• Nenhum resultado encontrado

CARTA AOS MEMBROS DA ORDEM DOS ARQUITECTOS

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "CARTA AOS MEMBROS DA ORDEM DOS ARQUITECTOS"

Copied!
12
0
0

Texto

(1)

GUIA PARA O

12º CONGRESSO

DOS ARQUITECTOS

CARTA AOS

MEMBROS DA

ORDEM DOS

ARQUITECTOS

Serve a presente carta para convidar todos os membros da Ordem dos Arquitectos a inscrever-se e a participar no 12º Congresso dos Arquitectos, que decorrerá nos próximos dias 10, 11 e 12 de Dezembro, em Vila Nova de Famalicão, sob o tema

Arquitectura para Todos: uma Política Pública de Arquitectura para Portugal.

O 12º Congresso, abrindo a OA ao País, pretende ser um momento único de participação associativa e de reflexão conjunta, cujas conclusões se esperam fundamentais para o futuro da Arquitectura e do exercício profissional dos arquitectos em Portugal. (...)

A ambição do 12º Congresso – implementada a nova Lei 31/2009 que revoga o Decreto 73/73 – decorre da procura em concretizar um dos objectivos centrais que há muito a OA perfila: a criação e implementação de uma Política Pública de

Arquitectura em Portugal.

Ora, esta Política não é redundante, bem pelo contrário. Trata-se de continuar o Direito à Arquitectura, ou melhor, de procurar que a Arquitectura seja mais acessível a todas as pessoas.

Por isso, uma Política Pública de Arquitectura visa promover a Arquitectura como recurso para qualidade e sustentabilidade do ambiente construído, para a qualidade de vida dos cidadãos, para afirmação cultural e para o desempenho da economia, dando particular relevância à participação das comunidades, à educação pela arquitectura, à criatividade e património arquitectónico, e à melhoria do exercício profissional dos arquitectos. (...)

Assim sendo, reitero o convite a todos os membros da Ordem dos Arquitectos a inscreverem-se no 12º Congresso dos Arquitectos e, tanto quanto possível, a participar nas respectivas sessões de trabalho.

JOÃO BELO RODEIA,

Presidente da Ordem dos Arquitectos, 27-10-2009

10 A 12 DEZEMBRO 2009

CASA DAS ARTES

PARQUE DE SINÇÃES

VILA NOVA DE FAMALICÃO

(2)

10 A 12 DEZEMBRO 2009 CA S A D A S AR TES P ARQUE DE SINÇÃES VILA NO V A DE F AMALICÃO

COMISSÃO

DE HONRA

Dr.ª Isabel Veiga Ministra da Educação Prof. Doutor Mariano Gago Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Dr.ª Gabriela Canavilhas Ministra da Cultura Dr. Elísio Summavielle Secretário de Estado da Cultura

Prof. José do Álamo Meneses Secretário Regional do Ambiente e do Mar do Governo Regional dos Açores

Dr. Fernando Ruas Presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) Dr. Carlos Cardoso Lage Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N)

Arqº Armindo Borges Alves Costa Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão Dr. Basílio Horta Presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP-Portugal Global)

Engº Nuno Vasconcelos Presidente do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU)

Dr. António Flores de Andrade Presidente do Instituto da Construção e do Imobiliário (INCI) Dr. Jorge Barreto Xavier Director-Geral das Artes (DGARTES)

Arqº Rolando Borges Martins Presidente da PARQUE EXPO

Arqº Juhani Katainen Presidente do Conselho dos Arquitectos da Europa (CAE) Prof.ª Doutora Margarida Pereira Presidente da Associação Portuguesa de Geógrafos Arqº Carlos Hernandez Pezzi Presidente do Consejo Superior de los Colegios de Arquitectos de España

Arqº Manuel Fortea Luna Decano do Colegio Oficial de Arquitectos de Extremadura Arqº Celestino Garcia Braña Decano Presidente do Colexio Oficial de Arquitectos de Galicia Arqº António Gameiro Presidente do Conselho Nacional da Ordem dos Arquitectos de Angola Arqº Cipriano Fernandes Bastonário da Ordem dos Arquitectos Caboverdeanos Arqº João Virmond Suplicy Neto Presidente do Instituto dos Arquitetos do Brasil

Engº José António Barros Presidente da Associação Empresarial de Portugal (AEP) Engº Manuel Reis Campos Presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICOOPN) Engº Ricardo Pedrosa Gomes Presidente da Direcção da Associação de Empresas de Construção, Obras Públicas e Serviços (AECOPS)

