MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos
MACRO I
MacroeconomiaPaulo Henrique Vaz
Curso de Graduação em Ciências Econômicas Departmento de Economia
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos Estática Comparativa
Estrutura da aula
1 Consumidor 2 Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de IndiferençaTaxa Marginal de Substituição
3 A restrição orçamentária
A equação
Representação Gráfica
4 Otimização
Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos
Definindo o comportamento dos
consumidores
• Quantos de vocês trabalham? Todos trabalham a mesma
carga horária?
• Que fatores determinam o número de horas trabalhadas?
• A respostas para essas perguntas parte de um processo de tomada de decisão individual
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos Estática Comparativa
Definindo o comportamento dos
consumidores
• Quantos de vocês trabalham? Todos trabalham a mesma
carga horária?
• Que fatores determinam o número de horas trabalhadas?
• A respostas para essas perguntas parte de um processo de tomada de decisão individual
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Definindo o comportamento dos
consumidores
• Quantos de vocês trabalham? Todos trabalham a mesma
carga horária?
• Que fatores determinam o número de horas trabalhadas?
• A respostas para essas perguntas parte de um processo de tomada de decisão individual
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Definindo o comportamento dos
consumidores
• Quantos de vocês trabalham? Todos trabalham a mesma
carga horária?
• Que fatores determinam o número de horas trabalhadas?
• A respostas para essas perguntas parte de um processo de tomada de decisão individual
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Curiosidades Macroeconômicas
• Uma pitada de macro: Escolhas como essas costumam
diferir significantemente a nível agregado (Entre países)
• Que fatores poderiam contribuir para esses diferenças?
• Exemplo: "Americanos trabalham muito mais que os Europeus, mas as diferenças começam a surgir depois dos anos 70, explicadas em grande medida pelas distintas taxas marginais dos impostos que incidem sob a renda do trabalho"Prescott, 2004, “Why do Americans Work so Much More than Europeans?"
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Curiosidades Macroeconômicas
• Uma pitada de macro: Escolhas como essas costumam
diferir significantemente a nível agregado (Entre países)
• Que fatores poderiam contribuir para esses diferenças?
• Exemplo: "Americanos trabalham muito mais que os Europeus, mas as diferenças começam a surgir depois dos anos 70, explicadas em grande medida pelas distintas taxas marginais dos impostos que incidem sob a renda do trabalho"Prescott, 2004, “Why do Americans Work so Much More than Europeans?"
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Curiosidades Macroeconômicas
• Uma pitada de macro: Escolhas como essas costumam
diferir significantemente a nível agregado (Entre países)
• Que fatores poderiam contribuir para esses diferenças?
• Exemplo: "Americanos trabalham muito mais que os Europeus, mas as diferenças começam a surgir depois dos anos 70, explicadas em grande medida pelas distintas taxas marginais dos impostos que incidem sob a renda do trabalho"Prescott, 2004, “Why do Americans Work so
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Introdução ao modelo
• Daremos início aqui a construção do tipo de modelo que usaremos nesse curso
• Começaremos modelando as decisões de um consumidor
representativo
• Principal simplificação: Modelo com um período de tempo - Decisões ainda estáticas, não dinâmicas
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Introdução ao modelo
• Daremos início aqui a construção do tipo de modelo que usaremos nesse curso
• Começaremos modelando as decisões de um consumidor
representativo
• Principal simplificação: Modelo com um período de tempo - Decisões ainda estáticas, não dinâmicas
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Introdução ao modelo
• Daremos início aqui a construção do tipo de modelo que usaremos nesse curso
• Começaremos modelando as decisões de um consumidor
representativo
• Principal simplificação: Modelo com um período de tempo - Decisões ainda estáticas, não dinâmicas
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Introdução ao modelo
• Daremos início aqui a construção do tipo de modelo que usaremos nesse curso
• Começaremos modelando as decisões de um consumidor
representativo
• Principal simplificação: Modelo com um período de tempo - Decisões ainda estáticas, não dinâmicas
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos Estática Comparativa
O consumo de bens e lazer
• Em análises macroeconômicas, tem se provado conveniente a premissa de que estamos lidando com consumidores idênticos e que, portanto, podemos estudá-los através da construção de um Consumidor representativo
• Para muitos problemas macroeconômicos, não se faz necessário complicar o modelo para incluir a
heterogeneidade entre os agentes.
