iR.
Não sentes que o passado vive em ti? Quantas vezes te sentas a ouvir as lições de história que os teus avós têm para contar e sentes que, por serem tão importantes para eles que as viveram, se tornam também importantes para ti? O que no passado foi vivido serve hoje de testemunho e ponto de partida para o que agora queres criar.
17 | PLANO TRiENAL SEGUiR
A ERPE propõe que toda a Região embarque numa grande viagem. Uma viagem às nossas origens, à origem da existência humana, à origem de nós próprios enquanto seres capazes de comunicar, partilhar e evoluir. Queremos que lobitos e escuteiros descubram a origem da origem, onde tudo começou. No fim desta intensa jornada serão certamente seres mais conscientes das suas raízes e mais preparados para enfrentar os desafios futuros. Estaremos mais preparados, desenraizados e conscientes da importância de querer SEGUiR.
4.2.1. Ano Escutista 2016/2017 – ABRiR
No dia em que solenemente começou o seu pontificado, São João Paulo II, na homilia de 22 de outubro de 1978, disse “à Cidade e ao Mundo”:
«Irmãos e Irmãs: não tenhais medo de acolher Cristo e de aceitar o Seu poder! E ajudai o Papa e todos aqueles que querem servir a Cristo e, com o poder de Cristo, servir o homem e a humanidade inteira! Não, não tenhais medo! Antes, procurai abrir, melhor, escancarar as portas a Cristo! Ao Seu poder salvador abri os confins dos Estados, os sistemas económicos assim como os políticos, os vastos campos de
18 | PLANO TRiENAL SEGUiR
cultura, de civilização e de progresso! Não tenhais medo! Cristo sabe bem "o que é que está dentro do homem". Somente Ele o sabe!»
Esta homilia do Papa polaco – ainda tão presente, especialmente nos mais velhos – define, de maneira muito simples, as tarefas prévias que cabem a cada cristão para que possa assumir a missão: “Não tenhais medo!” e “Abri as portas do vosso coração a Cristo!”.
Também há poucas semanas o Papa Francisco usava, com veemência esta dupla ideia da missão prévia, no final da Jornada Mundial da Juventude: «Não tenhais medo de Lhe dizer “sim” com todo o entusiasmo do coração, de Lhe responder generosamente, de O seguir. (…) Não tenhais medo, mas pensai nas palavras destes dias: “Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia” (Mt 5, 7).».
Já na Jornada Mundial do Rio de Janeiro o Papa Francisco havia ressuscitado esta ideia de São João Paulo II e exortava os jovens: “Ide Servir sem Medo”.
Estas duas ideias intimamente ligadas pelos dois Papas mostram-nos que ABRiR o coração a si próprio e aos outros, sem medo, é absolutamente essencial para cumprir a missão de SEGUiR.
HOMO HABILIS
Em tempos remotos, nos interiores montanhosos, onde nasce a fonte da vida, onde o silêncio impera e se confunde com o suave som do brotar das águas das nascentes, algo magnífico e transformador está prestes a acontecer! Por entre as grutas da montanha desloca-se um Ser que aproveita o que a Mãe Natureza tem para lhe oferecer.
Este Ser é o Homo habilis que constrói o seu biface, instrumento que utiliza em seu auxílio no momento em que necessita de se alimentar. É com um ritmo constante que
19 | PLANO TRiENAL SEGUiR
este humanóide lasca pedra sobre pedra o instrumento para poder esfolar o mamute acabado de caçar.
O Homo habilis tem uma vida nómada, deslocando-se de terra em terra, procurando abrigo nas cavernas e alimento nos animais, plantas e frutos secos que encontra. É neste estado evolutivo que o intelecto começa a ser desafiado de um modo mais intenso. Com a possibilidade de produzir e utilizar ferramentas e instrumentos, o conhecimento expande-se. Tal como a água que deseja sair da pedra e tornar-se livre, o Homo habilis quer superar-se e ABRiR os seus horizontes.
4.2.2. Ano Escutista 2017/2018 - REUNiR
«Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.» Atos 2, 1-4
20 | PLANO TRiENAL SEGUiR
É quando estão reunidos os discípulos que o Espírito Santo desce sobre eles e opera neles a transformação necessária – e derradeira – para que possam evangelizar e tornar-se “pescadores de homens”. É, também, quando “dois ou três estão reunidos em Meu nome, aí Estou Eu no meio deles”, como nos diz Jesus em Mateus 18, 20. A missão da vida – a mais importante, a de Ser Feliz como nos diz B.-P. – não é algo que se possa empreender de modo solitário. Há que juntar vontades, agregar esforços, pessoas, competências, conhecimentos para que possamos levar em frente a nossa missão. Para que possamos SEGUiR. Para reunirmos pessoas, esforços, recursos, e ferramentas – materiais e não só – e assim, fazermos caminho. O Método Escutista, com o Sistema de Patrulhas especialmente, mostra-nos que para SEGUiR mais longe é sempre melhor (mais útil, mais profícuo, mais eficaz) fazê-lo acompanhado. A vivência, neste ano escutista da mega reunião dos escuteiros de Coimbra no XIV Acampamento Regional será a ocasião propícia para esta vivência.
