Data: 14.02.2016 Veículo: DIÁRIO DO PARÁ Caderno: POLITICA Pág.:A3 Classificação:
1- Matérias referente diretamente à Companhia ( X )
2- Matérias ligada a empresas parceiras à Companhia ( ) 3- Matérias de interesses da Companhia ( )
COMPANHIA DOCAS DO PARÁ
Autoridade Portuária Secretaria de Portos - SEP Secretaria de Portos - SEP
Data: 14.02.2016 Veículo: DIÁRIO DO PARÁ Caderno: PARÁ Pág.:A5 Classificação:
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REVISÃO DA POLIGONAL DOS PORTOS VAI IMPULSIONAR INVESTIMENTOS NO LITORAL
Os Portos de Paranaguá e Antonina vão receber novos investimentos que poderão chegar a R$ 4 bilhões nos próximos anos. Isso porque, nesta sexta-feira (12), o Governo Federal publicou no Diário Oficial da União o decreto que altera o traçado da poligonal do Porto de Paranaguá, excluindo as áreas privadas da área do Porto Organizado (porto público) e, com isso, revogando o decreto de 2002.
A revisão da poligonal é uma medida prevista na nova Lei dos Portos (12.815/2013). O artigo 68 diz que as poligonais de áreas de portos organizados que não atendem à Lei deverão ser adaptadas em um ano. Até então, Paranaguá era um dos últimos portos públicos do país que ainda não havia revisado sua área.
De acordo com o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino, a revisão da poligonal dos portos por decreto representa um avanço para a economia do Paraná e do país. “É uma medida que vai alavancar investimentos de novas empresas para melhorar a logística, gerar mais empregos e renda para as cidades e possibilitar que o Brasil continue crescendo sem filas de caminhões ou de navios”, disse.
Ele lembrou que o Porto de Paranaguá é o segundo em movimentação de cargas no país. “Com a possibilidade de novos investimentos privados, teremos ainda mais competitividade, desenvolvimento e empregos para a região. A atitude do ministro Helder Barbalho merece o nosso reconhecimento”, enfatizou o diretor-presidente. A alteração da poligonal possibilitará a construção de novos terminais portuários, incluindo na área do pré-sal. Segundo a Lei dos Portos, serão exploradas, mediante autorização, instalações portuárias localizadas fora da área do porto organizado. São elas: terminal de uso privado, estação de transbordo de carga, instalação portuária pública de pequeno porte e instalação portuária de turismo. “Com a revisão da poligonal, poderemos ter novos terminais de contêineres no Litoral, terminais de transbordo de carga e de pequeno porte (cabotagem), e terminais de turismo”, afirma Dividino.
O QUE MUDA – A poligonal de um porto é um desenho geométrico, feito em planta, carta ou mapa, que indica o limite geográfico da área do porto organizado. Esta área compreende os acessos terrestres e aquáticos, as instalações portuárias e infraestrutura de proteção à atividade portuária.
Para que se tenha ideia, a poligonal do Porto de Paranaguá englobava na área continental de Pontal do Paraná áreas da Ilha do Mel e outras pertencentes ao município de Pontal do Paraná. Lá, há previsão de implantação de pelo menos dois terminais de uso privado.
Os desenhos iniciais das poligonais foram elaborados após discussões com a Administração Portuária, em conformidade com a legislação.
“As propostas mantêm nas áreas dos dois portos organizados os imóveis sob a gestão da autoridade portuária, e consideraram, nas suas definições, a adequação dos acessos marítimos e terrestres, os ganhos de eficiência e competitividade decorrentes da escala das operações e as instalações portuárias já existentes”, explicou Luiz Henrique Dividino.
NOVO MODELO – De acordo com a Lei dos Portos (12.815/13), Porto Organizado é um bem público para atender as necessidades de navegação, de movimentação de passageiros ou de movimentação e armazenagem de mercadorias. As operações portuárias são de responsabilidade da autoridade portuária. A sua área é delimitada por ato do Poder Executivo e abrange as instalações portuárias e a infraestrutura de proteção e de acesso ao Porto Organizado.