• Nosso consumidor representativo poderá escolher entre o consumo de bens e serviços, aqui representado por C , e horas de lazer, representadas por l
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O consumo de bens e lazer
• Em análises macroeconômicas, tem se provado conveniente a premissa de que estamos lidando com consumidores idênticos e que, portanto, podemos estudá-los através da construção de um Consumidor representativo
• Para muitos problemas macroeconômicos, não se faz necessário complicar o modelo para incluir a
heterogeneidade entre os agentes.
• Nosso consumidor representativo poderá escolher entre o consumo de bens e serviços, aqui representado por C , e horas de lazer, representadas por l
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O consumo de bens e lazer
• Em análises macroeconômicas, tem se provado conveniente a premissa de que estamos lidando com consumidores idênticos e que, portanto, podemos estudá-los através da construção de um Consumidor representativo
• Para muitos problemas macroeconômicos, não se faz necessário complicar o modelo para incluir a
heterogeneidade entre os agentes.
• Nosso consumidor representativo poderá escolher entre o consumo de bens e serviços, aqui representado por C , e horas de lazer, representadas por l
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Função de Utilidade
U(C , l )Essa será a representação formal das preferências do
consumidor com relação a cestas de consumo do tipo (C1, l1).
Dessa forma, dizemos que o consumidor prefere estritamente (C1, l1) a (C2, l2) se:
U(C1, l1) > U(C2, l2)
ou é indiferente entre as duas cestas se: U(C1, l1) = U(C2, l2)
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Função de Utilidade
U(C , l )Essa será a representação formal das preferências do
consumidor com relação a cestas de consumo do tipo (C1, l1).
Dessa forma, dizemos que o consumidor prefere estritamente (C1, l1) a (C2, l2) se:
U(C1, l1) > U(C2, l2)
ou é indiferente entre as duas cestas se: U(C1, l1) = U(C2, l2)
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Função de Utilidade
U(C , l )Essa será a representação formal das preferências do
consumidor com relação a cestas de consumo do tipo (C1, l1).
Dessa forma, dizemos que o consumidor prefere estritamente (C1, l1) a (C2, l2) se:
U(C1, l1) > U(C2, l2)
ou é indiferente entre as duas cestas se: U(C1, l1) = U(C2, l2)
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Função de Utilidade
U(C , l )Essa será a representação formal das preferências do
consumidor com relação a cestas de consumo do tipo (C1, l1).
Dessa forma, dizemos que o consumidor prefere estritamente (C1, l1) a (C2, l2) se:
U(C1, l1) > U(C2, l2)
ou é indiferente entre as duas cestas se: U(C1, l1) = U(C2, l2)
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Propriedades das preferências
Parte-se da premissa que o consumidor representativo apresenta três características:
• Prefere mais à menos.
• O consumidor gosta de diversidade na cesta de consumo
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Convexidade
• Observe que a própria convexidade da curva de indiferença é uma consequência da premissa de preferência por
diversidade do consumidor
• Além disso, o fato da utilidade normalmente ser representada por funções bem comportadas (contínuas, duplamente diferenciáveis e convexas) serve para facilitar a obtenção de solução interior no problema de maximização restrita da utilidade
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Convexidade
• Observe que a própria convexidade da curva de indiferença é uma consequência da premissa de preferência por
diversidade do consumidor
• Além disso, o fato da utilidade normalmente ser representada por funções bem comportadas (contínuas, duplamente diferenciáveis e convexas) serve para facilitar a obtenção de solução interior no problema de maximização restrita da utilidade
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos
Taxa Marginal de Substituição
(TMS)
• A taxa marginal de substituição entre lazer e consumo será denominada por TMSl ,C
• Ela representa quanto de lazer o consumidor está disposto a substituir por bens de consumo [Claro que
marginalmente; e depende sobretudo da cesta atual de consumo]
• Atenção: Curva de indiferença convexa implica em TMS decrescente.