HOMO ERECTUS
O Homo erectus resulta do desenvolvimento de novas capacidades exigidas pela Natureza, entre elas a necessidade de permanecer junto à água. A água que encontrou o seu trajeto forma agora largas ribeiras e rios, cujos leitos vieram ocupar planícies, outrora secas e inférteis. É num destes rios que o Homo erectus se encontra a pescar, enquanto outros da sua espécie o esperam com uma fogueira a arder, para cozinhar os peixes que serão a sua refeição.
É aqui que se começa a sublinhar a importância de trabalhar para um bem comum. A subsistência da espécie deixa de estar centrada no indivíduo e passa a depender do esforço coletivo. O Homo erectus vive como um ser social, que se organiza a partir de hierarquias, dividindo as suas tarefas diárias por todo o povo com quem vive. Descobre o potencial do fogo para a sua segurança e proteção, começando a criar
21 | PLANO TRiENAL SEGUiR
hábitos de reunião em volta deste elemento tão místico. De forma a saciar a sua fome, opta por realizar caçadas em grupo, o que lhe permite uma subsistência mais consistente.
Este crescimento conjunto leva o Homo erectus a viver em comunidades cada vez mais organizadas e complexas, que lhe conferem a capacidade de viver em união.
4.2.3. Ano Escutista 2018/2019 – iR
“Disse a Simão: Faz-te ao largo.” Lucas 5,4
Invariavelmente na escritura sagrada – não só dos cristãos, mas de todas as religiões monoteístas – Deus manifesta ao Homem a missão de partir e promover transformações. Nem sempre esta “ordem de marcha” é espacial e geográfica, ou seja nem sempre o mandamento é para que se desloque. Muitas vezes é para que “saia de si” e se transforme, que tenha a vontade de sair da zona de conforto e superar-se. Deus mandou Adão e Eva “ir e multiplicar-se”, mandou Abraão sair da sua pátria e seguir para a Terra prometida. Jesus mandou os discípulos fazerem-se
22 | PLANO TRiENAL SEGUiR
ao largo e arriscarem, e mandou-os depois caminhar pela Terra para levarem a Boa Nova da Sua Ressurreição.
Não precisamos de mudar de cidade para cumprir a missão. Mas invariavelmente temos de sair do nosso conforto, dos nossos medos, das fronteiras e barreiras que impusemos a nós próprios para cumprir. É essa ida que nos é imposta na promessa de escuteiro. É esse iR que temos de alcançar. É essa a missão: “Poderão considerar-vos sonhadores, porque acreditais numa humanidade nova, que não aceita o ódio entre os povos, não vê as fronteiras dos países como barreiras e guarda as suas próprias tradições, sem egoísmos nem ressentimentos. Não desanimeis! Com o vosso sorriso e os vossos braços abertos, pregais esperança e sois uma bênção para a única família humana, que aqui tão bem representais” – Papa Francisco, Cracóvia Agosto de 2016. “Ide, sem medo, para servir. Seguindo estas três palavras, vocês experimentarão que quem evangeliza é evangelizado, quem transmite a alegria da fé, recebe alegria” – Papa Francisco, Rio de Janeiro 2013.
HOMO SAPIENS SAPIENS
Quarenta mil anos passados sobre o silêncio outrora procurado na nascente dos rios e a origem do Homem permanece intacta. É na imensidão do oceano que o Homo sapiens sapiens encontra a sua força, valorizando através das suas faculdades o que de maravilhoso o rodeia.
É na foz que se reflete o verdadeiro sal da vida, a manifestação do íntimo, a tradução das vontades e do desejo profundo de alargar os horizontes, transformando a vida numa comunhão fraterna.
É nesta etapa que surge a consciência plena do quanto a sua herança o torna mais rico e único. A consciência de nós próprios torna-se inquietante e surge a necessidade da partilha com os nossos semelhantes, garantindo que os nossos
23 | PLANO TRiENAL SEGUiR
antepassados não sejam esquecidos. Surgem as tradições, que intensificam as culturas, promovendo a vida em sociedade.
É na vivência do ideal de despreendimento que o Homo sapiens sapiens se encontra mais próximo do céu e quer iR mais além.
É tempo de SEGUiR.
4.2.4. E depois?
Depois… chegar-se-á à conclusão de que, quando permitimos e contribuímos para que os nossos jovens experienciem o doce sabor do conforto de saber que se fez a coisa certa, eles vão viciar-se em fazer o bem, em fazer o certo, em Servir e em SEGUiR. Tornar-se-ão, então, Homo peregrinus, eternos servidores do Bem.
