• Nenhum resultado encontrado

Experience with Base Relocation and Site Closure (BRAC) Sites in the United States

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Experience with Base Relocation and Site Closure (BRAC) Sites in the United States"

Copied!
36
0
0

Texto

(1)

APLICAÇÃO DO PROCEDIMENTO CETESB DE

GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS NO

GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS NO

SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL

Experience with Base Relocation and Site Closure

Eng. Alfredo C. C. Rocca

Á

Experience with Base Relocation and Site Closure

(BRAC) Sites in the United States

Gerente da Divisão de Áreas Contaminadas da

CETESB

(2)

ÁREA CONTAMINADA

• Existência de contaminação de solo e/ou águas

subterrâneas

causada

pela

introdução

de

subterrâneas,

causada

pela

introdução

de

substâncias ou resíduos que nela tenham sido

depositados enterrados ou infiltrados de maneira

depositados, enterrados ou infiltrados, de maneira

planejada ou acidental.

• Os contaminantes podem concentrar-se no solo, nos

sedimentos de corpos d´água superficiais, nas águas

subterrâneas e estruturas de construção, ou se

propagarem para outros meios, representando riscos

à saúde humana, meio ambiente e outros bens a

proteger

(3)

RESPONSABILIDADES LEGAIS DA CETESB

• O artigo 193 da Constituição do Estado de São Paulo, determina a

necessidade de medidas, nas diferentes áreas de ação pública e

setor privado, para manter e promover o equilíbrio ecológico e a

g

melhoria da qualidade ambiental, prevenindo a degradação em todas

as suas formas e impedindo ou mitigando impactos ambientais

negativos e recuperando o meio ambiente degradado

;

negativos e recuperando o meio ambiente degradado

;

• A Lei Estadual 997/76 Institui o Sistema de Prevenção e Controle da

Poluição do Meio Ambiente no Estado de São Paulo;

• No cumprimento de suas atribuições legais a CETESB tem que:

• No cumprimento de suas atribuições legais a CETESB tem que:

• participar na identificação de contaminação ambiental,

• se manifestar quanto aos riscos decorrentes ao meio ambiente e à

q

saúde pública e

• exigir, aprovar e acompanhar a rehabilitação das áreas para um uso

seguro

(4)

PERSPECTIVAS LEGAIS NO ESTADO DE

SÃO PAULO

Projeto de Lei nº 368/05 (em tramitação na ALESP):

SÃO PAULO

– definições;

– instrumentos;;

– instituição do cadastro de áreas contaminadas;

– adoção dos valores orientadores (qualidade prevenção e

– adoção dos valores orientadores (qualidade, prevenção e

intervenção);

– definição de responsabilidades;

– informação da população e outros interessados;

– plano de desativação;

p

ç

;

– articulação dos órgãos públicos competentes;

– instituição de mecanismos financeiros

instituição de mecanismos financeiros

(5)

FERRAMENTAS

ADMINISTRATIVAS CETESB

• Sistema de Cadastro de ACs

• Câmaras Ambientais

Indústria da Construção Civil

dús

d Co s uç o C v

(6)

FERRAMENTAS ADMINISTRATIVAS CETESB

Decisão de Diretoria CETESB 103/2007/C/E

– Procedimentos vigentes no Estado de São Paulo;

– Conceitos;

R

bilid d

(

á

l l

l

á

l té

i

)

– Responsabilidades (responsável legal e responsável técnico);

– Objetivos, Etapas;

Objetivos, Etapas;

– Estudos necessários, momento da apresentação;

– Gerenciamento do risco;

(7)

GERENCIAMENTO DA QUALIDADE DO SOLO

E DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS

E DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS

I

P

R

INTERVENÇÃO

PREVENÇÃO

REFERÊNCIA

Indica o nível

de

contaminação

acima do qual

Indica alteração das

propriedades

funcionais

REFERÊNCIA

DE

QUALIDADE

I di

í

l

acima do qual

existe risco

à saúde

pública

funcionais

do solo e

água subterrânea

Indica o nível

de

qualidade de

solo

pública,

requerendo

uma

intervenção na

com

perda da

multifuncionalidade

solo

limpo e das

águas

subterrâneas

t

i

área

ç

naturais

(8)