Dr. Filipe Soares Franco Presidente da Associação Nacional de Empreiteiros de Obras Públicas (ANEOP)

Dr. Luís Hilário Fernandes Carvalho Lima Presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP)

Dr. Emílio Rui Vilar Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian

Arqº José Mateus Gerente Executivo da Trienal de Arquitectura de Lisboa Prof. Arqº Francisco Berger Presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa Prof. Arqº Alberto Cruz Reaes Pinto Director do Departamento de Arquitectura da Universidade Lusíada de Lisboa

Prof. Arqº Fernando Mariz Director da Faculdade de Arquitectura e Artes da Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão Prof. Arqº Mário Moutinho Reitor da

Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia

Prof. Arqº Flávio Barbini Director do Departamento de Arquitectura da Universidade Autónoma de Lisboa

Prof. Arqº Luís Pinto de Faria Coordenador do Mestrado Integrado de Arquitectura e Urbanismo da Universidade Fernando Pessoa Prof. Arqº Fernando Gonçalves Coordenador do Curso de Arquitectura do Centro

Regional das Beiras da Universidade Católica Portuguesa

Prof. Arqº Paulo Cruz Presidente da Escola de Arquitectura da Universidade do Minho Engº Mário Lino Ex-Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações O Congresso dos Arquitectos é o

principal fórum político, científico, técnico e cultural nos âmbitos da Arquitectura e da profissão de arquitecto. Reunido sob um Tema Geral, propõe acções, linhas de orientação e definições estratégicas para a actuação e actividades da OA.

CONGRESSOS ANTERIORES

1º Congresso Nacional de Arquitectura, SNA, Lisboa, 1948

2º Congresso, Tema: Linhas de Actuação da AAP, Porto, 1979 3º Congresso, Tema: Os Arquitectos e o Ordenamento do Território, Lisboa, 1981

4º Congresso, Tema: Alcance e Defesa do Exercício da Profissão, Lisboa, 1984 5º Congresso, Tema: Inserção da Prática Profissional do Arquitecto na Sociedade Portuguesa, Porto, 1986 6º Congresso, Tema: A Qualidade do Espaço Edificado Hoje, Coimbra, 1989 7º Congresso, Tema: Os Arquitectos Portugueses e a Europa – uma Cultura, uma Responsabilidade, Lisboa, 1992 8º Congresso, Tema: A Cidade, a Arquitectura e o Interesse Público, Aveiro, 1995

9º Congresso, Tema: Humanizar a Cidade e o Território – o Papel da Arquitectura, a Intervenção do Arquitecto, Évora, 2000 10º Congresso, Tema: Direito à Arquitectura, Guimarães, 2003 11º Congresso, Tema: Novos Territórios, Almada, 2006

PELA PRIMEIRA VEZ DESDE 1948,

O 12º CONGRESSO DOS ARQUITECTOS

TEM UMA COMISSÃO DE HONRA

Esta comissão é constituída por um conjunto de individualidades que representa o Governo, Regiões Autónomas, Autarquias, instituições públicas e privadas, e sociedade civil. Integra também um conjunto de peritos portugueses e estrangeiros convidado.

Até 11 de Novembro de 2009, aceitaram fazer parte da Comissão de Honra do 12º Congresso dos Arquitectos:

(3)

10 A 12 DEZEMBRO 2009 CA S A D A S AR TES P ARQUE DE SINÇÃES VILA NO V A DE F AMALICÃO

ENQUADRAMENTO

A criação e implementação de uma Política

Pública de Arquitectura em Portugal constitui

há muito um dos objectivos centrais da Ordem dos Arquitectos, sempre na perspectiva de alargar o Direito à Arquitectura, ou melhor, de que a Arquitectura seja mais acessível a todas as pessoas.

Uma Política Pública de Arquitectura visa promover a Arquitectura como recurso para a qualidade e sustentabilidade do ambiente construído, para a qualidade de vida dos cidadãos, para a afirmação cultural e para o desempenho da economia, dando particular relevância à participação das comunidades, à educação pela arquitectura, à criatividade e património arquitectónico, e à melhoria do exercício profissional dos arquitectos.

Esta Política, para além da definição de grandes princípios e objectivos, deve ser acompanhada por um programa detalhado de medidas e acções, com metas temporais definidas.