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos Estática Comparativa
Taxa Marginal de Substituição
(TMS)
• A taxa marginal de substituição entre lazer e consumo será denominada por TMSl ,C
• Ela representa quanto de lazer o consumidor está disposto a substituir por bens de consumo [Claro que
marginalmente; e depende sobretudo da cesta atual de consumo]
• Atenção: Curva de indiferença convexa implica em TMS decrescente.
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Taxa Marginal de Substituição
(TMS)
• A taxa marginal de substituição entre lazer e consumo será denominada por TMSl ,C
• Ela representa quanto de lazer o consumidor está disposto a substituir por bens de consumo [Claro que
marginalmente; e depende sobretudo da cesta atual de consumo]
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Taxa Marginal de Substituição
(TMS)
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos
A restrição orçamentária do
Consumidor Representativo
• Além das possibilidades de escolhas do consumidorrepresentativo e suas preferências, faz-se necessário descrever suas restrições
• Para isso, mais uma premissa acaba sendo implicitamente imposta: O consumidor representativo é tomador de preços
• Lembre-se que, no final das contas, estamos modelando uma economia povoado por inúmeros consumidores idênticos
• Atenção: No estágio atual, nessa economia a moeda ainda não foi formalmente definida. Os preços aqui refletem preços relativos de troca de bens.
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A restrição orçamentária do
Consumidor Representativo
• Além das possibilidades de escolhas do consumidorrepresentativo e suas preferências, faz-se necessário descrever suas restrições
• Para isso, mais uma premissa acaba sendo implicitamente imposta: O consumidor representativo é tomador de preços
• Lembre-se que, no final das contas, estamos modelando uma economia povoado por inúmeros consumidores idênticos
• Atenção: No estágio atual, nessa economia a moeda ainda não foi formalmente definida. Os preços aqui refletem preços relativos de troca de bens.
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A restrição orçamentária do
Consumidor Representativo
• Além das possibilidades de escolhas do consumidorrepresentativo e suas preferências, faz-se necessário descrever suas restrições
• Para isso, mais uma premissa acaba sendo implicitamente imposta: O consumidor representativo é tomador de preços
• Lembre-se que, no final das contas, estamos modelando uma economia povoado por inúmeros consumidores
• Atenção: No estágio atual, nessa economia a moeda ainda não foi formalmente definida. Os preços aqui refletem preços relativos de troca de bens.
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A restrição orçamentária do
Consumidor Representativo
• Além das possibilidades de escolhas do consumidorrepresentativo e suas preferências, faz-se necessário descrever suas restrições
• Para isso, mais uma premissa acaba sendo implicitamente imposta: O consumidor representativo é tomador de preços
• Lembre-se que, no final das contas, estamos modelando uma economia povoado por inúmeros consumidores idênticos
• Atenção: No estágio atual, nessa economia a moeda ainda não foi formalmente definida. Os preços aqui refletem preços relativos de troca de bens.
