Edição 10 08/março/2019

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Texto

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Reeducação alimentar melhora saúde de funcionários da CAPAL, Ceral e Sicredi

Programa Cuide-se Mais reduziu dores de cabeça, trouxe qualidade ao sono e promoveu

quase 110 quilos em perda de peso dos participantes

No início, o objetivo era perder peso, mas foi muito mais expressivo: a reeducação alimentar. O resultado foi obtido por 30 funcionários da CAPAL, da Ceral e do Sicredi. Eles participaram do programa Cuide-se Mais, promovido pelo Sesi com o apoio do Sescoop.

Foram 108,5 kg eliminados, 75 cm de cintura reduzidos, até 80% da diminuição de dores de cabeça, melhoria de 90% na concentração e memória, 40% dos participantes apresentaram evolução na qualidade do sono, aumento em 45% da atividade física e elevação entre 50% e 60% no consumo de água.

Esses números alcançados ocorreram em seis meses de acompanhamento nutricional, com consultas individuais e oficinas em grupo sobre alimentação saudável, que foram colocadas em prática por participantes como Marcelo Alvarez Ferreira, gerente da CAPAL nas unidades de Curiúva e Ibaiti. Ele foi o integrante do grupo que mais perdeu peso, conseguindo reduzir 18,9 quilos. “E isso mesmo com Natal, festas de Ano Novo e férias”, brinca.

Mas Ferreira participou do programa não somente pela redução de peso, mas ainda pela busca na qualidade de vida, aumento da disposição e reeducação alimentar. “O resultado foi além da minha expectativa. As dores que tinha no corpo, joelho, pé e cabeça acabaram”, comemora.

Mudança de hábito

A nutricionista Marília Nejain de Resende, contratada para o trabalho no programa, explica que as mudanças nas vidas dos participantes aconteceram pela alteração do cardápio diário. “A dieta deles era basicamente formada por proteínas, carboidratos e gorduras, com pouca ingestão de vitaminas”, conta.

Como o foco do programa é a busca por uma alimentação saudável, foi feita uma reeducação diária, diminuindo o consumo de produtos à base de frituras e refrigerantes, por exemplo, e inserindo frutas, legumes, verduras e mais água.

“Houve melhora da pressão arterial, eliminação de câimbra e medicamentos antialérgicos. Cerca de 50% dos participantes tomavam medicamentos para dor de cabeça e já no primeiro mês pudemos ver mudança na saúde de alguns deles. Outros iniciaram o programa com pré-diabetes e terminaram com exames normais”, reforça a nutricionista.

Marília lembra que houve busca por atividades físicas, principalmente caminhada e corrida, algo que aconteceu com Marcelo Ferreira, inclusive com a esposa dele aderindo.

Doação

Por iniciativa dos

participantes, o peso perdido por eles devido ao programa foi revertido em alimentos. Cada um entregou a quantidade de quilos que eliminou.

As doações foram para o Programa de Atendimento à Criança e ao Adolescente de Arapoti (PACAA), e consistiam em arroz, café, macarrão, sal, feijão, açúcar, óleo, leite, trigo e molho de tomate.

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Belo registro feito no dia 31 de

dezembro, na Chácara Nova

Esperança em Arapoti.

Propriedade de Marius e Koosje

Bronkhorst.

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Dicas de como se organizar e

não cair na malha fina

1. Quem recebeu rendimentos tributáveis (como salário, aposentadoria, aluguel) acima de R$ 28.559,70 no ano anterior; 2. Se recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou

tributados na fonte acima de R$ 40 mil; 3. Quem possuir bens superiores a R$ 300 mil;

4. Se teve receita superior a R$ 142,798,50 com atividade rural; 5. Quem realizou operações na Bolsa de Valores.

E para quem tem IR a restituir, uma boa pedida é aplicá-la numa poupança. No Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados e atuação em 22 estados e no Distrito Federal –, é possível, em vez de cadastrar uma conta corrente, como de costume, ao fazer a declaração de IR cadastrar a conta poupança para a restituição. Deste modo, você aproveita o “dinheiro extra” para poupar, servindo como reserva financeira para imprevistos ou para realização de planos.

Por fim, não deixe para enviar sua declaração de IR no limite do prazo, pois um benefício adicional de quem a encaminha antes é, justamente, caso tenha direito à restituição, recebê-la mais cedo também. Fonte: Paraná Cooperativo - Everton André Batista Lopes é especialista em Educação Financeira da Fundação Sicredi

De 7 de março a 30 de abril, deve-se fazer e enviar a declaração do Imposto de Renda (IR) do ano base 2018. Neste momento, muitas pessoas ficam apreensivas ou nervosas, deixando o compromisso para a última hora.

Muitos contribuintes, inclusive, esquecem de fazer a declaração de IR, o que gera multa, além de ocasionar outras complicações. Por isso, ao fazer a sua declaração anual de IR, é importante que se tenha em mente de que necessita, antes de mais nada, de organização e planejamento.

