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Racional, um jornal a serviço da educação nº 1

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Texto

(1)

tdf

&%

w

PrrI

E

Rtclottt,

ult

it0RlttL

lr0:

1984

r

sERrIso

DA

EDUCTCIo

-

;0

I

DIRET0R

D0

CCi{E:

Prof

.

ROllEO

ERI{EST0

RIEGEL

COORDENADORA

DO

CURSO

DE

IIITEIIITTCA:

VAIIITDE

BISOGNIN

Colaboraram

nesta

Edi96o:

-

Jofo

Paulo

-

Cl6vts

R.J.

Guterres

CE'UFS}|

-

,16

-

Julla

-

Claudla

-

Eduardo

CAPA:

Mario

Retamoso

C0nPDENAQA0:

Eleni

Bi

sognin

-

ili

I

ton

Jos6

de

Almet

da

-

Faculdade

de

Edu-cagSo

-

UtlICAl,l

(2)

RACIO[TA[-Que

pape'l

desempenhamos

n6s

professores?

0

que

pretendemos

com

nossa

ag6o

educatlva?

Ao que parece

estas

sio

perguntas

dificeis

.de

serem

respondi-das.

E

fundamental

entto,

uma

ref'lexdo

e

uma

tomada de

consciEncia

cr{-tica

sobre

a

intecionalidade

e

a diregdo

dada

ao

nosso

ato de

edu-carr

uma

vez

gue nossa

agio

provoca

um

novo

agir.

Esta

tomada

de consciEncia

deve

ser constante,

permanenter

sem

perder

de

vlsta

que

tanto

professor

como

aluno

estio

{nseridos

num

contexto

hist6rico

e

social,

sofrendo

os desafios

de

uma 6poca

que

os coloca

numa

busca

constante

do

equi'tfbrlo,

da

adaptagdo,

da

trans'

formaq6or viSando

a

construcdo de

uma

socledade

livre'

humana'

Justa

e

democr6ti ca.

E

esta consc{Encia.critica

que

faz

com

que

tanto

professo-res

corio

alunos

fagam

propostas

de

mudanga, busquem

so1ug6es,

aJam

coerente

e

livremente

segundo

suas

concepg6es

e

valores,

pois 6

a

llberdade

que

val

dar

valor e

sentido

i

agdo

educativa.

E

lmportante

lembrar

que

a fungio

da

escola

muda

de

acordo

com

a,ERoca,

com

o

monento

que

estamos

vivendo

e

sua

abertura

ou

au-toritarrismo

tamb6m

6

responsabi

lidade

nossa.

Seri

que cada

um

de n6s

tem

conscl6ncla

desta

responsablll-dade?

0u

somos

mais

um

daqueles que

Julgan

n6o

ter

nadaa

frzer

del'

xandci

que

outros

tomem

por

n6s

as

declsEes?

Se

estas

quest6es da

educagto

te

Prcocupln'

lelr,

tnollse'

cri

ti

que,

col abore

.

SeJa

RACIONAL

REFLEXIO DA

PRATICA

irA

EDUCACA0.

Cl6vis

R.J.

Guterres

lI.

Dclloleio

"

iniU*

rle PiilUor

A pritlca do protesor

resurne'se

mrmalmento

n8 tnn&

missEo; brcutcEgltt

c

cuntrols

da

perrnrn€ocla c 'transfer€n'

era

ts6hrlr

or

frAttco

rlr

lntorma$o ou

habllldade

sdqdrfda

oelo

olum

stravEB

dess

proceseo

-

'

A lrrnruiss5o

0

precoOtAa da

umi

selegEo

Erbltrlrtr

dE

o.rrtcrlds

(orrrleuloa c'prcBrorras)

que s6o tncUlcados

atrs'

y6i

de ererrilc'lo

EDettttvrc,

tactlltados

t:or

melo ds r$todog'

e

t&Dtcrl

tamb6fll -Epc6llllcamente escolttldos

t

oontrilodos.

Dor mcdo

d.

rysuaDoct

tt8nnstt

e ggrels

$rl

conrlrtam

r

IEF

insnCnds e

I

tnndcrEa

dc

trl

tnlormaClo.

-

'

ftu&uftb,

o

prooct

o

tEorlto

cct6

Gotllto

c

a

sua

fl'

natldsdc

cmseUraria

!e

o

alrm

ottngo

o

Uosempenbo cspo

rs(b.

i

Socbrmeotc,

o

resultado

6 6tlmo re

aa ooqtraquaools! 0o

t.l

rpr€ndlra8ela resultam DE

roelhot qudulcqlEo

dD fDdlvl' rXp c

m

aumenio d& 3ua

produ@ tsttc

Grtl

qt$$ilsdc

$raD

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em qrnlldadc

fr.