“Relatório

Relatório

de

de

estabelecimento

estabelecimento

de

de

valores orientadores para solos e

águas subterrâneas no Estado de São

águas subterrâneas no Estado de São

Paulo” (CETESB, 2005)

(9)

“Procedimentos CETESB para o

Gerenciamento de Áreas Contaminadas no

Estado de São Paulo”

DD 103/2007/C/E de 22 de junho de

2007

2007

b

b

(10)

Processo de identificação de ACs Definição da região de interesse Cadastro de ACs Identificação de áreas com potencial de contaminação Priorização 1 Exclusão

AP

SISTEMA

Avaliação preliminar Priorização 2 Exclusão Classificação 1

AS

DE GESTÃO DE

ÁREAS

Classificação 2 confirmatóriaInvestigação

Processo de reabilitação de ACs AC AI AR AMR

ÁREAS

CONTAMINADAS

NO ESTADO DE

reabilitação de ACs

Investigação detalhada Avaliação de risco AR

NO ESTADO DE

SÃO PAULO

Classificação 3 Concepção da remediação Exclusão Projeto de remediação AP áreas com potencial de contaminação.

AS áreas suspeitas de contaminação.

Remediaç ão da AC

Monitoramento AC áreas contaminadas.

Exclusão áreas excluídas do cadastro de áreas contaminadas.

AR

AI áreas contaminadas sob investigação. áreas reabilitadas para o uso declarado.

(11)

“Guia Para Avaliação do Potencial de

Guia Para Avaliação do Potencial de

Contaminações

em

Imóveis”

(CETESB/GTZ/Câmara

Ambiental

(CETESB/GTZ/Câmara

Ambiental

da Indústria da Construção; 2003)

www.cetesb.sp.gov.br

p g

(12)

• Verificação do Histórico da área

Reconstituição

Reconstituição

das

das

atividades

atividades

de

de

manejo,

manejo,

produção,

produção,

armazenamento e disposição de substâncias

Identificação das matérias primas, produtos e resíduos

manejados na área, os locais onde são ou foram manipulados

Verificação da ocorrência de vazamentos ou outros

acidentes.

Reconstituição da evolução do uso e ocupação do solo nas

adjacências.

adjacências.

(13)

ATIVIDADES POTENCIALMENTE CONTAMINADORASDOS SOLOS E

ÁGUAS SUBTERRÂNEAS

CÓDIGO IBGE DESCRIÇÃO CÓDIGO IBGE DESCRIÇÃO

0010000 a 0019999 EXTRAÇÃO DE MINERAIS METÁLICOS 0020000 a 0029999 EXTRAÇÃO DE MINERAIS NÃO METÁLICOS 0030000 a 0032999 EXTRAÇÃO DE COMBUSTÍVEIS MINERAIS 0030000 a 0032999 EXTRAÇÃO DE COMBUSTÍVEIS MINERAIS

0050000 a 0059999 PELOTIZAÇÃO DE MINERAIS - INCLUSIVE OUTROS

BENEFICIAMENTOS DE MINERAIS, ASSOCIADOS OU NÃO À EXTRAÇÃO

1042000 a 1042999 FABRICAÇÃO DE CANOS, MANILHAS, TUBOS, CONEXÕES, LADRILHOS, MOSAICOS E PASTILHAS CERÂMICAS, E LADRILHOS, MOSAICOS E PASTILHAS CERÂMICAS, E ARTEFATOS DE CRE

1043000 a 1043999 FABRICAÇÃO DE AZULEJOS

1044000 a 1044999 FABRICAÇÃO DE MATERIAL SANITÁRIO, ARTEFATOS DE PORCELANA, FAIANÇA E CERÂMICA ARTÍSTICA - EXCLUSIVE LOUÇA PARA SERVIÇO DE MESA (GRUPO 10.45)

LOUÇA PARA SERVIÇO DE MESA (GRUPO 10.45) 1045000 a 1045999 FABRICAÇÃO DE LOUÇA PARA SERVIÇO DE MESA 1046000 a 1046999 FABRICAÇÃO DE MATERIAL REFRATÁRIO PARA FINS

INDUSTRIAIS (ALUMINOSOS, SILICOSOS, SÍLICO-ALUMINOSOS, GRAFITOSOS, PÓS-EXOTÉRMICOS, “CHAMOTE”, ETC.)