Para a criação de uma Política Pública de

Arquitectura em Portugal consideram-se os

seguintes pressupostos:

UM NOVO CICLO A nova Lei 31/2009 – que

revoga o Decreto 73/73 – abre um novo ciclo de responsabilidade, de exigência e de oportunidades para os arquitectos em Portugal.

DIREITO À ARQUITECTURA Este novo Ciclo

está associado ao Direito à Arquitectura, ou seja, ao acesso de todos a melhor ambiente construído e a mais qualidade de vida, designadamente no quadro do direito à habitação e do direito ao ambiente consagrados na Constituição da República Portuguesa.

PROGRAMA NACIONAL DE POLÍTICA DE ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO

O Direito à Arquitectura deve ser assegurado por uma Política Pública de Arquitectura, prevista no PNPOT e recentemente iniciada com a criação de um Grupo de Trabalho no âmbito do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do

Desenvolvimento Regional, que a OA integra.

POLÍTICAS DE ARQUITECTURA NA EUROPA

A larga maioria dos Estados-Membros da União Europeia tem Políticas Nacionais

de Arquitectura. Apresentam princípios e

objectivos com traços comuns, acompanhados por programas concretos de acções e medidas. A sua implementação tem permitido promover o acesso das comunidades e dos cidadãos à Arquitectura, com resultados positivos no que diz respeito, em particular, à melhoria da qualidade e sustentabilidade do ambiente construído, e à melhoria das condições para o exercício profissional dos arquitectos.

RECOMENDAÇÕES DO CONSELHO DE ARQUITECTOS DA EUROPA O Conselho

de Arquitectos da Europa recomenda a implementação de Políticas Nacionais

de Arquitectura em todos os

Estados--Membros, tal como expresso no Manifesto para as Eleições Europeias 2009 que a OA apresentou aos Partidos Políticos, por forma a informar e orientar os decisores e o grande público quanto aos benefícios da Arquitectura na vida quotidiana, envolvendo os cidadãos na melhoria da qualidade e da sustentabilidade do ambiente construído.

TEMA

ENQUADRAMENTO

OBJECTIVOS

ARQUITECTURA PARA TODOS: UMA

POLÍTICA PÚBLICA DE ARQUITECTURA

PARA PORTUGAL CONSTITUI O TEMA

(4)

10 A 12 DEZEMBRO 2009 CA S A D A S AR TES P ARQUE DE SINÇÃES VILA NO V A DE F AMALICÃO

CONCLUSÕES DO CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA (2008/C 319/05) O Governo

Português subscreveu as recentes

Conclusões do Conselho da União Europeia sobre a Arquitectura, de Dezembro de 2008, assente em documento proposto pelo Fórum Europeu para as Políticas de Arquitectura, no qual a OA participa.

MANIFESTO ELEITORAL DA OA PARA AS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS 2009

A concretização de uma Política Pública de

Arquitectura em Portugal integra o Manifesto

para as Eleições Legislativas 2009 que a OA apresentou aos Partidos Políticos, com acolhimento em alguns dos respectivos programas eleitorais.

COM UM NOVO CICLO, UMA POLÍTICA PÚBLICA DE ARQUITECTURA EM PORTUGAL

Revogado o Decreto 73/73, o Direito de todos à Arquitectura ganha assim amplo sentido numa Política Pública de Arquitectura, inseparável de melhores condições para o exercício profissional.

Assim, continuando o longo caminho de responsabilidade social e participação cívica dos arquitectos iniciado em 1948, a OA procurará contribuir activamente para a sua implementação, convocando para o efeito o seu 12º Congresso.

OBJECTIVOS

OBJECTIVO 01

ABRIR A ORDEM DOS ARQUITECTOS AO PAÍS Destacar a importância pública da

Arquitectura para o ambiente construído e para a qualidade de vida dos cidadãos.

OBJECTIVO 02

CONTRIBUIR PARA UMA POLÍTICA PÚBLICA DE ARQUITECTURA EM PORTUGAL

Protagonizar a OA como parceiro fundamental do Estado na definição de temas, conteúdos e agenda programática para a implementação de uma Política

Pública de Arquitectura em Portugal. OBJECTIVO 03

EQUACIONAR O EXERCÍCIO DA PROFISSÃO DE ARQUITECTO NO QUADRO DE UMA POLÍTICA PÚBLICA DE ARQUITECTURA EM PORTUGAL Protagonizar a profissão de

arquitecto como recurso de uma Política

Pública de Arquitectura em Portugal.