Buscarão aquilo que realmente merece a pena e, quando o encontrarem, será tal a sua alegria que nada os poderá acalmar ou calar. Seguirão um caminho de encontro consigo mesmos, com os demais e com Deus. Um itinerário que farão com fé, com confiança, com disponibilidade, com desprendimento face ao que não é imprescindível e, por que não dizê-lo, assumindo riscos. Mas caminharão tranquilos, porque fizeram um crescimento e uma evolução fundamentada nos melhores valores e ferramentas, e sentirão que vão sempre acompanhados pelos outros e por Ele em todos os momentos. E assim continuarão a SEGUiR.
24 | PLANO TRiENAL SEGUiR
5.1. Organograma
Chefe Regional Chefe Regional Adjunta (SRAdm) Secretário Regional Financeiro Secretário Regional para a Gestão Secretário Regional do Programa Educativo Secretário Regional dos Adultos Secretário Regional de Comunicação e Imagem Secretário Regional do Suporte e do Plano Assistente Regional5. ORGANiZAÇÃO DA JRC
25 | PLANO TRiENAL SEGUiR
5.1.1. Chefe Regional
Chefe Regional
Manuel Elviro Silva Pedrosa [email protected]
MISSÃO: O chefe regional será, acima de tudo, o coordenador da equipa regional e o líder de todas as suas estruturas dependentes. Será, também, o porta-voz da região de Coimbra nas relações inter-regionais e entre a região de Coimbra e as estruturas nacionais do CNE.
OBJETIVOS: Representar a Região e defender os seus interesses. Ser elo de ligação entre os vários níveis do CNE. Promover as relações inter-regionais, nomeadamente, com as regiões limítrofes. Garantir a unidade da região promovendo a proximidade com os agrupamentos e núcleos.
26 | PLANO TRiENAL SEGUiR
5.1.2. Assistente Regional
Assistente Regional Pe. Filipe Diniz
MISSÃO: trabalhando sempre em diálogo e coordenação com a Junta Regional de Coimbra, a Assistência Regional do CNE de Coimbra pretende tornar próprio do calendário escutista, o calendário da vida da Igreja e os ritmos dos tempos litúrgicos, formando e ajudando os escuteiros a serem conscientes da comunidade que formam – a Igreja – seja ao nível paroquial, diocesano, nacional ou mundial. Garantir a presença da Assistência na vida dos Agrupamentos, em especial nas Filiações e Promessas de Dirigentes. Esta equipa quer ser presente na vida da Região, auscultando, sabendo ouvir e orientando aqueles que a procuram.
OBJETIVOS: Promover atos religiosos feitos com dignidade, com profundidade e com interesse. Desenvolver um trabalho de formação humana, espiritual, teológica e eclesial bem estruturado junto dos Dirigentes (em especial dos candidatos) e Assistentes, disponibilizando elementos que se revelem importantes para a sua formação, escritos ou outros. Estruturar e garantir a assistência espiritual nas atividades regionais.
27 | PLANO TRiENAL SEGUiR
5.1.3. Chefe Regional Adjunta
Chefe Regional Adjunta com o pelouro Administrativo Elisabete Maria dos Santos Pedrosa
[email protected] e [email protected]
MISSÃO: A Chefe Regional Adjunta será a sub-guia da patrulha regional, quer no acompanhamento e envolvimento com os agrupamentos, quer na coordenação da equipa, promovendo todo o apoio ao Chefe Regional nas suas tarefas e substituindo-o nsubstituindo-os seus impedimentsubstituindo-os. A estas respsubstituindo-onsabilidades acumulará a missãsubstituindo-o de gerir a Secretaria Regional Administrativa.
28 | PLANO TRiENAL SEGUiR
Como SR Administrativa, caber-lhe-á gerir os recursos administrativos regionais e cumprir com as disposições legais da Junta Regional - nomeadamente no que diz respeito à gestão do efetivo, SIIE, Censos e Ordens de Serviço Regionais - mantendo a região informada nos termos estatutários.
OBJETIVOS: como Chefe Regional Adjunta, acompanhar e dar respostas à Região. Como SR Administrativa cabe-lhe supervisionar e zelar para o bom funcionamento dos serviços administrativos regionais e de todo o seu expediente.
29 | PLANO TRiENAL SEGUiR
5.1.4. Secretaria Regional Financeira
Secretário Regional Financeiro Nuno José Carapêto dos Santos [email protected]
MISSÃO: Gerir os recursos financeiros regionais e cumprir com as disposições legais da Junta Regional, mantendo a região informada. Terá também a seu cargo o Depósito de Material e Fardamento (DMF). Supervisionar e zelar para o bom funcionamento da dimensão financeira e contabilística dos serviços administrativos regionais e também do DMF, que deve dinamizar e modernizar.