1050001 a 1052999 FABRICAÇÃO DE CLINQUER E DE CIMENTO 1050001 a 1052999 FABRICAÇÃO DE CLINQUER E DE CIMENTO. 1063000 a 1063999 FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DE FIBROCIMENTO.

1065000 a 1065999 FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DE AMIANTO OU ASBESTOS -EXCLUSIVE ARTEFATOS DO VESTUÁRIO E PARA SEGURANÇA INDUSTRIAL (GRANDE GRUPO 25.60).

1070000 a 1079999 FABRICAÇÃO E ELABORAÇÃO DE VIDRO E CRISTAL 1070000 a 1079999 FABRICAÇÃO E ELABORAÇÃO DE VIDRO E CRISTAL.

1081100 a 1081199 BENEFICIAMENTO E PREPARAÇÃO DE GESSO OU GIPSITA -INCLUSIVE GESSO CRE

1081700 a 1081799 BENEFICIAMENTO OU PREPARAÇÃO DE AMIANTO OU ASBESTOS - EXCLUSIVE A FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS (GRUPO 10 65)

(GRUPO 10.65). 1100000 a 1199999 METALÚRGICA 1200000 a 1299999 MECÂNICA

(14)

Fontes de informação Tipos de informações Documentos a consultar

Proprietário ou

responsável pela área

História operacional e ambiental da área Registros de produção, armazenamento e disposição d b tâ i íd de substâncias e resíduos na área, fluxogramas e plantas industriais

Órgão de controle ambiental

Histórico ambiental e operacional da área, dados sobre o meio físico

Processos, relatórios e cadastros

FONTES DE

sobre o meio físico

Ministério público Informações sobre a situação legal da área

Processos

Prefeitura Utilização atual/futura da área e vizinhança

Plano diretor, plantas da área

Empresas de Informações sobre os bens a Mapas, fotografias aéreas e

INFORMAÇÃO PARA O

ESTUDO HISTÓRICO

p planejamento do uso e ocupação do solo ç

proteger localizados próximos à área, histórico operacional da área p g relatórios Empresas prestadoras de serviços especializados como perfuradoras de

Descrição geológica e hidro-geológica da área, história do uso do solo e utilização da

Relatórios contendo mapas perfis descritivos de poços e sondagens fotografias como perfuradoras de poços, aerofotogrametria, firmas de engenharia civil, empresas de abastecimento de água

uso do solo e utilização da área, drenagens, bens a proteger, histórico das

operações na área, disposição de substâncias, “Layout” da área, informações geotécnicas

sondagens, fotografias aéreas multitemporais, plantas das edificações, mapas com utilidades

, ç g

Meios de comunicação Ocorrências de fatos marcan-tes relacionados à área

Jornais , revistas e livros

Corpo de Bombeiros Mapas históricos e plantas de segurança contra incêndio, medidas de segurança t d á

Relatórios, mapas , croquis

tomadas na área Entrevistas com

moradores, funcionários, técnicos da agência am-biental e prefeitura, etc.

Histórico geral da área, processos, operação, disposição de substâncias

Registros das entrevistas executadas.

Institutos (geológico Comportamento dos textos de revistas Institutos (geológico, agronômico, química, pedológico, metereológico, etc.), universidades Comportamento dos contaminantes, geologia, hidrogeologia, metereologia da área etc. textos de revistas especializadas, teses, dissertações, livros.

(15)

DADOS EXISTENTES

FONTES DE

INFORMAÇÃO

TIPO DE INFORMAÇÃO A SER

OBTIDA

DOCUMENTOS A

CONSULTAR

Órgão de controle

Dados cadastrais e localização

Cadastros de indústrias de

Órgão de controle

ambiental

Dados cadastrais e localização

de áreas industriais, comerciais

e de disposição, armazenamento

e tratamento de resíduos.