SUBTEMAS

Os subtemas do 12º Congresso decorrem do Tema Geral, por forma a abranger as áreas fundamentais que deverão informar uma

Política Pública de Arquitectura em Portugal. SUBTEMA 01

ARQUITECTURA E AMBIENTE CONSTRUÍDO

Uma Política Pública de Arquitectura visa a Arquitectura como Ambiente Construído, incentivando a regeneração e requalificação das paisagens, cidades e edifícios, assim como o combate às alterações climáticas, tendo em vista o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida dos cidadãos.

PAINEL 01.01

ORDENAMENTO E REABILITAÇÃO DE CIDADES E TERRITÓRIOS

OBJECTIVO: Identificar medidas e acções fundamentais no âmbito do Ordenamento e Reabilitação de Cidades e Territórios TÓPICOS: ordenamento do território, paisagem, cidade, cidade difusa, reabilitação urbana, regeneração urbana, planeamento, habitar colectivo, habitação, infra-estruturas, administração pública

PAINEL 01.02

COMBATE ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS E SUSTENTABILIDADE DAS CIDADES E EDIFÍCIOS

OBJECTIVO: Identificar medidas e acções fundamentais no âmbito do Combate às Alterações Climáticas e Sustentabilidade das Cidades e Edifícios

TÓPICOS: sustentabilidade, alterações climáticas, eficiência energética, energias alternativas, emissões de CO2, certificação

SUBTEMA 02

ARQUITECTURA E CULTURA

Uma Política Pública de Arquitectura visa a Arquitectura como Cultura, incentivando, por um lado, a criatividade e a inovação, e equacionando, por outro, a conservação, a valorização e o papel do património arquitectónico na sociedade contemporânea.

PAINEL 02.01

INOVAÇÃO E CRIATIVIDADE EM ARQUITECTURA

OBJECTIVO: Identificar medidas e acções fundamentais no âmbito da Inovação e Criatividade em Arquitectura

TÓPICOS: inovação, criatividade, investigação, promoção, redes culturais, indústrias culturais, internacionalização

PAINEL 02.02

CONSERVAÇÃO E VALORIZAÇÃO DO PATRIMÓNIO CONSTRUÍDO

OBJECTIVO: Identificar medidas e acções fundamentais no âmbito da Conservação e Valorização do Património Construído TÓPICOS: património arquitectónico, protecção, conservação, salvaguarda, valorização, recurso sociocultural, recurso identitário

(5)

10 A 12 DEZEMBRO 2009 CA S A D A S AR TES P ARQUE DE SINÇÃES VILA NO V A DE F AMALICÃO SUBTEMA 03 ARQUITECTURA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL

Uma Política Pública de Arquitectura visa a Arquitectura como Exercício Profissional, incentivando a capacitação dos actos próprios da profissão de arquitecto e pugnando por melhores condições para a sua prática, designadamente legislação adequada e critérios objectivos para a encomenda pública, tendo em vista a protecção dos consumidores e a qualidade do ambiente construído.

PAINEL 03.01

LEGISLAÇÃO, ENCOMENDA PÚBLICA E DEFESA DOS CONSUMIDORES

OBJECTIVO: Identificar medidas e acções fundamentais no âmbito da Legislação, Encomenda Pública e Defesa dos Consumidores

TÓPICOS: legislação, regulamentação, normas, licenciamento, código de construção, prática profissional, encomenda com

financiamento público, encomenda privada, qualidade da construção

PAINEL 03.02

HABILITAÇÃO, CAPACITAÇÃO E RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL

OBJECTIVO: Identificar medidas e acções fundamentais no âmbito da Habilitação, Capacitação e Responsabilidade Profissional TÓPICOS: ensino da arquitectura, acesso à profissão, acesso a actos próprios profissionais, formação contínua, colégios de especialidade, regulação da profissão, deontologia

SUBTEMA 04

ARQUITECTURA E CIDADANIA

Uma Política Pública de Arquitectura visa a Arquitectura como Cidadania, incentivando, por um lado, a participação das comunidades e dos cidadãos, e promovendo, por outro, a educação com a arquitectura, tendo em vista cidadãos mais habilitados e mais exigentes quanto ao ambiente construído.