OBJETIVOS: Controlar as obrigações e recursos financeiros da Junta Regional de Coimbra, colaborando com as diferentes secretarias e chefia regional. Cumprir as obrigações legais da Junta Regional de Coimbra. Preparar a apresentação do orçamento e relatório de contas, atempadamente. Concorrer aos programas de apoio ao financiamento.
Para a prossecução da sua atividade, a Secretaria Regional Financeira, para além do Secretário Regional, Nuno Santos, terá um Adjunto do Secretário Regional.
30 | PLANO TRiENAL SEGUiR
5.1.5. Secretaria Regional para a Gestão
Secretário Regional para a Gestão Nuno Manuel Silva Mendes ‘Kabrode’ [email protected]
MISSÃO: Esta secretaria fará a gestão efetiva do património da Junta Regional, ou que lhe está cedido.
OBJETIVOS: Conhecer, conservar e regularizar o património da Junta Regional de Coimbra (próprio e cedido). Promover os Parques Escutistas da Região, de modo a aumentar a sua rentabilização e melhoria da oferta pedagógica. Promover a beneficiação e adaptação da sede regional no sentido de a tornar numa verdadeira Casa da Região.
Para a prossecução da sua atividade, a Secretaria Regional para a Gestão, para além do Secretário Regional, Nuno Mendes, terá dois Adjuntos do Secretário Regional.
31 | PLANO TRiENAL SEGUiR
5.1.6. Secretaria Regional do Programa Educativo
Secretário Regional do Programa Educativo Ricardo António Bernardo Dias
MISSÃO: À Secretaria Regional do Programa Educativo cabe a promoção e coordenação de oportunidades pedagógicas ao nível regional dirigidas aos lobitos e escuteiros, mas também aos dirigentes e animadores adultos. A criação de planos pedagógicos com um fio condutor, ritmo, conteúdo e propósito que respondam às necessidades e contribuam para um escutismo de referência na Região de Coimbra. OBJETIVOS: Esta secretaria tem como principais objetivos o desenvolvimento da proposta pedagógica regional através da Equipa Regional do Programa Educativo. Esta será uma equipa que trabalhará de forma articulada e dinâmica, procurando o desenvolvimento, promoção e concretização de uma proposta pedagógica que se quer transversal a todo o planeamento trienal. Esta equipa será constituída por elementos das diferentes áreas pedagógicas (seções, radioescutismo, ambiente, relações exteriores, proteção civil e inclusão) que contribuirão para uma oferta
32 | PLANO TRiENAL SEGUiR
concreta e que proporcione aos lobitos e escuteiros da região o contacto com as mais-valias de cada uma delas, nas várias atividades propostas.
Tem, ainda, como objetivos: a promoção de uma ação pedagógica concertada e equilibrada entre agrupamentos, núcleos, região, nível nacional e internacional; contribuir para que a Região de Coimbra possa desenvolver e oferecer atividades e ações pedagógicas que se constituam de referência a nível nacional e/ou internacional; colaborar no desenvolvimento dos programas educativos dos parques escutistas; e organizar pedagogicamente o XIV Acampamento Regional de Coimbra de 2018.
Como decorre do atrás referido, para a prossecução da sua atividade, a Secretaria Regional do Programa Educativo, para além do Secretário Regional, Ricardo Dias, terá uma Equipa que se chamará Equipa Regional do Programa Educativo.
33 | PLANO TRiENAL SEGUiR
5.1.7. Secretaria Regional dos Adultos
Secretário Regional dos Adultos
Paulo Filipe Abranches Travassos Valdez [email protected]
MISSÃO: Durante este triénio, o Secretário Regional dos Adultos terá como missão fundamental ser o “facilitador” na continuação da implementação do sistema de Formação de Adultos (RSF), em coerência com o proposto pela Secretaria Nacional Pedagógica, não só no âmbito da formação para o percurso inicial, mas também para o enriquecimento de todos os animadores adultos.
OBJETIVOS: Acompanhar e implementar a estratégia, tida como necessária, para a formação de adultos na região de Coimbra, apoiar os agrupamentos no recrutamento de recursos adultos; apoiar os adultos na gestão do seu percurso formativo; dotar a região de um corpo de formadores homologado, competente e diversificado.
Para a prossecução da sua atividade, a Secretaria Regional dos Adultos, para além do Secretário Regional, Paulo Valdez, terá uma Equipa que se chamará Equipa Regional dos Adultos.
34 | PLANO TRiENAL SEGUiR
5.1.8. Secretaria Regional da Comunicação e Imagem
Secretária Regional de Comunicação e Imagem Sandra Gaspar Carlos
MISSÃO: Assegurar e assumir a identidade da Junta Regional de Coimbra, dando-lhe a devida visibilidade junto dos associados e estreitando a relação com a demais comunidade.