Cadastros de indústrias, de

áreas comerciais, de acidentes,

de áreas de disposição e

tratamento de resíduos.

Associações

Localização de áreas industriais,

Cadastros de áreas industriais e

industriais e

comerciais,

sindicatos patronais

comerciais e de disposição,

armazenamento e tratamento de

resíduos; classificação industrial.

comerciais.

Órgão de

planejamento do uso

Localização de áreas industriais,

comerciais e de disposição e

Mapas: topográficos, de uso e

ocupação do solo, geológicos,

planejamento do uso

e ocupação do solo

comerciais e de disposição e

tratamento de resíduos;

localização de bens a proteger;

Bases cartográficas.

ocupação do solo, geológicos,

pedológicos, hidrológicos, etc..

Prefeituras

Localização de áreas industriais,

comerciais e de disposição e

Licenças de construção,

cadastros e mapas

comerciais e de disposição e

tratamento de resíduos;

localização de bens a proteger.

cadastros e mapas.

Empresas de

geração e

Localização de depósitos de óleo

combustível e de

Cadastros.

distribuição de

energia elétrica

transformadores

Secretarias de saúde

e agricultura

Localização de depósitos de

agrotóxicos e de suas

embalagens

Cadastros.

embalagens.

Outras

Localização de fontes potenciais

de contaminação.

Listas de endereço, listas

telefônicas.

(16)

“Manual de Gerenciamento de Áreas

Manual de Gerenciamento de Áreas

Contaminadas” (CETESB, 2001)

(17)

QUANDO UMA ÁREA É CONSIDERADA CONTAMINADA SOB

INVESTIGAÇÃO FAZ-SE NECESSÁRIO :

TOMAR TODAS AS MEDIDAS PARA RESGUARDAR OS

RECEPTORES DE RISCO

•IMPEDIR : ACESSO, USO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA, OBRAS,

ESCAVAÇÕES, CONTATO COM O SOLO;

EXIGIR

REMOÇÃO

DE

RESÍDUOS

REMOÇÃO

DE

GASES

• EXIGIR

:

REMOÇÃO

DE

RESÍDUOS,

REMOÇÃO

DE

GASES

MONITORAMENTO DE EXPLOSIVIDADE, VENTILAÇÃO DE ESPAÇOS

CONFINANTES, ETC;

COMUNICAR OS DEMAIS ATORES

• POPULAÇÃO AFETADA; SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE; DAEE;

Ç

EIPE/CETESB; PREFEITURA; MINISTÉRIO PÚBLICO;

REGISTRAR A ÁREA NO CADASTRO DA CETESB

REGISTRAR A ÁREA NO CADASTRO DA CETESB;

REGISTRAR A ÁREA NA MATRÍCULA DO IMÓVEL E

EXIGIR DO RESPONSÁVEL LEGAL A REHABILITAÇÃO DA ÁREA

PARA UM USO SEGURO.

(18)

REHABILITAÇÃO DE ÁREA CONTAMINADA

As intervenções são voltadas para a eliminação ou

p

redução do risco a níveis aceitáveis:

• controlando ou eliminando as fontes de poluição;

• controlando ou eliminando as fontes de poluição;

• removendo ou alterando as características

removendo ou alterando as características

dos

dos

eventuais receptores

.

li i

d

difi

lt

d

i

d

t t

• eliminando ou dificultando as vias de contato; ou

• eliminando ou reduzindo os contaminantes a níveis

• eliminando ou reduzindo os contaminantes a níveis

(19)

“Relação de Áreas Contaminadas” no

Relação de Áreas Contaminadas no

Estado de São Paulo (CETESB,

novembro de 2007)

novembro de 2007)

t b

b

(20)