PAINEL 04.01

PARTICIPAÇÃO DAS COMUNIDADES E DOS CIDADÃOS

OBJECTIVO: Identificar medidas e acções fundamentais no âmbito da Participação das Comunidades e dos Cidadãos TÓPICOS: participação, comunidades, sociedade civil, acção local, redes sociais, associativismo, divulgação, centros de arquitectura, acesso à arquitectura

PAINEL 04.02

EDUCAÇÃO COM A ARQUITECTURA

OBJECTIVO: Identificar medidas e acções fundamentais no âmbito da Educação com a Arquitectura

TÓPICOS: educação pela arquitectura, formação cívica, serviço educativo, capacitação dos cidadãos

CONFERENCISTAS

ALBERTO ESCOVAR WILSON-WHITE

Formado em Arquitectura pela Universidad de

los Andes em 1991 e graduado em História da

Arquitectura e Teoria da Arte pela Universidad

Nacional em 2000, tem trabalhado em

entidades relacionadas com a conservação e recuperação do património cultural.

Foi guionista, com Jimena Montaña, da série de televisão Herencia, que ganhou o primeiro Prémio da área de audiovisuais na IIª Bienal Ibero-Americana de Arquitectura (México, 2000) e o Prémio Simón Bolívar de Jornalismo (Bogotá, 2001). É também editor e autor de vários livros.

Actualmente é Director-Geral da Fundação

Escuela Taller de Bogotá, e apresentador da

série de televisão Historia Central, dedicada aos centros históricos da Colômbia, e do programa cultural Cultura Capital.

ROB DOCTER

Director-geral do Berlage Institute, foi, entre 1992 e 1996, o responsável pela Política de Arquitectura do governo holandês, estando à cabeça do Departamento de Arquitectura do Ministério da Educação, Cultura e Ciência. É o presidente do Fórum Europeu para as Políticas de Arquitectura, membro fundador do Venice Rietveld Pavilion Foundation e membro do Advisory Committee of

the European Prize for Contemporary Architecture Mies van der Rohe Award. NUNO PORTAS

Licenciou-se em arquitectura em 1959 na Escola Superior de Belas-Artes do Porto. É Doutor Honoris Causa pela Universidade de Aveiro (1998) e pelo Politécnico de Milão em 2005, data em que também recebe o prémio Sir Patrick Abercrombie de Urbanismo da União Internacional de Arquitectos. Para além de diversas actividades ligadas à arquitectura, desde inúmeras publicações a colaborações com projectos particulares ou organizações internacionais, esteve também ligado à Política, nomeadamente na área do Urbanismo.

(6)

10 A 12 DEZEMBRO 2009 CA S A D A S AR TES P ARQUE DE SINÇÃES VILA NO V A DE F AMALICÃO

10 DE DEZEMBRO

QUINTA-FEIRA

10h00 Abertura do Secretariado Recepção dos Participantes

10h30

VISITA GUIADA

Centro de Estudos Camilianos São Miguel de Seide**

15h00

SESSÃO SOLENE

DE ABERTURA

Grande Auditório

Apresentação do Tema do 12º Congresso

16h00

CONFERÊNCIA

DE ABERTURA

Grande Auditório Rob Docter (NL) 16h30 Coffee break 17h00

CONFERÊNCIA

DE ABERTURA

Grande Auditório Nuno Portas 17h30

SESSÃO PLENÁRIA

DE APRESENTAÇÃO

Grande Auditório

Apresentação de Moções de Orientação ao 12º Congresso

19h00

Encerramento dos Trabalhos

21h00

Recepção oferecida pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão

11 DE DEZEMBRO

SEXTA-FEIRA

(MANHÃ)

SUBTEMA 01

ARQUITECTURA E

AMBIENTE CONSTRUÍDO

Grande Auditório 09h00

01.01 ORDENAMENTO E

REABILITAÇÃO DE CIDADES

E TERRITÓRIOS

Moderador e Relator: Jorge Bonito Santos e Ana Bonifácio. Oradores Convidados: Joan Busquets (ES), Jorge Gaspar e Alexandre Cancela de Abreu* 11h00 Coffee break 11h30

01.02 COMBATE ÀS

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS

E SUSTENTABILIDADE DE

CIDADES E EDIFÍCIOS

Moderador e Relator: Sílvia Pelham e Nadir Bonaccorso. Oradores Convidados: Ignasi Perez Arnal (ES), Filipe Duarte Santos e João Paulo Lopes

SUBTEMA 02

ARQUITECTURA

E CULTURA

Pequeno Auditório 09h00

02.01 INOVAÇÃO

E CRIATIVIDADE EM

ARQUITECTURA

Moderador e Relator: Nuno Grande e Luís Tavares Pereira. Oradores Convidados: Jean Gautier (F), Jorge Barreto Xavier e João Fernandes

