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Rtclottt,
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it0RlttL
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1984
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sERrIso
DA
EDUCTCIo
-
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I
DIRET0R
D0
CCi{E:
Prof
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ROllEO
ERI{EST0
RIEGEL
COORDENADORA
DO
CURSO
DE
IIITEIIITTCA:
VAIIITDE
BISOGNIN
Colaboraram
nesta
Edi96o:
-
Jofo
Paulo
-
Cl6vts
R.J.
Guterres
CE'UFS}|
-
,16-
Julla
-
Claudla
-
Eduardo
CAPA:
Mario
Retamoso
C0nPDENAQA0:
Eleni
Bi
sognin
-
ili
I
ton
Jos6
de
Almet
da
-
Faculdade
de
Edu-cagSo
-
UtlICAl,l
RACIO[TA[-Que
pape'l
desempenhamos
n6s
professores?
0
que
pretendemos
com
nossa
ag6o
educatlva?
Ao que parece
estas
sio
perguntas
dificeis
.de
serem
respondi-das.
E
fundamental
entto,
uma
ref'lexdo
e
uma
tomada de
consciEncia
cr{-tica
sobre
a
intecionalidade
e
a diregdo
dada
ao
nosso
ato de
edu-carr
uma
vez
gue nossa
agio
provoca
um
novo
agir.
Esta
tomada
de consciEncia
deve
ser constante,
permanenter
sem
perder
de
vlsta
que
tanto
professor
como
aluno
estio
{nseridos
numcontexto
hist6rico
e
social,
sofrendo
os desafios
de
uma 6poca
queos coloca
numa
busca
constante
do
equi'tfbrlo,
da
adaptagdo,
da
trans'
formaq6or viSando
a
construcdo de
uma
socledade
livre'
humana'
Justa
e
democr6ti ca.
E
esta consc{Encia.critica
que
faz
com
que
tanto
professo-res
corio
alunos
fagam
propostas
de
mudanga, busquem
so1ug6es,
aJamcoerente
e
livremente
segundo
suas
concepg6es
e
valores,
pois 6
allberdade
que
val
dar
valor e
sentido
i
agdo
educativa.
E
lmportante
lembrar
que
a fungio
da
escola
muda
de
acordo
com
a,ERoca,
com
o
monento
que
estamos
vivendo
e
sua
abertura
ou
au-toritarrismo
tamb6m
6
responsabi
lidade
nossa.
Seri
que cada
um
de n6s
tem
conscl6ncla
desta
responsablll-dade?
0u
somos
mais
um
daqueles que
Julgan
n6o
ter
nadaa
frzer
del'
xandci
que
outros
tomem
por
n6s
as
declsEes?
Se
estas
quest6es da
educagto
te
Prcocupln'
lelr,
tnollse'
cri
ti
que,
col abore
.SeJa
RACIONALREFLEXIO DA
PRATICA
irA
EDUCACA0.
Cl6vis
R.J.
Guterres
lI.
Dclloleio
"
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que s6o tncUlcadosatrs'
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(1572-1660)
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sugerldo por Lelbnlz (1646-1716).0
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(externamente)
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0scentros
desses
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ainda
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Realizou-se nos
dias
20,
2l
e
22 de seteobro
em
Caxlas
do Sul
o'IIl
Encontro Estadual de Professores de
llEtemitlca'.
Nosso.curso
esteve
presente
com
35
partlclpantes
que
viaJaran
no"E'lefante
Brancon
entoando
o
hlno:
Ana
l'larla entrou
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...
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Abtgat t..
Estio
lnic{ando
as
,ativldades do
'Grupo
de tntclagEo
t
Pesqulsa
Gr
Educagio
MatemEtica (GIPEM).
Se
vocE
qulser
partlclp!r dlrlJa-se
aCoordenagEo
do
Curso
de
}{atemttlca.
Inlclou dla
30
de outubro
o'I
Clclo
de
Prlestrrs"
prooovldo
pela
Coordenrgao
do
Curso
de
Hatemitlca. 0utras
paleltrri
tco]ltcc.rio
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Aconteceu
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Santa
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25
e
26 do
outubro
o
Ill
Encontro
Regi
onal
da
SBltAC.Iniclar5o
no
pr6xlmo semestre
os
cursos de
P6s'Graduagio
(Especlr-Ilzag6o)
en
ilatemit{ca
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en'FIslca.