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'rublcrtlus'

dr

lEtthr

A

alucaef,o

tradlciqral, lcllrpr3

Dse[dzotl

r

tormeeto

&

hlbttG

G@

o

oDreuyo

ltutamentat ds

coucaCeo.

Ora,

o

htblto

d

o

rerrultado de

usr

pmoesso de dlsclpUna4[o lmposto

ro

aluno

stnvdr

de

rihuls ou

craldc.los EpeutfYoar colrtlmro

qr

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que 80 Gictlsc

a

ctrs tnctrlca46o.

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Dor

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lUabetlza{Go

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o

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a3

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Gscrllm.

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quc

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Gcloqulncla

era

a

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dr

lettun e ds acrlta,

roar

3

cquequcncls

.tubtarrlDla'

dplss b{,bl!o

ela

a

'tbralto

subon$l€als

do

Damo

0r

lolGtrss'..A8Blt[

tod6

atrtrclcs quc

toran

rEabctt

D-d(r

re

tlloocttq

tnctm

guo

ualvcrstti$oc

qr

gadutloe

ao

larEr lcm rc

perceiberrur,

estio

roleinndo'su&

ltlfirrl

no

poffio &

r;rrhucetlzag{o.

tl

DADlto, C

s.bldo, dos

tdoolcos

om

rllabotsr*to

qut

dllrculrr

r

leltun riplda

e

comprcensbr.

etr

Drlnclro lusrr

potque

a

IEss6

canse de

ler e

perde

a

sequ€acla

lfgtcs

do

Atravds desso

remplo,

podG{c

dllmfrlr

Inrtsflb,

o IED

duto lscdtato

docse aprodizogenr,

ou

tgh

r

tdhrn

c a

G3'

crlta,

sau produto

subtaninoo,

s

tlra{{o

ruDmdmts

do

hAblto de soleLnr.

!{atr

prcdsaocate

r

tdcolcr

dl

ldullo.

Generalizando egto exemplo

podeiros

d€fudr.

$E

luu

cduorqSo tradtctonal preOominaotenrcott

autorltlrlr

c &8ma

.

ttca

s;ra,

oomo oons€qu€ncta

ubtcrr8neo,

ol

[lblia

6o pas'

q[vtd;46,-de-

dqendGnib, dq lncaprctda& crftica

c

nrvltb

ret

rruxltOcrtctd8dc

lDlelQdrd.

l*.

r:riUtr

hag6glcr

c Eilucrdo

como

Bcnroduglr

A

aprcudlrrgtm,

tcilBt tttctldr'

nlo

6

ronrcutc

a

GCGID'

Dlo

dr

rcproducSo dc um oonterldo

c

dc

ul

tScolcr

ns

dn

I

prnpdo

Dlodde

fcdr86lfco (Tcorb c nrt&or oiuorrlond)'

qut re

rqlroduz ne

lerclr

dc tGlrndrd! a

rnrnlc-e

IEIDr.

nincl,r e

contlnul

rdc ila pr6prlr

irltun

q* i

luothdu.

PortaDto

rlmplicttamonte'

u

@t€rldB

'eqrllc[tog"

G9

tEo

as

consequ€nclar snrbtcrrlneas,

tanto t&ntcag

lddeicas

no

comforts[r€oto

de cada tstg050 que

6

educadg

atrrvdr

do

.

relertdc

nodeto.

.

!$6o

sio

somqrtc os

urt€Udil

qm

rlo

ldBlEAE

rrbl'

trarlamcntc

nus

as

prtprler

thalcr

pola

Strsntlt

r

prwlcno

e

o

cratrole

d6

cotnportanmta

deselAvdr

e Sodtos

pel,o

modelo vlgestc. I)esta

lorntr,

S educa0io n6o d neutra

mi

um

slo

loUllcD

arbttr{rlo

de0nldo

e

Canelado lntenclfinlmeots.

t.4 "m0cs

Allcnrdat yrFus

'Hltcr

Entltdr'

A

rpprpdugdo prdUcc de

um

Modclo

leiu o

corihmimento

dr

Teorlrr que

o Jrutlllca 6

o

que

rc

pode

cttsm$

de Prd' ttca Allernda.

E

o raso do prolessor

qru

cUabettzr

sem

o

cs

nltecimeato de

outros

modeloa

e

das onscqu0acbs subtcrre' neas do

qrc utlllzl.

.

E$G itogmaUsmo pedag6gim induztdo

c

dtmeotado

pto

crltdrio ilo

Argumenlo atc

Ar&ortddl

cErrctst{sttcs

dr

csu'

ct6rrcie

tradlclolt-

o

pelo

Pr{prlo

dedntercsse te6rlco ou inco

'Fcldads

crltlcs

Saralrterc

e

vtg€oda do modslo e

e

disseml'

m4io

permaomtc

ds

Hdco

Allenada.