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Restrições
• Viabilidade: Restrição de tempo - O consumidor temapenas h horas disponíveis, para lazer (l ) ou trabalho (Ns)
• Renda Real Disponível:
• Horas de trabalhos geram renda para o consumidor w -Salário real
• Dividendos reais - π - O consumidor representativo é dono das firmas e, portanto, recebe seus lucros
• Imposto Lump-sum - T - Um imposto que não depende de nenhuma ação do consumidor representativo, apenas é descontado de sua renda de forma arbitrária
• Observe que os bens de consumo, C, representam o numerário nessa economia, o salário real, por exemplo, representa o poder de troca em termos de bens de consumo (C)
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Restrições
• Viabilidade: Restrição de tempo - O consumidor temapenas h horas disponíveis, para lazer (l ) ou trabalho (Ns)
• Renda Real Disponível:
• Horas de trabalhos geram renda para o consumidor w -Salário real
• Dividendos reais - π - O consumidor representativo é dono das firmas e, portanto, recebe seus lucros
• Imposto Lump-sum - T - Um imposto que não depende de nenhuma ação do consumidor representativo, apenas é descontado de sua renda de forma arbitrária
• Observe que os bens de consumo, C, representam o numerário nessa economia, o salário real, por exemplo, representa o poder de troca em termos de bens de consumo (C)
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Restrições
• Viabilidade: Restrição de tempo - O consumidor temapenas h horas disponíveis, para lazer (l ) ou trabalho (Ns)
• Renda Real Disponível:
• Horas de trabalhos geram renda para o consumidor w -Salário real
• Dividendos reais - π - O consumidor representativo é dono das firmas e, portanto, recebe seus lucros
• Imposto Lump-sum - T - Um imposto que não depende de nenhuma ação do consumidor representativo, apenas é descontado de sua renda de forma arbitrária
• Observe que os bens de consumo, C, representam o numerário nessa economia, o salário real, por exemplo, representa o poder de troca em termos de bens de consumo (C)
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Restrições
• Viabilidade: Restrição de tempo - O consumidor temapenas h horas disponíveis, para lazer (l ) ou trabalho (Ns)
• Renda Real Disponível:
• Horas de trabalhos geram renda para o consumidor w -Salário real
• Dividendos reais - π - O consumidor representativo é dono das firmas e, portanto, recebe seus lucros
• Imposto Lump-sum - T - Um imposto que não depende de nenhuma ação do consumidor representativo, apenas é descontado de sua renda de forma arbitrária
• Observe que os bens de consumo, C, representam o numerário nessa economia, o salário real, por exemplo, representa o poder de troca em termos de bens de consumo (C)
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Restrições
• Viabilidade: Restrição de tempo - O consumidor temapenas h horas disponíveis, para lazer (l ) ou trabalho (Ns)
• Renda Real Disponível:
• Horas de trabalhos geram renda para o consumidor w -Salário real
• Dividendos reais - π - O consumidor representativo é dono das firmas e, portanto, recebe seus lucros
• Imposto Lump-sum - T - Um imposto que não depende de nenhuma ação do consumidor representativo, apenas é descontado de sua renda de forma arbitrária
• Observe que os bens de consumo, C, representam o numerário nessa economia, o salário real, por exemplo, representa o poder de troca em termos de bens de
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos Estática Comparativa
A restrição orçamentária
Já está na hora de começar a introduzir um pouco de matemática!
A representação formal da restrição orçamentária é dada por:
C = wNs+ π − T
Dado que l + Ns = h:
C = w (h − l ) + π − T O lado direito representa a renda real disponível As vezes é conveniente escrever essa equação como:
C + wl = wh + π − T
na qual se representa a despesa implícita, com o consumo de C e l , se igualando a renda real disponível implícita.
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A restrição orçamentária
Já está na hora de começar a introduzir um pouco de matemática!
A representação formal da restrição orçamentária é dada por:
C = wNs+ π − T
Dado que l + Ns = h:
C = w (h − l ) + π − T O lado direito representa a renda real disponível As vezes é conveniente escrever essa equação como:
C + wl = wh + π − T
na qual se representa a despesa implícita, com o consumo de C e l , se igualando a renda real disponível implícita.
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A restrição orçamentária
Já está na hora de começar a introduzir um pouco de matemática!
A representação formal da restrição orçamentária é dada por:
C = wNs+ π − T
Dado que l + Ns = h:
C = w (h − l ) + π − T O lado direito representa a renda real disponível
As vezes é conveniente escrever essa equação como: C + wl = wh + π − T
na qual se representa a despesa implícita, com o consumo de C e l , se igualando a renda real disponível implícita.
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A restrição orçamentária
Já está na hora de começar a introduzir um pouco de matemática!
