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PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS

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Academic year: 2021

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PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS

I – NOVAS SOLUÇÕES DE CONSULTAS. ... 2 A) RECEITA DE VENDA DE MERCADORIAS DESTINADAS AO CONSUMO OU À INDUSTRIALIZAÇÃO NA ZONA FRANCA DE MANAUS, INCLUSIVE DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS, ESTÁ SUJEITA A ALÍQUOTA ZERO DE PIS/COFINS, CONFORME SOLUÇÃO DE CONSULTA ABAIXO. ... 2 B) VALOR RECEBIDO A TÍTULO DE VALE-PEGÁGIO NÃO É BASE DE CÁLCULO DO PIS E DA COFINS, CONFORME SOLUÇÃO DE CONSULTA ABAIXO. ... 3 C) FRETE E ARMAZENAGEM RELATIVOS A BENS IMPORTADOS PARA REVENDA NÃO GERAM DIREITO A CRÉDITO DE PIS/COFINS, CONFORME SOLUÇÃO DE CONSULTA ABAIXO. ... 3 D) SERVIÇOS DE TELEMARKETING NÃO ESTÃO SUJEITOS À RETENÇÃO DE IR, CSLL, PIS E COFINS, CONFORME SOLUÇÃO DE CONSULTA ABAIXO. ... 4

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I – NOVAS SOLUÇÕES DE CONSULTAS.

A) RECEITA DE VENDA DE MERCADORIAS DESTINADAS AO CONSUMO OU À INDUSTRIALIZAÇÃO NA ZONA FRANCA DE MANAUS, INCLUSIVE DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS, ESTÁ SUJEITA A ALÍQUOTA ZERO DE PIS/COFINS, conforme solução de consulta abaixo.

SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 283, DE 3 DE NOVEMBRO DE 2011 Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – Cofins ALÍQUOTA ZERO. ZONA FRANCA DE MANAUS.

A partir de 26 de julho de 2004, a alíquota da Cofins incidente sobre as receitas de vendas de mercadorias destinadas ao consumo ou à industrialização na ZFM foi reduzida a 0 (zero). Para efeito da redução de alíquota, consideram-se "mercadorias destinadas ao consumo na ZFM" as mercadorias que tenham como destinatárias pessoas jurídicas que as venham a utilizar diretamente ou para comercialização por atacado ou a varejo. Máquinas e equipamentos vendidos a pessoa jurídica situada na Zona Franca de Manaus, destinados a serem utilizados em seu próprio processo industrial, sendo integrados a seu ativo imobilizado, fazem jus ao benefício fiscal de redução de alíquota a "zero", disposto no artigo 2º, caput e § 1º , da Lei No- 10.996, de 2004, dado caracterizarem-se como mercadorias para utilização direta da pessoa jurídica adquirente.

Dispositivos Legais: Medida Provisória No- 202, de 2004, artigos. 2º e 3º, convertida na Lei No- 10.996, de 2004, artigos 2º e 6º.

Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep

ALÍQUOTA ZERO. ZONA FRANCA DE MANAUS.

A partir de 26 de julho de 2004, a alíquota da contribuição para o PIS/Pasep incidente sobre as receitas de vendas de mercadorias destinadas ao consumo ou à industrialização na ZFM foi reduzida a 0 (zero). Para efeito da redução de alíquota, consideram-se "mercadorias destinadas ao consumo na ZFM" as mercadorias que tenham como destinatárias pessoas jurídicas que as venham a utilizar diretamente ou para comercialização por atacado ou a varejo. Máquinas e equipamentos vendidos a pessoa jurídica situada na Zona Franca de Manaus, destinados a serem utilizados em seu próprio processo industrial, sendo integrados a seu ativo imobilizado, fazem jus ao benefício fiscal de redução de alíquota a "zero", disposto no artigo 2º, caput e § 1º , da Lei No- 10.996, de 2004, dado caracterizarem- se como mercadorias para utilização direta da pessoa jurídica adquirente.