OBJETIVOS: Homogeneizar a forma de comunicar na região bem como as formas de o fazer. Dar apoio aos agrupamentos nesta área, desenvolvendo ferramentas e conteúdos que permitam melhorar as suas relações de comunicação dentro e fora do movimento. Reforçar a identidade da região através da imagem nos mais diversos suportes.
Para a prossecução da sua atividade, a Secretaria Regional de Comunicação e Imagem, para além da Secretária Regional, Sandra Carlos, terá uma Adjunta da Secretária Regional.
35 | PLANO TRiENAL SEGUiR
5.1.8. Secretaria Regional do Suporte e do Plano
Secretário Regional do Suporte e do Plano Nuno Gonçalo Castela Canilho Gomes [email protected]
MISSÃO: Garantir sistemas de aferição da eficácia e de avaliação do trabalho desenvolvido pela Junta Regional de Coimbra e dos seus departamentos e equipas. Acompanhar a vida dos agrupamentos e dos núcleos sendo um facilitador e ponto de apoio para uma prossecução efetiva dos objetivos e responsabilidades de cada nível.
OBJETIVOS: Trabalhar com todas as secretarias e departamentos na produção dos documentos estratégicos essenciais, garantindo o secretariado e expediente da Junta Regional de Coimbra.
Implementar a política de expansão definida pela Junta Regional de Coimbra e acompanhar e apoiar os agrupamentos e os núcleos na prossecução efetiva dos seus objetivos e responsabilidades.
36 | PLANO TRiENAL SEGUiR
6.1. Objetivos gerais
INTRODUZiR na região de Coimbra princípios de inovação, de modernidade chegando de forma mais fácil aos jovens, através de uma nova linguagem e de novas vivências;
CONVERGiR no acompanhamento da vida dos agrupamentos e dos núcleos enquanto facilitador e ponto de apoio para uma prossecução efetiva dos objetivos e responsabilidades de cada nível.
INCUTiR na região uma estratégia de valorização do animador adulto, apostando na sua formação - inicial e ao longo da vida - enquanto elemento essencial de um melhor escutismo;
ASSUMiR a promoção de um escutismo de referência: com fio condutor, ritmo, conteúdo e propósito;
CONTRIBUiR para um testemunho verdadeiro e sentido da dimensão católica do Corpo Nacional de Escutas na vida das comunidades diocesana e paroquiais;
CONDUZiR uma estratégia sustentável de centrar os recursos – financeiros e patrimoniais - na ação pedagógica da região;
INTUiR que o papel do escutismo na atualidade passa pela promoção da visão ambiental global que o Papa Francisco sintetiza na “Ecologia Integral”;
CONSTRUiR canais de comunicação eficientes entre a Junta Regional, os Núcleos e os Agrupamentos e entre a associação e a comunidade;
DEFINiR na região uma postura de abertura interventiva à dimensão nacional e internacional do movimento;
37 | PLANO TRiENAL SEGUiR
6.2. Objetivos específicos
CHEFiA REGiONALCoordenar a Equipa Regional
Coordenar o conjunto do executivo regional tendo em conta o desenvolvimento do projeto e a prossecução dos objetivos definidos. Garantir a realização periódica de reuniões da Junta Regional de Coimbra. TRIENAL Promover a realização anual de um Encontro de trabalho com todos os membros das equipas e departamentos regionais. ANUAL Monitorizar o trabalho das secretarias, das equipas regionais e departamentos. TRIENAL Coordenar e fomentar todo o trabalho de transversalidade das estruturas regionais TRIENAL
Garantir a representatividade da estrutura regional
Garantir a representação da Região ao nível institucional.
Garantir a representação da região nas reuniões nacionais e inter-regionais
(comités e reuniões de chefes regionais) e nos conselhos da associação TRIENAL Colaborar com a Junta Central no desenvolvimento de projetos nacionais
relevantes (ex. ACANAC) TRIENAL
Garantir a representação da Junta Regional sempre que se verificar a existência de convite dos agrupamento e dos núcleos e ou promessas de
dirigentes TRIENAL
Garantir a defesa dos seus interesses regionais e dos seus agrupamentos e núcleos no contexto político e administrativo.
Promover a máxima participação possível dos representantes da região nos
Conselhos Nacionais do CNE TRIENAL
Promover a realização de reuniões preparatórias dos Conselhos Nacionais com os representantes da região, no sentido de agilizar, sempre que possível,
posições comuns. TRIENAL
Garantir a coesão da região tornando-a mais homogénea e consistente com um espírito de corpo, regional
Ser elo de ligação entre os vários níveis do CNE.
Promover a realização anual do Conselho Consultivo Regional ANUAL Promover a realização trimestral de reuniões entre a Junta Regional e as
Juntas de Núcleo ANUAL
Promover a realização do Encontro Anual dos Chefes de Agrupamento ANUAL Estabelecer, com os vários órgãos regionais - Mesa dos Conselhos Regionais,
Conselho Fiscal e Jurisdicional Regional e Comissão Eleitoral - contactos
frequentes e próximos na partilha de informações e na recolha de opiniões ANUAL Abrir com regularidade a porta da Sede Regional, ficando disponível para
reuniões e contactos com todos os elementos da Região de Coimbra TRIENAL Promover as relações inter-regionais, nomeadamente, com as regiões limítrofes.