A representação formal da restrição orçamentária é dada por:
C = wNs+ π − T
Dado que l + Ns = h:
C = w (h − l ) + π − T O lado direito representa a renda real disponível As vezes é conveniente escrever essa equação como:
C + wl = wh + π − T
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Representação Gráfica
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos
Representação Gráfica
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos Estática Comparativa
Otimização do Consumidor
Representativo
• Já definimos as preferências do consumidor representativo e suas restrições, nos resta definir como toma decisão nessas circumstâncias.
• Premissa do consumidor Racional - O consumidor toma decisões ótimas, encontrando a melhor cesta de consumo viável
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos
Otimização do Consumidor
Representativo
• Já definimos as preferências do consumidor representativo e suas restrições, nos resta definir como toma decisão nessas circumstâncias.
• Premissa do consumidor Racional - O consumidor toma decisões ótimas, encontrando a melhor cesta de consumo viável
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos Estática Comparativa
Comportamento Racional
-Graficamente
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Escolha da cesta ótima
O problema do consumidor representativo é formalmente representado por: Max C ,l U(C , l ) (1) Sujeito as restrições: C = w (h − l ) + π − T C ≥ 0
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Escolha da cesta ótima
Este problema é um exemplo clássico de otimização restrita, podendo ser solucionado através do método de Lagrange.
L = U(C , l ) + λ[w (h − l ) + π − T − C ] (2)
onde λ é o multiplicador de Lagrange. Para garantir soluções interiores:
1 U1(0, l ) = ∞ 2 U2(C , 0) = ∞
3 Ambas as premissas garantem que C > 0 e 0 < l < h no
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Escolha da cesta ótima
Este problema é um exemplo clássico de otimização restrita, podendo ser solucionado através do método de Lagrange.
L = U(C , l ) + λ[w (h − l ) + π − T − C ] (2)
onde λ é o multiplicador de Lagrange.
Para garantir soluções interiores:
1 U1(0, l ) = ∞ 2 U2(C , 0) = ∞
3 Ambas as premissas garantem que C > 0 e 0 < l < h no
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Escolha da cesta ótima
Este problema é um exemplo clássico de otimização restrita, podendo ser solucionado através do método de Lagrange.
L = U(C , l ) + λ[w (h − l ) + π − T − C ] (2)
onde λ é o multiplicador de Lagrange. Para garantir soluções interiores:
1 U1(0, l ) = ∞
2 U2(C , 0) = ∞
3 Ambas as premissas garantem que C > 0 e 0 < l < h no
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos
Escolha da cesta ótima
Este problema é um exemplo clássico de otimização restrita, podendo ser solucionado através do método de Lagrange.
L = U(C , l ) + λ[w (h − l ) + π − T − C ] (2)
onde λ é o multiplicador de Lagrange. Para garantir soluções interiores:
1 U1(0, l ) = ∞ 2 U2(C , 0) = ∞
3 Ambas as premissas garantem que C > 0 e 0 < l < h no
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos Estática Comparativa
Escolha da cesta ótima
Este problema é um exemplo clássico de otimização restrita, podendo ser solucionado através do método de Lagrange.