11h00 Coffee Break 11h30

02.02 CONSERVAÇÃO E

VALORIZAÇÃO DO PATRIMÓNIO

ARQUITECTÓNICO

Moderador e Relator: Ana Tostões e Victor Mestre. Oradores Convidados: nome a confirmar, Andreia Galvão e João Mendes Ribeiro

13h30 Almoço

(7)

10 A 12 DEZEMBRO 2009 CA S A D A S AR TES P ARQUE DE SINÇÃES VILA NO V A DE F AMALICÃO

11 DE DEZEMBRO

SEXTA-FEIRA

(TARDE)

SUBTEMA 03

ARQUITECTURA E

EXERCÍCIO PROFISSIONAL

Grande Auditório 15h00

03.01 LEGISLAÇÃO, ENCOMENDA

PÚBLICA E DEFESA DOS

CONSUMIDORES

Moderador e Relator: Leonor Cintra e Francisco Vieira de Campos. Oradores Convidados: Idoia Camiruaga (ES)*, Fernando Silva (INCI) e Margarida Grácio Nunes*

17h00 Coffee break 17h30

03.02 HABILITAÇÃO,

CAPACITAÇÃO E

RESPONSABILIDADE

PROFISSIONAL

Moderador e Relator: Victor Carvalho Araújo e Teresa Cálix. Oradores Convidados: Alain Sagne (B), José Fernando Gonçalves e Gonçalo Menéres Pimentel

SUBTEMA 04

ARQUITECTURA

E CIDADANIA

Pequeno Auditório 15h00

04.01 PARTICIPAÇÃO DAS

COMUNIDADES E DOS CIDADÃOS

Moderador e Relator: Fernando Gonçalves e João Bento. Oradores Convidados: Indira van't Klooster (NL), Cecília Delgado e Telmo Faria (Presidente da Câmara Municipal de Óbidos)

17h00 Coffee Break

17h30

04.02 EDUCAÇÃO COM

A ARQUITECTURA

Moderador e Relator: Maria Manuela Oliveira e João Paulo Martins*. Oradores Convidados: John Graby (IRL), Maria Calado* e José Maria Rosalves (SE do Colégio dos Arquitectos da Galiza) (ES)

19h30

Encerramento dos Trabalhos

22h00

CONFERÊNCIA

Grande Auditório

Alberto Escovar Wilson-White (COL) Bogotá y Medellín: una década de

transformaciones urbanas y arquitectónicas

12 DE DEZEMBRO

SÁBADO

10h00

SESSÃO PLENÁRIA

DE DELIBERAÇÃO

Grande Auditório Apresentação de Conclusões Votação de Moções de Orientação e de Conclusões 13h00

SESSÃO SOLENE

DE ENCERRAMENTO

Grande Auditório

PROGRAMA

COMPLEMENTAR

EXPOSIÇÕES

10 e 11 de Dezembro

CICLO DE CINEMA

“EM TRÂNSITO” (OA-SRN)

Universidade Lusíada de Famalicão

12 de Dezembro

VISITA GUIADA

Viana do Castelo**

13 de Dezembro

VISITAS GUIADAS

Picote (Miranda do Douro) e Foz Côa**

LANÇAMENTO DO

“MAPA DE ARQUITECTURA

DE FAMALICÃO”

As sessões sectoriais 01/02 e 03/04 decorrem em simultâneo nos Grande e Pequeno auditórios e integram a apresentação de comunicações de congressistas (12min/cada). * A confirmar

** A realização das visitas guiadas está condicionada a um número mínimo de inscritos.

Inscreva-se junto do Secretariado. A INSCRIÇÃO NO CONGRESSO INCLUI A RECEPÇÃO OFERECIDA PELA CÂMARA MUNICIPAL DE VILA NOVA DE FAMALICÃO, O ALMOÇO E TRANSPORTE DIÁRIO (AUTOCARRO) DESDE A ESTAÇÃO CP E O HOTEL MOUTADOS (FAMALICÃO), A CASA DA MÚSICA (PORTO), E O HOTEL CIDNAY (SANTO TIRSO) ATÉ À CASA DAS ARTES.

(8)

10 A 12 DEZEMBRO 2009 CA S A D A S AR TES P ARQUE DE SINÇÃES VILA NO V A DE F AMALICÃO

O 12º CONGRESSO DOS ARQUITECTOS

REALIZA-SE EM VILA NOVA DE FAMALICÃO

ENTRE 10 E 12 DE DEZEMBRO DE 2009

Tem lugar na Casa das Artes, da autoria do Arqº Pedro Ramalho.