Infornag6es con
os
professores
Get[Iio
e
Juca
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A16.Guerral
0nde
fol
a festa
aflnal?
-
Aconteceri
nos
meses
de
Janelro
e
Feverelro
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Unlvcrsl'
dadcs
Braslleiras
os
cursos de
Uerio.
lnforne-se.
a
0
ens[no
p&blico
nEo
6
nem p&blleo
ileffif; Sratutto
!'rtilton
Jorddc
Almcidr
(Frcuiosdc d. Educ4&o.llrltcAlrp)
.
Fal&se em escota prlbticao
gratulta paratodoe.
Estaopalavras lanlo passam pelos l6blos de representantes do porr.
samenlo autorlt6rlo o conservador, iomens de govemo,
ailug-clonlstas ou ampresArlos ..preocupados', com
i
eauc6p6o do povo, como tamb6m s6o pronuncladaspor
pollticos mals ti-berais, democrates, ds oposigeo. Tamb6m aparecem nasbar
delrae de lulas esludanlia. O que acontecei Todos lalam
dr
mesma coisa de maneirag dllerontes? Ou sao coisas dllerentea ,aladas com os mesmoa lormoo? Dlants de um objelo
lao
,l€-xlvel como "eecola p0bllca'.
c
..graluila,'o
mlnlmo que .sopodo Bentir 6 o espanlo por algo
tio
concrelo quanlo umfan-lasma. Na verdade. num pals em gu€ domlna a ldglca
caplla-lista
ds
explorag6o do trabalho, pouca colsa temcondtgti
docxistlr
corno p0bllcae
gratuha,a
nEossr
que
dellnamocest6s
toflnot
coroo atrlbutos stemsntares dealio
om guo Bopode entrar ou
!8li
s€m pagar lngresoo (numa-pragaou
ruqpor.exerplo). 3a
ponsarmos melhor, nem pragdse
,uas 160pdblics! e gratultss. Flcamos slmpre restrltos eoa qullOmetroo
quo o nosso dlnhelro pormlto andar.
A
cldado 6mils
pOutcrpare guom l€m mals
dlnhelro...
!€
rabemol que malcic
70cltda renda do trabalho naclonat ecteo nas mdos de monos de
10% da populag8o economlcamente atlva, podomos percober
gue muito pouca genle
ss
ufiliza daquiloa
que Be atribui aqualidade "p6bllca". Em um pats capllalista, na realidade, n6o h6. nada pUblico
ou
gratuito,pob
o
trabalho6
propriedade privada de poucos eo
Estado (que tenta passar a'lmagem de p&blico) nao g6 admtnistra politlcsmente, turidlcamentqa
ex-ploragtro do trabalho como tamb6m 6 outro proprietArlo prlvadode m{o-de-obra.
Pode-se entSo atirmar a exlstencla d9 uma escola p0bllca nesse conlerto? Nao. Dat
o
,alo de declsoes gue lhe dlzom respelto soram romprodo
grupos eepeclalizados ein .tomardecisoes...
pelos outros; dal o lato de sua estrulura se,buro-gratir.gda. hlerarquizada em nlvels de poder plramldal: poucos (pollticos. t6cnlcos, oe gue sabem) aglndo em nome d€ multos (a "massa anOnlma", prolessorgg, alunos, pals, os qus sSbem
pouco ou quaoe nada); dal o lato de megmo com Beus po[t6o8 ebortos (coisa r8ra)
I
eBcola poblica recebe poucoa,iquelet
que conssguom sobreylver A lama econOmica do pals; a escola p0bllca
nlo
preclsa preocupat€o multo com vagas extraordl-nAtlas:a
mls6rla soclal ee lncumbe de lazera
8gle96o.At
pessoss direlamenlo lnteressadas na educag6o (pals,- elunos; prolessores)
rto
rempre marglnalizados do procaaco de decl. g6ec. ou no m6xlmo, quandohl
melg demociacla, 16o concul-tsdog (prls. dunoc) ou tretnadot, recducadot (prolarsoreqtOc-nico{.