Então, quais são os documentos necessários para fazer a declaração e que lhe ajudarão a não cair na malha fina? Primeiramente, para que você possa fazê-la com mais tranquilidade e ordem, é importante que, ao longo do ano, escolha um local de fácil acesso e nele separe uma gaveta ou um envelope, onde irá guardando documentos exigidos para que, no momento exato, tudo fique a sua disposição, tais como:

1. A declaração de seus rendimentos do ano anterior, no caso o ano base 2018; 2. Despesas médicas e odontológicas, suas e de seus dependentes legais; 3. Despesas escolares, suas e de seus dependentes legais;

4. Doações a instituições com a possibilidade de deduções legais; 5. Comprovantes de aluguéis, se esse for o seu caso;

6. Comprovantes de contribuições de Previdência Privada somente na modalidade PGBL – Programa Gerador de Benefício Livre.

7. Os “CPFs” de todos os dependentes, independente de idade, deverão ser informados na declaração.

É importante que você não deixe para a última hora, pois com a pressa muitas pessoas acabam cometendo erros “bobos”, como inverter valores ao digitar os dados. Aliás, esse tem sido um dos maiores problemas de quem tem caído na malha fina.

Se sua declaração for simples, faça você mesmo; caso contrário, procure a ajuda de um profissional. Porém, antes de iniciar todo o processo, saiba quem precisa declarar o IR:

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Classificados

VENDA

Trator MF 235, ano 79. Tratar com Evandro José Reimão – 43 99621 3650

VENDA

- Trator JD, ano 99, modelo 6600 120 cv traçado 4x4 - Ensiladeira JF AT 1600, ano 2013.

Tratar – 14 99704-0406

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INDICADORES FINANCEIROS

DÓLAR COMERCIAL (venda) POUPANÇA (nova) SELIC R$ 3,88 – 07/03 0,3715 % a.m. - 08/03 6,50 % a. a. PARANÁ MILHO Arapoti-Pr Comprador: R$ 38,00 Vendedor: R$ 40,00 W.Braz-Pr Comprador: R$ 36,80 Vendedor: R$ 38,00 SOJA

Disponível CIF Ponta Grossa (média do dia)

R$ 76,60

Entrega abril/2019 e pagamento maio/2019 - CIF Ponta Grossa/PR R$ 77,90 TRIGO Superior R$ 950,00 FOB Intermediário R$ 800,00 (T-2) PADRÃO R$ 730,00 (T-2) R$ 700,00 (T-3) SÃO PAULO MILHO Itararé-Sp Comprador: R$ 38,50 Vendedor: R$ 40,00 Taquarituba/Taquarivaí-Sp Comprador: R$ 39,50 Vendedor: R$ 40,00 SOJA

Disponível CIF Santos

(média do dia) R$ 79,55 Entrega abril/2019

pagamento maio/2019 – CIF Entrega maio/2019 pagamento junho/2019 - CIF Guarujá R$ 79,60 R$ 80,40 TRIGO Superior R$ 93,00 FOB – ITARARE/ SP R$ 930,00 FOB TQB/TQV/ SP (falling number mínimo de 250) Intermediário R$ 780,00 (T-2) PADRÃO R$ 710,00 (T-2) R$ 680,00 (T-3) MILHO FUTURO

CIF Guarujá entrega agosto/2019 e pagamento setembro/2019 Comprador: R$ 35,40 Vendedor: sem indicação CIF Guarujá entrega setembro/2019 e pagamento outubro/2019 Comprador: R$ 35,50 Vendedor: sem indicação

INFORMAÇÕES DO MERCADO AGROPECUÁRIO

FEIJÃO – PREÇOS NA BOLSINHA – SÃO PAULO

Variedade 04/03/19 Min. Máx. 05/03/19 Min. Máx. 06/03/19 Min. Máx. 07/03/19 Min. Máx. 08/03/19 Min. Máx. Carioca Dama9,5 – 10 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot

Carioca Dama 9 – 9 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot 355,00 360,00 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot Carioca Dama 8,5 – 9 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot Carioca Dama 8 – 8 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot 330,00 335,00 330,00 335,00 330,00 335,00 Carioca Dama 7,5 – 8 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot 300,00 305,00 300,00 305,00 300,00 305,00 Carioca Dama 7 – 7 S/Cot S/Cot S/Cot 270,00 275,00 S/Cot 270,00 275,00 270,00 275,00 Carioca Dama 6 – 7 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot

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INFORMAÇÕES DO MERCADO AGROPECUÁRIO

MILHO - CBOT mercado sente a pressão advinda da forte alta do Dólar na semana. Dados da OCDE

reduzindo o ritmo de crescimento econômico soaram de forma muito negativa nos mercados no dia. Corrida para o Dólar efetivamente preocupa pois pressiona as commodities e impacta negativamente sobre a competitividade norte-americana em meio à uma Guerra Comercial. Por outro lado, pode ser um razoável freio as intenções de altas de juros neste ano pelo FED. Mercado aguarda o relatório do USDA nesta sexta feira, sem surpresas positivas para os preços. Para o milho, as exportações semanais são apenas normais, com 969,7 mil tons na semana. Com demanda discreta no segmento de etanol, o relatório desta sexta deverá trazer apenas correções pontuais e foco baixista. Mercado interno com poucas novidades e preços apresentando alterações pontuais nesta quinta-feira. Poucas novidades vindas dos portos fazem com que os compradores internos percam um pouco a pressa, ao passo que os produtores agora estão começando a focar um pouco mais na soja, diante da melhora dos preços da oleaginosa.