Situada no coração do Vale do Ave, Vila Nova de Famalicão está a menos de 25 minutos do Porto, Braga e Guimarães e é servida por linha férrea e cruzada por duas auto-estradas (A3 e A7). Inserida num território metropolitano e difuso, está também associada a um complexo regional de forte inovação e criatividade tecnológica.

LOCAL

CONDIÇÃO DE ESCOLHA

De acordo com a rotatividade prevista no Estatuto, o 12º Congresso realiza-se na área geográfica da Secção Regional Norte da Ordem dos Arquitectos.

CRITÉRIOS DE ESCOLHA

Os critérios para a escolha do local para a realização do 12º Congresso assentaram, por um lado, na qualidade, condições e contrapartidas logísticas e, por outro, na procura de um local acessível que potenciasse a reflexão sobre o ambiente construído e a qualidade de vida dos cidadãos em Portugal.

© A n tó n io Fr e it a s / C M V N ESTAÇÃO FERROVIÁRIA CENTR AL RODOVIÁRIA CASA DAS ARTES

(9)

10 A 12 DEZEMBRO 2009 CA S A D A S AR TES P ARQUE DE SINÇÃES VILA NO V A DE F AMALICÃO

TRANSPORTES

IDA

Lisboa Coimbra B Porto Famalicão 07h00 08h46 09h46 10h17 14h00 15h46 16h46 17h17 16h00 17h46 18h46 19h17 19h00 20h46 21h46 22h17

VOLTA

Famalicão Porto Coimbra B Lisboa 06h19 06h46 07h44 09h30 13h19 13h46 14h44 16h30 18h19 18h46 19h44 21h30 20h19* 20h46* 21h44* 23h30*

SERVIÇO ALFA PENDULAR CP

Para outras opções (Intercidades ou combóios com transbordo) consulte www.cp.pt Viaje com desconto ao abrigo do protocolo CP/OA. Para mais informações consulte: www.oasrn.org/mensageiro.php?id1=269&id2=2073

Viagens diárias (sem transbordo)

A inscrição no Congresso inclui transporte diário (autocarro) desde a Estação CP e o Hotel Moutados (Famalicão), a Casa da Música (Porto), e o Hotel Cidnay (Santo Tirso) até à Casa das Artes.

(10)

10 A 12 DEZEMBRO 2009 CA S A D A S AR TES P ARQUE DE SINÇÃES VILA NO V A DE F AMALICÃO HOTEL MOUTADOS ★★★ Av. Brasil, 1223,

4764-983 Vila Nova Famalicão T +351 252 312 377

F +351 252 311 881

[email protected] www.moutados.com.pt

Duplo com pequeno-almoço: ¤56 Single com pequeno-almoço: ¤43

30 quartos em opção até dia 15 de Novembro Para beneficiar do preço especial é

necessário fazer a reserva exclusivamente por e-mail/fax com a informação do cartão de crédito, indicando a participação no 12º Congresso dos Arquitectos

HOTEL TURISMO DE BRAGA ★★★★ Praceta João XXI,

4716-036 Braga T +351 253 206 000 F +351 253 206 010

[email protected] www.hotelturismobraga.com Duplo com pequeno-almoço: ¤64.50 Single com pequeno-almoço: ¤53.20

HOTEL CIDNAY ★★★★ Rua Dr. João Gonçalves, 4789-909 Santo Tirso T +351 252 859 300 F +351 252 859 320 [email protected] www.hotel-cidnay.pt

Duplo com pequeno-almoço: ¤71.50 Single com Pequeno-almoço: ¤60

35 quartos em opção até dia 15 de Novembro Para beneficiar do preço especial é

necessário fazer a reserva exclusivamente por e-mail/fax com a informação do cartão de crédito, indicando a participação no 12º Congresso dos Arquitectos

HOTEL CARANDÁ ★★★ Av. da Liberdade, 96, 4715-037 Braga T +351 253 614 500 F +351 252 859 320 [email protected] www.hotelcaranda.com

Duplo com pequeno-almoço: ¤42 Single com pequeno-almoço: ¤33

HOTÉIS

MAIS INFORMAÇÕES

HOTÉIS COM CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA

O 12º CONGRESSO DOS ARQUITECTOS

[email protected]

WWW.ARQUITECTOS.PT

REDES SOCIAIS

http://twitter.com/12congressoOA http://12congressodosarquitectos.blogspot.com/ http://pt-pt.facebook.com/people/Ordem-Dos-Arquitectos/100000442277582

(11)

EMISSÃO DE RECIBO EM NOME DE

NIF MORADA

CÓDIGO POSTAL

RESPONSÁVEL PELA INSCRIÇÃO TELEFONE DIRECTO

2

PRETENDO APRESENTAR COMUNICAÇÃO

TÍTULO Intervenção com carácter científico, artístico, técnico ou cultural. O resumo, a enviar à Comissão Organizadora até 22 de Novembro, tem a extensão máxima de 1 000 caracteres.