-

A

futtca

AUeosdr

$

pode ser supcrrds pel,a Pr&ica En' . gsJslla, quo se 8el8 nD renereo DoImmoote da pr6Drb

pr6tl

'GA.

.

A

tSuca

egcrad8

rG:utts

da.crlttcldrdo

em rplado.aos crfrteildc,-'as

tdcnlcrr

c-a

lr6Drts

lilcolo8b

dr

colhn

vis€n'

tc.

A refterto

da

Hlica

Allenadt

d

consequ6ncle nao sO

Dl

neroceo de messta, ooltlo

I

produqto

te6rb

de ums nma

9r{

tilz,-no

caso,

I

Htlca.

Dn8aFils'

En

ouins

Polasns'

C s tcorlargeo

de

pr6ttca .qu? sub6tancllments

relletln&

rt

oon' t,?dlg6es d8

plttlca

EEIentG 6c contrepd€ a melrns sorno urna

novs all,ernguvS.

um

D(ygo nodelo.

Portsnto.

e

Rallex6o

da

Pritlcs

Pedag6gica

6 o

inlcio

da Itbert&rgo

dr

Educa{[o,

lsto

d,

da

E<lucaCio

que

s,e

'ihe'

(3)

a

GUNIOSIDTDES

vOcE

sAEtA

QUE:

0s

sinals

+

e

-

tiveram

sua

orlgen

no conErclo de

vlnho.0

mercado

de

vln.ho

colocaya

o

slnal

(+)

para

lndlcar

que

ur

barrll

possula

nls

vlnho

que

o

indlcado

e

(-)

para

indlcar

que

possula renos

vlnho

que

o

prescrl

to.

0

slnrl

(x)

fot

lnventado

pclo

ge6metra

tnglis Gullherne

0ughtred

(1572-1660)

e

o slnbo'lo

(+)

fol

sugerldo por Lelbnlz (1646-1716).0

trrgo

dc

dlvlsio

E dp

orlgarn

iraLe

Napoledo

Bonaparte

6 crlador

de un

belo tcorenr

de

gcomctrla.

Elr

o

enunclado.

oGonsldere

um

trilngulo

arbltr6rlo.

Cor base

en

cada

ur

dos

seus

lados construa

(externamente)

un

trllnEulo cqullStero.

0s

centros

desses

trEs

trtingulos

equlliteror sio

ainda

v6rtlces

dc

un

triingulo

equl

litero'.

[[dFoR]tEs

E

FOFOGTS

Realizou-se nos

dias

20,

2l

e

22 de seteobro

em

Caxlas

do Sul

o'IIl

Encontro Estadual de Professores de

llEtemitlca'.

Nosso.curso

esteve

presente

com

35

partlclpantes

que

viaJaran

no

"E'lefante

Brancon

entoando

o

hlno:

Ana

l'larla entrou

ar

cablne

e

foi

vestir

um

biqui.ni

Iegal

...

cotr

o

refrio

contTnuo:

Abtgat t..

Estio

lnic{ando

as

,ativldades do

'Grupo

de tntclagEo

t

Pesqulsa

Gr

Educagio

MatemEtica (GIPEM).

Se

vocE

qulser

partlclp!r dlrlJa-se

a

CoordenagEo

do

Curso

de

}{atemttlca.

Inlclou dla

30

de outubro

o'I

Clclo

de

Prlestrrs"

prooovldo

pela

Coordenrgao

do

Curso

de

Hatemitlca. 0utras

paleltrri

tco]ltcc.rio

brc'

vemente.

Partl

cl pe.

Aconteceu

em

Santa

ilarla

nos

dlas

25

e

26 do

outubro

o

Ill

Encontro

Regi

onal

da

SBltAC.

Iniclar5o

no

pr6xlmo semestre

os

cursos de

P6s'Graduagio

(Especlr-Ilzag6o)

en

ilatemit{ca

c

en'FIslca.

Infornag6es con

os

professores

Get[Iio

e

Juca

-

A16.Guerral

0nde

fol

a festa

aflnal?

-

Aconteceri

nos

meses

de

Janelro

e

Feverelro

nas

.dlvcrsds

Unlvcrsl'

dadcs

Braslleiras

os

cursos de

Uerio.

lnforne-se.

(4)

a

0

ens[no

p&blico

nEo

6

nem p&blleo

ileffif; Sratutto

!'rtilton

Jord

dc

Almcidr

(Frcuiosdc d. Educ4&o.llrltcAlrp)

.

Fal&se em escota prlbtica

o

gratulta para

todoe.