Promover a realização da Cimeira das Beiras no CNE ANUAL
38 | PLANO TRiENAL SEGUiR
Incentivar a aproximação não só dos executivos regionais, mais também dos núcleos e dos agrupamentos nas zonas de fronteira com as estruturas
homologas nas regiões limítrofes. TRIENAL Garantir a unidade da região promovendo a proximidade com os agrupamentos e núcleos.
Promover a visita regular aos agrupamentos e às unidades TRIENAL Garantir a realização do Dia da Região e torná-lo, cada vez mais, um ponto de
encontro e unidade entre todas as estruturas nos diferentes níveis da região. ANUAL
Garantir a concretização dos objetivos e finalidades do CNE na Região de Coimbra
Dinamizar e inovar no sentido da participação dos jovens no Corpo Nacional de Escutas, concretizando este movimento como movimento de jovens e para os jovens
Promover a presença nos Conselhos Regionais de conselheiros oriundos da
IV seção TRIENAL
Dialogar com as Mesas dos Conselhos de Núcleo e Regional para
apresentação de trabalhos e atividades com interesse das várias secções. TRIENAL Procurar que o método escutista esteja a ser implementado e usado na educação não formal dos jovens no CNE
Criar, juntamente com a Secretaria do Programa Educativo e do Suporte e Plano, um conjunto de mecanismos de avaliação integrados ou não, nas
iniciativas regionais. TRIENAL
Assumir que o CNE, Região de Coimbra, tem na sua base o escutismo católico, evangelizando e fazendo no seu dia-a-dia a aplicação e vivência dos valores cristãos.
Garantir junto das estruturas da Junta Regional, que a sua missão se encontra
enquadrada por este propósito. TRIENAL
ASSiSTÊNCiA REGiONAL
Garantir a dimensão católica e evangelizadora do movimento, escutismo católico, na vida da Diocese e da Igreja
Promover uma catequese dos adultos na região, por via formal ou informal, para um enriquecimento da ação educativa
Apoiar o Chefe Regional na promoção de uma "ponte" entre a estrutura regional do CNE e a Diocese, nas suas várias vertentes, divulgando
internamente as ações catequéticas e evangelizadoras TRIENAL Promover a assistência espiritual à equipa regional TRIENAL Promover atos religiosos feitos com dignidade, com profundidade e com
interesse. TRIENAL
Desenvolver um trabalho de formação humana, espiritual, teológica e eclesial bem estruturado junto dos Dirigentes (em especial dos candidatos) e Assistentes, disponibilizando elementos que se revelem importantes para a sua formação, escritos ou outros.
TRIENAL Promover o Encontro Anual de Assistentes de Agrupamentos da Região de
Coimbra ANUAL
Estruturar e garantir a assistência espiritual nas atividades regionais. TRIENAL
39 | PLANO TRiENAL SEGUiR
SECRETARiA REGiONAL ADMiNiSTRATiVA
Garantir que o nível regional é um apoio ao funcionamento organizacional dos agrupamentos e núcleos de forma eficaz e de acordo com as regras.
Coordenar os serviços da Secretaria Regional do ponto de vista administrativo, de expediente e gestão de efetivo.
Criar o suporte administrativo necessário ao normal funcionamento da JRC TRIENAL Construir o Plano Trienal, com identificação de grandes opções e
investimentos, consubstanciando-se em Orçamentos e Planos Anuais TRIENAL Fazer a publicação das Ordens de Serviço Regionais com periodicidade
mensal e extraordinariamente sempre que se justifique TRIENAL Gerir os Recursos Humanos dos Serviços Regionais
Fazer a gestão dos recursos humanos dos serviços regionais - férias,
formação, recrutamento, etc. TRIENAL
Levar a cabo ações de empoderamento e desenvolvimento de espírito de equipa, não só entre o pessoal dos serviços regionais, como também ao nível do executivo e estrutura regional - momentos de descontração, lazer, convívio, etc
TRIENAL Dar apoio aos agrupamentos e núcleos na área administrativa, nomeadamente, promovendo formação específica e utilização das ferramentas disponíveis.
Promover formações/sessões para divulgar o SIIE e esclarecer sobre o seu funcionamento, junto dos agrupamentos, como sistema de informação
centralizada TRIENAL
Ser a estrutura regional de apoio aos agrupamentos e núcleos para criação e
gestão dos emails oficiais TRIENAL
Ser a estrutura regional de apoio aos agrupamentos e núcleos para a
campanha do calendário TRIENAL
Ajudar e estimular os agrupamentos a entregar atempadamente os "Censos" TRIENAL Promover a utilização preferencial de suporte informático em todas as comunicações da Junta Regional de Coimbra, interna e externamente
Rever todos os impressos em uso na região e garantir a sua acessibilidade. ANUAL Preparar, estimular e centrar o tratamento da informação administrativa e financeira no SIIE e aumentar o nível de adesão dos Agrupamentos.