Porhlo
lcr
p0bllca, ngrner
rala9oqr p€laoahultr}
paeEJn o
mrb clrto
lndlvldualhmo, tudo!c
resotvclndMdurl-m€nlc
c.gullqucl
avaogotlce f€stilto
I
boaou
ml
rontrdr
parsoat, ao
nulor
gu m.nor Eutorllarl$no dos etlrlgentsi, aorr-dlclonadoc pola vlseo banceria. burocrAflc8 da educagfo. por n6o 36r p0blica, a escola Bempre dlllculta o acossoi
documorta05o admlnlilratlva ou pedag6glca, dltlcll, gecreta, o que obrl. ga derde a necocaidads do otabora06o
ds
rcquarlmentos pot palae
alunorat6
I
prsSso€s polltlcas para quo ..sGgrsdorsolem rovolad6".
Mas, so a sscola
nto
5 p0bllc4 muito lmenos ela 6gratul-ta
Prechano3 pensar de cabega para Dalxq leto 6: quemnto
paga escola (o!t6 ns otcola pobfica] 6 guem, na verdade, page
o
reuendno.
Qucmpagr
eccola (oo16 na ercola prtvaOa)I
quom nao gasta cgm,seu ansino. Vamos
frtar
malgclsro.
A escora p0blica6
suslentadapelo
dinheiro -ooguaoo.
Erie arrecada do total da socledade. No Brasit,
gu"'Il
paga err+
tenta o Estado 6 a .,massa" rlc essalarlador,
io
""rrfgo
pobllooou privado. O Estado n6o s6 arrecada dlretamente da class€ m6dia vla lmpostos ds todo g6nero, como. aJ-Uglsfaf a explG.
ragtro prlvada do trabalho tamb6m'lucra
iom
ela
Numa eco. nornla voltada parao
lucro todo oUleU,lo-pilvadoou
s8tatal esl6 vottado para
a
ioprodugeoe
"r'rinL?L
crplral
Destetorma, os chamados s6wi9o6
publlcoa;il
J"go,
*o
u"o"-lho.de cada um, pelo desgasto Oo corpJ Oe'cada um no
mer-cado diArio da produg{o. E quem gortia menor 6, na verdaeo,
quem paga mais para
a
manutengio dos eervlgoid"
E$.J;;
dos quais se utiliza menoq darjat
a
co"afgaode
mls6rla omlue
yiyo: mesmo porque vlve menog.-.
oi iiaglcarente,
er.
quanto vive, o trabalhador assalariado paga hctuslve os
s"rrl-gos privados e a escota particutar gue
nio
treqOenta.O;;;t
talista {e seus servldorei bem pugirs)
,lro
d-a explorag6o do trabalho dos que vendemseus'coipoi
J
m"nie.
em lroca de um ealdrlo. O assalarl,ado., ao,se dbkar explorar, pormito qucg-lucro exrrstdo
de
seu rrabatho possa,-ef,ri;drira
colriei
pagar
a
escola dos ,ilhos do seufatr5o e
aervldoresg;;d;;
dos.
Asslm,. as pessoas que vlvem Oo tiaOaifro athelo nEo
pa-gam a escola e tgm ..melhor', onstno. Apeaai da
o
aluno.daescola prlvada levar
o
chequeao
pat
i'J-I"ua,
quem esld pagando seu enstnoslo
os trabathaOoreino foao OL dicleOaOa
-
Pensando como estamos fazendo, todagts
agcotas sEo r€-latlvamenre p0bilcaso
n5o graturta..-coro--nura
socr€dsde comoI
nossa somenlo 6 prlvllogiarlo aquilo quetl6
lucro,ri
torno..allo,_6 ctaro,
os
servigos'so"i"fs,J,fuii"os,
lalsamenle oraturtos, seo aqueres mcnosprezados p6rd sgiaoo. E a6 conr, pararmos as verbas desilnad.as A Educag6o e CiOO"*nr
"qr;
laB destinadas
ao
setor milttare
empieJaiai-fsuUstdios.hF
poslos componsados, empr6stimos"ti,i.
-lii"
so €squega do
comparar
a
tantasia vorbal. dosdlccunor
"ob6
;d;;;;
ga0de e
s
rsaltdade das verbas"
oosierrrCiltoGao!