Estao

palavras lanlo passam pelos l6blos de representantes do porr.

samenlo autorlt6rlo o conservador, iomens de govemo,

ailug-clonlstas ou ampresArlos ..preocupados', com

i

eauc6p6o do povo, como tamb6m s6o pronuncladas

por

pollticos mals ti-berais, democrates, ds oposigeo. Tamb6m aparecem nas

bar

delrae de lulas esludanlia. O que acontecei Todos lalam

dr

mesma coisa de maneirag dllerontes? Ou sao coisas dllerentea ,aladas com os mesmoa lormoo? Dlants de um objelo

lao

,l€-xlvel como "eecola p0bllca'.

c

..graluila,'

o

mlnlmo que .so

podo Bentir 6 o espanlo por algo

tio

concrelo quanlo um

fan-lasma. Na verdade. num pals em gu€ domlna a ldglca

caplla-lista

ds

explorag6o do trabalho, pouca colsa tem

condtgti

do

cxistlr

corno p0bllca

e

gratuha,

a

nEo

ssr

que

dellnamoc

est6s

toflnot

coroo atrlbutos stemsntares de

alio

om guo Bo

pode entrar ou

!8li

s€m pagar lngresoo (numa-praga

ou

ruq

por.exerplo). 3a

ponsarmos melhor, nem pragds

e

,uas 160

pdblics! e gratultss. Flcamos slmpre restrltos eoa qullOmetroo

quo o nosso dlnhelro pormlto andar.

A

cldado 6

mils

pOutcr

pare guom l€m mals

dlnhelro...

!€

rabemol que malc

ic

70clt

da renda do trabalho naclonat ecteo nas mdos de monos de

10% da populag8o economlcamente atlva, podomos percober

gue muito pouca genle

ss

ufiliza daquilo

a

que Be atribui a

qualidade "p6bllca". Em um pats capllalista, na realidade, n6o h6. nada pUblico

ou

gratuito,

pob

o

trabalho

6

propriedade privada de poucos e

o

Estado (que tenta passar a'lmagem de p&blico) nao g6 admtnistra politlcsmente, turidlcamentq

a

ex-ploragtro do trabalho como tamb6m 6 outro proprietArlo prlvado

de m{o-de-obra.

Pode-se entSo atirmar a exlstencla d9 uma escola p0bllca nesse conlerto? Nao. Dat

o

,alo de declsoes gue lhe dlzom respelto soram rompro

do

grupos eepeclalizados ein .tomar

decisoes...

pelos outros; dal o lato de sua estrulura se,

buro-gratir.gda. hlerarquizada em nlvels de poder plramldal: poucos (pollticos. t6cnlcos, oe gue sabem) aglndo em nome d€ multos (a "massa anOnlma", prolessorgg, alunos, pals, os qus sSbem

pouco ou quaoe nada); dal o lato de megmo com Beus po[t6o8 ebortos (coisa r8ra)

I

eBcola poblica recebe poucoa,

iquelet

que conssguom sobreylver A lama econOmica do pals; a escola p0bllca

nlo

preclsa preocupat€o multo com vagas extraordl-nAtlas:

a

mls6rla soclal ee lncumbe de lazer

a

8gle96o.

At

pessoss direlamenlo lnteressadas na educag6o (pals,- elunos; prolessores)

rto

rempre marglnalizados do procaaco de decl. g6ec. ou no m6xlmo, quando

hl

melg demociacla, 16o concul-tsdog (prls. dunoc) ou tretnadot, recducadot (prolarsoreq

tOc-nico{.

Por

hlo

lcr

p0bllca, ngrn

er

rala9oqr p€laoah

ultr}

paeEJn o

mrb clrto

lndlvldualhmo, tudo

!c

resotvc

lndMdurl-m€nlc

c.gullqucl

avaogo

tlce f€stilto

I

boa

ou

ml

rontrdr

parsoat, ao

nulor

gu m.nor Eutorllarl$no dos etlrlgentsi, aorr-dlclonadoc pola vlseo banceria. burocrAflc8 da educagfo. por n6o 36r p0blica, a escola Bempre dlllculta o acosso

i

documor

ta05o admlnlilratlva ou pedag6glca, dltlcll, gecreta, o que obrl. ga derde a necocaidads do otabora06o

ds

rcquarlmentos pot pala

e

alunor

at6

I

prsSso€s polltlcas para quo ..sGgrsdor

solem rovolad6".

Mas, so a sscola

nto

5 p0bllc4 muito lmenos ela 6

gratul-ta

Prechano3 pensar de cabega para Dalxq leto 6: quem

nto

paga escola (o!t6 ns otcola pobfica] 6 guem, na verdade, page

o

reu

endno.

Qucm

pagr

eccola (oo16 na ercola prtvaOa)

I

quom nao gasta cgm,seu ansino. Vamos

frtar

malg

clsro.

A escora p0blica

6

suslentada

pelo

dinheiro -oo

guaoo.

