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AssistênciaFarmacêuticanoUmbraldoTerceiroMilênioA

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Academic year: 2021

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(2)

A ESCOLA NACIONAL

A ESCOLA NACIONAL

DE SAÚDE PÚBLICA,

DE SAÚDE PÚBLICA,

A ASSISTÊNCIA

A ASSISTÊNCIA

FARMACÊUTICA E A

FARMACÊUTICA E A

COOPERAÇÃO

COOPERAÇÃO

MULTILATERAL

MULTILATERAL

(3)

BASES DE REFERÊNCIA DAS

BASES DE REFERÊNCIA DAS

AÇÕES

AÇÕES

O programa de Medicamentos Essenciais da Organização

Mundial de Saúde

Os instrumentos normativos da Organização Mundial da

Saúde.

Grandes marcos de referência (o conceito de Medicamentos

Essenciais, Uso Racional de Medicamentos, Estratégia

Revisada de Medicamentos e o direito à saúde)

A Política Nacional de Medicamentos no Brasil, assim como

outros instrumentos normativos

(4)

ELEMENTOS DE UMA POLÍTICA FARMACÊUTICA

ELEMENTOS DE UMA POLÍTICA FARMACÊUTICA

(OMS - Pautas para estabelecer políticas farmacêuticas nacionais. Genebra, 1988 (OMS - Pautas para estabelecer políticas farmacêuticas nacionais. Genebra, 1988

)

)

Legislação e Regulamentação da prescrição

e distribuição de medicamentos nos

distintos níveis de atenção

Seleção de medicamentos

Regulamentação (registro e inspeção)

Custos e preços

Distribuição (aquisição, produção nacional,

armazenagem e distribuição, dispensação)

Garantia da qualidade

Recursos Humanos

(5)

 Conceito: Somatório de ações globais, inseridas no

âmbito da política de saúde, que objetivam assegurar o

acesso da população aos medicamentos essenciais em

todas suas dimensões.

Função do Estado: Assegurar a disponibilidade e

eqüidade no acesso de toda a população a

medicamentos eficazes, de qualidade, ao menor custo,

com uso correto (OPS, 1995).

Elementos da política de medicamentos essenciais:

seleção, aquisição racional, abastecimento e logística,

garantia da qualidade, financiamento, educação e

capacitação, informação (OPS, 1995).

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

(6)

 Seleção

Programação

Aquisição

Armazenamento e

distribuição

Controle da qualidade

Utilização (prescrição e

dispensação)

Produção

ABASTECIMENTO DE MEDICAMENTOS NO SETOR PÚBLICO

COMO UM SUBSISTEMA DO SUS

(7)

A acumulação no Núcleo de Assistência

A acumulação no Núcleo de Assistência

Farmacêutica/ENSP

Farmacêutica/ENSP

Uma equipe interdisciplinar

Compromisso social

Inserção na formulação de estratégias no

país, aliada à articulação com os

programas da OMS

Pesquisa e Pós - Graduação

(8)

ATIVIDADES ATUAIS EM

ATIVIDADES ATUAIS EM

DESENVOLVIMENTO NA ENSP

DESENVOLVIMENTO NA ENSP

PROJETOS EM DESENVOLVIMENTO

PROJETOS EM DESENVOLVIMENTO

Política Nacional de Medicamentos no Brasil

RENAME 1998 e a revisão permanente

Formulário Terapêutico Nacional

Contribuição para uma Política de medicamentos genéricos

no Brasil

Avaliação Nacional do Programa de Farmácia Básica

Assistência Farmacêutica no estado do RJ (redes)

(9)

ATIVIDADES ATUAIS EM

ATIVIDADES ATUAIS EM

DESENVOLVIMENTO NA ENSP:

DESENVOLVIMENTO NA ENSP:

Pós- Graduação

Pós- Graduação

Assistência Farmácia Hospitalar no Rio de

Janeiro: estudo de caso

Avaliação do PACFARM no Peru

Avaliação do Programa Farmácia Básica: Estudo

de caso no Rio de Janeiro

Estudos de Utilização de Medicamentos:

Antibióticos no Hospital Evandro Chagas

Medicamentos de dispensação em caráter

excepcional (alto custo)

Controle de tuberculose: DOT

(10)

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

HOSPITALAR NO RIO DE JANEIRO:

HOSPITALAR NO RIO DE JANEIRO:

Estudo de caso em

Estudo de caso em

hospitais do

hospitais do

Ministério da Saúde

Ministério da Saúde

no RJ

no RJ

(11)

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

HOSPITALAR NO RIO DE JANEIRO

HOSPITALAR NO RIO DE JANEIRO

Estudo de caso em

Estudo de caso em

hospitais do

hospitais do

Ministério da Saúde

Ministério da Saúde

no RJ

no RJ

(12)

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

HOSPITALAR NO RIO DE JANEIRO

HOSPITALAR NO RIO DE JANEIRO

Estudo de caso em

Estudo de caso em

hospitais do Ministério

hospitais do Ministério

da Saúde no RJ

da Saúde no RJ

(13)