!atoro8.Num oontexlo em quo tucro, mercado e coriurno cet5o llgador vllalmenle,_6 preclso pensai qu!,
qr".e
rcrpri
o
Estedo eEUa rorylgo dca ln:ereasos es grupot'
a"onOrdit
er
utilre
dc, ruar
ag0nclas peratransagdEe'comoiud,;;idd.. .m
*
quetas educaclonals. Para lsso tenta.catequlzir os educadorer
(via
"Cultura",
TV, B6dio, Felras, Exposlgooq treinamenl,osetc.) e domin6-los, via mllilaritacao da educagao (planeiamorF
lo,
objetivos, estrat6gias, rocursos humanos-etcI
e
timb6m vla salArios baixos (gerando servid5o, vulgarizagEo do profes-sor, mis6ria mental e politica). Destalormi,
o governo conse-gue impor um com6rcio cle grande lucratlvidadae
movlmenlo financeiro que nunca alcantaos
objelivoi) aocirts propostos no .papel, mas que lavorecq .grandeso
psquenm drupos Oepoder. Agora mcsmo estamos vendo
o
tirlcio dorliclinio
dsuma tase que enriqueceu
e
forlaleceu agdnclas tabrlcadoras de.proletos educaclonais, a lase dos projetos de peoquisa que em nomg do ensino publlco movimentoue
movlm€nta verbag enormes em entidades prlvadas, aondeo
,.p0bllco., n6o tem acesso nem decis6o, Nessa lase relnou abeolulob
reaclona-,lsmo da pesquisa educactonat amorlcana, delombarcada
lun-lamenle com
o
acordo MEC-USAID.a
rDlorma untversltArli, o vestlbular uniticadoe a
represslopolftlce Or
rcrultadoepq
dom ser vlslos hoje na sltua$eo de mls6rla do pab e da
eilu-caqto,
No momenlo, inlcla-sg uma segunda laoe, rogldr p6talntormAtlca,.lnaugurada
por
generals.e langamelrlopeh.T\l,
lornals
e
lelras.
Como um novo cosm6ilco,a
cornpuhgaoi
langada numa batslha d6 propagandac
eenrlUlllzagio doc fu-turoa compradores. A populagEo 6 tratada como um bando de lndlos lncultos, consumldores de buglganga!, que devgnecer
llrlamonte ss €ncantar
con
as marivittrai de um cornpuladoe Como
p0bllconlo
80 discutea
verdade,s6 ce
erlbem osledor
brithantesdo obieto.
Nesse caso, cottro osiamos numcontoxlo regldo pola Lel de Seguranga Naclonrl, tudo 6 tratado
como
s€
estlvdssemos 6m gu6rra, ameEgado!pol
tnvasdos€xtemas, Vejam as lusliticagdes mals comuns:
.'todor or parsar !s#lo uaedo, cotio rdt yarrroE ttc,,, plltc ltts?,
-
"e om proacrso mudtal ltrevf.elycf,-
.o
tuiuo .trltu,!ra_ meo6 ddgoctot gu. donfi,,.r.m
.str
,rq.,t*,mtqli" _
-ato pode,rros
wdct
aa/,r,po.ll
c$lamot.stt!aad,,,,.-
-.-
farece gua todos J6 osquecaram guea
lndostrla automo. blllstlca, quandolol
lmplantada, era cotocada oomoa
grandelmpulpra do
oosso progresso-
hoie emleg3
qucm-ainOacrodlta?
Mqls recenternente,I
energla nuolcer ors a grandc oa
aa
onoalhado
o o
braslleiro paga pBla incornpolonciae
talla dcdlqnldade.daguelos que lorgaram
a
8ua lntrodugEo. aluctadootOlH,autorltarlsmo polttlco. Hoie, 19A3, a educagEo
mendlgan-flb
iin
melo a uma lama de desempregados e mal assatarlalol {tnduElv€ -os prolessores) ainda tem que suporlara
lronla de ybr um brllhante cornputador dentro de uma sala dg aula emrulnaq num pa,s €slragalhado, sondo manipulado
por
alunoe dosdontede, barrigudos, sujos,do
olhos disiumbridos, leva.dos por um protessor mat pago, vllipendlado, rnassacrado, po-r6m, encantado com esta nova maqulna
da
resolver, escon-dendo os problomas. Eie n6o v€qui o
obleto quso
encanl, 6 um metro a mals na cerca quoo envolvi.
E espantoeo ver prolessores, dlletotes, l6cnlcog Bo movlmentarem como nunc!por ym oomputador para.suas oscotas e nunca ierem feito nadr 9r-11^pol colsas mats protundas
e
tmporrantes. Ser6 que eGscola vlrou um mercado pr3blico paia as omprosas prMddar?
Ondo est6o og educadores? N6o lre escola dUUi"a nem grap
tulla.