A elaboração dos decretos foi capitaneada pelo ministro dos Portos, Helder Barbalho, que reuniu no dia 7 de fevereiro, em Brasília, a bancada do Paraná e representantes dos trabalhadores, dos portos privados e da Appa, e construiu um acordo que pôs fins das demandas judiciais e viabilizou os decretos.
Para o deputado federal Ricardo Barros, que participou das discussões de revisão das poligonais dos portos paranaenses, o decreto trará um novo cenário logístico para o desenvolvimento do Paraná. “A assinatura destes decretos permite ampliar as condições de competitividade do Paraná, com a abertura de novas empresas e a geração de emprego e renda para o Litoral do estado”, disse Barros.
Data: 14.02.2016 Veículo: BRAZIL MODAL Caderno: Pág.: Classificação:
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MINISTRO ASSINA ORDEM DE SERVIÇO PARA INÍCIO DE OBRAS NO SISTEMA VIÁRIO DO PORTO DE SANTOS
A Ordem de Serviço para início das obras do trecho canal 4 – Ponta da Praia, da Avenida Perimetral Portuária de Santos, foi assinada no sábado (13/02) pelo ministro Helder Barbalho, da Secretaria de Portos, no Centro de Treinamento da Codesp. “Certamente esta é uma obra que permitirá facilitar o tráfego de cargas, compatibilizando modais, com intervenções importantes como a construção dos viadutos, mas é também um empreendimento que trará maior organização urbana. Santos, que sedia o maior porto do país, merece o bem estar do cidadão, contando, através de iniciativas como esta, a possibilidade de garantir a cada cidadão uma melhor qualidade de vida e retribuindo à cidade o protagonismo que seu porto tem”, destacou o ministro.
O presidente Alex Oliva, informou que, a partir da assinatura da Ordem de Serviço pelo ministro, nesta segunda-feira já se iniciam as reuniões com a empresa construtora da obra para se ajustar o cronograma e definir estratégias que permitam tocar a obra com o mínimo de impacto no tráfego da região.
O empreendimento fará adequações nas avenidas Mário Covas, conhecida como avenida Portuária, e Ismael Coelho de Souza, a chamada avenida interna, vias situadas entre o canal 4 e a Ponta da Praia, que compõem o sistema viário do Porto de Santos, que terão como principal intervenção a implantação de um conjunto de dois viadutos que eliminarão, definitivamente, o conflito rodoferroviário. A obra promoverá maior agilidade no tráfego dos terminais localizados na região, solucionando um significativo gargalo entre o tráfego de contêineres e de granéis vegetais.
O projeto contempla, ainda, a transferência das linhas férreas de acesso ao Corredor de Exportação de Granéis Sólidos de Origem Vegetal, que hoje passam no meio de terminais, se deslocando, em média, 50 metros em direção à avenida Mário Covas Júnior, ampliando os ramais ferroviários até o Corredor de Exportação e possibilitando o adensamento de áreas hoje não operacionalizadas. Serão implantadas quatro linhas férreas, em aporte à demanda de utilização do modal ferroviário. Com essa nova concepção, serão também eliminadas as filas de caminhões de transporte de contêineres, recorrentes na avenida.A obra é dividida em três partes: a construção dos viadutos (de entrada e de saída) e pontilhões ferroviários, o remanejamento de interferências e a revitalização da avenida Mário Covas júnior e, a terceira parte, a readequação da atual avenida interna (dentro da área portuária) com a relocação dos ramais ferroviários.
Novo traçado
O viaduto de entrada parte do terreno antes ocupado pela empresa Lloydbratti, na pista sentido Ponta da Praia, da avenida Mário Covas Júnior, transpondo a avenida sobre o Pátio de Contêineres do Armazém XXXVI, até atingir o trecho atualmente ocupado pelo pátio ferroviário e pela avenida interna (Avenida Ismael Coelho de Souza) que se tornará área adensada às instalações da Libra Terminais. O viaduto de saída segue contíguo ao de entrada, saindo da área interna do Porto e fazendo o desemboque na pista da avenida Mário Covas Júnior, sentido Macuco.