Erie arrecada do total da socledade. No Brasit,

gu"'Il

paga e

rr+

tenta o Estado 6 a .,massa" rlc essalarlador,

io

""rrfgo

poblloo

ou privado. O Estado n6o s6 arrecada dlretamente da class€ m6dia vla lmpostos ds todo g6nero, como. aJ-Uglsfaf a explG.

ragtro prlvada do trabalho tamb6m'lucra

iom

ela

Numa eco. nornla voltada para

o

lucro todo oUleU,lo-pilvado

ou

s8tatal esl6 vottado para

a

ioprodugeo

e

"r'rinL?L

crplral

Deste

torma, os chamados s6wi9o6

publlcoa;il

J"go,

*o

u"o"-lho.de cada um, pelo desgasto Oo corpJ Oe'cada um no

mer-cado diArio da produg{o. E quem gortia menor 6, na verdaeo,

quem paga mais para

a

manutengio dos eervlgoi

d"

E$.J;;

dos quais se utiliza menoq darjat

a

co"afgao

de

mls6rla om

lue

yiyo: mesmo porque vlve menog.

-.

oi iiaglcarente,

er.

quanto vive, o trabalhador assalariado paga hctuslve os

s"rrl-gos privados e a escota particutar gue

nio

treqOenta.

O;;;t

talista {e seus servldorei bem pugirs)

,lro

d-a explorag6o do trabalho dos que vendem

seus'coipoi

J

m"nie.

em lroca de um ealdrlo. O assalarl,ado., ao,se dbkar explorar, pormito quc

g-lucro exrrstdo

de

seu rrabatho possa,-ef,ri;

drira

colriei

pagar

a

escola dos ,ilhos do seu

fatr5o e

aervldores

g;;d;;

dos.

Asslm,. as pessoas que vlvem Oo tiaOaifro athelo nEo

pa-gam a escola e tgm ..melhor', onstno. Apeaai da

o

aluno.da

escola prlvada levar

o

cheque

ao

pat

i'J-I"ua,

quem esld pagando seu enstno

slo

os trabathaOorei

no foao OL dicleOaOa

-

Pensando como estamos fazendo, todag

ts

agcotas sEo r€-latlvamenre p0bilcas

o

n5o graturta..

-coro--nura

socr€dsde como

I

nossa somenlo 6 prlvllogiarlo aquilo que

tl6

lucro,

ri

torno..allo,

_6 ctaro,

os

servigos'so"i"fs,

J,fuii"os,

lalsamenle oraturtos, seo aqueres mcnosprezados p6rd sgiaoo. E a6 conr, pararmos as verbas desilnad.as A Educag6o e CiOO"

*nr

"qr;

laB destinadas

ao

setor milttar

e

empieJaiai-fsuUstdios.

hF

poslos componsados, empr6stimos

"ti,i.

-lii"

so €squega do

comparar

a

tantasia vorbal. dos

dlccunor

"ob6

;d;;;;

ga0de e

s

rsaltdade das verbas

"

oos

ierrrCiltoGao!

!atoro8.

Num oontexlo em quo tucro, mercado e coriurno cet5o llgador vllalmenle,_6 preclso pensai qu!,

qr".e

rcrpri

o

Estedo eEU

a rorylgo dca ln:ereasos es grupot'

a"onOrdit

e

r

utilre

dc

, ruar

ag0nclas pera

transagdEe'comoiud,;;idd.. .m

*

quetas educaclonals. Para lsso tenta.catequlzir os educadorer

(via

"Cultura",

TV, B6dio, Felras, Exposlgooq treinamenl,os

etc.) e domin6-los, via mllilaritacao da educagao (planeiamorF

lo,

objetivos, estrat6gias, rocursos humanos

-etcI

e

timb6m vla salArios baixos (gerando servid5o, vulgarizagEo do profes-sor, mis6ria mental e politica). Desta

lormi,

o governo conse-gue impor um com6rcio cle grande lucratlvidada

e

movlmenlo financeiro que nunca alcanta

os

objelivoi) aocirts propostos no .papel, mas que lavorecq .grandes

o

psquenm drupos Oe

poder. Agora mcsmo estamos vendo

o

tirlcio do

rliclinio

ds

uma tase que enriqueceu

e

forlaleceu agdnclas tabrlcadoras de.proletos educaclonais, a lase dos projetos de peoquisa que em nomg do ensino publlco movimentou

e

movlm€nta verbag enormes em entidades prlvadas, aonde

o

,.p0bllco., n6o tem acesso nem decis6o, Nessa lase relnou abeolulo

b

reaclona-,lsmo da pesquisa educactonat amorlcana, delombarcada

lun-lamenle com

o

acordo MEC-USAID.

a

rDlorma untversltArli, o vestlbular uniticado

e a

represslo

polftlce Or

rcrultadoe

pq

dom ser vlslos hoje na sltua$eo de mls6rla do pab e da

eilu-caqto,

No momenlo, inlcla-sg uma segunda laoe, rogldr p6ta

lntormAtlca,.lnaugurada

por

generals.e langamelrlo

peh.T\l,

lornals

e

lelras.