TRIGO

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CBOT encerrou a quinta-feira com preços em forte baixa. Apesar do resultado acima do esperado para as exportações semanais americanas, os fundos e especuladores se desfizeram de posições, determinando mais um dia de fortes perdas. Os investidores tentam evitar surpresas oriundas do relatório de março do USDA, que será divulgado nesta sexta-feira (08/03). O cenário fundamental segue pesando, em meio à falta de competitividade do cereal americano no mercado exportador. Mercado interno retornou as atividades após o feriado prolongado do carnaval ainda com lentidão de negócios, já que boa parcela dos agentes permanece com atenções voltadas a colheita das culturas de verão. Vale ressaltar que os moinhos ainda apresentam estoques, reduzindo a procura imediata pelo produto, entretanto, a volta da indústria às compras tende a ocorrer gradualmente a partir das próximas semanas.

SOJA - Na CBOT, os contratos futuros do complexo fecharam mistos no grão e no farelo, e em queda no óleo nesta quinta-feira. As primeiras posições subiram e os contratos com vencimentos mais distantes tiveram leve baixa. A perspectiva era de um dia de recuperação, com base em fatores técnicos. Mas o fraco desempenho das exportações semanais americanas impediu a recuperação. A indefinição em torno de um acordo entre Estados Unidos e China contribuiu para a pressão. Mercado interno apresentou boa movimentação nas diversas praças de negociação do país. A forte alta do dólar trouxe uma melhora significativa para as cotações no mercado doméstico. A iminente resolução da guerra comercial entre EUA e China também começa a ser reinterpretada, pois, caso um acordo seja ratificado, se os chineses priorizarem o grão norte-americano, a derrocada dos prêmios portuários no Brasil tenderá a neutralizar um eventual impulso aos preços vindo de Chicago.

CAFÉ

-

Os contratos futuros do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) encerraram a

sessão desta quinta-feira (07) com queda próxima de 200 pontos. A pressão no dia foi causada pelo câmbio e informações otimistas sobre a oferta do grão. O vencimento maio/19 caiu 185 pontos, a 96,85 cents/lb e o julho/19 registrou 99,55 cents/lb com recuo de 175 pontos. Já o setembro/19 registrou perdas de 170 pontos, a 102,30 cents/lb e o dezembro/19 teve desvalorização de 165 pontos, a 106,15 cents/lb.

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Comunicação Capal

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SUÍNOS - A suinocultura brasileira segue sem grandes novidades, com perspectiva de alta no decorrer da próxima semana com a entrada dos salários na economia, motivando a reposição entre atacado e varejo. A preocupação para atividade ainda é a mesma, os custos de produção permanecem elevados dada a firmeza dos preços do milho nas últimas semanas. Da mesma maneira que o desempenho das exportações ainda decepciona, aumentando a necessidade de um maior controle da oferta doméstica.

DÓLAR - O dólar até começou o dia insinuando um recuo em relação ao real, mas o aspecto baixista da sessão se esvaiu quando da realização da Declaração de Política Monetária pelo Banco Central Europeu (BCE). O tom a respeito da condução da taxa de juros na zona do euro, interpretado como mais expansionista do que o esperado, mobilizou o capital especulativo de curto prazo para economias tidas como “safe heavens” (porto seguro). Além do ambiente externo, a insegurança dos investidores quanto a capacidade de persuasão da base governista para aprovação da reforma da Previdência seguiu oferecendo suporte a taxa de câmbio. O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,30%, negociado a R$ 3,8840 para a compra e a R$ 3,8860 para a venda. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a máxima de R$ 3,8180 e a mínima de R$ 3,9040.

Preço recebido pela indústria - Em um mês de baixa liquidez e aumento do custo do leite pago

ao produtor, nessa semana o leite UHT apresentou estabilidade em seus preços, com a indústria sendo pressionada tanto pelos produtores como pelo varejo.

Os leites em pó industriais seguem sustentados. Além de uma demanda interna estável, a queda de produção na região Sul do país e nos vizinhos do Mercosul contribuem com a tendência de estabilidade nos preços. Todavia, o leite em pó fracionado vem oscilando, devido as vendas fracas no varejo.

Mercado do leite SPOT - O descompasso entre a estabilidade/enfraquecimento do UHT no atacado e a forte subida

do spot até a última quinzena, “temperados” pelo feriado de carnaval (com perspectiva de menor consumo e menor absorção de leite nas fábricas) causou queda considerável do spot para a primeira quinzena de março. As menores quedas (inclusive com algumas negociações com manutenção de preços) foram observadas nos estados do sul (principalmente RS e SC), em função da maior queda sazonal e da menor disponibilidade de leite.

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Referências

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