Relvlndlcar enrlno p0bllcoe
gratultod
mufto mahluc
relvlndlcar cscols 8om pagar
e
aceieo asvagai
e
ruiarior
mudancas multo malg radlcal!, polttlcas e eco-ndmlcar E-rul-io
mals gue d8flnir conteridog rnai3 ou mcncs imporlanloa our
molhor rorme do avsllar. E dar aor alunos lnstru'menlcstrlll.
b6m de luta,e
n6o!6
de p6neer. Caso conrr4iloc!l{a
oo togo verbel quea
d€mocrecia eapi&alista attmq::a.cIEltclA,
HATEI{r,Tir:ii
E
0
[-iof{E[t
Ronal
do
t'lota
C:Encia e
Socieda6h-
--0 surgiirEnto e desenvolvinento das ci6nclas est6 as-sgciado dtrctarente
i
curiosldade ou a necessidade doshonBns,
e
conseqlEnteliente
esti
indisso'luvetmente 'llgadois
evoluq6es dasso-cieie&s.
'
Desde os tempos primorCiais estabeleceram-selnflu-En;ias reclprocai entre as invengdes
e
tEcnicas, erplricannnte des_corErrls,
e as naneiras de pensar e as exigancias do holEmde
cadt6po:a,
llo
infclo,
o conhecimento estava associado quase queerllusivarente
i
cbservagEo da natureza sem pensar em transfoyuE_la.A
partir
do sEcu'loXVII,.e
impulsionado posterlomente
aela RevolugEoIndustria'I,
atE os tenpos atuals o enfoque sobrfas ciEnclas vlsa
nio
s6 a compreens5ocientifica
danaturrz!
e suagIeis,
nas rntes de tuCo a sua utiliaagEo atrav6s da exploragio e.doCminio das rcservas de nat6ria prlma e rlquezas naturais.
As ciEnciaE e
r
tecnologla engendrada apartlr
delatfor"a[.
base fuldanental do desenvo]vimentohlst6rlco
rEcente
dah,.ranldade. sendo consequenternte a base da forga geradora
da
cl_vilizagio
moderrrr.A fiat€rr,itica,
lmrsa
nesse msr"c nundo,teo
tanbEoa sua evolugio, lnterpetletradn com as demais clEnclas.
lurglrEnto G Desenyoly{ftf,nto
dr
urtmirr.r
P0da{a
dlror
qua o enbrjaodl
natenfitict E onfinm.
HI qgcr
dlftrorrctd
o.horEr,scr raclonal,
dos demalsanlmals
p.lo
conccito do nfotrc.
t
pr6prlr
nanelrt dc descrever os n&reros apneslntrur.u evolugEo
pr6prla.
th
dosD.ls
ant{gos slstenas E o de numragioserageslnal da
Enbil6nlr.
Xo Eglto,o
tratamento de frago-eselr
pal!icrla,rente
fnter?asante, sendo todas expressas cono a sona defra
95es simptes na for.lr,a
t/n
e para tanto eles possuiam matabela
&
reCugic de fragdes de fonna Zt(Z n
+.1)
as somas cefragdes
3io_ples.
Eu Rcxu, osintelros
eram erpressos nosistem
de
nutErugioCcclaal. ras as lrag6es erao no de base
lZ.
Al6n disso,eles
iaoconheclan o zeror o qual E una contribulgEo da matemiilca da fndla,
intr.oduzido na Europa por lntenrEdio dos Erabes en conJunto
goo
otrnEr,eros ariblcos.
A Eogmtrra ten sua orlgem nelaclonada E agrlrmnsura
no Eglto. e
prrtrr
d.
necessrd.de dedtvrdir
asterras
cuittviversap5s as enchentes do
Nilo
(surge rtal octlculo
deirers).
Ap6s rna fase de descrlgdes desordenadas, evotulu-se
para um novo est6glo onde elas
fonn
coordenldase
clrssiflcadas.I
partlr
do s6culoVII
i.C.,
r
cldade grega dclllleto
fol
um
lo_ portante centno de desenvolvlcntod!
nratandilct.pila
aumntcr
opoder persuas{vo Pltigoras (s6c. Ul
t.C.},
tdotaa
demonstragioconro mEtodo. 0s teorems,
rt6
entio
aceltc
enpfrlcarcnte.!
par-tlr
daT cooegaram a ser demnstrados. Euclldes, no s6culolll
a.C.en
Aleundrla,
unificou as proprledld?s geralsdesses
teorcmas.partlndo de cinco
rxlmas
e clnco postulados todo609
teorcnasdescobertos atE ent6o puderam ser deduzldos
rlnteUcrrcnte.