Dispositivos Legais: Medida Provisória No- 202, de 2004, artigos. 2º e 3º, convertida na Lei No- 10.996, de 2004, artigos 2º e 6º.

EDUARDO NEWMAN DE MATTERA GOMES Chefe

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B) VALOR RECEBIDO A TÍTULO DE VALE-PEGÁGIO NÃO É BASE DE CÁLCULO DO PIS E DA COFINS, conforme solução de consulta abaixo.

SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 306, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2011 Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins VALE- PEDÁGIO.

O valor recebido a título de Vale-Pedágio obrigatório, instituído pela Lei No- 10.209, de 2001, para utilização efetiva em despesas de deslocamento de carga por meio de transporte rodoviário, nas rodovias brasileiras, não constitui base de incidência da Cofins.

Dispositivos Legais: Lei 10.209, de 2001 arts. 1º e 2º e parágrafo único; Lei 10.833, de 2003, art.1º, § 3º, I; e IN SRF 247, de 2002, art. 35, parágrafo único.

Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep VALE- PEDÁGIO.

O valor recebido a título de Vale-Pedágio obrigatório, instituído pela Lei No- 10.209, de 2001, para utilização efetiva em despesas de deslocamento de carga por meio de transporte rodoviário, nas rodovias brasileiras, não constitui base de incidência da contribuição ao PIS/Pasep.

Dispositivos Legais: Lei 10.209, de 2001 arts. 1º e 2º e parágrafo único; Lei 10.833, art. 1º, §3º, I e art. 15, § 1º; e IN SRF 247, de 2002, art. 35, parágrafo único.

EDUARDO NEWMAN DE MATTERA GOMES Chefe

C) FRETE E ARMAZENAGEM RELATIVOS A BENS IMPORTADOS PARA REVENDA NÃO GERAM DIREITO A CRÉDITO DE PIS/COFINS, conforme solução de consulta abaixo.

SOLUÇÃO DE CONSULTA No-307, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2011 Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins CRÉDITO. FRETE E ARMAZENAGEM NA AQUISIÇÃO DE BENS IMPORTADOS PARA REVENDA.

O direito ao crédito a que se refere o art. 3º da Lei No- 10.833, de 2003, aplica-se, exclusivamente, em relação aos bens e serviços adquiridos de pessoa jurídica domiciliada no País e aos custos e despesas incorridos, pagos ou creditados a pessoa jurídica domiciliada no País. O desconto de créditos, no

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caso de importações sujeitas ao pagamento da Cofins-Importação, sujeita-se ao disposto no art. 15, § 3º, da Lei No- 10.865, de 2004, que determina que a base de cálculo para a apuração desses créditos corresponde ao valor aduaneiro, calculado na forma do art. 7o, I, desta mesma Lei, acrescido do valor do IPI vinculado à importação, quando integrante do custo de aquisição. Assim, os gastos com frete e armazenagem relativos a bens importados para revenda não geram direito a crédito da Cofins, por não fazer parte da sua base de cálculo, nos termos da legislação em vigor, nem se enquadram nas demais hipóteses para as quais é prevista a possibilidade de crédito nos incisos III a X do art. 3º da Lei n 10.833, de 2003.

Dispositivos Legais: Lei No- 10.833, de 2003, art. 3º; Lei No- 10.865, de 2004, arts. 1º, 7º e 15; Decreto No- 3.000, de 1999, art. 289.

Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep

CRÉDITO. FRETE E ARMAZENAGEM NA AQUISIÇÃO DE BENS IMPORTADOS PARA REVENDA.