SUBTEMA

RECOMENDAÇÃO

TÍTULO Proposta que visa uma acção ou linha de orientação no âmbito temático de uma sessão. O texto integral, a enviar à Comissão Organizadora até 22 de Novembro, tem a extensão máxima de 2 500 caracteres.

MOÇÃO DE ORIENTAÇÃO

TÍTULO Proposta estratégica para a orientação geral da actividade da Ordem. A apresentar por um mínimo de 20 membros efectivos da Ordem. Ao texto integral, a apresentar até 22 de Novembro, deverão ser juntas as assinaturas (devidamente identificadas por nome e número) dos membros que a subscrevem e a indicação do subscritor que a representa e apresenta no Congresso.

3

PRETENDO PARTICIPAR NA RECEPÇÃO OFERECIDA PELA CÂMARA MUNICIPAL DE FAMALICÃO NO DIA 10 DE DEZEMBRO

4

ATÉ 30 DE NOVEMBRO ¤50 MEMBROS EFECTIVOS E EXTRAORDINÁRIOS DA OA, ESTUDANTES DE ARQUITECTURA ¤75 OUTROS DE 1 A 12 DE DEZEMBRO ¤75 MEMBROS EFECTIVOS E EXTRAORDINÁRIOS DA OA, ESTUDANTES DE ARQUITECTURA ¤100 OUTROS

JUNTO ENVIO O CHEQUE N.º À ORDEM DE ORDEM DOS ARQUITECTOS SOBRE O BANCO

PAGAMENTO POR TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA NIB 0033 0000 0178 0118 8993 9

(Envio obrigatório do comprovativo para e-mail [email protected] ou fax 213 241 101, com indicação do nome e nº de membro)

5 NOME MEMBRO OA MORADA / CÓDIGO POSTAL —

TELEFONE DIRECTO FAX E-MAIL

1

ASSINATURA DATA

6

ARQUITECTURA E AMBIENTE CONSTRUÍDO

ARQUITECTURA E CULTURA

ARQUITECTURA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL

ARQUITECTURA E CIDADANIA

A inscrição inclui a participação no 12º Congresso dos Arquitectos nos termos estabelecidos no Regulamento, a documentação e o convite para a recepção oferecida pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, a 10 de Dezembro 2009.

FROTA OFICIAL

APOIO PATROCINADORES

10 A 12 DEZEMBRO 2009

CASA DAS ARTES

PARQUE DE SINÇÃES

VILA NOVA DE FAMALICÃO

(12)

Frota oFicial

Referências

Documentos relacionados

dois gestores, pelo fato deles serem os mais indicados para avaliarem administrativamente a articulação entre o ensino médio e a educação profissional, bem como a estruturação

Paralelamente, mais no início do estágio quando ainda não estava a atender os utentes, fui tendo algumas formações na farmácia e fora da farmácia que também

Dada a potencialidade que o estudo com esse gênero tem para estimular a reflexão crítica do alunado, pautada pelos multiletramentos, analisamos a presença de aspectos culturais

Este artigo está dividido em três partes: na primeira parte descrevo de forma sumária sobre a importância do museu como instrumento para construção do conhecimento, destaco

Os resultados são apresentados de acordo com as categorias que compõem cada um dos questionários utilizados para o estudo. Constatou-se que dos oito estudantes, seis

Ficou com a impressão de estar na presença de um compositor ( Clique aqui para introduzir texto. ), de um guitarrista ( Clique aqui para introduzir texto. ), de um director

Além disso, afirmou que a adaptação não acrescenta informação no sentido de expansão de uma história, como acontece com a transmedia storytelling, mas

No capítulo 1 são clarificados conceitos-chave essenciais à contextualização do estudo efectuado, destacando autores como Conceição Lopes, John Thompson, Mcluhan, Sara Pereira e