L = U(C , l ) + λ[w (h − l ) + π − T − C ] (2)
onde λ é o multiplicador de Lagrange. Para garantir soluções interiores:
1 U1(0, l ) = ∞ 2 U2(C , 0) = ∞
3 Ambas as premissas garantem que C > 0 e 0 < l < h no
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos
Escolha da cesta ótima
Uma vez garantida a solução interior, o problema do
consumidor representativo é resolvido a partir das condições de primeira ordem que indicam os valores de C , l e λ que
maximizem L. Isto é: ∂L ∂C : U1(C , l ) − λ = 0 (3) ∂L ∂l : U2(C , l ) − λw = 0 (4) ∂L ∂λ : w (h − l ) + π − T − C = 0 (5)
A partir das equações (3) e (4), têm-se: U2(C , l )
U1(C , l )
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos Estática Comparativa
Escolha da cesta ótima
Uma vez garantida a solução interior, o problema do
consumidor representativo é resolvido a partir das condições de primeira ordem que indicam os valores de C , l e λ que
maximizem L. Isto é: ∂L ∂C : U1(C , l ) − λ = 0 (3) ∂L ∂l : U2(C , l ) − λw = 0 (4) ∂L ∂λ : w (h − l ) + π − T − C = 0 (5)
A partir das equações (3) e (4), têm-se: U2(C , l )
U1(C , l )
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos Estática Comparativa
Escolha da cesta ótima
Uma vez garantida a solução interior, o problema do
consumidor representativo é resolvido a partir das condições de primeira ordem que indicam os valores de C , l e λ que
maximizem L. Isto é: ∂L ∂C : U1(C , l ) − λ = 0 (3) ∂L ∂l : U2(C , l ) − λw = 0 (4) ∂L ∂λ : w (h − l ) + π − T − C = 0 (5)
A partir das equações (3) e (4), têm-se: U2(C , l )
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos Estática Comparativa
TMS = w
O problema de otimização do consumidor é resolvido quando: TMSl ,C =
U2(C∗, l∗)
U1(C∗, l∗)
= w
• Intuitivamente, o resultado sugere que, no ponto ótimo, a taxa marginal de substituição entre lazer e consumo é igual ao salário real.
• O consumidor nesse ponto se torna indiferente entre trabalhar mais uma hora e perder uma hora de lazer, portanto, faz dele sua escolha ótima.
• Para mais horas trabalhadas do que no ótimo, o retorno do trabalho é menor que a utilidade gerada por uma hora a mais de lazer. (l < l∗ =⇒ TMSl ,C> w )
• Para menos horas de trabalho que no ótimo, horas adicionais de trabalho compensam o custo associado a perda de lazer (l > l∗ =⇒ TMSl ,C< w ).
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos
TMS = w
O problema de otimização do consumidor é resolvido quando: TMSl ,C =
U2(C∗, l∗)
U1(C∗, l∗)
= w
• Intuitivamente, o resultado sugere que, no ponto ótimo, a taxa marginal de substituição entre lazer e consumo é igual ao salário real.
• O consumidor nesse ponto se torna indiferente entre trabalhar mais uma hora e perder uma hora de lazer, portanto, faz dele sua escolha ótima.
• Para mais horas trabalhadas do que no ótimo, o retorno do trabalho é menor que a utilidade gerada por uma hora a mais de lazer. (l < l∗ =⇒ TMSl ,C> w )
• Para menos horas de trabalho que no ótimo, horas adicionais de trabalho compensam o custo associado a perda de lazer (l > l∗ =⇒ TMSl ,C< w ).
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos Estática Comparativa
TMS = w
O problema de otimização do consumidor é resolvido quando: TMSl ,C =
U2(C∗, l∗)
U1(C∗, l∗)
= w
• Intuitivamente, o resultado sugere que, no ponto ótimo, a taxa marginal de substituição entre lazer e consumo é igual ao salário real.
• O consumidor nesse ponto se torna indiferente entre trabalhar mais uma hora e perder uma hora de lazer, portanto, faz dele sua escolha ótima.
• Para mais horas trabalhadas do que no ótimo, o retorno do trabalho é menor que a utilidade gerada por uma hora a mais de lazer. (l < l∗ =⇒ TMSl ,C> w )
• Para menos horas de trabalho que no ótimo, horas adicionais de trabalho compensam o custo associado a perda de lazer (l > l∗ =⇒ TMSl ,C< w ).
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos Estática Comparativa
TMS = w
O problema de otimização do consumidor é resolvido quando: TMSl ,C =
U2(C∗, l∗)
U1(C∗, l∗)
= w
• Intuitivamente, o resultado sugere que, no ponto ótimo, a taxa marginal de substituição entre lazer e consumo é igual ao salário real.
• O consumidor nesse ponto se torna indiferente entre trabalhar mais uma hora e perder uma hora de lazer, portanto, faz dele sua escolha ótima.