O direito ao crédito a que se refere o art. 3º da Lei No- 10.637, de 2002, aplica-se, exclusivamente, em relação aos bens e serviços adquiridos de pessoa jurídica domiciliada no País e aos custos e despesas incorridos, pagos ou creditados a pessoa jurídica domiciliada no País. O desconto de créditos, no caso de importações de bens sujeitas ao pagamento da Contribuição para o PIS-Importação, sujeita-se ao disposto no art. 15, § 3º, da Lei No- 10.865, de 2004, que determina que a base de cálculo para a apuração desses créditos corresponde ao valor aduaneiro, calculado na forma do art. 7o, I, desta mesma Lei, acrescido do valor do IPI vinculado à importação, quando integrante do custo de aquisição. Assim, os gastos com frete e armazenagem relativos a bens importados para revenda não geram direito a crédito da Contribuição ao PIS/Pasep, por não fazer parte da sua base de cálculo, nos termos da legislação em vigor, nem se enquadram nas demais hipóteses para as quais é prevista a possibilidade de crédito nos incisos III a X do art. 3º da Lei n 10.637, de 2002.

Dispositivos Legais: Lei No- 10.637, de 2002, art. 3º; Lei No- 10.865, de 2004, arts 1º, 7º e 15; Decreto No- 3.000, de 1999, art.289.

EDUARDO NEWMAN DE MATTERA GOMES Chefe

D) SERVIÇOS DE TELEMARKETING NÃO ESTÃO SUJEITOS À RETENÇÃO DE IR, CSLL, PIS E COFINS, conforme solução de consulta abaixo.

SOLUÇÃO DE CONSULTA No-315, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2011 Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – Cofins RETENÇÃO NA FONTE. TELEMARKETING.

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Os pagamentos efetuados por pessoa jurídica de direito privado em contrapartida à prestação de serviços de telemarketing não se encontram sujeitos à retenção na fonte da Cofins, nos termos do art.30 da Lei No- 10.833, de 2003, conhecidas as disposições do art.1º, §2º, da IN SRF nº459, de 2004, bem como do art. 647, §1º, do RIR/99.

Dispositivos Legais: Lei No- 10.833, de 2003, art. 30; Decreto No- 3.000, de 1999 (RIR/99), art. 647, §1º; IN SRF No- 459, de 2004, art.1º, §2º.

Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep RETENÇÃO NA FONTE. TELEMARKETING.

Os pagamentos efetuados por pessoa jurídica de direito privado em contrapartida à prestação de serviços de telemarketing não se encontram sujeitos à retenção na fonte da contribuição para o PIS/Pasep, nos termos do art.30 da Lei No- 10.833, de 2003, conhecidas as disposições do art.1º, §2º, da IN SRF nº459, de 2004, bem como do art. 647, §1º, do RIR/99.

Dispositivos Legais: Lei No- 10.833, de 2003, art. 30; Decreto No- 3.000, de 1999 (RIR/99), art. 647, §1º; IN SRF No- 459, de 2004, art.1º, §2º.

Assunto: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL RETENÇÃO NA FONTE. TELEMARKETING.

Os pagamentos efetuados por pessoa jurídica de direito privado em contrapartida à prestação de serviços de telemarketing não se encontram sujeitos à retenção na fonte de CSLL, nos termos do art.30 da Lei No- 10.833, de 2003, conhecidas as disposições do art.1º, §2º, da IN SRF nº459, de 2004, bem como do art. 647, §1º, do RIR/99.

Dispositivos Legais: Lei No- 10.833, de 2003, art. 30; Decreto No- 3.000, de 1999 (RIR/99), art. 647, §1º; IN SRF No- 459, de 2004, art.1º, §2º.

Assunto: Imposto sobre a Renda Retido na Fonte - IRRF RETENÇÃO NA FONTE. TELEMARKETING.

Os pagamentos efetuados por pessoa jurídica de direito privado em contrapartida à prestação de serviços de telemarketing não se encontram sujeitos à retenção na fonte de IRRF, conhecidas as disposições dos arts. 647, §1º, e 649 do RIR/99.

Dispositivos Legais: Decreto No- 3.000, de 1999 (RIR/99), arts.647, §1º, e 649. EDUARDO NEWMAN DE MATTERA GOMES

Referências

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