PROGRAMA DE ADMINISTRAÇÃO

COMPARTILHADA DE FARMÁCIAS

(14)

SISTEMA DESCENTRALIZADO DE FORNECIMENTO

DE MEDICAMENTOS NO PERU

(15)
(16)

Avaliação Nacional do Programa

Avaliação Nacional do Programa

Farmácia Básica - 1998

(17)

Avaliação Nacional do Programa

Avaliação Nacional do Programa

Farmácia Básica - 1998

(18)

Avaliação Nacional do Programa

Avaliação Nacional do Programa

Farmácia Básica - 1998

(19)

Avaliação Nacional do Programa

Avaliação Nacional do Programa

Farmácia Básica - 1998

(20)

Seminário Internacional - Medicamentos en la

Seminário Internacional - Medicamentos en la

reforma del sector salud (abril de 1998)

(21)

Seminário Internacional - Medicamentos en

la reforma del sector salud (abril de 1998)

(22)

Seminário Internacional - Medicamentos en

Seminário Internacional - Medicamentos en

la reforma del sector salud (abril de 1998)

(23)

Seminário Internacional - Medicamentos en

la reforma del sector salud (abril de 1998):

la reforma del sector salud (abril de 1998):

58 participantes de 16 países inter-Região

(24)

Brasil: Política Nacional de Medicamentos

(Portaria 3.916, de 30/10/98, DOU 10/11/98)

Um processo em construção permanente

Responsabilidade compartilhada nas três esferas

de governo

Caráter intersetorial da política e a necessidade de

articulação

Os múltiplos atores e interesses envolvidos

O desdobramento em planos de ação específicos

A necessidade de um processo contínuo de

(25)

Política Nacional de Medicamentos:

Alguns referenciais básicos

Os documentos oficiais (Saúde e SUS)

As diretrizes da OMS

Os modelos implementados em outros países

A experiência da Central de Medicamentos

Experiências regionais implementadas no Brasil

Publicações e documentos recentes

(26)

Política Nacional de

Medicamentos: Diretrizes

Adoção de relação de medicamentos essenciais (RENAME)

Regulamentação sanitária de medicamentos

Reorientação da assistência farmacêutica

Promoção do uso racional de medicamentos

Desenvolvimento científico e tecnológico

Promoção da produção de medicamentos

Garantia da segurança, eficácia e qualidade dos medicamentos

Desenvolvimento e capacitação de recursos humanos

(27)

Política Nacional de Medicamentos:

Prioridades

Revisão permanente da RENAME

Assistência farmacêutica

Promoção do uso racional de medicamentos

- Campanhas educativas

- Registro e uso de medicamentos genéricos

- Formulário Terapêutico Nacional

- Farmacoepidemiologia e farmacovigilância

- Recursos humanos

Organização das atividades de vigilância sanitária de medicamentos

- Desenvolvimento e elaboração de procedimentos operacionais

sistematizados

- Treinamento de pessoal do Sistema de Vigilância Sanitária

(28)

Desafios prioritários na implementação de

uma política de medicamentos essenciais

(OPS, 1995)

Acesso e eqüidade: saúde como direito e medicamentos como insumos

Função do Estado: regulação; os projetos de reforma e o setor saúde

Crise econômica e o financiamento da saúde

Abertura e integração econômica: internacionalização e harmonização

Nova interação público/ privado: modelo de atenção à saúde e a

privatização

Descentralização: SUS, medicamentos essenciais

Novos atores: bancos e cooperação internacional

Uso racional: promoção, ética, informação, venda livre (OTC)

Proliferação de produtos, mercado, regulação e registro

(29)

AGENDA DE COOPERAÇÃO MULTILATERAL

Estudo Comparativo de preços de medicamentos (Brasil,

Argentina e México)

Análise Comparada da Política Nacional de Medicamentos

em países do Cone Sul e da Região Andina: Venezuela,

Equador, Bolívia, Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai

Seminário sobre Política Farmacêutica Nacional em Angola

(2 a 4 de dezembro de 1998)

Segundo Seminário Internacional sobre Medicamentos na

reforma do setor Saúde (âmbito regional em 1999, Foz do

Iguaçu ou Paraguai)

Seminário Internacional sobre Medicamentos e Reforma no

(30)

Formulação, avaliação e assessoria na

implementação de políticas farmacêuticas no

contexto das reformas do setor Saúde

Discussão e geração de conceitos e

documentos

Seminários regionais e internacionais

Capacitação de recursos humanos

Estudos colaborativos

Lista de discussão via internet

Tradução e adaptação de documentos de

referência da OMS

Termos de Referência do Centro

Colaborador

(31)

Eis o que queremos mostrar:

“... Orgulho do que fomos,

confiança no que somos,

esperança no que queremos ser ...”

Antônio Guterres, Primeiro Ministro de

Portugal (EXPO 98)

(32)

Referências

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