• Para mais horas trabalhadas do que no ótimo, o retorno
• Para menos horas de trabalho que no ótimo, horas adicionais de trabalho compensam o custo associado a perda de lazer (l > l∗ =⇒ TMSl ,C< w ).
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos Estática Comparativa
TMS = w
O problema de otimização do consumidor é resolvido quando: TMSl ,C =
U2(C∗, l∗)
U1(C∗, l∗)
= w
• Intuitivamente, o resultado sugere que, no ponto ótimo, a taxa marginal de substituição entre lazer e consumo é igual ao salário real.
• O consumidor nesse ponto se torna indiferente entre trabalhar mais uma hora e perder uma hora de lazer, portanto, faz dele sua escolha ótima.
• Para mais horas trabalhadas do que no ótimo, o retorno do trabalho é menor que a utilidade gerada por uma hora a mais de lazer. (l < l∗ =⇒ TMSl ,C> w )
• Para menos horas de trabalho que no ótimo, horas adicionais de trabalho compensam o custo associado a perda de lazer (l > l∗ =⇒ TMSl ,C< w ).
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos
Como o consumidor reage a
aumento dos dividendos reais ou
corte do imposto lump-sum?
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos Estática Comparativa
Como o consumidor reage a
aumento dos dividendos reais ou
corte do imposto lump-sum?
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos
Como o consumidor reage a
aumentos do salário real?
l1 = l2 -> a decisão com relação as horas trabalhadas depende
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos Estática Comparativa
Como o consumidor reage a
aumentos do salário real?
l1 = l2 -> a decisão com relação as horas trabalhadas depende
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos Estática Comparativa
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos Estática Comparativa
Efeito de um aumento em π − T
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos
A oferta de trabalho nos países do
G-7
• Prescott (2004) estuda os efeitos de impostos sobre ossalários na oferta de trabalho dos países do G-7.
• Para isso, faz uso de uma restrição orçamentária um pouco diferente:
C = w (1 − t)(h − l ) + π
• Uma vez que o salário real efetivo é dado por w (1 − t), o efeito das variações no nível de tributação são semelhantes ao efeito das mudanças no salário real no nosso modelo
• O trabalho de Prescott (2004) é referência na discussão de políticas macroeconômicas envolvendo seguridade social e impostos sobre renda do trabalho
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos Estática Comparativa
A oferta de trabalho nos países do
G-7
• Prescott (2004) estuda os efeitos de impostos sobre ossalários na oferta de trabalho dos países do G-7.
• Para isso, faz uso de uma restrição orçamentária um pouco diferente:
C = w (1 − t)(h − l ) + π
• Uma vez que o salário real efetivo é dado por w (1 − t), o efeito das variações no nível de tributação são semelhantes ao efeito das mudanças no salário real no nosso modelo
• O trabalho de Prescott (2004) é referência na discussão de políticas macroeconômicas envolvendo seguridade social e impostos sobre renda do trabalho
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos Estática Comparativa
A oferta de trabalho nos países do
G-7
• Prescott (2004) estuda os efeitos de impostos sobre ossalários na oferta de trabalho dos países do G-7.
• Para isso, faz uso de uma restrição orçamentária um pouco diferente:
C = w (1 − t)(h − l ) + π
• Uma vez que o salário real efetivo é dado por w (1 − t), o efeito das variações no nível de tributação são semelhantes ao efeito das mudanças no salário real no nosso modelo
• O trabalho de Prescott (2004) é referência na discussão de políticas macroeconômicas envolvendo seguridade social e
MACRO I Paulo Henrique Vaz Consumidor Preferências Bens de Consumo Função de Utilidade Curvas de Indiferença Taxa Marginal de Substituição A restrição orçamentária A equação Representação Gráfica Otimização Comportamento Racional Escolha da cesta ótima TMS = preços relativos Estática Comparativa
Próxima aula
Na próxima aula estudaremos o comportamento da Firma representativa