Como um novo cosm6ilco,

a

cornpuhgao

i

langada numa batslha d6 propaganda

c

eenrlUlllzagio doc fu-turoa compradores. A populagEo 6 tratada como um bando de lndlos lncultos, consumldores de buglganga!, que devg

necer

llrlamonte ss €ncantar

con

as marivittrai de um cornpuladoe Com

o

p0bllco

nlo

80 discute

a

verdade,

s6 ce

erlbem os

ledor

brithantes

do obieto.

Nesse caso, cottro osiamos num

contoxlo regldo pola Lel de Seguranga Naclonrl, tudo 6 tratado

como

s€

estlvdssemos 6m gu6rra, ameEgado!

pol

tnvasdos

€xtemas, Vejam as lusliticagdes mals comuns:

.'todor or parsar !s#lo uaedo, cotio rdt yarrroE ttc,,, plltc ltts?,

-

"e om proacrso mudtal ltrevf.elycf,

-

.o

tuiuo .trltu,

!ra_ meo6 ddgoctot gu. donfi,,.r.m

.str

,rq.,

t*,mtqli" _

-ato pode,rros

wdct

aa/,r,po.

ll

c$lamot.stt!aad,,,,.

-

-.-

farece gua todos J6 osquecaram gue

a

lndostrla automo. blllstlca, quando

lol

lmplantada, era cotocada oomo

a

grande

lmpulpra do

oosso progresso

-

hoie em

leg3

qucm-ainOa

crodlta?

Mqls recenternente,

I

energla nuolcer ors a grandc o

(5)

a

aa

onoalhado

o o

braslleiro paga pBla incornpoloncia

e

talla dc

dlqnldade.daguelos que lorgaram

a

8ua lntrodugEo. aluctadoo

tOlH,autorltarlsmo polttlco. Hoie, 19A3, a educagEo

mendlgan-flb

iin

melo a uma lama de desempregados e mal assatarlalol {tnduElv€ -os prolessores) ainda tem que suporlar

a

lronla de ybr um brllhante cornputador dentro de uma sala dg aula em

rulnaq num pa,s €slragalhado, sondo manipulado

por

alunoe dosdontede, barrigudos, sujos,

do

olhos disiumbridos, leva.

dos por um protessor mat pago, vllipendlado, rnassacrado, po-r6m, encantado com esta nova maqulna

da

resolver, escon-dendo os problomas. Eie n6o v€

qui o

obleto qus

o

encanl, 6 um metro a mals na cerca quo

o envolvi.

E espantoeo ver prolessores, dlletotes, l6cnlcog Bo movlmentarem como nunc!

por ym oomputador para.suas oscotas e nunca ierem feito nadr 9r-11^pol colsas mats protundas

e

tmporrantes. Ser6 que e

Gscola vlrou um mercado pr3blico paia as omprosas prMddar?

Ondo est6o og educadores? N6o lre escola dUUi"a nem grap

tulla.

Relvlndlcar enrlno p0bllco

e

gratulto

d

mufto mah

luc

relvlndlcar cscols 8om pagar

e

aceieo as

vagai

e

ruiar

ior

mudancas multo malg radlcal!, polttlcas e eco-ndmlcar E

-rul-io

mals gue d8flnir conteridog rnai3 ou mcncs imporlanloa ou

r

molhor rorme do avsllar. E dar aor alunos lnstru'menlcs

trlll.

b6m de luta,

e

n6o

!6

de p6neer. Caso conrr4ilo

c!l{a

oo togo verbel que

a

d€mocrecia eapi&alista attmq::a.

cIEltclA,

HATEI{r,Tir:ii

E

0

[-iof{E[t

Ronal

do

t'lota

C:Encia e

Socieda6h-

--0 surgiirEnto e desenvolvinento das ci6nclas est6 as-sgciado dtrctarente

i

curiosldade ou a necessidade dos

honBns,

e

conseqlEnteliente

esti

indisso'luvetmente 'llgado

is

evoluq6es das

so-cieie&s.

'

Desde os tempos primorCiais estabeleceram-se

lnflu-En;ias reclprocai entre as invengdes

e

tEcnicas, erplricannnte des_

corErrls,

e as naneiras de pensar e as exigancias do holEm

de

cadt

6po:a,

llo

infclo,

o conhecimento estava associado quase que

erllusivarente

i

cbservagEo da natureza sem pensar em transfoyuE_la.

A

partir

do sEcu'lo

XVII,.e

impulsionado posterlomen

te

aela RevolugEo

Industria'I,

atE os tenpos atuals o enfoque sobrf

as ciEnclas vlsa

nio

s6 a compreens5o

cientifica

da

naturrz!

e suag

Ieis,

nas rntes de tuCo a sua utiliaagEo atrav6s da exploragio e.do

Cminio das rcservas de nat6ria prlma e rlquezas naturais.