Com a implantação desse complexo de viadutos, com duas faixas de rolamento em cada sentido e vão com altura de 6,75 metros, fica segregado o tráfego rodoviário entre veículos de contêineres e de grãos e farelo. Todo o tráfego de contêineres será absorvido pelos viadutos, mantendo-se na avenida Mário Covas Júnior o trânsito dos veículos que demandam ao Corredor de Exportação. A atual Avenida Portuária (Mário Covas Júnior) terá seu traçado de 3,1 quilômetros mantido com alguns ajustes e passará por uma completa reurbanização em toda sua extensão, abrangendo reforma do pavimento, nova iluminação e paisagismo, enquanto a avenida interna será mantida desde as instalações da Capitania dos Portos até o armazém 33.
O investimento está orçado em R$ 72,4 milhões. O cronograma inicial prevê prazo de 30 meses para conclusão dos serviços. Etapas
A implantação de mais um trecho no viário do Porto de Santos compõe a chamada segunda fase das obras da avenida Perimetral da Margem Direita, abrangendo os trechos Macuco/Ponta da Praia e entre a Alemoa e o Saboó. A Perimetral da Margem Direita já conta com extensão total de cerca de 6,0 quilômetros, desde a Praça Barão do Rio Branco, no Centro, até o canal 4, no Macuco. Com o novo empreendimento, somam-se as pistas de 3,1 quilômetros da avenida Mário Covas Júnior mais 400 metros de extensão de cada viaduto e 1,26 quilômetro do trecho da avenida Interna entre a Capitania dos Portos e o armazém 33 do cais.
Fonte: Diário do Litoral
COMPANHIA DOCAS DO PARÁ
Autoridade Portuária Secretaria de Portos - SEP Secretaria de Portos - SEP
Data: 15.02.2016 Veículo: PORTOS E NAVIOS Caderno: Pág.: Classificação:
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MINISTRO HELDER BARBALHO INSPECIONA PORTO DO RIO DE JANEIRO HOJE
O ministro da Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP), Helder Barbalho, estará hoje, segunda-feira, 15/02, no Rio de Janeiro, para supervisionar e participar das ações de combate ao mosquito Aedes aegypti em desenvolvimento no porto da cidade. O ministro percorrerá o Píer Mauá, inspecionando as ações que estão sendo empreendidas pela Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ). Essa visita dá seguimento ao programa de inspeção das atividades para exterminar os focos de reprodução do inseto nas instalações portuárias de todo o Brasil.
Ao chegar no porto, o ministro assistirá a uma apresentação das ações de prevenção e combate ao Aedes aegypti dentro da área portuária, realizada pela diretoria da CDRJ. Na sequência, percorrerá o Píer Mauá, onde funcionários distribuirão panfletos aos visitantes de dois transatlânticos ancorados no local, e se deslocará para os armazéns 13 e 14, onde realizará a vistoria.
Nos armazéns, após a inspeção, o ministro conhecerá a estação de monitoramento do combate ao mosquito especialmente montada pela CDRJ, em um contêiner refrigerado. Além das gaiolas de captura do inseto, a estação possui computadores e equipamentos de análise das amostras recolhidas.
As visitas de inspeção aos portos tiveram início em Santos, no último sábado, 13/02, data estabelecida pela Presidência da República como símbolo do esforço conjunto do governo federal no combate ao Aedes. Depois do Rio de Janeiro, as próximas inspeções previstas são em Belém, na sexta-feira, 19/02, e Salvador, na terça-feira, 23/02.
Serviço
Visita de inspeção das ações de combate ao Aedes aegypti Porto do Rio de Janeiro: Píer Mauá e armazéns 13 e 14 Data: 15/02/16
Horário: 9h
Fonte: Ascom/Secretaria de Portos - SEP/PR
Data: 15.02.2016 Veículo: PORTOS E NAVIOS Caderno: Pág.: Classificação:
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DECRETOS ABREM CAMINHOS PARA INVESTIMENTOS DE R$ 5 BILHÕES
A Presidenta Dilma Rousseff publicou na última sexta-feira, 12/02, dois decretos que definem os novos traçados das linhas poligonais dos portos de Paranaguá e Antonina, ambos no Paraná. Poligonais são as linhas que delimitam a fronteira entre áreas públicas e privadas na região dos portos brasileiros. Com esses decretos, o governo abre caminho para a efetivação de novos investimentos privados no setor portuário paranaense, que juntos somam R$ 5 bilhões e vão gerar milhares de postos de trabalho durante a instalação e construção de novos Terminais Portuários.