Desenvolver estratégias para maior adesão dos Agrupamentos. TRIENAL Organizar e realizar sessões de formação específicas para os Agrupamentos
que ainda não aderiram. TRIENAL
Cumprir as obrigações legais da Junta Regional de Coimbra, entrega de "Censos", preparação da apresentação do orçamento antecipadamente.
Coordenar com as restantes secretarias e todo o executivo regional o modo de apresentar os documentos, em tempo oportuno, aos respetivos órgãos regionais e para poder dispor, em qualquer momento, da informação necessária à Junta Regional de Coimbra.
TRIENAL
40 | PLANO TRiENAL SEGUiR
SECRETARiA REGiONAL FiNANCEiRA
Garantir a sustentabilidade da JRC, bem como dos serviços prestados à comunidade escutista.
Coordenar os serviços da Secretaria Regional do ponto de vista financeiro e contabilístico. Criar o suporte financeiro necessário ao normal funcionamento da JRC TRIENAL Controlar as obrigações e recursos financeiros da Junta Regional de Coimbra, colaborando com as diferentes secretarias e chefia regional.
Construir o Plano Trienal, com identificação de grandes opções e
investimentos, consubstanciando-se em Orçamentos e Planos Anuais TRIENAL Elaborar os orçamentos e fazer o acompanhamento orçamental da vida das
diferentes secretarias, departamentos e chefia regional, garantindo o seu
cumprimento. TRIENAL
Apresentar o Relatório de Contas, anualmente, atempadamente TRIENAL Coordenar com o contabilista o modo de apresentar as contas, em tempo
oportuno, aos respetivos órgãos regionais e de dispor em qualquer momento
da informação necessária à ação da JRC TRIENAL Gerir os meios financeiros e candidaturas, bem como a gestão dos programas de financiamento.
Estar atento aos programas e fundos a que a associação, nos seus diversos
níveis, pode concorrer TRIENAL
Fazer a divulgação, dinamização e acompanhamento do PAAJ e outros
programas de apoio TRIENAL
Preparar eventuais candidaturas e fazer a gestão de programas de apoio ao
financiamento de atividades da JRC ou dos Parques Escutistas TRIENAL Ajudar e acompanhar os agrupamentos no concurso a eventuais fundos TRIENAL Coordenar os serviços do Depósito de Material e Fardamento no sentido de o tornar cada vez mais útil aos agrupamentos e aos escuteiros, bem como, repensar a estrutura do DMF, o seu funcionamento e oportunidades de melhoria
Gerir de forma eficaz os stocks do DMF TRIENAL Planear vendas on-line para facilitar as compras dos agrupamentos TRIENAL Criação do "Cheque Presente” TRIENAL Implementação de cartão de compras com acesso a descontos TRIENAL
Emissão de Vales de Compras TRIENAL
Divulgar, promover os produtos à venda no DMF TRIENAL Diversificar as ofertas de Vendas TRIENAL Estabelecer parcerias com distribuidores e vendedores de material de campismo, equipamento individual e coletivo
Venda de Material à consignação. Obtenção de descontos. TRIENAL
Diversificar as fontes de receita, mediante a realização de várias atividades financeiras e cedência paga dos espaços geridos pela JRC
Realização de atividades financeiras para remodelação da Sede Regional
Realização de Espetáculos, Passeios, Caminhadas, entre outros TRIENAL Rentabilizar os espaços geridos pela JRC e garantir que tenha boas condições de utilização, bem como, a sua promoção
41 | PLANO TRiENAL SEGUiR
Cedência paga dos espaços geridos pela JRC. TRIENAL Em colaboração com SRG, proceder a análises regulares do estado de
conservação e proceder a intervenções quando necessário. TRIENAL Em colaboração, com a SRCI proceder à promoção e divulgação dos espaços
geridos pela JRC TRIENAL
Apoiar os agrupamentos e núcleos na área financeira.
Agendamento de reuniões com o Núcleos, Chefes de Agrupamento, Tesoureiros e Secretários Receber sugestões, ouvir preocupações e suprimir dúvidas. TRIENAL Dar apoio aos agrupamentos e núcleos na área financeira, nomeadamente, promovendo formação específica e utilização das ferramentas disponíveis.
Formações/sessões para divulgar o SIIE e esclarecer sobre o seu funcionamento, junto dos agrupamentos, como ferramenta de trabalho
financeiro TRIENAL
SECRETARiA REGiONAL PARA A GESTÃO
Garantir que o património da Região é gerido com critérios de eficácia e eficiência sendo útil aos escuteiros e às comunidades.