As ciEnciaE e

r

tecnologla engendrada a

partlr

delat

for"a[.

base fuldanental do desenvo]vimento

hlst6rlco

rEcente

da

h,.ranldade. sendo consequenternte a base da forga geradora

da

cl_

vilizagio

moderrrr.

A fiat€rr,itica,

lmrsa

nesse msr"c nundo,

teo

tanbEo

a sua evolugio, lnterpetletradn com as demais clEnclas.

lurglrEnto G Desenyoly{ftf,nto

dr

urtmirr.r

P0da{a

dlror

qua o enbrjao

dl

natenfitict E o

nfinm.

HI qgcr

dlftrorrctd

o.horEr,

scr raclonal,

dos demals

anlmals

p.lo

conccito do nfotrc.

t

pr6prlr

nanelrt dc descrever os n&reros apneslntr

ur.u evolugEo

pr6prla.

th

dos

D.ls

ant{gos slstenas E o de numragio

serageslnal da

Enbil6nlr.

Xo Eglto,

o

tratamento de frago-es

elr

pal

!icrla,rente

fnter?asante, sendo todas expressas cono a sona de

fra

95es simptes na for.lr,a

t/n

e para tanto eles possuiam ma

tabela

&

reCugic de fragdes de fonna Zt(Z n

+.1)

as somas ce

fragdes

3io_

ples.

Eu Rcxu, os

intelros

eram erpressos no

sistem

de

nutErugio

Ccclaal. ras as lrag6es erao no de base

lZ.

Al6n disso,

eles

iao

conheclan o zeror o qual E una contribulgEo da matemiilca da fndla,

intr.oduzido na Europa por lntenrEdio dos Erabes en conJunto

goo

otr

nEr,eros ariblcos.

A Eogmtrra ten sua orlgem nelaclonada E agrlrmnsura

no Eglto. e

prrtrr

d.

necessrd.de de

dtvrdir

as

terras

cuittvivers

ap5s as enchentes do

Nilo

(surge rtal o

ctlculo

de

irers).

Ap6s rna fase de descrlgdes desordenadas, evotulu-se

para um novo est6glo onde elas

fonn

coordenldas

e

clrssiflcadas.

I

partlr

do s6culo

VII

i.C.,

r

cldade grega dc

lllleto

fol

um

lo_ portante centno de desenvolvlcnto

d!

nratandilct.

pila

aumntcr

o

poder persuas{vo Pltigoras (s6c. Ul

t.C.},

tdota

a

demonstragio

conro mEtodo. 0s teorems,

rt6

entio

aceltc

enpfrlcarcnte.

!

par-tlr

daT cooegaram a ser demnstrados. Euclldes, no s6culo

lll

a.C.

en

Aleundrla,

unificou as proprledld?s gerals

desses

teorcmas.

partlndo de cinco

rxlmas

e clnco postulados todo6

09

teorcnas

descobertos atE ent6o puderam ser deduzldos

rlnteUcrrcnte.

Durante

rn

b<n

teqo

e espoclrlnente nos ncAros .aos

da Idade

lifdla

houve rna esttgnrgdo do dssenvolvlnnto

dr

mate-oittcr.

0 nenasclnento

fer

rcssurgir grandes lvrngos. A solugio dr equacio do tarcelno grau

fol

descob€rta por

Tartrglla

(s6c,

XyI)

e a de qurrto grau por

Ferrarl

(s6c, XW).

TroEr

no

sEculo

xVI

Descartez

lnlclou

a

geontrlr

analftica,

coGlnrndo

r

geonntrla

e

l

ilgebra.

l{o sEculo

segulnta.(xvlI). Barru

desenvolvc

o

cil-culo

dlfennclal

e

thrton

o

ctlculo lntegral.

0 sEculo

IIIIII

se caract€rlra pelb

infase

especial da apllcagio da

oate!f,tlc!.

por exerplo nr

hldrodlninlcir

ni

con_

dugio tErnlca. etc.

0 s6culo

III

teo-sr rn

gran&

&scnvolvimnto

ta6-rlco

coa o desenvolv{mnto da

teorla

&

vul6vel

c@lexr

por

cauch.v. Riemann completou

tal

tcorra

gemtprcamnte G

l&ic*trass

rnalitlcamnte. lh

geooetrit.

os clncos axloms de

Euclldes

foram

reconsiderados e geonetrias de sistemes

d{ftrentes forrrn

constru,f das por Lobrchevsky e Riemann .

A

parilr

daf,

e cspeclalrcnte no s6culo

XI.

a

nrte-lfitlca,

enrbora podendo ser enxergada como o n:als belo e

puro

pro_

duto do conhecircnto huBno, nais do oue en qurlquer

outro

tetDo, deixa de ser 3odnte

forra

supreil. da abstrrgio do holrnn

prrr

sG

converter en forqa a servigo da produgio eco6rlca.