EVOLUÇÃO DO GERENCIAMENTO DE ÁREAS

CONTAMINADAS NO ESTADO DE SÃO PAULO

ANO

2002

2003

2004

2005

2006

2007

ÁREAS

2

2

1336

1 04

1882

22 2

ÁREAS

CONTAMINADAS

255

727

1336

1504

1882

2272

ÁREAS

200

429

981

1088

937

1148

ÁREAS

AVALIADAS

200

429

981

1088

937

1148

ÁREAS COM

145

312

607

647

839

1030

PROPOSTA DE

REMEDIAÇÃO

OUCOM

OU COM

REMEDIAÇÃO

EM CURSO

Á

ÁREAS

REMEDIADAS

5

14

19

24

46

94

(21)
(22)
(23)

Ferramentas Legais - Municipio de São Paulo

– LEI Nº 13.430/2002

(PLANO DIRETOR)

A t 190 § 4º

ã

id

d

d

i t

bi

t l

á

– Art. 190, § 4º: ...são consideradas de interesse ambiental as áreas

contaminadas ou suspeitas de contaminação, que só poderão ser

utilizadas após investigação e avaliação de risco específico;

– DECRETO Nº 42.319/ 2002

(

Dispõe sobre as diretrizes e procedimentos

relativos ao gerenciamento de áreas contaminadas no Município de

g

p

São Paulo)

– Art. 3º - Qualquer forma de parcelamento, uso e ocupação do solo,

i

l

i

d

di

t

úbli

á

id

d

inclusive

de

empreendimentos

públicos,

em

áreas

consideradas

contaminadas ou suspeitas de contaminação, só poderá ser aprovada

ou regularizada após a realização, pelo empreendedor, de investigação

do terreno e avaliação de risco para o uso existente ou pretendido, a

do terreno e avaliação de risco para o uso existente ou pretendido, a

serem submetidos à apreciação do órgão ambiental competente

.

(24)

FERRAMENTAS LEGAIS - MUNICIPIO

DE SÃO PAULO

DE SÃO PAULO

• DECRETO Nº 42.319, DE 21 DE AGOSTO DE

2002

2002

• Art. 5º A Secretaria Municipal do Meio Ambiente

-• Art. 5 A Secretaria Municipal do Meio Ambiente

SMMA deverá manter cadastro de áreas

contaminadas e suspeitas de contaminação,

permanentemente atualizado, preferencialmente em

permanentemente atualizado, preferencialmente em

consonância com o órgão ambiental estadual, para,

dentre outras finalidades, subsidiar as ações de

outras Secretarias Municipais em relação ao tema.

p

ç

§ 1º - A Secretaria Municipal do Meio Ambiente

deverá disponibilizar os dados do cadastro de áreas

contaminadas e suspeitas de contaminação às

demais unidades da Prefeitura, de modo a

(25)

FERRAMENTAS LEGAIS - MUNICIPIO DE SÃO PAULO

Lei 13.885/2004 (art. 201)

– necessidade de avaliação de risco para parcelamento do solo,

edificação mudança de uso

em terrenos públicos ou privados

edificação, mudança de uso … em terrenos públicos ou privados

considerados contaminados ou suspeitos de contaminação…;

– Imóveis suspeitos de contaminação:

• aqueles que tenham, a qualquer tempo, abrigado qualquer das

seguintes atividades: indústria química, petro-química,

t lú i

f

ê ti

tê til d

ó it

d

íd

t

metalúrgica, farmacêutica, têxtil, depósitos de resíduos, posto

de abastecimento de combustível etc…

(26)

CONSTRUÇÃO CIVIL E

CONSTRUÇÃO CIVIL E

ÁREAS CONTAMINADAS

(27)

PROCEDIMENTOS CETESB NO

PROCEDIMENTOS CETESB NO

QUE SE REFERE À CONSTRUÇÃO

Q

Ç

CIVIL

• As áreas onde está ocorrendo mudança de uso

são consideradas como prioritárias;

p

• Em decorrência, os procedimentos relativos são

ili d

i

l

d

agilizados internamente resultando em prazos

menores para manifestação da CETESB;

(28)