Gerir todo o Património da Junta Regional - Sede Regional, Parques Escutistas e todos os móveis e imóveis - estabelecendo processos de requalificação necessária ao património.
Manter atualizado o inventário do património próprio e cedido à Junta
Regional de Coimbra. TRIENAL
Procurar regularizar situações pendentes. TRIENAL Validar e afirmar os Campos Escutistas de Cernache e Palheirão de forma a
termos oferta no que diz respeito a parques escutistas na Região. TRIENAL Avaliar o estado de conservação dos imóveis e eventuais necessidades de
intervenção ou mudança nos mesmos. TRIENAL Trabalhar com a SRF para alocar recursos para a conservação do património. TRIENAL Promover os Parques Escutistas da Região, de modo a aumentar a sua rentabilização e melhoria da oferta pedagógica.
Trabalhar com a SRCI e com o Departamento das Relações Externas, para melhorar a divulgação, projeção e ocupação aos níveis regional, nacional e
internacional dos campos escutistas. TRIENAL Criação e desenvolvimento de Equipas Voluntárias (Staff´s) de serviço
permanente dedicadas aos campos, por forma a apoiar na logística, manutenção e atividades a realizar, fazendo cumprir os códigos e condutas criadas para os mesmos.
TRIENAL Procurar definir estratégias de maneira a que as estruturas sejam cada vez
mais autossustentáveis e que acima de tudo consigam ser capazes de implementar os conteúdos pedagógicos de uma forma educacional contribuindo assim para uma melhor validação do progresso escutista dos participantes.
TRIENAL Criar programas pedagógicos para os Parques Escutistas, promovendo-os de
modo a aumentar a sua rentabilização e melhoria da oferta pedagógica. TRIENAL Valorizar e dar continuidade ao "Coimbra Sun & Summit". Este projeto tem
como objetivo base a promoção e divulgação da Região, seus recursos
geográficos, culturais e sociais, no que diz respeito à realização de atividades TRIENAL
42 | PLANO TRiENAL SEGUiR
escutistas para o público internacional, apoiado pelo Departamento de Relações Externas.
Ajudar os agrupamentos a divulgar os seus campos escutistas de forma a serem plataformas de apoio numa oferta global da região, nomeadamente na
organização e participação de atividades. TRIENAL Promover a beneficiação e adaptação da sede regional no sentido de a tornar numa verdadeira Casa da Região, dando condições mínimas para a sua utilização como base de apoio para realização de atividades e reuniões.
Desenvolver um plano, a longo prazo, para a intervenção e requalificação da
Sede Regional. TRIENAL
Promover um Plano de Animação da Casa da Região, como espaço comum de
todos. TRIENAL
Desenvolver um Plano de Rentabilização da Casa da Região, não só no sentido da ocupação por visitantes na cidade, como espaço privilegiado e de
excelência para a promoção do escutismo. TRIENAL Dar apoio aos Agrupamentos e Núcleos ao nível da gestão e do acesso a fundos de financiamento do CNE, para a requalificação e construção de infraestruturas ao nível local.
Apoio aos Agrupamentos na sua candidatura aos fundos escutistas, Sousa
Dias, Canto de Patrulha, etc. TRIENAL
SECRETARiA REGiONAL DOS ADULTOS
Acompanhar e implementar a estratégia, tida como necessária, para a formação de adultos na região de Coimbra,
Definir plano de formação regional, tanto para candidatos a dirigente como para dirigentes já investidos, de acordo com o Plano Nacional de Formação proposto e com o levantamento de necessidades ao nível regional
Proceder ao levantamento de necessidades/interesses de formação e da
oferta disponível localmente (núcleos) e noutras regiões TRIENAL Criar ações de Formação para Adultos já investidos, no âmbito do Plano
Nacional de Formação proposto, com apoio dos Núcleos e contacto com as
restantes regiões TRIENAL
Organização anual do INDABA - Encontro Regional de Dirigentes TRIENAL Organizar, periodicamente, os ZENITE - módulos de formação específica para
dirigentes TRIENAL
Realização anual do AZIMUTE - Encontro Regional de Equipas de Animação de
Unidade, com apoio da Secretaria Regional para o Programa Educativo TRIENAL
Apoiar os agrupamentos no recrutamento de recursos adultos;
Elucidar sobre as capacidades e competências necessárias para ser dirigente no CNE Promover o acompanhamento e aconselhamento aos Chefes de Agrupamento
antes e durante o Percurso Inicial de Formação TRIENAL
Apoiar os adultos na gestão do seu percurso formativo;
Tornar mais clara a finalidade e objetivos do Percurso Inicial de Formação (candidatos), bem como do Plano de Formação Contínua (dirigentes)
Criar, divulgar e aperfeiçoar ferramentas de acompanhamento do Percurso
de Formação (candidatos e investidos) e sua aplicação TRIENAL