.Assim sendo.

r

Eat

i6'ficr

frr

plrtp lnseparlvel

do

conJunto de conheclmntos indispens[yols

.o

estcdo

mdcrmr

.tr.-vEs de governos, de quaisquer

o.tires,

prra o adEnto rla domtnagio

tecnol6glca, como fonra de domlnagio dos hoen6

c

das socledades.

A

eplosio

do conheclnento

cliltfflco

se por

ur

la_ do dotou o hqmtr dc

rloe

ct6

cntio

hpmivcis

O

dolnagio

dt

naturra,

por outrc larS dotou.o

ttdSr

do

rlnlsttt

podrr dc dmi_ nar oelhor.

outr6

hontr3

E loportante

rcssaltar'qw

al6n da satlsfag5o

a"

.urio-sldrde hrnana, a nrrtcrrr6tica e todas as

clinclas

tilr

cornprcmisso de

lssegurar rclhor=s condlEies de.vlde para

todc

os horens.

TaI

obJe-tiyo,

no entanto, nio

estl

limltado hoJe pelas

possibllidades

cien-tTficas e

t6cnicrs,

nem lxlsno por esclsse! de ruatEria prlma

ou

m6o

de obra, ous unlcamente por estruturas

socilis

defeituosas, desplani-ficadas

c

explorrdoras, pelo colonlallsoo e pelas guerras.

A

utiltzaqiq

lnlGquadt pelos governos

do

conhecinento

huuno nEo dever gerar, no entanto, un

esplrtto

de

rwrsio contra

as

clinclat

r

r

qtcnolqla.

0

fiportrntcr

e o qoc dive nos anlnar a

con-tlnuar

lotar.sstdos no snrGstudo o

drsenvolvirnto,

E que

a

mate-m6tica. e as ciEnclrs en

ggral,

rISr

de stn

beltzt

lntr{nslca,

abrco lnnnsas perspectlvas

prrr

tat

tccnologh c.prz d€

s.il3fazer

lntegral e raclonalrcnte as necesrid.&s

oattrlals

fundrmntalr

( rllrntaqio,

vestuirio,

habitrtio,

ttc.)

de

tods

os

hmns

sobrc

r

Terra,

llbe-rlndo-os para a fellcldarte ntrry6s

dt arte,

do

lr:ir,

do

cmr

Gr

es-peclalnente, da ctEncla.

(6)

a

rrl!

OLI}IP'ADA

TATETfTI

CA

Estas

guest6es

sIo

para

vocE

pensar,

refletir

e

resolver.

Apre-sente

a solugio

das quest6es

i

coordenagto

do curso

de

tlatem6tica

at6

final

de

dezembro,

Para

a solugio

mais

criativa

ser6

distribuido

um

pr6-mi

o.

Participar

da

0limpfada

tamb6m

6

um

modo

de

colaborar

com

seu curso.

I

)

0

que

estt

errado?

-l

= i

.i

=

{=l

.

rPl

=,/FIT.Tr[T

=

ff

=

I.

2)

Uma

terna

de

n-r-rnreros

6

chamada

Pitag6rica

quando

o

quadrado

de

um

de-les

6 a

soma

dos quadrados

dos

outros.

Tome uma

terna

pltag6rica

de

nQ

naturai

s

.

Demonstre

que:

a)

nesta

terna

sempre

haver6

um

elemento

divisivel

por

1,3,

um

elemento

divisivel

por 4

e

um

elemento

divisivel

por

5;

b)

ache (caso

existlr)

uma

terna cujo

quadrado

de

seus

membros

continue

sendo

uma

terna pitag6ricai

c)

demonstre que

a

soma

e

o

produto

de

elementos

da

terna

6

um

elemento

pari

d)

se

qulser,

tente descobrir outras

propriedades

de

ura

terna

pi

tag6ri

ca.

3)

Tome uma

folha

de

oficio

de

30

cm

de

comprimento,20

cm

de

largura

e

2

mm

de

espessura.

Ao

dobrar

esta

folha

ao meio

sua

espessura

passarl

para 4

mm.

Ao

do-brar

novamente

ao

meio sua espessura passarE

para

I

mm.

Supondo

que

voc6

continuasse

dobrando

infinitamente,

QUol

seria

a espessura

fi-nal

obti

da?

Obs.:

nio

esquega

que

esta

folha

E

consti

tulda

por

mol6culas

de

lose cujo diimetro

mEdio

6

de

6

x

t6'3,

e o

volume

m6dio

zo

x

tdtlm,.

4)

E

possTvel desenhar

um

hex6gono

cuio

menor

6ngulo

entre

dois

consecutivos

seja

de

90

graus? Se

for

poSsivel

desenhe-o.

celu-6de

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