Durante
rn
b<nteqo
e espoclrlnente nos ncAros .aosda Idade
lifdla
houve rna esttgnrgdo do dssenvolvlnntodr
mate-oittcr.
0 nenasclnentofer
rcssurgir grandes lvrngos. A solugio dr equacio do tarcelno graufol
descob€rta porTartrglla
(s6c,
XyI)e a de qurrto grau por
Ferrarl
(s6c, XW).TroEr
nosEculo
xVIDescartez
lnlclou
ageontrlr
analftica,
coGlnrndor
geonntrla
el
ilgebra.l{o sEculo
segulnta.(xvlI). Barru
desenvolvco
cil-culo
dlfennclal
ethrton
octlculo lntegral.
0 sEculo
IIIIII
se caract€rlra pelbinfase
especial da apllcagio daoate!f,tlc!.
por exerplo nrhldrodlninlcir
ni
con_dugio tErnlca. etc.
0 s6culo
III
teo-sr rn
gran&&scnvolvimnto
ta6-rlco
coa o desenvolv{mnto dateorla
&
vul6vel
c@lexr
porcauch.v. Riemann completou
tal
tcorra
gemtprcamnte Gl&ic*trass
rnalitlcamnte. lh
geooetrit.
os clncos axloms deEuclldes
foramreconsiderados e geonetrias de sistemes
d{ftrentes forrrn
constru,f das por Lobrchevsky e Riemann .A
parilr
daf,
e cspeclalrcnte no s6culoXI.
a
nrte-lfitlca,
enrbora podendo ser enxergada como o n:als belo epuro
pro_duto do conhecircnto huBno, nais do oue en qurlquer
outro
tetDo, deixa de ser 3odnteforra
supreil. da abstrrgio do holrnnprrr
sGconverter en forqa a servigo da produgio eco6rlca.
.Assim sendo.
r
Eat
i6'ficr
frr
plrtp lnseparlvel
doconJunto de conheclmntos indispens[yols
.o
estcdomdcrmr
.tr.-vEs de governos, de quaisquer
o.tires,
prra o adEnto rla domtnagiotecnol6glca, como fonra de domlnagio dos hoen6
c
das socledades.A
eplosio
do conheclnentocliltfflco
se porur
la_ do dotou o hqmtr dcrloe
ct6cntio
hpmivcis
O
dolnagio
dtnaturra,
por outrc larS dotou.ottdSr
dorlnlsttt
podrr dc dmi_ nar oelhor.outr6
hontr3E loportante
rcssaltar'qw
al6n da satlsfag5oa"
.urio-sldrde hrnana, a nrrtcrrr6tica e todas as
clinclas
tilr
cornprcmisso delssegurar rclhor=s condlEies de.vlde para
todc
os horens.TaI
obJe-tiyo,
no entanto, nioestl
limltado hoJe pelaspossibllidades
cien-tTficas e
t6cnicrs,
nem lxlsno por esclsse! de ruatEria prlmaou
m6ode obra, ous unlcamente por estruturas
socilis
defeituosas, desplani-ficadasc
explorrdoras, pelo colonlallsoo e pelas guerras.A
utiltzaqiq
lnlGquadt pelos governosdo
conhecinentohuuno nEo dever gerar, no entanto, un
esplrtto
derwrsio contra
asclinclat
r
r
qtcnolqla.
0fiportrntcr
e o qoc dive nos anlnar acon-tlnuar
lotar.sstdos no snrGstudo odrsenvolvirnto,
E quea
mate-m6tica. e as ciEnclrs en
ggral,
rISr
de stnbeltzt
lntr{nslca,
abrco lnnnsas perspectlvasprrr
tat
tccnologh c.prz d€s.il3fazer
lntegral e raclonalrcnte as necesrid.&soattrlals
fundrmntalr
( rllrntaqio,
vestuirio,
habitrtio,
ttc.)
detods
oshmns
sobrcr
Terra,
llbe-rlndo-os para a fellcldarte ntrry6s
dt arte,
dolr:ir,
docmr
Gr
es-peclalnente, da ctEncla.a
rrl!