Com a publicação dos decretos, ficam estabelecidos os limites das áreas públicas nesses dois portos e abre-se o caminho para que pelo menos três Terminais de Uso Privado (TUPs) sejam implementados. São eles:
- Porto de Pontal em Pontal do Paraná - Um projeto da ordem de R$ 1,5 bi, sob responsabilidade da empresa paranaense JCR;
- Porto Terlip, na região do Embocuí, em Paranaguá - Orçado em R$ 2 bi, será construído pelo consórcio formado pelas empresas Triunfo e Log Z;
- Projeto Novo Porto - Serão R$ 1,5 bi pela empresa Catallini.
"Estamos criando as condições para que o setor privado possa aumentar seus investimentos na área portuária. O potencial do setor portuário brasileiro é muito grande. Estamos projetando investimentos totais da ordem de R$ 51 bilhões nos próximos anos, dos quais R$ 48 bilhões virão da iniciativa privada", explica o ministro Helder Barbalho, da Secretaria de Portos da Presidência da República.
Lei dos Portos - No Brasil, a outorga dos terminais privados se dá por meio de autorização. Os investimentos são totalmente privados, mas dependem de autorização dos projetos pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) e da Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP).
A lei 12.815/2013 limita a autorização de novos terminais privados às áreas fora das poligonais dos Portos Organizados. Por outro lado, o art. 68 da lei dos portos dispõe que as poligonais de áreas de portos organizados deverão ser adaptadas, por ato da Presidência da República, a partir de proposta da Secretaria de Portos.
Fonte: Ascom/Secretaria de Portos - SEP/PR
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Data: 15.02.2016 Veículo: PORTOS E NAVIOS Caderno: Pág.: Classificação:
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PORTO DE ITAJAÍ TERÁ OPERAÇÃO DE CARGAS A GRANEL
O berço 3 do Porto de Itajaí, que está em obras de reforço e alinhamento, deve começar a receber em maio a operação de cargas a granel de soja orgânica. A alternativa deve dar novo fôlego à economia do município e ao porto, que perdeu no ano passado 40% de sua movimentação de cargas com a saída da linha asiática.
O superintendente do Porto de Itajaí, Antonio Ayres dos Santos Júnior, diz que a opção foi natural, pois era necessário aumentar o mix de serviços oferecidos. De acordo com Ayres, a nova operação vai melhorar a saúde financeira do porto, além de movimentar a cadeia logística, garantindo trabalho para a mão de obra avulsa e um aumento no Imposto Sobre Serviços (ISS) da cidade.
— A previsão é que essa operação agregue em torno de 55 caminhões por dia para carregar os navios com soja orgânica. Isso representa um acréscimo de 8% na movimentação global do Complexo Portuário e 38% de aumento para a margem direita em relação a janeiro deste ano — afirma.
Inicialmente as operações de granéis somarão cerca de 60 mil toneladas de soja por mês. As cargas virão de caminhão pela rodovia BR-101, onde será instalado um pátio de triagem, e depois serão acondicionadas em um pátio coberto na área portuária.
Em janeiro, o Complexo Portuário do Itajaí-Açu movimentou 874 mil toneladas em cargas e a margem direita, que pertence a Itajaí, foi responsável por 161 mil toneladas. Com a operação a granel, esse número passará para cerca de 220 mil toneladas ao mês — uma boa recuperação se considerarmos que em janeiro de 2015, quando a linha asiática ainda operava no porto, a movimentação era de 300 mil toneladas.
Preocupação com a limpeza
Para discutir a nova operação, representantes do porto, da comunidade portuária e da empresa ZMW, que deve atuar como operador dessas cargas, se reuniram com o prefeito Jandir Bellini (PP) nesta semana. Uma das preocupações do encontro foi com relação à limpeza da cidade. No entanto, o superintendente do Porto de Itajaí, Antonio Ayres dos Santos Júnior, garantiu que o volume da cargas é pequeno e a operação mais limpa, porque se trata de soja orgânica. Mesmo assim, será feito um acompanhamento diário dos impactos e a Coordenadoria de Trânsito de Itajaí irá estudar uma rota específica para estes caminhões.
Fonte: Diário Catarinense/MAIKELI ALVES
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