CONSTRUÇÃO CIVIL E ÁREAS

CONTAMINADAS

CONTAMINADAS

• POSSÍVEL APÓS CONCLUSÃO E VALIDAÇÃO PELA

Ã

CETESB

DA

INVESTIGAÇÃO

DETALHADA,

AVALIAÇÃO DE RISCO E PLANO DE INTERVENÇÃO;

• VERIFICAR

SE

AS

ATIVIDADES

A

SEREM

LICENCIADAS INTERFEREM NA REMEDIAÇÃO DA

LICENCIADAS INTERFEREM NA REMEDIAÇÃO DA

ÁREA;

• VERIFICAR SE AS PESSOAS QUE VÃO DESENVOLVER

ATIVIDADES NA ÁREA LICENCIADA NÃO ESTARÃO

ATIVIDADES NA ÁREA LICENCIADA NÃO ESTARÃO

EXPOSTAS A RISCOS

(29)

PLUMA DE CONTAMINAÇÃO DO AQUÍFERO

FREÁTICO ATINGINDO VÁRIOS RIOS

(30)
(31)
(32)

CONCLUÍDAS E VALIDADAS PELA

CONCLUÍDAS E VALIDADAS PELA

CETESB A INVESTIGAÇÃO

DETALHADA A AVALIAÇÃO DE

DETALHADA, A AVALIAÇÃO DE

RISCO E O PLANO DE INTERVENÇÃO,

PODE SER INICIADO O

EMPREENDIMENTO,

COORDENANDO-SE O GERENCIAMENTO DO RISCO

COM A IMPLANTAÇÃO DA OBRA

COM A IMPLANTAÇÃO DA OBRA

(33)

MEDIDAS PARA GERENCIAMENTO DO RISCO

– PLANEJAMENTO E PROJETO CONDICIONADO ÀS RESTRIÇÕES;

– RESTRIÇÃO DE ESCAVAÇÕES;

C SS

SO

– NECESSIDADE DE USO DE EPIs;

– RESTRIÇÃO À DESTINAÇÃO DE SOLOS ESCAVADOS E ÁGUAS

SUBTERRÃNEAS BOMBEADAS

SUBTERRÃNEAS BOMBEADAS;

(34)
(35)
(36)

CONCLUÍDA A REHABILITAÇÃO

Á

Á

DA ÁREA A CETESB EMITIRÁ UM

TERMO DE REHABILITAÇÃO PARA

TERMO DE REHABILITAÇÃO PARA

O USO DECLARADO ONDE

Ã

Õ

CONSTARÃO AS RESTRIÇÕES QUE

DEVERÃO SER AVERBADAS NA

DEVERÃO SER AVERBADAS NA

MATRÍCULA DO IMÓVEL E NAS

CONVENÇÕES DE CONDÔMINOS

CONVENÇÕES DE CONDÔMINOS

Referências

Documentos relacionados

Analisando-se os resultados, observou-se que, logo na primeira avaliação aos 8 dias de armazenamento, em ambiente refrigerado, o tratamento testemunha já

Tratamento conservador até aos 4 anos de vida, com evolução para insuficiência renal crónica terminal (IRCT) e manutenção do Síndrome Nefrótico (SN) (creatinina

hnson inspirada pelo exemplo da obra hollandesa e da organisação parisiense, tem até hoje installado mais de 260 casas de soccorro por meio de subscri- pções privadas que sobem

In this work, TiO2 nanoparticles were dispersed and stabilized in water using a novel type of dispersant based on tailor-made amphiphilic block copolymers of

Imediatamente após o transplante de medula, os antibióticos e os antifúngicos necessários durante a aplasia, os narcóticos utilizados para tratar a mucosité, os

— Publicado o ajuste de casamento, e não appare- cendo opposição no correr dos doze dias, dará o official do registro aos nubentes certificado de habilitação para a

Os Autores dispõem de 20 dias para submeter a nova versão revista do manuscrito, contemplando as modifica- ções recomendadas pelos peritos e pelo Conselho Editorial. Quando

DEMONSTRAÇÃO: Como as órbitas principais de G são variedades homogêneas e têm dimensão 2, segue-se que elas devem ter curvatura seccional constante. Por- tanto, a